Martin Freeman enfrenta fantasmas em trailer e pôsteres de terror britânico
O estúdio indie IFC divulgou quatro pôsteres de personagens e o trailer de “Ghost Stories”, considerado um dos melhores terrores ingleses dos últimos anos. A prévia revela influência dos clássicos de antologia sobrenatural dos anos 1970, centrados num narrador em comum. Escrito e dirigido pela dupla Jeremy Dyson (roteirista da série “The League of Gentleman”) e Andy Nyman (ator da série “Peaky Blinders”), o filme acompanha um desafio feito a um caçador de fantasmas (o próprio Nyman), que é confrontado por três casos de supostos terrores reais. O elenco também inclui Martin Freeman (“O Hobbit”, “Pantera Negra”), Alex Lawther (série “The End of the F***ing World”), Nicholas Burns (“A Senhora da Van”), Jill Halfpenny (série “Humans”) e Paul Whitehouse (“Mortdecai”). A estreia está marcada para 13 de abril no Reino Unido e não há previsão de lançamento no Brasil.
A Forma da Água lidera indicações ao prêmio do BAFTA, o “Oscar britânico”
A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês) divulgou os indicados a seu prêmio de cinema, considerado o “Oscar britânico”. E a fantasia “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro, lidera a lista, citada em 12 categorias, incluindo Melhor Filme e Direção. O grande vencedor do Globo de Ouro 2018, “Três Anúncios para um Crime”, e a cinebiografia de Winston Churchill, “O Destino de uma Nação”, aparecem em seguida com nove indicações cada. Mas o que mais chamou atenção foram as ausências. “The Post”, de Steven Spielberg, não ganhou nenhuma menção sequer. A premiação do BAFTA está marcada para 18 de fevereiro, duas semanas antes do Oscar. Veja abaixo a lista completa dos indicados. Indicados ao BAFTA Awards 2018 MELHOR FILME “Me Chame pelo seu Nome” “O Destino de uma Nação” “Dunkirk” “A Forma da Água” “Três Anúncios para um Crime” MELHOR DIRETOR Denis Villeneuve, “Blade Runner 2049” Luca Guadagnino, “Me Chame pelo seu Nome” Christopher Nolan, “Dunkirk” Guillermo del Toro, “A Forma da Água” Martin McDonagh, “Três Anúncios para um Crime” MELHOR ATRIZ Annete Benning, “Film Stars Don’t Die in Liverpool” Frances Mcdorman, “Três Anúncios para um Crime” Margot Robbie, “Eu, Tonya” Sally Hawkins, “A Forma da Água” Saoirse Ronan, “Lady Bird” MELHOR ATOR Daniel Day-Lewis, por “Trama Fantasma” Daniel Kaluuya “Corra!” Gary Oldman, “O Destino de uma Nação”, Jamie Bell, “Film Stars Don’t Die in Liverpool” Timothée Chalamet, “Me Chame pelo seu Nome” MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Allison Janney, “Eu, Tonya” Kristin Scott Thomas, “O Destino de uma Nação” Laurie Metcalf, “Lady Bird” Lesley Manville, “Trama Fantasma” Octavia Spencer, “A Forma da Água” MELHOR ATOR COADJUVANTE Christopher Plummer, “All the Money in the World” Hugh Grant, “As Aventuras de Paddington 2”, Sam Rockwell, “Três anúncios para um Crime” Willem Dafoe, “The Florida Project” Woody Harrelson, “Três Anúncios para um Crime” MELHOR FILME BRITÂNICO “O Destino de uma Nação” “The Death of Stalin” “God’s Own Country” “Lady MacBeth” “As Aventuras de Paddington 2” “Três Anúncios para um Crime” MELHOR ESTREIA DE ROTEIRISTA, DIRETOR OU PRODUTOR BRITÂNICO “The Ghoul”, Gareth Tunley (roteiro/direção/produção), Jack Healy Guttman & Tom Meeten (produção) “I Am Not a Witch”, Rungano Nyoni (roteiro/direção), Emily Morgan (produção) “Jawbone”, Johnny Harris (roteiro/produção), Thomas Napper (direção) “Kingdom of Us”, Lucy Cohen (direção) “Lady MacBeth”, Alice Birch (roteiro), William Oldroyd (direção), Fodhla Cronin O’Reilly (produção) MELHOR FILME ESTRANGEIRO “Elle”, Paul Verhoeven “First They Killed My Father”, Angelina Jolie “A Criada”, Park Chan-wook “Desamor”, Andrey Zvyagintsev “O Apartamento”, Asghar Farhadi MELHOR DOCUMENTÁRIO “City of Ghosts”, Matthew Heineman “Eu Não Sou Seu Negro”, Raoul Peck “Ícaro”, Bryan Fogel, Dan Cogan “Uma Verdade Mais Inconveniente”, Bonni Cohen, Jon Shenk “Jane”, Brett Morgen MELHOR ANIMAÇÃO “Viva – A Vida É uma Festa”, Lee Unkrich, Darla K. Anderson “Com Amor, Van Gogh”, Dorota Kobiela, Hugh Welchman, Ivan Mactaggart “Minha Vida de Abobrinha”, Claude Barras, Max Karli MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Jordan Peele, “Corra!” Steven Rogers, “Eu, Tonya” Greta Gerwig, “Lady Bird” Guillermo del Toro, Vanessa Taylor, “A Forma da Água” Martin McDonagh, “Três Anúncios para um Crime” MELHOR ROTEIRO ADAPTADO James Ivory, “Me Chame pelo seu Nome” Armando Iannucci, Ian Martin, David Schneider, “The Death of Stalin” Matt Greenhalgh, “Film Stars Don’t Die in Liverpool” Aaron Sorkin, “A Grande Jogada” Simon Farnaby, Paul King, “As Aventuras de Paddington 2” MELHOR TRILHA SONORA Benjamin Wallfisch, Hans Zimmer, “Blade Runner 2049” Dario Marianelli, “O Destino de uma Nação” Hans Zimmer, “Dunkirk” Jonny Greenwood, “Trama Fantasma” Alexandre Desplat, “A Forma da Água” MELHOR FOTOGRAFIA Roger Deakins, “Blade Runner 2049” Bruno Delbonnel, “O Destino de uma Nação” Hoyte van Hoytema, “Dunkirk” Dan Laustsen, “A Forma da Água” Ben Davis, “Três Anúncios para um Crime” MELHOR EDIÇÃO Jonathan Amos, Paul Machliss, “Em Ritmo de Fuga” Joe Walker, “Blade Runner 2049” Lee Smith, “Dunkirk” Sidney Wolinsky, “A Forma da Água” Jon Gregory, “Três Anúncios para um Crime” MELHOR DIREÇÃO DE ARTE Sarah Greenwood, Katie Spencer, “A Bela e a Fera” Alessandra Querzola, Dennis Gassner, “Blade Runner 2049” Sarah Greenwood, Katie Spencer, “O Destino de uma Nação” Nathan Crowley, Gary Fettis, “Dunkirk” Paul Austerberry, Jeff Melvin, Shane Vieau, “A Forma da Água” MELHOR FIGURINO Jacqueline Durran, “A Bela e a Fera” Jacqueline Durran, “O Destino de uma Nação” Jennifer Johnson, “Eu, Tonya” Mark Bridges, “Trama Fantasma” Luis Sequeira, “A Forma da Água” MELHOR MAQUIAGEM Donald Mowat, Kerry Warn, “Blade Runner 2049” David Malinowski, Ivana Primorac, Lucy Sibbick, Kazuhiro Tsuji, “O Destino de uma Nação” Deborah La Mia Denaver, Adruitha Lee, “Eu, Tonya” Daniel Phillips, “Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha” Naomi Bakstad, Robert A. Pandini, Arjen Tuiten, “Extraordinário” MELHOR SOM “Em Ritmo de Fuga” “Blade Runner 2049” “Dunkirk” “A Forma da Água” “Star Wars: Os Últimos Jedi” MELHORES EFEITOS VISUAIS “Blade Runner 2049” “Dunkirk” “A forma da Água” “Star Wars: Os Últimos Jedi” “Planeta dos Macacos: A Guerra” MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO BRITÂNICO “Have Heart, Will Anderson “Mamoon”, Ben Steer “Poles Apart”, Paloma Baeza, Ser En Low MELHOR CURTA BRITÂNICO “Aamir”, Vika Evdokimenko, Emma Stone, Oliver Shuster “Cowboy Dave”, Colin O’Toole, Jonas Mortensen “A Drowning Man”, de Mahdi Fleifel, Signe Byrge Sørensen, Patrick Campbell “Work”, de Aneil Karia, Scott O’Donnell “Wren Boys”, de Harry Lighton, Sorcha Bacon, John Fitzpatrick
