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    Cinema brasileiro bate recorde de reconhecimento com cinco prêmios no Festival de Berlim 2018

    24 de fevereiro de 2018 /

    O cinema brasileiro saiu consagrado do Festival de Berlim 2018 com a conquista de cinco prêmios paralelos, entre eles os de favoritos da crítica e do público. Ao todo, três documentários, um longa de ficção e uma coprodução latina foram premiados na programação do evento alemão, um recorde de reconhecimento para a produção cinematográfica nacional. Três prêmios já tinham sido antecipados na sexta (23/2) e mais dois foram anunciados na tarde deste sábado. Veja abaixo o que cada filme venceu. “O Processo”, documentário de Maria Augusta Ramos sobre o impeachment de Dilma Rousseff, venceu o Prêmio do Público como o Melhor Documentário da mostra Panorama, a segunda mais importante do evento. “Zentralflughafen THF”, documentário de Karim Aïnouz sobre o centro de apoio a refugiados instalado no antigo aeroporto de Tempelhof na capital alemã, recebeu o prêmio Anistia internacional. “Tinta Bruta”, dos gaúchos Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, venceu o prêmio Teddy, concedido por um júri independente aos melhores filmes com temática LGBTQ da seleção oficial do festival. O filme acompanha um jovem que usa o codinome GarotoNeon para trabalhar como camboy, fazendo performances eróticas com o corpo coberto de tinta para milhares de anônimos ao redor do mundo, pela internet. O mesmo júri selecionou “Bixa Travesty”, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, sobre a cantora e ativista transexual Linn da Quebrada, com o Teddy de Melhor Documentário. Para completar, a Federação Internacional de Críticos de Cinema (Fipresci) elegeu “Las Herederas”, do paraguaio Marcelo Martinessi, com o vencedor do Prêmio da Crítica. Coproduzido pela diretora carioca Julia Murat (“Pendular”), “Las Herederas” também conta com apoio de produtoras do Uruguai, da França e da Alemanha. A coprodução internacional, segundo o cineasta Marcelo Martinessi, é a única forma de se fazer cinema de qualidade no Paraguai. Leia a entrevista do diretor aqui.

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    Filmes brasileiros vencem os principais prêmios paralelos do Festival de Berlim 2018

    24 de fevereiro de 2018 /

    Dois longas nacionais e uma coprodução brasileira foram consagradas no Festival de Berlim 2018 com os principais prêmios paralelos do evento. “Tinta Bruta”, dos gaúchos Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, venceu o prêmio Teddy, concedido por um júri independente aos melhores filmes com temática LGBTQ da seleção oficial do Festival de Berlim. O filme acompanha um jovem que usa o codinome GarotoNeon para trabalhar como camboy, fazendo performances eróticas com o corpo coberto de tinta para milhares de anônimos ao redor do mundo, pela internet. O mesmo júri selecionou “Bixa Travesty”, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, sobre a cantora e ativista transexual Linn da Quebrada, com o Teddy de Melhor Documentário. Para completar, a Federação Internacional de Críticos de Cinema (Fipresci) elegeu “Las Herederas”, de Marcelo Martinessi, com o vencedor do Prêmio da Crítica. E por coincidência o filme também tem temática LGBTQ. Em sua apresentação do prêmio, a comissão de críticos afirmou que escolheu o filme de estreia de Martinessi pela “descrição de um assunto secreto e proibido: a homossexualidade feminina na sociedade paraguaia”. A trama gira em torno de um mulher sexagenária (Ana Brun, aplaudidíssima em Berlim) separada de sua parceira de toda a vida, enquanto precisa se desfazer dos móveis e obras de arte da família para pagar as contas da casa em que viveram juntas, atualmente em estado de ruína. As dívidas se acumulam, após uma delas ser presa por fraude bancária, deixando a outra sozinha no casarão. Até que, aos poucos, a senhora solitária cede aos convites da vizinha mais jovem, que gosta de sair para jogar pôquer com as amigas, e transforma o antigo Mercedez Bens herdado do pai em transporte particular. Primeiro longa paraguaio selecionado para a Berlinale, a obra é sutil, mas lida com temas poderosos, como amor e companheirismo entre mulheres, decadência da classe média, crise econômica, Terceira Idade, etc, tudo num microcosmo doméstico. E ganhou críticas elogiosas da imprensa internacional durante a exibição no festival alemão. Coproduzido pela diretora carioca Julia Murat (“Pendular”), “Las Herederas” também conta com apoio de produtoras do Uruguai, da França e da Alemanha. A coprodução internacional, segundo o cineasta Marcelo Martinessi, é a única forma de se fazer cinema de qualidade no Paraguai. Leia a entrevista de Martinessi aqui.

