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    Samuel L. Jackson negocia estrelar continuação de Fragmentado

    18 de fevereiro de 2017 /

    Samuel L. Jackson revelou, em entrevista ao site Collider, que foi convidado a participar da sequência de “Fragmentado”, o mais recente sucesso de M. Night Shyamalan, inacreditavelmente ainda inédito no Brasil. Segundo o ator, Shyamalan o desafiou a ver o seu novo filme. E, depois de assistir, ele quis saber: “Isto significa o que penso que significa?”. O ator sempre assumiu seu desejo de voltar a trabalhar com o cineasta, principalmente na sequência de um dos seus maiores sucessos, “Corpo Fechado” (2000). Pois “Fragmentado” se passa no mesmo universo daquele filme, e assim são grandes as chances de Shyamalan querer trazer de volta o Mr. Glass, vilão vivido por Jackson no longa de 2000, para a continuação. Recentemente, Shyamalan escreveu em seu Twitter que já está trabalhando na história da sequência, que ainda não tem previsão para começar a ser filmada. Com 74% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Fragmentado” já fez US$ 118,4 milhões nos EUA e ainda vai demorar um mês para estrear no Brasil, onde tem o lançamento marcado apenas para o dia 23 de março. Por conta disso, este texto não aborda um detalhe crucial da trama, que confirma a relação do filme com “Corpo Fechado”.

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    xXx: Reativado bate US$ 100 milhões nas bilheterias da China e diretor já fala em sequência

    18 de fevereiro de 2017 /

    O sucesso fenomenal de “xXx: Reativado” na China deve viabilizar a continuação da franquia. O filme superou US$ 100 milhões em uma semana de exibição no país, após ter conseguido um faturamento recorde em sua estreia (US$ 61,9 milhões no fim de semana passado). Vin Diesel tem status de superstar na China graças à “Velozes & Furiosos 7”, que detém a maior bilheteria de Hollywood no país, com US$ 370 milhões, mas o sucesso de “xXx: Reativado” pegou o elenco de surpresa, como pode ser visto no vídeo de agradecimento de Nina Dobrev, logo abaixo. Graças ao impulso chinês, o filme atingiu US$ 272,3 milhões de bilheteria mundial, dos quais apenas US$ 43,9 milhões vêm dos EUA. Com isso, a franquia reviveu. E agora o diretor D.J. Caruso confirmou em sua conta no Twitter que a sequência vai acontecer. “Já estou trabalhando no filme. Teremos as datas em breve”, ele afirmou. Vin Diesel já havia revelado que estava contratado para uma continuação, se “xXx: Reativado” fosse bem nos cinemas. E provavelmente Nina Dobrev também estará no próximo filme. Confira a felicidade dela abaixo. Nina Dobrev's on ‘XXX: Return Of Xander Cage’ China Box Office Muscles Past $100M In First 6 Days @ninadobrev @Deejaycar @xxxMovie pic.twitter.com/yalqjRXTt0 — Cassie (@MyNinaWorld) 16 de fevereiro de 2017

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    Revelado papel de Helen Mirren em Velozes e Furiosos 8

    18 de fevereiro de 2017 /

    O ator Luke Evans, que viveu o vilão de “Velozes e Furiosos 6”, acabou revelando um dos segredos da produção do oitavo filme da franquia. Durante entrevista para o portal Yahoo!, ele deixou escapar o papel de Helen Mirren na produção. A revelação foi feita durante especulação sobre o retorno de seu personagem, Owen Shaw, para a franquia. A última vez que ele apareceu foi no início de “Velozes e Furiosos 7”, ao surgir em coma em um hospital militar. “Pessoas sempre acordam do coma, então quem sabe?”, disse o ator. “Ele está em um hospital militar porque é o homem mais procurado do mundo, mas ele tem um irmão poderoso [o personagem de Jason Statham] e uma mãe igualmente poderosa, vivida pela Helen Mirren”. Pois é. Helen Mirren vive a mãe dos vilões interpretados por Luke Evans e Jason Staham na franquia. Statham, por sinal, está mais que confirmado no oitavo filme, tendo sido visto com destaque nos trailers. Confira o mais recente aqui. Dirigido por F. Gary Gray (“Straight Outta Compton”), “Velozes e Furiosos 8” chega aos cinemas brasileiros no dia 13 de abril, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Cena inédita de Logan revela a origem de Laura, a mutante conhecida como X-23

