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    Novo “Jogos Mortais” estreia em 1º lugar nos EUA

    16 de maio de 2021 /

    A estreia de “Espiral – O Legado de Jogos Mortais” liderou as bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá, arrecadando US$ 8,7 milhões em 2,8 mil cinemas. O valor é similar ao atingido na semana passada pelo lançamento de “Infiltrado”, novo thriller de ação estrelado por Jason Statham, e aponta que o mercado estabilizou em nível baixo. Apesar da vacinação avançada e da liberação do uso de máscaras nos EUA, ainda há cerca de 45% de cinemas fechados na América do Norte, especialmente no Canadá. A situação aflige estúdios que olham para o calendário e veem que em duas semanas tem feriadão com os lançamentos de “Cruella” e “Um Lugar Silencioso – Parte II”. Enquanto “Infiltrado” segurou o segundo lugar, com US$ 3,7 milhões em 3 mil telas, os sinais de alerta piscaram forte para o lançamento de “Aqueles que Me Desejam a Morte”, thriller de ação estrelado por Angelina Jolie, que faturou apenas US$ 2,8 milhões em mais salas (3,1 mil) que qualquer outro filme na semana. “Aqueles Que Me Desejam a Morte” estreou simultaneamente na HBO Max, como todos os outros títulos da Warner Bros neste ano, mas ao contrário dos anteriores, como “Godzilla vs Kong” e “Mortal Kombat”, o estúdio não investiu tanto em publicidade. Se dependesse da crítica, o filme dirigido por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”) mereceria mais público. Considerado convencional, mas tenso na medida certa para o gênero, o thriller atingiu 64% de aprovação no Rotten Tomatoes. Bem mais que os 39% do novo “Jogos Mortais”, que foi considerado uma oportunidade perdida de reviver a franquia. A maior novidade da semana, entretanto, foi um lançamento que nem apareceu no Top 5, mas representa um acordo inédito entre a Netflix e as salas de cinema para começar a exibir produções feitas para a plataforma nos cinemas dos EUA, uma semana antes da estreia em streaming. Sem a pandemia, esse negócio seria inimaginável, devido o clima de rivalidade do circuito exibidor com as plataformas digitais. A novidade permitiu a estreia de “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas”, o filme de zumbis de Zack Snyder, em pouco mais de 400 telas. Ainda é pouco, mas muito mais que a dezena de salas que a Netflix costumava mobilizar em suas antigas tentativas de qualificação para o Oscar. Apesar disso, a falta de publicidade não deve ter rendido um estouro de vendas. Só que ninguém sabe ao certo quanto foi a bilheteria, porque a Netflix não liberou a contabilidade, mantendo a obscuridade que cerca seus números também no levantamento da venda de ingressos.

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    Filme de ação com Jason Statham lidera as bilheterias dos EUA

    9 de maio de 2021 /

    “Infiltrado”, novo thriller de ação estrelado por Jason Statham, nocauteou facilmente a concorrência nas bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá com uma ótima estreia de US$ 8,1 milhões. O filme marca o reencontro entre o astro e o diretor Guy Ritchie, que começaram suas carreiras juntos em 1998, em “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes”. Eles também fizeram “Snatch: Porcos e Diamantes”, em 2000, e “Revólver”, lançado em 2005. Remake do francês “Assalto ao Carro Forte” (2004), “Infiltrado” traz Statham como um segurança letal de carro-forte, que torce para ser assaltado e ter uma desculpa para matar os criminosos. Na trama, ele conseguiu esse emprego apenas para se vingar dos responsáveis pelo assassinato de seu filho num assalto similar. Ele deduziu que integrantes da própria empresa de segurança vazam informações ou lideram os assaltos, e planeja chegar aos mandantes como um guarda armado, com o álibi perfeito para eliminar, um por um, todos os suspeitos do crime. Com 66% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme foi considerado razoável. A produção também fez sucesso no exterior, onde arrecadou US$ 17,6 milhões para um total global de US$ 25,6 milhões. A estreia no Brasil está marcada para 27 de maio. O Top 5 bilheteria norte-americana ainda traz o anime “Demon Slayer: Mugen Train” em 2º lugar com US$ 3,1 milhões, “Mortal Kombat” em seguida com US$ 2,4 milhões, “Godzilla vs. Kong” com US$ 1,9 milhão e “Raya e o Último Dragão” com US$ 1,86 milhão.

