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  • Série

    Vilã de Doctor Who será Madame Satã na série da aprendiz de feiticeira Sabrina

    16 de fevereiro de 2018 /

    A nova série de Sabrina anunciou a contratação de três atores, entre eles a intérprete de uma vilã importante. A atriz escocesa Michelle Gomez, que viveu Missy, a versão feminina do vilão Mestre em “Doctor Who”, será a grande mentora/inimiga da jovem Sabrina (Kiernan Shipka, de “Mad Men”). Gomez vai viver Mary Wardell, professora favorita de Sabrina na Baxter High. O problema é que, ao ser possuída pela Madame Satã, a Sra. Wardell se transforma em uma manipuladora sensual e astuta, que tenta atrair Sabrina para o caminho das sombras da noite. A série também definiu o novato Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”) como Ambrose Spellman, o primo inglês de Sabrina, que é colocado sob prisão domiciliar pelo Conselho das Bruxas e não pode sair da casa funerária onde ele mora com a família Spellman. Apesar disso, Ambrose vira um “parceiro do crime” de Sabrina, sempre aprontando o pior. Por fim, Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”) será a melhor amiga de Sabrina, Rosalind Walker. Além de humana, ela é filha do pastor da cidade de Greendale. O responsável pela produção é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). Seguindo o reboot realizado nos quadrinhos, a série intitulada “Chilling Adventures of Sabrina” reimagina a origem e as aventuras da aprendiz de feiticeira como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Na trama, a protagonista luta para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear no final de 2018.

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  • Série

    Nova versão de Charmed terá uma jovem bruxa lésbica

    8 de fevereiro de 2018 /

    A nova versão de “Charmed”, que teve seu piloto encomendado pela rede CW, será um reboot e não um remake, com personagens inteiramente novas. As jovens bruxas se chamam Mel, Macy e Madison – em vez de Piper, Phoebe, Paige e Prue. E o detalhe é que uma das irmãs bruxas será lésbica. O site TVLine teve acesso à ficha de casting do piloto, e ela revela que a lista de personagens centrais inclui a namorada de uma das protagonistas. As outras duas também terão namorados – um documentário e um solitário sensível. Os produtores estão procurando atores de todas as etnias para compor o elenco. Produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), a série de 1998 acompanhava três irmãs bruxas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. O remake de “Charmed” foi cogitado pela primeira vez há quatro anos pela rede CBS, mas não chegou muito longe em seu desenvolvimento, após ser torpedeado nas redes sociais pelas atrizes da série original. A rede CW se interessou pela franquia no ano passado. A ideia original era um prólogo passado nos anos 1970. Mas o desenvolvimento foi interrompido com a rejeição do roteiro e nem chegou a ter piloto encomendado. As responsáveis pela nova versão são as mesmas do projeto rejeitado, mas mudaram tudo. Agora, a trama irá acompanhar três irmãs de uma cidade universitária atual, que descobrem que são bruxas. A produção é de Jennie Snyder Urman e o roteiro foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, todas da série “Jane the Virgin”. Fontes do site The Hollywood Reporter afirmam que o problema da versão passada nos anos 1970 é que Jennie Snyder Urman estava muito ocupada com “Jane the Virgin” para supervisionar o trabalho. Com mais tempo para repensar o conceito, todo o projeto foi redesenvolvido. O resultado agradou e teve seu roteiro aprovado para, ao menos, virar piloto.

