Jake Gyllenhaal, Ansel Elgort e Zendaya vão estrelar drama criminal
Os atores Jake Gyllenhaal (“O que Te Faz Mais Forte”), Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) e Zendaya (“O Rei do Show”) vão estrelar “Finest Kind”, um novo drama criminal do diretor e roteirista Brian Helgeland (“Lendas do Crime”). A história gira em torno de dois meio-irmãos (papéis de Gyllenhaal e Elgort), que voltam a se encontrar como adultos após serem criados por pais diferentes. Quando um deles descobre que seu pai distante tem apenas meses para viver, ele fecha um acordo perigoso com um sindicato do crime, colocando-se e a seu irmão em um curso de colisão com o submundo de Boston. A produção é o estúdio STX Entertainment.
Remake de Desejo de Matar ganha trailer com estética trash dos anos 1970
O remake de “Desejo de Matar”, estrelado por Bruce Willis (“Duro de Matar”) e dirigido por Eli Roth (“O Albergue”), ganhou um novo pôster e um trailer ao estilo dos filmes trash dos anos 1970, com narração dramática e cenas de ultraviolência. A estética retrô inclui imagens escuras e riscadas, como se o filme fosse muito antigo, e lembra a homenagem às sessões duplas de grindhouse de Robert Rodriguez e Quentin Tarantino – que renderam os filmes “Planeta Terror” (2007) e “Machete” (2010), de Rodriguez, e “A Prova de Morte” (2007), de Tarantino. Por coincidência, o diretor Eli Roth participou do projeto Grindhouse da dupla, criando um trailer falso de filme de terror. O primeiro “Duro de Matar” não foi um filme trash, mas uma obra de grande estúdio, comandada por um diretor consagrado (Michael Winner), e justamente porque teve ampla distribuição comercial causou enorme impacto na cultura pop. Estrelado por Charles Bronson, transformou-se no maior representante dos filmes de justiceiros que se popularizaram a partir dos anos 1970, e teve mais quatro sequências, até “Desejo de Matar V”, em 1994. Sua influência persiste até hoje, em filmes como “Valente” (2007) e “Sentença de Morte” (2007) e, sim, nos quadrinhos de “O Justiceiro”, entre outras criações. A refilmagem levou vários anos para sair do papel, e esteve perto de ser rodada pelos diretores Joe Carnahan (“A Perseguição”) e Gerardo Naranjo (“Miss Bala”). Por sinal, o roteiro filmado é de Carnahan. Mas a direção acabou nas mãos de Eli Roth, que assina seu segundo remake consecutivo após “Bata Antes de Entrar” (2015). No remake, Bruce Willis vive Paul Kersey, um homem que busca justiça pela morte de sua esposa e ferimentos da filha. Frustrado pelos responsáveis não serem punidos, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos. O elenco ainda inclui Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”), Dean Norris (série “Breaking Bad”), Elisabeth Shue (série “CSI”), Jack Kesy (“Baywatch”), Mike Epps (“Se Beber, Não Case”), Beau Knapp (série “Shots Fired”), Kirby Bliss Blanton (“Canibais”) e Kimberly Elise (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A estreia está marcada para 2 de março nos Estados Unidos e quase três meses depois no Brasil, em 31 de maio.
Rachel McAdams e Jason Bateman brincam de detetives no trailer da comédia A Noite do Jogo
A Warner divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “A Noite do Jogo” (Game Night), comédia estrelada por Rachel McAdams (“Doutor Estranho”) e Jason Bateman (“A Última Ressaca do Ano”). O vídeo introduz a trama, mostrando um grupo de amigos que se reúne semanalmente para uma noite de jogos. A sugestão do personagem de Kyle Chandler (série “Bloodline”) é que a diversão da noite seja desvendar um crime: alguém do grupo seria raptado e os demais deveriam descobrir para onde ele foi levado. Como mostra o trailer, esta é a deixa para criminosos invadirem a casa e sequestrarem o próprio Chandler, que jura que aquilo não é brincadeira. Não demora e eles descobrem que o crime foi mesmo real. Mas, até lá, divertem-se horrores. O elenco também inclui Billy Magnussen (“Ponte dos Espiões”), Lamorne Morris (série “New Girl”), Jesse Plemons (série “Fargo”), Kylie Bunbury (série “Pitch”), Sharon Horgan (série “Catastrophe”) e Joshua Mikel (série “The Walking Dead”). Com direção de John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein (a dupla do reboot de “Férias Frustradas”), “A Noite do Jogo” estreia em 10 de maio no Brasil, quase três meses após o lançamento nos Estados Unidos.
