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    Festival de Brasília inicia 50ª edição marcando a identidade nacional

    15 de setembro de 2017 /

    O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro inicia sua edição de número 50 nesta sexta (15/9) com a exibição de “Não Devore Meu Coração!”, primeiro filme solo de Felipe Bragança (codiretor de “A Alegria”), sobre o romance de adolescentes na fronteira com o Paraguai e disputas entre motociclistas e descendentes de índios guaranis, que evocam ressentimentos antigos da Guerra do Paraguai. Antes de chegar em Brasília, o filme de Bragança foi exibido no Festival de Berlim, assim como outros dois longas da mostra competitiva: “Pendular”, de Julia Murat, e “Vazante”, de Daniela Thomas. “Não Devore Meu Coração” também foi exibido nos festivais de Sundance (EUA), Toulousse (França) e abriu a mostra de Cartagena de Índias (Colômbia), além de estar na programação do Festival Biarritz América Latina, que acontece na França em outubro. O filme discute identidade nacional e ecoa algo que chama atenção na seleção de Brasília. A mostra competitiva reuniu nove filmes de nove estados diferentes, cada um com seu próprio sotaque e dilemas, cobrindo paisagens tão distintas quanto os rincões do Rio Grande do Sul (“Música para Quando as Luzes se Apagam”, de Ismael Caneppele) e os conflitos urbanos de Recife (“Por Trás da Linha de Escudos”, de Marcelo Pedroso). Entre os cenários, também aparecem cidades históricas de Minas Gerais (“Arábia”, de Affonso Uchoa e João Dumons), o centro de São Paulo (“Pendular”, de Julia Murat) e o Recôncavo Baiano (“Café com Canela”, de Ary Rosa e Glenda Nicácio). Há também viagens ao passado, às fazendas coloniais mineiras do século 19 (“Vazante”, de Daniela Thomas) e à Curitiba durante a ditadura militar (“Construindo Pontes”, de Heloisa Passos). Este ano, os filmes selecionados receberão cachê de participação, o que aumentou a procura pelo festival. Ao todo, foram inscritos 778 produções nas mostras competitivas, sendo 170 longas, de onde os organizadores selecionaram a nata. Cada longa em competição receberá R$ 15 mil só para participar do evento. Mas há outras mostras, que elevam a soma dos cachês a R$ 340 mil, apenas para exibir os filmes. Além do cachê, serão distribuídos os tradicionais troféus Calango e o Prêmio Petrobras de Cinema, votado pelo público. O vencedor deste troféu ainda receberá R$ 200 mil, que devem ser investidos na distribuição comercial do filme. Desde a primeira edição, em 1965 – quando era chamado de Semana do Cinema Brasileiro –, o Festival de Brasília só não foi realizado entre 1972 e 1974, no auge da censura do regime militar. O histórico dessas 50 edições também será lembrado em duas mostras paralelas, ao longo dos próximos dias. O festival também prepara uma homenagem para Nelson Pereira dos Santos, diretor de clássicos como “Rio 40 Graus” (1955), “Vidas Secas” (1963), “Como Era Gostoso o Meu Francês” (1971), “O Amuleto de Ogum” (1974), “Memórias do Cárcere” (1984) e o recente “A Música Segundo Tom Jobim” (2012), atualmente com 88 anos de idade. A 50ª edição do Festival de Brasília acontece até 24 de setembro, e terá como encerramento o filme “Abaixo a Gravidade”, de Edgard Navarro. Confira abaixo a lista dos filmes selecionados para as mostras competitivas. Competição de Longa-metragem “Arábia”, de Affonso Uchoa e João Dumans, MG “Café com Canela”, de Ary Rosa e Glenda Nicácio, BA “Construindo Pontes”, de Heloisa Passos, PR “Era uma vez Brasília”, de Adirley Queirós, DF “Música para Quando as Luzes se Apagam”, de Ismael Cannepele, RS “O Nó do diabo”, de Ramon Porto Mota, Gabriel Martins, Ian Abé, Jhesus Tribuzi , PB “Pendular”, de Julia Murat, RJ “Por Trás da Linha de Escudos”, de Marcelo Pedroso, PE “Vazante”, de Daniela Thomas, SP Competição de Curta-metragem “A Passagem do Cometa”, de Juliana Rojas, SP “As Melhores Noites de Veroni”, de Ulisses Arthur, AL “Baunilha”, Leo Tabosa, PE “Carneiro de Ouro”, Dácia Ibiapina, DF “Chico”, Irmãos Carvalho, RJ “Inocentes”, Douglas Soares, RJ “Mamata”, Marcus Curvelo , BA “Nada”, Gabriel Martins , MG “O Peixe”, Jonathas de Andrade, PE ‘Peripatético”, Jessica Queiroz, SP “Tentei”, Laís Melo, PR “Torre”, Nadia Mangolini, SP

