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  • Série

    CSI original deve ganhar continuação como minissérie

    10 de fevereiro de 2020 /

    A rede americana CBS está em conversas iniciais para produzir um revival da série policial “CSI”, que pode estrear em meio à comemoração dos 20 anos de sua estreia, em outubro de 2020. O retorno de “CSI” deve acontecer como uma minissérie e envolver os atores da 1ª temporada da franquia. Lançado no ano 2000, a “CSI” original foi responsável pela proliferação de séries centradas em investigação forense na TV americana. Seu sucesso imenso durou 15 anos, até a conclusão da produção em 2015, após 335 episódios e o cancelamento das derivadas “CSI: Miami” e “CSI: NY”. Uma última série, “CSI: Cyber”, tentou manter a marca no ar, mas também foi cancelada após duas temporadas, em 2016. As negociações envolvem atualmente os responsáveis pela franquia, o criador Anthony Zuiker e o produtor Jerry Bruckheimer, mas, segundo o site Dealine, integrantes do elenco original, como William Petersen e Jorja Fox, já teriam sido contatados. Por enquanto, nenhuma oferta foi formalizada à espera da oficialização da série. A encomenda dos episódios ainda depende de um acordo financeiro que agrade todas as partes.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Scott Wilson (1942 – 2018)

    7 de outubro de 2018 /

    Morreu o ator Scott Wilson, que interpretou o personagem Hershel Greene na série “The Walking Dead”. Ele tinha leucemia e faleceu em sua residência no sábado (6/10), em Los Angeles, aos 76 anos. Embora seja mais lembrado pela série de zumbis, Wilson teve uma longa carreira cinematográfica, iniciada em 1967 como coadjuvante no clássico “No Calor da Noite” (1967), que venceu o Oscar de Melhor Filme. E já em segundo trabalho se tornou protagonista, interpretando o assassino Dick Hickock em “A Sangue Frio” (1967), adaptação da famosa obra de Truman Capote, baseada em fatos reais. O diretor Richard Brooks apostou no desconhecido jovem ator de 24 anos porque ele era fisicamente semelhante com Hickock. “Todos os atores de Hollywood queriam esses papéis, incluindo [Paul] Newman e [Steve] McQueen”, Wilson recordou em uma entrevista em 1996 ao Los Angeles Times. “Brooks contratou dois ‘desconhecidos’ [o outro foi Robert Blake, o futuro ‘Baretta’], e ele queria que fossem ‘assassinos’ que ele, de alguma forma, encontrou.” Brooks montou uma exibição privada para Wilson e Blake depois que as filmagens foram concluídas, e “depois de ver o filme, eu fui ao banheiro e vomitei”, ele disse em uma entrevista de 2017. “Percebi o que acabara de ver. Fiz parte de algo que resistiria por um período de tempo, um clássico.” Este começo empolgante de carreira o levou a trabalhar com vários cineastas importantes, como Sydney Pollack (“A Defesa do Castelo”, 1969), John Frankenheimer (“Os Paraquedistas Estão Chegando”, 1969), Robert Aldrich (“Resgate de uma Vida”, 1971), Richard Fleischer (“Os Novos Centuriões”, 1972), Richard C. Sarafian (“Quando o Ódio Explode”, 1973), etc., além de levá-lo à primeira versão de “O Grande Gatsby” (1974), estrelada por Robert Redford. Entretanto, seu talento demorou a ser reconhecido, o que só aconteceu no terror “A Nona Configuração” (1980), de William Peter Blatty (o autor de “O Exorcista”), pelo qual foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante. Wilson ainda apareceu em “Os Eleitos: Onde o Futuro Começa” (1983), de Philip Kauffman, no thriller “Um Rosto sem Passado” (1989), de Walter Hill, e no western “Jovem Demais para Morrer” (1990), de Geoff Murphy, antes de voltar a se reunir com Blatty em “O Exorcista III” (1990). A variedade de sua filmografia também incluiu os dramas “Os Últimos Passos de um Homem” (1995), de Tim Robbins, “Até o Limite da Honra” (1997), de Ridley Scott, e as estreias de três cineastas importantes: Christopher McQuarrie (“A Sangue Frio”, 2000), Patty Jenkins (“Monster: Desejo Assassino”, 2003) e o sul-coreano Bong Joon Ho (“O Hospedeiro”, 2006). Seu envolvimento com a televisão começou com um papel recorrente em “CSI”, que o fez aparecer em nove episódios da série, entre 2001 e 2006, mas foi seu desempenho como o fazendeiro Hershel Greene, ao longo de três temporadas de “The Walking Dead”, que conquistou a maior quantidade de fãs de sua carreira. O mais curioso é que o ator nunca fez teste para o papel. “Meu empresário ligou e disse que queriam que eu fizesse dois ou três episódios”, ele contou à revista The Hollywood Reporter. “Eu perguntei do que se tratava e ele disse zumbis. Eu respondi: ‘Me dê uma boa notícia’.” Depois de assistir a 1ª temporada, Wilson acabou topando. “Eu ainda não tinha feito muita TV na época, só ‘CSI’, como o pai de Marg Helgenberger, e achei muito interessante trabalhar em ‘The Walking Dead’, porque nunca tinha interpretado o mesmo personagem por tanto tempo, o que é muito diferente de fazer uma peça ou filme”. Um dos principais aliados do protagonista Rick Grimes (Andrew Lincoln) na série de zumbis, Hershel foi apresentado aos telespectadores na 2ª temporada, como o fazendeiro que salva a vida do jovem Carl (Chandler Riggs) e acolhe os sobreviventes originais em sua propriedade. Pai das personagens Maggie (Lauren Cohan) e Beth (Emily Kinney), Hershel seria eliminado logo em seguida, mas o personagem agradou e logo se estabeleceu como a voz da sabedoria que guiava a série. Ele acabou sobrevivendo por três temporadas, mas sua despedida chocou o público no quarto ano da produção, quando foi brutalmente assassinado pelo Governador (David Morrissey), um dos grandes vilões de “The Walking Dead”. Após o sucesso de sua passagem pelo apocalipse zumbi, Wilson integrou novas séries: “Bosch”, “Damien” e “The OA”. E ainda voltou ao cinema, integrando o western “Hostis” (2017), de Scott Cooper, ao lado de Christian Bale. Durante a New York Comic Con neste fim de semana, a showrunner de “The Walking Dead” Angela Kang revelou que o ator ainda poderá ser visto pelos fãs na série. Ele deixou gravadas suas últimas cenas na 9ª temporada, em que personagens do passado retornam para a despedida de Rick. A participação também foi a despedida de sua carreira.

