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    Sci-fi clássica Scanners, de David Cronenberg, vai virar série

    30 de setembro de 2017 /

    A sci-fi clássica “Scanners – Sua Mente Pode Destruir” (1981), de David Cronenberg, vai virar uma série de TV. Segundo o site Deadline, o produtor Michael Ellenberg (série “The Leftovers”), ex-diretor da HBO, adquiriu os direitos da produção num leilão com vários estúdios, como Lionsgate, Paramount e Skydance, e pretende fechar um pacote de talentos, com roteirista, diretor e elenco, para apresentar a canais e plataformas de streaming interessados. Por enquanto, nenhum nome foi adiantado. O filme original acompanhava pessoas com poderes telepáticos e telecinéticos que eram caçadas por uma corporação sinistra. E causou frisson na época por mostrar explosões de cabeças em duelos de telepatas. Fez sucesso suficiente para ganhar duas sequências e dois spin-offs nos anos 1990. Em 2007, a Dimension Films tentou fazer um remake. O projeto não saiu do papel, mas deu início a uma tentativa de desenvolver a trama como série, numa produção do cineasta francês Alexandre Aja (“Piranha”). O roteiro não foi aprovado e a Dimension acabou perdendo os direitos sobre a franquia neste ano, o que abriu as portas para novos interessados.

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  • Filme

    Clássico sádico e polêmico, A Vingança de Jennifer ganhará continuação

    26 de setembro de 2017 /

    Um dos filmes mais violentos e polêmicos dos Estados Unidos vai ganhar continuação, 40 anos depois de sua estreia. Lançado em 1978, “A Vingança de Jennifer” (I Spit on Your Grave) provocou a ira dos críticos e do público, ao mesmo tempo em que entrou na história do cinema e virou cultuadíssimo pelos fãs de terror slasher, ao mostrar como uma vítima de estupro caçava e matava, com requintes de crueldade, os cinco homens que a atacaram. Segundo o site Bloody Disgusting, a continuação será chamada de “I Spit on Your Grave: Deja Vu” e voltará a trazer a atriz Camille Keaton de volta ao papel de Jennifer. Quatro décadas depois, a personagem se tornou uma autora de best-seller com uma filha adolescente, Christy, em Nova York. A trama trará a dupla de mãe e filha “caçada” pela família dos homens que Jennifer matou no primeiro filme. Até o diretor original, o isralense Meir Zarchi, estará de volta para a sequência, apesar de só ter dirigido mais um filme depois da polêmica de “A Vingança de Jennifer” – “Family and Honor”, em 1985. A continuação irá ignorar o remake feito em 2010, que foi lançado com o título de “Doce Vingança” no Brasil. Esse remake, por sinal, também teve continuações, em 2013, e 2015. Ainda não há previsão de lançamento para “I Spit on Your Grave: Deja Vu”.

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  • Música

    John Carpenter dirige clipe que resgata o tema do terror Christine – O Carro Assassino

    17 de setembro de 2017 /

    O célebre diretor de clássicos do terror John Carpenter voltou a dirigir. Mas não é um novo filme. Ele assina o clipe de “Christine”, música que integra seu novo disco de releituras de suas trilhas mais famosas. O vídeo recria o clima de “Christine – O Carro Assassino”, adaptação de Stephen King que ele realizou em 1983, utilizando a música-tema e o mesmo modelo de carro do filme, um Plymouth Fury vermelho de 1958. O carro dispara pelas ruas, até jogar seus faróis sobre uma jovem com problemas mecânicos e avançar… Quem viu o filme imagina um assassinato brutal. Mas a porta do veículo se abre e revela John Carpenter – de aparência sinistra, mas prestativo – oferecendo uma carona. Sim, John Carpenter dirige literalmente “Christine”. A garota em perigo é vivida por Rita Volk (da série “Faking It”). Pioneiro das trilhas sintetizadas em filmes de terror, o músico e cineasta é uma das maiores influências de diversas tendências do som eletrônico contemporâneo. Seu estilo musical pode ser traçado como principal referência da trilha da série “Stranger Things” e de filmes como “Corrente do Mal” e “Raw”, entre outras produções recentes. “Christine” integra o disco “Anthology: Movie Themes 1974-1998”, que reúne músicas de seus filmes, inclusive sua primeira composição para o cinema, o tema da sci-fi “Dark Star” (1974). Os projetos alternativos compensam a longa ausência do diretor de clássicos como “Halloween” (1978), “Fuga de Nova York” (1981) e “O Enigma de Outro Mundo” (1982) do cinema. Ele não filma desde “Aterrorizada” (2010).

