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  • Filme

    “Mufasa: O Rei Leão” vence terceiro round da disputa com “Sonic 3: O Filme”

    5 de janeiro de 2025 /

    O prelúdio da Disney começa 2025 em 1º lugar nos EUA, ultrapassando a sequência baseada no videogame

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  • Filme

    “Sonic” e “Rei Leão” travam luta feroz pela liderança da bilheteria nos EUA

    29 de dezembro de 2024 /

    Com recordes e surpresas, os dois filmes se destacam na bilheteria ao lado de estreias como "Nosferatu" e "Um Completo Desconhecido"

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  • Filme

    “Mufasa: O Rei Leão” lidera bilheterias de Natal nos EUA

    26 de dezembro de 2024 /

    Animação da Disney reage e supera “Sonic 3 - O Filme” após desempenho fraco no fim de semana de estreia

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  • Filme

    Bob Dylan elogia interpretação de Timothée Chalamet em filme sobre sua vida

    4 de dezembro de 2024 /

    "Um Completo Desconhecido", que acompanha o começo da carreira do cantor, estreia em fevereiro no Brasil

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  • Filme

    Vídeo revela Timothée Chalamet cantando e tocando violão nos bastidores de “Um Completo Desconhecido”

    28 de novembro de 2024 /

    Cinebiografia do diretor de "Logan" foca transição polêmica da carreira do cantor, indo do folk ao rock nos anos 1960

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  • Filme

    Primeiras reações a “Um Completo Desconhecido” exaltam Timothée Chalamet como Bob Dylan

    22 de novembro de 2024 /

    A primeira exibição do filme para críticos aconteceu na quinta-feira (21/11) em Los Angeles, nos Estados Unidos

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  • Filme

    Trailer de “Um Completo Desconhecido” traz Timothée Chalamet como Bob Dylan

    8 de outubro de 2024 /

    Cinebiografia do diretor de "Logan" foca transição polêmica da carreira do cantor, indo do folk ao rock nos anos 1960

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  • Filme

    Timothée Chalamet vira Bob Dylan no trailer de “Um Completo Desconhecido”

    9 de setembro de 2024 /

    Cinebiografia do diretor de "Logan" recria a cena musical folk de Nova York no começo dos anos 1960

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  • Filme

    Timothée Chalamet vira Bob Dylan em teaser de cinebiografia

    24 de julho de 2024 /

    Filme do diretor de "Logan" recria a cena musical folk de Nova York do começo dos anos 1960

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  • Filme

    Timothée Chalamet vira Bob Dylan em imagem oficial da cinebiografia

    27 de março de 2024 /

    Primeira foto de "A Complete Unknown" recria a Nova York dos anos 1960, no começo da carreira do cantor

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  • Filme,  Música

    Netflix revela trailer de documentário sobre a música “We Are the World”

    9 de janeiro de 2024 /

    A Netflix divulgou o trailer de “The Greatest Night in Pop”, documentário dirigido sobre a gravação histórica do single “We Are the World” em 1985, que marcou época como iniciativa beneficente e por reunir alguns dos maiores nomes do pop rock da época. A prévia mostra como a iniciativa de Harry Belafonte, em busca de fundos para combater a fome na África, engajou Lionel Ritchie e Michael Jackson na composição de uma faixa beneficente, que acabou gravada por uma multidão de artistas, incluindo Bob Dylan, Bruce Springsteen, Tina Turner, Ray Charles, Stevie Wonder, Smokey Robinson, Cyndi Lauper, Dionne Warwick, Paul Simon, Steve Perry, Kenny Rogers, Willie Nelson, Al Jarreau, Kim Carnes, Sheila E, Daryll Hall e Huey Lewis, as três Pointer Sisters, além dos próprios Lionel Ritchie, Michael Jackson (e seus irmãos) e Harry Belafonte. Produzido por Quincy Jones e Michael Omartian, “We Are the World” arrecadou mais de US$ 63 milhões para a causa – o que seria equivalente a mais de US$ 160 milhões hoje em dia, com valores ajustados pela inflação. A gravação também ganhou quatro prêmios Grammy e um American Music Award, tornando-se um marco na história da música pop e da filantropia. Dirigido por Bao Nguyen (do documentário “Be Water”, sobre Bruce Lee), o documentário mostra os bastidores da gravação, com diversas cenas inéditas do processo criativo e da reunião dos artistas nos estúdios de Jim Henson. Com entrevistas de diversos artistas e integrantes da equipe original da sessão, o filme promete um olhar íntimo e exclusivo sobre a noite histórica de 25 de janeiro de 1985, quando 45 músicos se reuniram para gravar a faixa, deixando de lado seus egos em prol de uma causa maior. “The Greatest Night in Pop” terá première mundial em 19 de janeiro, no Festival de Sundance, e estará disponível na Netflix em 29 de janeiro. Veja o trailer abaixo e, em seguida, o clipe original de “We Are the World”.

