Jennifer Lawrence é o verdadeiro Nome do Sucesso de Joy
Curioso como Jennifer Lawrence está deixando de ser queridinha da crítica para ganhar a fama de atriz superestimada, na opinião de alguns. Mas, se não fosse por ela, o que seria de “Joy – O Nome do Sucesso”? Certamente é o mais frágil dos trabalhos de David O. Russell, que tem uma carreira marcada por altos e baixos, apesar de sua galeria de personagens memoráveis e bem interessantes. Em sua terceira parceria com o cineasta, depois de vencer o Oscar por sua interpretação em “O Lado Bom da Vida” (2012) e ser nomeada por “Trapaça” (2013), Jennifer Lawrence volta a eclipsar seus coadjuvantes famosos, como Robert De Niro, Bradley Cooper e Isabella Rossellini, obtendo, com sua performance, a única indicação de “Joy” no Oscar 2016. O filme é uma ode à capacidade humana de vencer os obstáculos. Embora de tom agridoce, é uma história real de superação e conquista de alguém que veio de uma classe pouco privilegiada, mas que conseguiu o sucesso graças à sua criatividade. “Joy” conta a história de Joy Mangano, uma jovem que mora com a mãe depressiva e viciada em telenovelas (Virginia Madsen), o ex-marido (Édgar Ramírez) e os filhos em uma casa em estado precário. Como se não bastasse, o pai (De Niro) também aparece para tumultuar o ambiente, depois de ser dispensado pela namorada. Diante desse caos, e tendo que trabalhar para manter a todos, Joy tem uma ideia: criar um esfregão prático, que até então não existia nos Estados Unidos. O problema estava em como capitalizar a ideia, vender o produto e ganhar dinheiro num mercado repleto de advogados e empresários picaretas. Mesmo se revelando uma obra menor, fica claro o quanto o filme deve à força e à presença de cena da atriz, que leva o filme nas costas, conferindo autenticidade a uma personagem que é mais velha que ela própria. Ela é responsável por momentos particularmente emocionantes, como a primeira apresentação de seu produto em um canal de vendas, especializado em infomerciais, além de voltar a evidenciar sua boa química com Bradley Cooper, embora o papel dele seja menor do que se espera. A obra, porém, tem uma fragilidade estrutural que coloca sua realização em cheque. Ainda que deliberadamente cômico, o tom se perde entre a recriação de época e o conto de fadas, terminando de forma pouco realista. Praticamente uma fábula encantada do capitalismo, “Joy” tem momentos de musical, em que atriz canta em dueto com Edgar Ramíres, além do otimismo antiquado de “A Felicidade Não se Compra”, sem esquecer o perdão aos parentes aproveitadores da “Cinderela”. Ao final, a gata borralheira não se contenta com a coroa de princesinha do empreendedorismo, almejando também o lugar da fada madrinha.
Joy: Jennifer Lawrence canta sob a neve em cena do filme
Só uma coisa faltava para “Joy – O Nome do Sucesso” virar um conto de fadas da Disney sobre empreendedorismo: um número musical. Pois não falta mais. A 20th Century Fox (que não é a Disney, apesar de seus filmes com super-heróis Marvel) divulgou a cena inevitável, que traz Jennifer Lawrence cantando sob a neve cenográfica, em dueto com Édgar Ramírez (“Livrai-Nos do Mal”). Baseado em fatos reais, o filme se apresenta praticamente como uma fábula, com direito a fada madrinha (papel de Bradley Cooper) e lição de moral: a importância de se acreditar num sonho capitalista. Jennifer Lawrence tem o papel-título, uma dona de casa que, em meio a decepções da vida, dívidas e descrédito de sua própria família, encontra um projeto pessoal que pode lhe tirar do sufoco. Bradley Cooper vive o empresário que pode ajudá-la. E o diretor David O. Russell dá um clima divertido à trama, como fez nos dois filmes anteriores estrelados por seu casal favorito, “O Lado Bom da Vida” (2012) e “Trapaça” (2013). Escrito pelo próprio diretor em parceria com Annie Mumolo (“Missão Madrinha de Casamento”), “Joy” é baseado na história real de Joy Mangano, criadora do Miracle Mop, um esfregão de plástico com a cabeça feita a partir de algodão, que pode ser facilmente torcido sem molhar as mãos do usuário. O produto foi fabricado a partir das próprias economias de Mangano, com investimento de amigos e familiares em 1990, e em pouco tempo a transformou em milionária. O elenco inclui Robert De Niro, que também trabalhou nos dois filmes anteriores de O. Russell, além de Édgar Ramírez (“Livrai-Nos do Mal”), Diane Ladd (série “Enlightened”), Isabella Rossellini (“Late Bloomers – O Amor Não Tem Fim”), Virginia Madsen (série “Hell on Wheels”) e Elisabeth Röhm (série “Stalker”). A estreia aconteceu no Natal nos EUA, mas a produção só chega em 21 de janeiro nos cinemas brasileiros.