    18 de fevereiro de 2017 /

    A 20th Century Fox divulgou uma cena inédita de “Logan”, que mostra a “origem” de Laura (Dafne Keen), a mutante que os fãs de quadrinhos e séries animadas conhecem como Laura Kinney – ou X-23. A prévia se passa numa mistura de laboratório e prisão, e usa a estética dos vídeos encontrados (found footage) para registrar as experiências realizadas na menina. O filme teve sua première mundial no Festival de Berlim, onde foi recepcionado por aplausos entusiasmados. A trama se passa no futuro, em 2024, após a população mutante ser reduzida drasticamente e os X-Men terem se separado. Logan, cujo poder de regeneração está enfraquecendo, se entregou ao álcool e ganha a vida como motorista. Certo dia, uma estranha pede que ele leve uma garota chamada Laura até a fronteira canadense e à princípio ele recusa, mas muda de ideia ao descobrir que o Professor Xavier aguarda há anos pela menina. Extraordinariamente habilidosa em lutas, Laura se parece com Wolverine em vários aspectos e é perseguida por sinistras figuras que trabalham para uma poderosa corporação. Seu DNA contém o segredo que a conecta a Logan e uma implacável perseguição tem início. Com direção de James Mangold (“Wolverine: Imortal”), a estreia de “Logan” está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Diretor de Logan já quer fazer filme solo de X-23

    18 de fevereiro de 2017 /

    “Logan” ainda não estreou, mas as reações entusiasmadas à première do filme no Festival de Berlim acabaram inspirando o diretor James Mangold a já imaginar sua continuação. Só que sem o personagem-título, uma vez que Hugh Jackman não voltará ao papel de Wolverine. Em entrevista ao site We Got This Covered, Mangold revelou seu desejo de fazer uma continuação centrada na menina X-23, personagem vivido por Dafne Keen, que fará sua estreia nos cinemas em “Logan”. “Eu acho que a Dafne está incrível nesse filme e eu adoraria vê-la num filme [solo] da personagem. Isso é algo que eu certamente gostaria muito de me envolver. Para mim, a decisão de abordar o lado familiar e inserir Laura [Kinney, nome original da X-23] e um Charles [Xavier] doente foram minhas maiores contribuições”, declarou. A trama de “Logan” se passa no futuro e mostra Wolverine recebendo uma última missão do Professor Xavier (Patrick Stewart), que aparece bastante debilitado: proteger uma jovem mutante (Dafne Keen) dos mercenários que a perseguem. A estreia acontece em duas semanas, no dia 2 de março no Brasil.

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    Logan tem a première mais aplaudida e a entrevista mais concorrida do festival de Berlim