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    Netflix teria pago US$ 50 milhões por The Cloverfield Paradox

    6 de fevereiro de 2018 /

    A Paramount pode ter feito o negócio do ano. Segundo fontes da revista The Hollywood Reporter, a Netflix teria pago US$ 50 milhões pelos direitos de exibição de “The Cloverfield Paradox”. E a Paramount ainda resguardou os direitos de lançar o filme na China e no mercado de home video. Ainda de acordo com o THR, a decisão de negociar os direitos de exibição foi tomada de comum acordo entre o produtor J.J. Abrams e o presidente do estúdio, Jim Gianopulos, após a percepção de que o filme poderia fracassar nas bilheterias. Eles procuraram a Netflix que prontamente se dispôs a pagar uma fortuna pelo título, por integrar uma “franquia” estabelecida. Nos bastidores da Paramount, porém, a avaliação negativa sobre a qualidade do material já tinha provocado diversos adiamentos no lançamento do longa-metragem. Gianopulos, que assumiu recentemente o estúdio, teria tentado refilmagens e outras medidas para salvar a produção, antes de decidir passar o problema adiante. Ele já tinha feito a mesma coisa com “Aniquilação”, sci-fi estrelada por Natalie Portman, que a Netflix adquiriu por uma quantia ainda não revelada. A diferença é que “Aniquilação” terá uma estreia limitada nos Estados Unidos em 23 de fevereiro, antes de chegar ao streaming em março. Nas mãos da Netflix, “The Cloverfield Paradox” acabou ganhando uma estreia de surpresa na noite de domingo (4/2). O anúncio de que ele já estava na plataforma foi feito no primeiro e único comercial da produção, exibido durante o intervalo do Super Bowl, e o resultado foi exatamente o que interessava ao serviço de streming: repercussão. A Netflix não divulga audiência, mas a curiosidade do público foi fisgada, a ponto de gerar muitos comentários nas redes sociais. Entretanto, assim que os críticos puderam ver o material, veio a confirmação de que a Paramount evitou um fiasco comercial. Com apenas 18% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “The Cloverfield Paradox” gerou o consenso de que não era mesmo um filme para o cinema.

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    Crítica americana implode surpresa do novo Cloverfield na Netflix: “fake news”

    5 de fevereiro de 2018 /

    Lançado de surpresa na Netflix no domingo (4/2), logo após seu primeiro comercial ir ao ar durante o Super Bowl, “The Cloverfield Paradox”, terceiro filme da franquia de monstros do produtor J.J. Abrams (das franquias “Star Trek” e “Star Wars”), vai figurar na história dos streamings pela ousadia de sua divulgação experimental. Levando o sigilo que cerca as produções da Bad Robot (a empresa de Abrams) ao cúmulo, nem o título do filme era conhecido antes do anúncio de que ele já estava disponível. Mas o verdadeiro paradoxo, para citar o título da produção, é que o filme em si não se diferencia por mais nada, além da mencionada divulgação. A recepção da crítica americana à surpresa lembra a expectativa de quem se depara com um presente embrulhado numa caixa gigante, apenas para descobrir, após a abertura do pacote, uma caneta comum. Todas as críticas foram negativas. A maioria afirmou que o filme seria um grande fracasso se fosse lançado nos cinemas, como a Paramount ensaiou fazer, concluindo que o investimento do estúdio foi salvo pela Netflix. A aprovação no Rotten Tomatoes atingiu nível podre, com apenas 16% de avaliações positivas. Veja abaixo alguns comentários. “Parece intrigante, mas o filme e si é estranhamente simples, com excesso de iluminação e inutilmente frenético. Como lançamento cinematográfico, seria um não evento, como evento da Netflix é, para cunhar uma frase, ‘fake news'” – Glenn Kenny, do jornal New York Times. “Vale lembrar que os filmes de ‘Cloverfield’ só conseguiram surpreender com sucesso os métodos convencionais de divulgação porque eram bons. A melhor coisa que você pode dizer sobre este é que vem grátis com sua assinatura Netflix” – David Ehrlich, do site indieWire. “O entusiasmo que este filme poderia inspirar logo dá lugar à percepção surpreendente de que praticamente nenhuma de suas reviravoltas foi pensada de forma coerente ou inteligente” – Justin Chang, do jornal Los Angeles Times. “Aquela sensação de lançamentos direto em vídeo que os títulos lançados diretamente na Netflix começam a ter encontrou o filme que serve perfeitamente de padrão” – Scott Tobias, da revista New York. “Chegamos neste ponto: filmes tratados como comerciais caros, com estreias após o Super Bowl, como se fossem anúncios para salgadinhos ou refrigerantes” – John DeFore, da revista The Hollywood Reporter.

