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  • Renato Aragão
    Filme

    Renato Aragão planeja fazer mais um filme em 2017

    20 de janeiro de 2017 /

    Renato Aragão se entusiasmou com a estreia do filme “Os Saltimbancos Trapalhões – Rumo a Hollywood”, que chegou aos cinemas na quinta-feira (19/1), e já faz novos planos profissionais. Aos 81 anos, ele planeja filmar outro longa-metragem ainda este ano. “Depois de rodar este filme, me deu vontade de fazer mais e continuar trabalhando no cinema. Esta é uma nova fase do Didi, agora com musicais”, disse o humorista, em entrevista para a revista Quem. Ele gostou da experiência musical de “Os Saltimbancos Trapalhões” e pretende se manter no gênero. “Já tenho planos de fazer mais um filme musical. Se Deus quiser, será tão lindo como este”, afirmou. “Devo rodar ainda em 2017.”

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  • Filme

    Os Penetras 2 dá golpe no público com piadas sem graça

    19 de janeiro de 2017 /

    Curioso como há vários filmes brasileiros da safra recente que lidam com a questão da obtenção de dinheiro de maneira fácil ou de forma ilegal. Seja ganhando uma fortuna, como no caso de “Tô Ryca” (2016), “Um Suburbano Sortudo” (2016) e dos três “Até que a Sorte nos Separa” (2012-2015), seja através de algum crime ou contravenção, como em “O Roubo da Taça” (2016) e dos dois “Vai que Dá Certo” (2013-2016). O primeiro “Os Penetras” (2012), de Andrucha Waddington, já seguia essa linha na figura dos malandros, gente que quer ganhar dinheiro enganando alguém, em especial pessoas ricas. Mas se o original já não era tão bom ou mesmo engraçado, o golpe de “Os Penetras 2 – Quem Dá Mais?” consiste em tentar tirar dinheiro do público com piadas ainda mais fracas. É possível ver que Waddington buscou referência em comédias antigas de Hollywood e brasileiras da época das chanchadas, mas, diferente de “Tô Ryca”, que foi mais descarado na “inspiração”, desta vez a “homenagem” não convenceu. Para começar, Marcelo Adnet é subaproveitado ao extremo na continuação. A solução que deram para o seu personagem, o grande líder da turma de trapaceiros, foi a pior opção possível. Spoiler: ele morre e só aparece como um fantasma, visto apenas pelo personagem de Eduardo Sterblitch. Este, por sua vez, esforça-se muito para parecer engraçado com seu personagem meio maluco, exagerando nos gritos, caras e bocas – o que lembra um pouco os tipos feitos por Jerry Lewis há 50 e muitos anos. Logo no começo do filme, ele é traído pelo amigo (Adnet) e acaba indo para um hospício se tratar. Sai de lá devido a uma notícia que o perturba, e encontra pelo caminho Danton Mello, que seria uma ótima escalação, pelo que demonstrou em “Vai que Dá Certo”. Mas o diretor, acostumado com dramas e séries, não sabe lidar com o timing cômico. E olha que o roteiro até fornece as situações típicas das comédias brasileiras, como piadas sobre gays – envolvendo Sterblitch e um casamento gay com um milionário russo. Um desperdício completo, inclusive de Mariana Ximenes, atriz versátil que costumava escapar ilesa até de comédias fracas.

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  • Filme

    Estreias: Vin Diesel enfrenta Penetras e Trapalhões na luta pelo público de cinema