    17 de fevereiro de 2017 /

    A première de “Logan” foi uma das sessões mais aplaudidas do Festival de Berlim 2017. E a que gerou mais comoção, com lágrimas escorrendo dos rostos de críticos internacionais, a ponto de aplausos se confundirem com soluços. Muitos ficaram esperando pela cena pós-crédito em busca de um alívio. Mas ela não veio. A entrevista coletiva, com a participação do diretor James Mangold, do astro Hugh Jackman, do veterano Patrick Stewart e da jovem Dafne Keen, também foi a mais concorrida do festival alemão, com dezenas de jornalistas e um número ainda maior de fotógrafos tentando encontrar lugares que não existiam para registrar a opinião dos artistas. Além do tom dramático, a questão da violência excessiva da trama foi tratada com atenção, assim como a impressionante liberdade conferida pela 20th Century Fox para que fizessem uma produção de super-heróis com pegada autoral… e com aquele final. Jackman afirmou que o projeto foi concebido, desde seu primeiro esboço, para ser completamente diferente dos demais filmes dos X-Men. “Sabíamos que esta seria minha última vez no papel, então não queríamos que o filme fosse limitado por um gênero, classificação indicativa ou conexões com longas anteriores. Decidimos também que não seria um filme divertido. Queríamos apenas que fosse um bom filme. Mas o resultado ultrapassou as minhas expectativas”, explicou. “Não posso dizer que vou sentir saudade dele, porque Logan sempre vai viver aqui comigo. E os fãs vão me lembrar dele também”, disse, rindo. “É parte de quem sou. Mas não vou sentir falta da dieta de frango”, brincou, referindo-se à alimentação com base em proteínas para entrar em forma para o papel. “São 17 anos no personagem”, ele continuou, “mas se alguém me perguntasse o que deveria ver da franquia para poder entendê-lo, eu diria que deveria ir diretamente para ‘Logan’, pois foi só com este filme que eu cheguei ao coração de Wolverine. E é muito bom chegar a esta produção sem que ela carregue o estigma de ‘filme de gênero’ ou de ser mais um filme de super-herói. Esta história sobre a formação de uma família é uma carta de amor aos fãs de Wolverine”, completou. Mangold citou “Os Imperdoáveis”, de Clint Eastwood, e outros westerns como principal referência, em vez das habituais histórias em quadrinhos, que, por sua vez, aparecem na trama como metalinguagem. Os trailers já tinham mostrado Logan criticando os gibis que contavam as “aventuras dele”. “Pensamos muito em ‘Os Imperdoáveis’ na concepção do roteiro, com menção específica à figura do pistoleiro vivido por Richard Harris, que tem sua história narrada por um escritor”, explicou Mangold, à respeito da ideia de incluir os quadrinhos na própria história. “Conversei com Hugh e com nossos parceiros sobre o fato de que os feitos dos X-Men, naquele mundo de ficção, seriam tão populares que alguém escreveria sobre eles como heróis folclóricos. Por isso, seria normal que eles virassem personagens de quadrinhos”, contou. O diretor assegurou que não houve interferências do estúdio, apesar do temor dos executivos, confirmado pela presidente da 20th Century Fox Stacey Snider numa convenção desta semana. “Fiz o filme como quis. O estúdio podia ficar assustado por estarmos fazendo algo fora do normal, mas eles nos apoiaram. Deixaram-nos experimentar e para isso é preciso ter coragem. Agradeço-lhes profundamente”. Na trama, que se passa no futuro, Logan aparece envelhecido e perdendo os poderes, mas é convencido pelo Professor Xavier (Patrick Stewart) a realizar uma última missão: levar uma menina mutante (Dafne Keen) para um local seguro, enquanto é perseguido por mercenários. Mas a menina acaba se revelando tão feroz quanto o velho Wolverine, inclusive demonstrando os mesmos poderes – fãs dos quadrinhos e das animações dos X-Men sabem porquê. Indagado se não deveria evitar retratar uma criança assassina num filme, o diretor se defendeu. “Essas crianças são atores. Criamos um ambiente de muito amor. Fazer um filme é muito diferente de ver. Dafne cresceu neste meio e sabe a diferença entre ficção e realidade”, disse. “Agora, este filme não foi feito para crianças, não apenas por causa da violência, mas dos temas, como a natureza da vida e da morte.” Apesar da resposta, o diretor voltou a ser questionado sobre o excesso de violência na trama, que, apesar das restrições etárias, será vista por jovens quando chegar à TV. “Há programas na TV mais violentos e explícitos que os jovens veem. O trabalho de saber o que o seu filho vê não é meu, é seu. O meu é apenas o de fazer filmes. Quando mostramos violência, temos de saber mostrar as consequências. Que a vida acaba, o que hoje é muito ignorado no cinema. Muitas vezes nos filmes morrem centenas de pessoas, mas, como há menos sangue, a violência não é discutida. E é isso que o meu filme faz”, o cineasta respondeu, sob muitos aplausos. “As grandes histórias jogam luz sobre quem somos”, disse Jackman, que lembrou que, além de lidar com as consequências da violência, “‘Logan’ também é um filme sobre família, sobre cuidar dos mais velhos e dos mais jovens”. “O filme mostra um mundo em transformação, em que discutimos se é melhor se separar ou se conectar. Se é mais seguro viver sozinho e isolado de todos ou se, mesmo mais perigosa, a conexão com outros é melhor solução. Espero que o filme tenha essa ressonância”, concluiu. Logan estreia no Brasil em duas semanas, no dia 2 de março.

