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  • Música

    Cantor sertanejo vai viver jogador de futebol em filme com apoio do Corinthians

    1 de setembro de 2017 /

    O cantor sertanejo Jorge, da dupla Jorge & Mateus, será protagonista do filme “Jorge – O Corinthiano”, que contará a vida de um menino nascido na periferia que se tornará jogador de futebol. Mais especificamente, um jogador do Corinthians. O projeto foi anunciado nesta sexta-feira (1/9), num evento para a imprensa no CT Joaquim Grava, e a expectativa é de que a obra seja lançada em 2018. Curiosamente, Jorge substitui no elenco outro sertanejo corinthiano. Por falta de datas em sua agenda, Luan Santana, primeira opção da produção, preferiu declinar do convite de estrelar o filme. De acordo com o produtor executivo Henrique Almirates Neto, o Corinthians não investirá no filme, mas receberá parte do lucro com bilheterias pela cessão da marca. Além disso, a produção será arcada por patrocinadores e não terá dinheiro de lei de incentivo público. O produtor também afirmou que todos os atores serão torcedores do Corinthians. Entre eles, Antônio Fagundes, Marília Gabriela, Paola Oliveira e Maiara, da dupla Maiara & Maraisa. O ex-jogador Basílio também deve participar. As gravações devem começar apenas em janeiro.

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  • Filme

    Vencedor do Festival de Gramado chega aos cinemas com Atômica, Emoji e Dupla Explosiva

    31 de agosto de 2017 /

    A programação de cinema da semana registra dez estreias, que oferecem entre suas opções a animação americana pior avaliada do ano e o filme brasileiro que venceu o Festival de Gramado. O primeiro (execrável) recebeu distribuição ampla e o segundo (excelente) entra em cartaz em circuito limitado, comprovando algumas teses. “Emoji – O filme” é um desastre completo. A animação sobre os símbolos usados por quem não gosta de escrever é o anti-“Divervente”, uma lição de conformismo para crianças, que gira em torno do único emoji que tem mais de uma expressão e quer ser monotemático como os demais. Com direito a personagens que são literalmente cocôs, ganhou descarga da crítica norte-americana e envergonhantes 7% de aprovação no Rotten Tomatoes. Há duas semanas em 1ª lugar nos Estados Unidos, “Dupla Explosiva” é outra bomba, ainda que menos fétida, com 40% no Rotten Tomatoes. A comédia de ação estrelada por Samuel L. Jackson (“Os Vingadores”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”) é uma produção de baixo orçamento (US$ 29 milhões), que tem um diretor de filmes B (fez “Os Mercenários 3”) e história batida (derivada de “Fuga à Meia-Noite”, de 1988). Em suma, um guarda-costas é contratado para proteger e levar até um tribunal um assassino que todos querem matar – uma trama tão genérica que a distribuidora nem se preocupou em diferenciar o lançamento de outros três que também receberam o mesmo título no Brasil. Melhor das estreias americanas, com 75% no Rotten Tomatoes, “Atômica” traz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como a “loira atômica” do título durante a época da Guerra Fria, nos anos 1980. Sua personagem é uma espiã britânica enviada para Berlim Ocidental numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. A trama é baseada na graphic novel “The Coldest Day”, de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart, e foi adaptada pelo roteirista Kurt Johnstad (“300”), responsável por mudar o sexo da personagem vivida por Sofia Boutella (“A Múmia”), dando origem a cenas lésbicas de alta voltagem. A direção é de David Leitch, ex-dublê que impressionou ao virar diretor com “De Volta ao Jogo” (2014) e atualmente filma “Deadpool 2”. “Os Guardiões” se resume à curiosidade de ser uma produção russa de super-heróis. A trama parte da premissa que, durante a Guerra Fria, a antiga União Soviética criou um programa para desenvolver superpoderes em pessoas comuns, de diferentes países da cortina de ferro. Estes heróis soviéticos mantiveram suas identidades em segredo após o fim do comunismo, mas a chegada de uma grande ameaça à Moscou faz com que eles voltem a ser convocados para defender a nação. A direção é do armênio Sarik Andreasyan (“O Último Golpe”), que não evita o resultado trash. Em contraste, o terror australiano “O Acampamento” foi recebido com muitos elogios durante sua exibição no Festival de Sundance deste ano e tem 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, apesar de sua premissa não ser novidade – evoca outro bom terror australiano, “Wolf Creek – Viagem ao Inferno” (2005). O filme acompanha um casal em busca de descanso numa praia remota, onde se depara com um acampamento abandonado. A falta de vestígio de seus ocupantes os deixa preocupados, ainda mais quando descobrem uma criança solitária e traumatizada nas proximidades. A verdade surge em flashbacks e no encontro com os sociopatas que aterrorizam os turistas da região. Vencedor de seis prêmios em Gramado, entre eles o de Melhor Filme, Direção, Atriz (Maria Ribeiro), Ator (Paulo Vilhena) e Atriz Coadjuvante (Clarisse Abujamra), “Como Nossos Pais” é o quarto longa de ficção de Laís Bodanzky – depois dos também premiados “Bicho de Sete Cabeças” (2000), “Chega de Saudade” (2007) e “As Melhores Coisas do Mundo” (2010). O filme retrata uma mulher de classe média nos seus 40 anos que precisa lidar com as pressões de ser mãe, dona de casa e profissional, e também foi exibido no Festival de Berlim, onde recebeu críticas elogiosas dos sites The Hollywood Reporter, Screen e Variety. Com distribuição já garantida em 10 países, é um dos principais lançamentos brasileiros do ano. Outro filme comandado por uma diretora brasileira também chega aos cinemas nesta quinta (31/8), mas em circuito reduzidíssimo e com qualidade completamente diferente. O melodrama “Entrelinhas” marca a estreia de Emilia Ferreira. O detalhe é que a mineira mora em Nova York, filmou em inglês a adaptação de um livro americano, com produtores americanos e atores americanos. Típico drama “cabeça”, acompanha o processo criativo de uma escritora que tenta materializar sua primeira peça de teatro, dividindo sua atenção entre o palco, a ficção e os relacionamentos de seu cotidiano. Com elenco de filmes B, permanece inédito e sem previsão de lançamento nos Estados Unidos. Completam a programação mais três estreias invisíveis, em circuito restrito (Rio e/ou São Paulo): o drama francês “150 Miligramas”, de Emmanuelle Bercot (“De Cabeça Erguida”), sobre um escândalo farmacêutico real, o drama islandês “Heartstone”, premiado em vários festivais, sobre descobertas sexuais da adolescência num lugarejo remoto, e o documentário “David Lynch – A Vida de um Artista”, sobre o cineasta responsável por “O Homem Elefante” (1980), “Veludo Azul” (1986), “Cidade dos Sonhos” (2001) e a série “Twin Peaks”, resultado de entrevistas feitas ao longo de três anos, enquanto Lynch pinta quadros. Clique nos títulos de cada filme para ver os trailers de todas as estreias.

