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    Veja os 30 melhores clipes indies de setembro

    4 de outubro de 2022 /

    Conheça 30 clipes de artistas da cena independente internacional que se destacaram entre os lançamentos do mês de setembro no YouTube. A lista tem clipes de bandas novas, veteranas, synthpop polonês, dreampop japonês e muito mais. Entre os destaques, o som e o visual oitocentista da polonesa Sexy Suicide, o cover da cantora pop Charli XCX gravado por NewDad, a prévia do novo álbum de The Big Moon, que chega em 14 de outubro, e um clipe inédito de uma música de 2002 do Ladytron, que faz parte das comemorações dos 20 anos do álbum “Light & Magic”. Os vídeos foram organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge). Experimente ver/ouvir a videotecagem sem saltar as faixas e, de preferência, sem as interrupções de anúncios do YouTube.    

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    Parceria de Elton John e Britney Spears ganha clipe oficial

    28 de setembro de 2022 /

    A parceria entre Elton John e Britney Spears ganhou um clipe oficial. Realizado sem a presença dos cantores, o vídeo de “Hold Me Closer” traz vários pares de dançarinos compartilhando gestos e afetos numa coreografia de intimidades. A produção de dança contemporânea foi dirigida por Tanu Muino e rodada em cenários coloridos da Cidade do México. Muino venceu o Video Music Awards da MTV em 2021 como Melhor Diretor por “Montero (Call Me by Your Name)”, de Lil Nas X. Curiosamente, Britney e Elton também não se encontraram presencialmente para trabalhar na música. A Princesa do Pop trabalhou em estúdio, enquanto Elton participou através de vídeochamada. “Hold me Closer” é uma recriação de “Tiny Dancer”, hit de 1971 do músico britânico, com referências também à “The One”, de 1991, e ao clássico das discotecas “Don’t Go Breaking My Heart”, de 1976. A gravação foi produzida pelo vencedor do Grammy Andrew Watt, que já trabalhou com artistas tão diferentes quanto Miley Cyrus, Justin Bieber, Pearl Jam e Ozzy Osbourne. Com batida dançante, a faixa segue a fórmula do sucesso de “Cold, Cold Heart”, um mashup dos hits “Rocket Man” e “Sacrifice”, que Elton regravou num dueto com Dua Lipa no ano passado. A diferença é que dava para ouvir Dua Lipa na música anterior. A voz de Britney é totalmente desfigurada por efeitos na faixa atual.

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    Billie Eilish lança clipes acústicos de novas canções

    24 de setembro de 2022 /

    A cantora Billie Eilish liberou dois clipes de performances intimistas de “TV” e “The 30th”, as faixas que ela lançou em julho no EP acústico “Guitar Songs”. Os vídeos foram gravados ao vivo no interior da estrutura da Cloud Florest (uma floresta dentro de uma estufa gigante), de Singapura, e trazem Billie acompanhada apenas pelo violão do irmão Finneas O’Connell. A mais interessante é “TV”, canção que comenta a cobertura de alguns acontecimentos recentes nos Estados Unidos, contrapondo a obsessão/alienação do público com o julgamento de Johnny Depp e Amber Heard com a falta de engajamento contra a tentativa conservadora de proibir o aborto no país. “A internet enlouqueceu assistindo estrelas de cinema em julgamento/ Enquanto eles estão derrubando Roe v. Wade (a decisão que permitiu o aborto nos EUA)”, diz um trecho da letra, que se refere à TV como anestesia.

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    Pabllo Vittar lança clipe com MC Carol

    24 de setembro de 2022 /

    Pabllo Vittar lançou o clipe de “Descontrolada”, que conta com a participação da lenda do funk MC Carol. Mistura de pop, techno e pancadão, a música é a primeira prévia do próximo álbum da drag queen mais famosa do Brasil, que ainda não tem título nem previsão de estreia. Depois de flertar com o sertanejo em “Batidão Tropical”, lançado no ano passado, a primeira faixa da nova era marca uma volta ao funk e às pistas de dança. O clipe tem direção de Gigs (“Taradinha”, da Lexa, Kevinho e Hitmaker) e aposta num visual “underground futurista”, com muitas cores vibrantes ao estilo das raves do final dos anos 1990.

