Steve Jobs é um filme complexo e criativo como seu personagem
Como dar conta de uma vida em duas horas de filme? Normalmente as cinebiografias enfrentam este desafio com histórias que acabam ou sendo cansativas ao detalhar demais algum ponto específico do biografado ou rasas e sem graça na tentativa de dar conta do todo. “Steve Jobs” parte de um artifício inteligente do roteirista Aaron Sorkin para não cair nesta armadilha e, ao mesmo tempo, entregar uma obra divertida, tensa e com personagens bem desenvolvidos. A vida de Steve Jobs é contada a partir de três momentos, em três grandes cenas que ocupam todo o filme: lançamento do Macintosh em 1984, lançamento do NextCube em 1990 e do iMac em 1998. Partindo de sua biografia escrita por Walter Isaacson, o roteirista imagina os bastidores destes grandes eventos para tentar entender quem é o homem que parece ter transformado todo o mundo. Os cenários mudam, mas os personagens permanecem os mesmos se reencontrando com a distância dos anos que separam um lançamento do outro. O diretor Danny Boyle faz sua parte conduzindo o ótimo elenco e utilizando três formatos diferentes de filmagem para acompanhar a evolução tecnológica, ao mesmo tempo em que acompanha as mudanças de Steve e do mundo: 16mm, 35mm e digital. E é então que, partindo desta mistura de estrutura teatral e estética cinematográfica, “Steve Jobs” coloca uma lupa sobre o criador da Apple e seus colegas de trabalho despejando informações a uma velocidade impressionante. Sorkin escreveu “A Rede Social” (2010) e aqui mais uma vez dá mostras de seus diálogos rápidos e cortantes ditos por personagens cerebrais. Combina que é uma beleza com o estilo frenético de Boyle, principalmente nos momentos de embate repletos de tiradas engraçadinhas e frases de efeito. Mas diretor e roteirista derrapam na emoção, e na maioria das vezes – como em alguns encontros de Jobs com a filha – a coisa toda soa um pouco piegas. Além disso, a própria estrutura narrativa da divisão em três episódios acaba se tornando uma prisão para a obra, de modo que os encontros, reencontros e desabafos antes de cada lançamento soam tão forçados que até o personagem principal faz um comentário metalinguístico sobre isso. Mas por outro lado, se Michael Fassbender não possui a semelhança física que Ashton Kutcher tem com o verdadeiro Jobs, seu talento como ator e o ótimo roteiro e direção fazem com que isto deixe logo de ser um problema (a aparência de Fassbender incomoda um pouco mais no início do filme, quando não parece tão jovem quanto Steve era na época do lançamento do Macintosh, o que tira um pouco a aura de “garoto prodígio” do biografado), e rapidamente nos vemos envolvidos em um drama repleto de intrigas palacianas e pessoais. A inspiração shakespeareana torna Jobs um rei, que por vezes é tirano e por vezes bondoso, mas nunca fraco e inseguro. A forma como manipula, estimula, confronta, trai e atropela seus “súditos” ganha força pelos excelentes coadjuvantes que encaram o talento de Fassbender de igual para igual. “Seus produtos são melhores do que você”, um deles diz em momento de desabafo. Pois o difícil homem que conhecemos através da lente de Boyle e do texto de Sorkin nos deu indiretamente mais um excelente produto com “Steve Jobs”. Um filme que, em sua fragmentação, nos entrega trechos para montarmos a sinfonia da vida deste personagem que se via como um maestro.