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  • Magnum P.I.
    Série

    Remakes de Magnum, Cagney & Lacey, Charmed e Super-Herói Americano podem virar séries em 2018

    28 de janeiro de 2018 /

    Após diversos revivals e remakes bem-sucedidos de séries clássicas, as redes americanas vão continuar investindo em nostalgia para 2018. Diferentes canais deram sinal verde para a produção de pilotos baseados em antigos sucessos televisivos, que, se aprovados, deixarão a programação da TV americana com cara de reprise. A rede CBS encomendou o remake de duas séries de detetives dos anos 1980: “Magnum” e “Cagney & Lacey”. A primeira marcou a década com a ferrari vermelha, as camisas floridas e o bigode de Tom Selleck, enquanto a segunda destacou a parceria de duas mulheres detetives, vividas por Tyne Daly e Sharon Gless. Peter Lenkov, responsável pelos remakes de “Hawaii Five-0” e “MacGyver”, está escrevendo o roteiro do piloto ao lado de Eric Guggenheim (“Desafio no Gelo”). A nova versão é descrita como uma atualização do original. Vai girar em torno de Thomas Magnum (o antigo papel de Selleck), um ex-militar Navy SEAL condecorado que, ao voltar do Afeganistão, usa suas habilidades militares para se tornar um investigador particular, com a ajuda de outros veteranos – Theodore “TC” Calvin e Orville “Rick” Wright – e da ex-agente secreta do MI:6 Juliet Higgins. A premissa é bastante similar à série criada por Donald P. Bellisario e Glen A. Larson em 1980, que durou oito temporadas na própria CBS. Selleck também interpretava um ex-militar, veterano da guerra da época, o conflito do Vietnã. Fora a atualização, a principal diferença está na escalação de uma mulher para o papel de Higgins, vivido por John Hillerman na atração original. A nova versão de “Cagney & Lacey” está sendo escrita por Bridget Carpenter (criadora da minissérie “11.22.63”) e deve manter a trama original, que destacava a amizade de duas detetives da polícia, tanto no trabalho quanto em suas vidas pessoais. A temática de empoderamento feminino torna a atualização mais fácil de ser feita para os dias atuais. Outro sucesso dos anos 1980, a comédia “Super-Herói Americano” (The Greatest American Hero) voltará com uma mudança de sexo na rede ABC. A série original foi criada por Stephen J. Cannell (“Anjos da Lei”, “Esquadrão Classe A”) e durou três temporadas, entre 1981 e 1983, acompanhando um professor (William Katt) que encontra uma roupa que lhe concede superpoderes, mas perde o seu manual de uso, tendo que aprender suas novas habilidades por meio de tentativa e erro. Ao mesmo tempo, um agente do governo (Robert Culp) quer controlar as suas ações, e ele precisa decidir se vai usar a roupa para ajudar os outros ou só a si mesmo. No remake, a roupa será vestida por Meera, uma mulher de 30 anos que ama tequila e karaokê, e cuja falta de responsabilidade sempre causou grande desgosto em sua família tradicional indiana. O projeto está sendo desenvolvido por Rachna Fruchbom (roteirista-produtora de “Fresh Off the Boat”). Por fim, a rede CW encomendou um segundo piloto de “Charmed”, após ter reprovado o primeiro no ano passado. Produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), a série de 1998 acompanhava três irmãs bruxas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. O remake de “Charmed” foi cogitado pela primeira vez há quatro anos pela rede CBS, mas não chegou muito longe em seu desenvolvimento, após ser torpedeado nas redes sociais pelas atrizes da série original. Elas continuam reclamando e ajudaram a implodir o segundo projeto, que seria um prólogo passado nos anos 1970. Os responsáveis pelo piloto rejeitado continuam a frente do remake, mas mudaram tudo. Agora, a trama irá acompanhar três irmãs de uma cidade universitária atual, que descobrem que são bruxas. A produção é de Jennie Snyder Urman e o roteiro foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, todas da série “Jane the Virgin”. Por enquanto, os quatro projetos são apenas possibilidades. Para que as séries clássicas voltem à programação televisiva, seus respectivos canais precisam aprovar os pilotos encomendados. Caso isso aconteça, as estreias devem acontecer já na próxima temporada de outono, que inicia em setembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Ex-atriz mirim de Mad Men será a nova Sabrina, Aprendiz de Feiticeira