Joy: Jennifer Lawrence estrela comerciais sobre o poder do empreendedorismo
A 20th Century Fox divulgou dois novos comerciais de “Joy – O Nome do Sucesso”, um deles curto e legendado e o outro bastante extenso, mas sem legendas. Ambos destacam a moral da história, baseada em fatos reais, que ensina a importância de se acreditar num sonho, em tom de fábula moderna sobre o poder do empreendedorismo. Pelo filtro do cinismo, não deixa de ser uma celebração do capitalismo como lição edificante de superação, embelezada pelo clima mais artificial de todos, a neve dos comerciais de Natal. Jennifer Lawrence tem o papel-título, uma dona de casa que, em meio a decepções da vida, dívidas e descrédito de sua própria família, encontra um projeto pessoal que pode lhe tirar do sufoco. Bradley Cooper vive o empresário que pode ajudá-la. E o diretor David O. Russell dá um clima divertido à trama, como fez nos dois filmes anteriores estrelados por seu casal favorito, “O Lado Bom da Vida” (2012) e “Trapaça” (2013). Escrito pelo próprio diretor em parceria com Annie Mumolo (“Missão Madrinha de Casamento”), o filme é baseado na história real de Joy Mangano, criadora do Miracle Mop, um esfregão de plástico com a cabeça feita a partir de algodão, que pode ser facilmente torcido sem molhar as mãos do usuário. O produto foi fabricado a partir das próprias economias de Mangano, com investimento de amigos e familiares em 1990, e em pouco tempo a transformou em milionária. O elenco inclui Robert De Niro, que também trabalhou nos dois filmes anteriores de O. Russell, além de Édgar Ramírez (“Livrai-Nos do Mal”), Diane Ladd (série “Enlightened”), Isabella Rossellini (“Late Bloomers – O Amor Não Tem Fim”), Virginia Madsen (série “Hell on Wheels”) e Elisabeth Röhm (série “Stalker”). A estreia está marcada para 25 de dezembro nos EUA e apenas um mês depois, em 21 de janeiro, no Brasil.
Novos pôsteres e comerciais embalam Joy como filme para o Natal – pena que a estreia seja em janeiro
A 20th Century Fox divulgou dois novos pôsteres e cinco comerciais de “Joy – O Nome do Sucesso”, que martelam os elogios da crítica à produção, destacam os elementos cômicos da trama e ajudam a reposicionar o filme como uma história inspiradora, perfeita para esta época do ano. Com a neve dos cartazes, só falta um lacinho de fita para completar a embalagem natalina, ressaltada pela estreia em 25 de dezembro, data de seu lançamento limitado nos EUA. Pena que a distribuição mais ampla só aconteça a partir de janeiro. Jennifer Lawrence tem o papel-título, uma dona de casa que, em meio a decepções da vida, dívidas e descrédito de sua própria família, encontra um projeto pessoal que pode lhe tirar do sufoco. Bradley Cooper vive o empresário que pode ajudá-la. E o diretor David O. Russell dá um clima divertido à trama, como fez nos dois filmes anteriores estrelados por seu casal favorito, “O Lado Bom da Vida” (2012) e “Trapaça” (2013). O filme é baseado na história real de Joy Mangano e ainda inclui no elenco Robert De Niro (que também trabalhou nos dois filmes anteriores de O. Russell), Édgar Ramírez (“Livrai-Nos do Mal”), Diane Ladd (série “Enlightened”), Isabella Rossellini (“Late Bloomers – O Amor Não Tem Fim”), Virginia Madsen (série “Hell on Wheels”) e Elisabeth Röhm (série “Stalker”). Apesar da estreia estar embrulhada para o Natal americano, “Joy” só chega aos cinemas brasileiros um mês depois, em 21 de janeiro.
Beyoncé teria topado estrelar o remake de Nasce uma Estrela
A cantora Beyoncé, que nos últimos meses começou a frequentar aulas de interpretação, estaria se preparando para estrelar o novo remake do musical clássico “Nasce uma Estrela”. Quem garante é a coluna de fofocas Page Six, do jornal New York Post. E, não, a notícia não é velha. Beyoncé esteve cotada para o papel há três anos, mas desistiu devido à sua gravidez. Na época, a direção estava por conta de Clint Eastwood, que, ao perder sua protagonista favorita, acabou optando por filmar “Sniper Americano”. Pois agora, numa dessas reviravoltas típicas de Hollywood, o astro de “Sniper Americano”, Bradley Cooper, assumiu o remake, que ele pretende transformar em sua estreia na direção. Eastwood, entretanto, continua ligado ao projeto, na condição de produtor executivo – e possivelmente guia de Cooper na direção. A primeira iniciativa do novo diretor foi justamente procurar a candidata original ao papel. E desta vez Beyoncé teria dito sim. Ela reprisará o papel que já foi interpretado nos cinemas por Janet Gaynor (1937), Judy Garland (1954) e Barbra Streisand (1976): uma cantora em início de carreira que se apaixona por um astro decadente. Por curiosidade, Eastwood se aproximou de Cooper, ainda na época do projeto original, com a ideia de que ele fosse o protagonista masculino do filme, o tal astro decadente. Mas mesmo com a desistência temporária de Beyoncé, o encontro acabou sendo proveitoso, visto como “Sniper Americano” rendeu US$ 344 milhões nas bilheterias americanas. Não está claro se Cooper pretende acumular a direção do filme com o papel de protagonista masculino. O roteiro, por sua vez, foi escrito por Will Fetters, que já adaptou dois melodramas de Nicholas Sparks, “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014). “A Star Is Born” ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos. Bradley Cooper já havia demonstrado interesse em se tornar diretor antes. Seus planos eram estrear na função em “Honeymoon with Harry”, que ele também pretendia estrelar, ao lado de Robert De Niro (“Ajuste de Contas”). Os dois, por sinal, serão vistos juntos em “Joy – O Nome do Sucesso”, que chega aos cinemas americanos em 25 de dezembro, mas apenas em 21 de janeiro no Brasil.
