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    Cinquenta Tons Mais Escuros lidera bilheterias do Brasil pela segunda semana

    21 de fevereiro de 2017 /

    “Cinquenta Tons Mais Escuros” se manteve na liderança da bilheteria nacional pela segunda semana, com arrecadação de R$ 10,8 milhões. O público brasileiro aparentemente gostou do franco favorito ao Framboesa de Ouro 2018 de pior filme, com apenas 9% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. Desde que estreou no país, o filme baseado no livro homônimo de E.L. James, já levou mais de 2,8 milhões de pessoas às salas de cinema, segundo dados da consultoria ComScore. A produção faturou mais que o dobro do segundo colocado, “Lego Batman”, com R$ 3,9 milhões. Lançado no fim de semana, o elogiado filme de ação “John Wick – Um Novo Dia Para Matar” fez R$ 3,1 milhões e completou o Top 3. Já o romance entre Brad Pitt e Marion Cottilard, “Aliados”, estreou na modesta 4ª posição com arrecadação de R$ 2,5 milhões. “O Chamado 3” caiu para a 5ª colocação com R$ 1,9 milhão, enquanto “Minha Mãe é uma Peça 2” fez mais R$ 1,1 milhão. Duas estreias aparecem em seguida no ranking semanal. O lançamento do indicado ao Oscar de Melhor Filme, “Lion – Uma Jornada Para Casa”, rendeu R$ 953 mil, mas foi distribuído em apenas 100 salas. Já o terror “A Cura” repetiu no Brasil seu enorme fiasco norte-americano. Um dos lançamentos mais amplos da semana, faturou apenas R$ 778 mil na 8ª colocação. Fecham o Top 10 dois indicados ao Oscar, “La La Land”, em 9º lugar com R$ 644 mil, e “Estrelas Além do Tempo”, com R$ 593 mil. BILHETERIAS: TOP 10 Brasil 1. Cinquenta Tons Mais Escuros Fim de semana: R$ 10,8 milhões Total: R$ 43,4 milhões 2. Lego Batman – O Filme Fim de semana: R$ 3,9 milhões Total: 11,8 milhões 3. John Wick – Um Novo Dia Para Matar Fim de semana: R$ 3,1 milhões Total: R$ 3,1 milhões 4. Aliados Fim de semana: R$ 2,5 milhões Total: R$ R$ 2,5 milhões 5. O Chamado 3 Fim de semana: R$ 1,9 milhão Total: R$ 18,9 milhões 6. Minha Mãe É uma Peça 2 Fim de semana: R$ 1,1 milhão Total: R$ 121,4 milhões 7. Lion Fim de semana: R$ 953,4 mil Total: R$ 953,4 mil 8. A Cura/a> Fim de semana: R$ 778,9 mil Total: R$ 778,9 mil 9. La La Land Fim de semana: R$ 644,3 mil Total: R$ 20,5 milhões 10. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: R$ 593 mil Total: R$ 5,1 milhões

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    Cinquenta Tons Mais Escuros lidera bilheterias no Brasil com mais público que todos os outros filmes somados