Peggy Cummins (1925 – 2017)
A atriz Peggy Cummins, loira fatal do cinema noir, morreu na sexta-feira passada (29/12) aos 92 anos de idade. A atriz, que vivia em Londres, foi vítima de um ataque cardíaco. Peggy Cummins nasceu em 18 de dezembro de 1925 no País de Gales e iniciou a sua carreira de atriz ainda jovem, aos 13 anos, nos palcos londrinos. Ela protagonizou alguns longas britânicos antes de ir para Hollywood após a 2ª Guerra Mundial. E logo em seu primeiro filme americano teve seu nome destacado nos letreiros e cartazes, como a filha que escolhe o noivo “errado” na comédia “Tenho Direito ao Amor” (1947), de Joseph L. Mankiewicz. Apesar deste começo, sua carreira não seguiu o caminho dos risos fáceis. Ao contrário, foi marcada por personagens sombrias, como a chantagista do potencial assassino vivido por Victor Mature no suspense “Rosas Trágicas” (1947), a jovem que ajuda um presidiário (Rex Harrison) a fugir da polícia em “Homem em Fuga” (1948) e a filha que rouba o amante da mãe (Myrna Loy!) em “Se Isto É Pecado” (1949). O filme que lhe deu reconhecimento como femme fatale veio em 1950. E foi um papel radical até mesmo para o gênero noir. Como dizia o título nacional, ela era “Mortalmente Perigosa” (1950) no grande clássico do diretor Joseph H. Lewis, escrito por Dalton Trumbo sob pseudônimo, durante o auge da lista negra. O pôster original de “Gun Crazy” (o título em inglês) a estampava de blazer, saia, salto alto, boina e dois acessórios de metal em cada mão: revólveres em ponto de bala. Sua personagem, Annie Laurie Starr, era uma atiradora de circo com a pontaria perfeita, que amava armas e, após se casar com um ex-militar, convence o marido a resolver os problemas financeiros do casamento com uma maratona de assaltos ousados. O problema é que a natureza violenta da mulher não demora a assustar o homem que ela arrasta para o crime. “Mortalmente Perigosa” foi considerado um marco do cinema e é tido como precursor do revolucionário “Um Rajada de Balas” (1967), sobre a história real do casal de assaltantes Bonnie e Clyde (Fay Dunaway usa até a famosa boina popularizada por Cummins), além de ter influenciado produções da nouvelle vague francesa. Até Quentin Tarantino lista o filme entre seus favoritos de todos os tempos. Temendo ficar marcada, a atriz buscou fazer mais comédias, como “A Noiva Eterna” (1953), “A Loteria do Amor” (1954) e “Com a Cegonha Não Se Brinca” (1954). Mas nenhum desses filmes atingiu a mesma repercussão, o que a trouxe de volta ao Reino Unido e ao noir no clássico “Na Rota do Inferno” (1957), de Cy Endfield. Ela não parou nisto e radicalizou, ao estrelar o único terror de sua filmografia, novamente um clássico, “A Noite do Demônio” (1957), sobre um culto satânico, que foi dirigido pelo mestre francês do gênero, Jacques Tourneur (de “Sangue de Pantera”). Sua carreira não foi muito além, encerrando-se em 1962 após mais quatro comédias britânicas bobas. O título da última revela o tom das produções: “Deu a Louca no Doutor”. Mas Cummins não precisava fazer mais nenhum outro filme para completar sua importância na história do cinema. “Na Rota do Inferno” e “A Noite do Demônio” foram belos bônus. Mas sua participação em “Mortalmente Perigosa” é lendária, a ponto de ser considerada uma das maiores interpretações de femme fatale da história do cinema.
