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    Isabelle Huppert presidirá júri do Festival de Cinema de Veneza

    8 de maio de 2024 /

    A consagrada atriz francesa liderará a equipe que decidirá os vencedores do Leão de Ouro na 81ª edição do evento

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    Estreias | “O Dublê” e “Garfield” chegam aos cinemas

    1 de maio de 2024 /

    Lançamentos incluem ainda a comédia brasileira "Férias Trocadas" e o cultuado filme indie "Love Lies Bleeding", com Kristen Stewart

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    Último filme de Jean-Luc Godard será exibido no Festival de Cannes

    28 de abril de 2024 /

    "Scénarios", obra póstuma do cineasta franco-suíço, será apresentada na edição deste ano do festival europeu

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    Morre Laurent Cantet, diretor francês de “Entre os Muros da Escola”

    25 de abril de 2024 /

    O cineasta venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes e era reconhecido por obras que privilegiavam o olhar humanista e social no cinema

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    Estreias | Novidades do streaming vão de “Duna: Parte 2” à série derivada de “The Walking Dead”

    19 de abril de 2024 /

    Relação de estreias também destaca "Rebel Moon - Parte 2", "Ferrari", "Os Três Mosqueteiros: Milady" e novos animes adultos

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    Selena Gomez aparece loira nas primeiras fotos do filme “Emilia Perez”

    13 de abril de 2024 /

    O drama do cineasta francês Jacques Audiard terá première mundial no Festival de Cannes, em maio

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    Estreias | Novo “Ghostbusters” e “Evidências do Amor” chegam aos cinemas

    11 de abril de 2024 /

    O circuito ainda recebe "A Paixão Segundo GH", a animação "Um Gato de Sorte" e filmes europeus premiados

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    Estreias | Terror “Imaginário” tem maior destaque nos cinemas

    14 de março de 2024 /

    Maioria dos lançamentos da semana chega em circuito limitado, com destaque para o filme turco "Ervas Secas", premiado no último Festival de Cannes

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    Festival de Berlim inicia com forte seleção internacional

    15 de fevereiro de 2024 /

    Evento cinematográfico começa nesta quinta destacando diretores aclamados e a estreia mundial do filme brasileiro "Cidade; Campo", de Juliana Rojas.

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    Atriz denuncia diretores franceses famosos por abusos sexuais

    8 de fevereiro de 2024 /

    A atriz Judith Godrèche está acusando dois cineastas franceses famosos de abuso sexual. Na terça (6/2), ela denunciou formalmente o diretor Benoît Jacquot (“Adeus, Minha Rainha”) por estupro, apresentando a queixa na polícia. E nesta quinta (8/1), foi a vez de Jacques Doillon (“Rodin”), durante entrevista a uma rádio francesa.   Denúncia de Jacquot As acusações contra Jacquot ganharam força após ela assistir a um documentário de 2011, onde o diretor se vangloriava de ter se relacionado com ela durante sua adolescência. O relacionamento começou em 1986, quando Godrèche tinha apenas 14 anos, e durou até o início de 1992. Durante esse período, ela atuou em dois filmes do cineasta, “Les Mendiants” (1987) e “La Desenchantee” (1990). No documentário, Jacquot descreveu o relacionamento como uma “transgressão”, insinuando que a indústria cinematográfica oferecia uma espécie de proteção para tais comportamentos. Ele sugeriu que, apesar das leis, havia uma certa admiração e inveja no meio cinematográfico por esse tipo de relação. Mas Godrèche contestou essa narrativa, afirmando que foi manipulada e controlada por Jacquot durante os seis anos de relacionamento, sofrendo abusos físicos e psicológicos. Ela destacou que, aos 14 anos, o conceito de consentimento é inexistente, negando qualquer ideia de sedução e descrevendo-se como vítima de manipulação.   Denúncia de Doillon No caso de Doillon, ela contou que o diretor despediu o ator que iria contracenar com ela e assumiu o papel em “La Fille de 15 Ans” (1989). “De repente, (Jacques Doillon) decide que há uma cena de amor, uma cena de sexo entre ele e eu. E aí fazemos 45 tomadas. E eu tiro meu suéter e estou sem camisa, e ele me apalpa e me beija de língua”, diz ela, que na época tinha 17 anos. Diversas vezes indicado ao César (prêmio da Academia Francesa de Cinema), Doillon era então casado com a cantora e atriz Jane Birkin, ícone pop marcada por músicas e papéis de transgressão sexual. Ainda de acordo com Godrèche, toda equipe do filme assistiu à cena, incluindo uma impotente e constrangida Jane Birkin. “Jane estava logo atrás, e foi uma situação extremamente dolorosa para ela, que, para mim, me deixa desconfortável”. Além da cena pública, a atriz fez menção a outro incidente, que teria ocorrido no “escritório de Doillon”, mas não deu mais detalhes durante a entrevista.   Repercussão Após a nova denúncia ter se tornado pública, outras atrizes fizeram acusações similares contra Doillon para o Le Monde. A atriz Anna Mouglalis (“O Acontecimento”) contou que o cineasta teria tentado beijá-la à força durante um jantar em sua casa, após o marido da atriz ter se retirado da sala para dormir. Já a atriz Isild Le Besco (“Uma Nova Amiga”) disse que Doillon a retirou da preparação de um filme de 2001 depois que ela, então com 17 anos, negou seus avanços sexuais. Através de sua advogada, Doillon negou com veemência as acusações em nota enviada à imprensa. As denúncias provocaram uma reação imediata das autoridades, com a procuradoria de Paris iniciando uma investigação sobre as alegações. As acusações fazem parte de um movimento mais amplo, muitas vezes associado ao #MeToo, que busca trazer à tona e combater abusos sexuais no cinema francês. No ano passado, uma denúncia contra o diretor Luc Besson (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) foi arquivada por falta de evidências.