Polícia confirma causa da morte de Mark Salling como suicídio
A autópsia do ator Mark Salling confirmou que a causa da sua morte foi asfixia por enforcamento. A polícia classificou o caso como suicídio, informou o escritório do médico legista. O ator da série “Glee” foi encontrado morto próximo a um rio, em Sunland, Los Angeles, na terça-feira (30/1). Ele tinha 35 anos. A polícia de Los Angeles estava na área investigando um outro caso quando encontrou um carro abandonado. Ao checar a placa, os policiais descobriram que o veículo pertencia a Salling, que já estava na lista de pessoas desaparecidas. Os policiais vasculharam a área e acharam o corpo. Apesar do aparente suicídio, ele não deixou nenhum bilhete explicando seus motivos. O ator enfrentava um polêmico processo criminal em liberdade, após ser preso em dezembro de 2015 e liberado sob fiança. Uma busca judicial encontrou em sua casa uma vasta coleção de fotos com menores – em seu computador, num disco rígido e numa unidade USB. Em outubro, Salling declarou-se culpado de posse de pornografia infantil e deveria ouvir sua sentença em um mês, no dia 7 de março. Após um acordo com a promotoria, ele esperava passar de 4 a 7 anos de prisão, seguido de 20 anos de liberdade supervisionada e registro como agressor sexual.
Mark Salling estava desaparecido quando corpo foi encontrado pela polícia
A morte de Mark Salling, intérprete de Noah “Puck” Puckerman na série “Glee”, continua cercada de mistério. A polícia ainda não divulgou a causa oficial da morte. Mas de acordo com fontes ouvidas pelo site TMZ, ele já estava desaparecido há tempo suficiente para ter seu nome inserido numa lista de pessoas procuradas. Seu corpo teria sido encontrado enforcado nas margens de um rio na região de Los Angeles. A polícia de Los Angeles estava na área investigando um outro caso quando encontrou um carro abandonado. Ao checar a placa, os policiais descobriram que o veículo pertencia a Salling, que já estava na lista de pessoas desaparecidas. Os policiais vasculharam a área e acharam o corpo. Apesar de não encontrar nenhum bilhete, a polícia trabalha com a hipótese de suicídio. A data exata da morte do ator também não foi confirmada. O ator enfrentava um processo criminal. Ele foi preso em dezembro de 2015, após uma busca judicial encontrar em uma vasta coleção de fotos com menores em seu computador, num disco rígido e numa unidade USB. Em outubro, Salling declarou-se culpado de posse de pornografia infantil e deveria ouvir sua sentença em um mês, no dia 7 de março. Após um acordo com a promotoria, ele esperava passar de 4 a 7 anos de prisão, seguido de 20 anos de liberdade supervisionada e registro como agressor sexual.
