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  • Filme

    Confira as estreias de cinema desta quinta

    7 de janeiro de 2026 /

    Comédia de equipe do humorístico "Sai de Baixo", "Tom e Jerry" chinês e drama familiar da Disney no Japão são os principais lançamentos da semana

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  • Filme,  Série

    O que ver na semana: saiba quais são as estreias de streaming

    10 de novembro de 2025 /

    Documentário do Caso Eloá e minissérie sobre Ângela Diniz destacam true crime nacional entre as novidades, que ainda incluem "Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca", "O Monstro em Mim" e muitos filmes de Natal

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  • Filme,  Série

    O que chega em streaming: estreias da semana entram no clima do Halloween

    21 de outubro de 2025 /

    Lançamentos destacam diversos títulos de terror, como o filme "A Hora do Mal" e as séries "The Walking Dead: Daryl Dixon", "IT: Bem-Vindos a Derry" e a brasileira "Reencarne"

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  • Filme,  Série

    O que chega em streaming: 35 novidades da semana para assistir em casa

    14 de outubro de 2025 /

    Estreias incluem novas temporadas de "A Diplomata" e "Fortuna", o terror "Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado" e produções de diversos países do mundo, incluindo duas séries brasileiras

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  • Filme,  Série

    O que chega em streaming: Final de “Wandinha” e “Lilo & Stitch” são destaques da semana

    1 de setembro de 2025 /

    Programação ainda inclui "Task", série com Mark Ruffalo, e "Luta de Classes", suspense inédito de Spike Lee com Denzel Washington

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  • Filme,  Série

    O que chega no streaming: Confira 40 estreias desta semana

    6 de julho de 2025 /

    Seleção reúne os principais lançamentos de Netflix, Prime Video, Disney+, Max, Apple TV+, Paramount+, Globoplay, Crunchyroll, Mubi e VoD até 11 de julho

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  • Filme

    Estreias | Os novos filmes da semana para ver em streaming

    10 de abril de 2025 /

    Lançamentos incluem "Paddington 3", filmes premiados como "A Mulher do Lado" e "O Brutalista" e um thriller de ação inédito com Viola Davis

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  • Filme

    Estreias | “Mufasa – O Rei Leão” chega aos cinemas

    18 de dezembro de 2024 /

    Único lançamento amplo da semana traz de volta às telas a franquia visualmente realista da Disney

