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  • Filme

    Meg: Primeira foto oficial do filme de tubarão pré-histórico junta Jason Statham e Li Bingbing

    16 de outubro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou a primeira foto oficial de “Meg”, filme de tubarão pré-histórico, que começou a ser filmado na semana passada. A imagem reúne o ator britânico Jason Statham (“Velozes & Furiosos 7”) e a chinesa Li Bingbing (“Resident Evil 5: Retribuição”). “Meg” adapta o primeiro volume de uma franquia literária, iniciada em 1997 por Steve Alten e que já dura sete livros. Mas apesar do título, o protagonista dos livros não é o monstro, mas Jonas Taylor, um paleobiologista que estuda a espécie de tubarão Megalodon (vem daí o nome Meg), um dos maiores predadores conhecidos da pré-história. No filme, Taylor é vivido por Statham. A produção da Warner Bros. vai mudar a localização da primeira aparição de Meg. Nos livros, ela surgiu na costa da Califórnia, mas aparecerá nos cinemas próxima da China, uma alteração que visou fechar uma parceria financeira (com a Gravity Pictures). O projeto da adaptação existe desde a época do lançamento do primeiro livro, quando a Disney chegou a encomendar um roteiro a Belle Avery e Dean Georgaris (ambos do remake de “Sob o Domínio do Mal”). Na ocasião, a produção não foi adiante porque, ironicamente, a Warner lançou um filme similar, “Do Fundo do Mar” (1999). A nova versão foi escrita por James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”) e está sendo dirigida por Jon Turteltaub (“A Lenda do Tesouro Perdido”). O elenco também inclui Cliff Curtis (série “Fear the Walking Dead”), Robert Taylor (série “Longmire”), Rainn Wilson (série “The Office”), Masi Oka (série “Heroes”) e Ruby Rose (série “Orange Is the New Black”), que vai aparecer em mais três filmes de ação em 2017: “Resident Evil 6: O Capítulo Final”, “xXx: Reativado” e “John Wick – Um Novo Dia para Matar”. “Meg”, porém, só estreia em março de 2018.

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  • Série

    Fear the Walking Dead: Fotos e cena inédita mostram Nick cercado por zumbis

    15 de agosto de 2016 /

    O canal pago americano AMC divulgou 23 fotos e uma cena inédita do retorno de “Fear the Walking Dead”. A prévia mostra Nick (Frank Dillane) em apuros, cercado por zumbis. Ele também aparece na maioria das fotos, que ainda mostram a jornada de Travis (Cliff Curtis) e seu filho e o grupo com Victor Strand (Colman Domingo) e as mulheres sobreviventes, às voltas com um hotel abandonado. O trailer anteriormente divulgado já revelou que o hotel não é seguro e que Nick se safa, graças à chegada providencial de Luciana, personagem da atriz cubana Danay Garcia (série “Prison Break”), também registrada nas imagens. A série, que teve apenas seis episódios em sua temporada inaugural, aumentou para 15 capítulos no segundo ano, que começaram a ser exibidos em 10 de abril. Entretanto, a temporada foi dividida em duas partes, com os últimos oito episódios reservados para o segundo semestre. “Fear the Walking Dead” retorna com o episódio chamado “Grotesque” a partir de domingo (21/8). No Brasil, a série também é exibida pelo canal pago AMC.

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  • Filme

    Ressurreição tenta nova abordagem do milagre de Jesus sem mudar a conclusão

    23 de março de 2016 /

    Levar às telas uma história tão conhecida e fantástica quanto a de Jesus, especialmente a parte que envolve sua ressurreição, não é fácil. Aliás, as histórias bíblicas em geral se prestam a abordagens cada vez mais controversas. Há cineastas que preferem tratar os aspectos mitológicos de forma mais realista, dando o benefício da dúvida para os céticos, como Ridley Scott, em “Êxodo – Deuses e Reis” (2014), e aqueles que até extrapolam o caráter fantasioso das histórias, como Darren Aronofsky, em “Noé” (2014). “Ressurreição” opta pelo caminho mais seguro, usando o ponto de vista de um cético, até que, inevitavelmente, ele se torna crente. A verdade é que, desde “A Paixão de Cristo” (2004), de Mel Gibson, não aparece uma obra baseada na Bíblia (ou, no caso, no Novo Testamento cristão) que seja poderosa e emocionante de verdade. Naquele inspirado trabalho, Gibson não abriu mão do fantástico, do sobrenatural e da fé, mas fez um filme centrado na carne arrancada e no sangue derramado, com resultado extremamente realista. A história de “Ressurreição” começa depois daquela. Tem direção de Kevin Reynolds, cineasta que entrou numa espécie de “lista negra” após sofrer o repúdio da crítica e o martírio nas filmagens de “Waterworld – O Segredo das Águas” (1995), uma ficção científica que nem é tão ruim quanto sua fama, possuindo bons momentos. O amigo Kevin Costner (que estrelou “Waterworld”), inclusive, o convidou mais recentemente para dirigir uma minissérie para a televisão e o resultado foi muito satisfatório, o western “Hatfields & McCoys” (2012). O projeto de “Ressurreição” encontra Reynolds ainda em busca de redenção (na verdade, ele nunca pertenceu ao primeiro escalão). Na trama, Joseph Fiennes (“Hércules”) interpreta Clavius, um tribuno romano que entra em cena sem saber quem era aquele Jesus julgado e condenado à morte na cruz. Recém-chegado de uma luta contra judeus rebeldes, é convocado por Pilatos (Peter Firth, da série britânica “Spooks”) para ir até o Monte Gólgota, local da crucificação de Jesus, onde se passam as melhores cenas da produção. Clavius chega ao local no fim de tarde, após as últimas palavras do Nazareno terem sido ditas e enquanto os dois ladrões crucificados ao seu lado ainda gritavam e agonizavam de dor. O fato de Jesus ter morrido tão rápido já lhe parecia algo surpreendente, levando em consideração que muitos desses homens passavam até três dias para morrer. Daí a necessidade de quebrar-lhes as pernas para acelerar o processo. A premissa poderia resultar em imagens violentas, mas “Ressurreição” não busca o mesmo impacto de “A Paixão de Cristo”. Ainda assim, não deixam de ser perturbadores os gritos e a imagem da cruz caindo ao chão, para jogar os corpos em um buraco cheio de cadáveres. O corpo de Jesus, no entanto, não precisou ter suas pernas quebradas e foi reivindicado por José de Arimateia, homem que forneceu o sepulcro de sua família para acolher o corpo do “Rei dos Judeus”. Toda essa sequência é muito bem desenvolvida por Reynolds, mas a história sofre quando se torna um roteiro de investigação policial, levada adiante por Clavius, depois que se descobre que o corpo de Jesus desapareceu. O cineasta começa a perder a mão com problemas de timing nas sessões de interrogatório do romano, revelando as limitações da premissa de “CSI cristão” diante de um desfecho de uma anti-mistério, um fato de amplo conhecimento público. Por mais que se possa achar intrigante o inevitável encontro de Clavius com Jesus ressuscitado (Cliff Curtis, de “Fear the Walking Dead”, que, vale a pena reparar, não é branco nem tem olhos azuis), a situação cria um problema incontornável. Tratando até então de fatos históricos com extremo realismo, o filme precisa criar, a partir daí, uma atmosfera sobrenatural, de grande suspensão da descrença, para que o ceticismo de Clavius seja desmontado e usado como instrumento de transformação em fé pelo espectador. Ainda que reserve a panfletagem ostensiva para seu final, o resultado não é muito diferente da lição embutida na história da conversão de São Paulo.

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