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    Lil Nas X vira herói animado em clipe do novo tema de “League of Legends”

    22 de setembro de 2022 /

    A Riot Games divulgou o clipe de “Star Walking”, tema oficial do Worlds 2022, o novo torneio mundial de “League of Legends”, que foi gravado pelo rapper Lil Nas X. O clipe é um anime que mostra desafios dos jogadores, além do próprio rapper em estilo heroico, com direito até a capa de super-herói. No início desta semana, o astro se empolgou com o projeto e se autonomeou presidente do “LOL”. “Deixei minha marca na cultura pop de muitas maneiras, e agora é hora de enfrentar o mundo dos jogos. Serei o maior presidente de ‘League of Legends’ de todos os tempos”, ele disse num vídeo publicado em suas redes. “Também vou fazer o melhor hino do Worlds de todos os tempos e realizar o maior, mais legal e mais sexy Worlds da história de todos os mundiais”, completou o rapper. Little Nas X também colaborou na criação de uma skin para o novo campeão do torneio, chamado K’Sante, o Orgulho de Nazumah, que será revelada no dia 3 de novembro e estará disponível para o jogo a partir do dia 14 do mesmo mês.

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    Björk lança clipe fúnebre para expressar luto por sua mãe

    22 de setembro de 2022 /

    A cantora Björk lançou um clipe ritualístico para a música “Ancestress”, em que lidera uma procissão fúnebre para o interior de um vulcão dormente no interior da Islândia. Ela e suas acompanhantes usam véus vermelhos, refletindo a atual fase da cantora, que tem aparecido geralmente com máscaras ou maquiagens chamativas sobre o rosto. A exceção é do único homem presente na peregrinação. Com véu e roupas brancas, ele segue para sua própria morte. A produção performática reflete o luto de Björk pela morte de sua mãe. A música foi feita em homenagem à ativista ambiental Hildur Rúna Hauksdóttir, que faleceu em 2018. “O tempo da minha ancestral está acabando/ A sua rebelião, um dia vibrante, se apagando”, canta a artista islandesa na letra. A direção é de Andrew Thomas Huang, que já tinha feito cinco clipes para a cantora, entre 2012 e 2017. “Ancestress” faz parte do 10º álbum de Björk, “Fossora”, que tem lançamento marcado para 30 de setembro. Anteriormente, a artista já havia revelado vídeos para “Atopos” e “Ovule”, todos bem menores, mas igualmente simbólicos, refletindo uma obra nada comercial, marcada por arranjos dissonantes – até dodecafônicos. Ela vem cantar esse repertório hermético no Brasil em 5 de novembro, como uma das atrações do festival Primavera Sound 2022, em São Paulo.

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    “Losing My Religion”, do R.E.M., atinge 1 bilhão de views no YouTube

    22 de setembro de 2022 /

    O icônico clipe de “Losing My Religion”, hit de 1991 da banda R.E.M., ultrapassou 1 bilhão de visualizações no YouTube. Apesar do vídeo ser do começo da década de 1990, ele só entrou no YouTube duas décadas depois, em 2011. Dirigido por Tarsem Singh (“A Cela”) antes de virar cineasta, o clipe é um dos poucos em que o vocalista Michael Stipe aparece cantando a letra da canção. Com quase cinco minutos, também apresenta os músicos do R.E.M. tocando, além de cenas de figuras de diferentes religiões do passado histórico. Singh disse à Rolling Stone em 2016 que o vídeo foi inspirado no conto de Gabriel Garcia Marquez “A Very Old Man With Enormous Wings”, no qual uma figura que parece ser um anjo aparece misteriosamente em uma pequena cidade litorânea. No clipe, Michael Stipe e alguns personagens aparecem com asas de anjo. O clipe de “Losing My Religion” venceu dois Grammys e o troféu de Vídeo do Ano no MTV Video Music Awards de 1991. E agora se tornou o sexto clipe dos anos 1990 a atingir 1 bilhão de visualizações no YouTube, depois de “November Rain” (1992) do Guns N’ Roses, “Smells Like Teen Spirit” (1991) do Nirvana, “Zumbi” (1994) dos Cranberries, “I Will Always Love You” (1992) de Whitney Houston e “Barbie Girl” (1997) de Aqua.