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    Trailer de Chocante mostra boy band formada por Bruno Mazzeo e Lucio Mauro Filho

    29 de agosto de 2017 /

    A Imagem Filmes divulgou o trailer, o pôster e as fotos de “Chocante”, comédia brasileira sobre o revival de uma antiga boy band. Chocante era o nome do grupo, que fez sucesso há 20 anos. Mais velhos e fora de forma, eles se reencontram após a morte de um integrante e, animados por uma fã determinada, resolvem voltar a cantar juntos, já que suas vidas só pioraram desde que se separaram – um trabalha num supermercado, outro é motorista de táxi, etc. A prévia não é especialmente engraçada, mas ao menos a trama é original, repleta de referências à cultura pop brasileira, ao contrário de outros besteiróis que copiam descaradamente enredos de filmes americanos. A boy band da meia-idade é formada por Bruno Mazzeo (“E Aí… Comeu?”), Lucio Mauro Filho (“Vai que Dá Certo”), Marcus Majella (“Um Tio Quase Perfeito”) e Bruno Garcia (“De Pernas pro Ar 3”), e o elenco também inclui Tony Ramos (série “Vade Retro”), Pedro Neschling (“O Diário de Tati”), Débora Lamm (“Muita Calma Nessa Hora 2”) e Klara Castanho (“É Fada!”). Mazzeo e Nerschling assinam em roteiro, em parceria com Rosana Ferrão (“Muita Calma Nessa Hora”) e a atriz Luciana Fregolente (“Nise: O Coração da Loucura”). A direção é de Johnny Araújo (“O Magnata”) e a estreia está marcada para 5 de outubro.

