U2 volta a soar dançante no primeiro clipe de seu novo disco
A banda U2 divulgou o primeiro clipe de seu novo disco em sua página do Facebook. Intitulada “The Blackout”, a música é dançante como a banda não soava desde o século passado. O clipe registra a banda ao vivo, com participação sonora da platéia, e foi filmado em Amsterdam no mês passado pelo diretor Richie Smyth, que trabalhou antes com o U2, justamente na fase dançante dos anos 1990 – nos clipes de “The Fly” e “Even Better Than the Real Thing”, entre outros. Ele também estreou como diretor de filmes no ano passado, à frente de “Jadotville”, produção da Netflix estrelada por Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”). A faixa faz parte do disco “Songs of Experience”, que começou a ser gravado em 2016 e ainda não possui previsão de lançamento. Na semana que vem, a banda pretende divulgar um novo single, “You’Re The Best Thing About Me”, além de mais informações sobre o álbum.
Clássico psicodélico dos Rolling Stones ganha clipe em homenagem a seus 50 anos
Os Rolling Stones lançaram um lyric video para “2000 Light Years From Home”, uma das músicas pioneiras do rock espacial, que completa 50 anos. O clipe antecipa o relançamento do álbum clássico “Their Satanic Majesties Request” (1967), considerado um dos discos mais psicodélicos de todos os tempos – obra-prima para alguns, “Sgt. Peppers” de segunda mão para outros. Dirigido por Lucy Dawkins (do documentário “My Secret World: The Story of Sarah Records”) e Tom Readdy (compositor de efeitos da série animada “Nina Needs to Go”), o vídeo é uma colagem psicodélica que evoca a arte do disco, mas também os primeiros curtas de ficção científica do cinema, dirigidos por Georges Méliès (1861–1938). As imagens desfilam astronautas, gurus, flores, outros mundos, dançarinas de can-can, exploradores renascentistas, demônios e garotas em trajes de banho, enquanto a letra surge na tela. A música clássica já tinha um registro, realizado com a banda, que pode ser visto abaixo para refrescar memórias. Mick Jagger declarou que escreveu a letra da música na Prisão de Brixton, onde esteve devido por três dias por porte de drogas, em junho de 1967. A edição de 50 anos de “Their Satanic Majesties Request” já está disponível para pré-venda e inclui versões remasterizadas das faixas do disco, além de um livro de 20 páginas com comentários do cineasta Rob Bowman e do ensaio fotográfico que o grupo fez para o LP original. O relançamento está marcado 22 de setembro pela gravadora ABKCO Records.
Novo clipe de Taylor Swift quebra recorde de visualizações do YouTube
O novo clipe da cantora Taylor Swift, “Look What You Made Me Do”, pulverizou os recordes de visualização do YouTube, visto 38,9 milhões em 24 horas. Disponibilizado no domingo (27/8), durante a premiação Video Music Awards 2017 da MTV, o vídeo dirigido por Joseph Kahn (mesmo diretor de “Bad Blood”) deixou para trás o recorde americano de Adele (“Hello”) e até o internacional de Psy (“Gentleman”). Os números, claro, não pararam aí. E 36 horas depois o clipe já ultrapassou 50 milhões de visualizações. É um fenômeno. Superprodução, o clipe mostra a cantora como diversas personagens, muitas vezes interagindo consigo mesma de forma autorreferencial. Veja abaixo e clique aqui para entender o contexto das imagens.