    13 de fevereiro de 2017 /

    Demonstrando que o público brasileiro não lê críticas de cinema, “Cinquenta Tons mais Escuros” foi o filme mais visto do último fim de semana no país. Segundo dados da comScore, o longa arrecadou R$ 22,6 milhões, levando 1,3 milhão de pessoas às salas de cinema. O longa, que estreou na quinta-feira (9/2), é a continuação de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015) e foi massacrado pela crítica internacional. Em 2º lugar, ficou outra estreia, “Lego Batman – O Filme”, com público bem inferior, de 367 mil e R$ 6,1 milhões de arrecadação. Os dois filmes tiveram posições trocadas nos EUA, com a animação de Batman no topo. Ambos também compartilharam a unanimidade da crítica norte-americana, empatados com avaliações de 91% no site Rotten Tomatoes, mas em situações inversas. No caso de “Lego Batman”, impressionantes 91% de aprovação, enquanto “Cinquenta Tons mais Escuros” teve acachapantes 91% de reprovação. Isto mesmo, apenas 9% de críticas positivas. O público brasileiro pagou para ver, parcialmente por conta da falta de opções do circuito. A tática das distribuidoras têm sido dominar os cinemas com ocupação maciça. “Cinquenta Tons mais Escuros” foi lançado em mais de mil salas no Brasil. Ou seja, em um terço de todas as salas disponíveis no país. Para se ter ideia do impacto disso, a quantidade de pessoas que viram o favorito ao Troféu Framboesa de Ouro 2018 – nas categorias de Pior Filme, Ator, Atriz, Dupla/Casal, Direção e Roteiro – é maior do que a quantidade somada do público obtido pelos nove filmes seguintes do ranking, que chega a 1,1 milhão de pessoas. Fracasso nos EUA, “O Chamado 3” também se beneficiou de um lançamento amplo no Brasil, na semana passada, para continuar no Top 3, com renda de R$ 4,1 milhões, obtida pela venda de 272,9 mil ingressos. Confira abaixo a lista dos dez filmes mais vistos no final de semana no país. BILHETERIAS: TOP 10 Brasil 1. Cinquenta Tons Mais Escuros Fim de semana: R$ 22,6 milhões Total: R$ 22,6 milhões 2. Lego Batman – O Filme Fim de semana: R$ 6,1 milhões Total: R$ 6,1 milhões 3. O Chamado 3 Fim de semana: R$ 4,1 milhões Total: R$ 15,2 milhões 4. Minha Mãe É uma Peça 2 Fim de semana: R$ 1,9 milhões Total: R$ R$ 119,4 milhões 5. Resident Evil 6: O Capítulo Final Fim de semana: R$ 1,3 milhão Total: R$ 17,4 milhões 6. La La Land Fim de semana: R$ 1,3 milhão Total: R$ 19,4 milhões 7. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: R$ 1,2 milhão Total: R$ 4 milhões 8. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: R$ 1,1 milhão Total: R$ 1,1 milhão 9. “Beleza Oculta” Fim de semana: R$ 972,7 mil Total: R$ 6,8 milhões 10. Até o Último Homem Fim de semana: R$ 564,1 mil Total: R$ 3,6 milhões

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    Minha Mãe É uma Peça 2 bate recorde e vira o filme brasileiro de maior bilheteria em todos os tempos

    8 de fevereiro de 2017 /

    Com o sucesso contínuo de público, a comédia “Minha Mãe É uma Peça 2” bateu o recorde de bilheterias no Brasil. Após sete semanas em cartaz e 8,8 milhões de espectadores, o longa já faturou mais de R$ 117 milhões em venda de ingressos, ultrapassando “Os Dez Mandamentos”, até então líder do ranking com R$ 116,8 milhões, segundo dados do Filme B. E os valores ainda devem aumentar bastante, pois “Minha Mãe É uma Peça 2” segue em exibição em 449 salas do país, ocupando atualmente o 3º lugar no ranking dos filmes mais vistos da semana. As novas peripécias de Dona Hermínia, mãe vivida pelo ator Paulo Gustavo, já superou em muito o longa original, que levou 4,6 milhões aos cinemas e se tornou o filme brasileiro mais visto de 2013. Os planos para a continuação já estão sendo discutidos e Paulo Gustavo mencionou a possibilidade de filmar “Minha Mãe É Uma Peça 3” em Nova York. Entretanto, ele não dá prazo para o início da produção, dizendo que tem “outros projetos”. “‘Minha Mãe é uma Peça em Nova York’, se tiver, vai demorar muito ainda. Eu tenho outros projetos, estou escrevendo um novo filme para o ano que vem, que eu ainda no posso contar, porque ainda não tem nada registrado, nem nome, nem nada, então fica difícil falar agora. Mas eu vou fazer, se Deus quiser. A trilogia, fica chiquérrimo, né. Agora, vai demorar um pouquinho. Vamos ver, tem que construir uma história muito engraçada. Para ter o 3, não dá para ser qualquer coisa, tem que ser melhor que o primeiro e o segundo”, afirmou o ator.