Atores de Glee reagem à morte de Mark Salling nas redes sociais
A morte do ator Mark Salling, nesta terça-feira (30/1), foi comentada nas redes sociais por seus colegas da série “Glee”, mesmo que alguns não soubessem o que dizer. O ator de 35 anos foi encontrado morto próximo a um rio, em Sunland, Los Angeles, e a polícia suspeita de suicídio. As circunstâncias de sua morte geraram um doloroso silêncio em Hollywood. Ele foi preso em dezembro de 2015, após uma busca judicial encontrar em uma vasta coleção de fotos com menores em seu computador, num disco rígido e numa unidade USB. Em outubro, Salling declarou-se culpado de posse de pornografia infantil e deveria ouvir sua sentença em um mês, no dia 7 de março. Após um acordo com a promotoria, ele esperava passar de 4 a 7 anos de prisão, seguido de 20 anos de liberdade supervisionada e registro como agressor sexual. Em seu perfil no Instagram, Matthew Morrison, que interpretava o professor Will Schuester no seriado, publicou uma foto em que aparece com Selling e Cory Monteith, outro ator de Glee falecido de forma precoce: em 2013, de overdose. Na legenda, colocou apenas dois emojis de anjos com um emoji triste no centro. A atriz Jenna Ushkowitz, que vivia Tina, curtiu a imagem e comentou com um emoji de coração. Iqbal Theba, que interpretava o diretor Figgins, apenas escreveu no Twitter: “Oh, Mark”. O diretor Paris Barclay, que comandou alguns episódios do seriado, também publicou em seu perfil no Twitter uma foto dos bastidores em que aparece entre Monteith e Salling. “É uma perda dolorosa, de novo. Dois jovens atores, que foram embora cedo demais. Descanse em paz”, escreveu. Tim Davis, que atuou como arranjador na série, pediu compaixão ao ator. “Sim, ele cometeu crimes contra crianças. Sim, é horrível. Mas Mark Salling era um homem quebrado, sem dúvida também uma vítima de abuso. Eu amava Mark e fico triste ao pensar sobre a devastação de seus pais. Por favor, retenham seus comentários cruéis”, disse no Twitter. “Ter compaixão por ele de maneira alguma minimiza seus crimes ou a dor e devastação das vítimas de seus crimes. Só estou dizendo para parar de aumentar a dor de sua família. Esse era o filho deles. Se você não é um pecador, sinta-se livre para atirar pedras.” A atriz Jane Lynch, intérprete da treinadora Sue Sylvester na série, também comentou a morte do ator, mas numa entrevista ao site TMZ. Ela afirmou que a situação é “triste e muito trágica”. Questionada sobre como se lembraria de Salling, ela afirmou: “Como o cara que fez aquele vídeo doce no começo de Glee quando ele estava muito feliz de fazer parte do grupo. É trágico e eu estou de coração partido por causa disso”. ??? Uma publicação compartilhada por Matthew Morrison (@_matthew.morrison_) em 30 de Jan, 2018 às 12:33 PST It’s a painful loss, again. Two young actors, lost too soon. RIP #marksalling pic.twitter.com/g6kx4MWToV — Paris Barclay (@Harparbar) January 30, 2018 Today we lost another #Glee cast member.Yes, he committed crimes against children.Yes, it's horrific. But #MarkSalling was a broken man, no doubt an abuse victim himself. I loved Mark, and am sad when I consider the devastation of his parents. PLEASE withhold your cruel comments. — Tim Davis (@loudmouthmuch) January 30, 2018 Let me be clear. Having compassion for #MarkSalling in no way minimizes his crimes, nor does it minimize the pain and devastation of the victims of those crimes. I'm just saying stop adding to his family's pain. This was their son. If you're without sin, feel free to cast stones. — Tim Davis (@loudmouthmuch) January 30, 2018 Oh Mark — iqbal theba (@iqbaltheba) January 30, 2018
Mark Salling (1982 – 2018)
O ator Mark Salling, conhecido pela série “Glee”, foi encontrado morto nesta terça (30/1) próximo a um rio, em Sunland, Los Angeles, aos 35 anos. A causa da morte ainda não foi oficialmente anunciada, mas fontes da imprensa americana apontam suicídio. A morte do ator aconteceu três meses após ele se declarar culpado por posse de pornografia infantil, e um mês antes da data em que deveria se apresentar para ouvir a sentença. Salling começou a atuar aos 14 anos, no terror “Colheita Maldita IV” (1996), continuação da adaptação clássica de Stephen King, lançada diretamente em vídeo. Mas sua carreira só emplacou com “Glee”, onde interpretou o atleta-cantor colegial Noah ‘Puck’ Puckerman, entre 2009 e 2015. O sucesso da série lhe permitiu estrelar seu primeiro telefilme como protagonista, a comédia romântica “Rocky Road: Sorvetes à Venda” (2014), mas logo em seguida foi denunciado por posse de pornografia infantil. O ator tinha mostrado algumas imagens impróprias para uma namorada, que o denunciou à polícia. Ele foi preso em dezembro de 2015, após uma busca judicial encontrar em uma vasta coleção de fotos com menores em seu computador, num disco rígido e numa unidade USB. Como parte de um acordo para diminuir sua sentença, Salling admitiu que possuía cerca de 25 mil imagens de crianças envolvidas em conduta sexual. Ele corria o risco de ser condenado a 20 anos de prisão, mas ao se declarar culpado esperava passar de 4 a 7 anos de prisão, seguido de 20 anos de liberdade supervisionada e registro como agressor sexual.
