Série sobre o grupo de rap Wu-Tang Clan ganha novo trailer
A plataforma Hulu divulgou o segundo trailer de “Wu-Tang: An American Saga”, minissérie que conta a história do grupo de hip-hop Wu-Tang Clan. A prévia ilustra a juventude dura dos futuros astros do rap ao som de hits clássicos da banda. Desenvolvida por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, em parceria com o roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme” e “Superfly”), a trama se passa no começo dos anos 1990 em Nova York e revela como Bobby Diggs (o próprio The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontravam divididos entre a música e o crime, para dar origem a uma das mais improváveis histórias de sucesso da música popular americana. Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e paixão pelo kung fu clássico de Hong Kong em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop em todos os tempos. Ao todo, a banda lançou cinco álbuns, que viraram ouro e platina e venderam 40 milhões de cópias em todo o mundo, além de ter rendido carreiras individuais bem-sucedidas para a maioria de seus integrantes. O elenco inclui Ashton Sanders (“Moonlight”), Shameik Moore (“Dope: Um Deslize Perigoso”), os rappers Dave East (“Beats”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”) e outros. Com produção da Imagine Television, a minissérie conta com a produção de outro membro do grupo, Method Man, e inclui Ghostface Killa, Inspectah Deck, Masta Killa e GZA, bem como herdeiros de Ol ‘Dirty Bastard (falecido em 2004), como consultores. “Wu-Tang: An American Saga” será a segunda série musical da Imagine, que produz “Empire” na Fox. A produtora do cineasta Ron Howard também é responsável pelas séries de maior sucesso do canal pago National Geographic, “Genius” e “Mars”. A estreia está marcada para 4 de setembro nos Estados Unidos.
Série sobre a história da banda de rap Wu-Tang Clan ganha primeiro trailer
A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer de “Wu-Tang: An American Saga”, minissérie que conta a história da banda de hip-hop Wu-Tang Clan. A prévia ilustra a juventude dura dos futuros astros do rap ao som de hits clássicos da banda. Desenvolvida por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, em parceria com o roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme” e “Superfly”), a trama se passa no começo dos anos 1990 em Nova York e revela como Bobby Diggs (o próprio The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontravam divididos entre a música e o crime, para dar origem a uma das mais improváveis histórias de sucesso da música popular americana. Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e paixão pelo kung fu clássico de Hong Kong em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop em todos os tempos. Ao todo, a banda lançou cinco álbuns, que viraram ouro e platina e venderam 40 milhões de cópias em todo o mundo, além de ter rendido carreiras individuais bem-sucedidas para a maioria de seus integrantes. O elenco inclui Ashton Sanders (“Moonlight”), Shameik Moore (“Dope: Um Deslize Perigoso”), os rappers Dave East (“Beats”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”) e outros. Com produção da Imagine Television, a minissérie conta com a produção de outro membro do grupo, Method Man, e inclui Ghostface Killa, Inspectah Deck, Masta Killa e GZA, bem como herdeiros de Ol ‘Dirty Bastard (falecido em 2004), como consultores. “Wu-Tang: An American Saga” será a segunda série musical da Imagine, que produz “Empire” na Fox. A produtora do cineasta Ron Howard também é responsável pelas séries de maior sucesso do canal pago National Geographic, “Genius” e “Mars”. A estreia está marcada para 4 de setembro nos Estados Unidos.