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    Netflix oficializa a produção da sequência de Bright

    3 de janeiro de 2018 /

    A Netflix encomendou oficialmente a continuação de “Bright”, sua primeira superprodução, que voltará a reunir as estrelas Will Smith e Joel Edgerton, juntamente com o diretor David Ayer. Além de dirigir, Ayer também vai escrever o roteiro – como fez em “Esquadrão Suicida”. Isto significa que a figura mais controversa da produção foi cortada da sequência. O roteirista Max Landis, que recebeu entre US$ 3 e 4 milhões por seu roteiro em 2016, vive uma tempestade de denúncias de assédio sexual, que inundaram o Twitter. “Bright” se passa numa versão sobrenatural de Los Angeles, habitada por elfos e outras criaturas da fantasia, e gira em torno da parceria entre dois policiais, um humano (Will Smith) e um orc (Joel Edgerton). Durante uma patrulha noturna, a dupla entra em contato com uma varinha mágica, a arma mais poderosa do universo. Cercados de inimigos, eles devem trabalhar juntos para proteger uma jovem elfa (Lucy Fry, da série “11.22.63”) e sua relíquia mágica, que em mãos erradas pode destruir o mundo. A filmagem foi a mais cara já produzida pela Netflix, com custos estimados de quase US$ 100 milhões. E o resultado acabou destruído pela crítica – “o pior filme do ano”, de acordo com uma das resenhas – , mas aparentemente teve um público considerável. A Netflix não informa os dados de visualização de suas produções. Por conta disso, a Nielsen desenvolveu um método alternativo para medir a audiência das atrações de streaming. E, segundo a Nielsen, o filme foi assistido mais de 11 milhões de vezes em seus primeiros três dias na plataforma, de 22 à 24 de dezembro. O levantamento revela que o público do longa estrelado por Will Smith só foi menor que a audiência da estreia da 2ª temporada de “Stranger Things”. Em seus três primeiros dias de exibição, o primeiro episódio de “Stranger Things 2” foi assistido mais de 15 milhões de vezes nos Estados Unidos. Para dar um parâmetro de cinema, caso essa visualização representasse venda de ingressos, a arrecadação de “Bright” seria de blockbuster: aproximadamente US$ 130 milhões. Entretanto, este o método da Nielsen só tem eficácia para avaliar a exibição em monitores de TV. Isto porque ele se dá por meio de reconhecimento de áudio televisivo. Um aparelho instalado nas TVs de 44 mil casas dos Estados Unidos, que servem de amostragem da Nielsen, é capaz de identificar o que os pessoas estão assistindo pelo simples registro sonoro. O detalhe é que a Netflix é mais acessada por computadores, tablets e smartphones do que pela televisão.

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    Comercial de The Post destaca indicações ao Globo de Ouro 2018

