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    Babu Santana recebe diagnóstico de diabetes em hospital

    23 de junho de 2020 /

    Ainda num hospital no Rio, o ator Babu Santana (“Tim Maia”) usou suas redes sociais para tranquilizar o público que o acompanha e que se assustou por causa de sua repentina internação no último fim de semana. Ele explicou em vídeo publicado em seu Instagram que foi diagnosticado com diabetes. E aproveitou a oportunidade para agradecer o carinho que recebeu desde que a notícia de sua hospitalização foi divulgada. “Salve, família! Estou passando aqui para agradecer todo o carinho de vocês. Fiquei muito emocionado. Estou me cuidando, estou bem. O susto veio para me alertar que eu preciso cuidar mais de mim. Meu quadro não é covid, estou com diabetes”, explicou. O ator prosseguiu: “Quero estudar, entender sobre o assunto, mas estou confiante e otimista para ter uma vida mais saudável e tranquila. Queria mandar beijo e abraço por todo o carinho, aos que torceram, rezaram, emanaram energias positivas e quero que vocês cuidem da saúde, façam seus exames regulares, cuidem da saúde, que é nosso maior bem. Paizão está bem e dias melhores virão para todos nós”, finalizou. Babu está em um hospital na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, desde a última sexta (19/6). Exames feitos no dia descartaram infecção pelo novo coronavírus, mas o hospital informou que o ator permaneceria internado para realizar exames. Na legenda do vídeo abaixo, ele diz que em breve voltará para casa. Ver essa foto no Instagram Boa noite, família! Passando pra agradecer todo o carinho de vcs, em breve tô indo pra casa, tô bem e agora é cuidar da saúde. Muito obrigado!!!🙏🏿💚 Uma publicação compartilhada por Babu Santana (@babusantana) em 22 de Jun, 2020 às 4:12 PDT

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  • Etc

    Babu Santana passa mal e é internado em hospital do Rio

    20 de junho de 2020 /

    O ator Babu Santana (“Tim Maia”), que ficou mais conhecido ao participar do “BBB20”, precisou ser internado às pressas em um hospital da zona oeste do Rio de Janeiro após passar mal na sexta-feira (19/9). Um comunicado nos Stories do Instagram do ator informou que ele passa bem e que foi descartada a suspeita de covid-19. Mas permanece internado no hospital para a realização de exames de rotina. Apesar de tranquilizar os seguidores, a publicação pede a eles que torçam por sua recuperação. “Aos fãs e amigos do Babu, gostaríamos de informar que paizão está bem. Só o que a família pede a vocês neste momento é que emanem energias positivas para que ele volte para casa o mais rápido possível”, diz a mensagem. Por sua vez, sua namorada, Tatiane Melo, publicou nas redes sociais que estava com Babu e reforçou que ele está bem. Veja as mensagens abaixo.

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  • Música

    Babu Santana canta as belezas do Vidigal em clipe do produtor Papatinho

    12 de junho de 2020 /

    O produtor musical Papatinho lançou nesta sexta (12/6) o clipe de “Morrão”, que conta com participações do rapper L7nnon e do ator, ex-BBB e cada vez mais cantor Babu Santana (o “Tim Maia”). Babu é quem canta o refrão e rouba a atenção no vídeo, que foi gravado no morro do Vidigal, no Rio, em meio aos moradores do local – que dá nome à música. Com direção de Rafael Carmo, o clipe tem belas paranômicas da favela, que se apresenta ensolarada, dançante e romântica. O Morrão surge como uma das belezas mais autênticas do Rio de Janeiro, como alternativa aos postais manjados de praia, carnaval, monumentos e biquínis. Pra quem não conhece, Papatinho produziu Anitta e Ludmilla, com quem gravou “Onda Diferente”, e já trabalhou até com Snoop Dogg.

