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  • Filme

    Estreias: O Chamado 3 tem melhor distribuição que três indicados ao Oscar nesta semana

    2 de fevereiro de 2017 /

    Samara quer te pegar na tela de cinema. Mas quem for esperto o suficiente para usar o Google e ler as críticas negativas pode sobreviver. Maior lançamento da semana, “O Chamado 3” chega 12 anos após o último filme da franquia. E passagem tão grande de tempo não impediu a distribuidora de acreditar no apelo da mulher-fantasma de cabelo na cara, que sai das telas para assustar o público. O longa chega em mais de 600 salas nesta quinta (2/2). Entretanto, a maldição é a mesma da “Bruxa de Blair”: uma sequência que decepciona os fãs da franquia. Não tenha medo, porque não é para ter mesmo. O lançamento besteirol nacional da semana ocupa metade deste circuito. “TOC – Transtornada, Obsessiva, Compulsiva” aposta na popularidade da comediante televisiva Tatá Werneck. E surpreende. Seu primeiro filme como protagonista usa metalinguagem para satirizar a carreira da própria atriz. Resta saber se o público brasileiro consegue assimilar comédia com QI acima da média. Juntando terror e cinema nacional, “Clarisse ou Alguma Coisa sobre nós Dois” também está chegando às telas, mas num circuito bem limitado e concentrado no Nordeste. A expectativa do diretor cearense Petrus Cariry é, quem sabe, repetir o fenômeno de seu conterrâneo Halder Gomes, que criou um blockbuster regional com “O Shaolin do Sertão” (2016). O filme já foi exibido em 10 países e coleciona prêmios em alguns festivais de gênero, além do troféu de Melhor Atriz (Sabrina Greve) no CineCeará do ano passado. Belamente fotografado, não é filme de sustos, mas terror de cinéfilo. Os cinéfilos, por sinal, ganham nesta semana mais três filmes indicados ao Oscar para conferir. Com grande lançamento para o gênero dramático (267 salas), “Estrelas Além do Tempo” registra a história de três matemáticas negras que a História esqueceu, graças ao racismo e ao machismo de sua época, revelando como elas ajudaram astronautas americanos a ir ao espaço nos anos 1960. Grande sucesso de bilheteria nos EUA, concorre a três Oscars: Melhor Filme, Roteiro Adaptado e Atriz Coadjuvante (Octavia Spencer). “Jackie” também concorre a três estatuetas: Melhor Atriz (Natalie Portman), Figurino e Trilha Sonora. Como se percebe, é um filme para conferir a performance de Natalie Portman como a ex-primeira-dama Jacqueline Kennedy. A trama se passa nos dias que se seguiram ao assassinato do presidente John Kennedy em 1963 e marca a estreia do diretor chileno Pablo Larraín (“Neruda”) em Hollywood. Ironicamente, o longa com mais indicações tem a menor distribuição (40 salas). Parte drama social, parte western clássico e parte thriller de ação, “A Qualquer Custo” acompanha dois irmãos que rodam cidadezinhas empoeiradas do interior do Texas para roubar bancos que estão querendo roubar a fazenda hipotecada de sua família. A mistura de gêneros é bem equilibrada e resulta num filme crepuscular de machos como há muito tempo o cinema não produzia. Não por acaso, concorre a Melhor Filme, Roteiro Original, Edição e Ator Coadjuvante (Jeff Bridges). Pode ficar sem vencer nenhum Oscar, mas já cumpre a missão de estabelecer definitivamente o ex-ator da série “Sons of Anarchy” Taylor Sheridan como um baita roteirista – é apenas seu segundo roteiro, após a ótima estreia escrevendo “Sicario” (2015). No circuito limitado, os Beatles continuam bastante populares, a ponto de seu novo documentário receber melhor distribuição que o filme do Oscar acima. Dirigido pelo cineasta Ron Howard (“Inferno”), “The Beatles: Eight Days a Week” registra os shows da banda, contando a história de suas turnês mundiais e o motivo que os levou a abandonar os palcos no auge da popularidade. Estreia em 43 salas em horários especiais. O filme dos Beatles também foi cotado para o Oscar, mas acabou preterido, assim como “Armas na Mesa”, thriller político estrelado por Jessica Chastain, que estreia em 14 salas. A atriz chegou a receber indicação ao Globo de Ouro, um troféu mais generoso (por dividir as interpretações entre Drama e Comédia e gerar o dobro de celebridades em sua lista de premiações). Mas não é fácil ir contra o lobby da indústria do armamento nos EUA, como demonstra a própria trama do lançamento, sobre a tentativa de passar leis mais duras contra o porte de armas num país que ainda segue leis do Velho Oeste. Por fim, o drama italiano “A Espera”, com Juliette Binoche, premiado no Festival de Veneza, deságua no circuito de arte, com distribuição por conta-gota. Clique nos títulos para ver os trailers de cada lançamento.