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    “O Reino Animal” e “Anatomia de uma Queda” lideram indicações do “Oscar francês”

    24 de janeiro de 2024 /

    A Academia de Artes e Técnicas Cinematográficas da França anunciou nesta quarta-feira (24/11) a lista dos indicados a sua premiação anual, o César Awards, considerado o Oscar do cinema francês. “O Reino Animal”, aventura dirigida por Thomas Cailley (“Amor à Primeira Briga”), lidera as indicações concorrendo em 12 categorias, mas é seguido de perto por “Anatomia de uma Queda”. O premiado drama de Justine Triet (“Sybil”), que venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes e foi indicado a cinco estatuetas do Oscar, recebeu 11 nomeações. A ironia dessa listagem é que “Anatomia de uma Queda” foi esnobado pelo comitê responsável por selecionar o representante francês ao Oscar de Melhor Filme Internacional. Caso fosse a opção oficial da França, o longa teria seis indicações ao Oscar e poderia dar uma estatueta ao país na categoria – a França não vence o Oscar desde 1993, com “Indochina”. Em vez do filme de Justine Triet, o comitê dos intelectuais franceses optou por “O Sabor da Vida”, de Trần Anh Hùng (“O Cheiro da Papaia Verde”), estrelado por Juliette Binoche, que não só ficou fora do Oscar como recebeu somente três indicações ao Cesar, em categorias menos relevantes. A lista também incluiu o favorito ao Oscar de Melhor Filme, “Oppenheimer”, de Christopher Nolan, na disputa de Melhor Filme Estrangeiro. A 49ª edição do César Awards acontece no dia 23 de fevereiro. Confira abaixo a lista dos indicados. MELHOR FILME “Anatomia de uma Queda” “Cão Danado” “Je Verrai Toujours vos Visages” “O Caso Goldman” “O Reino Animal” MELHOR DIREÇÃO Justine Triet, “Anatomia de uma Queda” Catherine Breillat, “Culpa e Desejo” Janne Henry, “Je Verrai Toujours vos Visages” Cédric Khan, “O Caso Goldman” Thomas Cailey, “O Reino Animal” MELHOR ATRIZ Marion Cotillard, “Little Girl Blue” Léa Drucker, “Culpa e Desejo” Virginie Éfira, “L’Amour et les Forêts” Hafsia Herzi, “Le Ravissement” Sandra Hüller, “Anatomia de uma Queda” MELHOR ATOR Romain Duris, “O Reino Animal” Benjamin Lavernhe, “L’Abbé Pierre — Uma Vida de Combates” Melvil Poupaud, “L’Amour et les Forêts” Raphaël Quenard, “Yannik” Arieh Worthalter, “O Caso Goldman” MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Leila Bekhti, “Je Verrai Toujours vos Visages” Galatea Bellugi, “Cão Danado” Élodie Bouchez, “Je Verrai Toujours vos Visages” Adèle Exarchopoulos, “Je Verrai Toujours vos Visages” Miou Miou, “Je Verrai Toujours vos Visages” MELHOR ATOR COADJUVANTE Swann Arlaud, “Anatomia de uma Queda” Anthony Bajon, “Cão Danado” Arthur Harari, “O Caso Goldman” Pio Marmaï, “Yannik” Antoine Reinartz, “Anatomia de uma Queda” MELHOR FILME ESTRANGEIRO “Rapito” (Itália) “Folhas de Outono” (Finlândia) “Oppenheimer” (EUA) “Dias Perfeitos” (Japão) “Simple comme Sylvain” (Canadá) MELHOR ATRIZ REVELAÇÃO Céleste Brunnquell, “La Fille de seu Père” Kim Higelin, “Le Consentement” Suzanne Jouannet, “La Voie Royale” Rebecca Marder, “De Grandes