    6 de janeiro de 2018 /

    A atriz Kiernan Shipka, que estrelou a série “Mad Men” ainda criança, no papel de Sally Draper (a filha de Don Draper/Jon Hamm), foi selecionada para estrelar a nova série da bruxinha Sabrina. Ela tinha 7 anos quando apareceu na 1ª temporada de “Mad Men” e 15 quando a série acabou em 2015. No ano passado, participou da série “Feud”, como a filha de Bette Davis (Susan Sarandon). A nova série de Sabrina será seu primeiro trabalho como protagonista, e também seu primeiro emprego como maior de idade – ela completou 18 anos em novembro. A personagem é a criação mais popular da Archie Comics, graças ao sucesso de seu desenho animado dos anos 1970 e à sitcom infantil dos anos 1990 “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, em que foi interpretada por Melissa Joan Hart. Só que a nova versão será bem diferente. Intitulada “Chilling Adventures of Sabrina”, a atração será uma série de terror. O responsável pela produção é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). “Nós somos todos grandes fãs do trabalho de Kiernan e, quando começamos a falar sobre quem seria a nova encarnação da Sabrina, o nome dela estava na lista de desejos de todos”, disse Aguirre-Sacasa em comunicado. “Esta é uma versão mais sombria e macabra de Sabrina, e estamos extremamente animados para que as pessoas vejam Kiernan recriar essa personagem icônica”. O novo projeto reimagina a origem e as aventuras de Sabrina como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Na trama, a protagonista luta para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear em 2018.

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  • Filme

    Diretor de Me Chame pelo Seu Nome diz que sua versão de Suspiria não será um remake

    28 de dezembro de 2017 /

    Após conquistar vários prêmios por “Me Chame pelo Seu Nome”, o diretor Luca Guadagnino vai encarar, por incrível que pareça, um remake de terror. Trata-se do clássico “Suspiria” (1977). A produção está em processo de finalização e, segundo Guadagnino, não é exatamente um remake, por não ser fiel à obra de Dario Argento, mas uma evocação do que sentiu quando assistiu ao terror pela primeira vez. Em entrevista ao site IndieWire, o cineasta revelou que se trata de uma homenagem a um dos filmes que mais o impactou na adolescência. “Todo filme que faço é um passo adentro dos meus sonhos de adolescente e ‘Suspiria’ é o mais marcante sonho megalomaníaco adolescente que eu poderia ter. Vi o pôster quando tinha 11 anos e, aos 14, assisti ao filme: me impactou muito. Imediatamente, comecei a sonhar em fazer a minha própria versão da história”, declarou Guadagnino, afirmando ainda que a experiência de ter visto o longa de Argento definiu o que ele gostaria de ser ao virar adulto. “Esta será a minha abordagem: uma homenagem à incrível e poderosa emoção que senti quando vi ‘Suspiria’”. Para defender a realização de um novo “Suspiria”, Guadagnino citou as diferentes versões feitas das obras de William Shakespeare. “Você parou de ver todas as adaptações de “Tristão e Isolda” porque a de Patrice Chéreau foi tão incrível? Não, pois, haverá sempre algo novo que trará um elemento fantástico. Quantos ‘Hamlet’ experimentamos em nossas vidas que foram grandiosos? A arte nem sempre é ser original e, sim, buscar diferentes pontos de vista”, apontou o diretor. No filme original, Jessica Harper interpretava uma estudante que entra numa academia de balé afastada na Alemanha, apenas para descobrir que o lugar era um covil de bruxas. Cultuadíssimo, “Suspiria” foi o primeiro filme da “trilogia das bruxas” de Argento, que também inclui “A Mansão do Inferno” (1980) e “O Retorno da Maldição: A Mãe das Lágrimas” (2007). O elenco do remake contará com as presenças de Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), Chloë Grace Moretz (“A 5ª Onda”), Mia Goth (“Ninfomaníaca”) e a própria Jessica Harper. A produção ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Sabrina, Aprendiz de Feiticeira vai virar série de terror na Netflix