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  • TV

    Babu Santana festeja novo contrato com a Globo em “tempos difíceis”

    8 de maio de 2020 /

    O ator e agora ex-“BBB” Babu Santana (“Tim Maia”) foi contratado oficialmente pela Rede Globo e comemorou o novo emprego nesta sexta-feira (8/5) em seu Instagram, com uma foto em que mostra o novo crachá de empregado. Ele também aproveitou para agradecer ao público pelo carinho e torcida no reality show. “Em tempos difíceis, como esse que passamos, é um privilégio dizer a vocês que: Paizão não tá mais desempregado! Gratidão à Rede Globo e a todos vocês que torceram e torcem por mim! FAVELAAAAAAAA”, escreveu Babu em sua publicação. Um detalhe curioso: na foto do crachá, Babu aparece com o inseparável pente no cabelo, que virou sua marca registrada. O ator tem mais de 40 obras de cinema, 15 novelas e 20 peças no currículo, mas não deixou claro em qual área irá atuar na emissora carioca. De todo modo, não será a primeira vez que Babu trabalhará na Globo. Atualmente, ele pode ser visto na reprise da novela “Novo Mundo”, na pele do jagunço Jacinto. Ver essa foto no Instagram Em tempos difíceis, como esse que passamos, e um privilégio dizer a vcs que: Paizão não tá mais desempregado! Gratidão a @redeglobo e a todos vcs que torceram e torcem por mim! FAVELAAAAAAAA Uma publicação compartilhada por Babu Santana (@babusantana) em 8 de Mai, 2020 às 12:35 PDT

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  • Reality,  TV

    Após Big Brother, Babu Santana vai aparecer em quatro filmes e planeja dirigir documentário

    29 de abril de 2020 /

    O ator Babu Santana (“Tim Maia”) revelou numa live no Instagram seus próximos projetos após a popularidade conseguida no “Big Brother Brasil” – ou “BBB 20”. Para começar, ele vai aparecer em quatro longas inéditos, que já tinha filmado antes de entrar no reality show da Globo. São eles: “Intervenção”, um filme de ação previsto para estrear em 10 de setembro, a comédia “Quatro Amigas numa Fria”, em que faz apenas uma participação, “Suburbanos: O Filme”, versão de cinema para a série do Multishow, e “Oeste Outra Vez”, um western alternativo que ele terminou de rodar em setembro do ano passado. Mas para seu próximo projeto, quer também dirigir. Babu pretende se unir ao amigo Luciano Vidigal, que é ator, cineasta e professor de teatro do Nós do Morro, grupo que o revelou, para realizar um documentário. A ideia é rodar de carro pelo Brasil atrás de suas raízes, buscando encontrar seus parentes de raízes africanas e origens indígenas. Ele aproveitou a live, que reuniu 40 mil pessoas, para pedir apoio da Fiat na empreitada. “Quero rodar o Brasil de Toro”, disse o ator, em referência ao carro que ganhou da montadora após sair do programa.