    19 de janeiro de 2017 /

    A semana está concorrida no cinema, numa prévia do que deve ser 2017. Tem Vin Diesel, besteirol, candidatos ao Oscar e até a volta dos Trapalhões. O retorno de Vin Diesel ao papel do agente radical Xander Cage em “xXx – Reativado”, que retoma a franquia de ação “Triplo X” após mais de uma década, estreia em 774 salas, incluindo 559 em 3D e todas as 12 salas IMAX do país. O filme não se leva a sério, é um verdadeiro besteirol de ação, a ponto de incluir até mesmo participação do jogador Neymar. Resta ver se entrevista desastrosa que Diesel deu a uma youtuber no Brasil não virou uma pedra em seu caminho. Outra continuação e besteirol assumido, “Os Penetras 2 – Quem Dá Mais” traz Marcelo Adnet, Mariana Ximenes e Eduardo Sterblitch mostrando sua influência televisiva ao apostar em piadas que usam a homossexualidade como motivo de riso. Esta zorra total abre em 433 salas do país, tamanha a expectativa dos distribuidores, após o sucesso recente da mãe de todos os besteiróis nacionais, “Minha Mãe É uma Peça 2”. Vale lembrar que o primeiro “Os Penetras” (2012) foi lançado em 271 salas e rendeu R$ 4,2 milhões. O terceiro maior lançamento é uma ampliação de circuito. Após uma semana de “pré-estreias” (sério gente, pré-estreias pagas são pré-estreias?) em 150 salas, o musical “La La Land” dobra sua distribuição para a “estreia” oficial em 304 salas. O longa do cineasta Damien Chazelle, do excelente “Whiplash” (2014), traz Ryan Gosling como pianista de jazz e Emma Stone como aspirante a atriz, apaixonando-se em meio a números musicais e lutando para conquistar seus sonhos com muitas coreografias. O filme venceu sete Globos de Ouro – todos a que concorreu – , quebrando o recorde de vitórias no prêmio, vem acumulando troféus e é favoritíssimo ao Oscar 2017, cuja lista de indicados será divulgada na próxima terça, dia 24. Antigos campeões de bilheterias do país, os Trapalhões tem um retorno subestimado em 178 salas. “Saltimbancos Trapalhões – Rumo a Hollywood” comemora várias marcas, como a retomada da parceria entre Renato Aragão e Dedé Santana no cinema, 18 anos após o último filme da dupla, o resgate da marca Trapalhões, no plural, depois de 26 anos e, claro, o fato de ser o 50º filme de Aragão. Espécie de remake/reboot/continuação do clássico “Os Saltimbancos Trapalhões” (1981), a produção de forte apelo nostálgico também é um musical, que adapta a recente versão teatral da trama, com músicas de Chico Buarque e uma homenagem simpática aos circos. Com tanta disputa de público, faltou cinemas para o circuito limitado, que exibirá apenas dois lançamentos. Um deles é o documentário “Axé: Canto do Povo de um Lugar”, que retraça a história da chamada “axé music” com depoimentos de diversos artistas baianos, como Daniela Mercury e Luiz Caldas. Chega em 23 salas. Curiosamente, a menor distribuição coube a outro longa cotadíssimo ao Oscar: o drama indie americano “Manchester à Beira-Mar”. O filme representa a consagração de Casey Affleck, que venceu o Globo de Ouro, o Gotham, o Critic’s Choice e a preferência de dezenas de associações críticas americanas como Melhor Ator do ano. Na trama, seu personagem retorna à sua cidade natal após a morte do irmão para cuidar de seu sobrinho, e é confrontado por expectativas e revisão de prioridades. Apesar de também aparecer em lista de melhores filmes do ano dos críticos americanos, vai estrear apenas em 19 salas e exclusivamente em seis capitais: São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília e Recife. Para o resto do país, não faltarão besteiróis e recordes de público a ser comemorados pela indústria de moagem cultural. Clique nos títulos dos filmes para ver os trailers de cada estreia.