    2 de dezembro de 2017 /

    A Netflix encomendou a série “Chilling Adventures of Sabrina”, uma versão de terror de “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”. O projeto estava em desenvolvimento na rede CW, mas a Netflix fez uma proposta que a WBTV (Warner Bros Television) não conseguiu resistir, dispensando a produção de piloto e contratando duas temporadas para começar. Cada temporada terá 10 episódios, três a menos que teria na TV aberta. O responsável pelo projeto é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger, que dirigiu o piloto aprovado de “Riverdale”. Originalmente, Sabrina faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas com a mudança para a Netflix, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A Sabrina da nova atração será bem diferente daquela vista nos desenhos animados dos anos 1960 e na série dos anos 1990 estrelada por Melissa Joan Hart. A produção trocará o tom de comédia adolescente, geralmente associada à personagem, por uma estética de terror, algo que Roberto Aguirre-Sacasa já introduziu em algumas publicações bem-sucedidas da Archie Comics – como “Afterlife with Archie” e, justamente, “Chilling Adventures of Sabrina”. O novo projeto reimagina a origem e as aventuras de Sabrina como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Na trama, a protagonista luta para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. A série deve estrear em 2018.

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  • Série

    Estreia da 2ª temporada de Riverdale registra recorde de audiência da série

    12 de outubro de 2017 /

    A estreia da 2ª temporada de “Riverdale”, exibida na noite de quinta (11/10) nos Estados Unidos, foi o episódio mais visto da história da série, lançada em janeiro de 2017. Mais que isso: “Riverdale” foi o única atração da rede CW que voltou ao ar com audiência em ascensão, enquanto as produções de super-heróis da DC Comics experimentaram queda de público. Vista por 2,3 milhões de telespectadores ao vivo e com 0,8 pontos na demo (público entre 18-49 anos), a série foi praticamente redescoberta, após ser disponibilizada na Netflix nos Estados Unidos. O mesmo fenômeno já tinha acontecido antes com “Breaking Bad”. O fato de ter encerrado a temporada inaugural num grande cliffhanger também mobilizou o interesse do público para conhecer o desdobramento do tiro levado pelo pai de Archie Andrews. Até então, a maior audiência de “Riverdale” tinha sido seu primeiro episódio. E a diferença é brutal: 1 milhão a menos. O lançamento da série interessou apenas 1,3 milhão de telespectadores e a audiência vinha despencando a cada episódio, a ponto de o final da temporada inaugural ter atraído só 900 mil pessoas. De fato, a rede CW chegou a considerar seu cancelamento. Felizmente, o canal tem como presidente Mark Pedowitz, fã declarado das séries que produz e responsável por manter no ar séries de prestígio, mesmo sem audiência – caso evidente de “My Crazy Ex-Girlfriend”. A noção de que “Riverdale” tinha potencial maior que a audiência registrava foi percebida pela quantidade de vezes que a produção foi acessada pelas plataformas digitais da CW. Um aumento de 116% em seu público. Ao final da temporada, todos os episódios foram disponibilizados na Netflix americana, após a plataforma distribui-los semanalmente em vários países. E o interesse apenas aumentou. A confirmação veio em agosto, durante a premiação do Teen Choice Awards, quando “Riverdale” dominou as categorias televisivas, superando produções que tinham oficialmente muito mais audiência. Com sete troféus, foi a série mais premiada do Teen Choice 2017. A produtora Warner também percebeu a novidade e mudou sua estratégia de lançamento internacional. “Riverdale” passou a ser disponibilizada no Brasil pelo canal pago Warner de forma simultânea aos Estados Unidos. É a primeira – e por enquanto única – série do canal pago Warner a ter este tratamento diferenciado. E já há um projeto adiantado para o lançamento de um spin-off centrado em Sabrina, a aprendiz de feiticeira, que também é uma personagem da editora Archie Comics. Assim como “Riverdale”, o derivado de Sabrina está sendo desenvolvido por Roberto Aguirre-Sacasa, editor da Archie Comics, que renovou os quadrinhos originais da Turma do Archie ao introduzir elementos de terror e suspense. O sucesso de “Riverdale” mostra que o público aprovou a combinação de suspense e tramas sombrias com as histórias de romance juvenil de Archie, abrindo caminha para a reinvenção televisiva de Sabrina como série de terror – bem diferente da sitcom juvenil estrelada por Melissa Joan Hart nos anos 1990.