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    Festival do Rio 2017 exibirá número recorde de filmes brasileiros

    5 de setembro de 2017 /

    O Festival do Rio divulgou nesta terça-feira (5/9) a lista dos filmes selecionados para a Première Brasil, a seção competitiva de cinema brasileiro do evento, que vai exibir, em sua 19ª edição, 33 produções inéditas. Serão 22 longas e 11 curtas brasileiros, além de seis filmes fora de competição. O público escolhe o melhor filme nas categorias ficção, documentário e curta, através do voto popular, enquanto um júri oficial elege as demais categorias. O vencedor da Première Brasil leva R$ 200 mil, enquanto o Melhor Filme da mostra Novos Rumos, também competitiva, ganha R$ 100 mil. São valores acima da média das premiações do cinema brasileiro, o que ajuda a explicar porque o evento carioca, originalmente concebido como festival internacional, se tornou o maior festival do cinema brasileiro em quantidade de filmes. São tantas inscrições de produções de qualidade que, neste ano, o evento também espalhou produções nacionais pelas demais seções de sua programação. Assim, serão exibidas ao todo 75 produções brasileiras, sendo 59 longas e 16 curtas. “Nos últimos anos, a Première Brasil ampliou sua grade, abrindo espaço para as mostras Novos Rumos e Retratos. Este ano, a qualidade dos filmes e a diversidade de temas abordados nos levou a selecionar filmes brasileiros para outras mostras do Festival do Rio, como Panorama, Midnight, Itinerários Únicos, Fronteiras, Première Latina, Expectativa 2017, Geração’, explicou Ilda Santiago, diretora executiva do Festival, em comunicado. A quantidade de obras nacionais é recorde em eventos de cinema no país. Mas só os 22 longas da Première Brasil já estabelece como o Festival do Rio virou a principal plataforma de lançamentos do mercado. Ao mesmo tempo, o festival está mais compacto, com apenas 11 dias de duração. Neste ano, acontecerá entre 5 a 15 de outubro. A lista das obras em competição incluem “Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra, já premiado no Festival de Locarno, na Suiça, assim como novas obras de outros cineasta interessantes. Vale destacar que, ao contrário de festivais como Cannes, Berlim e Veneza, criticados pelo pouco espaço dado às cineastas femininas, a maioria dos filmes de ficção selecionados na Première Brasil é dirigido ou codirigido por mulheres. Filmes Brasileiros do Festival do Rio 2017 Competição: Ficção “Açúcar”, de Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira “Alguma Coisa Assim”, de Esmir Filho e Mariana Bastos “Animal Cordial”, de Gabriela Amaral Almeida “Aos Teus Olhos”, de Carolina Jabor “Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra “Como É Cruel Viver Assim”, de Júlia Rezende “O Nome da Morte”, de Henrique Goldman “Praça Paris”, de Lúcia Murat “Unicórnio”, de Eduardo Nunes Competição: Documentário “Cartas para um Ladrão de Livros”, de Carlos Juliano Barros e Caio Cavechini “Dedo na Ferida”, de Silvio Tendler “Em Nome da América”, de Fernando Weller “Iran”, de Walter Carvalho “Pastor