Paddington 2 ganha novo trailer com cenas inéditas e as vozes originais da produção
A Warner divulgou um novo trailer americano de “Paddington 2”, que traz diversas cenas – e piadas – inéditas, além da dublagem original do ursinho falante atrapalhado, adotado por uma típica família britânica. Na trama, Paddington é confundido com um ladrão e vai parar na cadeia, após ser incriminado pelo novo vilão da história, um ator e mestre dos disfarces vivido por Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). Com roteiro e direção de Paul King, que comandou o longa de 2014, o filme traz de volta o elenco formado por Hugh Bonneville (série “Downton Abbey”), Sally Hawkins (“A Forma da Água”), Julie Walters (“Brooklyn”), Madeleine Harris (série “Man Down”), Jim Broadbent (“O Bebê de Bridget Jones”), Peter Capaldi (série “Doctor Who”) e Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”) como a voz inglesa do ursinho. No Brasil, Paddington será dublado pelo ator Bruno Gagliasso (novela “Sol Nascente”). Além disso, Márcio Gárcia (novela “Caminho das Índias”) dará voz ao vilão Phoenix Buchanan (personagem de Hugh Grant), que foi transformado em Félix Buchana, e o chef de cozinha Henrique Fogaça (reality “Masterchef”) substituirá a voz de Brendan Gleeson (“O Guarda”) no papel do prisioneiro Knuckles McGinty – que virou Rick em “português”. “Paddington 2” já estreou no Reino Unido, mas chega apenas em 1 de fevereiro no Brasil, que será o último país do mundo a exibir o filme.
Animação Homem das Cavernas ganha novo trailer britânico
O StudioCanal divulgou mais um trailer e pôster britânico de “Homem das Cavernas” (Early Man), nova animação de massinhas de Nick Park, criador de “Wallace e Gromit”, “Shaun: O Carneiro” e diretor do divertido “A Fuga das Galinhas”. O filme acompanha, como diz o título nacional, as aventuras de Dug, guerreiro da última tribo das cavernas, mas subverte as expectativas por não se passar na Idade da Pedra e sim muitos séculos depois, na Era do Bronze. Na trama, os homens pré-históricos vão enfrentar o exército “moderno” do tirano Lord Nooth. Dono de um castelo e elefantes encouraçados, ele expulsa a tribo, mas, numa tentativa de retomar suas terras, Dug o desafia para uma competição com bola – a pré-história do futebol. Dublado em inglês por Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), o personagem ganhou voz de Marco Luque (“Altas Horas”) e outro nome para o lançamento no Brasil. Virou… Doug, bem “nacional”. Quem for ver a versão dublada também não ouvirá as vozes de Tom Hiddleston (“Thor: Ragnarok”), Maisie Williams (série “Game of Thrones”), Timothy Spall (franquia “Harry Potter”) e Richard Ayoade (série “The IT Crowd”), que dublaram o desenho inglês. A estreia está marcada para 8 de fevereiro no Brasil, duas semanas após o lançamento no Reino Unido.
Trailer nacional da animação Homem das Cavernas revela dublagem em “portunhol”
A Paris Filmes divulgou o trailer dublado em português (há controvérsias) da nova animação de massinhas da Aardman Animation. “Homem das Cavernas” (Early Man) acompanha, como diz o título nacional, personagens de uma tribo pré-histórica, mas subverte as expectativas por não se passar na Idade da Pedra e sim muitos séculos depois, na Era do Bronze. A trama acompanha as aventuras de Dug, guerreiro da última tribo das cavernas, que enfrenta o exército “moderno” do tirano Lord Nooth. Dono de um castelo e elefantes encouraçados, ele expulsa a tribo, mas, numa tentativa de retomar suas terras, Dug o desafia para uma batalha. Na verdade, um combate numa arena de gladiadores. Onde atletas vigorosos disputam ferozmente… futebol. Dublado em inglês por Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), o personagem ganhou voz de Marco Luque (“Altas Horas”) e outro nome no Brasil. Virou… Doug, bem “nacional”. Os demais dubladores brasileiros não foram identificados, mas vale apontar que também inventaram uma nova língua para a produção: o portunhol. De forma inexplicada, os guerreiros de bronze trocam o sotaque francês da animação original por uma língua hermana. Vai ver porque as cores de seus uniformes de futebol são as mesmas da celeste uruguaia. Quem for ver a versão dublada também não ouvirá as vozes de Tom Hiddleston (“Thor: Ragnarok”), Maisie Williams (série “Game of Thrones”), Timothy Spall (franquia “Harry Potter”) e Richard Ayoade (série “The IT Crowd”). O filme tem direção de Nick Park, criador de “Wallace e Gromit”, “Shaun: O Carneiro” e diretor do divertido “A Fuga das Galinhas” (2000). A estreia está marcada para 8 de fevereiro no Brasil, duas semanas após o lançamento no Reino Unido.