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    Minha Mãe É uma Peça 3 pode se passar em Nova York

    17 de janeiro de 2017 /

    Como o levantamento das maiores bilheterias nacionais de 2016 aponta que o público brasileiro prefere ver coisas que já viu antes, a provável trama de “Minha Mãe É uma Peça 3” vai levar Paulo Gustavo para Nova York, repetindo “De Pernas pro Ar 2” (2012). Continuações passadas nos EUA são um mote recorrente da indústria das comédias brasileiras, e ainda incluem neste lugar-comum os filmes “Até que a Sorte nos Separe 2” (2015), “S.O.S.: Mulheres ao Mar 2” (2015) e o estreante “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, remake/reboot/sequência do clássico “Os Saltimbancos Trapalhões” (1981). “‘Minha Mãe é uma Peça em Nova York’, se tiver, vai demorar muito ainda. Eu tenho outros projetos, estou escrevendo um novo filme para o ano que vem, que eu ainda no posso contar, porque ainda não tem nada registrado, nem nome, nem nada, então fica difícil falar agora. Mas eu vou fazer, se Deus quiser. A trilogia, fica chiquérrimo, né. Agora, vai demorar um pouquinho. Vamos ver, tem que construir uma história muito engraçada. Para ter o 3, não dá para ser qualquer coisa, tem que ser melhor que o primeiro e o segundo”, afirmou Paulo Gustavo, em entrevista ao CinePop. No último fim de semana “Minha Mãe É Uma Peça 2” alcançou a marca de 6,5 milhões de espectadores, tornando-se o quinto filme mais visto da história do cinema brasileiro.

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    Minha Mãe É uma Peça 2 vira o quinto filme mais visto no Brasil em todos os tempos

    16 de janeiro de 2017 /

    O sucesso de “Minha Mãe é Uma Peça 2” agora é histórico. Em sua quarta semana de exibição, o filme caiu para o 2º lugar – atrás do péssimo “Assassin´s Creed”, evidenciando o gosto do público nacional – , mas com a venda acumulada de ingressos atingiu 6,4 milhões de espectadores aos cinemas. Trata-se da 5º maior público já reunido por um filme brasileiro em todos os tempos – ou, pelo menos, desde 1970, quando o ranking começou a ser feito. Os dados são da Rentrak e da Ancine. O filme da Dona Hermínia agora só fica atrás de, em ordem crescente, “A Dama do Lotação” (1978), “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), “Tropa de Elite 2” (2010) e “Os Dez Mandamentos – O Filme” (2016). Obviamente, teremos “Minha Mãe é Uma Peça 3”.

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    Tatá Werneck é Transtornada Obsessiva Compulsiva em trailer de novo besteirol

    13 de janeiro de 2017 /

    A Downtown Filmes divulgou um novo trailer do besteirol “TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva”. A prévia traz Tatá Werneck (novela “Haja Coração”) sofrendo em seu primeiro protagonismo no cinema, com tapas, mordida de macaco e muito incentivo à baixa auto-estima. Na trama, ela é uma atriz buscando a fama, que tem como musa Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”), presente no filme no papel de si mesma. O diálogo entre as duas, que fecha o trailer, resume o status de cada uma, entre alfinetadas passivo-agressivas. Mas é a cena de abertura, em que um taxista detona as comédias nacionais, que dá a maior piscadela para o espectador. O elenco também inclui Luis Lobianco (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”) como um fã obsessivo, Bruno Gagliasso (“Mato sem Cachorro”) como o namorado galã e Vera Holtz (“Família Vende Tudo”) como a empresária exigente. Roteiro e direção são divididos por Paulinho Caruso e Teodoro Poppovic, que trabalharam juntos na série “Destino”, da HBO, e pela prévia parecem não ter nenhum dos vícios dos roteiristas humoristas da rede Globo. A estreia está marcada para 2 de fevereiro.

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    Betty Faria será sogra de Leandro Hassum na série A Cara do Pai