Cláudio”, de Beth Formaggini “Piripkura”, de Mariana Oliva, Renata Terra e Bruno Jorge “SLAM: Voz de Levante”, de Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D’Alva Competição: Curtas “Adeus à Carne”, de Júlia Anquier “Alcibíades”, de Breno Nina “O Bagre de Bolas”, de Luiz Botosso e Thiago Veiga “Borá”, de Angelo Defanti “Maria”, de Lucas Pena “Namoro à Distância”, de Carolina Markowicz “Vaca Profana”, de René Guerra Competição: Novos Rumos “A Pparte do Mundo que me Pertence”, de Marcos Pimentel “Amores de Chumbo”, de Tuca Siqueira “Até o Próximo Domingo”, de Evaldo Mocarzel “Copa 181”, de Dannon Lacerda “O Muro”, de Lula Buarque “Vende-se Esta Moto”, de Marcus Faustini Competição: Curtas Novos Rumos “Atrito”, de Diego Lima “Capitão Brasil”, de Felipe Arrojo Poroger “Sandra Chamando”, de João Cândido Zacharias “Tailor”, e Calí dos Anjos Fora de Competição: Ficção “Entre Irmãs”, de Breno Silveira “Gabriel e a Montanha”, de Fellipe Barbosa “Legalize Já!”, de Johnny Araújo e Gustavo Bonafé “Motorrad”, de Vicente Amorim “Zama”, de Lucrecia Martel “BIO”, de Carlos Gerbase Fora de Competição: Documentários “Eu, Pecador”, de Nelson Hoineff “Os 8 Magnificos”, de Domingos de Oliveira “Todos os Paulos do Mundo”, de Gustavo Ribeiro e Rodrigo de Oliveira “Torquato Neto – Todas as Horas do Fim”, de Eduardo Ades e Marcus Fernando Fora de Competição: Curta “O Quebra-cabeça de Sara”, de Allan Ribeiro Retratos “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro”, de Leo Garcia e Zeca Brito “Callado”, de Emília Silveira “Clara Estrela”, de Susanna Lira e Rodrigo Alzuguir “Desarquivando Alice Gonzaga”, de Betse de Paula “Fevereiros”, de Marcio Debellian “Henfil”, de Angela Zoé “O Cravo e a Rosa”, de Jorge Farjalla “Querido Embaixador”, de Luiz Fernando Goulart Première Latina “Invisible”, de Pablo Giorgelli (Brasil-Argentina) “Los Territórios”, de Iván Granovsky (Argentina-Brasil-Palestina) “Nadie nos Mire”, de Julia Solomonoff (Argentina-Brasil-Colombia) “O Gato de Havana”, de Dácio Malta “Severina”, de Felipe Hirsch Panorama do Cinema Mundial “A Comédia Divina”, de Toni Venturi “A Última Chance”, de Paulo Thiago “Berenice Procura”, de Allan Fiterman “On Yoga the Architecture of Peace”, de Heitor Dhalia Expectativa “Todas As Razões Para Esquecer”, de Pedro Coutinho Fronteiras “Limpam com Fogo”, de César Vieira, Conrado Ferato e Rafael Crespo “Livres”, de Patrick Granja Mostra Geração “Que Língua Você Fala?”, de Elisa Bracher “Sobre Rodas”, de Mauro D’Addio “Yonlu”, de Henrique Montanari Mostra Geração: Curtas “Caminho dos Gigantes”, de Alois Di Leo “Cabelo Bom”, de Swahili Vidal “Em Busca da Terra sem Males”, de Anna Azevedo Itinerários Únicos “Maria – Não Esqueça que Eu Venho dos Trópicos”, de Francisco C. Martins “O Silêncio É uma Prece”, de Candé Salles “Tudo É Projeto”, de Joana Mendes da Rocha e Patricia Rubano Midnight “Serguei, O Último Psicodélico”, de Ching Lee Midnight: Curta “Sal”, de Diego Freitas

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    Festival de Brasília traz destaques do Festival de Berlim em sua competição