Trailer dublado de Paddington 2 traz as vozes de Bruno Gagliasso, Márcio Gárcia e Fogaça
A Imagem Filmes divulgou o trailer dublado em português de “Paddington 2”, que curiosamente adotou o título original em inglês, após o primeiro longa ser distribuído no Brasil com a “tradução” nacional de “As Aventuras de Paddington”. Também houve mudanças na voz do ursinho. Saiu Danilo Gentili e entrou seu parceiro no filme “Mato sem Cachorro” (2013), o ator Bruno Gagliasso. Outras novidades da dublagem incluem as vozes de Márcio Gárcia (novela “Caminho das Índias”) como o vilão Phoenix Buchanan (personagem de Hugh Grant), que foi transformado em Félix Buchana, e o chef de cozinha Henrique Fogaça (reality “Masterchef”) como o prisioneiro Knuckles McGinty (Brendan Gleeson), que virou Rick em “português”. Na trama, Paddington é confundido com um ladrão e vai parar na cadeia, após ser incriminado pelo personagem de Grant, um mestre dos disfarces. Com roteiro e direção de Paul King, que comandou o longa de 2014, o filme também traz de volta o elenco original, formado por Hugh Bonneville (série “Downton Abbey”), Sally Hawkins (“Godzilla”), Julie Walters (“Brooklyn”), Madeleine Harris (série “Man Down”), Jim Broadbent (“O Bebê de Bridget Jones”) e Peter Capaldi (série “Doctor Who”). Para completar, a voz original do ursinho é de Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”). “Paddington 2” já estreou no Reino Unido, mas chega apenas em 1 de fevereiro no Brasil, que será o último país do mundo a exibir o filme.
Asa Butterfield e Sam Claflin vão à guerra em trailer de drama britânico
O filme britânico de guerra “Journey’s End” ganhou pôsteres, fotos e trailer, com cenas dramáticas nas trincheiras do começo do século 20. Passado durante a 1ª Guerra Mundial, o filme marca o reencontro de dois amigos no campo de batalha, um recém-chegado e idealista e outro desiludido e sem esperanças com os rumos do conflito, que se unem enquanto esperam o ataque do inimigo. A trama é baseada na peça homônima de R.C. Sherriff (1896–1975), encenada pela primeira vez em 1928, quando a memória da guerra ainda era recente e Laurence Olivier era um jovem iniciante. Fez tanto sucesso que virou filme em 1930 e rendeu uma carreira de roteirista a Sherriff em Hollywood, assinando clássicos como “O Homem Invisível” (1933), “As Quatro Penas Brancas” (1939) e “Adeus, Mr. Chips” (1939). A direção da nova versão é de Saul Dibb (“Suite Francesa”) e o elenco destaca Asa Butterfield (“Ender’s Game”) como o recém-chegado e Sam Claflin (“Jogos Vorazes: Em Chamas”) como o amigo veterano, além de Paul Bettany (“Vingadores: Era de Ultron”), Toby Jones (“Boneco de Neve”), Stephen Graham (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Tom Sturridge (“LOnge Deste Insensato Mundo”) e Robert Glenister (“A Lei da Noite”). A estreia está marcada para 2 de fevereiro no Reino Unido e não há previsão de lançamento no Brasil.