Andrea Beltrão vira Hebe Camargo no pôster da cinebiografia da “Estrela do Brasil”
A Warner divulgou o pôster oficial da cinebiografia “Hebe – A Estrela do Brasil”, que traz a atriz Andrea Beltrão (“Sob Pressão”) como a apresentadora Hebe Camargo. A trama se passa na década de 1980, no final da ditadura militar, quando Hebe completa 40 anos de profissão, está madura e já não aceita ser apenas um produto televisivo para o que “a família brasileira”. Mais do que isso, já não suporta ser uma mulher submissa ao marido, ao salário baixo, ao governo de direita e aos costumes vigentes. A trama pretende mostrar a apresentadora lidando com o marido ciumento e preconceituoso, e abraçando comportamentos avançados para se transformar em uma das personalidades mais poderosas, populares e amadas do Brasil. O elenco ainda conta com Marco Ricca (“Chatô – O Rei do Brasil”), Caio Horowicz (“Califórnia”), Danton Mello (“Vai que Dá Certo”), Gabriel Braga Nunes (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”), Danilo Grangheia (“O Roubo da Taça”), Otávio Augusto (“Sorria, Você Está Sendo Filmado”), Claudia Missura (“Mister Brau”), Karine Teles (“Benzinho”) e Daniel Boaventura (“Mulheres Alteradas”) – os dois vão viver outras personalidades famosa da TV brasileira, ninguém menos que Lolita Rodrigues e Silvio Santos. Com roteiro de Carolina Kotscho (“2 Filhos de Francisco”) e direção de Maurício Farias (“Vai que Dá certo”), o filme tem estreia prevista para 26 de setembro.
Rocketman presta tributo empolgante à carreira de Elton John
O garoto Reginald Dwight (ou Reggie) tinha muitos problemas afetivos em família. Um pai incapaz de abraçar e elogiar. Uma mãe complicada e infiel. Brigas em casa, posterior separação. O elemento salvador seria a avó, que sempre pensou nele e o colocou para a frente, ajudando-o a vencer a timidez que seu corpo, algo rechonchudo, só complicava. No entanto, esse garoto tinha ouvido absoluto, uma capacidade de captar e reproduzir instantaneamente as músicas, que logo descobriu como fazer no piano de casa. Colocá-lo para estudar música foi lapidar um diamante bruto. Foi a partir daí, do encontro de um parceiro e de uma descoberta pessoal de como se libertar das amarras convencionais e lidar com a homossexualidade, que surgiu um grande astro pop: Elton John. Uma virada impressionante, uma explosão no palco, a partir de um figurino excessivo, exagerado, muita fantasia e imaginação levaram o músico, cantor e compositor de imenso talento a um sucesso internacional retumbante. Tudo muito turbinado. Quando uma trajetória assim se constrói, também cobra seu preço. Geralmente alto. A dependência de álcool, cocaína e outras drogas, de sexo, do próprio sucesso e da exposição pública. Passando, ainda, pela aprendizagem em gerenciar e colocar limites na própria loucura em que se converte uma carreira tão vertiginosa. Tudo isso está claramente contemplado no ótimo musical biográfico “Rocketman”, que leva o título de um dos maiores sucessos musicais do cantor. O trabalho cinematográfico de Dexter Fletcher (“Voando Alto”) faz jus à importância do astro e, sobretudo, à sua criação artística. Targon Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”) vive Elton John de forma visceral, entregando-se plenamente ao papel e com performances empolgantes. E o que é melhor, cantando muito bem o repertório de Elton. Com tanta música boa, acompanhada também de danças bem coreografadas e vozes complementares, o musical se enche de brilho e tende a conquistar o público. Segundo o próprio biografado, o filme mostra os baixos bem baixos e os altos bem altos e era assim mesmo que ele queria. De fato, “Rocketman” passa longe de um produto chapa branca ou falseado. Permite-se a fantasia, propõe-se épico, mas isso faz um retrato coerente e apropriado da figura de Elton John. É da batalha dos anos de formação, progresso e comprometimento com os vícios, não só das drogas, mas de tudo o mais, que trata a trama. O sucesso já está todo lá, mas a decadência pessoal também. Curiosamente, grandes contribuições de Elton John em questões como a prevenção da Aids, a oficialização do casamento gay e a adoção de crianças por casais homossexuais só são citadas nos créditos finais. Assim como o fato de que ele está há 28 anos sóbrio. O título de Sir que lhe foi outorgado pela rainha da Inglaterra nem é lembrado, só o fato de que ela gosta de sua música é mencionado. Até seus lances de moda já encontraram caminhos mais equilibrados, não diria discretos, claro, mas um pouco mais suaves. Maturidade, velhice? A música de Elton John empolga, como sempre, sua presença no palco é muito forte. Já há, no entanto, muito a comemorar e rememorar, talvez ressignificar. “Rocketman” cumpre bem esse objetivo, ao focalizar Elton John com realismo e profundo respeito à sua música e à sua trajetória artística de ídolo pop.