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    Artistas se juntam em clipe coletivo para “virar voto” em Lula

    21 de setembro de 2022 /

    Depois do “Hino ao Inominável”, um vídeo musical contra Bolsonaro, vários artistas voltaram a se juntar em “Vira Voto”, clipe a favor de Lula nas eleições presidenciais. No vídeo, cantores e atores fazem uma arma com a mão, sinal associado a Bolsonaro, para em seguida girarem o punho e transformarem o gesto no “L” associado a Lula. Tudo isso ao som de um pagode, entoado por Nando Reis, Alinne Moraes, Mateus Solano, Dado Villa Lobos, Cissa Guimarães, Caetano Veloso, Daniela Mercury, Duda Beat, Arnaldo Antunes, Caco Ciocler, Silvero Pereira, Maria Bethânia, Mart’nália, Cláudia Abreu, Zezé Polessa, Bruno Garcia, Drica Moraes, Deborah Evelyn e Mônica Martelli, entre outros. A campanha foi feita pelos coletivos Mídia Ninja e 342 Artes.

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    Os 20 melhores clipes indies do mês

    18 de setembro de 2022 /

    A seleção de clipes abaixo reúne 20 artistas da cena independente internacional que se destacaram entre os lançamentos do mês de agosto. A lista tem clipes de estreias, veteranos como The Breeders e até uma artista brasileira. Os vídeos foram organizados numa playlist – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge) – na ordem de uma videotecagem. Experimente ouvir sem saltar as faixas e, de preferência, sem as interrupções de anúncios do YouTube.     | PLAYLIST | AGOSTO   O QUE TEM NA PLAYLIST:   | SPORTS TEAM | A banda londrina lança seu segundo álbum (“Gulp!”) na sexta (23/9). Com um som que evoca o britpop de Supergrass e o revival pós-punk de Franz Ferdinand, “The Drop” é o quarto single do disco, que aparentemente só tem “hits” (isto é, alt-hits). | THESE NEW SOUTH WHALES | Os (pós-) punks australianos fazem a música mais barulhenta da seleção – punk encontra shoegazer. E eles também estrelam um podcast cultuadíssimo, “What A Great Punk”, tem seu próprio programa de comédia, “TNSW Tonight!”, e uma série pseudocumental no Comedy Central que fez o site NME batizá-los de “o Flight of the Conchords punk”. | GIFT | O grupo nova-iorquino parece vir de Manchester em 1991. Mas além da clara influência de The Charlatans, também é possível perceber psicodelia e rock progressivo (Yes) no arranjo de “Gumball Garden”, o primeiro single de seu álbum de estreia, “Momentary Presence”, com lançamento marcado para 14 de outubro. | HATCHAM SOCIAL | Formada em 2006, a banda londrina está preparando um álbum de retrospectiva de sua carreira, que inclui uma nova versão de “Hypnotise Terrible Eyes”, lançada em 2009. O novo mix, feito por Baxter (o filho do punk clássico Ian) Dury, evidencia a influência de Echo and the Bunnymen, que era soterrada por guitarras dissonantes na gravação original. | GRAZER | Mollie Wilson e Matt Spiller formaram Grazer em Merlbourne, Austrália, em 2019, inspirados no shoegaze britânico do começo dos anos 1990. O álbum de estreia (“Melancholics Anonymous”), do qual faz parte o single “In My Winter”, saiu em agosto. | SORRY | O quinteto londrino dá uma mostra do segundo álbum (“Anywhere But Here”) com o lançamento de “Sorry”, uma ode ao amor compulsivo com frases como “I need you”, “I found you”, “I love you!” | THE BREEDERS | A banda de Kim Deal, que teve seu auge nos anos 1990 com “The Last Splash”, continua ativa e com a mesma formação, mas “Metagoth” é de 2018. Apesar do clipe ter saído em agosto, a faixa faz parte do álbum “All Nerve” e foi composta pela baixista Josephine Wiggs em homenagem a seus dias de gótica. | WINTER (FT. HATCHIE) | “Ready to Go” é uma parceria entre a brasileira Winter (Samira Winter) e a australiana Hatchie (Harriette Pilbeam), que ainda conta com o australiano Joe Agius (da banda de Hatchie e do Rinse) na guitarra e na câmera de vídeo (ele dirige o clipe nas ruas de Los Angeles). A curitibana Winter está há uma década nos EUA e vai lançar seu quarto álbum, “What Kind of Blue Are You?”, em 14 de outubro. | PALE BLUE EYES | A canção “Little Gem” apresenta o dreampop do álbum de estreia do trio inglês. “Souvenirs” foi lançado na primeira semana de setembro. | FAZERDAZE | A neozelandesa Amelia Murray, mais conhecida como Fazerdaze, foi precursora da recente tendência de grunge melódico com seu EP de estreia em 2014, mas estava sumida desde seu brilhante primeiro álbum de 2017. Um dos motivos foi a fricção com ex-músicos de sua banda, situação que inspira as músicas de seu retorno “solo”, como “Break!”. | HOUSEWIFE | As canadenses Brighid Fry e Pascale Padilla se chamavam Moscow Apartment desde 2020. Mas com a invasão da Ucrânia viraram Housewife. E não foi só isso que mudou. Seu som evoluiu do indie folk acústico para o shoegazer suave com guitarras microfonadas. | STELLA DONNELLY | A cantora australiana se inspirou nos casais que atravessaram a pandemia ponderando se deviam romper ou se casar de vez para conceber “How Was Your Day?”, canção que usa frases de diálogos genéricos e uma base acústica que evoca bandas indies dos mid-1980s. Faz parte do álbum “Flood”, lançado no final de agosto. | 7EBRA | “If I Ask” é o primeiro single das irmãs gêmeas suecas Inez e Ella, que estão gravando seu álbum de estreia com o produtor Tore Johansson, conhecido por seus trabalhos com as bandas The Cardigans e Franz Ferdinand. Sai no começo de 2023. | WHITMER THOMAS | O comediante americano tem especial de humor na HBO e uma filmografia com participações em mais de 50 filmes e séries. E ainda é cantor. A música “Rigamarole”, que remete ao pop oitocentista de The The e Man Without Hats, faz parte de seu segundo álbum, “The Older I Get the Funnier I Was”, com lançamento marcado para 21 de outubro. | EZRA FURMAN | A balada “Poor Girl a Long Way from Heaven” é o mais recente single do álbum “All of Us Flames”, lançado em 26 de agosto, e o clipe marca a segunda participação da atriz trans Daphne Always num clipe da cantora trans – e bissexual – americana. | SILVERSUN PICKUPS | Com duas décadas de estrada, a banda de Los Angeles lançou em agosto seu sexto álbum, “Physical Thrills”, produzido por ninguém menos que Butch Vig (produtor de “Nevermind”, do Nirvana, e baterista da banda Garbage). Apesar da cantora Nikki Monninger aparecer sozinha no clipe da balada “Alone on a Hill”, a formação é a mesma desde 2002. | MATCHING OUTFITS | “It Keeps Happening” é o single de estreia do trio feminino de Berlim, que lança seu primeiro álbum (“Band Made Out of Sand”) na quarta-feira (21/9). | BIG GIRL | O folk épico de “Summer Sickness” embala o primeiro clipe da banda queer nova-iorquina, que no momento está gravando seu álbum de estreia, previsto para janeiro de 2023. | MAMALARKY | A cantora-guitarrista americana Livvy Bennett surpreende no novo single, ao combinar a estética twee com levada de jazz e bossa nova, ao estilo da melhor fase da banda sueca The Cardigans. O primeiro álbum saiu em novembro passado e “It Hurts” antecipa o segundo (“Pocket Fantasy”), que chega em 30 de setembro. | ALI MCGUIRK | O soul rústico ao estilo Stax de “X Boyfriends” marca a volta da cantora-compositora de Boston depois de cinco anos. O single faz parte do segundo álbum (“Til It’s Gone”), lançado na sexta passada (16/9)