Taylor Swift vira zumbi, supervilã e enterra sua reputação em clipe superproduzido
Taylor Swift lançou seu novo clipe, “Look What You Made Me Do”, durante o Video Music Awards 2017, e imediatamente virou trending topic. Superprodução, o clipe mostra a cantora como diversas personagens, muitas vezes interagindo consigo mesma de forma autorreferencial. Ela começa como zumbi, saindo do túmulo em que foi enterrada sua reputação, com o mesmo vestido do último clipe do ano passado, “Out of the Woods”, mas logo vira supervilã de quadrinhos, com direito a chá servido por cobras – referência a um emoji que Taylor conhece muito bem, graças a Kim Kardashian. Há também um banho de jóias preciosas, em que se destaca uma nota comum de um dólar – recentemente, ela ganhou o valor (simbólico) na justiça, num caso contra o DJ David Mueller. Ela também finge apontar uma arma nesse momento, que seria uma referência ao roubo das jóias de Kardashian em Paris. Alimentando outra rixa, bem mais produtiva (a carreira de ambas lucra com isso), surge em seguida num carro parecidíssimo ao que Katy Perry dirigiu no clipe “Waking Up in Vegas” – e segurando um prêmio Grammy, que Katy nunca venceu – , antes de assaltar um banco batizado de Streaming Co – referência às suas críticas aos rendimentos que os serviços de streaming pagam aos artistas. Mais referências: pessoas que parecem manequins, como seu “esquadrão” de supostos amigos falsos (bonitos e produzidos demais para serem de verdade), e camisetas com coraçãozinho e suas iniciais, como a usada pelo ator Tom Hiddleston durante seu namoro. Os efeitos visuais são deslumbrantes, mas se superam na sequência em que uma multidão de Taylors se amontoa, tentando subir no topo de uma montanha humana, que ela própria domina. Quando a música termina, o clone clube de Taylor discute entre si, e o curioso é que algumas delas vêm de outros vídeos, como a Taylor country de violão e outras versões “pobrezinhas” de músicas de coração partido, que a nova Taylor reprime. Mas talvez a mais significativa seja a Taylor com o Astronauta Prateado nas mãos, lembrando sua vitória no VMA de 2009 e também o início de sua rixa com Kanye West. Entre as frases ditas, há mais citações: às críticas que dizem que sua cara de surpresa ao ganhar prêmios são falsas, à reclamação de que ela sempre se faz de vítima nas confusões em que se mete, ao rótulo de vadia que ganhou na canção “Famous”, de Kanye, e diversas declarações dadas ao longo da carreira. Quem orquestra este coral de intertextos é um mestre, o diretor Joseph Kahn, um dos mais premiados realizadores de videoclipes deste século, responsável pelo melhor vídeo anterior de Taylor, “Bad Blood” – e muitos outros. Com uma levada de hip-hop que não costumava existir em seu repertório, “Look What You Made Me Do” é daqueles clipes para ver, rever e encontrar cada vez mais camadas de informação. E, ainda por cima, diverte e faz o corpo balançar. Quem orquestra este coral de intertextos é um mestre, o diretor Joseph Kahn, um dos mais premiados realizadores de videoclipes deste século, responsável pelo melhor vídeo anterior de Taylor, “Bad Blood” – e muitos outros.
Kendrick Lamar domina a premiação de clipes da MTV
O rapper Kendrick Lamar foi o grande vencedor do Video Music Awards 2017, premiação de clipes da MTV, que aconteceu na noite de domingo (27/8) em Los Angeles, nos EUA. Ele recebeu o troféu de Melhor Vídeo do Ano — o principal da noite — por “Humble”, faixa de seu mais recente disco, “DAMN.” Além disso, o vídeo faturou ainda como Melhor Clipe de Hip-Hop e foi reconhecido nas categorias de Direção (Dave Meyers), Fotografia, Direção de Arte e Efeitos Visuais. “Humble” merece tudo isso? Lançado em março, o clipe é um exercício de técnica, edição e efeitos. Tire a dúvida abaixo. Na disputa de Artista do Ano, porém, Ed Sheeran levou a melhor. Vale lembrar que ele emplacou três clipes que foram hits consecutivos no começo do ano, entre eles “Shape of You”, que tem impressionantes 2,2 bilhões de visualizações no YouTube. A cerimônia foi apresentada por Katy Perry e teve um forte tom político. Pela primeira vez, o VMA concedeu um prêmio para “melhor luta contra o sistema”, e todos os indicados na categoria foram considerados vencedores. O anúncio do prêmio foi feito pela mãe de Heather Hayer, que morreu há duas semanas em um ataque de um simpatizante nazista em Charlotsville. O evento também distribuiu prêmios para Fifth Harmony, Twenty One Pilots, Kanye West, Khalid, Zedd, Alessia Cara e para o dueto de Zayn em Taylor Swift (“I Don’t Wanna Live Forever”, da trilha do filme “Cinquenta Tons Mais Escuros“, foi eleita a Melhor Colaboração do Ano). A cantora Pink foi a homenageada da edição deste ano, e levou para casa o troféu Michael Jackson, que já foi entregue a nomes como The Beatles, David Bowie, Madonna, Rihanna, Beyoncé e Guns N’ Roses. Além das estatuetas de Astronautas, o evento ofereceu palco para apresentações da maioria dos premiados, como Kendrick Lamar, Alessia Cara, Ed Sheeran, Fifth Harmony e Pink, sem esquecer de Miley Cyrus, Katy Perry e Nicki Minaj, que entoaram novas canções. Aproveitando a audiência do programa, exibido pela MTV em vários países do mundo, Taylor Swift ainda lançou oficialmente o clipe de “Look What You Made Me Do” (que estará em seu disco “Reputation”, com lançamento em 10 de novembro).