    31 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou um novo comercial de “The Post”, que evidencia as seis indicações do drama dirigido por Steven Spielberg no Globo de Ouro 2018. Além de indicação a Melhor Filme do ano, a prévia destaca as nomeações individuais do diretor e dos atores Meryl Streep (“A Dama de Ferro”) e Tom Hanks (“Capitão Phillips”). Lançado no Brasil com um subtítulo, “The Post – A Guerra Secreta” dramatiza o escândalo dos “Papéis do Pentágono”, documentos ultra-secretos de 14 mil páginas do governo dos Estados Unidos sobre o envolvimento americano na Guerra Vietnã. O título original é uma referência ao jornal The Washington Post. A trama gira em torno do dilema sofrido pela dona do jornal, pressionada pelo editor a desafiar o governo federal sobre o direito de publicar os documentos secretos em 1971. Ela poderia ser acusada de traição e perder o Washington Post na justiça. Hanks, que voltará a ser dirigido por Spielberg após quatro filmes, vive o editor do jornal, Ben Bradlee, enquanto Streep, que trabalhou anteriormente com o cineasta em “A.I. – Inteligência Artificial” (2001), terá o papel da proprietária Kay Graham. Curiosamente, é a primeira vez que os dois atores, gigantes de Hollywood, atuam juntos num filme. O forte elenco também inclui Sarah Paulson (série “American Horror Story”), Alison Brie (“Glow”), Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) e Bruce Greenwood (“Star Trek”). O projeto foi trazido à Spielberg pela produtora Amy Pascal (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que recebeu o roteiro original especulativo de Liz Hannah, uma estagiária e assistente de produção da série “Ugly Betty” e de filmes como “Encontro às Cegas” (2007) e “Reine Sobre Mim” (2007). O texto foi retrabalhado por Josh Singer, roteirista premiado por outro filme sobre reportagem-denúncia jornalística, “Spotlight: Segredos Revelados”, vencedor do Oscar 2016. Spielberg rodou o filme em tempo recorde, enquanto trabalhava na pós-produção de “Jogador Nº 1”, e o lançamento chegou em circuito limitado a tempo de disputar indicação ao Oscar. Apesar disso, a distribuição ampla só vai acontecer em 12 de janeiro. Já a estreia no Brasil está marcada para o dia 25 de janeiro.

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    Pesquisa de audiência revela que Bright tem público de blockbuster na Netflix

    29 de dezembro de 2017 /

    Apesar de malhado pela crítica, “Bright” atraiu um grande público na Netflix. Segundo pesquisa de audiência da Nielsen, o filme foi assistido mais de 11 milhões de vezes em seus primeiros três dias na plataforma. Os dados contabilizados são de 22 à 24 de dezembro. O levantamento revela que o público do longa estrelado por Will Smith só foi menor que a audiência da estreia da 2ª temporada de “Stranger Things”. Em seus três primeiros dias de exibição, o primeiro episódio de “Stranger Things 2” foi assistido mais de 15 milhões de vezes nos Estados Unidos. Para dar um parâmetro de cinema, caso essa visualização representasse venda de ingressos, a arrecadação de “Bright” seria de blockbuster: aproximadamente US$ 130 milhões. Vale lembrar que o longa estrelado custou quase US$ 100 milhões de produção, além de uma fábula encantada de marketing. A Netflix não informa os dados de visualização de suas produções. Por conta disso, a Nielsen desenvolveu um método alternativo para medir a audiência das atrações de streaming. Entretanto, este método só tem eficácia para avaliar a exibição em monitores de TV. Isto porque ele se dá por meio de reconhecimento de áudio televisivo. Um aparelho instalado nas TVs de 44 mil casas dos Estados Unidos, que servem de amostragem da Nielsen, é capaz de identificar o que os pessoas estão assistindo pelo simples registro sonoro. O detalhe é que a Netflix é mais acessada por computadores, tablets e smartphones do que pela televisão. Ou seja, os números de “Bright” devem ser muito, mas muito maiores que estes.

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    Netflix providencia seus próprios críticos para elogiar Bright: orcs adolescentes

    28 de dezembro de 2017 /

    Até filmes ruins ganham bons comerciais. E a Netflix está se tornando expert em encontrar formas diferenciadas para promover seus lançamentos. Diante do massacre sofrido por “Bright”, que chegou até a ser chamado de “pior filme do ano” pela imprensa norte-americana, a plataforma providenciou sua própria crítica da produção, num vídeo gravado por dois orcs adolescentes. Que como típicos orcs adolescentes adoram explosões, rock pesado e elfas bonitas. Eles também vibram com a surra sofrida por Will Smith por chamar orcs de Shrek. “Somos orcs, não ogros”, reparam. E só lamentam que o orc policial não seja o herói principal da história – o que justifica uma nota 9. Para que perder tempo com o que humanos acham de um filme, se os orcs são muito mais divertidos? Acredita a Netflix.