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    Sérgio Moro e integrantes da Lava-Jato prestigiam première de Polícia Federal – A Lei É para Todos

    29 de agosto de 2017 /

    A pré-estreia para convidados do filme “Polícia Federal – A Lei É para Todos” reuniu juízes, procuradores e policiais da Operação Lava-Jato em Curitiba, numa sessão realizada na segunda-feira (28/8) no Park Shopping Barigui. O filme foi prestigiado pelos juízes Sergio Moro e Marcelo Bretas, na primeira aparição pública conjunta da dupla. Também esteve presente o juiz Marcos Josegrei da Silva, que está à frente de operações como “Hashtag” e “Carne Fraca”, além do procurador Deltan Dallagnol e os delegados Márcio Anselmo, Igor de Paula e Maurício Moscardi, entre outros. A sessão terminou ao grito de “Prendam os corruptos!” por parte de um espectador, mas a maioria dos personagens reais que inspiraram os protagonistas evitou manifestar opiniões para a imprensa. A exceção ficou por conta de Bretas, que qualificou a produção para o jornal O Globo: “Excelente filme”. Já a mulher de Moro, a advogada Rosângela Wolff Moro, apesar de seguir a tendência de evitar comentários sobre o filme, acabou se traindo ao comemorar as salas lotadas da première, em um post em seu Facebook. “Polícia Federal – A Lei É Para Todos” combina amálgamas de vários personagens, em especial os policiais e promotores retratados, com figuras públicas reais, como o próprio Sérgio Moro, vivido por Marcelo Serrado, e o ex-presidente Lula, interpretado por Ary Fontoura. Com direção de Marcelo Antunez (“Um Suburbano Sortudo”), o filme estreia em 7 de setembro.

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    Como Nossos Pais é o grande vencedor do Festival de Gramado 2017