Espérances” Ella Rumpf, “O Desafio de Marguerite” MELHOR ATOR REVELAÇÃO Julien Frison, “O Desafio de Marguerite” Paul Kircher, “O Reino Animal” Samuel Kircher, “Culpa e Desejo” Milo Machado Graner, “Anatomia de uma Queda” Raphaël Quenard, “Cão Danado” MELHOR FILME DE ESTREIA “Bernadette”, de Léa Domenach “Cão Danado”, de Jean-Baptiste Durand “Le Ravissement”, de Iris Kaltenbäck “Vermines”, de Sébastien Vanicek “Vincent Deve Morrer”, de Stephan Castang” MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Justine Triet e Arthur Harari, “Anatomia de uma Queda” Jean-Baptiste Durand, “Cão Danado” Jeanne Herry, “Je Verrai Toujours vos Visages” Nathalie Hertzberg e Cédric Kahn, “O Caso Goldman” Thomas Cailley e Pauline Munier, “O Reino Animal” MELHOR ROTEIRO ADAPTADO Valérie Donzelli e Audrey Diwan, “L’Amour et les Forêts” Vanessa Filho, “Le Consentement” Catherine Breillat, “Culpa e Desejo” MELHOR DOCUMENTÁRIO “Atlantic Bar”, de Fanny Molins “Les Filles d’Olfa”, de Kaouther Ben Hania “Little Girl Blue”, de Mona Achache “Notre Corps”, de Claire Simon “Sur l’Adamant”, de Nicolas Philibert MELHOR ANIMAÇÃO “Interdit aux Chiens et aux Italianos”, de Alain Ughetto “Linda Veut du Poulet!”, de Chiara Malta e Sébastien Laudenbach “Mars Express”, de Jérémie Périn” MELHOR FIGURINO “Jeanne du Barry” “O Crime é Meu” “O Sabor da Vida” “O Reino Animal” “Os Três Mosqueteiros” (“Parte 1: D’Artagnan” e “Parte 2: Milady”) MELHOR DIREÇÃO DE ARTE “Anatomia de uma Queda” “Jeanne du Barry” “O Sabor da Vida” “O Reino Animal” “Os Três Mosqueteiros” (“Parte 1: D’Artagnan” e “Parte 2: Milady”) MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL “L’Amour et les Forêts” “Cão Danado” “Disco Boy — Choque entre Mundos” “O Reino Animal” “Os Três Mosqueteiros” (“Parte 1: D’Artagnan” e “Parte 2: Milady”) MELHOR SOM “Anatomia de uma Queda” “Je Verrai Toujours vos Visages” “O Caso Goldman” “O Reino Animal” “Os Três Mosqueteiros” (“Parte 1: D’Artagnan” e “Parte 2: Milady”) MELHOR MONTAGEM “Anatomia de uma Queda” “Je Verrai Toujours vos Visages” “Little Girl Blue” “O Caso Goldman” “O Reino Animal” MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA “Anatomia de uma Queda” “O Sabor da Vida” “O Caso Goldman” “O Reino Animal” “Os Três Mosqueteiros” (“Parte 1: D’Artagnan” e “Parte 2: Milady”) MELHOR EFEITOS ESPECIAIS “Acide” “La Montagne” “O Reino Animal” “Os Três Mosqueteiros” (“Parte 1: D’Artagnan” e “Parte 2: Milady”) Léo Ewald pour Vermines MELHOR CURTA-METRAGEM “L’Attente”, de Alice Douard “Boléro”, de Nans Laborde-Jourdaa “Rapide”, de Paul Rigoux “Les Silencieux”, de Basile Vuillemin MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO “Drôles d’Oiseaux”, de Charlie Belin “Été 96”, de Mathilde Bédouet “La Forêt de Mademoiselle Tang”, de Denis Do MELHOR CURTA DE DOCUMENTÁRIO “L’Acteur ou la Surprenante Vertu de l’Incompréhension”, de Raphaël Quenard e Hugo David “L’Effet de Mes Rides”, de Claude Delafosse “La Mécanique des Fluides”, de Gala Hernandez Lopez”

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    Estreias | Programação de cinema destaca Turma da Mônica Jovem