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  • Música

    Roteirista de A Teoria de Tudo vai escrever filme sobre John Lennon e Yoko Ono

    1 de fevereiro de 2017 /

    “Imagine… um filme sobre John Lennon e Yoko Ono.” É assim que o produtor Michael De Luca está apresentando o projeto de um longa-metragem de ficção sobre o roqueiro e sua esposa. Ainda sem título, o projeto pretende retratar o relacionamento do casal com os Beatles, mas principalmente as suas campanhas pacifistas. “A história focará em amadurecimento e temas relevantes como amor, coragem e ativismo nos EUA — com a intenção de inspirar os jovens de hoje a se levantar e ter uma visão clara do mundo que eles desejam”, disse De Luca em comunicado. Ele é produtor de filmes indicados ao Oscar, como “A Rede Social” (2010), “O Homem Que Mudou o Jogo” (2011) e “Capitão Phillips” (2013), mas também de caça-niqueis como “Padre” (2011), o remake de “A Hora do Espanto” (2011), “Drácula: A História Nunca Contada” (2014) e “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). O roteirista Anthony McCarten, indicado ao Oscar por “A Teoria de Tudo” (2014) – outra cinebiografia – , escreverá a trama, que ainda terá, entre os produtores, ninguém menos que a própria Yoko Ono. Apesar do anúncio oficial de sua produção, o filme ainda não tem previsão de estreia.

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  • Etc

    Celebridades que morreram em 2016 ganham tributo no estilo da arte de Sgt. Pepper’s

    30 de dezembro de 2016 /

    Infelizmente, uma das montagens mais populares deste fim de ano é também uma das mais tristes, e um trabalho inacabado em constante atualização. O artista britânico Christhebarker criou um memorial para as celebridades mortas em 2016, no estilo da capa do disco “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles, que se tornou viral. Mas desde que a primeira versão foi divulgada em novembro, ele não pára de atualizar a imagem (veja acima, três versões diferentes). Só nesta semana, foram acrescentadas mais duas personalidades: Carrie Fisher e Debbie Reynolds. São inúmeros rostos famosos, que incluem David Bowie, Prince, Gene Wilder, Alan Rickman, Muhammad Ali, Leonard Cohen, Anton Yelchin, George Kennedy, George Michael, Keith Emerson, Greg Lake, Maurice White, Fidel Castro, o astronauta John Glenn, até o robô R2D2, que perdeu o engenheiro que o criou e seu intérprete original, a boneca da Lady Penélope, em referência à sua criadora, Sylvia Anderson, e o logotipo do time da Chapecoense. Também há alusões a outros fatos marcantes do ano, como o Brexit, saída do Reino Unido da União Europeia, a eleição de Donald Trump para presidente dos Estados Unidos e o Samsung Galaxy Note 7, recolhido pela fábrica por suas “qualidades” explosivas. Fã de Motörhead, ele ainda incluiu a imagem de Lemmy, que morreu na última semana de dezembro de 2015. Confira abaixo um dos primeiros guias das referências da produção, que acabou ficando desatualizado.

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  • Série

    Lúcia McCartney: Fotos da minissérie destacam Antônia Morais como a garota de programa que amava os Beatles

    16 de novembro de 2016 /

    O canal pago GNT divulgou as primeiras fotos da minissérie “Lúcia McCartney”, inspirada em uma das personagens mais marcantes do escritor Rubem Fonseca. Responsável por consagrar o autor como um dos renovadores do conto brasileiro, a história da jovem sonhadora Lúcia, interpretada por Antônia Morais (“Linda de Morrer”), será contada em oito episódios. Amante dos Beatles e, acima de todos, de Paul McCartney, Lúcia encontrou na rotina de garota de programa um modo de viver a vida e se divertir em 1969. Entre a praia, as vitrines das lojas, as ondas do rádio, os discos de vinil e o seu diário, a jovem de 19 anos divide o apartamento com outras duas garotas de programa, cujos nomes também evocam canções dos Beatles: Eleonor – mais velha e protetora, representada pela atriz Mariana Lima (“A Busca”), que tem a vida revirada com a chegada surpresa de um filh – e Marta – aventureira e guerrilheira, vivida pela atriz Mariah Rocha (novela “Balacobaco”), que se envolve na luta contra a ditadura e influencia o destino dos amigos. Produzida pela Zola e com roteiro assinado pelos cineastas Gustavo Bragança (“Desassossego”) e José Henrique Fonseca (“Heleno”), a série também traz Eduardo Moscovis (“Pequeno Dicionário Amoroso 2″) como José Roberto, o homem cheio de mistérios que vai mudar a vida da garota de programa. A direção está a cargo de José Henrique, que é filho de Ruben Fonseca e fez questão de manter na minissérie a mesma narrativa inquietante da obra original, consagrada com o Prêmio Jabuti, o mais importante prêmio literário do Brasil, além da própria época, o ano de 1969, em plena ditadura militar. “É uma honra trabalhar com a obra do meu pai. Trata-se de um conto que leio desde pequeno, uma literatura que me acompanha a vida toda. Por isso sinto um prazer único, além do grande desafio de levar esse conto para a televisão. Um conto com tintas concretistas e ao mesmo tempo popular”, disse José Henrique, em comunicado. Em ação inédita, o GNT disponibilizará todos os episódios da série no GNT Play antes da estreia na TV.