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    O Chamado 3 estreia na liderança das bilheterias do Brasil

    7 de fevereiro de 2017 /

    O terceiro filme da franquia de terror “O Chamado” estreou no topo das bilheterias dos cinemas brasileiros. O filme fez relativamente mais sucesso no mercado nacional do que nos EUA, onde abriu em 2º lugar no fim de semana com uma bilheteria abaixo do esperado. No Brasil, foi assistido por 512 mil espectadores e arrecadou R$ 7,8 milhões em seus primeiros quatro dias em cartaz, segundo dados da empresa de consultoria ComScore. Líder na semana passada, “Resident Evil 6: O Capítulo Final” caiu para o 2º lugar com um desempenho equivalente à metade do sucesso de “O Chamado 3” – público de 219 mil pagantes e uma renda de R$ 3,7 milhões. Este ranking também reflete a falta de consideração dada aos críticos de cinema no Brasil, que alertaram sobre a baixa qualidade de ambos os filmes. O público não quis saber e pagou para ver. Ou consumiu por osmose. “O Chamado 3” e “Resident Evil 5” foram os lançamentos de maior distribuição nas últimas semanas, disponíveis em figurativamente todos os lugares. Em 3º, segue o fenômeno “Minha Mãe é uma Peça 2“. Em sua sétima semana em cartaz, foi visto por 203 mil pessoas, rendendo R$ 3,3 milhões. Ao todo, a comédia brasileira já atingiu R$ 116 milhões de bilheteria, uma das maiores de todos os tempos para o cinema nacional. Além de “O Chamado”, duas novas estreias entraram no Top 10. Sucesso enorme nos EUA, o filme indicado ao Oscar “Estrelas Além do Tempo” teve uma performance fraca no país, abrindo em 7º lugar, logo à frente de “TOC – Transtornada, Obsessiva, Compulsiva”. O besteirol estrelado por Tatá Werneck foi visto por 112 mil espectadores e rendeu R$ 1,7 milhão. Curiosamente, a crítica gostou do filme, num gênero geralmente execrado. Confira abaixo a lista dos dez filmes mais vistos no final de semana no país. BILHETERIAS: TOP 10 Brasil 1. O Chamado 3 Fim de semana: R$ 7,8 milhões Total: R$ 7,8 milhões 2. Resident Evil 6: O Capítulo Final Fim de semana: R$ 3,7 milhões Total: R$ 14,2 milhões 3. Minha Mãe É uma Peça 2 Fim de semana: R$ 3,3 milhões Total: R$ 116 milhões 4. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: R$ 3,1 milhões Total: R$ 67,2 milhões 5. La La Land Fim de semana: R$ 2,5 milhões Total: R$ 17,2 milhões 6. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: R$ 2 milhões Total: R$ 2 milhões 7. “Beleza Oculta” Fim de semana: R$ 1,7 milhão Total: R$ 5,1 milhões 8. “TOC – Transtorna, Obsessiva, Compulsiva” Fim de semana: R$ 1,7 milhão Total: R$ 1,7 milhão 9. “A Bailarina” Fim de semana: R$ 1,6 milhão Total: R$ 5,7 milhões 10. xXx: Reativado Fim de semana: R$ 1,5 milhão Total: R$ 18,2 milhões

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    Moana supera Frozen e vira maior bilheteria da história da Disney no Brasil

    31 de janeiro de 2017 /

    A Disney revelou que o sucesso de “Moana” no Brasil é muito maior que o imaginado. Após liderar as bilheterias nacionais, o filme superou o fenômeno “Frozen – Uma Aventura Congelante” em arrecadação, tornando-se a animação da Disney com maior faturamento no país em todos os tempos. Até o momento, “Moana” foi visto por 4,3 milhões de espectadores e rendeu R$ 61,3 milhão em arrecadação. Já “Frozen” teve 4,2 milhões de espectadores e uma bilheteria total de R$ 51,6 milhões. Os números de “Moana” ainda devem subir muito, pois, depois de liderar o ranking por duas semanas, o filme ainda está em 2º lugar entre os mais vistos no Brasil, mesma posição em que iniciou sua trajetória em 5 de janeiro, com lançamento em mais de mil salas. A produção volta a reunir a dupla de diretores Ron Clements e John Musker numa aventura marítima, quase três décadas após seu primeiro clássico do estúdio, “A Pequena Sereia” (1989). Novamente centrado numa princesa, o desenho acompanha a personagem-título, filha do chefe de uma tribo da polinésia, que resolve visitar a ilha mítica onde viviam seus ancestrais e, em sua jornada, conta com a ajuda do semideus Maui (voz de Dwayne Johnson na dublagem original). Grande sucesso internacional, “Moana” já rendeu US$ 533 milhões em todo o mundo.