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  • Filme

    Jamie Lee Curtis volta à franquia Halloween, 40 anos após estrelar o primeiro filme

    15 de setembro de 2017 /

    Michael Myers não é o único imortal da franquia de terror “Halloween”. A “vítima” favorita do psicopata mascarado também é, no mínimo, dura de matar. A produtora Blumhouse divulgou uma foto (acima) e uma notícia (abaixo) no Twitter que comprova: a atriz Jamie Lee Curtis vai voltar a viver Laurie Strode no próximo “Halloween”, que chegará aos cinemas 40 anos após a estreia do longa original, estrelado por ela própria. A atriz comentou a imagem em sua conta da rede social, acrescentando: “A mesma varanda. A mesma roupa. Os mesmos problemas. 40 anos depois. De volta a Haddonfield uma última vez para o Halloween”. A personagem sobreviveu a Michael Myers em três filmes da franquia original, “Halloween: A Noite do Terror” (1978), “Halloween II: O Pesadelo Continua!” (1981) e “Halloween H20: Vinte Anos Depois” (1998), mas teria finalmente morrido nas mãos do psicopata em “Halloween: Ressurreição” (2002). Depois disso, ela rejuvenesceu nos dois remakes de Rob Zombie, lançados em 2007 e 2009, ganhando interpretação da então adolescente Scout Taylor-Compton. A participação de Jamie Lee Curtis significa um resgate da história original, mas não se sabe como será explicada a morte da sua versão cronológica de Laurie Strode. O filme conta com aval do diretor John Carpenter, que escreveu, dirigiu e musicou o clássico que criou Myers e Strode. Mas, para surpresa dos fãs de terror, a direção será feita por David Gordon Green, responsável por comédias péssimas, como “O Babá(ca)” (2011) e o fracasso de Sandra Bullock “Especialista em Crise” (2015). Para completar, o roteiro foi escrito por ele e seu parceiro comediante, o ator Danny McBride. Os dois produziram juntos a série “Eastbound & Down” da HBO. Mas Carpenter garante que a história é muito boa. “David e Danny vieram ao meu escritório recentemente com Jason Blum (dono da Blumhouse) e compartilharam sua visão para o novo filme e … WOW. Eles entendem. Eu acho que vocês vão curtir. Eles me derrubaram”, o mestre do terror escreveu nas redes sociais. “Eu posso até fazer a música. Talvez. Seria legal. E você verá isso nos cinemas em 19 de outubro de 2018.” Jamie Lee Curtis returns to her iconic role as Laurie Strode in HALLOWEEN, released by Universal Pictures October 19, 2018. #HalloweenMovie pic.twitter.com/6tbbz2W1ZV — Blumhouse (@blumhouse) September 15, 2017

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    O Senhor das Moscas vai ganhar versão com garotas

    2 de setembro de 2017 /

    A Warner está planejando uma nova adaptação de “O Senhor das Moscas”, o romance clássico de sobrevivência e barbárie escrito por William Golding em 1954. O detalhe é que a trama será uma versão feminina da história. Em vez de garotos, serão garotas que lutarão entre si pela supremacia numa ilha deserta. No livro de Golding, um grupo de estudantes ingleses acaba em uma ilha depois de um acidente de avião, sem supervisão de adultos. No começo, eles se organizam e dividem as responsabilidades para criar uma sociedade funcional, mas um dos garotos monta um segundo grupo, mais rebelde que o primeiro, que acredita na lei dos mais fortes. A história funciona como uma parábola moral. “O Senhor das Moscas” já teve três adaptações cinematográficas, em 1963, 1975 e 1990, e é grande influência em produções tão diferentes quanto as séries “Lost” e “The 100”. Apesar da nova versão ser centrada em garotas, será escrita e dirigida por dois homens, David Siegel e Scott McGehee, que anteriormente trabalharam juntos em outra adaptação literária influente, “Pelos Olhos de Maisie” (2012), baseada no romance homônimo de Henry James. Não há previsão de estreia para a versão feminina, que não deve alterar seu título, já que “O Senhor das Moscas” não é um menino específico, mas uma cabeça de porco – que evoca a figura religiosa de Belzebu.

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    Tobe Hooper (1943 – 2017)