Ator de Stranger Things estrela clipe de cantor da série Glee
A banda dos irmãos Criss, Computer Games, lançou um clipe estrelado por Gaten Matarazzo, o Dustin de “Stranger Things”. Mas a voz que ele dubla também é conhecida das séries, como a de Blaine de “Glee”. Darren Criss ainda viveu recentemente o vilão Mestre da Música no crossover musical de “Supergirl” e “The Flash”, e estará na 2ª temporada de “American Crime Story”. Ele e o irmão Chuck fundaram o Computer Games neste ano e “Lost Boys Life” é o segundo single da dupla e faixa-título de seu EP de estreia. Os irmãos aparecem no clipe na cena do show ao vivo, quando Dustin brinca de guitar hero. A aparição do astro de “Stranger Things” tem motivação dupla. As músicas de Computer Games são influenciadas pelo que Darren e Chuck ouviam na infância – além de videogames e filmes da época. Ambos nasceram nos anos 1980, época em que se passa a série da Netflix, mas apesar de trintões suas canções refletem propositalmente sentimentos adolescentes. Para quem nasceu depois, vale observar que o tipo de música que os Criss idolatram já era velho na época em que surgiu: rock baladeiro influenciado por synth pop. Mas o repertório faz sentido para um cantor que se destacou na série que voltou a tornar a banda Journey popular. Ecos de Toto e Phil Collins também assombram o repertório.
Clipe oficial de Swish Swish, de Katy Perry, é o mais divertido do ano
A cantora Katy Perry divulgou o clipe oficial de sua música “Swish Swish”, aquela que teve o “lyric vídeo” estrelado por Gretchen. A brasileira não repete sua participação, mas não faltam convidados na superprodução musical. No lugar dela, há atores americanos como Gaten Matarazzo (da série “Stranger Things”), Terry Crews (série “Todo Mundo Odeia o Chris”), Jenna Ushkowitz (série “Glee”) e Molly Shannon (série “Wet Hot American Summer”), entre outros. Dirigido por Dave Meyers (responsável pelo clipe de “A Bela e a Fera” com Ariana Grande e John Legend), “Swish Swish” se passa durante um jogo de basquete com características de desenho animado – como a série clássica dos “Globetrotters” e o longa “Space Jam”. No vídeo, o time dos Tigres, formado por Perry, Matarazzo, Ushkowitz e outros “pernas-de-pau”, leva um baile dos rivais, o time dos Cordeiros, que só tem atletas marombados – e cujo símbolo é um lobo em pele de cordeiro. Detalhe: o gigante que encara a cantora é ninguém menos que Hafþór Júlíus Björnsson, o Montanha de “Game of Thrones”. Não faltam cenas malucas, como explosões de cabeças e jogador que literalmente come a bola. Mas quando Nicki Minaj entra no intervalo, para cantar seu rap, Perry e sua equipe se inspiram para virar o jogo. E o placar final é a vitória da diversão. “Swish Swish” é o clipe mais divertido do ano. Mas os fãs de Taylor Swift podem discordar, já que o vídeo também é mais um round na briga entre as estrelas. Para quem não lembra, Katy chamou Taylor de “Regina George em pele de cordeiro”, fazendo uma referência à vilã do filme “Meninas Malvadas”, num tuíte que já tem três anos. Perry provoca com a rima de “Swish Swish” e “bish”, que vai virar gíria, irresistível com sua base eletrônica de house e hip-hop dos anos 1980.