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  • Filme

    Disney Channel prepara remake televisivo de Abracadabra

    1 de outubro de 2017 /

    O Disney Channel está desenvolvendo um remake de “Abracadabra” (Hocus Pocus), clássico infantil de Halloween, no formato de um telefilme. Segundo o site Deadline, a adaptação está sendo escrita por Scarlett Lacey, roteirista da série “The Royals”. O filme original de 1993 contava a história de Winnie, Sarah e Mary, três bruxas do século 17 que chegam ao presente após seus espíritos serem invocados no Dia das Bruxas. Banidas há 300 anos devido à prática de feitiçaria, elas estão dispostas a tudo para garantir sua juventude e imortalidade. Porém, precisarão enfrentar três crianças e um gato falante, que podem atrapalhar seus planos. A produção foi protagonizada por Bette Midler (“Quando Me Apaixono”), Sarah Jessica Parker (“Sex and the City”) e Kathy Najimy (“Ela Dança, Eu Danço 3”), sob direção de Kenny Ortega (“Os Descendentes”), e se tornou um grande sucesso infantil da Disney. Uma curiosidade é que há anos suas estrelas fazem campanha para a Disney produzir uma continuação. Mas a opção foi por um remake televisivo. David Kirschner, produtor do filme, também assina a produção do telefilme.

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    Imagens e vídeo do set de Hellboy revelam filmagens em catedral gótica inglesa

    22 de setembro de 2017 /

    Surgiram as primeiras imagens das filmagens de “Hellboy”. O ator David Harbour (série “Stranger Things”) foi flagrado por paparazzi com a maquiagem do personagem-título na catedral Wells, cartão postal gótico da cidade de Somerset, na Inglaterra. Também vazou um vídeo dos preparativos das filmagens no interior da catedral. Veja abaixo. O novo longa vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu, assustando as outras bruxas, que decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Séculos se passam e, após Hellboy vencer seu líder, as feiticeiras decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” ainda não tem data de estreia prevista. Hellboy 3 filming at Wells Cathedral, getting ready for tonight's shooting pic.twitter.com/rDObsuNpFS — Rafal Soltysik (@rafal_soltysik) September 16, 2017

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  • Série

    Sabrina, a aprendiz de feiticeira, pode protagonizar série de terror derivada de Riverdale

    20 de setembro de 2017 /

    Um dos personagens mais populares da Archie Comics, Sabrina, a aprendiz de feiticeira, pode estrelar um spin-off de “Riverdale”. A rede CW encomendou um piloto do projeto, passado no mesmo universo de “Riverdale”. O responsável pelo piloto é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger, que dirigiu o piloto aprovado de “Riverdale”. O detalhe é que a abordagem será bem diferente da vista anteriormente nos desenhos animados e na série dos anos 1990 “Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira”, estrelada por Melissa Joan Hart. A começar pelo título, “Chilling Adventures of Sabrina”. Segundo o site Deadline, a produção trocará o tom de comédia adolescente, geralmente associada à personagem, por uma estética de terror, algo que Roberto Aguirre-Sacasa já introduziu numa linha de publicações bem-sucedidas da Archie Comics – como “Afterlife with Archie” e, justamente, “Chilling Adventures of Sabrina”. O novo projeto reimagina a origem e as aventuras de Sabrina como uma história sombria que envolve horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Na trama, a protagonista luta para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Por conta do piloto, Sabrina pode aparecer em episódios da 2ª temporada de “Riverdale”. Este é o segundo spin-off em desenvolvimento no CW, após o anúncio de “Wayward Sisters”, projeto derivado de “Supernatural”. Caso sejam aprovadas, as duas séries devem estrear apenas no final de 2018.

