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  • Filme

    Diretor de Os Dez Mandamentos filmará cinebiografia de Edir Macedo

    24 de fevereiro de 2017 /

    O filme sobre a vida de Edir Macedo, intitulado “Nada a Perder”, será dirigido por Alexandre Avancini, o responsável pela novela e o filme “Os Dez Mandamentos”. Segundo a Paris Entretenimento, Avancini se dedicará exclusivamente ao cinema durante todo o primeiro semestre do ano, segundo a Paris Entretenimento. “Nada a Perder” começa a ser rodado em abril, em São Paulo. Baseado numa trilogia biográfica do bispo evangélico líder da Igreja Universal do Reino de Deus e dono da rede Record, a produção também terá cenas filmadas no Rio de Janeiro, em Nova York, em Jerusalém, e em Joanesburgo, na África do Sul. Além de “Os Dez Mandamentos”, Alexandre Avancini dirigiu novelas como “Prova de Amor”, “Vidas Opostas”, “Caminhos do Coração”, “Os Mutantes”, “Promessas de Amor”, “Vidas em Jogo” e as séries “A Lei e o Crime” e “José do Egito”. A produção iniciará uma trilogia, em que cada filme adaptará um dos volumes biográficos, escritos por Douglas Tavolaro, vice-presidente de Jornalismo da TV Record. O primeiro filme será baseado no livro homônimo, “Nada a Perder”, lançado em 2012. Os demais são “Nada a Perder 2 – Meus Desafios Diante do Impossível” e “Nada a Perder 3 – Do Coreto ao Templo de Salomão: A Fé Que Transforma”. Tavolaro também foi produtor-executivo do longa “Os Dez Mandamentos”. Cada filme está orçado em cerca de R$ 16 milhões e os produtores não pretendem usar leis de incentivo para financiá-los. Para dar a dimensão grandiosa do projeto, a média do orçamento dos filmes nacionais comerciais gira em torno dos R$ 7,5 milhões.

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  • Filme

    Diretora de Persépolis vai filmar cinebiografia de Marie Curie, primeira mulher a vencer o Prêmio Nobel

    22 de fevereiro de 2017 /

    A diretora iraniana Marjane Satrapi, indicada ao Oscar de Melhor Animação por “Persepolis” (2007), irá dirigir a cinebiografia de Marie Curie, primeira mulher a vencer o Prêmio Nobel. Não apenas uma vez, mas duas vezes e em áreas distintas: Física em 1903 e Química em 1911. O filme será uma adaptação do livro “Radioactive: Marie & Pierre Curie: A Tale of Love and Fallout”, de Lauren Redniss, que conta a história de Marie Curie e suas descobertas científicas, sob o prisma de seu casamento com Pierre, além de acompanhar os efeitos transformadores de sua descoberta do rádio, elemento químico altamente radioativo, que impactou a ciência do século 20. Nascida na Polônia em 1867, Marie se mudou para a França em 1891 e casou com Pierre em 1895. Eles desenvolveram juntos a teoria da radioatividade e técnicas para isolar isótopos radioativos. Além disso, descobriram dois elementos químicos, polônio e rádio. Estas descobertas deram início a uma nova era científica e tecnológica, que culminou, décadas depois, com a criação da energia nuclear. Intitulado “Radioactive”, o filme deverá abranger a influência de suas descobertas, pois Satrapi afirmou, no comunicado sobre o projeto, que o filme “não é apenas um resumo da vida dessa mulher excepcional. Ele conta a história da radioatividade desde sua descoberta até hoje”. O roteiro do filme será escrito pelo inglês Jack Thorne (criador da série “The Last Panthers”) e os atores devem ser definidos em breve, para as filmagens acontecerem no outono do hemisfério norte. O comunicado não especifica se a obra será falada em inglês. Depois de “Persépolis”, Satrapi filmou três filmes com atores, dois deles em francês e um em inglês, estrelado por Ryan Reynolds (“As Vozes”, de 2014). Ela está atualmente envolvida na antologia “Berlin, I Love You”, coleção de curtas sobre a cidade de Berlim, ao estilo de “Rio, Eu Te Amo” (2014).

