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    Avatar lidera bilheterias mundiais com mais US$ 21 milhões da China

    14 de março de 2021 /

    Após recuperar o recorde de maior bilheteria mundial de todos os tempos no sábado (13/3), “Avatar” ampliou ainda mais sua liderança sobre “Vingadores: Ultimato” com o sucesso sem precedentes de seu relançamento na China. O filme de 2009 faturou cerca de US$ 21 milhões entre sexta e este domingo (14/3) no mercado chinês, atingindo um total mundial de US$ 2,81 bilhões. “Vingadores: Ultimato”, que tinha ultrapassado “Avatar” em julho de 2019, tem ao todo US$ 2,79 bilhões. A bilheteria da sci-fi de James Cameron representa o maior faturamento de um relançamento desde que os cinemas voltaram a abrir na China, em julho passado. O mais impressionante é que “Avatar” também se tornou o líder das bilheterias chinesas neste fim de semana, e a projeção para os próximos dias é que seu desempenho não diminua, devendo render até US$ 60 milhões a mais para os cofres da Disney. “Avatar” também foi o filme que mais vendeu ingressos no mundo nos últimos três dias, quase 12 anos após seu lançamento original. Detalhe: o relançamento visou majoritariamente salas Imax. O CEO da IMAX, Rich Gelfond, emitiu um comunicado comemorando o feito: “’Avatar’ mudou tudo para o Imax – catapultando nossa marca para a estratosfera e nos colocando no mapa da China – e somos gratos por ajudar James, Jon (Landau) e este filme decisivo a consolidar ainda mais seu lugar na história do cinema. Mais uma vez, os cinéfilos chineses estão demonstrando uma demanda reprimida por sucessos de bilheteria, algo que aguardam os cinemas em todo o mundo, à medida que começam a reabrir, e o Imax continua ajudando a liderar a recuperação do setor cinematográfico global.” O sucesso é ótimo para a franquia, que volta a ser lembrada e celebrada enquanto James Cameron prepara sua volta aos cinemas, desta vez com lançamentos inéditos. Já filmada, a continuação “Avatar 2” tem estreia marcada para dezembro de 2022, com novos filmes planejados para os anos seguintes.

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    Raya e o Último Dragão mantém 1º lugar nos EUA

    14 de março de 2021 /

    “Raya e o Último Dragão” se manteve em 1º lugar pelo segundo fim de semana consecutivo, faturando US$ 5,5 milhões em 2,1 mil salas. São 100 salas a mais que na semana passada e uma queda de apenas 35% de faturamento em relação à estreia. O desempenho melhor que o esperado reflete a reabertura, em ritmo lento, dos cinemas nos EUA. Mas os valores podiam ser maiores. Além da pandemia, o filme da Disney tem enfrentado boicote de algumas redes de cinema norte-americanas, que se recusam a exibi-lo com preço de lançamento exclusivo, quando também está disponível em streaming. A Warner, que adotou a mesma tática com “Tom & Jerry – O Filme”, 2º lugar nas bilheterias com US$ 4 milhões, aumentou a fatia percentual dos exibidores, mas a Disney não aceitou negociar. Em dez dias, Raya e o Último Dragão” só rendeu US$ 15,8 milhões no mercado interno, menos da metade do que arrecadou no exterior. Somando tudo, a animação tem uma arrecadação global de US$ 52,6 milhões. Além desses valores, entram na conta o aluguel no Disney Plus, o serviço de streaming da empresa, que cobra uma taxa extra de US$ 30 para quem quiser ver o filme online nos EUA. Mas a Disney não revela o quanto isso tem rendido. Os dias de lançamentos simultâneos, porém, podem estar contados. O mercado deve começar a voltar ao normal na próxima semana, após a liberação dos cinemas de Los Angeles, que se juntam aos cinemas recém-abertos de Nova York. Os dois maiores circuitos cinematográficos dos EUA ficaram fechados por praticamente um ano inteiro. Cerca de 50% dos cinemas do país já estão abertos neste fim de semana, de acordo com a Comscore, um grande incremento em relação ao mês passado, quando havia apenas 35% das telas recebiam o público. “O negócio está se recuperando lentamente”, disse Paul Dergarabedian, analista de mídia sênior da Comscore, à revista Variety. “Com a reabertura de grandes cidades como Nova York e Los Angeles, felizmente estamos no limiar do ressurgimento da experiência da tela grande.” Os exibidores agora esperam que a reabertura dos cinemas em Nova York e Los Angeles incentive os estúdios a abandonar os adiamentos consecutivos e os lançamentos simultâneos em streaming. “Viúva Negra” da Disney e “Um Lugar Silencioso – Parte II” da Paramount estão mantendo suas estreias para maio.