    28 de agosto de 2017 /

    “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky, foi o grande vencedor do Festival de Gramado 2017. Além do Kikito de Melhor Filme, a produção levou também os troféus de Direção, Atriz (Maria Ribeiro), Ator (Paulo Vilhena), Atriz Coadjuvante (Clarisse Abujamra) e Montagem (Rodrigo Menecucci). “Eu quero dividir com todas as mulheres do cinema brasileiro esse Kikito que vou guardar para sempre com muito carinho”, discursou Bodanzky ao receber a estatueta, citando uma pesquisa da Agência Nacional de Cinema (Ancine) que aponta que as mulheres ocupam apenas 15% dos cargos de direção e roteiro no cinema brasileiro. “Eu tenho muito orgulho de estar aqui, como cineasta e como mulher. Eu queria destacar que essa pesquisa da Ancine mostra ainda que não há mulheres negras nessas posições. Elas não estão no espaço do discurso. Acho que essa é a nossa nova fronteira que a gente vai descobrir, e vai se alimentar de histórias incríveis que elas vão contar”, incentivou. “Como Nossos Pais” é o quarto longa de ficção de Bodanzky – depois dos também premiados “Bicho de Sete Cabeças” (2000), “Chega de Saudade” (2007) e “As Melhores Coisas do Mundo” (2010). O filme retrata uma mulher de classe média nos seus 40 anos que precisa lidar com as pressões de ser mãe, dona de casa e profissional, e também foi exibido no Festival de Berlim, onde recebeu críticas elogiosas dos sites The Hollywood Reporter, Screen e Variety. Com distribuição já garantida em 10 países, o longa estreia no Brasil na quinta (31/8). Outro destaque da premiação, “As Duas Irenes” conquistou o Kikito de Melhor Roteiro (Fábio Meira), Melhor Ator Coadjuvante (Marco Ricca) e o prêmio da crítica. Por sinal, a obra que marca a estreia de Fabio Meira (co-roteirista de “De Menor”) na direção também foi exibida no Festival de Berlim e já tinha sido premiada como Melhor Filme de Estreia e Melhor Direção de Fotografia no Festival de Guadalajara, no México. O filme gira em torno de duas meio-irmãs chamadas Irene, após uma jovem descobrir outra filha de seu pai, batizada com um nome igual ao seu. “O Matador”, primeiro filme nacional produzido pela Netflix, levou dois troféus técnicos do júri: Melhor Fotografia (Fabrício Tadeu) e Trilha Sonora (Ed Côrtes). E o gaúcho “Bio”, de Carlos Gerbase, levou os prêmios do Público e Especial do Júri. Entre as produções latinas da competição internacional, o vencedor foi “Sinfonia para Ana”, de Virna Molina e Ernesto Ardito, sobre o início da repressão na ditadura argentina. Além do prêmio de Melhor Filme, também faturou o de Fotografia (Fernando Molina). Outro destaque argentino foi “Pinamar”, que conquistou três Kikitos com sua delicada narrativa sobre dois irmãos em luto. Venceu os Kikitos de Melhor Direção (Federico Godfrid), Ator (dividido entre Juan Grandinetti e Agustín Pardella) e o prêmio da crítica. VENCEDORES DO FESTIVAL DE GRAMADO 2017 LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS Melhor Filme: “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky Melhor Direção: Laís Bodanzky, por “Como Nossos Pais” Melhor Atriz: Maria Ribeiro, por “Como Nossos Pais” Melhor Ator: Paulo Vilhena, por “Como Nossos Pais” Melhor Atriz Coadjuvante: Clarisse Abujamra, por “Como Nossos Pais” Melhor Ator Coadjuvante: Marco Ricca, por “As Duas Irenes” Melhor Roteiro: Fábio Meira, por “As Duas Irenes” Melhor Fotografia: Fabrício Tadeu, por “O Matador” Melhor Montagem: Rodrigo Menecucci, por “Como Nossos Pais” Melhor Trilha Musical: Ed Côrtes, por “O Matador” Melhor Direção de Arte: Fernanda Carlucci, por “As Duas Irenes” Melhor Desenho de Som: Augusto Stern e Fernando Efron, por “Bio” Melhor Filme – Júri Popular: “Bio”, de Carlos Gerbase Melhor Filme – Júri da Crítica: “As Duas Irenes”, de Fabio Meira Prêmio Especial do Júri: Carlos Gerbase, pela direção dos 39 atores e atrizes em “Bio” Prêmio Especial do Júri – Troféu Cidade de Gramado: Paulo Betti e Eliane Giardini, pela contribuição à arte dramática no teatro, televisão e cinema brasileiros LONGAS-METRAGENS ESTRANGEIROS Melhor Filme: “Sinfonia Para Ana”, de Virna Molina e Ernesto Ardito Melhor Direção: Federico Godfrid, por “Pinamar” Melhor Atriz: Katerina D’Onofrio, por “La Ultima Tarde” Melhor Ator: Juan Grandinetti e Agustín Pardella, por “Pinamar” Melhor Roteiro: Joel Calero, por “La Ultima Tarde” Melhor Fotografia: Fernando Molina, por “Sinfonia Para Ana” Melhor Filme – Júri Popular: “Mirando al Cielo”, de Guzman García Melhor Filme – Júri da Crítica: “Pinamar”, de Federico Godfrid Prêmio Especial do Júri: “Los Niños”, de Maite Alberdi CURTAS-METRAGENS BRASILEIROS Melhor Filme: “A Gis”, de Thiago Carvalhaes Melhor Direção: Calí dos Anjos, por “Tailor” Melhor Atriz: Sofia Brandão, por “O Espírito do Bosque” Melhor Ator: Nando Cunha, por “Telentrega” Melhor Roteiro: Carolina Markowicz, por “Postergados” Melhor Fotografia: Pedro Rocha, por “Telentrega” Melhor Montagem: Beatriz Pomar, por “A Gis” Melhor Trilha Musical: Dênio de Paula, por “O Violeiro Fantasma” Melhor Direção de Arte: Wesley Rodrigues, por “O Violeiro Fantasma” Melhor Desenho de Som: Fernando Henna e Daniel Turini, por “Caminho dos Gigantes” Melhor Filme – Júri Popular: “A Gis”, de Thiago Carvalhaes Melhor Filme – Júri da Crítica: “O Quebra-Cabeça de Sara”, de Allan Ribeiro Prêmio Canada 150 de Jovens Cineastas: Calí dos Anjos (“Tailor”) Prêmio Canal Brasil de Curtas: “O Quebra-Cabeça de Sara”, de Allan Ribeiro Prêmio Especial do Júri: “Cabelo Bom”, de Swahili Vidal e Claudia Alves