Suburra: Série italiana mafiosa da Netflix é renovada para a 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação de “Suburra”, sua primeira série original italiana. Descrita como “a resposta italiana a ‘Narcos'”, a atração foi lançada em outubro do ano passado com sucesso em mais de 190 países. E voltará para sua 2ª temporada “com mais ação, drama e jogos de poder”, segundo o comunicado da plataforma de streaming. A série é baseada no livro de Giancarlo De Cataldo e Carlo Bonini que já rendeu um filme de mesmo nome, produzido pela própria Netflix e dirigido por Stefano Sollima em 2015. Sollima também comandou a série “Gomorrah” e está à frente de “Soldado”, a continuação de “Sicario” (2015), que marcará sua estreia em Hollywood. A trama se passa vários anos antes dos eventos vistos no filme, funcionando como um prólogo, ao revelar a formação de uma aliança no submundo mafioso entre três jovens de diferentes grupos, que resolvem se juntar contra os demais, visando realizar seus sonhos de enriquecimento e poder num território disputado por empresas imobiliárias, a máfia, a Igreja e políticos corruptos. Os episódios de “Suburra” foram dirigidos por Michele Placido (“Atirador de Elite”), Andrea Molaioli (“La Ragazza del Lago”) e Giuseppe Capotondi (“A Hora Dupla”), e o elenco conta com Filippo Nigro (“A Janela da Frente”), Francesco Acquaroli (“Pasolini”), Adamo Dionisi (do filme “Suburra”), Jean-Hugues Anglade (também de “Suburra”), Emmanuele Aita (“Le Redoutable”) e Claudia Gerini (“John Wick: Um Novo Dia para Matar”), além do trio central, formado por Giacomo Ferrara e Alessandro Borghi, que reprisam seus personagens de “Suburra”, e Eduardo Valdarnini (“Algo de Novo”). Ainda não há previsão de estreia para a 2ª temporada.
Seven Seconds: Nova série policial da criadora de The Killing ganha trailer tenso
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Seven Seconds”, nova série de antologia criminal criada por Veena Sud (“The Killing”). A prévia explora as consequências da morte de um jovem negro por um policial branco, com muito drama, suspense e tensão, explorando as repercussões do crime. A ideia do título é que sete segundos (seven seconds) é o tempo para se tomar uma decisão de vida ou morte. Mas as consequências duram uma eternidade. O grande elenco da atração destaca Regina King (“American Crime”), David Lyons (“Revolution”), Russell Hornsby (“Grimm”), Clare-Hope Ashitey (“Shots Fire”), Beau Knapp (também de “Shots Fire”), Nadia Alexander (“The Sinner”), Michael Mosley (“Ozark”), Michelle Veintimilla (“Gotham”) e Patrick Murney (“Public Morals”). A estreia está prevista para 23 de fevereiro.
Astro das séries infantis Zeke e Luther e Par de Reis é preso por assalto à mão armada
O ator e músico Adam Hicks, que foi estrela de produções de sucesso do Disney Channel, como as séries “Zeke e Luther” e “Par de Reis” e o telefilme musical “Lemonade Mouth”, foi preso por assalto à mão armada. Segundo o site TMZ, Hicks é acusado de cinco assaltos no período de duas horas. O ator de 25 anos e sua namorada estavam abordando pessoas a pé na área de San Fernando Valley, exigindo dinheiro, celulares e outros itens. Duas das vítimas seriam senhoras com idade acima dos 70 anos. Hicks, que além de atuar possui uma carreira musical, também gravou a canção-tema da série original do Disney Channel “Mighty Med”. Recentemente, ele estrelou as duas temporadas da série de terror “Freakish”, disponibilizada na plataforma Hulu, e participou do drama indie “Windsor”.