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    China inaugurou mais de 2 mil salas novas de cinema em 2021

    13 de março de 2021 /

    A China construiu mais de 2 mil novas salas de cinema nos primeiros dois meses de 2021, apesar das incertezas que o setor de exibição enfrenta devido à pandemia de covid-19. Os dados foram divulgados pelo departamento de Administração Nacional de Cinema do país. Com isso, a China passa a dispor de 77,769 mil salas de exibição. Não é à toa que o país tem batido recordes de bilheteria mesmo operando com restrições ao funcionamento dos cinemas do país, com a redução das capacidades das salas para manter o distanciamento social. O mercado chinês superou o norte-americano durante a pandemia, no ano passado, tornando-se o maior do mundo. E deve manter essa supremacia nos próximos anos, pois a crise financeira causada pelo fechamento das salas está levando a uma retração no número de cinemas nos EUA. Como comparação, a bilheteria total da China atingiu US$ 2,4 bilhões em fevereiro, muito além dos US$ 145 milhões somados na América do Norte no primeiro trimestre incompleto de 2021.

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    Avatar volta a ser maior bilheteria de todos os tempos

    13 de março de 2021 /

    O filme “Avatar” retomou o recorde de maior bilheteria mundial de todos os tempos, que tinha perdido para “Vingadores: Ultimato” em julho de 2019. A reviravolta é resultado do relançamento do filme na China neste fim de semana. O filme arrecadou mais de US$ 8 milhões apenas na tarde deste sábado (13/3), de acordo com a Disney. Antes deste lançamento, a diferença entre “Avatar” e “Vingadores: Ultimato” era de apenas US$ 7,8 milhões. Contabilizando o desempenho de sexta-feira, a bilheteria total de Avatar atingiu US$ 2,8 bilhões, contra os US$ 2,797 bilhões do filme de super-heróis da Marvel. Comentando a conquista, o produtor de “Avatar”, Jon Landau, disse: “Estamos orgulhosos de alcançar este grande marco, mas Jim e eu estamos mais entusiasmados com o fato de o filme estar de volta aos cinemas nestes tempos sem precedentes, e queremos agradecer aos nossos fãs chineses por seu apoio. Estamos trabalhando duro nos próximos filmes de “Avatar” e esperamos compartilhar a continuação desta história épica nos próximos anos. ” Assim como James Cameron foi ao Twitter aplaudir a Marvel pela façanha em 2019, o estúdio retribuiu a gentileza com um post em que parabeniza o diretor, o produtor Jon Landau e a “todos da nação Na’vi por reconquistarem a coroa de bilheteria!”. o texto termina com uma frase de Tony Stark em “Vingadores: Ultimato”: “Amamos você 3 mil vezes, ‘Avatar’.” Os irmãos Russo, que dirigiram “Vingadores: Ultimato”, também tuitaram uma homenagem a Cameron. “Passando a manopla para você… James Cameron”, junto de uma arte criada por BossLogic, em que o logo dos Vingadores é submetido ao “blip” de Thanos, apagando-se para dar lugar a Avatar. Qualquer resultado desta disputa é boa notícia para a Disney, dona do Marvel Studios e que, desde o ano passado, também é lar de “Avatar”, como resultado de sua aquisição da 20th Century Fox. Congratulations to @JimCameron ,@JonLandau , and ALL of Na'vi Nation for reclaiming the box office crown! We love you 3000. @OfficialAvatar pic.twitter.com/WlMWRcL15y — Marvel Studios (@MarvelStudios) March 13, 2021 Passing the gauntlet back to you… @JimCameron Thanks for the beautiful art @bosslogic. pic.twitter.com/URSxUMzf8D — Russo Brothers (@Russo_Brothers) March 13, 2021 Irayo to our fans in China for coming out to see Avatar on the big screen this weekend! This crown belongs to Na’vi Nation – it couldn’t have happened without you. @jonlandau @JimCameron pic.twitter.com/6PWgrV1geg — Avatar (@officialavatar) March 13, 2021

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    Final da saga cinematográfica de Evangelion bate recorde de bilheteria de Imax