    28 de agosto de 2017 /

    O diretor de cinema Tobe Hooper, conhecido pelos clássicos de terror “Poltergeist” (1982) e “O Massacre da Serra Elétrica” (1974), morreu na Califórnia aos 74 anos. A causa da morte, que ocorreu na cidade de Sherman Oaks, não foi informada. Nascido em Austin, no estado americano do Texas, Hooper era professor universitário e produtor de documentários antes de virar diretor de longa-metragens. Ele estreou com o terror indie “Eggshells” (1969), sobre hippies numa floresta maligna, antes de criar um dos filmes de terror mais influentes de todos os tempos. Hooper rodou “O Massacre da Serra Elétrica” em 1974 por menos de US$ 300 mil, a partir de um roteiro que ele próprio escreveu, e contou com atores que nunca tinham feito cinema antes. Gunnar Hansen, por exemplo, queria ser poeta, mas precisava de dinheiro e foi fazer o teste para o filme que estava sendo produzido na sua região. Em seu livro de memórias, ele recorda que o diretor explicou rapidamente o personagem, dizendo que tinha problemas mentais e, apesar de parecer aterrador, sofria abusos de sua própria família insana. As sequelas traumáticas de sua infância impediram seu desenvolvimento, inclusive a fala, levando-o a apenas grunhir como um porco. Além disso, era tímido a ponto de viver sob uma máscara. O gigante islandês foi escalado para dar vida a um dos monstros mais famosos do terror moderno, Leatherface, o canibal rural que esconde o seu rosto atrás de uma máscara feita de pele humana e brande feito louco uma motosserra capaz de dilacerar instantaneamente os membros de suas vítimas. O personagem era um dos muitos assassinos brutais da família canibal do filme de 1974 e foi inspirado no serial killer Ed Gein. A cena final do longa, em que ele agita sua serra furioso numa estrada, é das mais icônicas do cinema. Mas o filme também eternizou outros takes perturbadores, como os close-ups extremos nos olhos da protagonista, amarrada numa mesa para jantar com canibais. Em busca de realismo, Hooper filmou até sangue real, quando Marilyn Burns se cortou inteira ao esbarrar em arbustos durante a perseguição mais famosa da trama, com Leatherface tocando o terror em seu encalço. Em 1999, a revista Entertainment Weekly elegeu “O Massacre da Serra Elétrica” como o segundo filme mais assustador de todos os tempos, atrás apenas de “O Exorcista” (1973). Mas, na época em que foi lançado, o filme perturbou muito mais que a superprodução do diabo, sendo proibido em diversos países. No Reino Unido e na Escandinávia, por exemplo, só foi liberado no final dos anos 1990. Mesmo assim, tornou-se uma das produções americanas independentes mais rentáveis nos anos 1970, segundo a Variety. “O Massacre da Serra Elétrica” foi lançado antes da febre das franquias de terror, quando qualquer sucesso ganhava continuação. Por isso, Hooper emendou a produção com outro filme similar, estrelado pela mesma atriz e passado na mesma região, mas com um psicopata e enredo diferentes. Em “Eaten Alive” (1976), um caipira que cuida de um hotel decadente no interior do Texas mata todo mundo que o incomoda e ainda aproveita os pedaços das vítimas para alimentar seu crocodilo gigante de estimação. “Eaten Alive” também marcou o início de uma tradição de brigas entre Hooper e seus produtores, que geralmente terminavam com ele sendo substituído na direção dos filmes. O diretor de fotografia do longa é creditado por parte das filmagens. Mas isto não foi nada comparado ao resultado de seu filme seguinte, “The Dark”, em que Hooper simplesmente abandonou o set no primeiro dia de filmagens. Era para ser um filme de zumbis, mas virou uma sci-fi com alienígenas, com uma trama e um elenco de pseudo-celebridades que dariam orgulho nos responsáveis por “Sharknado”. Desgastado, Hooper foi fazer um telefilme. E com “A Mansão Marsten” (1979), adaptação do romance “Salem’s Lot”, de Stephen King, voltou a mostrar sua capacidade de criar terror com baixo orçamento, desde que o deixassem em paz. Ele seguiu esse projeto com “Pague Para Entrar, Reze Para Sair” (1981), filme relativamente bem-sucedido sobre outro psicopata mascarado, numa época em que os psicopatas mascarados, novidade introduzida com Leatherface, tinham virado a norma do gênero. Mas todas as brigas com produtores de seu passado alimentaram inúmeras especulações a respeito de seu filme seguinte. Com o maior orçamento de sua carreira e o melhor resultado, tanto nas bilheterias como na própria qualidade da produção, “Poltergeist – O Fenômeno” (1982) não parecia com nada que Hooper tinha feito antes. John Leonetti, diretor de “Annabelle” (2014), era assistente de câmera do longa e recentemente deu força à teoria de conspiração, ao dizer que o filme, escrito e produzido por Steven Spielberg, também tinha sido dirigido pelo cineasta, após divergências com Hooper. O fato é que “Poltergeist” virou, como dizia seu subtítulo nacional, um fenômeno. Assim como “O Massacre da Serra Elétrica”, originou várias cenas icônicas, reproduzidas à exaustão por imitadores que o sucederam. Referências à casas construídas sobre cemitérios indígenas, estática televisiva, consultoria de médium, objetos que se movem sozinhos e o terror focado em famílias com crianças pequenas subverteram o gênero e se tornaram elementos básicos de uma nova leva de terror, a começar pelo evidente “A Casa do Espanto” (1985) até chegar em marcos contemporâneos como “O Chamado” (2002) e “Sobrenatural” (2010). Hooper ganhou os créditos pelo filme e aproveitou. Assediado, brincou de gravar videoclipes (é dele o famoso “Dancing with Myself”, de Billy Idol) e recebeu outro grande orçamento para se afirmar entre os mestres do gênero. Mas “Força Sinistra” (1985), sobre vampiros espaciais, acabou fracassando nas bilheterias. Ainda assim, ganhou sobrevida em vídeo e se tornou cultuadíssimo, transformando em sex symbol a francesa Mathilda May, nua na maior parte de suas cenas. Ele voltou ao território de Spielberg com “Invasores de Marte”, remake de um clássico de 1953 reescrito por Dan O’Bannon (o gênio por trás de “Alien” e “A Volta dos Mortos-Vivos”). Mas nem a escalação da icônica Karen Black como uma professora do mal ajudou o filme a escapar do reducionismo de um “Invasores de Corpos para crianças”. Na trama, o pequeno Hunter Carson (o menino de “Paris, Texas”) tentava impedir marcianos de tomarem os corpos dos pais e professores de sua cidade. Novamente, foi cultuado em vídeo. Frustrado com a promessa de um futuro que não aconteceu, Hooper voltou ao passado. Ele decidiu fazer “O Massacre da Serra Elétrica 2” (1986), juntando os integrantes originais da família canibal e um Dennis Hopper ainda mais alucinado que eles, em busca de vingança pela morte de seu parente no primeiro filme. Com jorros de sangue e muita violência, o filme dividiu opiniões. Ao mesmo tempo em que apontou como “O Massacre da Serra Elétrica” se tornaria uma franquia mais duradoura que os populares “Halloween” e “Sexta-Feira 13”, também demonstrou a estagnação da carreira de seu diretor. A partir daí, Hooper foi para a TV, retomando a parceria com Spielberg na série “Histórias Maravilhosas” (1987). Ele também dirigiu episódios de “A Hora do Pesadelo — O Terror de Freddie Krugger” (1988), “Contos da Cripta” (1991) e até “Taken” (2002), outra produção de Spielberg, o que demonstra que os boatos de briga entre os dois eram infundados. Seu último clássico foi justamente uma obra televisiva, “Trilogia do Terror” (1993), em que dividiu as câmeras com outro mestre, John Carpenter (“Halloween”). Em seu segmento, Hooper dirigiu Mark Hammill (o Luke Skywalker) como um atleta que perde um olho num acidente e, após um transplante, passa a ser assombrado por visões. A produção ganhou notoriedade por também incluir em seu elenco as cantoras Sheena Easton e Debbie Harry. Ao mesmo tempo, Hooper deixou de chamar atenção com seus trabalhos cinematográficos. Embora ainda estivesse ativo, escrevendo e dirigindo filmes como “Combustão Espontânea” (1990), “Noites de Terror” (1993) e “Mangler, O Grito de Terror” (1995), parecia ausente dos cinemas, tão minúsculas e mal vistas tinham se tornado suas produções. Não demorou a entrar no mercado dos lançamentos feitos diretamente para DVD, com “Apartamento 17” (1999), “Crocodilo” (2000), “Noites de Terror” (2004) e “Mortuária” (2005). Até que uma série de TV fez com que muitos refletissem sobre o que tinha acontecido com os grandes mestres do terror dos anos 1970 e 1980. Intitulada, justamente, “Mestres do Terror”, a série de antologia tirou a poeira de vários profissionais famosos do gênero, alguns já considerados aposentados. Hooper dirigiu dois episódios nas duas temporadas da atração, exibidas em 2005 e 2006. Animado com a repercussão, tentou voltar ao cinema. Fez um filme de zumbis, “Destiny Express Redux” (2009), que foi exibido apenas no festival South by Southwest de 2009 e nunca mais voltou à tona. A carreira acabou encerrada no lançamento seguinte, “Djinn” (2013), com a mesma premissa de “Poltergeist” – uma casa construído sobre um terreno maldito – , só que estrelado por atores do Oriente Médio e falado em árabe. Um final paradoxal para a filmografia do responsável por revolucionar o terror americano.