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    “Demon Slayer” surpreende e vence “Mortal Kombat” nos EUA

    2 de maio de 2021 /

    O anime “Demon Slayer: Mugen Train” confirmou que é mesmo um fenômeno ao ultrapassar “Mortal Kombat” nos Estados Unidos e Canadá neste final de semana. Filme de maior bilheteria do Japão em todos os tempos, o desenho animado faturou US$ 6,4 milhões entre sexta e domingo (2/5), enquanto “Mortal Kombat” fez US$ 6,2 milhões. Os dois estrearam no fim de semana passado em posições invertidas. Eles também tiveram uma queda de arrecadação similar, de cerca de 70% em relação às suas bilheterias iniciais. Numa época “normal”, esta queda poderia ser interpretada como uma catástrofe financeira, mas durante a pandemia não é tão terrível. Afinal, a reabertura do mercado norte-americano está acontecendo em ritmo lento. Apenas 57% dos cinemas estão em funcionamento. Exibido em 1,9 mil salas, “Demon Slayer” já soma impressionantes US$ 34,1 milhões na América do Norte até o momento. Com isso, ultrapassou “Dragon Ball: Super Broly” (US$ 30 milhões) para se tornar o terceiro maior sucesso de anime lançado nos cinemas dos EUA. No exterior, o filme coleciona recordes. Ele se tornou o campeão japonês ao faturar US$ 368 milhões e virou o anime de maior bilheteria da História ao ultrapassar US$ 423 milhões em todo o mundo. Já “Mortal Kombat” atingiu US$ 34 milhões na América do Norte em duas semanas, apesar de a Warner ter lançado a adaptação do videogame simultaneamente em streaming na HBO Max. No mundo inteiro, o filme soma US$ 66 milhões em vendas de ingressos, mas ainda não estreou em vários países, inclusive no Brasil, onde o lançamento está marcado para 20 de maio. O 3º lugar norte-americano ficou com “Godzilla vs. Kong”, outra produção da Warner Bros., que adicionou mais US$ 2,7 milhões a seu faturamento, chegando a US$ 90 milhões no mercado doméstico. Sucesso global, o filme já arrecadou US$ 415 milhões em todo o mundo. O Top 5 ainda inclui a estreia do terror “Separation” (US$ 1,8 milhão), que foi destruído pela crítica (11% no Rotten Tomatoes), e o thriller “Anônimo” (US$ 1,2 milhões) em sua 6ª semana em cartaz. Estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”), “Anônimo” já fez US$ 23 milhões no mercado interno e chega ao Brasil em 27 de maio.

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    Mortal Kombat vence luta pelas bilheterias dos EUA