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  • Música

    Bob Dylan reflete sobre morte de Robbie Robertson: “Amigo de toda a vida”

    12 de agosto de 2023 /

    Bob Dylan, o icônico cantor e compositor, quebrou o silêncio sobre a morte de Robbie Robertson, seu parceiro de longa data. A relação entre os dois músicos remonta a 1965, um período de transição para Dylan, que começava a tocar com uma banda após um início de carreira com violão e fama de cantor folk.   Declarações sobre a morte de Robertson Dois dias após a morte de Robertson, aos 80 anos, após uma longa doença, Dylan emitiu uma breve declaração sobre o falecimento. “Esta é uma notícia chocante”, disse Dylan em uma declaração publicada pela revista Billboard. “Robbie era um amigo de toda a vida. Sua morte deixa uma lacuna no mundo.”   História da parceria Robertson tocou guitarra com Dylan no renascimento do cantor como roqueiro, quando ele entrou em sua fase elétrica. Na transição, Dylan também mudou sua base de fãs, já que seu público original considerou a adoção de guitarras como “traição”. “Nos vaiaram por toda a América do Norte, Austrália, Europa”, lembrou Robertson numa entrevista recente. “As pessoas [da gravadora] diziam que não ia dar certo, mas continuamos e Bob não cedeu.” Além de tocar nos shows, Robertson gravou sua guitarra no álbum clássico de 1966, “Blonde on Blonde”, e também em várias canções que acabaram integrando a coleção “The Basement Tapes”, de Dylan. Foi durante este período que Robertson e o grupo que acompanha Dylan se juntaram para formar The Band, a influente banda que fez história no rock dos anos 1970. Robertson e Dylan fizeram nova turnê juntos em 1974, período em que o guitarrista também trabalhou no disco “Planet Waves”, do cantor. Dois anos depois, Dylan se juntou a The Band para o “O Último Concerto de Rock”, gravado no Dia de Ação de Graças de 1976, que marcou a despedida da banda de Robertson dos palcos. Filmado por Martin Scorsese, o show virou um marco dos documentários musicais.