    18 de janeiro de 2024 /

    O filme da “Turma da Mônica Jovem” é o maior lançamento desta quinta (18/1), ocupando o circuito amplo dos cinemas. Mas as telas também recebem filmes de terror, animação, catástrofe e drama da temporada do Oscar – com dois filmes portugueses no circuito de arte. Confira as estreias da semana.   TURMA DA MÔNICA JOVEM – REFLEXOS DO MEDO   A nova fase na franquia cinematográfica da Turma da Mônica introduz uma mudança significativa de elenco, equipe criativa e produção em relação às versões live-action anteriores. Recebendo hate desde a escalação, por substituir o elenco original amplamente aclamado, e sofrendo questionamentos precoces pela divulgação de trailers de qualidade duvidosa, o lançamento vem confirmar muitos dos temores dos fãs. Para começar, a trama complica a simplicidade dos primeiros lançamentos ao ser apresentada como uma história de terror (ao estilo “Scooby-Doo encontra os Feiticeiros de Waverly Place”), mas não usa o gênero para representar uma jornada de amadurecimento como “Laços” e “Lições”, embora houvesse uma possibilidade clara de explorar os medos/traumas associados à chegada à adolescência e à transição para o Ensino Médio. A história se desenrola no contexto do primeiro dia de aula do Ensino Médio, quando Mônica, Cebola, Magali, Cascão e Milena descobrem que o Museu do Limoeiro está ameaçado de ser leiloado. Determinados a impedir que isso aconteça, os amigos se unem para investigar os motivos por trás da situação e se deparam com segredos antigos e assustadores relacionados ao bairro. À medida que exploram esses mistérios, percebem que estão lidando com uma ameaça maior do que imaginavam, envolvendo elementos sobrenaturais. Há a intenção de abordar temas de terror e suspense, mas falhas técnicas e a falta de conexão entre os intérpretes impedem que a tentativa seja levada a sério. Complicador maior, a história traz uma Magali feiticeira. Embora seja uma característica que os leitores reconhecem dos gibis da versão jovem da Turma, o detalhe não deixa de ser um choque para o público que cresceu com os quadrinhos originais ou descobriu os personagens nos dois filmes recentes. E, no fundo, só serve para tornar a produção mais próxima de um “Detetives do Prédio Azul Jovem”. Por sinal, esse é o grande paradoxo da “Turma da Mônica Jovem”: embora o elenco seja mais velho, o filme é mais infantil, sem o mesmo apelo universal para todas as idades dos anteriores. A direção é de Maurício Eça (“A Menina Que Matou os Pais”), o papel de Mônica é feito pela atriz Sophia Valverde (“As Aventuras de Poliana”) e o grande elenco – com personagens demais – ainda destaca Xande Valois (“Um Tio Quase Perfeito”) como Cebola, Bianca Paiva (“Chiquititas”) como Magali, Theo Salomão (“Escola de Gênios”) como Cascão e Carol Roberto (“The Voice Kids”) como Milena.   MEU AMIGO ROBÔ   A animação sem diálogos é uma fantasia gentilmente excêntrica, ambientada numa versão animada da Nova York dos anos 1980, povoada exclusivamente por animais antropomórficos e robôs surpreendentemente sensíveis. Esta narrativa, que dispensa falas em favor de uma narrativa visual expressiva, é baseada na graphic novel de 2007 de Sara Varon, que originalmente tinha um público-alvo jovem. O filme de Berger, no entanto, mergulha em nostalgia pela Nova York da era Reagan, apelando para um público mais amplo e difícil de definir. Apesar de adequado para crianças, o subtexto incidente e a atmosfera de melancolia podem confundir os mais jovens. Premiado no Annie Awards 2023 (o Oscar da animação) como Melhor Filme Independente, a obra do espanhol Pablo Berger (da versão muda de “Branca de Neve”) explora a relação entre dois personagens principais, um cão e um robô, que vivem uma amizade caracterizada por um companheirismo potencialmente queer, mas mantido em castidade. A história segue o cão, vivendo uma vida solitária no East Village, cuja rotina é interrompida ao montar um robô de um kit que ele compra, inspirado por um infomercial. A amizade entre o cão e o robô floresce através de atividades compartilhadas, como passeios turísticos e patinação no Central Park, ao som de “September” de Earth, Wind and Fire. No entanto, a separação inevitável ocorre quando o companheiro mecânico enferruja após um dia na praia, forçando o cão a enfrentar o inverno sozinho, enquanto o robô se deteriora, sonhando com um reencontro. “Meu Amigo Robô” aborda temas de amor, perda e amizade, sugerindo que relacionamentos finitos não são necessariamente fracassados. A narrativa comovente também se destaca por suas referências visuais inteligentes aos anos 1980 e à vida nas ruas de Nova York, explorando as alegrias e tristezas da vida urbana e a busca por conexão em um mundo frequentemente indiferente.   MERGULHO NOTURNO   Embora não seja adaptação de um conto de Stephen King, o terror compartilha das características tradicionais das obras do autor, confrontando americanos comuns com o sobrenatural. Na trama, o casal formado por Wyatt Russell (“O Falcão e o Soldado Invernal”) e Kerry Condon (de “Os Banshees de Inisherin”) se muda com a filha adolescente (Amelie Hoeferle, de “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”) e o filho caçula (Gavin Warren, de “Fear the Walking Dead”) para uma nova casa, apenas para descobrir que a piscina do quintal é assombrada por espíritos malévolos. A produção da Blumhouse/Atomic Monster expande a história de um aclamado curta-metragem homônimo de 2014, de Rod Blackhurst e Bryce McGuire. A direção é do próprio McGuire, que faz sua estreia em longas e, desde o início, estabelece um clima de suspense e tensão. No entanto, a ampliação da história para o formato de longa-metragem enfrenta desafios. Embora comece de forma promissora, o desenvolvimento da história se depara com complicações em seu roteiro e mitologia, tornando-se vítima de uma narrativa excessivamente elaborada. O que é bizarro diante de uma premissa que se resume, basicamente, a duas palavras: piscina assombrada.   