    10 de março de 2021 /

    O esperado final da franquia “Evangelion” bateu o recorde mundial de arrecadação diária do Imax. Lançado nos cinemas japoneses na segunda (8/3), “Shin Evangelion Gekijôban”, também conhecido como “Evangelion 4.0 Final” e “Evangelion: 3.0+1.0 Thrice Upon a Time”, arrecadou US$ 7,6 milhões em seu dia de estreia, dos quais US$ 740 mil vieram do circuito Imax. O filme teve seu lançamento adiado em vários meses pela pandemia e acabou tendo uma estreia incomum numa segunda-feira. Apesar disso, e mesmo enfrentando toque de recolher que obriga o fechamento dos cinemas às 20h em algumas áreas (incluindo Tóquio), os cinemas Imax lotaram em todo o país. Escrito por Hideaki Anno, o filme fecha a tetralogia “Rebuild of Evangelion”, iniciada em 2007, que refez inteiramente para o cinema a cultuada série anime “Neon Genesis Evangelion”, criada pela próprio Anno em 1995. A série original teve 26 episódios (atualmente disponíveis na Netflix) que acompanhavam a história de um trio de adolescentes escolhidos para pilotar robôs gigantescos, os EVA, com a função de defender uma Tóquio futurista de violentas criaturas alienígenas, chamadas de Anjos. A trama combinava ação, melodrama e metafísica, apostando no desenvolvimento dos personagens com crises existenciais e culminando num mergulho na metalinguagem em seu final maluco, que até hoje rende discussões. Tanto é que foi refeito no filme “The End of Evangelion”, em 1997, e agora ganha sua terceira versão. Entre outras coisas, seu impacto redefiniu o subgênero sci-fi dos mecha (robô gigantes pilotáveis), influenciando tudo o que veio depois, inclusive a franquia americana “Círculo de Fogo”. Veja abaixo o trailer de “Shin Evangelion Gekijôban”.

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    Avatar pode retomar recorde de maior bilheteria de todos os tempos

    10 de março de 2021 /

    O filme “Avatar” pode protagonizar uma reviravolta e retomar o recorde de maior bilheteria mundial de todos os tempos, que passou a ser de “Vingadores: Ultimato” em julho de 2019. O híbrido animado de James Cameron será relançado na China nesta sexta-feira (12/3) e a venda antecipada de ingressos indica que ele pode ultrapassar o recorde da produção da Marvel. A China tem quebrado diversos recordes de bilheteria nas últimas semanas e, com a retração de Hollywood durante a pandemia de coronavírus, passou a representar o maior mercado de cinema do mundo em 2021. A pandemia, porém, fez com que o país tenha uma falta relativa de títulos locais importantes nos próximos meses, o que deve ajudar o desempenho do relançamento. “Avatar” foi originalmente lançado na China no início de 2010, arrecadando quase US$ 203 milhões na época – um número inédito na época, antes de o mercado chinês começar a crescer exponencialmente. O novo lançamento será disponibilizado principalmente na rede IMAX e em 3D, para cobrar ingressos mais caros. Por conta disso, as vendas antecipadas para o fim de semana já renderam mais de US$ 5,5 milhões para a produção. Antes deste lançamento, a diferença entre “Avatar” e “Vingadores: Ultimato” era de apenas US$ 7,8 milhões. O total arrecadado mundialmente pela superprodução da Marvel foi US$ 2.797,5 milhões, enquanto “Avatar”, que por 20 anos foi o filme de maior bilheteria do mundo, somou US$ 2.789,7 milhões antes da contabilização da nova bilheteria chinesa. Em dezembro de 2019, cinco meses após “Vingadores: Ultimato” tomar o recorde de “Avatar”, James Cameron já tinha previsto que retomaria a liderança com um relançamento no futuro. “Acho que isso é uma certeza”, ele disse na ocasião.