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  • Os Dez Mandamentos
    Filme

    Cinema brasileiro bateu recorde de ingressos vendidos em 2016

    30 de janeiro de 2017 /

    A Ancine (Agência Nacional de Cinema) divulgou seu relatório anual com os números do cinema brasileiro em 2016. A apuração revela que houve crescimento no público dos filmes nacionais. A fatia do mercado ocupada por filmes feitos no país atingiu 16,5% do total contra 13% do ano anterior. Isto equivale a 30,4 milhões de ingressos vendidos. O número é recorde. Segundo a Ancine, trata-se do melhor resultado deste século. Na verdade, é o melhor desempenho do cinema nacional desde 1984. O resultado foi impulsionado por “Os Dez Mandamentos – O Filme”, que vendeu 11,3 milhão de ingressos e acabou na 1ª posição entre os mais assistidos do ano, superando inclusive todos os lançamentos internacionais. Em 2º lugar, ficou o fenômeno “Minha Mãe É uma Peça 2”. Ao todo, o filme já vendeu 8,1 milhões de ingressos e somou R$ 109 milhões de arrecadação. Mas as contas da Ancine se encerram em 31 de dezembro, contabilizando apenas os primeiros 10 dias em que o longa foi exibido, após estrear em 22 de dezembro. Neste período, a comédia estrelada por Paulo Gustavo foi vista por 4 milhões de espectadores, o que já foi mais que suficiente para deixar bem para trás o 3º lugar, “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina”, com 2,5 milhões de espectadores. As comédias de estilo besteirol dominaram as bilheterias. Mas o cinema brasileiro também bateu recorde de filmes lançados comercialmente. Foram 134 estreias. Desde total, 29 foram dirigidos por mulheres, num aumento de 5,6% em relação a 2015. Duas diretoras, inclusive, comandaram blockbusters, como Cris D’Amato e Julia Rezende, responsáveis pelos besteiróis “É Fada!” e “Um Namorado Para Minha Mulher”, respectivamente. Ainda segundo o relatório, o Brasil chegou ao fim do ano com 3.168 salas de exibição. Ainda não é recorde. Em 1975, o país tinha 3.276 salas. Mas o jeitinho brasileiro dá um jeito de dobrar o tamanho do circuito, projetando mais de um filme por sala simultaneamente, em sessões intercaladas. Se, por um lado, a iniciativa poderia ter impacto positivo, ao permitir que mais filmes entrem em cartaz simultaneamente, por outro lado inclui o imponderável nas análises do mercado. Afinal, um circuito elástico, em que sempre cabe mais um filme na mesma sala, não tem tamanho determinado. Portanto, é inviável contabilizá-lo com base no número de salas, como se faz nos mercados mais desenvolvidos.

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    Minha Mãe É uma Peça 2 supera R$ 100 milhões de bilheteria

    30 de janeiro de 2017 /

    O sucesso da comédia brasileira “Minha Mãe É Uma Peça 2” continua impressionante. No fim de semana, o filme conquistou uma façanha raríssima no cinema nacional, ao ultrapassar a arrecadação total de R$ 100 milhões. Ao todo, 8,1 milhões de ingressos já foram vendidos para o público assistir Paulo Gustavo vestido de mulher, somando R$ 109 milhões para a produção. A marca faz de “Minha Mãe É Uma Peça 2” o quarto filme brasileiro mais assistido de todos os tempos – ou, ao menos, desde 1970, quando o mercado passou a contabilizar seus números. Só perde para “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), “Tropa de Elite 2” (2010) e “Os Dez Mandamentos” (2016). Há seis semanas em cartaz, o filme permanece entre os mais assistidos do Brasil, ocupando atualmente a 3ª colocação do ranking das maiores bilheterias da semana. Os planos para a continuação já estão sendo discutidos e Paulo Gustavo mencionou a possibilidade de filmar “Minha Mãe É Uma Peça 3” em Nova York. Entretanto, ele não dá prazo para o início da produção, dizendo que tem “outros projetos”. “‘Minha Mãe é uma Peça em Nova York’, se tiver, vai demorar muito ainda. Eu tenho outros projetos, estou escrevendo um novo filme para o ano que vem, que eu ainda no posso contar, porque ainda não tem nada registrado, nem nome, nem nada, então fica difícil falar agora. Mas eu vou fazer, se Deus quiser. A trilogia, fica chiquérrimo, né. Agora, vai demorar um pouquinho. Vamos ver, tem que construir uma história muito engraçada. Para ter o 3, não dá para ser qualquer coisa, tem que ser melhor que o primeiro e o segundo”, afirmou o ator.