Atriz de The Walking Dead será a mãe de Tupac Shakur no cinema
A atriz Danai Gurira (Michonne na série “The Walking Dead”) juntou-se ao elenco da cinebiografia do rapper Tupac Shakur, “All Eyez on Me”. Segundo o site Deadline, ela vai interpretar a mãe de Tupac, Afeni Shakur, que foi uma militante dos Panteras Negras e passou a gravidez na prisão. A produção já está sendo filmada em Atlanta, na Georgia – mesmo estado americano em que transcorre a série “The Walking Dead” – , e será estrelada por Demetrius Shipp Jr., ator novato, que participou do reality “#unlock’d” e que chama atenção pela semelhança física com o rapper. A direção está a cargo de Benny Boom, outro estreante, que fez carreira como diretor de videoclipes e comerciais. E a própria Afeni Shakur é uma das produtoras. O filme pretende mostrar todos os lados de Tupac, com ênfase no sucesso, mas sem esconder as controvérsias, que o levaram à prisão e também à morte. Tupac morreu em 1996, aos 25 anos, em um tiroteio. E desde sua morte se tornou um ícone, aparecendo em diversos produtos e inspirando teorias de conspiração sobre ter sobrevivido – o que explicaria a vasta quantidade de músicas inéditas de seu repertório póstumo. “All Eyez on Me” ainda não tem previsão de estreia.
Martin Scorsese vai filmar cinebiografia do pianista clássico Byron Janis
Ao longo da carreira, Martin Scorsese já demonstrou ser apaixonado por música. Mas, até então, esta paixão parecia focada no rock. Portanto, não deixa de ser uma surpresa sua escolha como próximo projeto. Segundo o site da Variety, o cineasta está desenvolvendo junto à Paramount um filme sobre o pianista clássico Byron Janis. Byron Janis foi um dos pianistas mais bem-sucedidos da história com um repertório de compositores clássicos como Beethoven, Mozart, Rachmaninoff and Prokofiev. A especialidade dele, porém, era Frédéric Chopin, de quem, inclusive, acabou descobrindo dois manuscritos inéditos, em 1967. Era tão famoso que, nos anos 1960, tornou-se o primeiro artista americano a fazer uma apresentação na União Soviética – em pleno auge da Guerra Fria. O projeto do filme partiu do roteirista Peter Glanz (“Uma Semana a Três”), que vendeu à Paramount uma adaptação da autobiografia de Janis, “Chopin and Beyond: My Extraordinary Life in Music and the Paranormal”. Scorsese está confirmado como produtor da cinebiografia, mas não ficou claro se também irá dirigir o longa. Ele ainda não definiu qual será seu próximo trabalho como diretor, após finalizar “Silêncio”, adaptação do romance de Shûsaku Endô sobre jesuítas portugueses no Japão do século 17, que rodou com Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”), Liam Neeson (“Busca Implacável”) e Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”). O cineasta também assina a produção e a direção do piloto da série roqueira “Vinyl”, que estreia em 14 de fevereiro no canal pago HBO.
Vida do fundador da montadora de carros Lamborghini vai virar filme
A vida de Ferruccio Lamborghini, fundador da famosa montadora de carros Lamborghini, vai virar filme. Segundo a revista Variety, o longa se chamará “Lamborghini – The Legend” e irá abordar toda a trajetória do empresário, falecido em 1993, desde o início da carreira, quando fazia montagem de tratores e veículos militares na 2ª Guerra Mundial até o lançamento da sua fábrica de carros de luxo em 1963. Tonino, filho de Lamborghini, servirá como consultor do longa, que será produzido pela Ambi Group, distribuidora responsável pelo remake de “Amnésia” e do novo filme de James Franco, “In Dubious Battle”. Ainda não há diretor nem roteirista contratado, tampouco cronograma para a estreia. Mas o anúncio coincide com o desenvolvimento de outro filme sobre um famoso montador italiano de carros de luxo, Enzo Ferrari, cuja cinebiografia será dirigida por Michael Mann (“Hackers”), que será estrelada por Hugh Jackman (“Logan”).
Naturalizado russo, Gerard Depardieu viverá Stalin no cinema
O ator francês Gerard Depardieu, que se naturalizou russo em 2013 para escapar do imposto de renda de seu país, vai viver o ditador comunista Joseph Stalin no cinema. Segundo o site The Hollywood Reporter, Depardieu vai estrelar “Et Derrière Moi une Cage Vide”, terceiro longa escrito e dirigido pela atriz Fanny Ardant (a eterna “A Mulher do Lado”). Baseado no livro “Le Divan de Staline”, de Jean-Daniel Baltassat, o longa mostrará o ditador comunista em 1950, já no fim da vida, posando para um jovem artista que tem a responsabilidade de criar um monumento em sua homenagem. O elenco também incluirá Emmanuelle Seigner (“A Pele de Vênus”) e Xavier Maly (“Homens e Deuses”). As filmagens vão começar logo nos primeiros meses de 2016.