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  • Filme

    Fantasmas de “O Telefone Preto” e “Pluft” são as maiores atrações nos cinemas

    21 de julho de 2022 /

    Por coincidência, as duas estreias mais amplas desta quinta (21/7) contam histórias com crianças fantasmas, que querem ajudar crianças de verdade a enfrentar sequestradores malvados. Mas enquanto uma é aterrorizante, a outra é uma comédia infantil. “O Telefone Preto” marca a volta do diretor Scott Derrickson (de “A Entidade” e “Livrai-nos do Mal”) ao terror sobrenatural, após um desvio por “Doutor Estranho”. Já “Pluft – O Fantasminha” tem uma das maiores estreias nacionais dos últimos tempos, chegando em 700 salas. O circuito limitado recebe mais dois filmes nacionais, com destaque para “A Casa das Antiguidades”, exibido nos principais festivais internacionais do mundo, inclusive Cannes, que premiou o principal título internacional da lista: “Memória”, de Apichatpong Weerasethakul, vencedor do Prêmio do Júri do festival francês no ano passado. Embora a maioria do público brasileiro só vá ter acesso aos dois filmes de fantasmas, a programação de cinema recebe ao todo nove lançamentos. Confira abaixo os trailers e os detalhes de cada um deles, inclusive daqueles que são filmes fantasmas de verdade – visíveis apenas para cinéfilos que conhecem as salas mitológicas que projetam arte fora dos shopping centers.   | O TELEFONE PRETO |   A volta do diretor Scott Derrickson ao terror, após comandar “Doutor Estranho” (2016), é um dos melhores filmes recentes do gênero, com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama é baseada no conto de mesmo nome de Joe Hill, filho de Stephen King e autor da obra que inspirou a série “Locke & Key”. A história faz parte do best-seller “Fantasmas do Século XX” e foi adaptada pelo próprio Derrickson em parceria com o roteirista Robert Cargill, com quem o diretor desenvolveu a franquia “A Entidade”. Por sinal, o papel principal é de Ethan Hawke, que estrelou o primeiro “A Entidade” (2012). Ele vive um serial killer sequestrador de crianças que, numa referência distorcida a “It”, usa balões negros e disfarce de palhaço para cometer seus crimes. Só que seus planos são atrapalhados quando seu alvo mais recente recebe uma ajuda inesperada para escapar. Fantasmas de vítimas passadas ligam para o menino recém-sequestrado no telefone preto do título, que não tem fio e não deveria funcionar, ensinando-o a sobreviver, enquanto sua melhor amiga da escola começa a ter visões de seu cativeiro. Os jovens Mason Thames (“For All Mankind”) e Madeleine McGraw (a jovem Hope de “Homem-Formiga e a Vespa”) encabeçam o elenco mirim.   | PLUFT – O FANTASMINHA |   A nova adaptação da famosa peça infantil de Maria Clara Machado é o primeiro filme live-action infantil brasileiro produzido para exibição em 3D. A trama clássica mostra como Pluft, uma criança fantasma com medo de gente, inicia uma amizade com Maribel, uma menina com medo de fantasma, que foi raptada pelo terrível pirata Perna-de-Pau. Como os únicos em busca de Maribel são três marinheiros atrapalhados, Pluft se vê impelido a virar o herói da história. O longa dirigido por Rosane Svartman (“Tainá, a Origem”) chega às telas 60 anos depois da primeira adaptação cinematográfica de “Pluft”, que contou com participação de Tom Jobim e Dorival Caymmi. A nova versão destaca a volta às telas de Arthur Aguiar, vencedor do “BBB 22”. As filmagens aconteceram bem antes do reality show, em 2020, e o papel do ex-“Rebelde” é pequeno, como um dos três marinheiros que procuram a protagonista. Além dele, o elenco traz as crianças Nicolas Cruz e Lola Belli (“Onde Está Meu Coração”), Fabiula Nascimento (“Segundo Sol”), Juliano Cazarré (“Pantanal”), Lucas Salles (“Detetive Madeinusa”) e Hugo Germano (“Desenrola”).   | CASA DE ANTIGUIDADES |   Exibido nos festivais de Cannes e Toronto, e premiado em Estocolmo e Chicago, o longa de estreia de João Paulo Miranda Maria retrata a vida de um trabalhador negro em uma cidade fictícia de colonização germânica no sul do Brasil. Natural do sertão brasileiro, ele se sente solitário, condenado ao ostracismo pelas diferenças culturais e étnicas, e invisível para os patrões. Um dia, descobre uma casa abandonada repleta de objetos que o lembram de suas origens. Ele se instala lentamente nesta casa e cada vez mais objetos começam a aparecer. Estrelado pelo veterano Antônio Pitanga (“Ganga Zumba”, “Rio Babilônia”, “Irmãos Freitas”), o drama trata de racismo estrutural e foi rodado em Treze Tílias, cidade catarinense que deu forte apoio ao presidente eleito em 2018.   | ELA E EU |   A dramédia brasileira traz Andréa Beltrão como uma roqueira que desperta depois de 20 anos de coma e descobre que tem uma filha adulta, criada pela atual esposa de seu ex-marido. Seu despertar impacta a todos na família, que precisam absorver seu retorno, enquanto ela reaprende a andar, falar e se relacionar, com o detalhe de permanecer tão desajustada quanto era há duas décadas. Exibido nos festivais do Rio e de Brasília do ano passado com outro título (“Antes Tarde”), a produção é o segundo longa de ficção dirigido por Gustavo Rosa de Moura (“A Canção da Volta”), que já teve um terceiro (“Cora”) exibido no circuito dos festivais nacionais no final do ano passado.   | ÚLTIMA CIDADE |   A produção independente é um drama de vingança estrelado por Julio Adrião (“Nise: O Coração da Loucura”) e rodado com trejeitos de cinema de arte – e com bela fotografia – pelo estreante Victor Furtado (assistente de “O Clube dos Canibais”). Montado em seu cavalo e na companhia de um andarilho, o personagem de Adrião é carregado de simbolismo quixotesco ao embarcar em sua jornada para uma grande cidade do Nordeste brasileiro (uma Fortaleza futurista), visando enfrentar aquele que tomou suas terras e acabou com sua família. O estilo alegórico também evoca a politização do Cinema Novo e ajuda a enfatizar uma crítica à desigualdade e à especulação que assolam as grandes cidades do país.   | DIÁRIOS DE OTSOGA |   A obra do casal português Miguel Gomes (“As Mil e Uma Noites”) e Maureen Fazendeiro é um drama metalinguístico para cinéfilos, um filme de confinamento pandêmico sobre um filme de confinamento pandêmico, que tem a peculiaridade de ser montado de trás para frente. É que a projeção começa pelo fim e avança em direção a seu começo, mostrando os bastidores de uma produção cinematográfica sob as mesmas circunstâncias do filme real, com baixo orçamento e protocolo pesado contra covid-19. Os atores interpretam atores, os diretores aparecem como (versões de) si mesmos e cada cena é motivada pela que vem depois dela (ou seja, antes dela). Confuso? Mas inteligente, com personagens que surgem do nada para só chegarem depois na projeção desordenada, criando um senso de caos que reflete a própria situação da pandemia. A propósito do tema, Otsoga é Agosto escrito ao contrário. O quebra-cabeças cinematográfico rendeu o prêmio de Melhor Direção no Festival de Mar del Plata e de Melhor Filme Estrangeiro do ano pela Associação dos Críticos Online dos EUA.   | OS AMORES DELA |   O primeiro filme de Charline Bourgeois-Tacquet teve première em Cannes, foi premiado em Melbourne e atingiu 91% de aprovação no Rotten Tomatoes com um triângulo amoroso típico do cinema francês, apresentado de forma atípica. A atriz Anaïs Demoustier (“Alice e o Prefeito”) interpreta a Anaïs do título original (“Les Amours d’Anaïs”), uma mulher de 30 anos falida e em crise amorosa, que um dia conhece um homem casado que imediatamente se apaixona por ela. O detalhe é que a esposa do novo amante é uma escritora famosa (Valeria Bruni Tedeschi, de “Loucas de Alegria”), de quem Anaïs é fã declarada e por quem se sente totalmente atraída, criando uma confusão conjugal.   | PARADISE – UMA NOVA VIDA |   A comédia italiana explora a paranoia de um jovem (Vincenzo Nemolato, de “Martin Eden”) enviado a uma cidade isolada nos Alpes suíços pelo serviço de proteção a testemunhas, onde dá de cara com o assassino da máfia denunciado por ele, que também foi relocado pelo mesmo programa. Temendo pela vida, ele procura se disfarçar e aprender formas de matar o assassino antes de ser morto. Mas se prova mais que amador, completamente inepto. Até que a desconfiança começa a ruir, conforme a solidão e as saudades da Sicília os aproxima. A amizade inesperada rende cenas divertidas, porém não afasta a sensação de uma ameaça em potencial.   | MEMÓRIA |   Vencedor da Palma de Ouro de 2010 com “Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas”, o tailandês Apichatpong Weerasethakul voltou a ser consagrado no Festival de Cannes com este filme, vencedor do Prêmio do Júri do ano passado. “Memória” também marca a estreia em inglês e espanhol do cineasta e foi rodado na Colombia. O filme acompanha Jessica, personagem da inglesa Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), que visita sua irmã em Bogotá. Lá, ela lida com ataques de insônia e procura a fonte de sons que lhe parecem sobrenaturais no meio da noite. Durante o dia, faz amizade com uma arqueóloga, que estuda restos humanos descobertos dentro de um túnel em construção, e com um escamador de peixes em uma pequena cidade próxima. Com eles, compartilha memórias e momentos de lirismo característicos das obras do diretor, que retrata a linha tênue entre a vida e a morte – e o cinema e o sonho – com nenhum outro.