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  • Etc,  Série

    Joseph Campanella (1924 – 2017)

    17 de maio de 2018 /

    Morreu o ator Joseph Campanella, que teve uma longa carreira com mais de 200 participações em filmes e séries. Ele faleceu aos 93 anos em sua casa em Sherman Oaks, Califórnia, na quarta-feira (16/5). A carreira de Campanella começou ainda nos anos 1950, numa profusão de antologias de dramatização teatral, mas foi na década seguinte que deslanchou, levando-o a acumular diversas participações nas mesmas séries como personagens diferentes – foram quatro aparições só em “O Fugitivo” em papéis variados. O primeiro destaque de sua vida profissional aconteceu na série de detetive “Mannix”, desenvolvida em 1967 por Bruce Geller, o criador de “Missão Impossível” – onde Campanella aparecera duas vezes. Ele interpretava o chefe do detetive Harry Mannix (Mike Connors), Lew Wickersham, em eterno conflito com o subordinado que insistia em desobedecer as análises computadorizadas da agência (eram os antigos cartões perfurados da IBM), preferindo resolver os casos à moda antiga, isto é, via pancadaria. Campanella foi indicado ao Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pela série em 1968, mas acabou dispensado pela produção na 2ª temporada, quando Harry Mannix rompeu com a agência de detetives e passou a atender clientes por conta própria, com a ajuda de uma secretária (Gail Fisher). A decepção não o impediu de ser valorizado, levando-o a monopolizar as telas. Entre 1969 e 1979, ele apareceu numa média de oito séries diferentes por ano, ao mesmo tempo em que fez diversos filmes, inclusive alguns cultuados como “Ben, o Rato Assassino (1972), “Corrida Silenciosa” (1972) e “Meteoro” (1979). Ele teve outro papel importante, ainda que recorrente, na versão original do sitcom “One Day at a Time”, dando vida a Ed Cooper, o ex-marido de Ann Romano (Bonnie Franklin) e pai das crianças da atração, entre 1976 e 1982. Mas acabou trocando as séries pelas novelas no final dos anos 1980. Sua participação em “Days of Our Lives” acabou lhe rendendo sua segunda indicação ao Emmy, em 1989. Também integrou o elenco de “The Bold and the Beautiful”, atuando por nove anos, entre 1996 e 2005, na interminável novela, até hoje em exibição nos Estados Unidos. Na produção, Campanella deu vida a Harper Deveraux, um poderoso senador que era desmascarado como um assassino diabólico conhecido como o Esfaqueador de Riverfront. O ator ainda foi dirigido pelo brasileiro Bruno Barreto no filme “Assassinato Sob Duas Bandeiras” (1990), viveu um dos juízes recorrentes da série jurídica “The Practice” e dublou o Dr. Connors/Lagarto no desenho do “Homem-Aranha” durante os anos 1990. Ele só se aposentou ao atingir os 83 anos de idade, após mais de 50 anos de atividade como ator. Sua última aparição na TV foi num episódio da série “CSI” em 2008. Joseph Campanella era casado há 53 anos com Jill Campanella, sua primeira paixão, com quem teve sete filhos.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Pamela Gidley (1965 – 2018)