Filhas de Dave Grohl estrelam novo clipe do Foo Fighters
A banda Foo Fighters divulgou o clipe de “The Sky Is A Neighborhood”, que tem direção do cantor Dave Grohl e é estrelado por suas filhas, Violet, de 11 anos, e Harper, de 8. Bastante estilizado, o vídeo mostra as meninas numa cabana, lendo as letras da música em um livro antigo, enquanto o grupo começa a tocar sobre seu teto. À medida que a música se torna mais pesada, as meninas percebem a agitação sobre suas cabeças, saltando de alegria no início, mas logo se irritam ao perceber que o barulho as impede de dormir. Sem falar nas luzes que passam a se infiltrar pelos buracos causados pelos pulos da banda no teto. As luzes, na verdade, vêm de objetos voadores não identificados, e quando atingem as meninas, elas começam a levitar. O clipe termina com Grohl olhando para cima, no teto, cercado por objetos brilhantes, num clima de “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1977). Nunca é demais lembrar que o nome Foo Fighters é uma referência a objetos voadores não identificados. A música faz parte do vindouro álbum “Concrete and Gold”, que a banda gravou com um produtor de música pop, Greg Kurstin (trabalhou com Adele, Sia, Pink e outras). O disco será lançado em 15 de setembro, e conta com participação de Paul McCartney , que toca bateria em uma faixa.
Novo clipe destaca fase “bem comportada” de Miley Cyrus
A cantora e atriz Miley Cyrus divulgou um novo clipe de seu próximo álbum. A música tem o título do disco, “Younger Now”, e entrega a contradição inerente em sua concepção – como se fosse possível ficar mais jovem com a passagem do tempo. A ideia por trás da premissa é expressa numa Miley mais comportada, que retoma suas raízes na música country e até contracena com uma boneca fantoche, um ato infantil – e a boneca ainda lembra Hannah Montana. Como ela era antes, mais jovem. O clipe também contrapõe crianças e dançarinas envelhecidas, algumas em drag, refletindo que o tempo realmente não para, o amadurecimento é inevitável, mas, por outro lado, o conservadorismo não é determinismo biológico. É importante, neste caso, atentar para a flagrante estética gay da produção, com drag queens e drag kings. A própria cantora assume a persona masculina do king em drag Elvis Presley durante boa parte do vídeo. Musicalmente, o neocountry de Miley é um neon country, com arranjo sintetizado que evoca os anos 1980 e, no cruzamento de influências, acaba soando como a banda The Killers. O vídeo é o segundo clipe do novo álbum, após
Clipe de Jay-Z que parodia a série Friends chega ao YouTube
O rapper Jay-Z liberou no YouTube seu clipe de “Moonlight”, que na verdade é remake de um episódio da série “Friends”. A única diferença é que quem interpreta os papéis são atores negros: Issa Rae (série “Insecure”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Tiffany Haddish (“Girls Trip”), Jerrod Carmichael (série “The Carmichael Show”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Lakeith Stanfield (“Snowden”). Lançado há uma semana com exclusividade na plataforma Tidal, de propriedade do próprio Jay-Z, o clipe agora chega ao resto da internet. Ele recria o começo de um episódio de “Friends” usando diálogos extraídos de um capítulo real da 3ª temporada: “The One Where No One’s Ready”. Um detalhe curioso é que, quando finalmente toca uma música, durante a cena que imita a abertura de “Friends”, ela não é de Jay-Z, mas do trio clássico de rap Whodini. A música que justifica o clipe, na verdade, só aparece após 4 minutos e meio e dura menos de 2 minutos. E quando ela termina, vem a melhor piada de todo o vídeo: um áudio da cerimônia de premiação do Oscar 2017, que anuncia a vitória de “La La Land” sob aplausos esfuziantes, ao mesmo tempo em que o nome da música ocupa a tela: “Moonlight”. O clipe/sitcom foi dirigido por Alan Yang (criador da série “Master of None”). Confira e compare, logo abaixo, ao trecho de “Friends” que inspirou a produção. E, de quebra, um vídeo da música “Friends”, do Whodini, gravado em 1984.