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    Vídeo de Duas de Mim destaca estreia de Latino no cinema

    27 de agosto de 2017 /

    O cantor Latino virou ator de cinema. A Paris Filmes divulgou um vídeo de bastidores de sua estreia cinematográfica, em que ele fala sobre seu personagem, que é um cover dele mesmo na comédia “Duas de Mim”. No filme, Latino vive Chicão, um colega de trabalho da protagonista, vivida por Thalita Carauta (do humorístico “Zorra”), que nas horas livres é o “cover oficial do Latino”. A trama gira em torno de Suryellen, o papel de Carauta, que dá um duro danado para sustentar a família e vê seus sonhos virarem realidade quando consegue se dividir em duas. Ela começa a compartilhar as tarefas com a sua cópia, que possui uma personalidade completamente diferente, mas logo percebe que pode ter criado uma grande rival. Esta versão de “O Duplo”, pela via da Sessão da Tarde de “Eu, Minha Mulher e Minhas Cópias” (1996), parece seguir a tendência recente de besteiróis que lembram demais filmes americanos de sucesso. O filme também marca a estreia no cinema da diretora da Globo Cininha de Paula (“Escolinha do Professor Raimundo”) e tem previsão de estreia para o dia 28 de setembro.

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    Trailer junta Cassio Gabus Mendes e Kéfera Buchmann em comédia culinária

    27 de agosto de 2017 /

    A Imagem Filmes divulgou o pôster e o trailer de “Gosto se Discute”, nova comédia de André Pellenz, responsável pelos blockbusters nacionais “Minha Mãe é uma Peça: O Filme” (2013) e “Detetives do Prédio Azul: O Filme” (2017). Desta vez, a trama gira em torno da cozinha do chef de um restaurante, que precisa lidar com o interesse inesperado da sócia financeira no negócio. O trailer é bastante episódico, sugerindo mais esquetes que uma trama propriamente dita. O elenco destaca Cassio Gabus Mendes (“Confissões de Adolescente”, minissérie “Justiça”) e a youtuber Kéfera Buchmann (“É Fada”). E apesar da diferença de 32 anos entre ambos, o casal parece ensaiar faíscas românticas na prévia. A estreia está marcada para 9 de novembro.

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    Paulo Silvino (1939 – 2017)

    27 de agosto de 2017 /

    Morreu o comediante Paulo Silvino, que lutava contra um câncer no estômago. Ele faleceu em casa, no Rio, na quinta-feira (17/8), aos 78 anos. Segundo a família, Silvino chegou a ser submetido a uma cirurgia no ano passado, mas o câncer se espalhou e a opção da família foi que ele fizesse o tratamento em casa. Paulo Ricardo Campos Silvino nasceu no Rio de Janeiro em 27 de julho de 1939 e cresceu nas coxias do teatro e nos bastidores da rádio. Isso porque seu pai, o comediante Silvério Silvino Neto, conhecido por realizar paródias de figuras públicas no Brasil dos anos 1940 e 1950, levava o menino para acompanhar seu trabalho. “Eu nasci nisso. Com seis, sete anos de idade, frequentava os teatros de revista nos quais o papai participava. Ele contracenava com pessoas que vieram a ser meus colegas depois, como o Costinha, a Dercy Gonçalves.”, disse o ator em entrevista ao Memória Globo. Ele pisou num palco pela primeira vez aos nove anos de idade, quando se atreveu a soprar as falas para um ator de uma peça que o pai participava. Mas em vez de ator, quase virou roqueiro. Tinha aulas de música com a mãe, a pianista e professora Noêmia Campos Silvino. E chegou a formar uma banda na adolescência, com feras como Eumir Deodato (teclados), Durval Ferreira (guitarra) e Fernando Costa (bateria). Depois de uma passagem pelo rádio, se juntou ao elenco da TV Rio, de onde saiu para a recém-fundada TV Globo em 1966, para apresentar o “Canal 0”, programa humorístico que satirizava a programação das emissoras de TV. Participou de programas clássicos do humorismo da Globo, coo “Balança Mas Não Cai” (1968), “Faça Humor, Não Faça Guerra” (1970), “Satiricom” (1973), “Planeta dos Homens” (1976), “Viva o Gordo” (1981) e “Zorra Total” (1999), criando personagens e bordões que marcaram época, como Severino (que analisa “cara e crachá”) e o mulherengo Alceu. Silvino também desenvolveu prolífica carreira cinematográfica, tanto à frente quanto atrás das câmeras. Ele começou ainda na época das chanchadas, em “Sherlock de Araque” (1957), filme estrelado por Carequinha e Costinha, e acabou se envolvendo em produções de Carlos Imperial, como “O Rei da Pilantragem” (1968) e “Um Edifício Chamado 200” (1973). Entre um filme e outro, teve uma peça que escreveu adaptada para as telas, “Ascensão e Queda de um Paquera” (1970). A experiência o inspirou a virar roteirista, e ele passou a assinar pérolas da pornochanchada, como “Com a Cama na Cabeça” (1972), “Café na Cama” (1973), “Um Varão entre as Mulheres” (1974), “O Padre que Queria Pecar” (1975), “A Mulata que Queria Pecar” (1976), “Os Melhores Momentos da Pornochanchada” (1978) e “Assim Era a Pornochanchada” (1978). Nos últimos anos, com o boom das globochanchadas, voltou a aparecer no cinema, tornando mais engraçadas as comédias “Muita Calma Nessa Hora 2” (2014), “Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final” (2015) e “Gostosas, Lindas e Sexies” (2017). “Ah, como era grande” o seu talento. “O Paulo Silvino era a pessoa que mais me fazia rir”, disse Jô Soares para o G1. “De todos os meus colegas comediantes, era o que mais me fazia rir. Sempre inventava coisas diferentes. O mais ‘tonto’, o mais irreverente. Uma figura maravilhosa, com uma generosidade fantástica”.