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  • Filme,  Música

    Bingo – O Rei das Manhãs ganha clipe com marchinha de carnaval imprópria

    17 de fevereiro de 2017 /

    O filme “Bingo – O Rei das Manhãs” ganhou um clipe em ritmo de carnaval. Disponibilizado pela Warner, mostra o personagem do título, um palhaço televisivo claramente inspirado em Bozo, cantando e dançando uma marchinha de carnaval, que faz alusões ao consumo de cocaína e à atividades sexuais. O humor impróprio do vídeo segue a proposta do filme, um mix escandaloso de sexo, drogas e programa infantil baseado na história real de Arlindo Barreto, intérprete brasileiro do palhaço Bozo. O longa marca a estreia na direção de Daniel Rezende, o premiado montador indicado ao Oscar por “Cidade de Deus” (2002), e traz Vladimir Britcha (“Muitos Homens num Só”) no papel de Augusto, o homem sob a fantasia do palhaço Bingo No roteiro de Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças” e “Uma História de Amor e Fúria”), Augusto é um artista que sonha com seu lugar sob os holofotes. A grande chance surge ao se tornar Bingo, um palhaço apresentador de um programa infantil na televisão que é sucesso absoluto nos anos 1980. Porém, uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem por trás da máscara, o que faz de Augusto, o “Rei das Manhãs”, o anônimo mais famoso do Brasil. E isto lhe acarreta uma enorme frustração, com consequências trágicas. O elenco ainda inclui Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”), Emanuelle Araújo (novela “Gabriela”) e até o apresentador do “Big Brother Brasil” Pedro Bial. “Bingo – O Rei das Manhãs” tem estreia prevista para 24 de agosto.

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  • Filme

    Ídolo do futebol americano e marido de Gisele Bundchen, Tom Brady vai ganhar cinebiografia

    17 de fevereiro de 2017 /

    O jogador de futebol americano Tom Brady, casado com a top brasileira Gisele Bundchen, vai ganhar uma cinebiografia. Segundo o site Deadline, os roteiristas Paul Tamasy e Eric Johnson, indicados ao Oscar pelo filme “O Vencedor” (2010), vão assinar o roteiro junto com o escritor de best-seller Casey Sherman, autor do livro que a dupla transformou na história de “Horas Decisivas” (2016), e o jornalista Dave Wedge, responsável pela reportagem que os inspirou a escrever “Dia do Atentado” (2016). A história também vai render um livro e deve detalhar a carreira cheia de recordes e vitórias do atleta de 39 anos, com destaque para a recente conquista do Super Bowl 2017, mas também o romance com Gisele e as polêmicas do quarterback do New England Patriots, que chegou a ser suspenso por um escândalo esportivo, envolvendo o uso de bolas mais leves para ter vantagem nos jogos. Considerado um dos melhores jogos da história da NFL, a conquista do Super Bowl 2017 consolidou Tom Brady como o maior quarterback do futebol americano e o único a vencer cinco campeonatos em sua carreira. Não há previsão de lançamento para o livro, nem cronograma definido para sua versão cinematográfica. Antes disso, porém, Paul Tamasy e Eric Johnson entregam outro roteiro de temática esportiva, centrado na temporada vitoriosa do Leicester City, o time de futebol da segunda divisão que venceu a competitiva Premier League inglesa em 2016.

