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    Mark Ruffalo mostra sua roupa de captura de performance nos bastidores de Thor: Ragnarok

    13 de julho de 2016 /

    O ator Mark Ruffalo publicou um novo vídeo dos bastidores de “Thor: Ragnarok” em seu Twitter, no qual aparece com sua roupa de captura de performance, para incorporar o Hulk. No curto vídeo, ele brinca sobre como a roupa lhe deixa ser visto sem parecer um homem. “É glamouroso, mas alguém precisa fazê-lo”, ironiza. Em “Thor: Ragnarok”, o Deus do Trovão encontra o Hulk num planeta distante, ao buscar uma arma para evitar o Apocalipse nórdico. Após lutarem em uma arena de gladiadores, a dupla vai se unir para impedir os planos da vilã Hela. O elenco também traz Chris Hemsworth (como Thor), Tom Hiddleston (Loki), Idris Elba (Heimdall), Anthony Hopkins (Odin), Jeff Goldblum (Grande Mestre), Tessa Thompson (Valquíria), Karl Urban (Skurge) e Cate Blanchett (Hela). Com direção de Taika Waititi (“What We Do in the Shadows”), o filme estreia em 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. Hi again. Here's another sneak peek at a day in the life of a #Hulk on the set of #Thor3 @thorofficialhttps://t.co/ojM5YPxSif — Mark Ruffalo (@MarkRuffalo) July 12, 2016

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  • Filme

    Mark Ruffalo incopora Hulk em vídeo dos bastidores de Thor: Ragnarok

    12 de julho de 2016 /

    O ator Mark Ruffalo publicou um vídeo divertido dos bastidores de “Thor: Ragnarok” em seu Twitter, no qual aparece com próteses de mãos verdes gigantescas, para incorporar o Hulk. Na legenda do post, ele brincou que não é fácil “ser verde”. Em “Thor: Ragnarok”, o Deus do Trovão encontra o Hulk num planeta distante, ao buscar uma arma para evitar o Apocalipse nórdico. Após lutarem em uma arena de gladiadores, a dupla se une para impedir os planos da vilã Hela. O elenco também traz Chris Hemsworth (como Thor), Tom Hiddleston (Loki), Idris Elba (Heimdall), Anthony Hopkins (Odin), Jeff Goldblum (Grande Mestre), Tessa Thompson (Valquíria), Karl Urban (Skurge) e Cate Blanchett (Hela). Com direção de Taika Waititi (“What We Do in the Shadows”), “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. Hello from the set of #Thor3! As you can see, I've got my hands full. It ain't easy being green….@thorofficialhttps://t.co/PnYTnX8n96 — Mark Ruffalo (@MarkRuffalo) July 12, 2016

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  • Etc,  Filme

    Só os dignos podem usar o banheiro no set de Thor: Ragnarok

    9 de julho de 2016 /

    O diretor Taika Waititi divulgou em seu Twitter uma foto dos bastidores das filmagens de “Thor: Ragnarok”, em que demonstra seu bom-humor – ele tem no currículo a comédia sobre vampiros “What We Do in the Shadows”, além das séries “Flight of the Conchords” e “The Inbetweeners”. A imagem mostra o Mjolnir, o martelo de Thor, em cima da tampa da privada do estúdio. Como os fãs do herói sabem, apenas os dignos podem erguer o martelo. Portanto, a situação se complica para os meros mortais que se sentirem apertados. Além de Chris Hemsworth como o poderoso Thor, o elenco do filme também inclui Cate Blanchett (“Carol”), Tessa Thompson (“Creed”), Karl Urban (“Star Trek”), Jeff Goldblum (“Independence Day”) e ainda destaca Mark Ruffalo no papel de Hulk, Tom Hiddleston como Loki, Idris Elba como Heimdall e Anthony Hopkins como Odin. A estreia está marcada para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Música

    Caça-Fantasmas: Banda Fall Out Boys divulga o “remake” do tema original, que tocará no filme

    24 de junho de 2016 /

    A banda Fall Out Boys divulgou no YouTube sua versão para “Ghostbusters”, que será o tema do novo filme das “Caça-Fantasmas”. A música tem participação da rapper Missy Elliott e soa bastante séria, ao contrário da gravação original de Ray Parker Jr., que foi indicada ao Oscar em 1985. Compare as duas versões abaixo. A diferença, por sinal, parece ser a mesma em todo o tom do material de divulgação, incluindo as prévias, que trazem fantasmas mais assustadores e piadas menos engraçadas. A comparação entre as duas versões tem sido negativa para o reboot do diretor Paul Feig (“A Espiã que Sabia de Menos”), cujo trailer se tornou um dos vídeos mais odiados do YouTube. Questionado sobre a enorme recepção negativa ao longa, o presidente da Sony, Tom Rothman, declarou à imprensa americana: “É a melhor coisa que poderia ter acontecido. Você está brincando? Somos assunto nacional, muito obrigado. Manda mais haters disparando estupidez”. A estreia do novo “Caça-Fantasmas” está marcada para 14 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Caça-Fantasmas: Veja o novo trailer dublado