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    Annabelle 2 leva terror a mais de mil salas de cinema

    17 de agosto de 2017 /

    O segundo filme da boneca maldita, “Annabelle 2: A Criação do Mal”, é o maior lançamento da semana, com distribuição em 1,2 mil salas nesta quinta (17/8). O primeiro foi um fenômeno de bilheteria nacional e a continuação mostrou suas garras ao abrir em 1º lugar no fim de semana passado na América do Norte. Ao contar a origem da personagem do título, o terror também surpreendeu a crítica, com 69% de aprovação no site Rotten Tomatoes – um alívio diante dos 29% do primeiro “Annabelle” em 2014. Apesar deste predomínio absoluto, os cinemas vão receber mais nove filmes, dois deles em circuito (quase) amplo. A animação alemã “Uma Família Feliz” é a opção para as crianças, com criaturas de terror que não assustam. A trama acompanha uma família cheia de problemas que é transformada em monstros por uma bruxa. A dublagem nacional destaca Juliana Paes (novela “A Força do Querer”) como a mãe protagonista. Há nada menos que cinco estreias nacionais. A principal é “João, O Maestro”, que traz Alexandre Nero (novela “Império”) como o maestro João Carlos Martins. Com roteiro e direção de Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny” e “Tim Maia”), a cinebiografia mostra o treinamento intenso, o virtuosismo e as paixões despertadas por Matins, mas também sua luta contra a paralisia que interrompeu sua carreira, levando-o à depressão, até a volta por cima edificante, quando ele se reinventa como maestro. O marketing faz questão de focar o aspecto de “uma história de superação”. Destaque do circuito limitado, “Corpo Elétrico” é o longa de estreia do premiado curtametragista Marcelo Caetano (“Verona”). Drama de temática LGBT+, o filme gira em torno de Elias (o estreante Kelner Macêdo), gay nordestino que encontra trabalho como costureiro de uma fábrica em São Paulo e se divide entre o prazer de fazer o que gosta, a amizade com os colegas e a vida noturna repleta de encontros com outros homens – entre eles o funkeiro Linn da Quebrada. Com carreira internacional, o longa foi selecionado para o Festival de Roterdã, na Holanda, e premiado no Festival de Guadalajara, no México. “El Mate” é um suspense de humor negro escrito, dirigido e estrelado por Bruno Kott, que foi premiado como Ator Coadjuvante no Festival de Gramado de 2016 pelo papel. Na trama, ele vive um pregador evangélico que acaba refém de uma situação caótica e tarantinesca, detido por um criminoso ao bater na casa errada. A estreia do diretor é um filme de cinéfilo. Os outros brasileiros são documentários. “O Homem que Matou John Wayne” faz um registro do diretor cinemanovista Ruy Guerra, com ótimas entrevistas (Chico Buarque, Werner Herzog, etc), mas dispensáveis e longas sequências encenadas. “Intolerância.doc” acompanha o trabalho da Decradi – Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância, mas foca mais as torcidas de futebol. E “Viva o Cinema!” é resultado de um programa da Cinemateca Francesa, em que crianças do 5º ano da Escola Carlitos, em São Paulo, tiveram a oportunidade de experimentar a vivência cinematográfica. A programação se completa com dois ótimos dramas europeus para poucos. São os dois melhores lançamentos da semana, que a distribuição limitada mantém à distância do grande público, enquanto os shoppings recebem o horror. Uma das produções britânicas mais comentadas do ano, “Lady Macbeth” adapta o romance homônimo de Nikolai Leskov e destaca a performance de Florence Pugh (“The Falling”), que tem causado sensação entre a crítica por sua atuação contida, mas também provocante, como Katherine, uma jovem presa num casamento sem amor na Inglaterra rural do século 19, obrigada a se relacionar com um homem com o dobro de sua idade e a agradar sua família fria e cruel. Mas, como ele vive viajando, ela logo embarca num caso romântico com um dos empregados, o que tem consequências terríveis para todos os envolvidos. Além de 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, o drama acumula diversos prêmios da crítica em festivais internacionais (San Sebastian, Zurique, Dublim, Jerusalém, etc). “Afterimage” é a última obra do maior diretor do cinema polonês, Andrzej Wajda, falecido no ano passado, e mais um excelente trabalho sobre seu tema favorito: a denúncia da intolerância, do autoritarismo e da repressão comunista. A cinebiografia do pintor vanguardista Wladyslaw Strzeminski também serve para lembrar que, embora a direita fascista tenha ficado com a fama, a esquerda radical também ataca a cultura quando toma o poder. Herói da 1ª Guerra Mundial, onde perdeu um braço e uma perna, Strzeminski revolucionou as artes, mas foi perseguido pelo stalinismo por ser um modernista e não replicar a estética oficial do realismo socialista. Com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme foi o candidato polonês a uma vaga no Oscar 2017. Clique nos títulos dos filmes para assistir os trailers de todas as estreias.