    30 de abril de 2018 /

    Morreu a atriz Pamela Gidley, de “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992), dirigido por David Lynch. Ela faleceu em sua casa, aos 52 anos, no dia 16 de abril, mas a informação só foi divulgada na noite de domingo (29/4) por um jornal de Seabrook, onde vivia. Pamela começou a carreira como modelo infantil e fez sua estreia no cinema em 1986, coestrelando o filme “O Desafio” (Thrashin’), sobre gangues de skatistas, ao lado de Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”). Os dois chegaram a namorar. No Instagram, o ator lamentou a morte da colega. “Tenho memórias incríveis e inocentes dela. Uma mulher de personalidade forte e uma pessoa realmente engraçada”. Ela participou de dois filmes marcantes do final dos anos 1980, a sci-fi “Cherry 2000” (1987) e o drama “Para Sempre na Memória” (1988), antes de viver Teresa Banks no filme derivado da série “Twin Peaks”. A atriz ainda trabalhou com o pai de Josh Brolin, James Brolin, em “Trapaças do Coração” (1993), antes da carreira estagnar. Sua carreira também incluiu algumas séries de curta duração. Gidley chegou a estrelar “Angel Street”, como uma detetive policial parceira de Robin Givens, que só teve uma temporada em 1992, e “Strange Luck”, com a mesma sina em 1995. Ambas duraram mais que “Skin”, cancelada após seis episódios em 2003. Um episódio a mais que sua participação como a técnica forense Terri Miller e possível interesse romântico do protagonista (William Petersen) de “CSI”, entre a 1ª e a 3ª temporadas (2000-2003). Na reportagem do jornal de Seabrook, a família afirmou que a atriz morreu pacificamente em sua casa, mas a causa da morte não foi divulgada.

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  • Etc,  Série

    Ron Glass (1945 – 2016)

    27 de novembro de 2016 /

    O ator Ron Glass, que foi indicado ao Emmy pela série de comédia “Barney Miller”, em 1982, morreu na sexta-feira (25/11). Ele lutava contra várias doenças e morreu em sua casa, onde vinha sendo acompanhado por um cuidador, aos tinha 71 anos de idade. Membro ativo na comunidade Budista de Los Angeles, Glass ficou conhecido por como o Detetive Ron Harris, na série policial “Barney Miller”, exibida entre 1974 e 1982 na TV americana. Mais recentemente, ele também se destacou como o líder espiritual Derrial Book da série sci-fi “Firefly” e em seu filme derivado “Serenity” (2005), primeiro longa dirigido por Joss Whedon (“Os Vingadores”). O artista fez ainda participações em inúmeras séries desde os anos 1970, de “São Francisco Urgente”, “Havaí 5-0” e “Casal 20” até as recentes “CSI”, “Major Crimes” e “Agents of SHIELD”, e também dublava a voz de Randy Carmichael na animação “Rugrats: Os Anjinhos” e seu derivado “Rugrats Crescidos”.

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  • Série

    CSI: Cyber é cancelada, marcando o fim da franquia CSI na televisão

    12 de maio de 2016 /

    A rede americana CBS anunciou nesta quinta-feira (12/5) o cancelamento da série “CSI: Cyber” após duas temporadas. A atração era a última remanescente da franquia policial “CSI”, que chegou a ser considerada a mais bem-sucedida do gênero na televisão. O fim de “CSI: Cyber”, cancelada por baixa audiência, foi um desfecho anticlimático para o universo inaugurado em 2000, que revolucionou as investigações policiais com suas análises forenses, gerando três spin-offs e diversos imitadores. Em seu auge, entre os anos de 2002 e 2006, “CSI” foi a série mais vista do mundo, sintonizada por 26 milhões de telespectadores por episódio apenas nos EUA. O sucesso era tanto que, no Brasil, “CSI” chegou a ser um trunfo da Record contra a Globo, que colocou a série no horário nobre para incomodar a audiência da concorrente. Até o cineasta Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”) revelou-se fã, dirigindo dois episódios (na verdade, uma história em duas partes). Mas a audiência foi lentamente corroída pela repetição da fórmula e a saída de integrantes do elenco original, levando a seu inevitável cancelamento no ano passado, em sua 15ª temporada, num desfecho assistido por 8,26 milhões de telespectadores. “CSI: Cyber” era o filhote mais novo da franquia, que antes teve “CSI: Miami” (2002-2012) e “CSI: NY” (2004-2013). Lançado em 2015, o programa tinha a expectativa de manter a grife no ar. Entretanto, não funcionou como a CBS esperava. A troca do já conhecido universo forense por investigações de crimes cibernéticos descaracterizou a marca e rendeu a pior audiência dentre todas as atrações da franquia. O final da 2ª temporada foi ao ar em março e visto por apenas 6,32 milhões de pessoas nos EUA. “CSI” era a segunda franquia mais longeva dos Estados Unidos, posição agora assumida por “NCIS”, atração similar, que estreou em 2003. A liderança do ranking pertence a outra grife policial, “Law & Order”, inaugurada em 1990, que é atualmente representada pelo spin-off “Law and Order: SVU”, no ar desde 1999. As quatro atrações da franquia “CSI” ainda são reprisadas no Brasil pelo canal pago AXN.

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