Cinebiografia do rapper Tupac contrata protagonista
O filme “All Eyez on Me”, cinebiografia do rapper Tupac Shakur, contratou o seu protagonista. Segundo o jornal The New York Times, o escolhido foi Demetrius Shipp Jr., ator novato, que participou do reality “#unlock’d” e estreará no cinema. O fator decisivo teria sido a semelhança física, que é impressionante. O jovem ator, inclusive, já começou a postar fotos nas redes sociais em que destaca sua semelhança (veja acima). Numa delas, chegou a posar com o ator Jamal Woolard, que interpretou o rival de Tupac, Notorious B.I.G., no filme “Notorious” (2009). Jamal vai voltar a viver B.I.G. em “All Eyez on Me”. A direção do filme está a cargo de Benny Boom, que tem uma carreira destacada como diretor de videoclipes e comerciais. A produção pretende mostrar todos os lados de Tupac, com ênfase no sucesso, mas sem esconder as controvérsias, que lhe levaram à prisão e também a uma rivalidade com Notorious B.I.G. Tupac morreu em 1996, aos 25 anos, em um tiroteio fruto dessa rivalidade. Um ano depois foi a vez de B.I.G. ser assassinado, numa suposta vingança. Desde sua morte, Tupac se tornou um ícone, aparecendo em diversos produtos e inspirando teorias de conspiração sobre ter sobrevivido ao atentado contra sua vida. Assim como Elvis, ele também estaria vivo. “All Eyez on Me” ainda não tem previsão de estreia.
Joy: Jennifer Lawrence canta sob a neve em cena do filme
Só uma coisa faltava para “Joy – O Nome do Sucesso” virar um conto de fadas da Disney sobre empreendedorismo: um número musical. Pois não falta mais. A 20th Century Fox (que não é a Disney, apesar de seus filmes com super-heróis Marvel) divulgou a cena inevitável, que traz Jennifer Lawrence cantando sob a neve cenográfica, em dueto com Édgar Ramírez (“Livrai-Nos do Mal”). Baseado em fatos reais, o filme se apresenta praticamente como uma fábula, com direito a fada madrinha (papel de Bradley Cooper) e lição de moral: a importância de se acreditar num sonho capitalista. Jennifer Lawrence tem o papel-título, uma dona de casa que, em meio a decepções da vida, dívidas e descrédito de sua própria família, encontra um projeto pessoal que pode lhe tirar do sufoco. Bradley Cooper vive o empresário que pode ajudá-la. E o diretor David O. Russell dá um clima divertido à trama, como fez nos dois filmes anteriores estrelados por seu casal favorito, “O Lado Bom da Vida” (2012) e “Trapaça” (2013). Escrito pelo próprio diretor em parceria com Annie Mumolo (“Missão Madrinha de Casamento”), “Joy” é baseado na história real de Joy Mangano, criadora do Miracle Mop, um esfregão de plástico com a cabeça feita a partir de algodão, que pode ser facilmente torcido sem molhar as mãos do usuário. O produto foi fabricado a partir das próprias economias de Mangano, com investimento de amigos e familiares em 1990, e em pouco tempo a transformou em milionária. O elenco inclui Robert De Niro, que também trabalhou nos dois filmes anteriores de O. Russell, além de Édgar Ramírez (“Livrai-Nos do Mal”), Diane Ladd (série “Enlightened”), Isabella Rossellini (“Late Bloomers – O Amor Não Tem Fim”), Virginia Madsen (série “Hell on Wheels”) e Elisabeth Röhm (série “Stalker”). A estreia aconteceu no Natal nos EUA, mas a produção só chega em 21 de janeiro nos cinemas brasileiros.