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    Resident Evil 6 estreia em 1º lugar no Brasil

    30 de janeiro de 2017 /

    “Resident Evil 6: O Capítulo Final” estreou no topo das bilheterias no Brasil, ao contrário dos EUA, onde seu desempenho não rendeu mais que o 4º lugar. O filme que deve encerrar a franquia de videogames no cinema teve cerca de 400 mil ingressos vendidos e arrecadou R$ 6,9 milhões em seu primeiro fim de semana no país, segundo dados divulgados pela ComScore, empresa que monitora o mercado brasileiro. Com isso, após duas semanas em 1º lugar, a animação “Moana – Um Mar de Aventuras” caiu para a segunda posição. Seu sucesso já lhe garantiu R$ 61 milhões e 4,3 milhões de ingressos vendidos. Mas impressionante mesmo é o sucesso da comédia brasileira “Minha Mãe É Uma Peça 2”. Há seis semanas em cartaz, o filme continua entre os mais assistidos, ocupando a 3ª colocação. No fim de semana, ainda conquistou uma façanha raríssima no cinema nacional, ao ultrapassar a arrecadação de R$ 100 milhões. Ao todo, 8,1 milhões de ingressos já foram vendidos para o público assistir Paulo Gustavo vestido de mulher, somando R$ 109 milhões para a produção. A marca faz de “Minha Mãe é Uma Peça 2” o quarto filme brasileiro mais assistido de todos os tempos – ou, ao menos, desde 1970, quando o mercado passou a contabilizar seus números. Só perde para “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), “Tropa de Elite 2” (2010) e “Os Dez Mandamentos” (2016). Recordista em indicações ao Oscar 2017, o musical “La La Land” ficou em 4º lugar para demonstrar que, com boa distribuição, até filmes bons podem fazer sucesso. Acessibilidade impede ou cria sucessos. “xXx: Reativado” fecha o Top 5. E as cinco posições seguintes incluem outros quatro lançamentos do fim de semana: “Quatro Vidas de um Cachorro” (6º), “A Bailarina” (7º), “Beleza Oculta” (8º) e “Até o Último Homem” (10º). BILHETERIAS: TOP 10 Brasil 1. Resident Evil 6: O Capítulo Final Fim de semana: R$ 6,9 milhões Total: R$ 7 milhões 2. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: R$ 4,9 milhões Total: R$ 61 milhões 3. Minha Mãe É uma Peça 2 Fim de semana: R$ 4,8 milhões Total: R$ 109 milhões 4. La La Land Fim de semana: R$ 3,8 milhões Total: R$ 13,1 milhões 5. xXx: Reativado Fim de semana: R$ 3,4 milhões Total: R$ 14,8 milhões 6. Quatro Vidas de um Cachorro Fim de semana: R$ 2,6 milhões Total: R$ 2,6 milhões 7. “A Bailarina” Fim de semana: R$ 2,4 milhões Total: R$ 2,8 milhões 8. “Beleza Oculta” Fim de semana: R$ 2,2 milhões Total: R$ 2,2 milhões 9. Assassin’s Creed Fim de semana: R$ 2,1 milhões Total: R$ 30,8 milhões 10. Até o Último Homem Fim de semana: R$ 1,1 milhão Total: R$ 1,1 milhão

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  • É Fada - Kéfera Buchmann
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    Maiores bilheterias do cinema brasileiro em 2016 foram comédias e produtos televisivos