    25 de abril de 2021 /

    “Mortal Kombat” saiu-se vencedor da disputa pela liderança das bilheterias da América do Norte. E foi mesmo uma luta. Pela primeira vez desde o começo da pandemia, dois filmes travaram uma competição pela venda de ingressos, resultando na maior arrecadação total de fim de semana em mais de um ano nos EUA e no Canadá. A adaptação do videogame faturou US$ 22,5 milhões em 3.073 cinemas, a segunda maior estreia da pandemia, perdendo apenas para “Godzilla vs. Kong” (US$ 31 milhões em março). Vale lembrar que ambos são produções da Warner Bros. e tiveram lançamentos simultâneos em streaming para assinantes da HBO Max, o que torna seus desempenhos ainda mais impressionantes. Em comunicado, Jeff Goldstein, presidente da distribuição doméstica da Warner Bros., exaltou a performance de “Mortal Kombat”: “Este fim de semana foi uma verdadeira vitória para a indústria”. De fato, o sucesso de “Mortal Kombat” foi acompanhado de perto por “Demond Slayer: Mugen Train”, animação japonesa baseada numa série anime popular, que atingiu US$ 19,5 milhões. Somando os outros filmes em cartaz, as bilheterias tiveram uma receita estimada em US$ 54,2 milhões entre todos os cinemas norte-americanos abertos entre sexta e este domingo (25/4), assinalando o começo de um retorno à normalidade para um mercado extremamente afetado pela epidemia de coronavírus. O Top 5 contou com “Godzilla vs. Kong” (US$ 4,2 milhões), “Anônimo” (US$ 1,8 milhão) e “Raya e o Último Dragão” (US$ 1,6 milhão). Destes três, penas “Anônimo” é inédito no Brasil. O filme de ação estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) tem estreia nacional marcada para 13 de maio. O êxito de “Demond Slayer” ainda ampliou o histórico recordista da produção. Lançado em seu país de origem no final do ano passado, o filme chegou aos EUA com a fama de fenômeno, após se consagrar como a maior bilheteria do cinema japonês em todos os tempos, e ainda recebeu elogios rasgados da imprensa especializada. Na disputa da preferência crítica, “Demond Slayer” venceu com folga, com impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, quase o dobro da boa vontade despertada por “Mortal Kombat”, considerado medíocre com seus 55%. Graças ao desempenho norte-americano, a animação japonesa ultrapassou a marca de US$ 440 milhões de bilheteria mundial. Enquanto isso, “Mortal Kombat” chegou a US$ 50 milhões em todo o mundo em seu primeiro fim de semana em cartaz. O filme japonês não tem previsão de lançamento nacional, mas a série em que se baseia pode ser encontrada na Netflix. Já a adaptação do videogame só vai chegar nos cinemas brasileiros em 20 de maio.

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    “Godzilla vs Kong” bate recorde de bilheteria mundial da pandemia

    18 de abril de 2021 /

    A bilheteria gigante de “Godzilla vs Kong” continua aumentando sua arrecadação e, neste fim de semana, bateu o recorde mundial de “Tenet” como filme de maior bilheteria do período da pandemia de covid-19. Com a soma global do fim de semana, a superprodução de monstros da Warner e da Legendary atingiu US$ 390 milhões, abrindo larga vantagem sobre os US$ 363 milhões do filme dirigido por Christopher Nolan. A produção já era, desde 9 de abril, o filme de maior bilheteria da América do Norte durante a fase crítica do coronavírus – ou seja, desde março do ano passado. Ao adicionar mais US$ 7,7 milhões entre sexta e este domingo (18/4), aumentou sua arrecadação norte-americana para US$ 80,5 milhões. Tudo indica que “Godzilla vs Kong” será o primeiro lançamento a ultrapassar US$ 100 milhões nos Estados Unidos e Canadá desde o início da pandemia. A seu favor no circuito cinematográfico pesou a vantagem de ter sido o primeiro filme a estrear após a reabertura dos cinemas de Nova York e Los Angeles, ainda que em eles estejam operando em capacidade reduzida. Por outro lado, “Godzilla vs. Kong” também deixou de vender ingressos por ter sido lançado simultaneamente na HBO Max para assinantes, o que significa que as pessoas que pagam pelo serviço de streaming podem assisti-lo em casa sem nenhum custo extra. A WarnerMedia sugeriu que o filme é um sucesso em streaming, mas, ao contrário dos números das bilheterias, não ofereceu dados para mensurar seu desempenho. O que pode ser mensurado é que na China, onde só está em cartaz nos cinemas, “Godzilla vs Kong” arrecadou US$ 177 milhões até o momento – a maior bilheteria de qualquer título do Monstroverso da Legendary e mais que o dobro do que o filme arrecadou nos EUA e Canadá. Após a América do Norte, o terceiro mercado em que o longa mais faturou foi a Austrália com US$ 19,1 milhões, com o México (US$ 17,3 milhões) e Taiwan (US$ 12,1 milhões) completando o Top 5. Igualmente digno de nota, “Anônimo”, um thriller de ação da Universal estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”), ficou em 2ª lugar no ranking norte-americano com US$ 2,5 milhões, elevando sua arrecadação para US$ 19 milhões nos Estados Unidos e US$ 34 milhões globalmente em quatro semanas. Esta arrecadação razoável foi obtida apesar de um acordo entre a Universal e várias redes de cinema, incluindo AMC e Cinemark, que permitiu o lançamento do filme para locação online sob demanda neste fim de semana.