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  • Filme

    Café com Canela é um achado que não merecia ficar perdido em poucas salas

    1 de setembro de 2018 /

    Impressionante como “Café com Canela” consegue ser ao mesmo tempo experimental e tão popular, tão capaz de falar ao grande público. O premiado trabalho de Glenda Nicácio e Ary Rosa, que venceu três troféus no Festival de Brasília 2017 e apresenta a uma baianidade muito gostosa, traz duas histórias paralelas: a de duas mulheres negras, de diferentes idades e situações. A jovem Violeta (a estreante Aline Brunne, encantadora) ganha a vida vendendo coxinhas e cuidando da avó muito velhinha e acamada, além de também cuidar com muita alegria e amor do marido, dos filhos e dos amigos. A outra linha paralela mostra um cenário mais sombrio, o de Margarida (Valdinéia Soriano, de “Ó Paí, Ó”), uma mulher que vive presa na própria casa, pela depressão causada pela perda do filho pequeno. O contraste entre as duas vidas é bem explícito e é natural sentirmos certo mal estar quando estamos na casa de Margarida, tão triste e tão abandonada. Mais do que isso: um lugar assombrado. Por isso o gosto pela vida de Violeta pega o público tão fortemente: é lindo vê-la cantando para a avó doente e que só se comunica pelos olhos e pelo sorriso. Ela canta com muito carinho, dá-lhe massagens nas mãos. Claro que nem tudo são flores e Violeta testemunha também a triste partida de um de seus vizinhos em outra passagem muito emocionante e também cheia de amor. Há algumas cenas que se destacam e que, ao serem lembradas, falam forte ao coração. Desde a mais simples, que pode ser vista como apenas um detalhe, envolvendo o cachorro e a avó de Violet ou o cantar de um dos personagens coadjuvantes. Ou, ainda, a descrição antecipada e triste da perda de um grande amor do personagem de Babu Santana (de “Tim Maia”) e a cena da bicicleta. Meus Deus, o que dizer da cena da bicicleta, algo capaz de encher os corações de amor? E no meio de tudo isso, no meio de uma celebração da vida como poucos filmes são capazes, ainda há um semi-monólogo fantástico de Margarida sobre a magia do cinema. Sim, a vida pode ser maravilhosa, mas o cinema é fantástico. Há até uma brincadeira com a quebra da quarta parede. Há ainda espaço para a celebração da riqueza da cultura afrobrasileira. O que lembra que se trata de um filme inteiramente feito com atores e atrizes negros, grande maioria da população da Bahia, onde “Café com Canela” se passa. No final, nem são esses detalhes – se é que podemos chamar de detalhes, inclusive os formais -, mas o quanto o filme mexe com as emoções do público. Um achado que, por falta de salas, tende a ficar perdido, como tantas outras joias recentes do cinema nacional.

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  • Filme

    Mundo Cão faz suspense com Lázaro Ramos assustador

    19 de março de 2016 /

    Uma pena que certos lançamentos brasileiros, por não terem um apelo tão popular quanto as “globochanchadas”, estejam sendo tratados como vira-latas: é uma semana em cartaz e rua! Tende a ser o caso de “Mundo Cão”, o retorno à boa forma de Marcos Jorge, até hoje mais lembrado pelo ótimo “Estômago” (2007). No novo filme, Jorge retoma a parceria com Lusa Silvestre, roteirista de seu longa de estreia, numa trama bem construída. Claro que, quem esperar algo tão bom quanto “Estômago” pode se desapontar, mas a força de “Mundo Cão”, sua eficiência como suspense e o desempenho espetacular do elenco são inegáveis. O filme começa apresentando Nenê, personagem de Lázaro Ramos (“O Vendedor de Passados”), um sociopata que agencia máquinas eletrônicas de bingo de bar e que usa seus cachorros adestrados para impor medo. E é por causa do que acontece com um de seus cães que Nenê entra na vida de Santana, vivido por Babu Santana (“Tim Maia”), empregado de uma empresa prestadora de serviços ao Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo. Nenê quer vingança após um de seus cães, capturado pela carrocinha, ser sacrificado. A história também apresenta a família de Santana, que é um homem simples casado com Dilza (Adriana Esteves, de “Real Beleza”), evangélica que confecciona calcinhas para ajudar nas despesas da casa e que cuida de dois filhos, uma moça surda-muda e um garotinho que quer torcer pelo Palmeiras, para tristeza do pai corinthiano. Toda essa família acabará prejudicada pelo encontro fatídico entre Nenê e Santana. Saber isso da trama já é mais do que suficiente. Como há reviravoltas, qualquer outra revelação pode estragar as surpresas do filme – independente de serem ou não previsíveis. A construção do personagem de Lázaro Ramos é um dos pontos altos da produção. Em alguns momentos, ele beira o grotesco, mas de vez em quando se manifesta com alguns tons de cinza, principalmente nos momentos em que contracena com o filho de Santana, o que permite que deixe de ser meramente um antagonista. É um papel sob medida para Ramos se provar um dos grandes atores do cinema brasileiro contemporâneo. A moça que faz a filha (Thainá Duarte, da novela “I Love Paraisópolis”) também vai ganhando força ao longo da narrativa, configurando-se numa bela revelação. Já a personagem evangélica de Adriana Esteves, por outro lado, é bem caricata. Mas apesar dos desempenhos, fica a impressão de que o filme poderia resultar bem melhor, especialmente após mostrar situações capazes de deixar o espectador paralisado. Em parte por conta de uma indecisão estilística, entre seguir o suspense até o limite ou buscar alívio pela comédia. De todo modo, trata-se de um trabalho eficiente, preocupado em amarrar os menores detalhes que servirão para a conclusão de sua trama.