    17 de janeiro de 2017 /

    Dados das bilheterias brasileiras, revelados pelo site Filme B, confirmam a manutenção do perfil dos blockbusters nacionais. A tendência vista no ano anterior se repetiu, e as maiores bilheterias do cinema falado em carioquês e paulistano em 2016 foram produtos derivados da TV e comédias besteiróis. Muito acima dos demais, o fenômeno “Os Dez Mandamentos”, uma versão condensada de novela, tornou-se não apenas o filme mais visto do Brasil em 2016, mas em todos os tempos. Milagre, diriam alguns. A tendência ainda inclui a adaptação da novela infantil “Carrossel”, mostrando uma reação da Record e do SBT ao predomínio da Globo Filmes. Mas também chama atenção o sucesso de “Minha Mãe É uma Peça 2”, besteirol em que um comediante do Multishow (da Globosat) se veste de mãe, ao estilo da franquia americana “Madea”, que não é distribuída no país por, ironicamente, medo de fracasso comercial. O primeiro filme já tinha sido a maior bilheteria nacional de 2013. O atual foi lançado no final de 2016 e ainda continua acumulando público – após quatro semanas em cartaz, está em 2º lugar entre os filmes mais vistos do último fim de semana. Entre as curiosidades da apuração, lançamentos que trazem números em seus títulos faturaram mais alto que os demais. À exceção de “Os Dez Mandamentos”, que não é sequência de “Os Nove Mandamentos”, a lista dos blockbusters nacionais inclui diversas continuações, como a já citada “Minha Mãe É uma Peça 2”, “Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina, “, “Até que a Sorte nos Separe 3” e “Vai que Dá Certo 2”. Detalhe: “Até que a Sorte nos Separe 3” foi lançado no final de 2015. O roteirista Fil Braz, de “Minha Mãe É uma Peça 2”, também emplacou outro hit, “Tô Ryca”, que tem uma origem controversa, tamanhas são suas similaridades com o filme americano “Chuva de Milhões” (1985). Talvez a cara de pau seja outra característica marcante dos blockbusters nacionais. Três das comédias listadas tem ainda a mesma premissa, acompanhando um pobretão que vira novo rico de uma hora para outra: “Até que a Sorte nos Separe 3”, “Tô Ryca” e “Um Suburbano Sortudo”. O que parece indicar que o público brasileiro não quer ver nada realmente novo. Esta preferência reflete, inclusive, no sucesso de uma novela no cinema e na proliferação de sequências. O tom infantilóide da maioria dos besteiróis listados ainda encontra justificativa no êxito de filmes infantis, como “Carrossel 2” e “É Fada!”. Vale observar que, apesar de ser um longa estrelado por um(a) youtuber, “É Fada!” não chega a marcar uma nova tendência, já que a comédia do Porta do Fundos implodiu e o filme do Christian Figueiredo não fez tanto quanto se imaginava. Há apenas um drama original no Top 10, considerado um dos piores do ano no gênero: “O Vendedor de Sonhos”, baseado num best-seller de escritor de auto-ajuda. Cheio de frases impactantes que não dizem nada, o filme emula a ideia de um guru divino, transformando um sem-teto num Moisés hermano-urbano. Outra característica que salta e arranca os olhos: todos os 10 filmes mais vistos do país foram produzidos no eixo Rio e São Paulo. Sotaques diferentes só no circuito limitado. O pernambucano “Aquarius”, por sinal, foi a única produção da pequena distribuidora Vitrine Filmes, especialista em filmes de maior qualidade, na lista dos 20 longas nacionais mais vistos de 2016. Os chamados “filmes médios” ocuparam do 11º ao 20º lugar, num nicho estendido entre os 600 mil e os 100 mil ingressos vendidos. Nesta faixa, surge a preferência das cinebiografias, entre elas “Mais Forte que o Mundo”, sobre o lutador Zé Aldo, com 565 mil ingressos vendidos, e “Elis”, sobre a cantora Elis Regina, com 538 mil. Por fim, 11 dos 15 maiores campeões de bilheteria do país foram distribuídas pela dobradinha entre Downtown e Paris Filmes, que também monopolizam os grandes lançamentos nacionais, ocupando o maior número de salas disponíveis no parque cinematográfico brasileiro. Acessibilidade é um fator considerável para o sucesso. Confira abaixo a lista com os campeões nacionais de bilheteria. Top 10: Bilheterias do Brasil em 2016 1. Os Dez Mandamentos: 11,3 milhão de ingressos / R$ 116,8 milhões 2. Minha Mãe É uma Peça 2: 2,8 milhões de ingressos / R$ 36,9 milhões* 3. Carrossel 2: 2,5 milhões de ingressos / R$ 28,5 milhões 4. Até que a Sorte nos Separe 3: 2,4 milhões de ingressos / R$ 30,7 milhões 5. É Fada!: 1,7 milhão de ingressos / R$ 20,7 milhões 6. Tô Ryca: 1,1 milhão de ingressos / R$ 14,7 milhões 7. Um Suburbano Sortudo: 1 milhão de ingressos / R$ 14,3 milhões 8. Vai que Dá Certo 2: 923 mil ingressos / R$ 11,9 milhões 9. Um Namorado para Minha Mulher: 662 mil ingressos / R$ 9 milhões 10. O Vendedor de Sonhos: 611 mil ingressos / R$ 8,2 milhões