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    Godzilla vs. Kong supera US$ 350 milhões mundiais

    11 de abril de 2021 /

    “Godzilla vs. Kong” segue fazendo estrago nas bilheterias mundiais. A luta dos monstros gigantes ultrapassou neste fim de semana os US$ 350 milhões de bilheteria global. O desempenho de apenas duas semanas tornou o filme da Warner Bros. e da Legendary Pictures o primeiro blockbuster verdadeiro da era da pandemia. “Tenet” ainda está na frente na arrecadação global, mas os US$ 363 milhões do filme dirigido por Christopher Nolan devem ser superados pelos monstros gigantes antes do próximo fim de semana. A produção já tinha virado, desde sexta-feira (9/4), o filme de maior bilheteria da América do Norte durante o período do coronavírus – ou seja, desde março do ano passado. “Tenet”, que é outra produção da Warner, terminou sua exibição nos cinemas norte-americanos com US$ 58,4 milhões. Nos últimos três dias, “Godzilla vs. Kong” somou mais US$ 13,4 milhões no mercado doméstico, atingindo US$ 69,5 milhões nos EUA – no momento em que a maior parte dos cinemas do Canadá se encontra fechada. Mas é a China que responde pela maior parte do faturamento mundial, com US$ 165,4 milhões. Outros mercados importantes incluem Austrália (US$ 16 milhões), México (US$ 15,8 milhões), Taiwan (US$ 11,7 milhões) e Rússia (US$ 11,1 milhões). Ao todo, “Godzilla vs. Kong” já soma US$ 357,8 milhões no mundo todo e o montante ainda vai crescer muito. O sucesso impressiona porque os cinemas não estão enfrentando apenas as restrições da pandemia. A venda de ingressos também concorre com a forte campanha da HBO Max, que disponibilizou a produção para seus assinantes simultaneamente ao lançamento nas telas. Sem divulgar números, a WarnerMedia também tem comemorado o aumento de receitas com novas assinaturas do serviço. “Estamos entusiasmados com o fato de ‘Godzilla vs. Kong’ estar trazendo o público de volta aos cinemas, onde é exibido em todo o mundo e também para nossos assinantes do HBO Max em suas casas aqui nos Estados Unidos”, disse Toby Emmerich, presidente da Warner Bros. Pictures Group. “É realmente um prazer para todos nós da Warner Bros. e HBO Max podermos agradecer e parabenizar Adam, Legendary e toda a equipe ‘GvK’ pelos excelentes resultados deste filme incrível.” O filme dirigido por Adam Wingard (“Você é o Próximo”) está atualmente sendo exibido em cerca de 40 mercados, mas ainda não estreou no Brasil, em parte da Europa e no Japão, terra natal de Godzilla. A estreia nacional está marcada para 29 de abril, exclusivamente nos cinemas.