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  • Série

    Clássico de Hitchcock Os Pássaros vai virar série

    27 de agosto de 2017 /

    A história do filme “Os Pássaros” (1963), clássico de Alfred Hitchcock, vai virar uma série da rede britânica BBC. A atração será uma parceria entre o canal e a Heyday Television, empresa de David Heyman, produtor da franquia “Harry Potter”. A série, porém, pretende seguir mais de perto o romance original, escrito por Daphne du Maurier em 1952, do que a adaptação de Hitchcock, estrelada por Tippi Hedren. A autora também escreveu “Rebecca”, outro clássico da filmografia de Hitchcock, lançado em 1940. A principal mudança deve ser na época e no local da trama. O livro se passa na região da Cornualha, no Reino Unido, no período pós-2ª Guerra Mundial, e não na Califórnia da década de 1960, como o filme de Hitchcock. O roteiro está sendo escrito pelo dramaturgo irlandês Conor McPherson, que já adaptou a história para o teatro. Ele também escreveu e dirigiu diversos filmes, como “The Actors” (2003), com Michael Caine, e “The Eclipse” (2009), com Ciarán Hinds. “Os Pássaros” fez tanto sucesso que originou uma febre de filmes de catástrofe animal, como “A Invasão das Rãs” (1972), “Fase IV: Destruição” (1974), “Abelhas Selvagens” (1976), “A Noite do Terror Rastejante”(1976), “O Ataque das Formigas” (1977), “Animais em Fúria” (1977), “A Longa Noite de Terror” (1977), “A Maldição das Aranhas” (1977), “O Enxame” (1978), “Piranha” (1978), etc. Um dos sucessos da programação de verão da TV americana é justamente “Zoo”, série centrada em um desequilíbrio da natureza que faz animais atacaram os seres humanos. A atração já se encontra em sua 3ª temporada.