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    Minha Mãe É uma Peça 2 vira o quinto filme mais visto no Brasil em todos os tempos

    16 de janeiro de 2017 /

    O sucesso de “Minha Mãe é Uma Peça 2” agora é histórico. Em sua quarta semana de exibição, o filme caiu para o 2º lugar – atrás do péssimo “Assassin´s Creed”, evidenciando o gosto do público nacional – , mas com a venda acumulada de ingressos atingiu 6,4 milhões de espectadores aos cinemas. Trata-se da 5º maior público já reunido por um filme brasileiro em todos os tempos – ou, pelo menos, desde 1970, quando o ranking começou a ser feito. Os dados são da Rentrak e da Ancine. O filme da Dona Hermínia agora só fica atrás de, em ordem crescente, “A Dama do Lotação” (1978), “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), “Tropa de Elite 2” (2010) e “Os Dez Mandamentos – O Filme” (2016). Obviamente, teremos “Minha Mãe é Uma Peça 3”.

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    Minha Mãe É uma Peça 2 se mantém na liderança das bilheterias e chega a 5 milhões de telespectadores

    10 de janeiro de 2017 /

    A comédia brasileira “Minha Mãe É Uma Peça 2 – O Filme” manteve a liderança das bilheterias nacionais pelo terceiro fim de semana, mesmo enfrentando a estreia da aguardada animação “Moana”, da Disney. A diferença, porém, foi pequena. O besteirol estrelado por Paulo Gustavo fez mais R$ 16 milhões de quinta (5/1) a domingo (8/1). Fenômeno, o filme já tem uma renda total de R$ 66,3 milhões e está perto de ultrapassar 5 milhões de telespectadores. Já “Moana” abriu com R$ 14,93 milhões, seguida de longe por outra estreia da semana, a sci-fi “Passageiros, estrelada por Jennifer Lawrence e Chris Pratt, com R$ 8,5 milhões. O top 5 ainda inclui a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, com R$ 2,9 milhões, e “Rogue One: Uma História Star Wars”, com R$ 2,4 milhões. Os dados são do site Filme B.

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    Bilheteria inflada de Minha Mãe É uma Peça 2 revela que distribuidoras contabilizam mais de mil salas invisíveis no país