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    Bilheterias brasileiras desabam com novas restrições contra pandemia

    9 de março de 2021 /

    As bilheterias brasileiras do primeiro fim de semana de março sofreram forte impacto com a volta das restrições de funcionamento dos cinemas, especialmente devido aos decretos de lockdown em estados importantes do circuito, como São Paulo e Minas Gerais. Segundo dados da consultoria Comscore, a arrecadação, que já era baixa devido à pandemia, caiu pela metade entre quinta e domingo (7/3) passados. No total, foram arrecadados R$ 1,16 milhão em bilheteria, com a frequência de 72,8 mil espectadores nos cinemas. O valor equivale ao que “Tom & Jerry: O Filme” fez sozinho na semana anterior, antes da volta das quarentenas obrigatórias. Neste fim de semana, “Tom & Jerry: O Filme” teve renda de R$ 299 mil e foi o filme mais visto nos cinemas, por 19,2 mil pessoas. O número de espectadores representa uma queda de 55,8% na comparação com o fim de semana passado, quando 165 mil pessoas foram aos cinemas. Na comparação com o mesmo período em 2020, o tombo é de 92,8%. Entre 5 e 8 de março do ano passado, os cinemas brasileiros tiveram público de 1,01 milhão de pessoas e arrecadação de R$ 17,7 milhões com a venda de ingressos. Mas, no começo de março do ano passado, as salas ainda operavam sem nenhuma restrição em todo o país. As más notícias não devem acabar nisso, já que a expectativa é de ampliação da “zona vermelha” do lockdown para mais estados, especialmente nas cidades maiores, que já definiram toque de recolher e fechamento das atividades não essenciais aos fins de semana. Enquanto outros países que seguiram orientações de distanciamento social e iniciaram vacinação em massa começam a retomar suas atividades, o Brasil vive a pior fase da pandemia desde seu começo há um ano atrás.

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    Minari vira blockbuster e bate Raya e o Último Dragão na Coreia do Sul

    8 de março de 2021 /

    O filme indie americano “Minari – Em Busca da Felicidade” foi lançado na Coreia do Sul no último fim de semana e surpreendeu ao se tornar blockbuster no país, com desempenho 80% superior ao de outro lançamento americano do período, a animação “Raya e o Último Dragão”, da Disney. “Minari” estreou em 1º lugar nas bilheterias sul-coreanas, com arrecadação de US$ 1,68 milhão entre sexta e domingo (7/3), de acordo com dados do serviço KOBIS do Korean Film Council. O valor equivela a uma participação de quase 38% no total de ingressos vendidos no país nos últimos três dias. Capitalizando o interesse da imprensa local, especialmente pela atuação da veterana atriz sul-coreana Youn Yuh-jung (“Sense8”), a vovó da trama, a distribuidora local Pancinema colocou o filme dirigido por Lee Isaac Chung em 1.162 telas. E a expectativa é que o sucesso seja ampliado pela temporada de premiações nos Estados Unidos nas próximas duas semanas. Vencedor do Festival de Sundance em janeiro de 2020, “Minari” venceu o Globo de Ouro e o Critics Choice como Melhor Filme em Língua Estrangeira, tendo sido enquadrado nesta categoria por se dividir entre diálogos em inglês e coreanos. O filme acompanha uma família sul-coreana que luta para se estabelecer no interior rural dos EUA. O elenco também destaca Steven Yeun (o Glenn de “The Walking Dead”), Yeri Han (“Secret Zoo”) e o menino Alan Kim, que venceu o Critics Choice de Melhor Ator Jovem. A Coreia é o terceiro território internacional a lançar “Minari”. Na Austrália e na Nova Zelândia, o longa teve um lançamento limitado, acumulando quase US$ 1 milhão nos dois países, mas deverá chegar em mais telas após as esperadas indicações ao Oscar em 14 de março.

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    Raya e o Último Dragão supera pandemia e boicote com 1º lugar nos EUA