SOBREVIVENTES – DEPOIS DO TERREMOTO   O candidato da Coreia do Sul ao Oscar 2004 traz novas perspectivas para o cinema de catástrofe. A ação se passa em Seul após um terremoto devastador, quando um único edifício permanece em pé, cercado por escombros. A escassez de alimentos e água logo se torna um problema para os moradores sobreviventes, incluindo Min-sung (Park Seo-joon, de “A Criatura de Gyeongseong”), um jovem servidor público, e sua esposa (Park Bo-young, de “Uma Dose Diária de Sol”). A narrativa não se concentra apenas no drama de sobrevivência, mas também examina questões morais complexas. Young-tak (Lee Byung-hun, de “Round 6”), um homem corajoso, é eleito líder pelos moradores e toma decisões difíceis, incluindo a expulsão violenta dos refugiados que buscam abrigo. E assim, o que começa como um microcosmo funcional e igualitário, logo se transforma rapidamente em um estado fascista, evidenciando tensões sociais e políticas. A produção é adaptação de um webtoon (quadrinhos online) de Kim Soong-Nyung, que examina a complexidade moral em tempos de crise e desafia o público a refletir sobre a natureza humana e as escolhas feitas em circunstâncias extremas. A direção é de Um Tae-hwa (“Desaparecimento: O Garoto que Retornou”).   SEGREDOS DE UM ESCÂNDALO   O novo drama de Todd Haynes (“Carol”) é baseado num fato real, mas se apresenta com uma abordagem original e intensa. Estrelado por Natalie Portman (“Thor: Amor e Trovão”) e Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”), o filme é marcado por personagens moralmente ambíguos, com o objetivo de criar desconforto proposital. A trama segue uma atriz (Portman) que viaja até a Georgia para estudar a vida de uma mulher da vida real (Moore), que ela vai interpretar em um filme biográfico. A personagem de Moore era uma mulher casada que teve um romance com um adolescente de 13 anos, foi presa e após cumprir a pena judicial se casou com o jovem, vivido por Charles Melton (de “Riverdale”). Mas nem duas décadas de distância e uma vida discreta nos subúrbios fizeram o escândalo ser esquecido. E com sua vida revirada pela estranha em sua casa, questões do casal, até então adormecidas, começam a vir à tona. Na sua busca para compreender Gracie, Elizabeth ultrapassa os limites entre curiosidade e invasão, enquanto seu objeto de estudo se mostra defensiva e complexa. Nesse jogo, o filme cria uma atmosfera tensa e estranha, salpicada por um humor sutilmente obsceno, que dialoga com seu tema tabu. A tensão é equilibrada por elementos cômicos, tornando possível arrancar risadas pela audácia da trama. Mas não se trata de uma obra fácil, especialmente para quem evita mergulhar em narrativas sobre indivíduos terríveis. Ousado em sua temática e na construção dos personagens, “Segredos de um Escândalo” traz os atores entregando performances habilidosas e desconcertantes, que resulta numa experiência que pode ser profundamente perturbadora, mas também extasiante para os cinéfilos.   O NATAL DO BRUNO ALEIXO   Bruno Aleixo é uma mistura de urso de pelúcia e cão, com um toque visual que lembra um Ewok do universo “Star Wars”. Seu um humor peculiar, rabugento e irônico ganhou notoriedade com uma série de vídeos na internet e se popularizou com “O Programa do Aleixo”, lançado na TV portuguesa em 2008. Desde então, Aleixo ganhou vários spin-offs online e participações em outros programas, que fizeram crescer seus coadjuvantes e o tornaram um fenômeno pop em Portugal. O personagem foi criado por João Moreira, Pedro Santo e João Pombeiro. Os dois primeiros assinam seu segundo longa – depois de “O Filme do Bruno Aleixo” (2019) – que chega ao Brasil fora de época, devido à temática natalina. A produção narra as recordações de Natais passados de Bruno Aleixo após um acidente de carro que o deixa em coma – entre as memórias, destaca-se um Natal passado na casa de sua avó brasileira. A trama acaba por recontar o tradicional conto de Natal de Charles Dickens de forma original, utilizando diferentes estilos de animação para cada segmento. Essa abordagem criativa oferece ritmos e tonalidades variadas à narrativa. Apesar de ser um pouco ofuscado pelo sucesso de seu antecessor, a produção foi uma das comédias portuguesas mais destacadas de 2022.   MAL VIVER   O drama do português João Canijo (“Sangue do Meu Sangue”) forma um díptico com “Viver Mal”, ambos ambientados em um hotel. Enquanto a outra obra se foca nos hóspedes, o lançamento atual se concentra na equipe, principalmente nas relações femininas em deterioração. O enredo envolve a gerente do hotel, Piedade (Anabela Moreira), sua mãe Sara (Rita Blanco), dona do estabelecimento, e a filha de Piedade, Salomé (Madalena Almeida), que retorna inesperadamente após a morte de seu pai. Completando o elenco, estão Raquel (Clei Almeida), prima e empregada, em um relacionamento complicado com Angela (Vera Barreto), a fiel governanta e cozinheira. A trama explora as tensões familiares e profissionais, que se misturam no local visivelmente desgastado e em dificuldades financeiras, criando um efeito trágico, com personagens femininas refletindo sobre suas vidas em meio a um ambiente de hostilidade, tristeza e desafeto. Venceu o Prêmio do Júri do último Festival de Berlim.