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    Gal Gadot será homenageada no Critics Choice Awards 2018

    23 de dezembro de 2017 /

    A atriz Gal Gadot vai ganhar uma homenagem do Critics Choice Awards 2018 por seu trabalho em “Mulher-Maravilha”. Ela vai receber o #SeeHer Award, que celebra mulheres de mais destaque na indústria do entretenimento. O troféu será entregue pela diretora Patty Jenkins, também de “Mulher-Maravilha”, na cerimônia de premiação da crítica, que acontece em 11 de janeiro. É o segundo ano em que o Critics Choice entrega um #SeeHer Award. No ano passado, a atriz Viola Davis foi a escolhida, recebendo o troféu das mãos da amiga Meryl Streep. Clique aqui para ver a lista de filmes e séries indicadas ao Critics Choice Awards 2018. “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro, com estreia no Brasil prevista para janeiro, lidera com 14 indicações, incluindo Melhor Filme.

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    Diretor de Bright vai ao Twitter responder a crítico que chamou seu filme de “o pior de 2017”

    21 de dezembro de 2017 /

    O diretor e roteirista David Ayer resolveu responder uma das críticas negativas recebidas por “Bright”, seu novo filme estrelado por Will Smith. Acostumado à reações extremas, após “Esquadrão Suicida”, ele optou por humor depreciativo ao abordar o jornalista que definiu seu trabalho como “o pior de 2017”. “Esta vai para a porta da geladeira. De todo modo, uma reação forte é o melhor elogio possível. Essa foi uma crítica épica para caramba. É um filme muito divertido. Você com certeza sabe juntar um amontoado de palavras, sr. Erlich. Eu adoraria ler qualquer roteiro que tenha escrito.” Além de chamar “Bright” de “o pior filme de 2017”, David Ehrlich, do site IndieWire, descreveu-o como algo “profundamente horrível”. Ele ainda sugeriu que não se poderia esperar nada diferente do diretor de “Esquadrão Suicida” e do roteirista de “Victor Frankenstein”, mas que “Bright” representa um “novo ponto baixo para a carreira de ambos”. Após o post de Ayer, o jornalista respondeu: “Você é um bom homem, sr. Ayer. Estarei aguardando com bons olhos o que quer que venha depois disso.” Ayer encerrou a discussão dizendo que seus filmes são “trabalhos feitos com amor”, mas sabe que podem ser “polarizantes”. Leia abaixo os tuítes originais. “Bright” estreia na Netflix nesta sexta (22/12). This is going on my fridge. Highest compliment is a strong reaction either way. This is a f*cking epic review. It’s a big fun movie. You can sure string words together Mr. Erlich. I’d love to read any script you’ve written. — David Ayer (@DavidAyerMovies) December 21, 2017 you’re a good man, mr. Ayer. i'll be waiting with fresh eyes for whatever comes next. — david ehrlich (@davidehrlich) December 21, 2017 I really appreciate that. Every movie is a labor of love for me. I’ve never chased the audience, and I know my work can be polarizing. I’ve lived a crazy love and I guess my movies reflect that. https://t.co/YZBp2DwKlO — David Ayer (@DavidAyerMovies) December 21, 2017

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    “Pior filme do ano” dizem críticos sobre Bright, superprodução da Netflix com Will Smith