    8 de agosto de 2017 /

    O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro vai comemorar 50 anos com uma seleção de nove filme de nove estados diferentes em sua mostra competitiva. Prova do prestígio do evento, os representantes do Rio (“Pendular”, de Julia Murat) e São Paulo (“Vazante”, de Daniela Thomas) fizeram parte da seleção do Festival de Berlim. Este ano, os filmes selecionados receberão cachê de participação. Os longas em competição receberão R$ 15 mil; os longas da sessão especial hors concours, R$ 10 mil; os curtas em competição, de R$ 5 mil; e os longas programados em mostras paralelas, R$ 3 mil. O total gasto nos cachês será de R$ 340 mil, apenas para exibir os filmes. Não por acaso, a procura pelo festival aumentou. Ao todo, foram inscritos 778 produções nas mostras competitivas, sendo 608 curtas-metragens e 170 longas. Além do cachê, serão distribuídos os tradicionais troféus Calango e o Prêmio Petrobras de Cinema, votado pelo público. O vencedor deste troféu ainda receberá R$ 200 mil, que devem ser investidos na distribuição comercial do filme. No dia 15, será divulgada a programação completa do festival. Também serão anunciados os filmes que integram as mostras especiais, sessão hors concours, filmes de abertura e encerramento, além de seminários. A 50ª edição do Festival de Brasília vai acontecer entre 15 a 24 de setembro na capital federal. Confira abaixo a lista dos filmes selecionados para as mostras competitivas. Competição de Longa-metragem “Arábia”, de Affonso Uchoa e João Dumans, MG “Café com Canela”, de Ary Rosa e Glenda Nicácio, BA “Construindo Pontes”, de Heloisa Passos, PR “Era uma vez Brasília”, de Adirley Queirós, DF “Música para Quando as Luzes se Apagam”, de Ismael Cannepele, RS “O Nó do diabo”, de Ramon Porto Mota, Gabriel Martins, Ian Abé, Jhesus Tribuzi , PB “Pendular”, de Julia Murat, RJ “Por Trás da Linha de Escudos”, de Marcelo Pedroso, PE “Vazante”, de Daniela Thomas, SP Competição de Curta-metragem “A Passagem do Cometa”, de Juliana Rojas, SP “As Melhores Noites de Veroni”, de Ulisses Arthur, AL “Baunilha”, Leo Tabosa, PE “Carneiro de Ouro”, Dácia Ibiapina, DF “Chico”, Irmãos Carvalho, RJ “Inocentes”, Douglas Soares, RJ “Mamata”, Marcus Curvelo , BA “Nada”, Gabriel Martins , MG “O Peixe”, Jonathas de Andrade, PE ‘Peripatético”, Jessica Queiroz, SP “Tentei”, Laís Melo, PR “Torre”, Nadia Mangolini, SP

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    Uma Thurman vai presidir o juri da mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes 2017

    23 de abril de 2017 /

    A atriz americana Uma Thurman será presidente do júri da mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes 2017, composta por filmes de linguagem mais ousada e fora do convencional dirigidos por jovens cineastas. Mostra paralela mais prestigiada do Festival de Cannes, a competição deste ano inclui os novos filmes dos franceses Mathieu Amalric (mais conhecido como ator, mas também diretor de “Turnê”) e Laurent Cantet (“Entre os Muros da Escola”), do italiano Sergio Castellitto (“Não se Mova”), do mexicano Michel Franco (“Depois de Lúcia”), do japonês Kiyoshi Kurosawa (“Creepy”), do iraniano Mohammad Rasoulof (“Manuscritos Não Queimam”) e do americano Taylor Sheridan (ator e roteirista de “A Qualquer Custo”). A lista completa dos filmes pode ser conferida neste link, com a programação principal do festival. Não é a primeira vez que Uma Thurman participa de um júri em Cannes. Em 2011, ela fez parte do corpo de jurados da mostra competitiva presidido por Robert De Niro. O Festival de Cannes de 2017 vai acontecer de 17 a 28 de maio na Riviera francesa.