    24 de junho de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou um novo trailer dublado da versão feminina de “Os Caça-Fantasmas”. A prévia tem muitos efeitos e algumas piadas sexistas em torno do recepcionista bonitão, loiro e burro, vivido por Chris Hemsworth (“Thor”), além de trazer as novas protagonistas da franquia: Kristen Wiig (“Missão Madrinha de Casamento”), Melissa McCarthy (“A Espiã que Sabia de Menos”), Kate McKinnon e Leslie Jones (ambas do humorístico “Saturday Night Live”). A direção é de Paul Feig (também de “A Espião que Sabia de Menos”) e a estreia está marcada para 14 de julho no Brasil.

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    Marvel confirma Cate Blanchett como Hela e revela primeira arte conceitual de Thor: Ragnarok

    25 de maio de 2016 /

    A Marvel divulgou a primeira arte conceitual de “Thor: Ragnorak”, que destaca Hela, a Deusa da Morte, vilã que será vivida pela atriz Cate Blanchett (“Carol”). A imagem, vista em detalhe acima e completa abaixo, foi antecedida pelo anúncio oficial do elenco e dos personagens do filme, confirmando especulações sobre quem a atriz australiana interpretaria na trama. Outro boato que virou fato foi a inclusão da heroína Valquíria na trama, que será mesmo interpretada por Tessa Thompson (“Creed”). A escalação embute uma coincidência. Tessa coestrelou “Creed” com Michael B. Jordan, que foi o primeiro ator negro a interpretar um herói que sempre foi loiro nos quadrinhos. Tessa, por sua vez, será a primeira atriz negra a interpretar uma heroína loira dos quadrinhos. A guerreira nórdica, inspirada no mito de Brunilda, vai virar afro-americana. Um detalhe da trama foi adiantado na época de escalação da atriz e antes de seu papel se tornar conhecido. Ela teria entrado no filme como interesse romântico de Thor no lugar de Natalie Portman, que não retornará à franquia. Dois novos atores também foram confirmados no elenco. Karl Urban (“Star Trek”) vai viver Skurge, que os fãs de quadrinhos conhecem melhor por seu nome de guerra: Executor, vilão asgardiano que usa um machado mortal. E Jeff Goldblum (“Independence Day”) dará vida ao Grã-Mestre, um imortal viciado em jogos, que na saga “Planeta Hulk” organiza competições entre gladiadores alienígenas. A presença do Grã-Mestre é mais uma indicação clara sobre a trama, que, além de Chris Hemsworth como Thor, ainda destaca Mark Ruffalo no papel de Hulk, Tom Hiddleston como Loki, Idris Elba como Heimdall e Anthony Hopkins como Odin. Jamie Alexander, cuja volta como Sif era tida como certa, não foi anunciada no elenco oficial. A direção está a cargo do comediante Taika Waititi, que tem no currículo a comédia sobre vampiros “What We Do in the Shadows”, inédita no Brasil, além das séries “Flight of the Conchords” e “The Inbetweeners”. “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. Clique na arte abaixo para ampliá-la em tela inteira.

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    O Caçador e a Rainha do Gelo é um desperdício de talento e dinheiro