    21 de dezembro de 2017 /

    A crítica norte-americana destruiu a primeira superprodução da Netflix. “Desastre”, “embaraçoso” e “horrível” foram algumas das definições dadas a “Bright”, também chamado de “pior filme do ano” e “um presente de Natal da Netflix para os estúdios de cinema”, para mostrar que não precisam ter medo de sua pretensão de fazer-lhes concorrência. “Bright” está registrando apenas 29% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Mesmo com um orçamento aproximado de US$ 100 milhões, astros como Will Smith (“Esquadrão Suicida”), Joel Edgerton (“Ao Cair da Noite”) e Noomi Rapace (“Prometheus”), roteiro de Max Landis (“Victor Frankenstein”) e direção de David Ayer (também de “Esquadrão Suicida”), o consenso é que a produção seria um fracasso estrondoso se fosse lançado nos cinemas norte-americanos, ainda mais nesta semana, contra “Star Wars: Os Últimos Jedi”, “O Rei do Show” e “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. A trama se passa numa versão sobrenatural de Los Angeles, habitada por elfos e outras criaturas da fantasia, e gira em torno da parceria entre dois policiais, um humano (Will Smith) e um orc (Joel Edgerton). Durante uma patrulha noturna, a dupla entra em contato com uma varinha mágica, a arma mais poderosa do universo. Cercados de inimigos, eles devem trabalhar juntos para proteger uma jovem elfa (Lucy Fry, da série “11.22.63”) e sua relíquia mágica, que em mãos erradas pode destruir o mundo. John DeFore, da revista The Hollywood Reporter, chamou a história de “muito embaraçosa” e com pouca recompensa para a Netflix. “As estrelas Will Smith e Joel Edgerton fazem sua parte para vender a premissa malucona, mas o roteiro oferece aos espectadores pouca recompensa até para quem embarcar em sua suspensão de descrença”, escreve DeFore. “Os elementos sobrenaturais são tão mal explicados e implementados que nos fazem desejar que estivéssemos assistindo algum policial genérico baseado na realidade”. Jordan Hoffman, da Vanity Fair, também ficou desapontado com o filme, escrevendo que há “um resquício de uma ideia interessante aí”, mas ela é submersa por “cenas tediosas sem direção clara, tomadas genéricas (e mal iluminadas) e diálogos insuportáveis de brincadeiras alegadamente espirituosas”. Hoffman diz que o filme de orçamento milionário é um verdadeiro “desastre absoluto” e acabará por refletir mal o projeto de filmes da Netflix. David Ehrlich, do site IndieWire, foi o mais feroz, chamando “Bright” de “o pior filme de 2017” e descrevendo-o como algo “profundamente horrível”. Ele ainda sugere que não se poderia esperar nada diferente do diretor de “Esquadrão Suicida” e do roteirista de “Victor Frankenstein”, mas que “Bright” representa “novo ponto baixo para a carreira de ambos”. Scott Mendelson, da Forbes, foi quem falou em “presente de Natal da Netflix para os grandes estúdios”, porque mostrou que o serviço de streaming fracassou em sua tentativa de replicar o caro formato de blockbuster. Mendelson aponta particularmente para o roteiro do filme, que “parece um primeiro rascunho não desenvolvido”. O que se salva no filme, de acordo com Mendelson, são os desempenhos de Smith e Edgerton, particularmente o último. “Ele tem um arco envolvente, mesmo que (como francamente grande parte do filme) pareça um plágio de ‘Zootopia'”. Emily Yoshida, do site Vulture, até acha que o filme tem alguns “toques legitimamente divertidos”, como a aparência dos personagens elfos do filme, mas não aprova a analogia principal do filme. “Não estou inteiramente convencida sobre o que orcs e elfos deveriam representar diante da história extremamente real de violência policial racialmente controversa de Los Angeles, além do fato de que pode ser uma viagem para quem ficar chapadão”, escreveu. Rodrigo Perez, do site The Playlist, viu outra referência, dizendo que “Bright” é “risivelmente moldado como uma série sci-fi ruim dos anos 80 (pense em ‘V’ ou ‘Missão Alien’)”. E conclui chamando o filme de “desajeitado e muitas vezes bastante constrangedor”, além de “um desastre confuso de parábola e fábula”. Vinnie Mancuso, do site Collider, considerou que o fato de a produção ser lançada pela Netflix tem um lado positivo. “Ela pode ficar disponível por muito tempo, enquanto o público quiser”, ao passo que, se fosse distribuído no cinema, sairia rapidamente de cartaz. “É o oposto de filme obrigatório”, define. Mas um crítico inglês quase desafinou o coro dos descontentes. Steve Rose, do jornal The Guardian argumentou que “Bright” “merece crédito” por assumir uma mistura de gêneros e elogia a “premissa verdadeiramente original” do filme. Para ele, as “grandes ambições” do enredo precisariam de retoques, mas, em geral, “apesar de suas falhas, ‘Bright’ ainda é um grande impulso para um mundo novo e diferente”. “Bright” estreia na Netflix nesta sexta (22/12).

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    Cartazes de The Post destacam Tom Hanks, Meryl Streep e prêmios da crítica