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    Primeira foto do reboot de Hellboy mostra a transformação impressionante de David Harbour

    14 de setembro de 2017 /

    A produção do filme “Hellboy” divulgou a primeira imagem do ator David Harbour (o xerife Hopper na série “Stranger Things”) completamente transformado no personagem-título. Impressionante, o resultado não só é convincente como parece uma versão marombada do visual dos dois filmes em que o anti-herói foi vivido por Ron Perlman, na década passada. A imagem foi postada tanto na conta oficial do filme no Twitter como na rede social de Mike Mignola, criador dos quadrinhos originais, e marca o início das filmagens, após os produtores virarem a página da escalação polêmica de um coadjuvante, o Major Ben Daimio. Contratado originalmente, Ed Skrein desistiu do personagem, que nos quadrinhos é asiático, ponderando que atores brancos poderiam chamar para si a responsabilidade pela maior inclusão de minorias no cinema, ao recusar papéis originalmente previstos para asiáticos, por exemplo. Em seu lugar, os produtores escalaram Daniel Dae Kim (série “Hawaii Five-0”), que fez questão de agradecer a Skrein pela atitude e pela oportunidade de viver o papel. Os outros atores confirmados na produção são Ian McShane (série “American Gods”), intérprete do professor Broom, e Sasha Lane (“American Honey”), no papel de Alice Monaghan. Milla Jovovich (franquia “Resident Evil”) também é tida como certa no papel da vilã Nimue, mas ainda não houve anúncio oficial. O novo longa vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu, assustando as outras bruxas, que decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Séculos se passam e, após Hellboy vencer seu líder, as feiticeiras decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” ainda não tem data de estreia prevista.

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  • Filme

    Daniel Dae Kim confirma papel em Hellboy e agradece integridade de Ed Skrein

    13 de setembro de 2017 /

    O ator Daniel Dae Kim (série “Hawaii Five-0”) confirmou ter entrado no reboot de “Hellboy” e fez questão de agradecer ao ator Ed Skrein (“Deadpool”) pela oportunidade e por sua integridade, em um comunicado dirigido à imprensa americana. “Eu aplaudo os produtores e, em particular, Ed Skrein por defender a noção de que os personagens asiáticos devem ser interpretados por atores asiáticos ou asiáticos americanos”, disse Kim, em um comunicado dirigido à imprensa americana. “Ele não poderia ter abordado o assunto de forma mais elegante e eu fico em dívida com ele por sua força de caráter”. Daniel Dae Kim ficou com o papel do Major Ben Daimio, após Ed Skrein desistir de viver o personagem. O ator inglês tinha sido escalado como Damio, que nos quadrinhos de Mike Mignola é asiático, mas, ao perceber as reclamações na internet, Skrein optou por desistir do filme, assumindo um papel diferente: o de porta-voz dos protestos, apontando que os atores brancos poderiam chamar para si a responsabilidade pela maior inclusão de minorias no cinema, ao recusar papéis originalmente previstos para asiáticos, por exemplo. “Aceitei o papel sem saber que o personagem nos quadrinhos originais era um asiático”, disse Skrein em seu comunicado. “Esse personagem precisa ser representado da forma correta, e isso significa muito para as pessoas, não podemos negar essa responsabilidade e continuar essa preocupante tendência de apagar histórias e vozes de minorias étnicas nas artes. Sinto que é importante honrar e respeitar isso. Então, decidi deixar o papel”. A polêmica mudou o conceito dos produtores de “Hellboy”, Larry Gordon e Lloyd Levin, que, se antes não viam problema em escalar um inglês, divulgaram o seu próprio comunicado afirmando que se comprometeriam a encontrar um ator asiático para o papel. “Não foi nossa intenção ser insensível às questões de autenticidade e etnia”, disseram eles, “e vamos procurar reformular a parte com um ator mais consistente com o personagem no material de origem”. A escolha de Daniel Dae Kim é uma vitória dupla para a diversidade em Hollywood, porque ele também viveu recentemente uma polêmica de suposta segregação racial. Kim e sua “prima televisiva”, Grace Park, saíram da série “Hawaii Five-0” após sete temporadas, por não terem sido atendidos ao pedirem paridade salarial com os outros dois integrantes originais da produção, Alex O’Loughlin e Scott Caan, que são brancos. “Eu encorajo todos a olhar além da decepção desse momento para a imagem maior. O caminho para a igualdade raramente é fácil”, o ator escreveu em seu Facebook, ao se despedir dos fãs da série. Ele agora irá se juntar a David Harbour (série “Stranger Things”), que vive o protagonista, Ian McShane (série “American Gods”), intérprete do professor Broom, e Sasha Lane (“American Honey”), no papel de Alice Monaghan. Milla Jovovich também é esperada no papel da vilã Nimue, mas a produção ainda não confirmou sua contratação. O novo longa vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu, assustando as outras bruxas, que decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Séculos se passam e, após Hellboy vencer seu líder, as feiticeiras decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” deveria ter começado a ser filmado nos primeiros dias de setembro, mas a polêmica atrasou seu cronograma. O filme ainda não tem data de estreia prevista.