    30 de abril de 2016 /

    Às vezes, os bastidores de uma produção são muito mais interessantes do que o resultado das filmagens. É o caso de “O Caçador e a Rainha do Gelo”, tanto um prólogo quanto uma sequência de “Branca de Neve e o Caçador” (2012), o filme que já tinha dado o que falar devido ao relacionamento indiscreto entre a protagonista Kristen Stewart e o diretor Rupert Sanders. Os dois foram barrados na sequência. Mas até Charlize Theron, que viveu a bruxa malvada de visual arrasador do longa original, esteve prestes a desistir do projeto, após descobrir que o salário de Chris Hemsworth, intérprete do Caçador, era maior do que o dela. Só aceitou filmar por cachê igual. Ainda que apareça menos do que Hemsworth, a atriz sul-africana recebeu os mesmos US$ 10 milhões. E, no final, é uma das poucas coisas que se salvam na produção. A má vontade também se estendeu a Jessica Chastain, que não ficou muito satisfeita em ter que integrar o elenco dessa produção destinada ao fracasso. Ela foi contratualmente obrigada, como parte do acordo com a Universal para viver a vilã de “A Colina Escarlate”. E acabou encarando um papel de guerreira genérica nessa curiosa fantasia torta, que tem uma trama até mais inventiva do que a do primeiro filme, mas que se perde muito sob a fraca direção do novato Cedric Nicolas-Troyan, diretor de segunda unidade e supervisor de efeitos especiais do longa original. O filme começa apresentando as duas irmãs bruxas vividas por Charlize Theron e Emily Blunt. A primeira tinha domínio de magia negra e era essencialmente má, enquanto a segunda era apenas uma mulher apaixonada por um plebeu, até uma tragédia ativar seus poderes congelantes. A história acaba destacando mais a personagem de Blunt, que viaja para o norte, onde se torna a imperatriz perversa de uma terra gelada. Neste lugar sem calor, ela decreta que o amor é proibido, porque aprendeu que a paixão faz mal para o coração. Mesmo assim, é neste cenário frígido que brota o amor entre dois caçadores de sua tropa, Eric (Hemsworth) e Sara (Chastain). Ironicamente, esta representação do ódio e do mal, exacerbada em ambas as irmãs, acaba servindo para demonstrar como a animação da Disney “Frozen – Uma Aventura Congelante” foi transgressora, utilizando o amor em vez da raiva como motivação da aventura das irmãs. No filme da Universal, as personagens são cheias de traumas e rancores… e chatice. Com personagens fracas, a produção tosca (mas milionária) tenta embalar o filme na base das reviravoltas, como o evento que marca o fim de seu prelúdio e os inimigos que aparecem pelo caminho dos heróis. Além disso, a trama busca se reforçar com as piadinhas dos dois anões Nion e Griff, que servem de alívio cômico – muito mais eficientes do que as falas supostamente engraçadas de Eric, o Caçador. Mas nada funciona. A ponto de situações trágicas inspirarem apenas tédio. Um tédio que cresce na mesma medida em que a trama perde seu rumo. Nem a presença de cena excepcional de Charlize Theron, como a bruxa má que retorna dos mortos, no último ato, consegue impedir o derretimento dos milhões de dólares despejados em “O Caçador e a Rainha do Gelo”. O resultado é um monumental desperdício de dinheiro, repleto de efeitos e atores caros, que custou uma fábula para parecer uma fábula. E, mesmo assim, não consegue disfarçar a enorme ausência de Kristen Stewart no papel de Branca de Neve. Os motivos que levaram a atriz a ser descartada na sequência renderiam um filme, por sinal bem melhor, em que não faltaria a analogia sobre o moral(ismo) da história.

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    O Caçador e a Rainha do Gelo é o maior lançamento e também o pior filme da semana