    16 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou três novos pôsteres de “The Post”, que destacam as vitorias do drama dirigido por Steven Spielberg na votação do National Board of Review, a mais antiga associação de críticos, cinéfilos e acadêmicos dos Estados Unidos. Além do prêmio de Melhor Filme do ano, os cartazes apresentam as conquistas individuais de Meryl Streep (“A Dama de Ferro”) e Tom Hanks (“Capitão Phillips”), eleitos melhores atores pela associação. Lançado no Brasil com um subtítulo, “The Post – A Guerra Secreta” dramatiza o escândalo dos “Papéis do Pentágono”, documentos ultra-secretos de 14 mil páginas do governo dos Estados Unidos sobre o envolvimento americano na Guerra Vietnã. O título original é uma referência ao jornal The Washington Post. A trama gira em torno do dilema sofrido pela dona do jornal, pressionada pelo editor a desafiar o governo federal sobre o direito de publicar os documentos secretos em 1971. Ela poderia ser acusada de traição e perder o Washington Post na justiça. Hanks, que voltará a ser dirigido por Spielberg após quatro filmes, vive o editor do jornal, Ben Bradlee, enquanto Streep, que trabalhou anteriormente com o cineasta em “A.I. – Inteligência Artificial” (2001), terá o papel da proprietária Kay Graham. Curiosamente, é a primeira vez que os dois atores, gigantes de Hollywood, atuam juntos num filme. O forte elenco também inclui Sarah Paulson (série “American Horror Story”), Alison Brie (“Glow”), Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) e Bruce Greenwood (“Star Trek”). O projeto foi trazido à Spielberg pela produtora Amy Pascal (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que recebeu o roteiro original especulativo de Liz Hannah, uma estagiária e assistente de produção da série “Ugly Betty” e de filmes como “Encontro às Cegas” (2007) e “Reine Sobre Mim” (2007). O texto foi retrabalhado por Josh Singer, roteirista premiado por outro filme sobre reportagem-denúncia jornalística, “Spotlight: Segredos Revelados”, vencedor do Oscar 2016. Spielberg rodou o filme em tempo recorde, enquanto trabalhava na pós-produção de “Jogador Nº 1”, e o lançamento chega aos cinemas em 22 de dezembro nos EUA, a tempo de disputar indicação ao Oscar. Já a estreia no Brasil está marcada apenas para 1º de fevereiro.

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    Star Wars: Os Últimos Jedi ganha elogios rasgados da crítica americana