I Saw the Light: Tom Hiddleston vive o lendário cantor Hank Williams em novo trailer da cinebiografia
A Sony Pictures Classics divulgou o trailer internacional de “I Saw the Light”, cinebiografia do lendário cantor de música country Hank Williams, que traz Tom Hiddleston (“Thor”) no papel principal. A prévia traz clássicos do country e a trajetória de autodestruição do cantor, numa espiral de alcoolismo e sexo, que cobrou um grande preço sobre seu casamento e sua saúde, levando-o à morte precoce no auge da fama, aos 29 anos de idade, em 1953. O elenco também destaca Elizabeth Olsen (“Vingadores: Era de Ultron”), Maddie Hasson (série “Twister”) e Wrenn Schmidt (série “The Americans”) como as mulheres da vida de Williams. Escrito e dirigido por Marc Abraham (“Jogada de Gênio”), o filme estreia em 23 de março nos EUA e apenas três meses depois, em 30 de junho, no Brasil.
Joy: Jennifer Lawrence estrela comerciais sobre o poder do empreendedorismo
A 20th Century Fox divulgou dois novos comerciais de “Joy – O Nome do Sucesso”, um deles curto e legendado e o outro bastante extenso, mas sem legendas. Ambos destacam a moral da história, baseada em fatos reais, que ensina a importância de se acreditar num sonho, em tom de fábula moderna sobre o poder do empreendedorismo. Pelo filtro do cinismo, não deixa de ser uma celebração do capitalismo como lição edificante de superação, embelezada pelo clima mais artificial de todos, a neve dos comerciais de Natal. Jennifer Lawrence tem o papel-título, uma dona de casa que, em meio a decepções da vida, dívidas e descrédito de sua própria família, encontra um projeto pessoal que pode lhe tirar do sufoco. Bradley Cooper vive o empresário que pode ajudá-la. E o diretor David O. Russell dá um clima divertido à trama, como fez nos dois filmes anteriores estrelados por seu casal favorito, “O Lado Bom da Vida” (2012) e “Trapaça” (2013). Escrito pelo próprio diretor em parceria com Annie Mumolo (“Missão Madrinha de Casamento”), o filme é baseado na história real de Joy Mangano, criadora do Miracle Mop, um esfregão de plástico com a cabeça feita a partir de algodão, que pode ser facilmente torcido sem molhar as mãos do usuário. O produto foi fabricado a partir das próprias economias de Mangano, com investimento de amigos e familiares em 1990, e em pouco tempo a transformou em milionária. O elenco inclui Robert De Niro, que também trabalhou nos dois filmes anteriores de O. Russell, além de Édgar Ramírez (“Livrai-Nos do Mal”), Diane Ladd (série “Enlightened”), Isabella Rossellini (“Late Bloomers – O Amor Não Tem Fim”), Virginia Madsen (série “Hell on Wheels”) e Elisabeth Röhm (série “Stalker”). A estreia está marcada para 25 de dezembro nos EUA e apenas um mês depois, em 21 de janeiro, no Brasil.
Jeremy Renner vai estrelar cinebiografia da lenda de boxe Rocky Marciano
O ator Jeremy Renner (o Gavião Arqueiro de “Os Vingadores”) vai viver o campeão do boxe Rocky Marciano nos cinemas, informou a revista Variety. Intitulado “Undefeated: The Rocky Marciano Story”, o longa será a primeira biografia autorizada do boxeador e vai acompanhá-lo desde a infância até a morte em um acidente de avião, em 1969. Único campeão invicto da história dos pesos pesados, Marciano derrotou lendas do boxe como Jersey Joe Walcott, Roland La Starza, Ezzard Charles, Don Cockell e Archie Moore, somando 49 vitórias e nenhuma derrota. Campeão do mundo entre 1952 e 1956, ele se aposentou aos 32 anos de idade. O filme ainda não possui diretor definido nem data prevista para estrear nos cinemas.