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    Samuel L. Jackson negocia estrelar continuação de Shaft

    27 de agosto de 2017 /

    O novo remake de “Shaft” virou continuação. De acordo com a Variety, Samuel L. Jackson negocia retomar o papel que interpretou em 2000, no primeiro remake da franquia dos anos 1970. Além disso, Jessie T. Usher (“Independence Day: o Ressurgimento”) deve interpretar o filho do protagonista. O plano da New Line, quando adquiriu os direitos sobre a franquia, era relançá-la com um ator jovem. Segundo a Variety, isto mudou, mas nem tanto, uma vez que Usher pode herdar o protagonismo em possíveis sequências. Vale lembrar que o personagem de Jackson já não era John Shaft, mas seu sobrinho homônimo. O detetive negro John Shaft surgiu em 1971 em um filme dirigido por Gordon Parks e estrelado por Richard Roundtree. No longa original, ele era contratado por um chefão do crime para resgatar sua filha sequestrada. O filme e sua trilha antológica, assinada por Isaac Hayes, fizeram enorme sucesso e inspiraram duas continuações, além de uma série, todas estreladas por Roundtree na primeira metade dos anos 1970. Assim como os filmes originais, o remake de 2000, feito por John Singleton, se apresentava como um filme de ação, mas a nova versão prometia se distanciar bastante deste formato. Os responsáveis pelo novo filme são especialistas em comédia. O roteiro está a cargo da dupla Kenya Barris (criador da série “Black-ish”) e Alex Barnow (roteirista da série “The Goldbergs”), e a direção é de Tim Story, mais conhecido pelas franquias “Pense como Eles” e “Policial em Apuros”. Não há data de lançamento prevista para a nova produção.

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    Alan Arkin entra no elenco de Dumbo

    27 de agosto de 2017 /

    O ator Alan Arkin (o vovô da “Pequena Miss Sunshine”) entrou para o elenco de “Dumbo”, próxima versão com atores do catálogo de animações da Disney. Ele fará o papel de J. Griffin Remington, um magnata de Wall Street. Ele vai se juntar ao elenco que já conta com Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), Eva Green (“O Lar das Crianças Peculiares”) e Danny DeVito (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”). Segundo a sinopse divulgada, o filme traz Colin Farrell como Holt, um ex-astro de circo que tem sua vida totalmente alterada quando volta da guerra. O dono do circo, Max Medici (Danny DeVito, de ) o coloca para cuidar de um elenfante recém-nascido, cujas orelhas gigantes chamam a atenção. Porém, quanto os filhos de Holt descobrem que o personagem consegue voar, o persuasivo Vandevere (Michael Keaton) e a artista Colette Marchant (Eva Green) entram na trama para transformar Dumbo em uma estrela. O filme foi escrito por Eheren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”) e tem direção de Tim Burton (“O Lar das Crianças Peculiares”). A estreia está marcada para o dia 29 de março de 2019.

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    Jerry Lewis (1926 – 2017)

