Diálogos de Leia em Star Wars: Os Últimos Jedi foram criados por Carrie Fisher
O diretor Rian Johnson revelou que cenas de “Star Wars: Os Últimos Jedi” foram criadas com a colaboração de Carrie Fisher. Em entrevista ao site The Daily Beast, ele contou que a atriz era fã de piadas de frases curtas. “Ele pensava em piadas com muita facilidade”. Um desses exemplos aconteceu no reencontro entre Leia e Luke (Mark Hamill). “A cena em que ela senta com Luke e diz ‘eu mudei meu penteado’, obviamente, foi ela”. Durante uma discussão em painel em Star Wars Celebration em abril passado, ele chegou a descrever como foi o processo artístico de mexer um roteiro com ela. “Eu ia para a casa dela. Nós nos sentamos em sua cama por horas e revisávamos os roteiros. Tínhamos um fluxo de consciência que era quase um jazz, com sessões de improviso sobre o texto escrito. Ela gostava de rabiscar no meu roteiro tudo o que ela dizia e, no final de seis horas, surgia uma linha de diálogo de apenas quatro palavras que era a síntese de todo esse esforço, mas era brilhante”. Johnson cita a despedida entre Almirante Holdo (Laura Dern) e Leia. “Toda aquela cena com Holdo foi reescrita pos Carrie e Laura. Nós três nos reunimos e trabalhamos nela. E o coração da cena veio de Laura. O que ela diz não é apenas entre sua personagem e Leia, mas também entre Laura, e Carrie, querendo expressar o que Carrie significava para ela. A sua gratidão”. Na cena, Leia desabafa que está cansada com as perdas de pessoas queridas. “Não posso aguentar mais”. E Holdo sorri e a reconforta. “Claro que você pode”, diz ela. “Você me ensinou como”. Ele também lembra a cena final com Rey (Daisy Ridley), com a Resistência dizimada e a pergunta da jovem: “Como podemos construir uma rebelião com isso?” Leia responde com calma e certeza: “Temos tudo o que precisamos”. “Agora, quando vejo a performance de Fisher, eu me sinto… Deus, eu me sinto sortudo, sabe? Sinto-me afortunado por ter esse desempenho dela, sinto-me afortunado de termos tido esses momentos com ela. Sinto-me tão afortunado de que seus últimos momentos no filme, que estão no final do filme, são palavras de esperança ditas a Rey. Sim. Deus. Eu queria que ela estivesse aqui para vê-las.”
Os Últimos Jedi é o Star Wars mais diferente e surpreendente de todos
Quando JJ Abrams e o roteirista Lawrence Kasdan reiniciaram a franquia “Star Wars” em 2015 com “O Despertar da Força”, a aventura era simpática, divertida, mas, convenhamos, o enredo corria poucos riscos. Por trás dos números de mágica de Abrams, havia a sensação de quase um remake de “Star Wars: Uma Nova Esperança”, com os novos análogos da primeira Ordem e da Rebelião enfrentando novamente uma Estrela da Morte. Os fãs abraçaram a abordagem por nostalgia e por veneração. Nada mais. Felizmente, Rian Johnson, o roteirista e diretor de “Star Wars VIII: Os Últimos Jedi” dá de ombros pra veneração. Não que ele desgoste da mitologia. Há algumas cenas em que o diretor demonstra uma ternura, que talvez nunca tenhamos visto nos sete filmes anteriores da saga ou no spin-off “Rogue One”. Acontece que Johnson invade a sala de brinquedos e comporta-se como uma criança selvagem. Ele lança bonecos pro alto, desmonta as naves, destrói as torres de Lego e reconstrói novas edificações mutantes. Esse é o espírito de “Os Ultimos Jedis”. Johnson mergulha no universo com um entusiasmo sacana, e o filme, no fundo, vira um braço de força entre ele e um estúdio poderoso, detentor de uma visão rigorosa de como quer que os filmes sejam feitos, moldando as visões de seus diretores para apoiar uma estética corporativa unificada – um processo que mastigou e cuspiu Colin Trevorrow, Gareth Edwards, Phil Lord e Christopher Miller. Pensou diferente, e você está fora. Agora, olha o curioso: Rian Johnson pensa diferente. E o modo como ele dribla a máquina de fazer salsichas, é muito interessante. Seu filme respira, quase fisicamente, nesse hiato entre a dificuldade de se pôr em cena ou de obedecer as regras impostas. Se não, vejamos: Poe Dameron (Oscar Issac), o primeiro dos novos heróis que aparece em cena, é um piloto que desacata os superiores. Vive às turras com a General Leia Organa (Carrie Fisher). Coloca-se à frente da frota de destróieres da Primeira Ordem sozinho e provoca o general Hux, torcendo as palavras com a mesma habilidade que pilota um caça e dá cavalos de pau nas nuvens. Luke Skywalker (Mark Hamill) segue a mesma trilha. Um dia, foi um guerreiro destemido como Poe, o tempo passou e ele cansou. Virou o velho ermitão cínico. Não