    7 de março de 2021 /

    “Raya e o Último Dragão” precisou vencer mais que a pandemia para abrir em 1º lugar nas bilheterias dos cinemas dos EUA e Canadá neste fim de semana. A nova animação da Disney enfrentou boicote de algumas redes de exibição, que se recusaram a colocar o filme em cartaz devido ao que chamaram de intransigência do estúdio ao negociar valores de distribuição. Os cinemas que aceitaram acomodar os planos da Warner de realizar lançamentos simultâneos em streaming, graças a maior compensação financeira, não teriam encontrado a mesma disposição para negociações de parte da Disney, segundo relatos da imprensa americana. Por isso, mesmo exibindo “Mulher-Maravilha 1984”, “Tom & Jerry” e os filmes lançados na HBO Max, a Cinemark e outras redes preferiram ignorar “Raya e o Último Dragão” para passar um recado para a Disney. Por conta dessa má vontade do circuito exibidor, “Raya e o Último Dragão” não chegou a tantas telas quanto poderia, mesmo com a reabertura dos cinemas de Nova York neste fim de semana. Exibido em 2.045 salas, a fantasia animada estreou com US$ 8,6 milhões de bilheteria. Os valores são distantes do desempenho de “Tom & Jerry” na semana passada, que faturou a segunda maior abertura da pandemia, com US$ 14,1 milhões. E vale observar que, enquanto o híbrido animado da Warner foi destruído pela crítica, com apenas 25% de aprovação no Rotten Tomatoes, a princesa guerreira da Disney foi incensada com 95%. A queda de braços, porém, não se limita ao espaço dos cinemas. “Raya e o Último Dragão” foi lançado simultaneamente na plataforma Disney+ (Disney Plus), onde está sendo oferecido com sobrepreço (além do preço da assinatura), numa iniciativa batizada de Premier Access. O valor é US$ 30 para assinantes do Disney+ nos EUA (R$ 69,90 no Brasil, mais a assinatura mensal do serviço!), o que equivale a seis vezes o que o estúdio ganharia em cada ingresso vendido nos cinemas. A Disney já tinha testado esta formato com “Mulan”, mas não o repetiu com “Soul”, lançado sem sobrepreço no Disney+. Diferente de ambos, “Raya e o Último Dragão” é o primeiro lançamento mundial disponibilizado pelo estúdio ao mesmo tempo nos cinemas e em casa – “Mulan” saiu antes da Disney+ se expandir no mercado internacional. Mas de forma elucidativa, os países sem acesso ao Disney+ são os que estão rendendo maior bilheteria para o filme no mercado internacional. Globalmente, “Raya” faturou US$ 26 milhões, com a China e a Rússia fornecendo as maiores bilheterias, respectivamente com US$ 8,4 milhões e US$ 2,8 milhões. O CEO da Disney, Bob Chapek, demonstrou-se muito convencido da força desta opção na semana passada, quando sugeriu que estuda diminuir o período de exclusividade dos cinemas para seus filmes – a chamada janela de distribuição. “O consumidor provavelmente está mais impaciente do que nunca”, disse ele sobre as mudanças no mercado precipitadas pela covid-19, “principalmente porque agora eles tiveram o luxo de passar um ano inteiro recebendo títulos em casa praticamente quando quiseram. Portanto, não tenho certeza se há um retorno”. Ele acrescentou que os espectadores não “terão muita tolerância para esperar por meses que um título saia dos cinemas”, enquanto “apenas fica lá [nos cinemas], juntando poeira”, antes de migrar para o streaming ou outras janelas. Por isso, a Disney não quis negociar valores maiores para as distribuidoras. Enquanto isso, a Warner, que também está fazendo lançamentos simultâneos em streaming, mas dando compensações aos exibidores, comemorou o segundo fim de semana de “Tom & Jerry”, que arrecadou quase tanto quanto “Raya” no mercado interno, US$ 6,6 milhões, elevando sua receita para US$ 23 milhões em dez dias na América do Norte, apesar de também estar disponível na HBO Max. No mundo inteiro, “Tom & Jerry” já faturou US$ 57,3 milhões, um bom desempenho para um mercado que sofre com os lockdowns da pandemia. Alheio a essa disputa, a Lionsgate deve estar lamentando não ter seu próprio streaming, ao ver “Mundo em Caos” ser destruído pela crítica (23% de aprovação) e pouco apreciado pelo público. A sci-fi estrelada por Tom Holland e Daisy Ridley arrecadou anêmicos US$ 3,8 milhões para ocupar o 3º lugar. O filme, que custou cerca de US$ 100 milhões, vai se tornar um grande prejuízo para o estúdio.

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    Tom & Jerry supera críticas negativas com segunda maior estreia da pandemia nos EUA