    27 de agosto de 2017 /

    Morreu Jerry Lewis, “O Rei da Comédia”, como lhe intitulou um filme de Martin Scorsese. Ele faleceu no domingo (20/8) em sua casa em Las Vegas, aos 91 anos, de uma doença cardíaca. Ator, roteirista, produtor e diretor, Lewis foi considerado um gênio ainda nos anos 1960 pela crítica francesa, e, como se sabe, os americanos transformaram esse reconhecimento numa piada sobre o gosto dos franceses, relutando em reconhecer sua importância na história do cinema. Entretanto, Jerry Lewis foi importantíssimo. Não apenas por estrelar inúmeros clássicos da comédia, mas por suas inovações, tanto diante das câmeras, com um humor físico levado a limites nunca antes testados, como também atrás delas. Sua contribuição para a direção de cinema é inestimável. Foi ele quem introduziu o uso do monitor de filmagens no estúdio, no qual podia verificar instantaneamente cenas recém-rodadas. Até então, os diretores só viam o resultado de seus trabalhos durante o processo de montagem, na pós-produção. Mas Lewis improvisava o tempo inteiro e queria verificar se o take tinha funcionado na hora da filmagem. Todos os outros diretores o copiaram. Filho de músicos profissionais, Lewis nasceu Joseph Levitch em 16 de março de 1926, em Newark, Nova Jersey, e fez sua estreia aos cinco anos em um hotel de Nova York, cantando “Brother, Can You Spare a Dime?”. Ele abandonou os estudos no ensino médio para seguir sua paixão pelo palco, fazendo shows em que imitava cantores populares, nos mesmos lugares em que também trabalhava como garçom. Aos 20 anos, em julho de 1946, enquanto atuava no 500 Club em Atlantic City, um dos artistas com quem trabalhava desistiu abruptamente e ele precisou encontrar um novo parceiro para dividir o show. Acabou se juntando a Dean Martin, e as apresentações da dupla se tornaram uma sensação. Os salários, que eram de US$ 250 por semana, dispararam para US$ 5 mil e eles foram parar na Broadway, com espetáculos tão disputados que causavam congestionamento na Times Square, em Nova York. O contraste de personalidades entre o introvertido Lewis e o sedutor Martin chamou atenção do produtor de cinema Hal Wallis, que os contratou para o casting da Paramount. Em seu primeiro filme, “Amiga da Onça” (1949), eles apareceram apenas como coadjuvantes, mas roubaram as cenas. E após a continuação, “Minha Amiga Maluca” (1950), não houve mais como conter o protagonismo da dupla. A partir de “O Palhaço do Batalhão” (1950), Martin e Lewis emendaram uma produção atrás da outra, estrelando nada menos que 14 filmes em seis anos, até o final da parceria em “Ou Vai ou Racha” (1956). O cantor começou a achar ruim o fato de ser menos reconhecido que o parceiro e desfez a dupla. Eles só voltaram a se encontrar 20 anos depois, num evento beneficente, quando Frank Sinatra surpreendeu o anfitrião Lewis trazendo o ex-amigo ao Teleton de 1976. Lewis era mesmo o astro da dupla, pois imediatamente renegociou com a Paramount, recebendo US$ 10 milhões para fazer mais 14 filmes durante um período de sete anos – negócio jamais visto em Hollywood. E esse período marcou o auge de sua criatividade. Sem ter que dividir os holofotes ou incluir uma pausa obrigatória para as músicas de Martin, Lewis deu vazão à sua influência do cinema mudo, tornando sua persona cinematográfica ainda mais maníaca, com contorcionismos e caretas que marcaram época. Seu primeiro filme como protagonista solo foi “O Delinquente Delicado” (1957), e a lista inicial inclui “Bancando a Ama-Seca” (1958), em que ele aceita cuidar de trigêmeos de uma antiga paixão. O sucesso desse filme ampliou seu público infantil. A grande guinada de sua carreira, porém, aconteceu quase por acaso. Em 1960, a Paramount não tinha filme para lançar no Natal e Jerry Lewis propôs rodar uma produção em um mês, desde que também assinasse o roteiro e dirigisse. O estúdio topou e o resultado foi um de seus maiores sucessos, “O Mensageiro Trapalhão”, um filme falado sobre um personagem mudo, grande influência no futuro Mr. Bean. A partir daí, Lewis virou um autor. Além de estrelar, também passou a escrever, dirigir e produzir seus filmes. E sua criatividade fluiu como nunca, rendendo “O Mocinho Encrenqueiro” (1961), com cenas de metalinguagem que o mostravam aprontando num grande estúdio de cinema, e “O Terror das Mulheres” (1961), filmado num único cenário compartimentado para simular, feito sitcom, um prédio de dormitório universitário feminino em que ele trabalhava como zelador. A obra-prima veio em 1963. “O Professor Aloprado” foi disparado o seu filme mais autoral. Atualização da trama gótica de “O Médico e o Monstro”, trazia o comediante como um professor universitário nerd e introvertido, que inventava uma poção para se transformar num cantor sedutor, capaz de encantar as mulheres. Era uma referência escancarada à antiga parceria com Dean Martin. Ao fazer sucesso se revezando em dois papéis, ele decidiu ousar ainda mais e se multiplicar em seus filmes seguintes. Interpretou nada menos que sete personagens, uma família inteira, em “Uma Família Fulera” (1965), e outros cinco em “3 em um Sofá” (1966), no qual contracenou com Janet Leigh (“Psicose”). Lewis ficou tão popular que virou história em quadrinhos e até apareceu na série “Batman” como ele mesmo, numa pequena participação em 1966. Mas os gostos mudaram radicalmente em pouco tempo. A politização cada vez maior da juventude, público alvo das comédias do ator, resultando em queda nas bilheterias de seus filmes seguintes. Houve quem dissesse que a implosão foi culpa dele próprio. Seu ego estaria fora de controle. Para complicar, em 1965 ele se machucou numa filmagem e passou a tomar analgésicos. Acabou se viciando em Percodan. Ele tentou apelar para o que estava em voga. Foi ao espaço (“Um Biruta em Órbita”, de 1966) e até buscou o visual mod de Londres (“Um Golpe das Arábias”, 1968), mas nada colou. Sem conseguir emplacar mais sucessos, em 1972 Lewis escreveu, dirigiu e estrelou o filme mais controverso de sua carreira – e da história do cinema. “The Day the Clown Cried” (“O dia em que o palhaço chorou”, em tradução literal) trazia o ator como um palhaço alemão que, durante a 2ª Guerra Mundial, tem como tarefa divertir as crianças judias a caminho da câmara de gás. Ao ver o resultado, Lewis proibiu seu lançamento. Apenas uma cópia sobreviveu à destruição e, em 2015, foi adquirida pela Biblioteca do Congresso Americano para preservação. A experiência de “The Day the Clown Cried” o deixou em depressão profunda e ele só foi voltar a filmar em 1980, num hiato de uma década em sua carreira. Mas “Um Trapalhão Mandando Brasa” não foi o revival que ele esperava. A frustração com a carreira ajuda a explicar sua incursão dramática, dois anos depois, em “O Rei da Comédia” (1982). No filme de Martin Scorsese, Lewis vive um astro de talk show noturno que é sequestrado por um comediante aspirante, vivido por Robert De Niro. Lewis convenceu Scorsese a modificar o roteiro, incluindo várias referências de sua própria biografia na trama, como reações maldosas de fãs frustrados. Ele também encheu o filme de improvisos, desenvolvendo um humor amargo e autodepreciativo que acabou por influenciar uma nova geração de humoristas – como Garry Shandling, Steve Coogan, Ricky Gervais, Larry David e Jerry Seinfeld. O sucesso e o impacto de “O Rei da Comédia” foram inesperados para Lewis, que finalmente se viu na situação em que sempre se achou merecedor: saudado pela crítica norte-americana. Animado pela repercussão positiva, foi novamente escrever, dirigir e estrelar múltiplos papéis em nova retomada da carreira. Mas as bilheterias de “Cracking Up – As Loucuras de Jerry Lewis” (1983) deixaram claro que o sucesso de “O Rei da Comédia” aconteceu por uma renovação de sua persona. Ao tentar voltar a ser o velho Jerry Lewis, descobriu-se ultrapassado. Não era mais o que o público queria. O ator ainda pareceu como coadjuvante de luxo em alguns filmes e séries, entre eles “Cookie” (1989), “Mr. Saturday Night – A Arte de Fazer Rir” (1992), “Arizona Dream: Um Sonho Americano” (1993) e principalmente “Rir É Viver” (1995), no qual realizou uma de suas melhores interpretações, como um comediante veterano de Las Vegas que acaba roubando a cena do filho que quer seguir seus passos. A saúde do ator deteriorou muito nos anos 1990, o que o levou a se afastar das telas. Por isso, foi uma grande surpresa quando ele realizou um retorno dramático, como protagonista do filme “Max Rose” (2013), uma história sobre o fim da vida. Ele ainda encontrou vontade e força para participar de mais dois filmes, a comédia brasileira “Até que a Sorte nos Separe 2” (2013), na qual retomou seu personagem clássico de “O Mensageiro Trapalhão”, e o thriller “A Sacada” (2016), como o pai de Nicolas Cage, último papel de sua carreira. Mas a importância de Lewis não se restringiu apenas ao cinema. Ele também se notabilizou como apresentador de longa data do Teleton, campanha televisiva beneficente que preconizou eventos similares no mundo inteiro, como o “Criança Esperança” da Globo. Seu programa anual levantou fortunas, ao longo de décadas, para ajudar crianças vítimas de Distrofia Muscular. Ele liderou o Teleton mesmo enfrentou diversos problemas de saúde. Em 1983, passou por uma cirurgia no coração. Em 1992, precisou fazer uma operação após ser diagnosticado com câncer de próstata. Passou por tratamento contra dependência em medicamentos em 2003. E, em 2006, sofreu um ataque cardíaco. Além disso, tratava há anos de fibrose pulmonar, doença crônica nos pulmões. Apesar do corpo tentar desistir, sua mente não dava sinais de cansaço, como lembrou Robert DeNiro. Até o fim da vida, Lewis permaneceu ativo e inigualável. “Mesmo aos 91, ele não perdia o ritmo. Ou a piada”, lembrou o ator no Twitter, ao contar ter visto um show do comediante há poucas semanas. “Jerry Lewis foi um pioneiro da comédia e do cinema. E foi um amigo. Sua falta será sentida.” “Aquele cara não era brinquedo, não! Jerry Lewis era um gênio inegável, uma benção insondável, a comédia absoluta!”, elogiou Jim Carrey, que sempre foi comparado a Lewis em sua carreira. “Eu sou, porque ele era!”