se sensibiliza com causa nenhuma. Quando Rey (Daisy Ridley) lhe entrega o sabre de luz, o cavaleiro jedi arremessa a relíquia no mato. Luke não aceita mais ordens, nem quer se aliar a esse ou a aquele outro grupo. Enquanto isso, Fin (John Boyega) acorda na nave dos rebeldes, já pronto para procurar Rey e lutar se for preciso, só não percebe um detalhe: está completamente nu andando pela nave. Temos ainda a adição de dois personagens adoráveis e igualmente excêntricos, o mercenário DJ, vivido por Benício Del Toro, um malandro decodificador de senhas que luta sempre do lado de quem oferece mais vantagens, e a meiga Rose Tico (Kelly Marie Tran), a simplória fã dos feitos extraordinários de Fin e Rey. Rose vive a ilusão de destruir a cidade-cassino onde os ricos vendedores de armas se divertem. Ela acha que eles não passam de uma escória por vender armas para a Primeira ordem, mas DJ dá um choque de realidade na menina, quando lhe mostra que essa mesma escória também vende armas para Resistência. Esse dilema, esse atrito entre buscar a independência ou se vender, tentando dentro do sistema manter uma certa pureza, reverbera em cada fotograma de “Os Últimos Jedis”. Multiplica-se inclusive, na cabeça de Rey, a heroína. Num dos grandes momentos do filme, Rey entra numa caverna e sua imagem se multiplica. Ela grita, tenta alcançar o fim deste encadeamento de Reys, mas elas continuam aumentando. Finalmente, no momento em que ela encontra o fim, uma sombra se aproxima e Rey fica feliz, assim como os espectadores ficam, porque acreditam que algo finalmente vai ser revelado. E o que seria essa revelação? Cada um deve assistir o filme e buscar sua própria leitura do que esse vulto representa. Enfim, todos são meio insolentes, inclusive Kylo Ren (Adam Driver), ao se recusar a tirar a máscara na frente do Lorde Supremo Snooke (Andy Serkys). O lorde dos vilães irritado chama o pupilo de criança mimada de capacete e Kylo sai da sala possesso. A cena é um alívio cômico para um personagem atormentado e, sem dúvida, o mais rico da história. Ele é odioso, recalcado, e até mesmo infantil em sua crueldade, mas sua resignação é dolorida e consegue ser profundamente tocante. Vem daí, aliás, a tortuosidade do filme, que se espalha em torno do triângulo psicológico que se desenvolve entre Kylo, Rey e Luke. A história desses três está vinculada e compartilhada por um mistério. Há uma revelação aqui que vai deixar os fãs de queixo caído. Mas antes disso, o espectador é brindado com uma abundância de duelos com espadas de luz, rivalidades e batalhas aéreas. O ritmo é espantoso, e a tarimba de Johnson advém de nunca deixar que o público se perca em meio as viagens entre as estrelas ou a profusão de personagens. Verdade, não temos mais Carrie Fisher, uma atriz eloqüente, para viver Leia Organa em outros filmes. A atriz, como todo mundo sabe, morreu no final do ano passado. Mas em cada cena que ela aparece, essa lembrança torna sua presença mais intensa. Carrie é a alma da Resistência. A beleza do filme, contudo, reside no controle e orquestração de Johnson. Um sujeito que organiza cada etapa, do roteiro a filmagem, da edição, a finalização, imprimindo sua filosofia própria: em cada detalhe sente-se a personalidade do diretor, nos diálogos, nas tiradas, nos desenvolvimentos dos personagens. Um defeito que foi se ampliando nos filmes de George Lucas, era a questão dos personagens secundários. Lucas sempre foi muito bom em criar novos vilões, mutantes e extraterrestres, mas as novas estrelas nem sempre tinham uma função forte. Não havia um desenho de desenvolvimento. Vide a profundidade que tiveram personagens como Boba Feet, Darth Maul ou o General Grievous. Lucas aumentava seu universo de bonecos, pensando em vender os brinquedos. Johnson criou um novo grupo, que obviamente também serão vendidos como brinquedos. Mas há uma sensível diferença aqui. Cada um dos novos tipos apresentados tem uma razão, uma motivação orgânica para estar em cena. Sejam os Porgs, as Raposas de Cristal ou os Fathiers, cavalos espaciais de orelhas cumpridas. O diretor nunca perde o fio da meada: o corpo físico briga com o psicológico, e no final, a questão de quem triunfa, é relativa. Quem bom que temos um filme onde o conforto é mandado pro espaço e onde as fronteiras são claras apenas para os que preferem se iludir. A arte de Johnson, como ele já tinha nos mostrado em “Looper – Assassinos do Futuro”, é empolgante por que não se fecha em raciocínio simples. É a arte da aventura da inquietude e da tormenta humana.