Elton John conhece namorado – e empresário – em cena legendada de Rocketman
A Paramount divulgou uma cena legendada de “Rocketman”, a cinebiografia de Elton John, que ganhou o subtítulo de “Uma Incrível Jornada” no Brasil. O vídeo mostra o primeiro encontro entre Elton (vivido por Taron Egerton, o mais recente “Robin Hood”) e John Reid (Richard Madden, o Robb Stark de “Game of Thrones”), seu primeiro amor e empresário. O elenco da produção também inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”) como Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop, e Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe de Elton John. O roteiro é de Lee Hall (“Billy Elliot”) e um detalhe curioso é que “Rocketman” tem direção de Dexter Fletcher, que completou sem créditos “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia blockbuster do Queen. A estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Taron Egerton canta Rocketman em clipe da cinebiografia de Elton John
A Paramount divulgou um clipe de “Rocketman”, que traz o ator Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”) cantando a música do título. Ele aparece no estúdio de gravação, para deixar claro que não está dublando e sim cantando de verdade, e em cenas do filme, em que vive o músico Elton John. Ao contrário do que aconteceu em “Bohemian Rhapsody”, Egerton não está dublando os hits do cantor. Mas se essa opção confere maior credibilidade ao trabalho do ator, corre o risco de transformar a trilha num karaokê de famosos. A inflexão do ator é completamente diferente da gravação clássica de 1972. Um outro fato curioso da produção é que “Rocketman” tem direção de Dexter Fletcher, que completou sem créditos “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia blockbuster do Queen. O roteiro é de Lee Hall (“Billy Elliot”) e o elenco da produção também inclui Jamie Bell (o “Billy Elliot”) no papel de Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop, Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe do cantor e Richard Madden (“Game of Thrones”) na pele do empresário John Reid. A estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Rocketman: Filme sobre Elton John ganha vídeo de bastidores legendado
A Paramount divulgou um novo vídeo legendado de “Rocketman”, filme em que o ator Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”) vive o músico Elton John. A prévia traz cenas da cinebiografia acompanhada por comentários da equipe, do elenco e do próprio cantor, e revela que, embora tenha uma premissa realista, irá recriar determinados momentos de forma poética – como a cena em que a música faz o público voar durante um show. Ao contrário do que aconteceu em “Bohemian Rhapsody”, Egerton não está dublando os hits do cantor. Ele usa sua própria voz para cantar as músicas destacadas na trilha, o que foi incentivado por Elton John para dar mais credibilidade à interpretação. Um outro fato curioso é que “Rocketman” tem direção de Dexter Fletcher, que completou sem créditos “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia blockbuster do Queen. O roteiro é de Lee Hall (“Billy Elliot”) e o elenco da produção também inclui Jamie Bell (o “Billy Elliot”) no papel de Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop, Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe do cantor e Richard Madden (“Game of Thrones”) na pele do empresário John Reid. A estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Bohemian Rhapsody supera US$ 900 milhões de bilheteria mundial
Embora já tenha saído dos cinemas na maioria dos países, “Bohemian Rhapsody” só estreou há poucas semanas na China, o que manteve a arrecadação da cinebiografia do Queen e de Freddie Mercury. E, graças ao sucesso chinês, o filme ultrapassou neste domingo (14/4) a marca dos US$ 900 milhões em sua bilheteria mundial. O filme foi lançado em versão censurada na China, com cortes nas cenas que retratam o cantor do Queen como homossexual e fazendo uso de drogas. Apesar disso, teve grande procura, em parte pela popularidade da banda Queen, mas também pelo reconhecimento do Oscar. “Bohemian Rhapsody” venceu quatro prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, inclusive o Oscar de Melhor Ator, conquistado por Rami Malek por seu desempenho como o cantor Freddy Mercury. Antes mesmo de atingir sua nova marca impressionante, a produção já tinha se consolidado como o maior lançamento da Fox em seu último ano como estúdio independente, superando os US$ 742,6 milhões de “Deadpool 2” para liderar as arrecadações do estúdio em 2018. Na apresentação da plataforma Disney+ (Disney Plus) na quinta-feira (11/4), uma foto de “Bohemian Rhapsody” representou o acervo da Fox que será disponibilizado no serviço de streaming.