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    “Godzilla vs. Kong” vira maior bilheteria da pandemia nos EUA

    10 de abril de 2021 /

    “Godzilla vs. Kong” atingiu uma marca importante na sexta-feira (9/4), ao se tornar o filme de maior bilheteria da América do Norte durante o período da pandemia de coronavírus – ou seja, desde março do ano passado. Na data em que completou dez dias em cartaz, o longa coproduzido pela Warner e a Legendary Pictures chegou aos US$ 60 milhões de faturamento nos EUA e Canadá. Com isso, superou o antigo recordista da era da covid-19, “Tenet”, outra produção da Warner, que terminou sua exibição nos cinemas norte-americanos com US$ 58,4 milhões. “Tenet” ainda está na frente de “Godzilla vs. Kong” no desempenho global, mas os US$ 363 milhões do filme dirigido por Christopher Nolan devem ser superados pelos monstros gigantes na próxima semana. O duelos dos titãs teve a vantagem de ser o primeiro filme a estrear depois que os cinemas de Nova York e Los Angeles reabriam – ainda que com capacidade reduzida – , após um ano inteiro fechados. A expectativa é que “Godzilla vs. Kong” seja o primeiro filme a atingir US$ 100 milhões no mercado interno desde “Sonic – O Filme” (US$ 148 milhões), lançado em fevereiro de 2020. O mais interessante neste desempenho é que o filme também está disponível (sem cobrança extra) na HBO Max.

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    “Godzilla vs. Kong” bate recorde com maior estreia de Hollywood na pandemia

    4 de abril de 2021 /

    A estreia de “Godzilla vs. Kong” nos EUA e Canadá bateu o recorde de bilheteria da era da pandemia, faturando US$ 48,5 milhões em seus primeiros cinco dias de exibição. A estratégia da Warner de lançar o filme na quarta (31/3) deu certo e os elogios da crítica impulsionaram o longa a faturar US$ 32 milhões entre sexta de domingo (4/4), o maior desempenho de fim de semana na América do Norte desde que o público se afastou dos cinemas devido ao coronavírus. Os valores superaram as expectativas mais otimistas da indústria. Vale lembrar que, antes deste fim de semana, “Mulher Maravilha 1984” detinha o recorde da fase pandêmica, com um fim de semana inaugural de US$ 16,7 milhões em dezembro passado, seguido por “Tom e Jerry” com US$ 14 milhões em fevereiro. Curiosamente, todos, incluindo “Godzilla vs. Kong”, são produções da Warner Bros. Pictures e foram disponibilizados simultaneamente na plataforma de streaming HBO Max nos EUA. O lançamento de “Godzilla vs. Kong” em streaming também teria sido monstruoso. Sem fornecer estatísticas ou números específicos, a Warner informou em comunicado que a superprodução teve uma “audiência maior do que qualquer outro filme ou programa disponibilizado na HBO Max desde seu lançamento” em maio do ano passado. No Canadá, onde 80% do mercado ainda está fechado, “Godzilla vs. Kong” foi lançado simultaneamente em PVOD (vídeo premium sob demanda) e arrecadou US$ 3 milhões por meio de várias plataformas de locação digital. A luta dos monstros gigantes também fez estrago nas bilheterias internacionais, com US$ 76,1 milhões nos últimos três dias. Só a China rendeu US$ 44 milhões deste total. Como o lançamento no exterior aconteceu no fim de semana passado, o longa já tem um total de US$ 236 milhões fora da América do Norte. Somando EUA e Canadá, o resultado atinge parâmetros pré-pandemia, com um total mundial de US$ 285 milhões em 11 dias. O sucesso do filme é excepcional, especialmente considerando a concorrência contra si mesmo no streaming e o fato de que 45% das salas de cinema dos EUA ainda estão fechadas. Além disso, as que estão abertas operam com capacidade reduzida para cumprir os protocolos de segurança contra pandemia. A pandemia tem seu próprio ritmo, que, como se descobriu tragicamente, vem em ondas. Apostando contra uma reviravolta, os EUA têm avançado de forma decisiva na vacinação de sua população. Mais de 100 milhões de pessoas já receberam pelo menos uma dose de imunizante no país, permitindo a volta lenta, mas firme e segura, à normalidade. A bilheteria de “Godzilla vs. Kong” é sinal de que o pior está ficando para trás. Infelizmente, por vários e óbvios motivos, o mesmo otimismo não se aplica ao Brasil.