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  • Filme

    Apichatpong Weerasethakul vai filmar seu novo longa na Colômbia

    13 de março de 2017 /

    Vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes por “Tio Boonmee, que Pode Recordar Suas Vidas Passadas” (2010), o cineasta tailandês Apichatpong Weerasethakul vai filmar seu próximo longa-metragem na Colômbia. Frustrado pela censura e pelo clima político na Tailândia, que permanece sob ditadura militar desde maio de 2014, o diretor decidiu mudar de ares. A censura do país, que sempre foi dura, tornou-se insuportável depois do golpe militar. Se antes o governo tinha uma postura bastante clara sobre as questões consideradas sensíveis e proibidas, agora quase nada é permitido. “Nós não podíamos tocar na religião, na monarquia e na autoridade militar”, ele comparou. Mas desde o golpe militar essas linhas tornaram-se mais abstratas e desfocadas, tornando a criação mais complicada, pois o governo atual vê as manifestações artísticas como propaganda política. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, o diretor estava pensando em fazer um filme na América do Sul havia algum tempo. “Quando era garoto, eu amava as histórias de aventura do meu país cheia de animais selvagens e todos os tipos de coisas. Mas, quando você repara na fonte, se toca que tudo veio do Ocidente: europeus e americanos que colonizaram e romantizaram a selva amazônica. Tanto o povo tailandês quanto os romancistas do país foram influenciados por isso, assim como o cinema”, declarou. Ele pretende passar dois meses na Colômbia para pesquisar material para o seu próximo filme, ainda sem título. E para isso vai viajar por quatro cidades do país – Bogotá, Medellín, Calie e Chocó – para definir locais para as filmagens. O objetivo é usar um território estrangeiro para abordar a situação da Tailândia. “Eu queria saber sobre toda a violência que aconteceu por aqui, e a história da colonização – para, de certa forma, refletir sobre o meu país”, disse.

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  • Filme

    Cemitério do Esplendor convida o espectador a imaginar outras vidas

    18 de março de 2016 /

    “O melhor lugar do mundo é aqui e agora”, pregava Gilberto Gil em uma canção. Pelo menos, não há nada mais centrado e vinculado à realidade da pessoa e de sua relação com o mundo do que o aqui e o agora. E o contrário disso pode até significar algo de patológico, como demonstra “Cemitério do Esplendor”, novo filme do ótimo diretor tailandês Apichatpong Weerasethakul, que venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2010 com o sobrenatural “Tio Boonmee, que Pode Recordar suas Vidas Passadas”. Não é de estranhar, portanto, que o filme seja situado num hospital. Na verdade, um hospital improvisado, instalado numa antiga escola abandonada. Numa das cenas de atendimento, o médico sugere ao paciente que procure um hospital de verdade para se tratar, já que ali faltam recursos. De fato, as instalações parecem precárias e os leitos estão tomados por soldados com uma misteriosa doença do sono. Eles passam quase todo o tempo dormindo, assistidos por alguns voluntários ou parentes que se dispõem a acompanhá-los em plena vivência do sono. E que estão ali em busca de conectar-se com os sentimentos e sonhos desses soldados que, na verdade, lá não parecem estar. A personagem de uma vidente se destaca, usando seus poderes para se comunicar com o que os soldados estariam vivendo e ajudar os parentes a se relacionarem com esses homens adormecidos. Já uma voluntária vincula-se ao passado do local como escola e vê coisas que então aconteciam. Descobriremos, ao longo do filme, que a floresta que circunda o local foi no passado remoto um lugar esplendoroso, cheio de luxo e riqueza. Onde vemos árvores, folhas e caminhos, a vidente vê magníficos palácios, salas ricamente decoradas, reis e guerreiros que devem estar se valendo da energia dos soldados adormecidos para realizar suas batalhas de um tempo muito distante. Com uma narrativa como essa, o cineasta tailandês cria um filme original, na medida em que nada (ou quase nada) do que é mostrado é o que importa. Tudo está fora dali, em outro lugar e num outro tempo. O filme suprime o aqui e agora. O que resta dele é o que de mais banal existe: o momento em que se acorda, a ingestão de um alimento, uma ida ao banheiro. Quando se faz um passeio pelo bosque, não é lá que estamos e não é disso que se fala. Quando se dorme, o que prevalece é o que está fora dali, nos sonhos ou nas vidas passadas que estão sendo experimentadas. O que não vemos é o que importa, não o que vemos. Assim como na literatura, o filme só se completa na imaginação de cada um. Pode-se ter, assim, uma compreensão do esplendor desse passado, tão presente, e desse lugar tão distinto do hospital e da floresta que ali estão. O título não podia ser melhor, é um cemitério que não aparece como cemitério e que tem um esplendor imaginário, que nunca vemos. As eventuais crenças em outras vidas ou referências a uma concepção budista do mundo é o que menos importa na abordagem do diretor. Há uma espiritualidade que exala da trama, mas não se trata de nenhum tipo de proposta religiosa. E também não é nada solene. O filme tem lances bem-humorados e até eróticos. Alguns elementos inesperados compõem o charme do espetáculo. É preciso se deixar levar pela proposta e curtir o filme sem ficar preocupado em tentar entender ou julgar o que está acontecendo. A obra artística se revela pelo que produz de ressonância, em cada espectador, resultando num dos filmes mais intrigantes e divertidos do ano.

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