História do grupo musical Menudo vai virar série da Amazon
A Amazon encomendou uma minissérie sobre a história do grupo Menudo, fenômeno musical adolescente dos anos 1980. Segundo a agência EFE, as filmagens vão começar no verão norte-americano (entre maio e agosto) com locações em Porto Rico, onde a banda foi formada, e no México, país que foi seu maior mercado comercial. A produção é do Piñolywood Studios, que vai traçar, em 15 episódios, desde a origem do grupo até seu estrelado mundial. A atração conta com o envolvimento de Edgardo Díaz, o criador do grupo, e de Ricky Meléndez, um dos primeiros integrantes, que compartilharam histórias de bastidores com os roteiristas. A primeira banda de garotos hispânicos que teve fama mundial foi formada inicialmente pelos irmãos Fernando e Nefty Sallaberry Valls, junto com outros irmãos Carlos, Óscar e Ricky Meléndez. Com esta formação, os Menudos lançaram seu primeiro disco em 1977. Mas o auge do grupo foi nos anos 1980, quando o quinteto se tornou mundialmente conhecido. Com o passar do tempo, vários integrantes foram mudados, lançando para o estrelato jovens até então desconhecidos, como Ricky Martin e Robi Draco Rosa. Mas essa mudança contínua também dispersou fãs e não impediu o envelhecimento da “grife”. Depois de contar com 39 cantores diferentes, o grupo anunciou seu fim em 2009. A expectativa é que a série, provisoriamente batizada com o título de uma música do grupo, “Suba em Minha Moto: A História do Menudo”, seja disponibilizada em 2020 pela Amazon.
Hebe Camargo ressurge empoderada no trailer de sua cinebiografia
A Warner divulgou o trailer de “Hebe – A Estrela do Brasil”, cinebiografia da apresentadora Hebe Camargo. Bastante politizada, a prévia mostra a estrela da TV brasileira enfrentando preconceitos e fazendo revoluções comportamentais, da introdução de Roberta Close como “a mulher mais bonita do Brasil” à famosa “bicota” em Roberto Carlos. O detalhe é que isso acontece não numa suposta juventude rebelde, mas no apogeu de sua carreira, em plena meia-idade, sob o olhar fulminante de produtores, marido e representantes da censura federal. Além disso, chama muito atenção a interpretação de Andrea Beltrão, convincente no papel. A trama se passa na década de 1980, no final da ditadura militar, quando Hebe completa 40 anos de profissão, está madura e já não aceita ser apenas um produto televisivo para o que se acredita ser a família brasileira. Mais do que isso, já não suporta ser uma mulher submissa ao marido, ao salário baixo, ao governo de direita e aos costumes vigentes. A trama pretende mostrar a apresentadora lidando com o marido ciumento e preconceituoso, e abraçando comportamentos avançados para se transformar em uma das personalidades mais amadas do Brasil. O elenco ainda conta com Marco Ricca, Caio Horowicz, Danton Mello, Gabriel Braga Nunes, Danilo Grangheia, Otávio Augusto, Claudia Missura, Karine Teles e Daniel Boaventura – que vai viver outra personalidade famosa da TV brasileira, ninguém menos que Silvio Santos. Com roteiro de Carolina Kotscho (“2 Filhos de Francisco”) e direção de Maurício Farias (“Vai que Dá certo”), o filme tem estreia prevista para 26 de setembro.