Romance gay é considerado Melhor Filme Britânico Independente do ano
Inédito no Brasil, o drama “God’s Own Country”, de Francis Lee, foi o grande vencedor do British Independent Film Awards 2017 (BIFA), premiação do cinema independente britânico. Além de ser considerado o Melhor Filme, venceu os troféus de Ator (Josh O’Connor), Som e Roteirista Estreante (Lee). O filme tem sido comparado a “Me Chame pelo seu Nome” pelo tema do romance gay, mas se passa num mundo completamente diferente, entre jovens da classe baixa rural, sem refinamento ou glamour, e tem como primeira cena um jorro de vômito. Com mais indicações ao BIFA, o drama de época “Lady Macbeth” venceu cinco troféus, inclusive os de Melhor Atriz para Florence Pugh e Roteiro para Alice Birch. Já o prêmio de Melhor Direção foi faturado duplamente por Rungano Nyoni, que venceu também como Melhor Diretora Estreante por “I Am Not A Witch”. Igualmente inédito no Brasil, o filme conta a história de uma menina africana de 8 anos acusada de bruxaria, que é exilada para viver com outras bruxas num lugar com regras bizarras. Tanto “God’s Own Country” quanto “I Am Not A Witch” foram exibidos no Festival do Rio 2017, mas não têm previsão de lançamento comercial nos cinemas brasileiros. A lista dos premiados ainda inclui o terror americano “Corra!”, de Jordan Peele, como o Melhor Filme Independente Internacional. Confira a relação completa abaixo. Melhores do Ano: BIFA 2017 MELHOR FILME INDEPENDENTE BRITÂNICO “God’s Own Country”, de Francis Lee MELHOR DIREÇÃO Rungano Nyoni (“I Am Not A Witch”) MELHOR ATOR Josh O’Connor (“God’s Own Country”) MELHOR ATRIZ Florence Pugh (“Lady Macbeth”) MELHOR ROTEIRO Alice Birch (“Lady Macbeth”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Patricia Clarkson (“A Festa”) MELHOR ATOR COADJUVANTE Simon Russell Beale (“The Death Of Stalin”) MELHOR ROTEIRISTA ESTREANTE Francis Lee (“God’s Own Country”) MELHOR DIRETOR ESTREANTE Rungano Nyoni (“I Am Not A Witch”) MELHOR DOCUMENTÁRIO “Almost Heaven”, de Carol Salter MELHOR PRODUTOR REVELAÇÃO Emily Morgan (“I Am Not A Witch”) MELHOR FILME INDEPENDENTE INTERNACIONAL “Corra”, de Jordan Peele MELHOR CURTA BRITÂNICO “Fish Story” MELHOR PROMESSA Naomi Ackie (“Lady Macbeth”) PRÊMIO DESCOBERTA “In Another Life”, de Jason Wingard MELHOR FOTOGRAFIA Ari Wegner (“Lady Macbeth”) MELHOR CASTING Sarah Crowe (“The Death Of Stalin”) MELHOR FIGURINO Holly Waddington (“Lady Macbeth”) MELHOR EDIÇÃO Jon Gregory (“Três Anúncios de um Crime”) MELHORES EFEITOS Nick Allder e Ben White (“The Ritual”) MELHOR MÚSICA Carter Burwell (“Três Anúncios de um Crime”) MELHOR MAQUIAGEM Nicole Stafford (“The Death of Stalin”) MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO Cristina Casali (“The Death of Stalin”) MELHOR SOM Anna Bertmark (“God’s Own Country”)
Pôsteres destacam personagens de Homem das Cavernas, nova animação do criador de Wallace e Gromit
“Homem das Cavernas” (Early Man), a nova animação de massinhas do estúdio britânico Aardman, ganhou um coleção de pôsteres que destacam seus personagens principais. Como diz o título nacional, o filme acompanha personagens de uma tribo pré-histórica, mas não se passa na Idade da Pedra como pode dar a entender. Na verdade, a aventura animada acontece muitos séculos depois, na Era do Bronze. A trama acompanha as aventuras de Dug (voz original de Eddie Redmayne, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”), guerreiro da última tribo das cavernas, que enfrenta o exército “moderno” do tirano Lord Nooth (Tom Hiddleston, de “Thor”). Dono de um castelo e elefantes encouraçados, ele expulsa a tribo, mas, numa tentativa de retomar suas terras, Dug o desafia para um combate. Na verdade, uma disputa numa arena de gladiadores, onde atletas vigorosos jogam… futebol. O elenco de vozes britânicas originais ainda inclui Maisie Williams (série “Game of Thrones”), Timothy Spall (franquia “Harry Potter”) e Richard Ayoade (série “The IT Crowd”). O filme tem direção de Nick Park, criador de “Wallace e Gromit” e “Shaun: O Carneiro”, e estreia em 8 de fevereiro no Brasil, duas semanas após o lançamento no Reino Unido.