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    Artistas lançam o “Hino ao Inominável”, música feita com as piores frases de Bolsonaro

    17 de setembro de 2022 /

    Os atores Wagner Moura, Bruno Gagliasso, o Professor Pasquale e vários cantores e músicos lançaram o “Hino ao Inominável”, uma música que relembra diversas frases e atitudes polêmicas do presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro. O hino, que é na verdade um manifesto musical de 13 minutos, ganhou um clipe publicado no YouTube neste sábado (17/9). A letra, escrita por Carlos Rennó, resgata frases horripilantes, desde a negação de que houve ditadura no Brasil, a preferência por ter um filho morto a um filho homossexual, falas racistas, a favor do assassinato de “bandidos”, ataques à imprensa e a recusa de dados científicos sobre a pandemia e o desmatamento na Amazônia. “Ao som raivoso de uma voz inconfiável que diz e mente, e se desmente e se desdiz”, como ressalta o trecho cantado por Wagner Moura. “Os versos citam literalmente ou se baseiam em declarações dadas pelo ‘inominável’ e encontradas na internet e em jornais”, descreveu Rennó.  A música foi composta por Chico Brown e Pedro Luís e seus múltiplos intérpretes incluem André Abujamra, Arrigo Barnabé, Bruno Gagliasso, Caio Prado, Cida Moreira, Chico Brown, Chico César, Chico Chico, Dexter, Dora Morelenbaum, Héloa, Hodari, Jorge Du Peixe, José Miguel Wisnik, Leci Brandão, Lenine, Luana Carvalho, Marina Íris, Marina Lima, Monica Salmaso, Paulinho Moska, Pedro Luís, Péricles Cavalcanti, Preta Ferreira, Professor Pasquale, Ricardo Aleixo, Thaline Karajá, Vitor da Trindade, Wagner Moura e Zélia Duncan. Numa das passagens mais polêmicas, os cantores Caio Prado e Marina Íris relembram quando Bolsonaro disse que as pessoas negras de um quilombo pesavam “sete arrobas” e não serviam para procriar: “Como se fôssemos, nós negros, animais. E ainda insiste que não é racista e que racismo não existe no país”, acrescentam. No Youtube, a descrição do vídeo diz: “Feito pra lembrar, pra sempre, esses anos sob a gestão do mais tosco dos toscos, o mais perverso dos perversos, o mais baixo dos baixos, o pior dos piores mandatários da nossa história. E pra contribuir, no presente, pra não reeleição do inominável”.