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    Novo filme da franquia Star Wars ganha revelador título oficial no Brasil

    17 de fevereiro de 2017 /

    A Disney oficializou o título brasileiro do próximo filme da saga “Star Wars”. E ao fazer isso revelou um detalhe que têm rendido debate nos EUA, por causa de uma peculiaridade da língua inglesa. No Brasil, o filme vai se chamar “Star Wars: Os Últimos Jedi”, tradução literal do nome em inglês “Star Wars: The Last Jedi”. O detalhe é que “the last” em inglês podia ser singular ou plural, masculino ou feminino. Muitos acreditavam que seria singular e masculino, já que Luke Skywalker (Mark Hamill) seria o tal “último Jedi”, enquanto alguns defendiam que se referia a Rei (Daisy Ridley), que se tornaria a singular e feminina “última Jedi” ao final da saga. Mas a tradução brasileira revela uma trama mais ambiciosa, focada no ressurgimento da ordem dos Jedi, no plural e abrangendo todos os gêneros. Apesar da dica enorme da tradução brasileira, o enredo do filme ainda é mantido em segredo. “Star Wars: Os Últimos Jedi” também será o último trabalho da atriz Carrie Fisher, intérprete da Princesa/General Leia, falecida em dezembro passado. Escrito e dirigido por Rian Johnson, o filme estreia em 15 de dezembro no Brasil.

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    James Cromwell entra no elenco de Jurassic World 2

    17 de fevereiro de 2017 /

    O veterano ator James Cromwell (“Babe – O Porquinho Atrapalhado” e “O Artista”) foi escalado para o elenco de “Jurassic World 2”. Mas seu papel é um mistério, como praticamente tudo o que envolve a produção. As únicas coisas confirmadas a respeito do filme são os retornos dos atores Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, que repetirão seus papéis do blockbuster de 2015. Entre as novidades do elenco, incluem-se ainda Daniella Pineda (da série “The Originals”), Toby Jones (“Alice Através dos Espelhos”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”), Justice Smith (“Cidades de Papel”) e Ted Levine (“A Ilha do Medo”). “Jurassic World 2” será dirigido pelo espanhol J.A Bayona (“Sete Minutos Depois da Meia-Noite”), que assumirá o posto de Colin Trevorrow. O responsável pelo sucesso do longa anterior, porém, contribuiu com o roteiro da continuação, antes de iniciar eu trabalho à frente do nono filme da franquia “Star Wars”, previsto para 2019. A estreia de “Jurassic World 2”, por sua vez, está marcada para junho de 2018.

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    John Wick revigora o cinema de ação com um espetáculo de violência e adrenalina

    16 de fevereiro de 2017 /

    No primeiro filme da franquia, “De Volta ao Jogo” (2014), um filhinho de papai da máfia russa roubou o mustang de John Wick e matou seu cachorro. Não sabia que Wick era um pistoleiro lendário, chamado de Baba Yaga (Bicho Papão) pelos chefões. Mesmo assim, o rapaz mimado ficou com o carro. De troco, o rancoroso Wick (vivido por Keanu Reeves) espalhou uma centena de corpos pela tela. A contagem de cadáveres nesta sequência, intitulada “John Wick – Um Novo Dia para Morrer”, extrapola o primeiro filme umas três vezes. O raivoso John Wick é o fodão da bala chita mesmo. É um bad guy duro de matar. Enfronha-se na multidão, enfrenta os bandidos em tiroteios precisos (nunca acerta um inocente). E atira pra no mínimo aleijar. A direção de Chad Stahelski tem um brilho inflamado e aquele ódio de quem parece estar insatisfeito consigo mesmo. Mas é tudo maravilhosamente feito de forma cinemática. Stahelski deve admirar o cinema de John Woo. Os duelos são coreografados com movimentos vertiginosos, uma torrente de imagens que nos fazem ter uma recepção propriamente física do ritmo do filme, uma composição e uma estruturação propriamente dinâmica do espaço cinematográfico. Seu cinema é cinético, e vai rápido. Mais rápido, às vezes, até do que nossa percepção da história. E cada confronto segue um estilo e se passa num ambiente diferente. Claro, há algo de videogame em cena também. Só que nada é virtual. Stahelski, que antes de diretor era dublê, coloca um exército de stunts a serviço de arremessos, vôos e quedas hiperrealistas. Ainda que Keanu esteja em cena e também Laurence Fishburne, esqueça “Matrix” (1999). Todo mundo sangra, o suor escorre a todo instante e invariavelmente alguém grita de dor. Inclusive o personagem de Keanu que termina com um braço quebrado, uma perna menor que a outra e o rosto coalhado de cortes. Mesmo mancando, John Wick continua atrás do mustang que a máfia russa roubou no filme anterior. Ele recupera o carro, mas não antes de mandar duas dezenas de desafetos para o inferno. Volta para a casa para descansar, e mal sobra tempo para um cochilo. Um representante da Camorra, a máfia italiana, bate na porta e vem cobrar uma dívida antiga. E o protagonista que se achava aposentado, terá que voltar ao crime e cometer mais um assassinato mirabolante em Roma. O senso de humor é sempre ferino. Há um hotel luxuoso e exclusivo para pistoleiros em Roma e a primeira pergunta que o dono do local faz quando vê John Wick é se por acaso ele veio matar o papa. Há um suspense de dois segundos antes de Wick negar, mas é o suficiente para os criminosos, respirarem aliviados. Outra cena muito divertida é a que opõe Keanu Reeves e Laurence Fishburne. Os dois se entreolham e, numa piada particular, o Morfeu de “Matrix” dispara: Há quanto tempo, hein? John Wick procura ser sempre habilidoso nas negociações com as organizações criminosas, mas quando oferecem US$ 7 milhões por sua cabeça, torna-se caçado até pelos próprios amigos. Mas não adianta muito descrever a história. Esse capítulo dois da saga Wick é como um espetáculo de ritmo, movimento, montagem, alterações no plano. Pouco importa o que é contado, o essencial ainda fica na imagem, intransferível. Importa, sim, declarar que, em todas as cenas de ação diante da tela, tamanha é a quantidade de informações que aparecem, tão preciso é o estabelecimento dos espaços, tão meticulosos são os enquadramentos e a duração de cada plano, que os músculos se retesam imperceptivelmente e o coração pulsa com a adrenalina. Se o espectador estava ávido por um filme de ação de categoria, suas preces são atendidas com esse “John Wick”.