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    Diretor e atriz de A Bruxa devem se juntar no remake de Nosferatu

    16 de agosto de 2017 /

    O remake do clássico do cinema mudo “Nosferatu” (1922) vai promover o reencontro entre o diretor e a atriz de um dos melhores terrores recentes, “A Bruxa” (2015). A atriz Anya Taylor-Joy está cotada para a produção, que será dirigida por Robert Eggers. O projeto é um sonho antigo, literalmente de infância de Eggers. Em entrevista ao podcast do site Indiewire, o diretor contou que ficou obcecado pelo ator Max Schreck quando era criança, depois de ver uma foto do Conde Orlok num livro, a ponto de convencer sua mãe a dirigir até uma locadora em outra cidade para alugar um vídeo do filme. Algum tempo depois, quando tinha 17 anos, ele fez uma adaptação da história para o teatro. “Parece feio, blasfemo e egomaníaco que um diretor como eu faça ‘Nosferatu’ nesta altura da minha carreira. Eu até estava esperando um pouco, mas aí entrou o destino e mexeu com tudo”, ele explicou. O destino tem nome. Se chama Jeff Robinov, ex-presidente da Warner Bros, que foi decisivo para o sucesso de filmes como “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008), “Se Beber, Não Case!” (2009), “A Origem” (2010), “Argo” (2012) e “Gravidade” (2013). O executivo conseguiu arrecadar um capital de US$ 1 bilhão para financiar sua nova empresa cinematográfica, Studio 8, e o remake de “Nosferatu” será um dos primeiros projetos. Além de dirigir, Eggers vai escrever a adaptação. Vale observar que produção será o quarto “Nosferatu” – ou quinto, se contar “Drácula em Veneza” (1988). O clássico foi refilmado pela primeira vez em 1979 pelo diretor alemão Werner Herzog, com o ator Klaus Kinski (“Fitzcarraldo”) no papel do vampiro. Kinski ainda voltou a reviver o personagem no citado trash “Drácula em Veneza”, que teve seu diretor demitido no meio das filmagens. Há ainda uma animação francesa, do mestre dos quadrinhos Philippe Druillet, lançada em 2002. Além disso, o cineasta indie David Lee Fisher disponibilizará uma nova versão de “Nosferatu” em outubro direto em VOD, com Doug Jones (“Hellboy”) no papel principal. O filme é tão lendário que até a história por trás de sua filmagem também foi parar nos cinemas, na ficção “A Sombra do Vampiro” (2000), em que Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”) viveu Max Schreck como um vampiro de verdade. Para completar o clima macabro, há dois anos o crânio do diretor do filme original, Friedrich Wilhelm Murnau, foi roubado de sua sepultura na Alemanha.