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    Godzilla vs. Kong tem maior estreia nos cinemas americanos desde o começo da pandemia

    2 de abril de 2021 /

    “Godzilla vs. Kong” surpreendeu nas bilheterias dos EUA e Canadá, arrecadando US$ 9,6 milhões em seu primeiro dia de exibição, o que representa a melhor estreia na América do Norte desde o início da pandemia, em março de 2020. O recorde anterior pertencia à “Mulher-Maravilha 1984”, que abriu com US$ 7,5 milhões em dezembro. O desempenho chama atenção especial por refletir uma estreia em dia incomum: na quarta-feira, 31 de março. Além disso, o filme também foi disponibilizado simultaneamente em streaming, para os assinantes da HBO Max. Ao mesmo tempo, mais cinemas abriram nos EUA nos últimos dias, devido ao avanço da vacinação contra o coronavírus. A ótima abertura é mais uma boa marca atingida pela coprodução da Warner e Legendary, que arrecadou US$ 121 milhões no mercado internacional em seu lançamento no exterior, no fim de semana passado. O sucesso se deve principalmente à China, onde rendeu impressionantes US$ 70,3 milhões em seus primeiros três dias de exibição. No Brasil, onde a HBO Max ainda não chegou, “Godzilla vs. Kong” deveria ter estreado na semana passada. Como os cinemas estão fechados, devido ao agravamento da pandemia, a produção teve seu lançamento adiado para o dia 29 de abril.

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    Fãs de “Liga da Justiça” atacam “Godzilla vs. Kong” na internet

    28 de março de 2021 /

    O fandom negativo e abusivo voltou a se manifestar nos últimos dias com o lançamento de uma campanha de fãs de “Liga da Justiça” contra “Godzilla vs. Kong” na internet. A superprodução dos monstros gigantes, que estourou as bilheterias internacionais neste fim de semana, só estreia nos EUA na quarta-feira (31/3), mas já está recebendo várias avaliações negativas de fãs americanos do filme de Zack Snyder em fórums e plataformas de cinema abertas à participação do público. O IMDb, por exemplo, foi inundado por resenhas que não falam do filme, apenas lhe dão nota 1 (a mais baixa) e justificavam a classificação com menções à “Liga da Justiça”. “Eu nunca mais vou apoiar filmes da Warner até que eles restaurem o SnyderVerse”, diz uma crítica. “Nos dê o que queremos! Warner ouça seu público de uma vez e veja a satisfação em relação ao lucro”, reclama outro fã. “Por favor, Zack Snyder é um dos melhores diretores de todos os tempos … Zack SnyderCut é uma obra-prima”, exclamou um terceiro, sem mencionar o filme que estava resenhando. O detalhe é que o MonsterVerse, do qual “Godzilla vs. Kong” faz parte, também tem muitos fãs, que estão contra-atacando com diversas notas 10 (a máxima) no mesmo IMDb, o que está causando grande oscilação na avaliação do filme. A campanha de negativação de “Godzilla vs. Kong” vem acompanhada pela hashtag #RestoreTheSnyderVerse nas redes sociais. E também inclui a invasão de inúmeras páginas de propriedades da Warner, como “Vila Sésamo” e HBO, com o assunto “SnyderVerse”. Ironicamente, a ação negativa só acontece porque a Warner atendeu a uma campanha anterior dos fãs e lançou o “SnyderCut”, que oficialmente ganhou o título de “Liga da Justiça de Zack Snyder”. O filme de quatro horas, atualmente disponível nas plataformas de locação digital, veio à luz após um esforço coletivo que durou anos, desde o lançamento da versão cinematográfica de “Liga da Justiça” em 2017, com refilmagens e reedição de Joss Whedon com aval do estúdio. A “Liga da Justiça” cinematográfica foi execrada pelos fãs da visão sombria do diretor original, Zack Snyder, que não descansaram, incentivados por revelações do próprio cineasta sobre cenas cortadas, até que a Warner percebesse que poderia lucrar com essa dedicação fervorosa, lançando o “SnyderCut”. O problema é que “Liga da Justiça de Zack Snyder” não conclui sua história, que deveria ser continuada em novo filme – ou filmes. E como os presidentes da DC Films e da Warner declararam com todas as letras que a ressurreição da visão de Snyder se resumia à edição do diretor, os fãs ficaram inconformados, exigindo a continuação que o filme sugere e a Warner diz que não vai entregar. Ilustrando um velho ditado popular, a Warner deu a mão e agora os fãs querem o braço inteiro.