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    Comédia romântica cult Simplesmente Amor vai ganhar continuação por uma boa causa

    15 de fevereiro de 2017 /

    Uma das comédias românticas mais queridas do século, “Simplesmente Amor” (2003) vai ganhar continuação em um curta-metragem, produzido como parte da campanha beneficente anual da Comic Relief, instituição de caridade britânica que usa artistas famosos e humor para ajudar a diminuir a pobreza em vários países do mundo. Segundo o site da rede britânica BBC, parceiro da Comic Relief, o filme será escrito e dirigido por Richard Curtis, que comandou o longa de 2003 e é um dos fundadores da instituição. A produção será estrelada pelos atores que participaram do filme original, Hugh Grant, Keira Knightley, Colin Firth, Liam Neeson, Bill Nighy, Rowan Atkinson, Martine McCutcheon, Lucia Moniz, Thomas Brodie-Sangster, Olivia Olson e até o matador de zumbis Andrew Lincoln. O filme foi também um dos primeiros trabalhos de Rodrigo Santoro em inglês, mas o nome do brasileiro não foi mencionado. Na trama, ele fez par romântico com Laura Linney. A ideia é mostrar num curta de 10 minutos como estão os personagens em 2017 e será exibido no dia 24 de março no canal BBC One durante o Red Nose Day, espécie de Criança Esperança britânico. No Twitter, a roteirista Emma Freud pediu sugestões de enredo para seus seguidores, afirmando que o roteiro ainda está sendo escrito. Muitos usuários pediram uma homenagem ao ator Alan Rickman, que integrou o elenco original e morreu no ano passado.

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    Novo intérprete de R2-D2 é oficializado pela Disney

    15 de fevereiro de 2017 /

    A LucasFilm e a Disney anunciaram o substituto de Kenny Baker no icônico papel do robô R2-D2 nos próximos filmes de “Star Wars”. O papel vai ficar definitivamente com o escocês Jimmy Vee, que já havia vestido a couraça do pequeno personagem em “Star Wars: O Despertar da Força” (2016), embora não-creditado. Baker faleceu em agosto de 2016, aos 81 anos, e foi o homem responsável por dar vida ao simpático dróide desde “Guerra nas Estrelas” (1977). Pela idade avançada e problemas de saúde, ele não atuou diretamente em “O Despertar da Força”, mas seu nome permaneceu nos créditos como uma homenagem. Vee será creditado como R2-D2 oficialmente em “Star Wars: Os Últimos Jedi”. O ator de 57 anos e 1,12 metro de altura tem no currículo participações na série “Doctor Who” e em filmes como “Peter Pan” (2015) e “Harry Potter e a Pedra Filosofal” (2001), como o personagem Goblin. Novo R2-D2

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    Cinquenta Tons Mais Escuros recicla suspenses sexuais dos anos 1990