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    Wagner Moura tenta roubar papel de Vladimir Brichta em vídeo de Bingo, O Rei das Manhãs

    15 de agosto de 2017 /

    A Warner divulgou um vídeo promocional diferente do filme “Bingo: O Rei das Manhãs”. Disfarçado de “making of”, o vídeo é uma esquete de humor, que brinca com uma puxada de tapete no ator Vladimir Brichta (“Muitos Homens num Só”). Ao entrar em seu camarim, Britcha se depara com Wagner Moura (série “Narcos”) se maquiando para assumir o personagem do Bingo nas filmagens. Argumentando que o papel foi criado para ele e que sua agenda abriu com a morte de seu personagem (em “Narcos”), Moura vai tornando a situação cada vez mais incômoda. Ao final, quando vai reclamar com o diretor, Brichta encontra outro ator fantasiado de Bingo, ensaiando assumir o papel: Lázaro Ramos. Apesar do que insinua o vídeo, Brichta tem impressionado nos trailers da produção. Na trama, ele vive Augusto, personagem inspirado na vida de Arlindo Barreto. Assim como o homem real por trás da maquiagem do Bozo, Augusto é um artista que sonhava com seu lugar sob os holofotes. A grande chance surge ao se tornar “Bingo”, um palhaço apresentador de programa infantil na televisão, que é sucesso absoluto. Porém, uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem por trás da máscara, o que faz de Augusto, o “Rei das Manhãs”, o anônimo mais famoso do Brasil. Com um humor ácido e uma narrativa surreal, o filme recria os anos 1980 num mix escandaloso de sexo, drogas e programa infantil. O filme marca a estreia na direção de Daniel Rezende, o premiado montador indicado ao Oscar por “Cidade de Deus” (2002). O roteiro é de Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças” e “Uma História de Amor e Fúria”), a fotografia de Lula Carvalho (“As Tartarugas Ninja”, “Robocop”) e o elenco ainda inclui Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”), Emanuelle Araújo (novela “Gabriela”), Tainá Müller (“O Duelo”), Augusto Madeira (“Malasartes e o Duelo com a Morte”), o dinamarquês Soren Hellerup (“Meu Amigo Hindu”) e até o ex-apresentador do “Big Brother Brasil” Pedro Bial. A estreia está marcada para 24 de agosto.