    26 de dezembro de 2016 /

    Os números impossíveis das estreias dos cinemas do fim de semana no Brasil chegaram. E enquanto a Paris Filmes celebra o fato de Paulo Gustavo ter mais Força que Darth Vader no Brasil, os recordes festejados revelam que as distribuidoras contabilizam mais de 1,5 mil salas invisíveis no país – ou seja, 50% mais salas que o circuito efetivamente mapeado pela Ancine. Segundo relatórios divulgados pelo site Filme B (veja a tabela completa abaixo), “Minha Mãe É uma Peça 2 – O Filme” registrou a segunda melhor estreia nacional do ano com R$ 8,7 milhões, ficando atrás apenas de “Os Dez Mandamentos – O Filme”. O longa foi visto por cerca de 715 mil pessoas nos últimos quatro dias e estreou em mais de mil salas, o que deveria equivaler a um terço do parque exibidor nacional e também o consagraria como o maior lançamento entre as comédias nacionais de todos os tempos. O detalhe é que a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta” também foi lançado em circuito similar. E, para isso, era de se imaginar que “Rogue One – Uma História Star Wars” precisasse sair de cartaz na maioria das salas em que se encontrava, uma semana após registrar uma das maiores estreias do ano no país. Mas não foi o que aconteceu. “Rogue One – Uma História Star Wars” apareceu em 2º lugar, com uma arrecadação de R$ 3,7 milhões, ainda em mais de mil salas, seguido por “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, que fez R$ 2,6 milhões em 980 salas. Basta vislumbrar o desempenho destes três filmes para perceber que, se os números de seus circuitos estão corretos, não deveria haver mais nenhum outro filme em cartaz no país. Em cinema algum. Há um ano, a Ancine publicou um balanço do parque exibidor nacional, revelando que o Brasil encerrou 2015 com um pouco mais de 3 mil salas em funcionamento. O país não atingia esta marca desde 1977 e, no ano passado, cresceu em ritmo recorde com um acréscimo de 304 novas telas. Entretanto, a se acreditar nos números divulgados pelo mercado neste fim de semana, em 2016 o Brasil ganhou, por baixo, mais de 1,5 mil salas. Afinal, ainda segundo dados do Filme B, os filmes em cartaz do 4º ao 10º lugares também estão sim, por incrível que pareça, em salas de cinema. Na verdade, os dados fornecidos garantem que eles ocupam mais de 1,2 mil salas! E estes são os blockbusters. Há ainda o circuito alternativo… Não houve, porém, um milagre chinês na expansão do parque cinematográfico nacional. O mais recente relatório da Ancine, relativo ao terceiro trimestre de 2016, informa que o circuito realmente cresceu. De 3003 para… 3098 salas! A página que contém estes números pode ser conferida abaixo. O relatório ainda revela que, no último trimestre, o mercado de exibição brasileiro teve até crescimento 27% menor que no mesmo período em 2015. A íntegra do texto pode ser lida neste link. Vale observar que diversas salas alternam alguns filmes ao longo da semana e até do dia, tornando plausível que haja mais cópias exibidas do que salas disponíveis, especialmente no interior, onde a falta de telas exige maior flexibilidade. Mesmo assim, seria improvável considerar que essa prática de exceção fosse capaz de fazer o circuito inflar 50%. Ou seria capaz? O que é mais razoável? Questionar se a Ancine subestima o mercado, se as distribuidoras superestimam seus números, se o levantamento do Filme B é totalmente equivocado ou se metade dos cinemas do país exibem mais de dois filmes por semana? Um terço três filmes? Um quarto quatro filmes? Pois a resposta oficial oferecida para o mistério é que, sim, até mais da metade dos cinemas brasileiros exibem mais de um filme ao mesmo tempo. Saiba mais sobre esta explicação e suas consequências na continuação deste artigo – aqui.

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    Minha Mãe É uma Peça 2 bate recorde e fatura maior dia de estreia do cinema brasileiro

    23 de dezembro de 2016 /

    A comédia “Minha Mãe É Uma Peça 2 – O Filme” levou 290 mil pessoas ao cinema no primeiro dia de exibição, segundo levantamento da ComScore. Trata-se do maior dia de estreia de um filme nacional em todos os tempos, batendo “Tropa de Elite 2” (2010), de José Padilha. Com algumas salas ainda a contabilizar, o número ainda deve aumentar. A estimativa do site Filme B é que a bilheteria da quinta-feira (22) alcance cerca de 313 mil espectadores. A bilheteria é consequência direta da acessibilidade. “Minha Mãe É Uma Peça 2 – O Filme” foi lançado com a maior distribuição já vista para uma comédia brasileira – e a segunda maior de todos os tempos para um filme nacional, atrás apenas de “Os Dez Mandamentos”. O tamanho disso é 1.160 salas. Isto é, um terço de todos os cinemas do país estão mostrando o ator Paulo Gustavo vestido de mulher. Com distribuição três vezes menor, lançado em 413 mil telas, o primeiro filme da dona Hermínia virou o longa nacional mais visto em 2013 (4,6 milhões de espectadores). O próprio Paulo Gustavo, intérprete da mãe do título, é um dos roteiristas, ao lado de Rafael Dragaud e Fil Braz, que escreveram o primeiro “O Filme”. Já a direção é de César Rodrigues, que comandou o ator em “Vai que Cola”, o “O Filme” de 2015.

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