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    Documentário sobre o fundador da escuderia McLaren de Fórmula 1 ganha primeiro trailer

    21 de fevereiro de 2017 /

    Foi divulgado o primeiro trailer do documentário “McLaren”, que conta a história do piloto vencedor que fundou a famosa escuderia de Fórmula 1, com direção de Roger Donaldson (“November Man: Um Espião Nunca Morre”). Donaldson é australiano, mas tem cidadania da Nova Zelândia, país de nascimento de Bruce McLaren, que por meio de sua paixão por automobilismo deu origem à marca icônica que leva seu nome. O filme mostra a trajetória da McLaren, desde as primeiras corridas e o pioneirismo no esporte até sua morte nas pistas, salientando também seu legado e as grandes conquistas dos maiores pilotos da Fórmula 1, com um acesso sem precedentes aos arquivos da família McLaren. Entre os depoimentos gravados para a produção, estão declarações do brasileiro Emerson Fittipaldi, além de mitos do esporte, como Mario Andretti e Jackie Stewart. Ainda não há previsão para a estreia nos cinemas.

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    Anne Hathaway e Rebel Wilson farão versão feminina da comédia Os Safados

    21 de janeiro de 2017 /

    O fracasso de “Caça-Fantasmas” animou Hollywood a preparar novas versões femininas de filmes populares. A MGM confirmou a mais recente produção do gênero, uma versão feminina de “Os Safados”. Segundo o site Deadline, Anne Hathaway (“Interestelar”) e Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”) serão as estrelas do projeto, intitulado “Nasty Women” em inglês. “Os Safados” foi lançado em 1988 e reunia Steve Martin e Michael Caine como dois trambiqueiros na Riviera Francesa. Mas enquanto o inglês Caine era sofisticado e seduzia milionárias de classe para seus golpes, o americano Martin era um vigarista folgado e sem sofisticação, que usava a lábia para se dar bem. Cansados de disputar os mesmos alvos, eles resolvem fazer uma aposta: quem conseguisse US$ 50 mil da primeira milionária a aparecer no local teria direito ao monopólio da região e o derrotado teria que deixar a Riviera. O título original da comédia dirigido por Frank Oz era “Dirty Rotten Scoundrels”. A versão feminina foi rebatizado, em referência à alcunha que Donald Trump deu a Hillary Clinton durante a recente campanha presidencial americana – ele a chamou de safada, uma “nasty woman”. No remake, Hathaway e Wilson vão competir para roubar a fortuna de um ingênuo milionário do Vale do Silício. Curiosamente, Anne Hathaway já está envolvida numa versão feminina de outro filme: “Ocean’s Eight”, a adaptação com mulheres de “Onze Homens e um Segredo” (Ocean’s Eleven, 2001), que estreia em junho de 2018. “Nasty Woman” ainda não tem diretor definido nem previsão de lançamento.

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  • Música

    Cinebiografia do guitarrista Django Reinhardt vai abrir Festival de Berlim

    5 de janeiro de 2017 /

    A organização do Festival de Berlim anunciou que sua edição de 2017 será aberta por “Django”, cinebiografia francesa sobre o lendário guitarrista de jazz Django Reinhardt. O filme também integrará a competição oficial do Urso de Ouro. “Django” é o primeiro longa-metragem dirigido por Etienne Comar, roteirista e produtor de obras como “Homens e Deuses” (2010), “Os Sabores do Palácio” (2012) e “Meu Rei” (2015). O ator francês de origem argelina Reda Kateb (“A Hora Mais Escura”) interpreta o papel principal, numa trama centrada na fuga de Reinhardt da Paris ocupada pelos nazistas, em 1943. Segundo o diretor do Festival de Berlim, Dieter Kosslick, o “perigo constante, a fuga e as atrocidades cometidas contra sua família não foram capazes de fazê-lo parar de tocar.” Reinhardt foi perseguido pelos nazistas por sua origem cigana. O presidente do júri deste ano será o cineasta holandês Paul Verhoeven, atualmente em cartaz nos cinemas com “Elle”, que concorre ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro e foi um dos 15 melhores filmes lançados em circuito limitado no Brasil em 2016. O Festival de Berlim ocorrerá entre 9 e 19 de fevereiro de 2017 na capital da Alemanha, e contará com a exibição de quatro longa-metragens brasileiros.