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    Terror brasileiro Motorrad é selecionado para o Festival de Toronto

    15 de agosto de 2017 /

    O novo filme do diretor Vicente Amorim (de “Corações Sujos” e também “Irmã Dulce”), o longa brasileiro de terror “Motorrad” terá première mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto, que acontece de 7 a 17 de setembro no Canadá. Ele foi selecionado para a seção Contemporary World Cinema. O filme adapta para o cinema uma história de Danilo Beyruth, colaborador da editora americana de quadrinhos Marvel. A trama acompanha um grupo de jovens que faz motocross numa trilha remota e desconhecida, e acaba entrando em território proibido, passando a ser caçado por um grupo de motoqueiros assassinos. O elenco inclui alguns ex-integrantes da novela teen “Malhação”, como Carla Salle, Guilherme Prates e Juliana Lohmann. A data de estreia nos cinemas brasileiros ainda não foi definida.

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    Planeta dos Macacos: A Guerra se mantém em 1º lugar no Brasil

    14 de agosto de 2017 /

    “Planeta dos Macacos: A Guerra” se manteve em 1º lugar no Brasil em sua segunda semana em cartaz, com mais que o dobro do 2º colocado, o estreante “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”. A sci-fi europeia mais cara de todos os tempos, com direção de Luc Besson, vendeu 190 mil ingressos e arrecadou R$ 3,4 milhões em sua estreia no final de semana, enquanto o líder “Planeta dos Macacos” rendeu R$ 8,2 milhões de 463 mil ingressos no mesmo período. Os filmes “Transformers: O Último Cavaleiro” (3º), “Dunkirk” (4º) e “Meu Malvado Favorito 3” (5º) completam o Top 5, mas as outras duas estreias amplas da semana apareceram no Top 10. A comédia nacional “Malasartes e o Duelo Com a Morte” abriu em 7º lugar, à frente do outro estreante, a animação russa “O Reino Gelado: Fogo e Gelo”, com dublagem de Larissa Manoela. Com isso, dois filmes brasileiros voltam a compartilhar espaço no Top 10, o que não acontecia já há algum tempo. O segundo brasileiro da lista é “O Filme da Minha Vida”, drama de Selton Mello, atualmente em 9º lugar. Este filme, por sinal, já fez mais de R$ 2,5 milhões de bilheteria acumulada.

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    Novo terror da dupla Marco Dutra e Juliana Rojas é premiado no Festival de Locarno

    12 de agosto de 2017 /

    O filme brasileiro “As Boas Maneiras” foi premiado no 70º Festival de Locarno, na Suíça, onde realizou sua estreia mundial. Novo terror da dupla Marco Dutra e Juliana Rojas, de “Trabalhar Cansa” (2011), o longa recebeu o Prêmio Especial do Júri do festival. Fábula de horror e fantasia, “As Boas Maneiras” parte do envolvimento de duas mulheres de mundos opostos. Clara (Isabél Zuaa, de “Joaquim”) é uma enfermeira da periferia de São Paulo contratada para ser a babá do filho que a rica Ana (Marjorie Estiano, de “Sob Pressão”) está esperando. Uma noite de lua cheia provoca uma inesperada mudança de planos e Clara se vê assumindo a maternidade de uma criança diferente das outras. O júri do festival foi formado pelos diretores Olivier Assayas (França), Miguel Gomes (Portugal), Jean-Stéphane Bron (Suíça), pelo produtor Christos Konstantakopoulos (Grécia) e pela atriz Birgit Minichmayr (Áustria). O Leopardo de Ouro foi para “Fang”, do chinês Wang Bing, o prêmio de Melhor Direção ficou com o francês F. J. Ossang, por “9 Doigts”, a francesa Isabelle Huppert levou o prêmio de Melhor Atriz por “Madame Hyde”, e o dinamarquês Elliott Crosset Hove foi eleito Melhor Ator por “Vinterbrødre”

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