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    Supla lança cover “punk” de Harry Styles

    16 de setembro de 2022 /

    O cantor Supla lançou uma versão “punk” de “As It Was”, hit recente do inglês Harry Styles. As aspas são obrigatórias, porque o cover é muito mais influenciado por The Strokes que Sex Pistols. Supla chegou a postar a música em seu Twitter, dizendo ter gravado “só pela curtição”. Mas o sucesso da postagem, que somou quase 15 mil likes, parece ter convencido o artista a investir na sua divulgação, com direito a vídeo. A faixa ganhou um clipe básico, registrado num estúdio de gravação, que mostra o cantor e os músicos tocando sua – de fato – boa versão. “As It Was” deve integrar um projeto de covers, que Supla gravou com sua banda, Os Punks de Boutique, e que ainda não tem previsão de estreia. A lista de versões realizadas incluem opções ainda mais curiosas, como faixas de Nina Simone e Simon & Garfunkel. Compare abaixo a versão de Supla com a gravação original de Harry Styles.

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    BLACKPINK lança mais um clipe pra quebrar recordes

    16 de setembro de 2022 /

    O grupo sul-coreano BLACKPINK lançou um novo clipe, “Shut Down”, com seu tradicional visual colorido, muitos figurinos e cenários, ainda mais rap que o costume e referências à sucessos anteriores, como “Boombayah”, “Whistle” e “Kill This Love”, misturados com notas de “La Campanella”, clássico erudito do compositor e violinista italiano Niccolò Paganini. Essa mistura de elementos modernos e clássicos já tinha sido utilizada no clipe anterior da banda, “Pink Venom”, que quebrou recordes e nesta sexta (16/9) ultrapassou 300 milhões de visualizações no YouTube. As duas músicas fazem parte do aguardado segundo álbum do quarteto, intitulado “Born Pink”, que também foi lançado nessa sexta e conta com mais seis músicas inéditas. Antes mesmo do seu lançamento, o disco já somava mais de 1,5 milhões de pedidos de pré-venda. Eleito o “maior grupo feminino do mundo” pela revista americana “Time”, o BLACKPINK venceu recentemente o prêmio de Melhor Performance do Metaverso, no VMAs 2022. A banda formada por Lisa, Rosé, Jisoo e Jennie está se preparando para sair em turnê mundial a partir de outubro para promover o álbum. Elas já tem shows marcados na Ásia, Europa, Oceania e nos EUA, mas ainda não há menções à América do Sul.

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    Taylor Swift revela planos de virar diretora de cinema