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  • Filme

    Eu, Olga Hepnarová dispensa cores para retratar uma tragédia anunciada

    16 de fevereiro de 2017 /

    É difícil abordar “Eu, Olga Hepnarová” sem antecipar o dado que veio a transformar uma mulher comum em agente de um ato bárbaro. Portanto, recomenda-se que nada se leia sobre a verdadeira Olga Hepnarová se a intenção for se surpreender com sua medida radical, que a tirou do anonimato para virar uma personagem obscura da história da Tchecoslováquia durante os anos 1970. Presente na programação da última Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, a realização da dupla estreante em longas Petr Kazda e Tomás Weinreb segue a estética do oscarizado “Ida” (2013), ao ignorar a fotografia em cores e enclausurar a sua protagonista em um formato de tela que é quase um comentário sobre o seu perfil individualista. Sem revelar demais, pode-se dizer que Olga (a excelente Michalina Olszanska, muito parecida com uma jovem Natalie Portman) se vê desprezada por todos, da família aos colegas da escola e de trabalho. O sentimento de rejeição é ampliado principalmente por assumir-se lésbica, transformando-se de uma mulher de boa família, graças ao sobrenome que herdou, em alguém marginalizada. Em sua primeira hora, a protagonista de “Eu, Olga Hepnarová” não passa de um saco de pancadas para as pessoas que a cercam. Todos a tratam com grosserias, começando por sua mãe (interpretada por Klára Melísková) até a funcionária do caixa que diz não ter dinheiro para o pagamento do seu salário. Mas o exagero do roteiro, também assinado por Kazda e Weinreb, em enfatizar Olga como uma injustiçada pelas circunstâncias, acaba fazendo a ação pender mais para a tragédia anunciada, estilhaçando qualquer vestígio de sutileza da interpretação. Vale pela curiosidade em conhecer o percurso de alguém que não teve qualquer escrúpulo para pregar a sua lição torta.

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  • Música

    Seu Jorge aparece como Pixinguinha nas primeiras fotos da cinebiografia

    15 de fevereiro de 2017 /

    O cantor e ator Seu Jorge divulgou nas redes sociais as primeiras imagens do filme “Pixinguinha – Um Homem Carinhoso”, em que que vive o protagonista, um dos artistas mais importantes da música brasileira. Nas fotos, ele aparece ao lado da atriz Tais Araújo (“O Roubo da Taça”), que viverá a mulher do personagem, Beti. O longa vai priorizar o período dos anos 1940 e trará Seu Jorge tocando de verdade a flauta — uma das especialidades de Pixinguinha — para conferir credibilidade à representação do maestro, músico e compositor carioca. Seu Jorge já tem bastante experiência no cinema, tendo aparecido em clássicos modernos como “Cidade de Deus” (2002) e “Tropa de Elite 2” (2010), além de ter se destacado até em produções internacionais, como “A Vida Marinha com Steve Zissou” (2004), de Wes Anderson, e no thriller “O Escapista” (2008), de Rupert Wyatt. Com lançamento previsto para outubro, a biografia de Pixinguinha vai marcar a estreia nos cinemas de Denise Saraceni, conhecida pela direção de novelas e séries da Globo. O roteiro foi escrito por Manuela Dias (“A Floresta Que Se Move”), com quem Saraceni trabalhou na minissérie “Ligações Perigosas”.

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  • Filme

    Geoffrey Rush tenta pintar Armie Hammer em teaser de drama dirigido por Stanley Tucci

    14 de fevereiro de 2017 /

    A Potboiler Productions divulgou o primeiro teaser de “Final Portrait”, filme escrito e dirigido pelo ator Stanley Tucci (franquia “Jogos Vorazes”), que traz Geoffrey Rush (“A Menina que Roubava Livros”) como o artista plástico suíço Alberto Giacometti. A prévia mostra a angústia do personagem interpretado por Armie Hammer (“O Cavaleiro Solitário”) ao aceitar o convite para posar para um quatro do pintor. O filme é baseado no livro “A Giacometti Portrait”, escrito pelo crítico de arte James Lord, justamente o papel de Hammer na produção. A trama se passa em Paris em 1964, quando Giacometti pede que Lord pose para um retrato. Mas o que deveria ser um trabalho de apenas alguns dias logo se transforma em semanas. E enquanto Giacometti se esforça para capturar a essência de Lord, este percebe que toda a sua vida foi sequestrada pelo artista. “Final Portrait” é o quinto longa comandado por Tucci, que retoma a carreira de cineasta após uma pausa de dez anos – o último trabalho que ele dirigiu tinha sido “Encontro às Cegas” (2007), que ele próprio estrelou. O elenco também inclui Clémence Poésy (série “The Tunnel”), Tony Shalhoub (série “BrainDead”), James Faulkner (série “Da Vinci’s Demons”) e Sylvie Testud (“O Que as Mulheres Querem”). Incluído no Festival de Berlim, o filme ainda não não tem previsão de estreia comercial.