Clipe romântico vira alvo de racismo e ameaças de morte no YouTube
A cantora norueguesa Sophie Elise, de 22 anos, passou a receber ameaças de mortes, ataques racistas e promessas de violação sexual após gravar o clipe de “All Your Friends”, que acompanha sua nova balada pop descartável. Tudo porque, no vídeo romântico, aparece namorando um jovem negro, interpretado pelo ator Kingsford Siayor, de origem ganesa. O conteúdo ofensivo ocupou praticamente toda a área de comentários do vídeo no YouTube. Em entrevista para a BBC, ela revelou que teme pela própria vida e tem evitado sair de casa. E a paranoia reflete o fato de que “apesar de estarmos em 2017, esse tipo de coisa ainda acontece”. “Eu sou uma pessoa pública na Noruega há cerca de seis anos, então estou acostumada a receber comentários odiosos”, disse Sophie. “Mas eu realmente não achei que as pessoas se importariam com a cor do cara que fez o vídeo comigo. Tem muito ódio rolando, é a coisa mais brutal que já vi em minha vida”. Sophie mantém o vídeo no ar, mas fechou seu canal para comentários. Veja abaixo o clipe água com açúcar que despertou as bestas-feras.
Música de Guardiões da Galáxia Vol. 3 ganha clipe com David Hasselhoff e elenco do filme
A música “Inferno”, gravada pelo ator David Hasselhoff para a trilha sonora de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, ganhou um clipe. Hasselhoff tem um pequeno papel no filme, o que explica – sem dar maiores spoilers – porque “Inferno” toca durante os créditos finais. A música é creditada à banda fictícia Sneepers, inventada pelo diretor James Gunn e o compositor Tyler Bates. Gunn, por sinal, aparece como baterista no clipe, com costelas gigantes. Além dele, alguns dos Guardiões da Galáxia também aparecem em cena, dançando com roupas e perucas do começo dos anos 1980. Karen Gillan, Zoe Saldana e Pom Klementieff roubam a cena, mostrando que são muito mais atraentes sem as maquiagens alienígenas do filme. Já o contrário pode ser dito para Dave Bautista, que encontrou uma peruca terrível para usar. Nem todos são fáceis de identificar, e não é porque estão disfarçados de robô, como Chris Pratt. O clipe tem uma estética de VHS e recria o clima espacial dos últimos dias da discoteca. O detalhe é que não é James Gunn quem assina sua direção. A façanha coube a David Yarovesky (do terror B “A Colmeia”). O vídeo musical foi concebido como extra do Blu-ray de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, que chega às lojas em 22 de agosto, pouco mais de três meses após o lançamento nos cinemas. Tem até pôster e vídeo de bastidores para acompanhar, veja abaixo. .@DavidHasselhoff goes BTS of "Inferno."Pre-Order #GotGVol2 & get it Tuesday with Extras including the music video!https://t.co/4e52tg8sFH pic.twitter.com/uJdHtCQM1L — iTunes Movies (@iTunesMovies) August 6, 2017
Mahershala Ali treina boxe no novo clipe de Jay-Z
O rapper Jay-Z liberou no YouTube o clipe de “Adnis”, que tinha sido divulgado com exclusividade no Tidal no último fim de semana. O clipe é estrelado por Mahershala Ali, vencedor do Oscar 2017 de Melhor Ator Coadjuvante por “Moonlight”. Ele aparece em preto e branco, treinando como um lutador de boxe. O suor se junta à expressões que sugerem uma luta contra seus próprios demônios pessoais. Além de Ali, Danny Glover (“Máquina Mortífera”) também participa do vídeo, de bengala e à distância, como veterano que já lutou suas próprias batalhas. A direção é do cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”) em sua quarta parceria com o rapper, após os clipes de “99 Problems”, “Picasso Baby” e a recente animação “The Story of O.J.”.