    13 de janeiro de 2017 /

    Betty Faria vai voltar a atuar na Globo após quase dois anos. Ela fará uma participação especial na série “A Cara do Pai”, interpretando Iolanda, sogra de Théo (personagem de Leandro Hassum) e avó de Duda (Mel Maia). Ela é mãe de Silvia (Alessandra Maestrini), ex-mulher do protagonista. Em seu perfil no Instagram, Betty comemorou a parceria com Hassum. “Leandro, companheiro todo meu”, escreveu. O ator também celebrou a entrada de Betty na série: “Não dá para medir o tamanho da honra de ter Betty Faria fazendo minha sogra na ‘Cara do Pai’. Feliz demais”. Já Mel Maia brincou com filtros e fez a atriz aparecer disfarçada de cachorrinho. “Doçura de vovó”, elogiou a garota. A Globo ainda não definiu quando exibirá a participação de Betty Faria, porque “A Cara do Pai” está em hiato. O criador da atração, o roteirista Paulo Cursino (“De Pernas pro Ar” e “Até que a Sorte nos Separe”) brigou com a emissora e abandonou a série devido à demora em definir a produção da 1ª temporada e a exigência, na véspera da estreia, da produção de mais capítulos. O projeto foi aprovado e, em agosto, Cursino recebeu a encomenda de escrever mais 12 episódios em tempo recorde. Segundo disse ao colunista Flávio Ricco, do UOL, o trabalho deveria ser feito “sem equipe e em menos de três meses”. Ele acabou não aceitando as condições impostas e, diante do impasse, preferiu se afastar do projeto e se desligar da Globo. Mesmo assim, a Globo manteve a estreia do programa para dezembro, com apenas os quatro episódios já escritos, estrelados por Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”) e Mel Maia (“Qualquer Gato Vira-Lata 2”). Acabou que só três foram exibidos. A ideia agora é continuar a produção com novos capítulos sob responsabilidade de Daniel Adjafre (das séries “S.O.S. Emergência” e “Batendo o Ponto”).

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    Marcelo Adnet canta o novo trailer de Os Penetras 2 ao estilo de Anitta

    11 de janeiro de 2017 /

    O canal dos Penetras no YouTube divulgou um novo trailer do besteirol “Os Penetras 2 – Quem Dá Mais?”. A novidade fica por conta da trilha, uma paródia de “Bang”, de Anitta, em que Marcelo Adnet canta o que o espectador pode esperar do filme, com direito aos palavrões básicos que marcam o chamado humor nacional. A continuação traz de volta os protagonistas do primeiro longa, Marcelo Adnet e Eduardo Sterblitch, além de Stepan Nercessian, a russa Elena Sopova e Mariana Ximenes. Entre as novidades do elenco, incluem-se Danton Mello, em seu sexto besteirol consecutivo, e uma porção de youtubers, porque agora todos os besteiróis brasileiros têm que ter youtubers. A direção é novamente de Andrucha Waddington, que já foi mais conhecido por seus dramas premiados em festivais internacionais. A estreia vai penetrar nos cinemas em 19 de janeiro.

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    Minha Mãe É uma Peça 2 se mantém na liderança das bilheterias e chega a 5 milhões de telespectadores

    10 de janeiro de 2017 /

    A comédia brasileira “Minha Mãe É Uma Peça 2 – O Filme” manteve a liderança das bilheterias nacionais pelo terceiro fim de semana, mesmo enfrentando a estreia da aguardada animação “Moana”, da Disney. A diferença, porém, foi pequena. O besteirol estrelado por Paulo Gustavo fez mais R$ 16 milhões de quinta (5/1) a domingo (8/1). Fenômeno, o filme já tem uma renda total de R$ 66,3 milhões e está perto de ultrapassar 5 milhões de telespectadores. Já “Moana” abriu com R$ 14,93 milhões, seguida de longe por outra estreia da semana, a sci-fi “Passageiros, estrelada por Jennifer Lawrence e Chris Pratt, com R$ 8,5 milhões. O top 5 ainda inclui a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, com R$ 2,9 milhões, e “Rogue One: Uma História Star Wars”, com R$ 2,4 milhões. Os dados são do site Filme B.