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  • Música

    Cinebiografia do rapper Tupac Shakur ganha novo trailer

    13 de fevereiro de 2017 /

    A Morgan Creek Productions divulgou um novo trailer de “All Eyez on Me”, cinebiografia do rapper Tupac Shakur. A prévia é acompanhada por conselhos da mãe do rapper, interpretada por Danai Gurira (Michonne na série “The Walking Dead”), e só registra uma frase do intérprete de Tupac, o ator Demetrius Shipp Jr., novato que participou do reality “#unlock’d” e conseguiu o papel devido à semelhança física. O elenco também destaca Kat Graham (série “The Vampire Diaries”) como a atriz Jada Pinkett, Dominic L. Santana (“Noite Infernal”) como Suge Knight, dono da Death Row Records, e Jamal Woolard, repetindo o papel do rapper Notorious B.I.G. que interpretou na cinebiografia “Notorius” (2009). A produção pretende mostrar todos os lados de Tupac, com ênfase no sucesso, mas também no passado de militância de sua mãe, sua prisão e sua rivalidade com Notorious B.I.G., que levou à sua morte em 1996, aos 25 anos, em um tiroteio. U Desde sua morte, Tupac se tornou um ícone, aparecendo em diversos produtos e inspirando teorias de conspiração sobre ter sobrevivido ao atentado contra sua vida. Assim como Elvis, ele também estaria vivo – e gravando, como mostram os diversos discos póstumos que continuam a ser lançados. Com direção de Benny Boom, que tem uma carreira destacada como diretor de videoclipes e comerciais, “All Eyez on Me” estreia em 16 de junho nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Eva Green e Gemma Arterton viverão o romance lésbico que inspirou o clássico Orlando de Virginia Woolf

    9 de fevereiro de 2017 /

    As atrizes Eva Green (“O Lar das Crianças Peculiares”) e Gemma Arterton (“Gemma Bovery”) vão viver um romance lésbico ardente e histórico nas telas. Elas estrelarão “Vita & Virginia”, da cineasta Chanya Button (“Burn Burn Burn”), baseado no relacionamento entre as escritoras Virginia Woolf e Vita Sackville-West nos anos 1920. Eva Green será Virginia Woolf e Gemma Arterton irá viver Vita Sackville-West. As duas eram casadas quando iniciariam o affair que inspiraria cartas apaixonadas e o clássico “Orlando”, de Woolf, sobre um nobre que viveu por muitos séculos, transformando-se em mulher. “’Vita & Virginia’ será uma visceral história de amor, uma exploração vívida da criatividade e uma perspectiva enérgica de uma das mais icônicas escritoras do mundo”, declarou Chanya Button em comunicado. “Freqüentemente associamos mulheres do passado à opressão, ligadas aos deveres do casamento, da propriedade e da vida doméstica. Mas o que ‘Vita & Virgínia’ oferece é um exemplo de relacionamento onde mulheres ousadas e brilhantes dobraram estas instituições a sua vontade, ainda que a um grande custo pessoal”, completou a cineasta. Button, que estreou em 2015 com “Burn Burn Burn”, indicado ao BIFA, principal prêmio do cinema indie britânico, também assina o roteiro em parceria com a veterana atriz Eileen Atkins (“Magia ao Luar”), em cuja peça o filme será baseado.