Joy: Novos comerciais mostram Jennifer Lawrence como jovem empreendedora
A 20th Century Fox divulgou três comerciais de “Joy – O Nome do Sucesso”, que reposiciona o filme como uma história de empreendedorismo. Jennifer Lawrence tem o papel-título, uma dona de casa que, em meio a decepções da vida, dívidas e descrédito de sua própria família, encontra um projeto pessoal que pode lhe tirar do sufoco. Bradley Cooper vive o empresário que pode ajudá-la. E o diretor David O. Russell dá um clima divertido à trama, como fez nos dois filmes anteriores estrelados por seu casal favorito, “O Lado Bom da Vida” (2012) e “Trapaça” (2013). Escrito pelo próprio diretor em parceria com Annie Mumolo (“Missão Madrinha de Casamento”), o filme é baseado na história real de Joy Mangano, criadora do Miracle Mop, um esfregão de plástico com a cabeça feita a partir de algodão, que pode ser facilmente torcido sem molhar as mãos do usuário. O produto foi fabricado a partir das próprias economias de Mangano, com investimento de amigos e familiares em 1990, e em pouco tempo a transformou em milionária. O elenco inclui Robert De Niro, que também trabalhou nos dois filmes anteriores de O. Russell, além de Édgar Ramírez (“Livrai-Nos do Mal”), Diane Ladd (série “Enlightened”), Isabella Rossellini (“Late Bloomers – O Amor Não Tem Fim”), Virginia Madsen (série “Hell on Wheels”) e Elisabeth Röhm (série “Stalker”). A estreia está marcada para 25 de dezembro nos EUA e apenas um mês depois, em 21 de janeiro, no Brasil.
Pegando Fogo: Trailer traz Bradley Cooper como chef de cozinha
A Weinstein Company divulgou o novo trailer e três pôsteres internacionais de “Pegando Fogo”, drama culinário estrelado por Bradley Cooper (“Sniper Americano”). A prévia mostra Cooper como um famoso chef de cozinha que tenta dar a volta por cima após se queimar em Paris, esforçando-se para reunir seu time de cozinheiros num novo restaurante. O problema é que todos duvidam de seu caráter e intenções. O elenco grandioso inclui Lily James (“Cinderela”), Alicia Vikander (“O Agente da UNCLE”), Uma Thurman (“Ninfomaníaca”), Daniel Brühl (“Rush: No Limite da Emoção”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Omar Sy (“Intocáveis”) e Sienna Miller (também de “Sniper Americano”). Dirigido por John Wells (“Álbum de Família”), o filme estreou na sexta (30/10) nos EUA, mas só chega aos cinemas brasileiros em 10 de dezembro.
Joy: Jennifer Lawrence é dona de casa subestimada em novo trailer legendado e pôster
A Fox divulgou o pôster e o novo trailer de “Joy – O Nome do Sucesso”, em versões dublada e legendada. Terceiro filme que reúne o diretor David O. Russell com seu casal favorito, os atores Jennifer Lawrence e Bradley Cooper, o drama é uma aposta do estúdio para a temporada de premiações. Jennifer tem o papel-título e demonstra na prévia que vai lutar por um novo Oscar. O vídeo apresenta sua personagem como uma dona de casa subestimada que, em meio a decepções da vida e descrédito de sua própria família, encontra um projeto pessoal. Escrito pelo próprio diretor em parceria com Annie Mumolo (“Missão Madrinha de Casamento”), o filme é baseado na história real de Joy Mangano, criadora do Miracle Mop, um esfregão de plástico com a cabeça feita a partir de algodão, que pode ser facilmente torcido sem molhar as mãos do usuário. O produto foi fabricado a partir das próprias economias de Mangano, com investimento de amigos e familiares em 1990, e em pouco tempo a transformou em milionária. O elenco também inclui Robert De Niro, que foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em seu primeiro trabalho com O. Russell, por “O Lado Bom da Vida”, além de Édgar Ramírez (“Livrai-Nos do Mal”), Diane Ladd (série “Enlightened”), Isabella Rossellini (“Late Bloomers – O Amor Não Tem Fim”), Virginia Madsen (série “Hell on Wheels”) e Elisabeth Röhm (série “Stalker”). A estreia está marcada para 25 de dezembro nos EUA e apenas um mês depois, em 21 de janeiro, no Brasil.