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  • Etc,  Filme

    Christian Figueiredo apresenta seus amigos de escola retratados no filme Eu Fico Loko

    5 de janeiro de 2017 /

    No clima do filme “Eu Fico Loko”, o youtuber Christian Figueiredo resolveu apresentar seus amigos da época de colégio, inclusive uma antiga musa, introduzida ao som do sucesso polêmico “Deu Onda”, de MC G15. O filme vai retratar essa turma, mas com nomes fictícios e interpretados por atores. O próprio Christian será interpretado por Filipe Bragança (novela “Chiquititas”), embora também apareça na trama, como sua versão “adulta”. Dirigido pelo estreante Bruno Garotti (assistente dos dois “S.O.S.: Mulheres ao Mar” e “Linda de Morrer”, entre outras produções), o filme estreia na próxima quinta, dia 12 janeiro. Conheça abaixo os personagens reais da história.

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    Trailer e pôsteres de Internet – O Filme juntam um monte de youtubers

    5 de janeiro de 2017 /

    A Paris Filmes divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer de “Internet – O Filme”. É para ser uma comédia brasileira, como comprova a completa falta de graça da prévia. “Minha Mãe É uma Peça 2 – O Filme” também lançou um trailer sem graça e estourou nas bilheterias. Por esta lógica, “Internet – O Filme” fará muito, mas muito mais sucesso. Vale reparar também na forma como a coleção de pôsteres traz o elenco se contorcendo para recriar as poses do cartaz de “Bill e Ted – Dois Loucos no Tempo” (1991). A “originalidade” fica por conta de molduras de iPad. A ideia de “Internet – O Filme” se resume a juntar um monte de adolescentes que faz sucesso com suas egotrips no YouTube como chamariz para o público de cinema. Segundo a sinopse, o filme terá oito esquetes, a partir de um encontro em uma convenção de youtubers, levando os personagens a vivenciarem momentos de descobertas, ira, equívocos, raiva, inveja e confusões em busca pela fama. O elenco “em busca da fama” inclui Christian Figueiredo, Rafael Cellbit, Gusta Stockler, Teddy, Júlio Cocielo, Felipe Castanhari, Paulinho Serra, Cauê Moura, Nakada, Pathy dos Reis, entre outros. Kéfera Buchmann também estava nesta lista, mas ela saiu na frente com “É Fada”, e já tendo achado a fama ficou sem tempo em sua agenda para “Internet – O Filme”. A direção é de Fillipo Capuzzi Lapietra, que também estreia em longa-metragem. O lançamento estava marcado para janeiro, mas acabou adiado para 23 de fevereiro, visando sair da frente do filme de Christian Figueiredo, “Eu Fico Loko”, em que ele vive momentos de descobertas, ira, equívocos, raiva, inveja e confusões em busca pela fama.

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    Bilheteria inflada de Minha Mãe É uma Peça 2 revela que distribuidoras contabilizam mais de mil salas invisíveis no país