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    Diretor de Deadpool vai filmar o clássico cyberpunk Neuromancer

    9 de agosto de 2017 /

    O diretor Tim Miller, que estreou atrás das câmeras com “Deadpool”, vai comandar outro projeto cercado de expectativas: a adaptação do clássico romance cyberpunk “Neuromancer”, de William Gibson. Segundo o site Deadline, o projeto será realizado pela 20th Century Fox e terá produção de Simon Kinberg – mesmo estúdio e produtor de “Deadpool” – , que assim mantêm o bom relacionamento com Miller e seu estúdio VFX Blur. “Neuromancer” é um dos livros mais importantes da ficção científica contemporânea. Para se ter ideia, foi a publicação que cunhou e popularizou termos como cyberpunk, cyberspace, realidade virtual e levou o universo hacker para a sci-fi. Sua influência é vasta, podendo ser traçada desde “Matrix” (1999) até “Ghost in the Shell” (2017). A adaptação da obra de William Gibson já esteve para acontecer diversas vezes desde o lançamento do livro em 1984. E ironicamente a tecnologia do mundo real até já ultrapassou algumas de suas idéias futuristas. Entre os que foram cotados, na última década, para dirigir a versão de cinema estão o diretor de videoclipes Joseph Khan e o mestre do terror Vincenzo Natali (“O Cubo” e “Splice”). Na história do livro, as pessoas se conectam na internet diretamente pelo cérebro. Um habilidoso hacker, Henry Dorsett Case, vive cometendo atos ilegais no ciberespaço, mas acaba cruzando no mundo virtual com pessoas erradas e tem seu sistema nervoso danificado por uma droga potente, o que o impossibilita de continuar no mundo virtual. Queimado, ele encontra mais trabalho, até ser procurado por uma misteriosa organização que lhe oferece a possibilidade de cura em troca dos seus talentos como cowboy ciberespacial. As filmagens, porém, devem demorar, pois Tim Miller também está envolvido no reboot de “O Exterminador do Futuro”, agora sob produção do criador da franquia original, James Cameron, além da adaptação do romance sci-fi “Influx”, de Daniel Suarez, que será roteirizada por Mark Bomback (“Planeta dos Macacos: A Guerra”).

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    Primeira foto do remake de Fahrenheit 451 junta Michael B. Jordan e Michael Shannon

    20 de julho de 2017 /

    O ator Michael B. Jordan (“Creed”) divulgou em seu Instagram a primeira foto da nova versão do clássico sci-fi “Fahrenheit 451”, que vai virar telefilme da HBO. Na imagem (acima), ele aparece como bombeiro, segurando um lança-chamas ao lado de Michael Shannon (“O Homem de Aço”). A influente trama distópica do escritor Bradbury foi originalmente publicada em 1953 e virou um filme cultuado de François Truffaut em 1966, no qual os personagens eram todos brancos europeus. A história acontece num futuro totalitário, em que as pessoas sofrem lavagem cerebral de programas de televisão idiotizantes e são proibidas de ler. Nesta sociedade, o trabalho do corpo de bombeiros é um dos mais importantes, responsável por incendiar bibliotecas e qualquer resquício de cultura antiquada. O nome da obra se refere à temperatura (451 em graus fahrenheit) da queima dos livros. O protagonista é um dos bombeiros, Montag (papel de Jordan), que passa a questionar a motivação dos subversivos para esconder livros. Michael Shannon vive o chefe dos bombeiros. O elenco também inclui Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como Millie, a mulher de Montag, cuja imersão nas mídias sociais e consumismo resultam num casamento distante, e Sofia Boutella (“A Múmia”) como Clarisse, uma apaixonada por literatura que desperta em Montag dúvidas sobre o seu próprio trabalho. A nova versão terá roteiro e direção de Ramin Bahrani (“A Qualquer Preço” e “99 Casas”) e ainda não tem previsão de estreia.

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