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    Estreias | “Eco” e “True Detective” chegam ao streaming

    12 de janeiro de 2024 /

    Os destaques da programação de streaming são duas séries, “Eco”, nova produção da Marvel, e a 4ª temporada de “True Detective” com Jodie Foster, que estreia no domingo (14/1). Entre os filmes, há chegada de “Assassinos da Lua das Flores” para os assinantes da Apple TV+, “Napoleão” em VOD e duas comédias de ação inéditas para arriscar – contra a opinião da crítica. Confira a lista das 10 principais novidades da semana.   SÉRIES   ECO | DISNEY+   A série mais inovadora da Marvel destaca uma personagem indígena, surda e amputada. Longe das convenções tradicionais dos super-heróis, a produção mergulha em territórios inexplorados ao acompanhar Maya Lopez, interpretada por Alaqua Cox, de volta para sua cidade natal em Oklahoma, onde confronta seu passado e planeja vingança contra o vilão Wilson Fisk, interpretado por Vincent D’Onofrio. Este retorno força Maya a enfrentar traumas familiares e a reconectar-se com seus avôs. O enredo se desenrola em meio a uma mistura de misticismo indígena e conflitos familiares. Apesar de ser uma série de ação, “Eco” é mais notável por suas cenas emocionais e representação cultural do que por suas sequências de luta. Entretanto, quando o quebra-quebra começa, rende algumas das sequências mais viscerais da Marvel, com um trabalho excepcional de dublês. O uso da perna protética de Maya nos combates é um exemplo de como a série inova, utilizando elementos característicos da personagem para enriquecer a ação. “Eco” é significativa no contexto do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) não apenas pela representação de minorias, mas também por sua abordagem única na narrativa, inaugurando o novo selo Marvel Spotlight. Este selo tem como objetivo trazer histórias mais focadas e autocontidas, diferenciando-se das produções interconectadas e de grande escala típicas do MCU. Com a minissérie, o estúdio demonstra uma abordagem mais íntima e específica, voltando-se para a exploração profunda de um único personagem e sua jornada, ao invés de entrelaçar diversas narrativas e heróis de seu universo compartilhado. Entretanto, a narrativa é claramente amarrada na continuidade do MCU. Maya Lopez foi apresentada em “Gavião Arqueiro” e a trama é desdobramento do aconteceu naquela série. Além disso, os episódios trazem personagens da série “Demolidor”, como o mencionado Wilson Fisk e o próprio herói-título, novamente interpretado por Charlie Cox. A produção tem até cena pós-créditos, que introduz o enredo da nova série do Demolidor. A direção é de Sydney Freeland (“Star Trek: Strange New Worlds”) e o elenco também inclui Chaske Spencer (“The English”), Graham Greene (“Espíritos Obscuros”), Tantoo Cardinal (“Assassinos da Lua das Flores”), Devery Jacobs (“Reservation Dogs”) e Zahn McClarnon (“Westworld”).   TRUE DETECTIVE: TERRA NOTURNA | HBO MAX   A 4ª temporada da renomada série “True Detective”, intitulada “Terra Noturna”, estabelece um novo marco na franquia, que bateu recordes de audiência. Ambientada na gélida localidade de Ennis, no Alasca, os novos episódios seguem a detetive Liz Danvers, interpretada por Jodie Foster (“Um Novo Despertar”), e sua parceira, Evangeline Navarro, papel de Kali Reis (“Catch the Fair One”), na investigação do desaparecimento de oito cientistas em um remoto centro de pesquisa. A direção é da mexicana Issa López, conhecida pelo premiado terror “Os Tigres Não Têm Medo” (2017), que usa sua experiência no gênero para combinar o mistério com elementos sobrenaturais. Junto de cenas fortes, como a descoberta de um bloco gigante de carne formado por cinco corpos congelados, e uma abordagem atmosférica, que explora o ambiente hostil à vida humana, ainda há o retorno do símbolo em espiral que marcou a 1ª temporada. Para quem não lembra, ele foi associado ao Rei Amarelo, uma entidade misteriosa e aparentemente cósmica que inspirou ataques rituais e assassinatos. Embora o autor dos crimes originais tenha sido encontrado na temporada inaugural, os detalhes mais sutis sobre o que é o Rei Amarelo e de onde ele veio permaneceram um mistério, que retorna para assombrar os espectadores. Para aumentar mais a tensão, a