Pôsteres chineses de Star Wars: Os Últimos Jedi destacam personagens centrais
A Lucasfilm divulgou a coleção de pôsteres de personagens de “Star Wars: Os Últimos Jedi” produzidas para o mercado chinês. As imagens destacam os personagens centrais da trama: Rey (Daisy Ridley), Kylo Ren (Adam Driver), Luke Skywalker (Mark Hamill), General Leia (Carrie Fisher), Finn (John Boyega), Poe Dameron (Oscar Isaac) e até o robô R2-D2. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Personagem de Benício Del Toro será o primeiro hacker dos filmes de Star Wars
Conforme se aproxima a estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, começam a surgir mais detalhes sobre o filme, que ainda mantém grande parte de sua produção em sigilo. A novidade mais recente foi divulgada pela revista Empire, que revelou a primeira informação sobre DJ, o misterioso personagem interpretado por Benicio Del Toro (“Sicario”). De acordo com a publicação, DJ é um “slicer clandestino”. Embora “slicer” sugira alguém que corta coisas com um sabre de luz, o termo tem sido usado no universo estendido da saga espacial para definir hackers. Eles já aparecerem em livros, quadrinhos e videogames da franquia, mas nunca tinham sido incorporados numa trama cinematográfica. Com a confirmação, DJ acabará com uma longa tradição dos filmes de “Star Wars”, que até aqui mostraram que apenas droides sabem como usar computadores – além do ato simples de pressionar botões e esperar que algo aconteça. A extensão do papel e a importância de DJ deve permanecer desconhecida até a estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Mas o suspense não durará muito tempo. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), o filme estreia em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Novos pôsteres de Star Wars: Os Últimos Jedi destacam os heróis da trama
A Lucasfilm divulgou seis pôsteres de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, que destacam os heróis da trama: Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega), Poe Dameron (Oscar Isaac), Luke Skywalker (Mark Hamill), a General Leia (Carrie Fisher) e até o robô BB-8. Curiosamente, eles aparecem com trajes vermelhos que evocam sangue, mas também a cor das espadas-laser dos sith, os vilões marcados pelo lado negro da Força. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Nove pôsteres de Star Wars: Os Últimos Jedi destacam robôs, alienígenas, acessórios e naves espaciais
A Lucasfilm divulgou nove pôsteres de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, que destacam individualmente os principais robôs da trama, BB-8, R2-D2 e C-3PO, além de armas, naves e alienígenas, incluindo um porg. O bichinho fofinho é uma das novidades do filme, que foi escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”) e estreia no Brasil com tradução errada em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA.
Daisy Ridley diz que não continuará na saga Star Wars após o Episódio IX
A atriz Daisy Ridley, que interpreta a heroína Rey, protagonista da atual trilogia “Star Wars”, afirmou que sairá da saga após “Star Wars: Episódio IX”. “Estou realmente animada para fazer o terceiro filme, até porque foi para isso que eu assinei – três filmes. Então, na minha cabeça, serão três filmes. Acho que será o momento certo para encerrar”, ela disse, em entrevista à revista Rolling Stone. A Disney e a produtora Lucasfilm preparam uma nova trilogia que continuará a história após o “Episódio IX”. Mas a ideia é abordar novos personagens. O diretor Rian Johnson, que assina “Star Wars: Os Últimos Jedi“, será o responsável por essa nova fase. Ridley voltará a viver Rey nos cinemas em dezembro, na estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, e voltará para concluir sua participação em “Star Wars: Episódio IX”, previsto para 2019. Mas isso não impede que ela feche novo contrato para retomar a personagem no futuro, como aconteceu com Mark Hamill, Harrison Ford e Carrie Fisher em “Star Wars: O Despertar da Força”.