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    “Godzilla vs Kong” fatura US$ 121 milhões com maior estreia internacional da pandemia

    28 de março de 2021 /

    Ainda inédito nos EUA (e no Brasil), “Godzilla vs Kong” fez sua estreia internacional em 39 países neste fim de semana. E a Warner ficou feliz. O filme teve um desempenho monstruoso e gigante, com o melhor faturamento de uma produção americana desde que os primeiros cinemas foram fechados devido à pandemia de coronavírus – há um ano. Ao todo, o lançamento rendeu US$ 121,8 milhões de bilheteria mundial, dando a Hollywood a esperança de que as grandes arrecadações voltarão com a reabertura dos cinemas. Para dar noção de como a abertura foi forte, o filme americano que detinha o recorde anterior de maior estreia durante a pandemia era “Tenet”, também da Warner, que faturou US$ 53 milhões em agosto passado. Os monstros brigaram com mais força no mercado chinês, onde a estreia atingiu a marca de US$ 70,3 milhões, representando 82% de toda a arrecadação do país entre sexta e este domingo (28/3). Mas apesar da felicidade da Warner, sua parceira comercial na produção, a produtora Legendary, é quem realmente está comemorando, porque ficou com os direitos exclusivos sobre o mercado chinês na divisão comercial, enquanto a Warner manteve os direitos sobre os lucros do resto do mundo. “Godzilla vs Kong” ainda teve bons lançamentos no México (US$ 6,3 milhões), Austrália (US$ 6,3 milhões), Rússia (US$ 5,8 milhões) e Taiwan (US$ 5,2 milhões), onde marcou a segunda maior abertura da Warner Bros., atrás apenas de “Aquaman”. Já a estreia na Índia (US$ 4,8 milhões) perdeu apenas para “Batman vs Superman” e “A Freira”. Na média, o desempenho tem sido melhor que o sucesso de “Kong: Ilha da Caveira” (2017) e muito superior à decepção de “Godzilla II: Rei dos Monstros” (2019). Os cinemas do circuito Imax também celebraram uma receita de US$ 12,4 milhões em vendas de ingressos, sua melhor arrecadação de estreia desde dezembro de 2019. O filme chega nos EUA e Canadá na quarta-feira (31/3), mas num lançamento simultâneo com sua disponibilização em streaming, na plataforma HBO Max, o que pode impactar sua venda de ingressos. No Brasil, a estreia está marcada para a semana seguinte (8/4), mas esse cronograma deve sofrer alteração, pois a maioria dos cinemas do país se encontram fechados. Em São Paulo, maior mercado cinematográfico nacional, o fechamento está mantido pelo menos até 11 de abril.