    26 de dezembro de 2016 /

    Os números impossíveis das estreias dos cinemas do fim de semana no Brasil chegaram. E enquanto a Paris Filmes celebra o fato de Paulo Gustavo ter mais Força que Darth Vader no Brasil, os recordes festejados revelam que as distribuidoras contabilizam mais de 1,5 mil salas invisíveis no país – ou seja, 50% mais salas que o circuito efetivamente mapeado pela Ancine. Segundo relatórios divulgados pelo site Filme B (veja a tabela completa abaixo), “Minha Mãe É uma Peça 2 – O Filme” registrou a segunda melhor estreia nacional do ano com R$ 8,7 milhões, ficando atrás apenas de “Os Dez Mandamentos – O Filme”. O longa foi visto por cerca de 715 mil pessoas nos últimos quatro dias e estreou em mais de mil salas, o que deveria equivaler a um terço do parque exibidor nacional e também o consagraria como o maior lançamento entre as comédias nacionais de todos os tempos. O detalhe é que a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta” também foi lançado em circuito similar. E, para isso, era de se imaginar que “Rogue One – Uma História Star Wars” precisasse sair de cartaz na maioria das salas em que se encontrava, uma semana após registrar uma das maiores estreias do ano no país. Mas não foi o que aconteceu. “Rogue One – Uma História Star Wars” apareceu em 2º lugar, com uma arrecadação de R$ 3,7 milhões, ainda em mais de mil salas, seguido por “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, que fez R$ 2,6 milhões em 980 salas. Basta vislumbrar o desempenho destes três filmes para perceber que, se os números de seus circuitos estão corretos, não deveria haver mais nenhum outro filme em cartaz no país. Em cinema algum. Há um ano, a Ancine publicou um balanço do parque exibidor nacional, revelando que o Brasil encerrou 2015 com um pouco mais de 3 mil salas em funcionamento. O país não atingia esta marca desde 1977 e, no ano passado, cresceu em ritmo recorde com um acréscimo de 304 novas telas. Entretanto, a se acreditar nos números divulgados pelo mercado neste fim de semana, em 2016 o Brasil ganhou, por baixo, mais de 1,5 mil salas. Afinal, ainda segundo dados do Filme B, os filmes em cartaz do 4º ao 10º lugares também estão sim, por incrível que pareça, em salas de cinema. Na verdade, os dados fornecidos garantem que eles ocupam mais de 1,2 mil salas! E estes são os blockbusters. Há ainda o circuito alternativo… Não houve, porém, um milagre chinês na expansão do parque cinematográfico nacional. O mais recente relatório da Ancine, relativo ao terceiro trimestre de 2016, informa que o circuito realmente cresceu. De 3003 para… 3098 salas! A página que contém estes números pode ser conferida abaixo. O relatório ainda revela que, no último trimestre, o mercado de exibição brasileiro teve até crescimento 27% menor que no mesmo período em 2015. A íntegra do texto pode ser lida neste link. Vale observar que diversas salas alternam alguns filmes ao longo da semana e até do dia, tornando plausível que haja mais cópias exibidas do que salas disponíveis, especialmente no interior, onde a falta de telas exige maior flexibilidade. Mesmo assim, seria improvável considerar que essa prática de exceção fosse capaz de fazer o circuito inflar 50%. Ou seria capaz? O que é mais razoável? Questionar se a Ancine subestima o mercado, se as distribuidoras superestimam seus números, se o levantamento do Filme B é totalmente equivocado ou se metade dos cinemas do país exibem mais de dois filmes por semana? Um terço três filmes? Um quarto quatro filmes? Pois a resposta oficial oferecida para o mistério é que, sim, até mais da metade dos cinemas brasileiros exibem mais de um filme ao mesmo tempo. Saiba mais sobre esta explicação e suas consequências na continuação deste artigo – aqui.

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    Minha Mãe É uma Peça 2 bate recorde e fatura maior dia de estreia do cinema brasileiro

    23 de dezembro de 2016 /

    A comédia “Minha Mãe É Uma Peça 2 – O Filme” levou 290 mil pessoas ao cinema no primeiro dia de exibição, segundo levantamento da ComScore. Trata-se do maior dia de estreia de um filme nacional em todos os tempos, batendo “Tropa de Elite 2” (2010), de José Padilha. Com algumas salas ainda a contabilizar, o número ainda deve aumentar. A estimativa do site Filme B é que a bilheteria da quinta-feira (22) alcance cerca de 313 mil espectadores. A bilheteria é consequência direta da acessibilidade. “Minha Mãe É Uma Peça 2 – O Filme” foi lançado com a maior distribuição já vista para uma comédia brasileira – e a segunda maior de todos os tempos para um filme nacional, atrás apenas de “Os Dez Mandamentos”. O tamanho disso é 1.160 salas. Isto é, um terço de todos os cinemas do país estão mostrando o ator Paulo Gustavo vestido de mulher. Com distribuição três vezes menor, lançado em 413 mil telas, o primeiro filme da dona Hermínia virou o longa nacional mais visto em 2013 (4,6 milhões de espectadores). O próprio Paulo Gustavo, intérprete da mãe do título, é um dos roteiristas, ao lado de Rafael Dragaud e Fil Braz, que escreveram o primeiro “O Filme”. Já a direção é de César Rodrigues, que comandou o ator em “Vai que Cola”, o “O Filme” de 2015.

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