O Mecanismo: Série da Netflix inspirada na Operação Lava-Jato ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou três fotos e o primeiro trailer de “O Mecanismo”, série livremente inspirada na Operação Lava-Jato, apresentada no vídeo como “o maior escândalo de corrupção de todos os tempos”. A prévia mostra detalhes conhecidos das investigações, mas altera os nomes que foram manchetes no noticiário político-policial brasileiro e até algumas denominações de instituições públicas, como a Polícia Federal, que vira Polícia Federativa na série. Em contraste com a suposta fidelidade de “Polícia Federal: A Lei É para Todos”, a opção por se identificar como ficção visa dar mais liberdade criativa e ritmo de thriller à produção, criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”). O elenco destaca Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”) no papel de um delegado à frente das investigações, e Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”) como sua discípula, uma agente federal ambiciosa, além de Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Dirigida por Padilha em parceria com Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”), a série terá oito episódios rodados em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília. Anunciada há quase dois anos, “O Mecanismo” será a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming. Ele também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada.
Novo trailer do remake de Desejo de Matar traz Bruce Williams como justiceiro
A MGM divulgou o pôster e o novo trailer do remake de “Desejo de Matar” (1974), que traz Bruce Willis (“Duro de Matar”) reprisando o papel mais famoso da carreira de Charles Bronson. Na prévia, ele demonstra total falta de remorosos para matar bandidos, tanto que passa o tempo inteiro com cara de tédio. A refilmagem de “Desejo de Matar” levou vários anos para sair do papel, e esteve perto de ser rodada pelos diretores Joe Carnahan (“A Perseguição”) e Gerardo Naranjo (“Miss Bala”). Por sinal, o roteiro filmado é de Carnahan. Mas a direção acabou nas mãos de Eli Roth, responsável pelo terror “O Albergue” (2005). Por conta disso, a falta de cenas sangrentas chama atenção. A trama traz Bruce Willis como Paul Kersey, um homem que busca vingança pela morte de sua esposa e ferimentos da filha. Frustrado pelos responsáveis não serem punidos, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos. O filme original, dirigido por Michael Winner, teve grande impacto na cultura pop, transformando-se no maior representante dos filmes de justiceiros que se popularizaram a partir dos anos 1970. O personagem de Bronson reapareceu em mais quatro longas, até “Desejo de Matar V”, em 1994, mas sua influência persiste até hoje, em filmes como “Valente” (2007) e “Sentença de Morte” (2007) e, sim, nos quadrinhos de “O Justiceiro”, entre outras criações. O elenco também inclui Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”), Dean Norris (série “Breaking Bad”), Elisabeth Shue (série “CSI”), Jack Kesy (“Baywatch”), Mike Epps (“Se Beber, Não Case”), Beau Knapp (série “Shots Fired”), Kirby Bliss Blanton (“Canibais”) e Kimberly Elise (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A estreia está marcada para 1 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Atriz de The Originals entra na 4ª temporada de The Affair
A 4ª temporada de “The Affair” ganhou a participação de Phoebe Tonkin (a Hayley de “The Originals”) e da veterana Amy Irving (da série Alias” e indicada ao Oscar por “Yentl”). As duas vão cruzar o caminho de Cole, personagem vivido por Joshua Jackson. Irving dará vida a Nan Perino, uma escultora de Morro Bay, na Califórnia, com uma conexão “misteriosa” com o pai de Cole, e Tonkin interpretará Daphne, a protegida de Nan, que “guia” Cole na busca por respostas. Ao contrário das três primeiras temporadas do “The Affair”, que exploraram as complicadas conexões entre seus personagens principais, o quarto ano vai separar os protagonistas, enviando-os em suas próprias viagens de autodescoberta. Cada personagem estará envolvido em um novo relacionamento, forçando-os a decidir se estão prontos e dispostos a deixar o passado para trás, optando por recomeços ou fins trágicos. Criada por Hagai Levi e Sarah Treem (série “Em Terapia”), o drama lida com o tema do matrimônio e da infidelidade, acompanhando o desenrolar de um caso que leva os personagens de Dominic West e Ruth Wilson a encerrarem seus casamentos, respectivamente com Maura Tierney e Joshua Jackson, enquanto se tornam suspeitos de um assassinato. A série chegou a ser queridinha da crítica e, de forma típica, recebeu prêmios do Globo de Ouro em sua 1ª temporada. Mas não demorou a cair no esquecimento e atualmente já não desponta entre as listas de melhores séries do ano. O público, entretanto, mantém a audiência na casa do 1 milhão de telespectadores por episódios ao vivo, o que é ótimo para o padrão do canal pago americano Showtime. Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios da atração.