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  • Música

    Robbie Robertson, líder da The Band e lenda do rock, morre aos 80 anos

    9 de agosto de 2023 /

    O guitarrista lendário Robbie Robertson, compositor e líder da The Band, faleceu nesta quarta (9/8) após uma longa doença não especificada. O empresário de longa data de Robertson, Jared Levine, compartilhou a notícia informando que o músico estava cercado por sua família no momento de sua morte, incluindo sua esposa Janet, sua ex-esposa Dominique, seus três filhos e netos. Nascido em Toronto, Canadá, Robertson começou a tocar guitarra aos 10 anos e, aos 16, juntou-se ao baterista Levon Helm nos Hawks, a banda de apoio de Ronnie Hawkins. Os Hawks acompanharam Bob Dylan em suas turnês históricas “Going Electric” em 1965 e 1966, e gravaram as famosas “basement tapes” com o ícone antes de mudar o nome do grupo para The Band.   Carreira com The Band The Band lançou seu álbum de estreia solo em 1968. Considerado um dos maiores clássicos do rock americano, “Music From Big Pink” incluiu o hit “The Weight”, escrito por Robertson, e credenciou o grupo a se apresentar no Festival de Woodstock poucos meses depois. Robertson também compôs outros sucesso da banda, como “Up on Cripple Creek”, “Rag Mama Rag” e “Time to Kill”. Ele também compôs o maior sucesso da carreira da cantora folk Joan Baez, “The Night They Drove Old Dixie Down”, que alcançou o 3º lugar em 1971. “Music From Big Pink”, bem como os álbuns subsequentes “The Band” (1969) e “Stage Fright” (1970), combinaram o rock com o folk americano e se tornaram sucessos comerciais e de crítica, influenciando as carreiras de contemporâneos como Eric Clapton e George Harrison, bem como várias gerações de artistas. Mas a consagração levou à disputas criativas entre os membros da banda, que acompanhadas por abusos de drogas e álcool, levaram à implosão do grupo. Após oito anos, Robertson decidiu encerrar The Band em 1976, culminando com um concerto histórico de despedida, batizado de “The Last Waltz”. Bob Dylan, Eric Clapton, Muddy Waters, Van Morrison, Neil Young e Joni Mitchell se juntaram ao grupo para a performance em São Francisco, que foi filmada e transformada num filme icônico por Martin Scorsese – batizado no Brasil de “O Último Concerto de Rock”. A trilha sonora de “The Last Waltz” foi lançada em 1978 e alcançou o 16º lugar na Billboard 200.   Carreira solo Robertson fez sua estreia em álbum solo em 1987 com seu álbum batizado com seu nome, que contou com participações de Peter Gabriel e da banda U2. Em 1991, Robertson lançou “Storyville”, um álbum que explorou a rica herança musical de Nova Orleans. O título do álbum é uma homenagem ao famoso distrito de entretenimento da cidade, e a música reflete essa influência, misturando jazz, blues e R&B com duetos com Neil Young e The Meters. Sua discografia variada ainda inclui “Music for The Native Americans” (1994), álbum da trilha do documentário “The Native Americans”, em que Robertson explorou a música e a cultura indígena americana, e “Contact from the Underworld of Redboy” (1998), no qual o roqueiro veterano mergulhou na música eletrônica em colaboração com o DJ Howie B. Seu último álbum solo, “Sinematic” (2019), foi inspirado em sua carreira bem-sucedida como compositor de trilhas sonoras. Além disso, ele também contribuiu em gravações de Tom Petty, Ringo Starr, Neil Diamond e outros. Apesar de aclamado pela crítica, Robertson nunca ganhou um Grammy – teve cinco indicações ao longo dos anos – , mas venceu cinco Juno Awards em sua terra natal, Canadá, incluindo três em 1989 por seu primeiro disco solo.   Contribuições ao Cinema A experiência cinematográfica de “The Last Waltz” animou Robertson a seguir uma nova carreira e mergulhar nas telas. Ele compôs a trilha, produziu e coestrelou o filme “O Circo da Morte” (1979), aparecendo no pôster do longa ao lado de Gary Busey e Jodie Foster. Mas essa primeira incursão foi um fracasso de bilheterias. Depois disso, ele só voltou a atuar em “Acerto Final” (1995), de Sean Penn. Entretanto, acabou se especializando em trilhas, firmando uma duradoura parceria com Martin Scorsese, iniciada com o clássica “Touro Indomável” (1980). Robertson produziu seleções musicais, compôs trilhas e foi parceiro criativo de Scorsese em alguns dos filmes mais famosos do diretor, como “O Rei da Comédia” (1983), “A Cor do Dinheiro” (1986), “Cassino” (1995), “Gangues de Nova York” (2002), “Os Infiltrados” (2006), “A Ilha do Medo” (2009), “O Lobo de Wall Street” (2013), “Silêncio” (2016) e “O Irlandês” (2019), além de ter contribuído como consultor do documentário “Chuck Berry – O Mito do Rock” e trabalhado no filme vencedor do Oscar “Beleza Americana” (1999), de Sam Mendes, entre outros. Antes de morrer, ele deixou pronta sua 14ª trilha e última parceria com Scorsese, feita para o filme “Assassinos da Lua das Flores”, que vai estrear em outubro nos cinemas.   Reação de Martin Scorsese Martin Scorsese, cujas colaborações com o guitarrista abrangeram quase meio século, lamentou a perda. “Robbie Robertson foi um dos meus amigos mais próximos, uma constante em minha vida e em meu trabalho”, disse em comunicado. “Eu sempre poderia ir até ele como um confidente. Um colaborador. Um conselheiro. Eu tentei ser o mesmo para ele. “Muito antes de nos conhecermos, sua música desempenhou um papel central em minha vida – eu e milhões e milhões de outras pessoas em todo o mundo. A música da banda, e a própria música solo de Robbie, pareciam vir do lugar mais profundo do coração deste continente, suas tradições, tragédias e alegrias”, continuou. Nem é preciso dizer que ele era um gigante, que seu efeito na forma de arte foi profundo e duradouro. Nunca há tempo suficiente com quem você ama. E eu amava Robbie.”

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