investigação é dificultada pela chegada da noite longa na cidade de Ennis, no Alasca, que deixa o lugar sem luz solar por vários dias. Essa situação ainda é agravada por graves falhas elétricas, que mergulham a região na escuridão. A química entre Foster e Reis é o ponto alto da produção, com atuações intensas que capturam a essência de suas personagens. Foster, com uma presença marcante, expressa nuances emocionais complexas, enquanto Reis, com seu histórico no boxe, apresenta uma performance visceral e carregada de intensidade. O ótimo elenco da produção também conta com John Hawkes (“Três Anúncios para um Crime”), Christopher Eccleston (“The Leftovers”), Fiona Shaw (“Killing Eve”), Finn Bennett (“Domina”) e Anna Lambe (“Three Pines”). Os atores Matthew McConaughey e Woody Harrelson, que estrelaram a aclamada 1ª temporada, são produtores executivos da atração, ao lado do criador da série, Nic Pizzolatto, que pela primeira vez não escreveu os episódios.   GAROTO DEVORA UNIVERSO | NETFLIX   A adaptação do best-seller de Trent Dalton é uma saga épica de amadurecimento ambientada nos subúrbios de Brisbane, Austrália, nos anos 1980. Esta história semi-autobiográfica segue Eli Bell (Zac Burgess, de “One Night”), um jovem que enfrenta as duras realidades da vida. Sua família é composta por um pai ausente, um irmão mudo, uma mãe em recuperação de vício e um padrasto traficante de heroína. No elenco, Phoebe Tonkin (“The Originals”) e Simon Baker (“O Mentalista”) interpretam os pais, Travis Fimmel (“Vikings”) é o padrasto e o veterano Bryan Brown (“Bem-Vindos à Austrália”) retrata o criminoso real Slim Halliday. A história explora a jornada de Eli e seu irmão August, criados em meio ao comércio de heroína, conduzindo até a prisão de sua mãe. A figura de Slim Halliday, um criminoso que atua como uma espécie de mentor para Eli, adiciona outra dimensão à história, misturando elementos da realidade com a mística que circunda sua persona. Este encontro entre o real e o fantasioso é central na forma como a trama trata os aspectos mais sombrios e desafiadores da vida do jovem com um senso de maravilha e otimismo. Há uma tensão constante entre a dura realidade do submundo do crime e a inocência do jovem alimentado por sonhos e aspirações. Além disso, a série utiliza elementos visuais e narrativos para enfatizar seu aspecto lúdico, como sequências em que palavras escritas no ar tomam forma ou em cenas que retratam as visões e sonhos de Eli. Publicado em 2018, o romance de Dalton tornou-se o livro de estreia mais vendido na Austrália e ganhou quatro prêmios no Australian Book Industry Awards de 2019. Adaptado para o teatro pela Queensland Theatre em 2021, o espetáculo tornou-se o mais vendido na história de mais de 50 anos da companhia. A série desenvolvida por John Collee (roteirista de “Atentado ao Hotel Taj Mahal”) visa continuar a tradição de sucesso com uma recriação fiel do romance de Dalton, oferecendo uma mistura única de realismo mágico e crueza temática – situações dramáticas, mas infundidas com humor, calor e um senso de otimismo esperançoso.   HISTÓRICO CRIMINAL | APPLE TV+   A série policial coloca frente a frente Peter Capaldi (“Doctor Who”) e Cush Jumbo (“The Good Wife”), que vivem uma colisão inevitável nos papéis de policiais com posições antagônicas sobre um antigo caso. Na trama, após uma investigação trazer informações que podem inocentar um condenado por assassinato, a jovem detetive June Lenker (Jumbo) confronta o experiente detetive inspetor-chefe Daniel Hegarty (Capaldi), que encerrou o caso rapidamente com uma confissão. Enquanto Lenker busca se provar como uma detetive, Hegarty resolve impedi-la de enxovalhar o seu legado. Criada por Paul Rutman (indicado ao BAFTA TV por “Five Days”), a série provoca uma avaliação instigante e desconfortável do racismo atual no Reino Unido, examinando práticas policiais prejudiciais e as mentiras que as pessoas contam a si mesmas para justificar seus preconceitos.   