Drama britânico premiado com atriz de The Affair ganha primeiro trailer
A Arrow Films divulgou três fotos e o primeiro trailer de “Dark River”, drama britânico estrelado por Ruth Wilson (da série “The Affair”) e três atores de “Game of Thrones“. A prévia destaca a belíssima fotografia, os elogios da crítica e a tensão dramática da trama. Na trama, a atriz interpreta uma mulher com um passado turbulento, que retorna para a fazenda de ovelhas de sua família após 15 anos distante para enfrentar seu irmão, seu pai e suas lembranças traumáticas. Segundo longa da diretora inglesa Clio Barnard, que estreou vencendo diversos prêmios com “O Gigante Egoísta” (2013), “Dark River” é inspirado no aclamado romance “Transgressão”, de Rose Tremain (autora também de “O Outro Lado da Nobreza”), e seu elenco inclui Mark Stanley (intérprete de Grenn em “Game of Thrones”) como o amargo irmão da personagem de Wilson, Sean Bean (Ned Stark) como o pai doente e abusivo e Joe Dempsie (Gendry) num papel secundário. Premiado no Festival de Toronto, o filme foi indicado ao BIFA, troféu do cinema indie britânico, e tem lançamento comercial previsto para fevereiro no Reino Unido.
Nova animação de massinhas do criador de Wallace e Gromit ganha coleção de pôsteres
“Homem das Cavernas” (Early Man), a nova animação de massinhas do estúdio britânico Aardman, ganhou um coleção de pôsteres que brincam com a tecnologia, a moda e a publicidade da idade da pedra. Como diz o título nacional, o filme acompanha personagens de uma tribo pré-histórica, mas não se passa na Idade da Pedra como pode dar a entender. Na verdade, a aventura animada acontece muitos séculos depois, na Era do Bronze. A trama acompanha as aventuras de Dug (voz original de Eddie Redmayne, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”), guerreiro da última tribo das cavernas, que enfrenta o exército “moderno” do tirano Lord Nooth (Tom Hiddleston, de “Thor”). Dono de um castelo e elefantes encouraçados, ele expulsa a tribo, mas, numa tentativa de retomar suas terras, Dug o desafia para um combate. Na verdade, uma disputa numa arena de gladiadores, onde atletas vigorosos jogam… futebol. O elenco de vozes britânicas originais ainda inclui Maisie Williams (série “Game of Thrones”), Timothy Spall (franquia “Harry Potter”) e Richard Ayoade (série “The IT Crowd”). O filme tem direção de Nick Park, criador de “Wallace e Gromit” e “Shaun: O Carneiro”, e estreia em 8 de fevereiro no Brasil, duas semanas após o lançamento no Reino Unido.
Paddy Considine tem lesão cerebral no trailer de seu segundo longa como diretor
O Studiocanal divulgou o pôster e o trailer do drama britânico “Journeyman”, escrito, dirigido e estrelado por Paddy Considine (“Macbeth: Ambição e Guerra”), que volta a exercer as três funções após o sucesso de crítica de “Tiranossauro” (2011). No filme, ele vive um boxeador profissional que sofre uma lesão cerebral e inicia uma jornada exaustiva de recuperação com a ajuda da mulher – vivida por Jodie Whittaker, a nova “Doctor Who”. Considine está concorrendo ao BIFA 2017, premiação do cinema independente britânico, pelo papel. “Journeyman” teve première no Festival de Londres e estreia comercialmente no Reino Unido em 16 de fevereiro de 2018. Não há previsão para lançamento no Brasil.