    10 de dezembro de 2017 /

    “Star Wars: Os Últimos Jedi” é um dos melhores filmes da franquia espacial. O melhor pelo menos desde “O Império Contra-Ataca”. Épico, deslumbrante, comovente, emocionante. Etc, etc. Os elogios começaram a jorrar nas redes sociais assim que terminou a primeira sessão do filme para a imprensa, que aconteceu no sábado (9/12) nos Estados Unidos. Até o diretor James Mangold (“Logan”) foi ao Twitter aplaudir. Em coro, todos elogiaram o trabalho do cineasta Rian Johnson (“Looper”), que escreveu e dirigiu o que muitos estão considerando um épico diferente de tudo o que já foi feito na franquia, com cenas tão memoráveis que renderam pedidos de não compartilhamento de spoilers. A Força parece ser (literalmente) forte com o cineasta, porque, após ver seu trabalho, a Lucasfilm o contratou para desenvolver uma nova trilogia de “Star Wars”. Confira abaixo alguns dos tuítes da crítica americana exaltando o filme, que estreia na quinta-feira (14/12) no Brasil. #TheLastJedi is absolutely fantastic – gripping, touching, funny and powerful w/ gorgeous shots and the most badass battles. When it gets going, holy crap does it get going. Hands down the best #StarWars movie since Empire pic.twitter.com/nWWAhlNMJo — ErikDavis (@ErikDavis) 10 de dezembro de 2017 “‘Os Últimos Jedi’ é absolutamente fantástico. Emocionante, comovente, engraçado, poderoso, com fotografia linda e as batalhas mais incríveis. Quando ele pega o ritmo, meu deus como ele pega o ritmo. O melhor filme ‘Star Wars’ desde ‘O Império Contra-Ataca'” - Erik Davis – Fandango #StarWarsTheLastJedi floored me. @rianjohnson and the team nail so much – thrills, laughs, heart and most of all, pushing the characters/overall franchise a major step forward. Some really rich material to explore in the future. Can’t wait for more. — Perri Nemiroff (@PNemiroff) 10 de dezembro de 2017 “‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ me deixou no chão. Rian Johnson e o time acertaram em cheio. Arrepios, risos, coração e mais do que tudo, levando os personagens um passo além. Muito material a ser explorado no futuro. Mal posso esperar para ver mais” – Perri Nemiroff – Collider Star Wars: The Last Jedi is everything. Intense, funny, emotional, exciting. It’s jam-packed with absolutely jaw dropping moments and I loved it so, so much. I’m still shaking. pic.twitter.com/fHddWjo201 — Germain Lussier (@GermainLussier) 10 de dezembro de 2017 “‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ é tudo. Intenso, engraçado, emocionante, excitente. É cheio de ação e com momentos de cair o queixo. Eu amei muito. Ainda estou tremendo” – Germain Lussier, Gizmodo Luke was right: “This is not going to go the way you think.” #TheLastJedi will shatter you – and then make you whole again. pic.twitter.com/PJyYpH5loP — Anthony Breznican (@Breznican) 10 de dezembro de 2017 “Luke estava certo: Isto não vai ser do jeito que você acha. ‘Os Últimos Jedi’ vai destruir você. E depois te fazer inteiro novamente” #TheLastJedi is the first Star Wars movie that's not just about growing up, but growing old. New characters mature and strengthen, and veterans show power & resolve even they may have never imagined possible. — Anthony Breznican (@Breznican) December 10, 2017 “Roubando uma frase de um velho mestre: ‘Os Últimos Jedi’ é mais poderoso do que você possa imaginar. Me deixou surpreso por sua ousadia. ‘Os Últimos Jedi’ é o primeiro filme ‘Star Wars’ que não é apenas sobre crescer, mas também sobre envelhecer. Novos personagens amadurecem, veteranos aprendem sobre ser mais poderosos do que você imagina” – Anthony Breznican, Entertainment Weekly Star Wars: The Last Jedi is so very different, exciting, surprising. So many emotions, so many amazing moments. Stay away from spoilers. — Peter Sciretta (@slashfilm) 10 de dezembro de 2017 “‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ é tão diferente, excitante, surpreendente. Tantas emoções, tantos momentos incríveis. Fique longe dos spoilers” – Peter Sciretta, Slash Films Guys. @rianjohnson has made the most epic, emotionally powerful @starwars film ever. Hands down. My strong advice is to be very wary of spoilers. The less you know about #TheLastJedi, the better. Bravo, bravo, bravo. — Clayton Sandell (@Clayton_Sandell) 10 de dezembro de 2017 “Caras. Rian Johnson fez o filme ‘Star Wars’ mais épico e poderoso emocionalmente que todos. Sem comparação. Meu conselho maior é fique longe de spoilers. Quanto menos você souber sobre ‘Os Últimos Jedi’, melhor. Bravo, bravo, bravo” – Clayton Sandell, ABC  THE LAST JEDI: A little too long & dragged in the middle, but great fun overall! As good as The Force Awakens; Rogue One is better! More humor than expected, great #StarWars moments, #MarkHamill is awesome! A worthy Episode VIII pic.twitter.com/HHihSa788D — Scott Mantz (@MovieMantz) 10 de dezembro de 2017 “‘Os Últimos Jedi’: Um pouco longo demais e arrastado no meio, mas divertido no geral! Tão bom quanto O Despertar da Força, mas Rogue One é melhor! Mais humor que o esperado, ótimos momentos ‘Star Wars’, Mark Hamill está ótimo. Digno de Episódio VIII” – Scott Mantz, Access Hollywood There’s a scene in #StarWars #TheLastJedi that I keep playing over and over in my head, that is so stunning and unexpected that I don’t want to forget how I felt seeing it for the first time. This movie feels unlike any other Star Wars movie in all the ways I hoped. pic.twitter.com/zlDW4yOjp2 — Terri Schwartz (@Terri_Schwartz) 10 de dezembro de 2017 “Há uma cena em ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ que eu fico lembrando e lembrando novamente, que é tão incrível e inesperada que eu não quero esquecer como eu me senti da primeira vez que vi. Este filme não se parece em nada com qualquer filme ‘Star Wars’, do melhor jeito possível” – Terri Schwartz, IGN Massive congrats to my friend @rianjohnson for the dazzling writing and directing work he shared tonight! Yes, a great chapter of a blockbuster franchise, spectacular and unpredictable, but also his own voice shining through… kudos! — Mangold (@mang0ld) 10 de dezembro de 2017 “Parabéns de verdade ao meu amigo Rian Johnson por ter escrito e dirigido o trabalho que ele compartilhou hoje. Sim, é um grande capítulo da franquia blockbuster, espetacular e inesperado, mas também tem sua própria voz. Parabéns!” – James Mangold, diretor de “Logan”

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