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  • Reality,  TV

    Sylvester Stallone apresenta teaser do primeiro reality show da Netflix

    19 de dezembro de 2016 /

    A Netflix divulgou o teaser de “Ultimate Beastmaster”, seu primeiro reality show. A prévia é apresentada por Sylvester Stallone (“Os Mercenários”), mostrando apenas uma pequena cena dos obstáculos físicos que serão enfrentados pelos competidores. Produzida por Dave Broome (criador de “The Biggest Loser”) e Stallone, “Ultimate Beastmaster” será um programa de competição internacional, exibido simultaneamente com seis versões diferentes. Anderson Silva (que já foi ator em “Até que a Sorte nos Separe 2”) e o comediante Rafinha Bastos (do vindouro “Internet, o Filme”) apresentarão a versão brasileira, enquanto o ator Terry Crews (também de “Os Mercenários”) e a repórter esportiva Charissa Thompson serão âncoras da versão americana. Os outros países que terão versões locais do programa são Coreia do Sul, México, Alemanha e Japão. O programa será composto por 10 episódios, que reunirá um total de 108 competidores, sendo 18 de cada um dos seis país. Cada episódio terá 12 participantes, dois por nação, que definirão um campeão. O último capítulo será a disputa final, que juntará os campeões de cada episódio anterior. Os episódios da atração serão disponibilizados no canal por streaming no dia 24 de fevereiro.

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  • Música

    Veja 10 trailers da animação Sing dublados por Sandy, Fiuk e Wanessa Camargo

    13 de dezembro de 2016 /

    A Universal divulgou 10 trailers/comerciais dublados de “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, que destacam os personagens, a premissa, o drama, a comédia e as músicas da nova animação de bichos falantes. Os dubladores nacionais incluem os cantores Sandy, Wanessa Camargo e Fiuk, além dos atores Marcelo Serrado e Mariana Ximenes. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Entre os competidores estão a elefanta tímida Meena (Sandy no Brasil, Tori Kelly nos EUA), a porco-espinho Ash (Wanessa Camargo no Brasil, Scarlett Johansson nos EUA), o gorila Johnny (Fiuk no Brasil, Taron Egerton nos EUA), o porco Gunter (Marcelo Serrado no Brasil, Nick Kroll nos EUA) e a porca Rosita (Mariana Ximenes no Brasil, Reese Witherspoon nos EUA). Uma curiosidade é que apenas Wanessa Camargo vai cantar de verdade no filme, já que a sua personagem, a porco-espinho Ash, apresentará uma música autoral na competição. Todos os outros personagens vão ganhar apenas as vozes dos brasileiros nas falas e manter o áudio original na hora das canções, como se pode ver pelos vídeos. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.

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    Sing: Animação dos bichos cantores ganha novo trailer dublado

    28 de novembro de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou um novo trailer dublado da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, produção do estúdio Illumination, responsável pelo sucesso de “Minions” (2015) e “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” (2016), que apresenta diversos animais cantores disputando um concurso musical. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Entre os competidores estão a elefanta tímida Meena (Sandy no Brasil, Tori Kelly nos EUA), a porco-espinho Ash (Wanessa Camargo no Brasil, Scarlett Johansson nos EUA), o gorila Johnny (Fiuk no Brasil, Taron Egerton nos EUA), o porco Gunter (Marcelo Serrado no Brasil, Nick Kroll nos EUA) e a porca Rosita (Mariana Ximenes no Brasil, Reese Witherspoon nos EUA). Uma curiosidade é que, das vozes brasileiras, apenas Wanessa Camargo vai cantar de verdade no filme, já que a sua personagem, a porco-espinho Ash, apresentará uma música autoral na competição. Todos os outros personagens vão manter o áudio original, em inglês, na hora das canções, como se pode ver pelo trailer. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.