    21 de abril de 2016 /

    “O Caçador e a Rainha do Gelo” é o lançamento mais amplo da semana, distribuído em 920 salas pelo país. Espécie de quimera, que junta prólogo e sequência na mesma criatura, o filme retoma os personagens de Chris Hemsworth e Charlize Theron em “Branca de Neve e o Caçador” (2012), mas em vez de aprofundar a fábula de Branca de Neve leva sua trama para o mundo de “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013). O resultado parece um episódio de “Once Upon a Time” mal escrito e obcecado por efeitos visuais dourados. O longa também estreia neste fim de semana nos EUA, onde foi eviscerado pela crítica (19% de aprovação no site Rotten Tomatoes). A outra estreia infantil, a animação “No Mundo da Lua”, é mais criativa, ao acompanhar um adolescente, filho e neto de astronautas, em sua luta para preservar o programa espacial americano e impedir um bilionário excêntrico de virar dono da lua. A produção mantém o espírito aventureiro do primeiro longa do diretor espanhol Enrique Gato, “As Aventuras de Tadeo” (2012), com exibição em 290 salas (126 em 3D). “Milagres do Paraíso” também foca famílias com sua história, sobre uma criança doente que consegue uma cura milagrosa. Típica produção religiosa, sua trama reforça a insignificância da ciência, desautoriza coincidências e prega que Deus sempre atende aos que acreditam. A crítica americana considerou medíocre, com 47% de aprovação. A diretora mexicana Patricia Riggen é a mesma do drama “Os 33” (2015) e o elenco destaca Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”) como a mãe que padece no paraíso. Chega em 180 salas do circuito. Dois filmes nacionais completam a programação dos shoppings. E, por incrível que pareça, nenhum deles é uma comédia boba. Com maior alcance, “Em Nome da Lei” marca a volta do diretor Sergio Rezende ao gênero policial, sete anos após seu último longa, “Salve Geral” (2009). O lançamento em 380 salas sinaliza a expectativa positiva do estúdio à história de um juiz federal incorruptível, que evoca esses dias de operação Lava Jato (dá-lhe zeitgeist). Mas o personagem de Mateus Solano (“Confia em Mim”) não é Sergio Moro nem a trama enfrenta a corrupção política, optando por situações clichês de máfia de fronteira, narradas de forma novelesca, com direito a “núcleo romântico”. Não prende sequer a atenção. A melhor opção nacional é o drama “Nise – O Coração da Loucura”, fruto de um roteiro mais maduro (escrito a 14 mãos!), que encontra um meio-termo entre o didatismo e o desenvolvimento de personagem. Glória Pires (“Flores Raras”) se destaca no papel central, a doutora Nise da Silveira, figura importante da psiquiatria brasileira, que merecia mesmo virar filme. O longa dirigido por Roberto Berliner (do péssimo “Julio Sumiu”) mostra seu confronto com os tratamentos violentos dos anos 1940 e a bem-sucedida adoção da terapia ocupacional, que passa a humanizar os doentes de um hospício público. Além de competente cinebiografia, o filme possuiu uma bela mensagem contra a intolerância. Em apenas 59 telas. Intolerância também é o tema de “Amor por Direito”, drama indie americano que ocupa uma faixa intermediária, em pouco menos de 50 salas. Baseado em fatos reais, a história mostra a batalha jurídica de uma policial (Julianne Moore, de “Para Sempre Alice”), diagnosticada com uma doença terminal, que enfrenta preconceitos para deixar sua pensão para sua parceira de vida (Ellen Page, de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). O caso teve repercussão nacional nos EUA, mas, apesar das boas intenções, a trama cinematográfica não ressoa como “Filadélfia” (1993), do mesmo roteirista. Ironicamente, o drama lésbico teve a mesma nota do drama crente da semana, 47% de aprovação no Rotten Tomatoes. Dois dramas europeus e dois documentários brasileiros ocupam o circuito limitado. O principal título europeu é o romeno “O Tesouro”, de Corneliu Porumboiu (“Polícia, Adjetivo”), em que dois vizinhos enfrentam a amarga realidade da crise econômica com um sonho infantil, de encontrar um suposto tesouro escondido. Venceu vários prêmios em festivais internacionais, inclusive Cannes. O outro lançamento é o francês “Uma História de Loucura”, de Robert Guédiguian (“As Neves do Kilimanjaro”), que acompanha as histórias dois jovens: um terrorista e sua vítima colateral num atentado contra o embaixador da Turquia em Paris, nos anos 1980. Ambos chegam em quatro salas. Entre os documentários, o destaque pertence a “O Futebol”, de Sergio Oksman, vencedor do recente festival É Tudo Verdade. O diretor tem uma longa lista de prêmios no currículo. Já tinha vencido até o Goya (o Oscar espanhol) e o prêmio de Melhor Documentário do festival Karlovy Vary com o curta “A Story for the Modlins” (2012). “O Futebol”, por sua vez, foi exibido também nos festivais de Locarno e Mar Del Plata. E, apesar do título, tem o futebol apenas como pano de fundo para um reencontro entre um pai e um filho que não se viam a 20 anos, e que marcam de passar um mês juntos para acompanhar os jogos da Copa do Mundo de 2014. Os planos, porém, não se realizam como previsto. A estreia também acontece em quatro salas. Por fim, “Meu Nome É Jacque”, de Angela Zoé (“Nossas Histórias”) foca uma mulher transexual, portadora do vírus da aids, que precisa superar grandes obstáculos para viver sua vida da melhor forma possível. Chega em apenas uma sala no Rio.

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    Thor 3: Atriz de Creed será o novo interesse romântico do Deus do Trovão

    12 de abril de 2016 /

    A atriz Tessa Thompson (“Creed: Nascido Para Lutar”) entrou no elenco de “Thor: Ragnarok”. Segundo o site Deadline, ela viverá o novo interesse romântico de Thor (Chris Hemsworth), pois Natalie Portman, que interpretou Jane Foster em dois filmes, não voltará na continuação. Ainda não há definição de qual será seu papel, mas especula-se que a atriz interpretará umas das super-heroínas da Marvel, pois a proposta é para ela estrelar outros filmes do estúdio. Desde que o projeto de “Thor: Ragnarok” foi divulgado, persistem rumores sobre a inclusão na trama da heroína Valquíria, que nos quadrinhos é logicamente loira como uma guerreira nórdica. Enfim… O elenco também terá as voltas de Tom Hiddleston como Loki e Jamie Alexander como Sif, além da participação de Mark Ruffalo como Hulk e Cate Blanchett, que viverá a vilã da trama (provavelmente Hela). Com direção de Taika Waititi (“What We Do in the Shadows”), “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    O Caçador e a Rainha do Gelo: Prólogo de Branca de Neve e o Caçador ganha novos vídeos legendados