Hugh Jackman treina o pior atleta do mundo em trailer de comédia britânica
A Lionsgate divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer do filme britânico “Eddie the Eagle”, cinebiografia do esquiador olímpico Eddie Edwards. A prévia parece uma comédia maluca de esportes, mas o personagem é real, assim como sua luta para ser levado a sério, que evidencia uma mensagem edificadora de superação. Irreconhecível com óculos e cabelos loiros, Taron Egerton (“Kingsman: O Serviço Secreto”) interpreta o jovem Eddie Edwards, incapaz de se destacar em qualquer esporte, mas decidido a disputar uma olimpíada. Ele contrata Hugh Jackman (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) como treinador e, após muito tombos, pernoites no hospital e perseverança, consegue se tornar um esquiador profissional e representar o Reino Unido nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1988. Ao final, é inevitável lembrar de “Jamaica Abaixo de Zero” (1993), que também transformou em comédia uma história real de desastre olímpico. Com direção de Dexter Fletcher (“Sunshine on Leith”), “Eddie the Eagle” estreia em 1 de abril no Reino Unido e seis dias depois, em 7 de abril, no Brasil.
Novos pôsteres e comerciais embalam Joy como filme para o Natal – pena que a estreia seja em janeiro
A 20th Century Fox divulgou dois novos pôsteres e cinco comerciais de “Joy – O Nome do Sucesso”, que martelam os elogios da crítica à produção, destacam os elementos cômicos da trama e ajudam a reposicionar o filme como uma história inspiradora, perfeita para esta época do ano. Com a neve dos cartazes, só falta um lacinho de fita para completar a embalagem natalina, ressaltada pela estreia em 25 de dezembro, data de seu lançamento limitado nos EUA. Pena que a distribuição mais ampla só aconteça a partir de janeiro. Jennifer Lawrence tem o papel-título, uma dona de casa que, em meio a decepções da vida, dívidas e descrédito de sua própria família, encontra um projeto pessoal que pode lhe tirar do sufoco. Bradley Cooper vive o empresário que pode ajudá-la. E o diretor David O. Russell dá um clima divertido à trama, como fez nos dois filmes anteriores estrelados por seu casal favorito, “O Lado Bom da Vida” (2012) e “Trapaça” (2013). O filme é baseado na história real de Joy Mangano e ainda inclui no elenco Robert De Niro (que também trabalhou nos dois filmes anteriores de O. Russell), Édgar Ramírez (“Livrai-Nos do Mal”), Diane Ladd (série “Enlightened”), Isabella Rossellini (“Late Bloomers – O Amor Não Tem Fim”), Virginia Madsen (série “Hell on Wheels”) e Elisabeth Röhm (série “Stalker”). Apesar da estreia estar embrulhada para o Natal americano, “Joy” só chega aos cinemas brasileiros um mês depois, em 21 de janeiro.
David Oyelowo será o campeão Joe Frazier em drama de boxe de Ang Lee
O ator inglês David Oyelowo, consagrado em “Selma” por sua interpretação como o ícone da luta pelos direitos civis americanos Martin Luther King, vai viver outra personalidade famosa dos EUA, o campeão de boxe Joe Frazier, no novo longa do cineasta Ang Lee (“As Aventuras de Pi”). Segundo o site Variety, Lee pretende reencenar as lutas clássicas entre Frazier e Muhammad Ali, que entraram para a história como as mais célebres do boxe em todos os tempos, graças ao fato de ambos estarem no apogeu de suas carreiras e nunca terem sido derrotados antes. Não por acaso, o primeiro dos confrontos, em 1971, foi batizado de “luta do século” e levou ao Madison Square Garden celebridades como Woody Allen, Frank Sinatra, Diana Ross, Dustin Hoffman e Burt Reynolds. Ao final da terceira luta, o desempate realizado em Manilla em 1975, Ali declarou que foi o mais próximo que já esteve da morte. A trama foi escrita por Peter Morgan (“A Rainha”, “Frost/Nixon”) e Lee deve começar a desenvolver o projeto assim que encerrar a pós-produção do drama de guerra “Billy Lynn’s Long Halftime Walk”, que tem estreia marcada para 10 de novembro no Brasil.