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    Novo thriller de ação do criador de John Wick estreia em 1º lugar nos EUA

    28 de março de 2021 /

    O thriller de ação e vingança “Anônimo” estreou em 1º lugar nos EUA e Canadá neste fim de semana, com arrecadação de US$ 6,7 milhões. O desempenho representa o dobro da média de arrecadação de alguns meses atrás, graças à reabertura de mais cinemas em Los Angeles e no resto da Costa Oeste dos EUA. Oito das maiores 25 bilheterias da produção foram contabilizadas em Los Angeles. O filme escrito por Derek Kolstad (criador de “John Wick”) e dirigido pelo russo Ilya Naishuller (“Hardcore: Missão Extrema”) traz Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) como um pai de família que, ao ter a casa invadida por assaltantes, revela suas habilidades secretas como matador profissional. Ou, como ele chama: de “auditor”. Por 12 anos, o aparente homem comum e anônimo trabalhou para pessoas perigosas, mas deixou tudo para trás ao se casar. Com a família ameaçada, ele demonstra porque poucos lembravam de seu passado – ele matou a maioria. A Universal programou a estreia de “Anônimo” para maio no Brasil. Veja o trailer abaixo. O Top 3 norte-americano ainda registrou bons faturamentos para a animação “Raya e o Último Dragão”, da Disney, e o híbrido “Tom & Jerry”, da Warner, que aumentaram seus totais domésticos para US$ 28,4 milhões e US$ 37,1 milhões com mais US$ 3,5 milhões e US$ 2,5 milhões no fim de semana, respectivamente. Ambos também estão disponíveis em streaming no mercado norte-americano. A sci-fi “Mundo em Caos”, estrelada por Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) e Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars”), ficou em 4º lugar com US$ 1,9 milhão e atingiu um total doméstico de US$ 11,5 milhões, enquanto o thriller britânico “The Courier”, com Benedict Cumberbatch (o Doutor Estranho da Marvel), fez US$ 1 milhão em sua segunda semana, chegando a US$ 3,5 milhões em dez dias em cartaz.     1 Anônimo     2 Raya e o Último Dragão     3 Tom & Jerry     4 Mundo em Caos     5 The Courier

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    Raya e o Último Dragão lidera bilheteria dos EUA pela terceira semana

    21 de março de 2021 /

    “Raya e o Último Dragão” manteve a liderança das bilheterias dos EUA e Canadá pelo terceiro fim de semana consecutivo, demonstrando o apelo dos filmes infantis em meio à maior crise da História do mercado cinematográfico. A animação arrecadou mais US$ 5,2 milhões entre sexta e domingo (21/3), numa queda de apenas 5% em relação ao fim de semana passado. A sustentação se deu graças à reabertura dos cinemas de Los Angeles, que receberam permissão para retomar as operações. Mesmo com muitas restrições de funcionamento, Los Angeles foi responsável por 9% de todos os ingressos de cinema vendidos neste fim de semana nos EUA, de acordo com a Comscore. Em outro sinal positivo do mercado, a maior rede de cinemas do país, a AMC Theatres, reabriu na sexta (19/3) 98% de suas locações, incluindo 40 salas na Califórnia. O circuito espera reabrir ainda mais locais no próximo fim de semana. “Há exatamente um ano fechamos todas as unidades da AMC nos Estados Unidos”, disse Adam Aron, CEO da AMC. “Tenho imensa alegria em dizer que, até o final da próxima semana, esperamos que 99% de nossas unidades nos Estados Unidos estejam reabertas.” Por conta da volta dos cinemas, “Raya e o Último Dragão” não foi o único título a manter sua arrecadação praticamente inalterada. Nenhum dos filmes do topo do ranking perdeu mais de 15% em relação ao fim de semana anterior. O híbrido de animação e live-action “Tom e Jerry” permaneceu em 2º lugar com US$ 3,8 milhões, uma queda de 7% em relação ao último fim de semana. O filme, que também está disponível na HBO Max, já arrecadou US$ 33 milhões nas bilheterias nacionais. Internacionalmente, “Tom e Jerry” adicionou outros US$ 4 milhões, elevando sua conta no exterior para US$ 43,5 milhões e o total mundial para US$ 77,2 milhões. No mercado internacional, “Raya e o Último Dragão” acumulou mais US$ 8 milhões de 29 países. O filme, que oferece opção de streaming para assinantes da Disney Plus por um valor adicional, já gerou US$ 71 milhões em todo o mundo até o momento.

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