FILMES   ASSASSINOS DA LUA DAS FLORES | APPLE TV+   O novo épico de Martin Scorsese (“O Irlandês”) desvenda a história real dos assassinatos da Nação Osage no início do século 20, quando várias mortes ocorreram após descobertas de grandes depósitos de petróleo nas terras indígenas em Oklahoma. A narrativa segue Ernest Burkhart (Leonardo DiCaprio), que se muda para Fairfax, Oklahoma, na década de 1920, para viver com seu tio, William Hale (Robert De Niro), conhecido como King Bill Hale, um influente pecuarista local. Sob a manipulação de seu tio, Ernest se envolve com Mollie (Lily Gladstone), uma mulher Osage, com o objetivo sombrio de herdar os direitos lucrativos de petróleo de sua família, caso os membros de sua família morram. O drama se intensifica à medida que membros da família de Mollie são assassinados um a um, destacando uma trama maior de ganância e exploração. A complexa rede de mentiras e corrupção é revelada gradualmente, com o envolvimento de vários membros da comunidade que, silenciosamente, consentem ou contribuem para os crimes. A interpretação de Gladstone como Mollie, que enfrenta a dor insuportável da perda enquanto descobre a verdade sobre seu marido e a conspiração em andamento, tem sido apontada como garantida no Oscar 2024. A colaboração entre Scorsese e seus dois atores favoritos, DiCaprio e De Niro, juntos pela primeira vez num filme do cineasta – após estrelarem separadamente suas obras mais famosas – é um atrativo à parte. E suas cenas são a base da história envolvente, roteirizada por Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”) e baseado no livro homônimo de David Grann, que mistura crime verdadeiro com elementos de faroeste e consegue prender a atenção do espectador ao longo de suas quase 3 horas e meia de duração. Tão surpreendente quanto a extensão do filme só a vitalidade do diretor de 80 anos, que descobriu um novo terreno visual e dramático para se expressar, mergulhando pela primeira vez nos vastos espaços abertos e na atmosfera dos bangue-bangues clássicos para criar seu primeiro western, com indígenas, pistoleiros, fazendeiros corruptos e homens da lei. A decisão de filmar em locais autênticos em Oklahoma, proporcionando um pano de fundo realista e engajando comunidades locais no processo, aumenta a autenticidade e a riqueza visual e cultural da produção, que merecidamente arrancou elogios em sua première no Festival de Cannes e atingiu 96% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes.   NAPOLEÃO | VOD*   O novo épico de Ridley Scott marca um reencontro com Joaquin Phoenix, 23 anos após “Gladiador”. O ator (hoje mais lembrado por “Coringa”) encarna Napoleão desde sua ascensão como jovem tenente, mostrando sua habilidade em navegar e manipular o cenário político e social da França revolucionária em sua caminhada para assumir o título de imperador. Mas embora concentre-se na trajetória política e militar, o longa também mergulha na relação tumultuada de Napoleão com a Imperatriz Josephine, interpretada por Vanessa Kirby (“Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte Um”), numa dinâmica que oscila da paixão intensa a confrontos tempestuosos. Notável pela execução técnica, o filme apresenta cenas espetaculares de batalhas com uma combinação de som impactante e coreografia intrincada, capturando o caos e a precisão das estratégias de Napoleão. Os detalhes de figurino e design de produção meticulosamente elaborados são outros destaques da produção grandiosa. Mas todo esse apuro esbarra na opção do diretor em retratar um Napoleão caricatural, sujeito a pitis e frases infantis, que não parece fazer justiça ao papel histórico do personagem. Ele é apresentado como uma figura ambígua, capaz de estratégias geniais, mas que também demonstra enorme instabilidade emocional diante de desastres, como a lendária derrota em Waterloo. Além disso, a importância de Josephine é bastante minimizada, num retrato superficial da imperatriz. Os críticos franceses odiaram – chamaram o filme de “Barbie e Ken sob o Império”, indicando a artificialidade nas representações dos protagonistas, além de francófobo. Os críticos anglófilos acharam mais satisfatório. Basicamente, os 58% de aprovação no Rotten Tomatoes devem-se ao visual das batalhas. São seis ao todo. Só que, mesmo com duas horas e meia, não faltam cenas apressadas e cheias de imprecisões históricas.   JOGO DO DISFARCE | PRIME VIDEO   A comédia de ação tem uma premissa que já foi explorada em outros filmes, centrada em uma mulher levando uma...

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