    15 de fevereiro de 2017 /

    Não dá para esperar algo sofisticado da literatura trash. Tudo bem que Alfred Hitchcock costumava dizer que era mais fácil fazer ótimos filmes de literatura menor do que de grandes obras literárias, mas o que acontece é que o público de best-sellers quer ver na tela algo parecido com o que leu, e isso prejudica o trabalho de invenção do diretor contratado para o serviço. James Foley é um diretor irregular, mas possui em seu currículo algumas obras interessantes como “Jovens sem Rumo” (1984), “Caminhos Violentos” (1986) e “O Sucesso a Qualquer Preço” (1992), além de videoclipes marcantes de Madonna, como “Papa Don’t Preach” e “Live to Tell”. Entretanto, nos últimos anos só conseguia trabalho em episódios televisivos. E não é com a sequência de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015) que conseguirá se reerguer. Quem leu o livro de E.L. James garante que o filme até consegue melhorar muita coisa do romance, que, por sua vez, é considerado o melhor da trilogia. Não deve ter sido uma adaptação fácil, principalmente por o texto original ser uma história de contos de fadas, assumidamente brega, de enfiar o pé na jaca. O único atrativo dessas adaptações dos romances de E.L. James é trazer de volta a moda dos filmes eróticos, que foram ficando de lado com o tempo. Mas “Cinquenta Tons Mais Escuros” só dá saudades dos thrillers eróticos que experimentaram popularidade na década de 1990, depois do estouro de “Instinto Selvagem” (1992), de Paul Verhoeven. Ainda assim, atrai um público feminino entusiasmado ao gênero, coisa que não se via desde “9 ½ Semanas de Amor” (1986), de Adrian Lyne. Aliás, os dois filmes até têm um elemento em comum: Kim Basinger, que aqui meio que passa o bastão para Dakota Johnson. Anastasia Steele, a personagem de Dakota, não fica muito tempo longe de Christian Grey (Jamie Dornan), o bilionário sedutor e adepto de jogos de sadomasoquismo, apesar de achar que ele se excedeu nos seus jogos e na violência ao final do primeiro filme. Não demora para ela aceitar um jantar e voltar fácil para seus braços. Aliás, esse tipo de facilidade na relação dos dois impede que se crie um mínimo de tensão sexual. Mas o roteiro, escrito pelo marido da autora, pouco se importa com qualquer tipo de tensão, seja erótica ou mesmo de suspense. Não tanto pelos diálogos, que são de deixar o espectador corado, mas as melhores cenas não passam da sugestão e já foram vistas em outros filmes. A cena da calcinha no restaurante, por exemplo, exaltada no marketing da produção, é igualzinha à de “Invasão de Privacidade” (1993), com a mesma Sharon Stone de “Instinto Selvagem”, filme que também não é tão bom assim, mas consegue ter mais voltagem sexual. A culpa não é do ar inocente de Dakota Johnson, que consegue conferir ao seu papel um certo ar de garota comum, diferente de Jamie Dornan, que parece um modelo de cuecas em cena. E ele foi mesmo modelo da Calvin Klein, da Dior e da Armani. Já Dakota, filha da “Dublê de Corpo” Melanie Griffith, tem um rosto comum, ainda que um belo corpo, que é pouco explorado. Sinal dos tempos, talvez, em que se discute tanto a exploração do corpo feminino. O fato é que a nudez de Dakota é ainda mais discreta que no primeiro filme. Infelizmente, “Cinquenta Tons Mais Escuros” é um suposto filme erótico com cenas menos provocantes que os videoclipes de Rihanna. Com um título que prometia um filme mais sombrio que o anterior, a sequência é na verdade o oposto. Ao tentar trazer, sem sucesso, elementos de suspense para a trama, deixa apenas tudo ainda mais tedioso.

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    Logan ganha novo pôster em estilo retrô para o lançamento em IMAX

    14 de fevereiro de 2017 /

    A 20th Century Fox divulgou um novo pôster de “Logan”, o terceiro filme solo de Wolverine, para os cinemas IMAX. Em estilo retrô, a imagem reúne os personagens centrais da trama: o próprio Logan (Hugh Jackman), a jovem mutante X-23 (Dafne Keen), o Professor Xavier (Patrick Stewart), o vilão Donald Pierce (Boyd Holbrook) e seus mercenários. O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de Mangold, responsável pelo filme anterior, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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