    28 de fevereiro de 2021 /

    O lançamento de “Tom & Jerry – O Filme” conquistou a segunda maior bilheteria de estreia da América do Norte desde que os cinemas reabriram, durante a pandemia, em agosto passado. O filme faturou US$ 14,1 milhões em 2,4 mil cinemas, perdendo apenas para outro título da Warner Bros., “Mulher Maravilha 1984”, que arrecadou US$ 16,4 milhões durante o Natal. O detalhe é que ambos os filmes foram lançados simultaneamente em streaming, na plataforma HBO Max. O sucesso dos filmes da Warner contraria previsões pessimistas sobre seu desempenho cinematográfico com a disponibilização online. Nenhum outro filme lançado nos últimos 10 meses foi capaz de ultrapassar a marca de US$ 10 milhões em sua estreia no mercado doméstico, incluindo os sucessos “Os Croods 2: Uma Nova Era” (US$ 9,7 milhões) e “Tenet” (US$ 9,35 milhões). No exterior, onde “Tom & Jerry” foi exibido apenas nos cinemas, o filme fez mais US$ 25,1 milhões, somando ao todo US$ 38,8 milhões. Um bom começo para uma produção de Hollywood durante a pandemia, apesar do orçamento salgado de US$ 79 milhões. Contrastando com os números positivos, a reação da crítica ao filme foi completamente negativa. O híbrido de animação e live-action, dirigido pelo veterano Tim Story (“Quarteto Fantástico”), recebeu apenas 25% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. “Desesperadamente sem graça”, definiu o crítico do Vulture/New York Magazine. O 2ª lugar nas bilheterias norte-americanas ficou com “Os Croods 2: Uma Nova Era”, que fez US$ 1,2 milhões após impressionantes dois meses em cartaz – e apesar de também estar disponível online. O desempenho desses dois filmes sugere que as produções voltadas ao público infantil são as únicas capazes de atrair grande volume de espectadores aos cinemas durante a atual crise sanitária. Outro detalhe interessante no relatório divulgado pela Warner à imprensa é que as vendas de ingressos de “Tom and Jerry” foram impulsionadas pelo aluguel de cinemas particulares, que foram fechados para receber poucas famílias por vez. E as famílias, ao contrário da crítica, aprovaram o filme, dando nota A- no CinemaScore (pesquisa feita com o público na saída dos cinemas).

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    Os Croods 2 passa de US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais

    21 de fevereiro de 2021 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” manteve o 1º lugar das bilheterias dos EUA e Canadá, após recuperar o topo na semana passada – e isto foi dois meses após seu lançamento. A posição de destaque marca a quinta semana de liderança do filme, que está há 13 semanas em cartaz e já se encontra disponível na casa dos espectadores norte-americanos, via VOD. Graças à sua longevidade no ranking, a produção da DreamWorks Animation/Universal Pìctures ultrapassou os US$ 50 milhões de arrecadação doméstica e se encontra próximo de virar o filme de maior bilheteria da pandemia na América do Norte, recorde atualmente detido por “Tenet”, que fez US$ 57,9 milhões logo que os cinemas reabriram em agosto passado – período em que havia mais salas funcionando que agora. Entre sexta e domingo, “Os Croods 2” faturou US$ 1,7 milhão de ingressos vendidos em 1,9 mil salas dos EUA e Canadá. Mas ainda não começou a contar as bilheterias de muitos países, em que ainda não estreou. No Brasil, o lançamento está marcado apenas para 25 de março. No mundo inteiro, a Universal já contabilizou o dobro dos valores norte-americanos. O filme fez mais que US$ 100 milhões no mercado internacional, levando seu total a superar os US$ 150 milhões mundiais. Se este desempenho é festejado pelo estúdio, Hollywood inteira olha incrédula para as notícias que vem da China, onde filmes estão rendendo mais por dia que “Os Croods 2” faturaram até agora. Encabeça por blockbusters locais, como “Detective Chinatown 3”, “Hi, Mom” e “A Writer’s Odyssey”, a bilheteria chinesa somou nada menos que US$ 1,2 bilhão de arrecadação no atual feriado do Ano Novo Lunar.

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    Filme chinês bate recorde de estreia de Vingadores: Ultimato