Novas fotos de Star Wars: Os Últimos Jedi incluem personagens de Andy Serkis e Benicio Del Toro
A Lucasfilm divulgou 34 fotos em alta resolução de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Algumas delas já tinha sido adiantadas pela revista Entertainment Weekly, mas agora podem se apreciadas sem o logotipo da publicação. Entre as cenas retratadas estão o treinamento de Rey (Daisy Ridley) com Luke Skywalker (Mark Hamill) e a nova aventura de Finn (John Boyega), ao lado de uma uma mecânica chamada Rose Tico (a novata Kelly Marie Tran) e em combate contra a Capitã Phasma (Gwendoline Christie). Além disso, a galeria inclui as primeiras fotos oficiais do Supremo Líder Snoke (Andy Serkis) e DJ (Benicio Del Toro). Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), que também aparece em imagens de bastidores, “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia no Brasil com tradução errada em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA. Outras dezenas de fotos em alta resolução, anteriormente divulgadas, podem ser conferidas aqui.
Chewbacca se estressa com um Porg no novo comercial de Star Wars: Os Últimos Jedi
“Star Wars: Os Últimos Jedi” ganhou um novo comercial de TV. É curtinho, mas destaca um momento cômico inédito, em que Chewbacca aparece estressado com um Porg a bordo do Millennium Falcon. O bichinho fofinho é uma das novidades do filme, que foi escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”) e estreia no Brasil com tradução errada em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA.
O lado negro da Força tenta Rey em novos comerciais de Star Wars: Os Últimos Jedi
A Lucasfilme divulgou mais dois comerciais de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Ambos mostram o lado negro da Força tentando alcançar Rey (Daisy Ridley), diante de um horrizado Luke Skywalker (Mark Hamill), mas apenas um deles foi legendado pela Disney no Brasil. O vídeo com legendas também destaca a reação de Poe (Oscar Isaac) e Finn (John Boyega) diante do avanço da influência do Supremo Líder Snoke (Andy Serkis). Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia no Brasil com tradução errada em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA.
Star Wars: Os Últimos Jedi revela 10 fotos novas
A revista Entertainment Weekly divulgou mais dez fotos de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, que podem ser vistas abaixo. As imagens destacam os protagonistas Rey (Daisy Ridley), Luke Skywalker (Mark Hamill), General Leia (Carrie Fisher), Finn (John Boyega), Poe Dameron (Oscar Isaac) e as novas personagens Vice-Almirante Amilyn Holdo (Laura Dern) e a mecânica Rose Tico (a novata Kelly Marie Tran), além de uma cena de bastidores com o diretor Rian Johnson (“Looper”). Escrito e dirigido por Johnson, “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia no Brasil com tradução errada em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA.
Novos vídeos de Star Wars: Os Últimos Jedi incluem cenas inéditas
“Star Wars: Os Últimos Jedi” ganhou dois novos vídeos. Um deles é legendado e não tem muitas novidades, além de letreiros que destacam os jovens antagonistas da trama, Rey (Daisy Ridley) e Kylo Ren (Adam Driver). Já o vídeo sem legendas traz algumas cenas inéditas e uma declaração importante de Rey para Luke Skywalker (Mark Hamill): “Kylo falhou com você. Eu não falharei!”. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” será o filme mais longo de toda a franquia espacial, com 150 minutos (2h30) de duração. A estreia acontece em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Star Wars: Os Últimos Jedi será o filme mais longo da franquia espacial
O diretor Rian Johnson confirmou o rumor de que “Star Wars: Os Últimos Jedi” será o filme mais longo de toda a franquia. Durante uma entrevista coletiva para promover o lançamento na França, Johnson revelou que o filme tem 150 minutos de duração. Ou seja, duas horas e meia. Até então, o filme mais longo da saga era “Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones” (2002), com 142 minutos. “A Disney nos deu ampla liberdade para escrever a história”, disse ele. “Foi algo muito orgânico. Para mim, foi como se eu trabalhasse em meus filmes antigos”. Além de anunciar a duração do filme, Johnson contou que Gareth Edwards, diretor de “Rogue One: Uma História Star Wars”, tem uma pequena figuração no longa, sem, entretanto, confirmar se ele estaria escondido sob os capacetes dos stormtroppers. Escrito e dirigido por Johnson, “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.