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  • Música

    Berlim: Django abre o festival em ritmo de jazz e política

    9 de fevereiro de 2017 /

    O Festival de Berlim 2017 deu a largada em sua maratona de cinema nesta quinta (9/2), em clima de jazz, afinação política e sob aplausos contidos, com a exibição de “Django”. O filme de abertura, dirigido pelo estreante Etienne Comar, conta a história do lendário guitarrista de jazz Django Reinhardt (1910-1953), belga de origem cigana (interpretado pelo ator francês de origem argelina Reda Kateb), que fugiu dos nazistas na 2ª Guerra Mundial, durante a ocupação da França pelos nazistas. Segundo o diretor do Festival de Berlim, Dieter Kosslick, o “perigo constante, a fuga e as atrocidades cometidas contra sua família não foram capazes de fazê-lo parar de tocar”. Apesar de estreante, Comar é um conhecido roteirista e produtor de obras como “Homens e Deuses” (2010), “Timbuktu” (2014) e “Meu Rei” (2015). Ele conheceu o trabalho de Django Reinhardt por intermédio de seu pai, fã do músico, que foi grande inovador e vanguardista musical. “Procurei evitar o modelo tradicional de cinebiografia, daqueles que cobrem todo o período da vida de um personagem, para me concentrar nessa janela de tempo bastante específica, em que a música adquire um papel importante na tomada de consciência política de Django. Ao mesmo tempo, quis fazer um paralelo entre a tragédia dos refugiados de guerra da época e os refugiados de hoje”. Os paralelos são, de fato, evidentes. Há fortes conexões entre o nazismo e alguns dos temas mais polêmicos no debate político atual, que incluem, obviamente, a crise dos refugiados do Oriente Médio e a proibição de entrada nos EUA de cidadãos de sete países específicos. “Eu queria mostrar um músico em um período complexo da história”, explicou o diretor. “E enquanto tomava esta via, percebi que havia muitos paralelos – refugiados, a maneira que você pode proibir pessoas de viajar…” Comar acrescentou que o tema do filme recai sobre a liberdade que a arte, no caso a música, pode proporcionar durante a repressão, e justamente por conta disso é a primeira coisa a ser atacada por regimes totalitários e terroristas. “Não é nenhum segredo que a propaganda nazista tentou criar regras para conter o jazz, que misturava todos os tipos de culturas diferentes”, disse ele. “Promotores da pureza, os nazistas discriminavam o jazz por ser um gênero nascido de uma mistura de diferentes culturas, em especial daquela desenvolvida por descendentes de negros africanos nos EUA, e por isso considerada arte degenerada. Espero que a mensagem seja entendida”. O cineasta ainda ressaltou a importância da arte em períodos tumultuados. “Declarações nem sempre funcionam. Mas quando se faz isso através da arte, o resultado é muito impressionante”, acrescentou. A crítica internacional, porém, não achou a estreia de Comar tão impressionante assim. Com mais boas intenções que conteúdo, não deve ameaçar os principais concorrentes do Leão de Ouro. “Django” faz parte da competição oficial do festival, que inclui o brasileiro “Joaquim”, cinebiografia de Tiradentes dirigida por Marcelo Gomes. Além deste, outros sete longa-metragens brasileiros serão exibidos na programação da Berlinale 2017, nas mostras Panorama, Geração e Fórum: o documentário “No Intenso Agora”, de João Moreira Salles, e as ficções “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky, “Vazante”, de Daniela Thomas, “Pendular”, de Júlia Murat, “Mulher do Pai”, de Cristiane Oliveira, “As Duas Irenes”, de Fábio Meira, e “Rifle”, de Davi Pretto, que foi a última adição do evento. O Festival de Berlim acontece até o dia 19 de fevereiro na capital alemã.