Diretor do filme mais premiado é “esquecido” no Oscar 2019
Com quatro estatuetas, “Bohemian Rhapsody” foi o filme mais premiado do Oscar 2019. Mas nenhum dos vencedores lembrou de agradecer seu diretor. O nome de Bryan Singer não foi mencionado uma vez sequer nos discursos dos premiados. Isto já tinha acontecido nas premiações anteriores, desde que a tática foi implementada no Globo de Ouro. A opção foi a estratégia escolhida pela Fox para separar o filme das controvérsias que acompanham o diretor. Singer foi denunciado por abuso sexual de menores antes, durante e após as filmagens do longa. São denúncias de fatos que teriam acontecido em outra década, mas que podem ter abalado o cineasta durante a produção, já que ele foi demitido antes do final das filmagens, supostamente porque precisava de um tempo para lidar com problemas de saúde de sua mãe. Ninguém comenta abertamente detalhes dos bastidores, mas rumores mencionam brigas no set com Rami Malek, vencedor do Oscar de Melhor Ator, ausências seguidas durante datas de filmagens – coincidindo com a descoberta de uma reportagem sobre novas denúncias – e comportamento descrito como “não profissional”. As revelações mais recentes, da tal reportagem, vieram à tona ao fim de janeiro pela revista The Atlantic, e levaram o cineasta a ser excluído das indicações ao BAFTA, o “Oscar britânico”. Além disso, seu mais recente projeto, uma nova versão dos quadrinhos de “Red Sonja”, acabou engavetado após a repercussão. O diretor Dexter Fletcher (do vindouro filme de Elton John, “Rocketman”) foi quem completou as filmagens de “Bohemian Rhapsody”. E se tornou ainda mais invisível que Singer, pois, além de não receber nenhum agradecimento sequer, nem teve seu nome incluído nos créditos do longa. Singer manteve-se como diretor solitário da produção. Ele se defendeu das acusações publicadas pela revista The Atlantic acusando um dos repórteres de homofobia e revelando que a mesma denúncia tinha sido vetada por supostos problemas de apuração pela revista Esquire. Os autores da reportagem confirmaram que a editora da Esquire barrou a publicação original, mas disseram “não saber porquê”. Mas o cineasta já tinha sido alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor, ambas antes de filmar “Bohemian Rhapsody”. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. Singer garante que também é inocente das demais acusações. Ironicamente, ele alega que as novas denúncias quiseram se aproveitar de seu destaque como diretor de “Bohemian Rhapsody”.
Rocketman: Taron Egerton vira Elton John em trailer legendado
A Paramount divulgou o trailer legendado de “Rocketman”, que traz o ator Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”) como o músico Elton John. A prévia acompanha boa parte da carreira do cantor, de seu começo como pianista tímido até seu estouro com cantor de figurinos exóticos. Ao contrário do que aconteceu em “Bohemian Rhapsody”, o próprio ator canta as músicas destacadas na trilha, com incentivo de Elton John, para dar mais realismo à interpretação. E outro fato curioso é que “Rocketman” tem direção de Dexter Fletcher, que completou sem créditos “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia blockbuster do Queen. O roteiro é de Lee Hall (“Billy Elliot”) e o elenco da produção também inclui Jamie Bell (o “Billy Elliot”) no papel de Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop, Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe do cantor e Richard Madden (“Game of Thrones”) na pele do empresário John Reid. A estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Vídeo de Rocketman revela que Taron Egerton canta de verdade na cinebiografia de Elton John
A Paramount divulgou o pôster nacional e um vídeo legendado de bastidores de “Rocketman”, que trazem o ator Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”) como o músico Elton John. E, ao contrário do que aconteceu em “Bohemian Rhapsody”, a prévia com entrevistas revela que o próprio ator canta as músicas no filme. Outra curiosidade é que “Rocketman” tem direção de Dexter Fletcher, que completou sem créditos “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia blockbuster do Queen. O roteiro é de Lee Hall (“Billy Elliot”) e conta a trajetória de Elton John desde o começo da carreira até o lançamento de seu disco mais popular, “Goodbye Yellow Brick Road”, em 1973. O elenco da produção também inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”) no papel de Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop, Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe do cantor e Richard Madden (“Game of Thrones”) na pele do empresário John Reid. A estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.