    9 de abril de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou um novo par de pôsteres e dois vídeos legendados de “O Caçador e a Rainha do Gelo”: uma cena com as duas irmãs, a Rainha do Gelo (Emily Blunt, de “Sicario”) e a Rainha Ravenna (Charlize Theron, retomando o papel de “Branca de Neve e o Caçador”), e um trailer que mostra a “origem” do Caçador. O personagem de Chris Hemsworth aparece ainda criança na prévia, que também explica o motivo do ódio entre as duas irmãs que disputam o reino encantado. O filme também destaca a atriz Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”) como uma guerreira e marca a estreia na direção de Cedric Nicolas-Troyan, diretor assistente e supervisor de efeitos visuais do longa original. O lançamento está marcado para 21 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    O Caçador e a Rainha do Gelo: Cena do filme mostra Charlize Theron contra todo o elenco

    27 de março de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou uma cena inédita de “O Caçador e a Rainha do Gelo”, que mostra a Rainha Ravenna, personagem de Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), enfrentando o resto dos protagonistas: o Caçador (Chris Hemsworth, de “Os Vingadores”), a Rainha do Gelo (Emily Blunt, de “Sicario”) e a guerreira Sara (Jessica Chastain, de “A Colina Escarlate”), usando seus poderes para criar diversos efeitos visuais. Prólogo de “Branca de Neve e o Caçador” (2012), o filme conta a “origem” do Caçador e explica o motivo do ódio entre as duas irmãs que disputam o reino encantado da produção. “O Caçador e a Rainha do Gelo” marca a estreia na direção de Cedric Nicolas-Troyan, diretor assistente e supervisor de efeitos visuais do longa original. O lançamento está marcado para 21 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    O Caçador e a Rainha do Gelo: Novo trailer mostra a origem do personagem de Chris Hemsworth

    24 de março de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou um novo trailer de “O Caçador e a Rainha do Gelo”, que estabelece a produção como um prólogo de “Branca de Neve e o Caçador” (2012), ao mostrar a “origem” do Caçador. O personagem de Chris Hemsworth aparece até como criança na prévia, que também explica o motivo do ódio entre as duas irmãs que disputam o reino encantado da produção, a Rainha Ravenna (Charlize Theron, também retomando o papel do primeiro filme) e a Rainha do Gelo (Emily Blunt, de “Sicario”). E como a produção tirou a Branca de Neve da história – por coincidência, após Kristen Stewart se envolver com o diretor de “Branca de Neve e o Caçador” – , o roteiro ainda inventou outra personagem guerreira, vivida por Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”). O filme marca a estreia na direção de Cedric Nicolas-Troyan, diretor assistente e supervisor de efeitos visuais do longa original. O lançamento está marcado para 21 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    O Caçador e a Rainha do Gelo: Novo comercial parece desenho animado

    21 de março de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou novos pôsteres e um comercial de “O Caçador e a Rainha do Gelo”, que estabelece a produção como um prólogo de “Branca de Neve e o Caçador” – “A história antes de Branca de Neve”, diz o letreiro inicial. A prévia é repleta de efeitos digitais, que, no vídeo, mostram-se bem artificiais, chegando a lembrar uma animação. E pior, uma animação derivativa de “Frozen – Uma Aventura Congelante”, em que a Rainha do Gelo do título aparece muito mais que o Caçador – Kristoff? A produção dispensou Branca de Neve após Kristen Stewart se envolver com o diretor de “Branca de Neve e o Caçador”, mas manteve Hemsworth como o herói e Charlize Theron como a vilã. Até Sam Claflin vai retornar como o Príncipe Encantado, além de Nick Frost como um dos sete anões (que agora serão apenas quatro). O elenco é ótimo e ainda traz a guerreira vivida por Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”) lutando ao lado da Rainha do Gelo (Emily Blunt, de “Sicario”) contra sua irmã malvada, a Rainha Ravenna (Theron), pelo reino encantado. O filme marca a estreia na direção de Cedric Nicolas-Troyan, diretor assistente e supervisor de efeitos visuais do longa original. O lançamento está marcado para 21 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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