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  • Música

    Festival de Documentários In-Edit deixa São Paulo mais roqueira

    7 de setembro de 2016 /

    A 8ª edição do Festival de Documentários In-Edit Brasil traz a São Paulo 57 filmes de temática musical, numa programação quase toda gratuita. Com abertura nesta quarta (7/9), com a exibição de “Eat That Question – Frank Zappa in His Own Words”, de Thorsten Schütte, sobre o roqueiro Frank Zappa, a mostra tomará 11 salas da cidade e terá 18 estreias nacionais. O In-Edit também contará com filmes sobre os Beatles, Leonard Cohen, Tangerine Dream, Adam Ant, Cream, heavy metal. Mas a programação não tem só o rock. Há um pouco de tudo, como o documentário brasileiro “Waiting for B”, sobre fãs da cantora Beyoncé no país, e “Funk Brasil: 5 Visões do Batidão”, que fazem parte da seleção de curtas do festival, além de “Rogério Duarte, o Tropikaoslista”, sobre o maestro paulista da Tropicália, “Cool Cats”, que acompanha os jazzistas Ben Webster e Dexter Gordon nos anos 1960 e 70, “Esto Es lo que Hay”, que revela o hip-hop cubano, e “Fonko”, sobre os estilos da música pop africana, entre diversas outras opções. O evento deste ano ainda homenageará o documentarista Tony Palmer, com a exibição de oito de seus filmes, que cobrem desde a carreira da cantora erudita Maria Callas até o rock psicodélico dos anos 1960, e contará com feira de vinil, seminários, debates e shows, como das bandas Pin-Ups, cuja trajetória é coberta no documentário “Time Will Burn”, Invasores de Cérebros, presente em “Ariel – Sempre Pelas Ruas”, e do músico Chico Saraiva, tema de “Violão-Canção: Uma Alma Brasileira”. Para mais informações sobre o evento, visite o site oficial.

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  • Música

    Netflix prepara série animada com músicas da Motown

    30 de julho de 2016 /

    Após “Beat Bugs”, a Netflix vai produzir uma nova série animada musical, desta vez inspirada no extenso catálogo de músicas da gravadora Motown. O projeto é do mesmo produtor de “Beat Bugs”, Josh Wakely, e contará com curadoria de Smokey Robinson, um dos maiores artistas da soul music, que assina também a produção musical executiva. Ele foi responsável por escolher os interpretes e as músicas de cada episódio. Assim como “Beat Bugs” fez com as músicas dos Beatles, os episódios da nova atração, ainda sem título, incluirão novas versões de clássicos da Motown, incluindo canções do próprio Robinson, Marvin Gaye, The Jackson 5, Lionel Richie, The Supremes, The Temptations e Stevie Wonder, entre outros. A trama propriamente dita vai girar em torno das aventuras de um amável e tímido menino de oito anos, chamado Ben, que possui uma habilidade artística extraordinária de trazer a arte de rua para a vida. Ben e sua família vivem na cidade imaginária de Motown, inspirada em Detroit e sua rica herança musical. Embalados pelas clássicas canções, ele e seus amigos Angie e Mickey descobrem a magia da criatividade enquanto trazem o brilho de volta à sua cidade e aprendem lições de vida. Vale lembrar que os Jackson 5 já tiveram uma série animada nos anos 1970, “The Jackson 5ive”, que também contou com participação de Diana Ross. E “Ben” foi o título original de um filme de terror com trilha sonora de Michael Jackson – lançado como “Ben, O Rato Assassino” (1972) no Brasil. A nova produção ainda não previsão de estreia. Já “Beat Bugs” chega ao Netflix em 3 de agosto, trazendo devenas de covers dos Beatles.