    14 de fevereiro de 2021 /

    Lançado neste fim de semana na China, o filme “Detetive Chinatown 3” quebrou um recorde que pertencia a “Vingadores: Ultimato”. Após três dias de exibição com uma bilheteria doméstica de US$ 393 milhões, ele superou com folga a arrecadação de estreia do filme da Marvel/Disney, que fez US$ 356 milhões em seus primeiros três dias na América do Norte (EUA e Canadá). “Detetive Chinatown 3” detém agora o recorde de maior estreia doméstica (no país de origem) de todos os tempos. O montante é especialmente assombroso tendo em vista os números atuais do mercado americano – “Os Croods 2” liderou as bilheterias deste fim de semana nos EUA com cerca de meio por cento (0,5%) do arrecadado pelo blockbuster chinês. O resultado também chama atenção porque, supostamente, os cinemas chineses ainda estariam sujeitos à restrições, com limites para vendas de ingressos e assentos desativados para manter distanciamento social. De todo modo, dois fatores contribuíram para o sucesso da comédia da Wanda Pictures. Para começar, sexta-feira (12/2) foi o primeiro dia do feriadão do Ano Novo Lunar, que dura 15 dias na China. Este período costuma render tradicionalmente as maiores bilheterias do país – e, tudo indica, o costume do público de aproveitar a data para ir ao cinema não foi afetado pela pandemia. Além disso, havia muita expectativa em torno do lançamento. “Detetive Chinatown 3” faz parte de uma franquia muito popular e deveria ter estreado no Ano Novo passado. Sua estreia foi adiada por 12 meses pela pandemia de coronavírus, deixando o público ainda mais ansioso por sua exibição. Filmado em sua totalidade com câmeras Imax, o longo ainda quebrou o recorde chinês de estreia no formato, faturando US$ 23,5 milhões em salas equipadas para a projeção Imax. “Suspeitamos que nossos fãs compareceriam ao Ano Novo chinês em grande estilo, mas esses retornos iniciais destruíram até mesmo nossas projeções mais otimistas”, disse o CEO da Imax, Rich Gelfond, em um comunicado. Assim como os dois primeiros filmes da franquia, “Detetive Chinatown 3” foi escrito e dirigido por Chen Sicheng, e estrelado por Wang Baoqiang e Liu Haoran como dois detetives trapalhões, agora em luta contra o crime no Japão. O “Detetive Chinatown” original, ambientado em Bangcoc, na Tailândia, arrecadou US$ 126 milhões em 2016. A sequência mudou a ação para Nova York e cresceu consideravelmente sua arrecadação, com US$ 563 milhões durante o Ano Novo chinês de 2018. O terceiro longo se passa em Tóquio e inclui em seu elenco o ator japonês Tadanobu Asano (“O Guerreiro Genghis Khan”) e o astro de ação tailandês Tony Jaa (“Monster Hunter”). Veja o trailer de “Detetive Chinatown 3” abaixo.

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    Os Croods 2 volta a liderar bilheterias dos EUA após dois meses

    14 de fevereiro de 2021 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” realizou um feito que não se via nas bilheterias da América do Norte desde os anos 1980. O filme da DreamWorks Animation/Universal Pictures voltou a vender mais ingressos que qualquer outro em sua 12ª semana em cartaz, reassumindo o 1º lugar. Lançado em novembro do ano passado, “Os Croods” tinha liderado originalmente as bilheterias por cinco fins de semanas, até 13 de dezembro. A reviravolta deste domingo (14/2) marca a primeira vez que o título aparece no topo do ranking em 2021. E isto acontece dois meses após perder a liderança e ficar disponível em VOD (aluguel digital) nos EUA. Para assumir o topo, a animação enfrentou três estreias. Mas eram títulos de circuito limitado, como “Judas e o Messias Negro”, de Shaka King, “Land”, a estreia da atriz Robin Wright na direção, e “The Mauritanian”, do veterano Kevin Macdonald, que chegaram aos cinemas como estratégia de campanhas por indicações ao Oscar. Além disso, “Judas e o Messias Negro” ainda foi disponibilizado simultaneamente na HBO Max. Isto explica porque, do ponto de vista tradicional, “Os Croods” conseguiu liderar com uma arrecadação baixa. Na verdade, seu faturamento foi típico de um filme que está a 12 semanas em cartaz: US$ 2 milhões (chegando a US$ 2,7 milhões com o fim de semana ampliado pelo feriado do Dia do Presidente nos EUA). O fato desse montante lhe render o 1º lugar se deve, além da falta de entusiasmo com as estreias, à queda generalizada das bilheterias devido ao coronavírus e também a um elemento de força maior: os EUA foram atingidos por uma forte tempestade de neve, que trancou as pessoas em suas casas durante o fim de semana. As vendas de “Os Croods 2” se concentraram nas regiões mais quentes do sul dos EUA, como opção de passatempo para famílias no feriadão. Ainda inédito no Brasil, “Os Croods 2” já arrecadou US$ 48,9 milhões na América do Norte e ultrapassou os US$ 150 milhões mundiais. O lançamento por aqui só vai acontecer em 25 de março.

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