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    Sing: Personagens da animação ganham vídeo em clima de Natal dançante

    16 de novembro de 2016 /

    A Universal divulgou um novo vídeo da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, que mostra os bichinhos animados em clima natalino, esquiando, dançando e rodopiando ao som de “Groove is in the Heart”, do grupo Deee-Lite. O vídeo também será exibido nas maiores redes de cinema do país. “Sing” segue a linha de “Zootopia”, da Disney, mostrando o cotidiano de uma cidade de animais falantes. A diferença é que, além de falar, eles também sabem cantar. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Entre os competidores estão a elefanta tímida Meena (Sandy no Brasil, Tori Kelly nos EUA), a porco-espinho Ash (Wanessa Camargo no Brasil, Scarlett Johansson nos EUA), o gorila Johnny (Fiuk no Brasil, Taron Egerton nos EUA), o porco Gunter (Marcelo Serrado no Brasil, Nick Kroll nos EUA) e a porca Rosita (Mariana Ximenes no Brasil, Reese Witherspoon nos EUA). Produzida pela Illumination Entertainment – mesma equipe que criou “Meu Malvado Favorito”, “Minions” e “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” -, a animação contará com 65 hits de artistas como Lady Gaga, Katy Perry, Frank Sinatra, Seal, Limp Bizkit e Nicki Minaj em sua trilha A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.

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    Sing: Fiuk, Sandy e Wanessa Camargo dublam o trailer brasileiro da animação dos bichos cantores

    9 de novembro de 2016 /

    A Universal divulgou o primeiro trailer dublado da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, após diversos vídeos legendados darem a impressão de que o lançamento ocorreria com as vozes originais. Afinal, o desenho é praticamente um karaokê, com muitas músicas conhecidas do pop americano. Mas a nova prévia revela que o estúdio optou mesmo por contratar vozes locais. Algumas, até cantam de verdade. Os dubladores nacionais incluem os cantores Sandy, Wanessa Camargo e Fiuk, além dos atores Marcelo Serrado e Mariana Ximenes. A trama segue a linha de “Zootopia”, da Disney, mostrando o cotidiano de uma cidade de animais falantes. A diferença é que, além de falar, eles também sabem cantar. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Entre os competidores estão a elefanta tímida Meena (Sandy no Brasil, Tori Kelly nos EUA), a porco-espinho Ash (Wanessa Camargo no Brasil, Scarlett Johansson nos EUA), o gorila Johnny (Fiuk no Brasil, Taron Egerton nos EUA), o porco Gunter (Marcelo Serrado no Brasil, Nick Kroll nos EUA) e a porca Rosita (Mariana Ximenes no Brasil, Reese Witherspoon nos EUA). Uma curiosidade é que apenas Wanessa Camargo vai cantar de verdade no filme, já que a sua personagem, a porco-espinho Ash, apresentará uma música autoral na competição. Todos os outros personagens vão ganhar apenas as vozes dos brasileiros nas falas e manter o áudio original na hora das canções, como se pode ver pelo trailer. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.

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    Sing: Animais cantores emocionam com histórias “humanas” em novo trailer legendado da animação

    2 de novembro de 2016 /

    A Universal divulgou o novo trailer legendado da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”. Curiosamente, o vídeo não tem versão dublada. Isto provavelmente se deve ao tema da produção, que traz muitas músicas conhecidas do pop americano. A prévia chama atenção pelo desenvolvimento dos personagens e capacidade de envolver e emocionar com suas histórias muito “humanas”. Tem cara de novo sucesso do estúdio Illumination, que, filme a filme, vem avançando na disputa com a DreamWorks pela vaga de principal rival da Disney/Pixar. A trama, por sinal, segue a linha de “Zootopia”, da Disney, mostrando o cotidiano de uma cidade de animais falantes. A diferença é que, além de falar, eles também sabem cantar. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Cinco candidatos se destacam competição: Um rato (Seth MacFarlane, a voz de “Ted”), que canta tão bem quanto rói; uma tímida elefante adolescente (a cantora Tori Kelly) com um grande pavor do palco; uma mãe sobrecarregada (Reese Witherspoon, de “Vício Inerente”) de 25 leitões; um jovem gorila gângster (Taron Egerton, de “Kingsman – Serviço Secreto”) esperando se livrar de sua perigosa família; e uma porca-espinha punk-rock (Scarlett Johansson, de “Os Vingadores”) em busca de recuperar a autoestima. Cada animal chega ao teatro de Buster acreditando que a competição será a chance de mudar o curso de suas vidas. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.

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