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  • Música

    Beat Bugs: Série animada com músicas dos Beatles ganha novo teaser

    29 de julho de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou novo teaser de “Beat Bugs”, série animada que acompanha uma banda de besouros que toca músicas dos Beatles. A produção inclui 50 composições dos Beatles, que foram gravadas por artistas contemporâneos, como Eddie Vedder (da banda Peal Jam), Sia, Chris Cornell (da banda Soundgarden), Pink, Of Monsters and Men e Regina Spektor A série foi criada por Josh Wakely (roteirista do curta “My Mind’s Own Melody”) e propõe incentivar uma nova geração de crianças a ter contato com a música dos Beatles. A materialização do projeto foi um acordo raro, pois as músicas dos Beatles não recebem muitas liberações. Mas a Beatlemania já foi explorada pela animação antes. Além da clássica animação psicodélica “Yellow Submarine” (1968), John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr foram personagens de uma série animada americana, que durou três temporadas, entre 1965 e 1967, divulgando a música da banda para as crianças da época. Todos os 13 episódios da 1ª temporada estarão disponíveis no Netflix em 3 de agosto.

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    Beat Bugs: Série animada com música dos Beatles ganha primeiro teaser

    11 de fevereiro de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o primeiro teaser de “Beat Bugs”, série animada que acompanha uma banda de besouros que toca músicas dos Beatles. A produção inclui 50 composições dos Beatles, que foram gravadas por artistas contemporâneos. A canção que embala a prévia, “Magical Mistery Tour”, é cantada por Eddie Vedder (da banda Peal Jam). Outros artistas confirmados na trilha sonora da animação são Sia, Chris Cornell (da banda Soundgarden), Pink, Of Monsters and Men e Regina Spektor A série foi criada por Josh Wakely (roteirista do curta “My Mind’s Own Melody”) e propõe incentivar uma nova geração de crianças a ter contato com a música dos Beatles. A materialização do projeto foi um acordo raro, pois as músicas dos Beatles não recebem muitas liberações. Mas os Beatles já foram explorados pela animação antes. Além da clássica animação psicodélica “Yellow Submarine” (1968), John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr foram personagens de uma série animada americana, que durou três temporadas, entre 1965 e 1967, divulgando a música da banda para as crianças da época. A estreia está prevista para agosto no serviço de streaming.

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    Robert Balser (1927 – 2016)

    8 de janeiro de 2016 /

    Morreu Robert Balser, diretor de animação do musical psicodélico dos Beatles “Submarino Amarelo” (Yellow Submarine, 1968) e do icônico “Heavy Metal – Universo em Fantasia” (1981). Ele faleceu no sábado passado (7/1), num hospital de Los Angeles, de insuficiência respiratória aos 88 anos de idade. “Submarino Amarelo” foi seu primeiro trabalho em longa-metragem, numa carreira que começou com curta-metragens escandinavos e espanhóis, em 1961. Na produção dos Beatles, Balser foi responsável por supervisionar 200 animadores, que realizaram a obra em ritmo frenético e com orçamento mínimo, finalizando-a em menos de um ano. Não havia sequer roteiro, apenas quatro músicas inéditas dos Beatles, que não se envolveram na produção nem para dublar suas contrapartes animadas. Além das músicas, o único ponto de partida era o submarino amarelo do título, de onde veio a ideia de usá-lo numa viagem. Balser contou que o resto só surgiu após muito whisky compartilhado com o codiretor de animação Jack Stokes, mas o resultado foi surpreendente. Com seu visual de pop-art, esquema de cores Day-Glo e personagens bizarros, o filme foi comparado a uma viagem de LSD, conjurando imagens para a psicodelia dos anos 1960 e, de quebra, tornando-se uma das produções mais populares e influentes da história da animação. O sucesso lhe rendeu o convite para criar a abertura animada do filme “Inspetor Clouseau” (1968), terceiro longa da franquia “Pantera Cor-de-Rosa”. Mas logo ele se voltou à televisão, onde também trabalhou em animações antológicas, como a série animada do grupo musical Jackson Five, nos anos 1970, e “A Turma do Charlie Brown”, nos anos 1980. Balser também trabalhou na adaptação de “As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa”, produzida para a televisão em 1979, antes de fazer outra obra cultuada, dirigindo a sequência do personagem “Den” na adaptação dos quadrinhos “Heavy Metal”. Suas cenas foram consideradas o ponto alto do filme, que marcou época pelo pioneirismo, ao oferecer fantasia animada para maiores, entre muito sexo, drogas e rock’n’roll.

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