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    Natalie Portman negocia viver juíza símbolo da luta pela igualdade de gêneros nos EUA

    4 de fevereiro de 2017 /

    A atriz Natalie Portman, indicada ao Oscar 2017 por “Jackie”, pode estrelar outra cinebiografia. Ela negocia viver a juíza americana Ruth Bader Ginsburg no filme intitulado “On the Basis of Sex”. Ruth Bader Ginsburg é considerada um símbolo da luta pelos direitos das mulheres na Justiça americana. Formada na Columbia Law School, ela marcou época ao se tornar uma das primeiras professoras de Direito dos EUA nos anos 1960. Enfrentando forte preconceito ao longo de toda a carreira, integrou-se ao movimento pela igualdade de gêneros e passou a defender casos de discriminação sexual nos anos 1970, que criaram jurisprudência e mudaram as leis americanas. Em reconhecimento à sua atuação, o presidente Jimmy Carter a indicou a uma vaga de juiz na corte de apelações da capital dos EUA em 1980. E em 1993, o presidente Bill Clinton a promoveu ao ponto mais alto da justiça americana, como juíza da Suprema Corte. Ela se tornou apenas a segunda mulher e a primeira judia a chegar na instituição máxima do judiciário do país. “On the Basis of Sex” será dirigido por Marielle Heller (“O Diário de uma Adolescente”), mas ainda não tem previsão para iniciar as filmagens, uma vez que Portman está no oitavo mês de gravidez de seu segundo filho.

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    Ralph Fiennes vai dirigir cinebiografia do bailarino russo Rudolf Nureyev

    4 de fevereiro de 2017 /

    O ator Ralph Fiennes (“007 Contra Spectre”) vai filmar seu terceiro longa-metragem como diretor. Segundo o site da revista Variety, ele vai comandar a cinebiografia do célebre bailarino russo Rudolf Nureyev. Intitulada “The White Crow”, a produção tem roteiro de David Hare (“O Leitor”) e será estrelada pelo dançarino Oleg Ivenko, em sua estreia no cinema. O elenco também contará com Adele Exarchopoulos (“Azul é a Cor Mais Quente”) no papel de Clara Saint, responsável por abrir os olhos do artista para nouvelle vague francesa e ajudá-lo a aprimorar a sua coreografia ainda mais. Rudolf Nureyev nasceu em 1938 e rompeu as barreiras entre o balé clássico e moderno. Ele também foi um dos responsáveis por mudar a concepção do homem na dança. Sua fama se tornou ainda maior após ele se tornar o primeiro artista a desertar da União Soviética durante a Guerra Fria. Graças à defecção, ele estrelou filmes em Hollywood, como “Valentino – O Ídolo, o Homem” (1977) e “Exposed – Os Desencontros da Vida” (1983), além de comandar o Paris Opera Ballet antes de sua morte em 1993, por conta da AIDS. As filmagens serão realizadas no segundo semestre nas cidades de São Petersburgo, na Rússia, e em Paris. A data de lançamento ainda não foi divulgada. Anteriormente, Fiennes dirigiu “Coriolano” (2011) e “O Nosso Segredo” (2013), ambos indicados para muitos prêmios.

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    Roteirista de A Teoria de Tudo vai escrever filme sobre John Lennon e Yoko Ono

    1 de fevereiro de 2017 /

    “Imagine… um filme sobre John Lennon e Yoko Ono.” É assim que o produtor Michael De Luca está apresentando o projeto de um longa-metragem de ficção sobre o roqueiro e sua esposa. Ainda sem título, o projeto pretende retratar o relacionamento do casal com os Beatles, mas principalmente as suas campanhas pacifistas. “A história focará em amadurecimento e temas relevantes como amor, coragem e ativismo nos EUA — com a intenção de inspirar os jovens de hoje a se levantar e ter uma visão clara do mundo que eles desejam”, disse De Luca em comunicado. Ele é produtor de filmes indicados ao Oscar, como “A Rede Social” (2010), “O Homem Que Mudou o Jogo” (2011) e “Capitão Phillips” (2013), mas também de caça-niqueis como “Padre” (2011), o remake de “A Hora do Espanto” (2011), “Drácula: A História Nunca Contada” (2014) e “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). O roteirista Anthony McCarten, indicado ao Oscar por “A Teoria de Tudo” (2014) – outra cinebiografia – , escreverá a trama, que ainda terá, entre os produtores, ninguém menos que a própria Yoko Ono. Apesar do anúncio oficial de sua produção, o filme ainda não tem previsão de estreia.

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