    11 de setembro de 2022 /

    Depois de vencer o prêmio de Vídeo do Ano e Melhor Direção no MTV Video Music Awards, Taylor Swift pretende dirigir seu primeiro longa-metragem. A novidade foi revelada pela cantora durante sua participação no Festival de Toronto, onde apresentou no fim de semana uma versão estendida do premiado clipe/curta “All Too Well”. “Eu adoraria continuar dando pequenos passos à frente”, disse ela ao público do festival. “E eu acho que estou num lugar agora em que meu próximo passo de bebê não é um passo de bebê. Seria comprometer-me a fazer um filme. Adoraria ter a oportunidade, porque eu absolutamente, absolutamente adoro contar histórias dessa maneira.” Discutindo os tipos de narrativas que ela quer explorar, Swift disse: “Acho que sempre vou querer contar histórias humanas sobre emoções humanas. Eu nunca digo nunca, mas não consigo me imaginar filmando uma sequência de ação. Se isso acontecer um dia, honestamente, será uma evolução engraçada. Mas nem sempre me vejo contando histórias sobre desgostos extremos que debilitam emocionalmente por anos, porque acho que já fiz isso.” Swift também falou sobre os filmes que influenciaram a concepção do clipe “All Too Well”. “Na minha cabeça, há um período nos anos 1970 em que começamos a ver filmes românticos com dois personagens tão lindamente, intimamente entrelaçados, até que eles simplesmente se desmontam na sua frente e você simplesmente não consegue acreditar, como ‘Nosso Amor de Ontem’, ‘Love Story’, ‘Kramer vs. Kramer’. E então foram esses que me inspiraram, porque eu amo esses filmes…” Em termos de influências contemporâneas, Swift revelou-se fã de diretores independentes. “Eu acho que em termos de filmes modernos que eu amei e que provavelmente serviram para fazer esse curta, eu diria que ‘História de um Casamento’ foi realmente perturbador para mim por meses. E ‘The Souvenir’ partes um e dois, de Joanna Hogg. Na verdade, eu fiz o curta-metragem na época em que vi ‘The Souvenir Part II’, e fui inspirada pelo fato de ser sobre essa jovem que experimenta um desgosto extremo e depois faz algo com isso… um filme.” Ela também explicou por que levou 10 anos para fazer um clipe da canção, originalmente lançada no álbum “Red”, de 2012, e refeita na regravação inteira do disco, “Red (Taylor’s Version)”, lançada no ano passado. “A música era muito difícil porque era sobre algo que naquele momento [época da gravação original] era muito atual para mim”, disse ela. “Eu teria muita dificuldade em realizá-lo na época. Eu realmente tive que me forçar a me concentrar em outras coisas para tentar superar seu tema durante a turnê. Então não havia como ter feito um elemento visual para aquela música naquela época. Eu precisava de 10 anos de retrospectiva para saber o que eu faria para contar uma versão visual dessa história. E sou muito grata por ter sido capaz de fazer isso com uma reviravolta maluca do destino.” Vale lembrar que a cantora refez “Red” como parte de um projeto ambicioso de regravar toda a sua discografia, em protesto pelos direitos das fitas masters originais terem sido adquiridos por Scooter Braun, empresário de Justin Bieber e outros astros da música pop, sem que ela pudesse fazer nada. Seu primeiro disco inteiramente regravado foi “Fearless (Taylor’s Version)”, lançado poucos meses antes. Swift também explicou o significado do “cachecol” do vídeo, que se tornou um tópico de discussão favorito dos fãs. “Basicamente, o cachecol é uma metáfora”, disse ela. “E nós o tornamos vermelho porque o vermelho é uma cor muito importante neste álbum, que se chama ‘Red’. E dito isso, não vou me estender.” Swift também descreveu como a interpretação de Dylan O’Brien a impressionou, porque mesmo com ele sufocando Sadie Sink no relacionamento visto na tela, ela se pegou torcendo por ele também. “Eu sei que é problemático, mas eu fico assistindo e pensando ‘Ele é tão carismático’”, disse ela. “Ele é carismático, problemático, e eu ainda fico torcendo para que o casal resolva seus problemas, porque ele traz alguns pontos encantadores.” No clipe, Sink e O’Brien retratam um relacionamento que espelha a letra da música. Considerada uma das melhores composições de Taylor Swift, “All Too Well” teria sido inspirada pelo fim brutal de seu namoro com o ator Jake Gyllenhaal, encerrado por telefone. A música chega a mencionar um cachecol que ficou com o ator após o fim do romance – e ele chegou a usá-lo publicamente após o término. Originalmente, “All Too Well” tinha a duração de 10 minutos e uma letra com mais detalhes – a saga do cachecol é maior – , mas acabou sendo lançada com a metade da duração em 2012. Ela voltou no clipe com sua potência duplicada. E a regravação ficou tão boa que Gyllenhaal acabou massacrado nas redes sociais por fãs da cantora que foram relembrados da história. No clipe, O’Brien supostamente encarna Gyllenhaal enquanto Sink assumidamente vive Swift, com direito a uma discussão capaz de interromper a canção na metade da narrativa. Além de dirigir, Taylor Swift também escreveu o roteiro. O videoclipe viral, juntamente com uma apresentação da versão completa de 10 minutos no “Saturday Night Live”, ajudou Swift a ser registrada no Livro Guinness dos Recordes com a música mais longa a alcançar o 1º lugar na parada de sucessos Billboard Hot 100. A cantora vai lançar um novo álbum de músicas inéditas, “Midnights”, em 21 de outubro. Lembre abaixo o clipe/curta “All Too Well”.

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