Amy Schumer vai estrelar o filme com atores da boneca Barbie
A comediante Amy Schumer (“Descompensada”) está em negociações para estrelar o filme com atores da boneca Barbie. A produção será uma comédia, de acordo com o site The Hollywood Reporter. Mas nem precisava dizer. A Sony está determinada a fazer um filme não convencional desde que contratou a roteirista Diablo Cody (“Juno”, “Jovens Adultos”) para realizar a adaptação em 2015. Entretanto, os executivos do estúdio não gostaram muito do que Diablo escreveu e encomendaram três novos roteiros para escritores diferentes, na esperança de que surgisse algo melhor. A ideia vencedora foi a de Hillary Winston (criadora da série “Bad Teacher”). Mas mesmo assim será reescrita. Por Schumer e sua irmã, Kim Caramele. A próxima etapa será encontrar um diretor. Enquanto isso, a atriz Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) está produzindo um filme sobre a criadora da boneca Barbie, a empresária Ruth Handler. Por coincidência, este projeto também não tem previsão de lançamento
Com estreia em mais de mil salas, Ben-Hur tentará o milagre de lotar os cinemas
Apostando contra as previsões pessimistas, a estreia de “Ben-Hur” tem a chance de provar que Jesus Cristo é brasileiro em 1.139 salas de cinema, num dos maiores lançamentos do ano. A produção será a primeira obra de temática religiosa a ocupar a maioria das telas 3D (688) e todo circuito IMAX (12 salas) do país. Isto porque também é um filme de ação, que evoca, inclusive, o sucesso “O Gladiador” (2000) – por sua vez, inspirado no “Ben-Hur” de 1959. Mas enquanto o clássico venceu 11 Oscars e conta com 88% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a terceira versão (há ainda um filme mudo de 1925) recebeu pedradas da crítica americana, com apenas 33% de sorrisos amarelos. Vale a curiosidade de conferir a participação de Rodrigo Santoro, que é pequena, mas mais incorporada à trama que nas versões anteriores, nas quais Jesus aparecia apenas como uma silhueta silenciosa. Após fazer sucesso nos EUA e já garantir uma sequência, o terror “Quando as Luzes se Apagam” chega a 269 salas, explorando o medo do escuro. A história, que combina diversos elementos tradicionais do terror – mulher-fantasma de cabelos longos, família amaldiçoada, criatura que vive nas sombras – tem produção de James Wan (“Invocação do Mal”), que cada vez mais se consagra como principal mestre do terror do século 21. Não é fácil para o gênero agradar a crítica, e “Quando as Luzes se Apagam” emplacou 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. Nem todo filme mal distribuído apela preferencialmente aos cinéfilos. E o lançamento da animação “Barbie: Aventura nas Estrelas” em 44 salas, exclusiva nos cinemas da rede Cinépolis, serve para demonstrar que o circuito limitado não é sinônimo de “circuito de arte”. O filme mostra Barbie como uma princesa cósmica, que voa pelo universo num skate voador. Sério. Tanto que será lançado direto em DVD em países do Primeiro Mundo. Outra apelação comercial, a comédia “O Funcionário do Mês” traz um verniz de sátira social que pode até enganar o cinéfilo desavisado, interessado em conferir um dos maiores sucessos recentes do cinema italiano. Mas seu sucesso se deve ao humor televisivo do ator Checco Zalone, que além de estrelar o besteirol também assina o roteiro, repleto de situações que, no limite da caricatura, reforçam diversos preconceitos. No filme, ele é um funcionário público que se recusa a largar o emprego estável, quando o governo, querendo diminuir a máquina estatal, o força a assumir os piores trabalhos. Em 19 salas. Três filmes franceses integram a programação. Em 11 salas, a comédia dramática “Esperando Acordada” traz Isabelle Carré (“Românticos Anônimos”) envolvendo-se na vida do homem que, por acidente, deixou em coma. Em duas telas apenas em São Paulo, “Mercuriales” acompanha o cotidiano nonsense de duas recepcionistas do prédio parisiense que dá título à produção. E “Francofonia – Louvre sob Ocupação” mistura documentário e ficção para contar a história do famoso museu durante a ocupação nazista da França. A direção é do mestre russo Aleksander Sokurov (“Fausto”) e seu circuito não foi divulgado. O documentário brasileiro “82 minutos” completa a lista, com distribuição no Rio. Dirigido por Nelson Hoineff (“Cauby: Começaria Tudo Outra Vez”), o filme desvenda os bastidores do carnaval da Portela, desde a escolha do samba-enredo até a apuração das notas dos jurados. O título se refere ao tempo do desfile da Escola de Samba, em que “nada pode dar errado”, conforme completa seu subtítulo.
Andy Warhol vira boneca Barbie
O artista plástico, cineasta underground e ícone da pop art Andy Warhol virou Barbie. A fábrica de brinquedos Mattel anunciou nesta quinta-feira o lançamento da boneca, feita em parceria com a Fundação Andy Warhol, que cuida do patrimônio do artista americano, falecido em 1987. Warhol, aliás, chegou a pintar a famosa boneca num de seus quadros de exaltação da cultura pop. “Nossa parceria com a Fundação Andy Warhol celebra a posição das duas marcas na cultura pop”, diz Evelyn Mazzocco, vice-presidente global de Barbie, em comunicado. “Temos um quadro da Barbie Warhol, de 1986, na entrada de nossa sede e estamos muito animados em trazer um pouco de Andy e da Barbie para os fãs neste fim de ano.” A boneca faz parte da linha colecionável da Barbie, que tem edição limitada, e traz algumas das características que marcaram o artista, como o cabelo (peruca) loiro platinado, jaqueta em vinil, camiseta listrada, calça justinha e botas pretas, além de seus inseparáveis óculos escuros. A Barbie Andy Warhol já pode ser comprada no Brasil. Custa R$ 629,99 e está à venda, com exclusividade, no site da loja Ri Happy.
Reese Witherspoon vai produzir filme sobre a criação da boneca Barbie
A atriz Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) vai produzir um filme sobre a criadora da boneca Barbie, a empresária Ruth Handler. A informação foi divulgada após a empresa da atriz, a Pacific Standard, ter comprado os direitos de adaptação do livro “Barbie e Ruth: A História da Boneca mais Famosa do Mundo e da Mulher que a Criou”. O filme vai contar a origem da boneca, passando por sua idealização e destacando o lançamento da primeira Barbie, no final da década de 1950, além de refletir sobre sua influência por todo o planeta. Ruth levou três anos para conseguir aperfeiçoar sua criação, inspirada em brinquedos de papel da filha Barbara (Barbie), até finalmente apresentar a famosa boneca na Feira Internacional de Brinquedos de 1959, em Nova York. Ainda não há informações sobre o cronograma da produção ou sua perspectiva de lançamento. Mas, além deste filme, também está sendo desenvolvido um longa centrado numa aventura de Barbie, que pela primeira vez será vivida por uma atriz real. Este projeto tem roteiro de Diablo Cody, vencedora do Oscar por “Juno” (2007).