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    Após recusa de Ed Skrein, Daniel Dae Kim negocia papel polêmico de Hellboy

    12 de setembro de 2017 /

    Os produtores do reboot de “Hellboy” estão negociando com Daniel Dae Kim (série “Hawaii Five-0”) o papel do Major Ben Daimio, informou o site da revista The Hollywood Reporter. O casting chama atenção pela polêmica racial que envolveu a escalação original. Inicialmente, Ed Skrein (“Deadpool”) tinha sido escalado como o personagem, que nos quadrinhos de Mike Mignola é asiático. Diante das reclamações na internet, Skrein optou por desistir do filme, assumindo um papel diferente: o de porta-voz dos protestos, apontando que os atores brancos poderiam chamar para si a responsabilidade pela maior inclusão de minorias no cinema, ao recusar papéis originalmente previstos para asiáticos, por exemplo. “Aceitei o papel sem saber que o personagem nos quadrinhos originais era um asiático”, disse Skrein em um comunicado. “Esse personagem precisa ser representado da forma correta, e isso significa muito para as pessoas, não podemos negar essa responsabilidade e continuar essa preocupante tendência de apagar histórias e vozes de minorias étnicas nas artes. Sinto que é importante honrar e respeitar isso. Então, decidi deixar o papel”. A polêmica mudou o conceito dos produtores de “Hellboy”, Larry Gordon e Lloyd Levin, que, se antes não viam problema em escalar um inglês como o Major Ben Daimio, divulgaram um comunicado afirmando que se comprometeriam a encontrar um ator asiático para o papel. “Não foi nossa intenção ser insensível às questões de autenticidade e etnia”, disseram eles, “e vamos procurar reformular a parte com um ator mais consistente com o personagem no material de origem”. Daniel Dae Kim também viveu recentemente uma polêmica de suposta segregação racial. Ele e sua prima televisiva, Grace Park, saíram da série “Hawaii Five-0” após sete temporadas, por não terem sido atendidos ao pedirem paridade salarial com os outros dois integrantes originais da produção, Alex O’Loughlin e Scott Caan, que são brancos. “Eu encorajo todos a olhar além da decepção desse momento para a imagem maior. O caminho para a igualdade raramente é fácil”, o ator escreveu em seu Facebook, ao se despedir dos fãs da série. Caso ele seja contratado, irá se juntar a David Harbour (série “Stranger Things”), que vive o protagonista, Ian McShane (série “American Gods”), intérprete do professor Broom, e Sasha Lane (“American Honey”), no papel de Alice Monaghan. Milla Jovovich também é esperada no papel da vilã Nimue, mas a produção ainda não confirmou sua contratação. O novo longa vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu, assustando as outras bruxas, que decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Séculos se passam e, após Hellboy vencer seu líder, as feiticeiras decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” deveria ter começado a ser filmado em setembro, mas a polêmica atrasou seu cronograma. O filme ainda não tem data de estreia prevista.

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