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    Zootopia é a maior e melhor estreia em semana repleta de bons lançamentos no cinema

    17 de março de 2016 /

    Numa semana repleta de bons lançamentos, o mais amplo é “Zootopia – Essa Cidade É o Bicho”, nova animação da Disney, que chega em 950 salas (600 em 3D e 12 em Imax). O estúdio de Walt Disney, que tem como símbolo um animal falante que se veste como gente, trouxe a premissa antropomórfica à sua maturidade com “Zootopia”, uma obra repleta de intertexto, capaz de lidar com preconceitos e estereótipos, e trazer uma mensagem relevante de inclusão, enquanto diverte como poucas. Não só a coelha Judy Hopps e o raposo Nick Wilde são ótimos personagens, mas o ambiente elaborado em que vivem, repletos de coadjuvantes hilários, vira do avesso a história dos desenhos antropomórficos, gênero que, no passado, serviu para perpetuar inúmeros preconceitos raciais. Ágil, esperta, vibrante e bastante engraçada, a produção é simplesmente a melhor animação de bicho falante da Disney desde que os curtas do Mickey Mouse se tornaram falados. Não há como elogiá-la mais que isso.   O épico “Ressurreição” tem a segunda maior distribuição da semana, ocupando 470 salas no vácuo do sucesso de “Os 10 Mandamentos”. Entretanto, apesar de sua narrativa estar fortemente ligada à origem do cristianismo, a produção é menos estridente em sua pregação religiosa. Na verdade, opta pela abordagem oblíqua, como “O Manto Sagrado” (1953), “Ben-Hur” (1959) e “Barrabás” (1961), clássicos do gênero sandália e espada que incluem histórias de Jesus. Na trama, Joseph Fiennes (que já foi “Lutero”) vive um centurião romano cético, que tem a missão de averiguar a ressurreição de Jesus e desmentir o boato do milagre. O resultado é uma aventura bem melhor que o esperado, com direito a um Jesus finalmente retratado como (Yeshua) um homem de pele mais escura e sem olhos azuis (o maori Cliff Curtis, da série “Fear the Walking Dead”). Em 86 salas, o suspense brasileiro “Mundo Cão” marca o reencontro do diretor Marcos Jorge com o roteirista Lusa Silvestre, que fizeram juntos o ótimo “Estômago” (2007). Mas os clichês de gênero e a dificuldade com que o clima tenso se encaixa no início mais leve e cômico deixam o filme nas mãos do elenco, que impressiona por sua capacidade de fazer o espectador embarcar na sua história de vingança setentista, sobre um homem violento, em busca de justiça pela morte de seu cachorro nas mãos de um funcionário do Departamento de Controle de Zoonoses (a popular carrocinha). Lázaro Ramos (“O Vendedor de Passados”) e Babu Santana (“Tim Maia”) estão ótimos como protagonistas, Adriana Esteves (“Real Beleza”) perfeita como a esposa evangélica, mas a surpresa fica por conta da jovem Thainá Duarte, em sua estreia no cinema, poucos meses após debutar como atriz na novela “I Love Paraisópolis” (2015).   O circuito limitado destaca mais dois filmes brasileiros, ambos documentários. “Eu Sou Carlos Imperial” resgata uma figura histórica, fomentador da Jovem Guarda e cafajeste assumido, que escreveu hits, estrelou pornochanchadas e foi jurado de calouros do Programa Sílvio Santos. Repleto de imagens de arquivo e entrevistas exclusivas com Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Eduardo Araújo, Tony Tornado, Dudu França, Mário Gomes e Paulo Silvino, o filme tem direção da dupla Renato Terra e Ricardo Calil, que já havia realizado um ótimo resgate da história musical brasileira em “Uma Noite em 67” (2010). Chega em apenas três salas do Espaço Itaú, no Rio e em São Paulo. Por sua vez, “Abaixando a Máquina 2 – No Limite da Linha” é desdobramento de um documentário anterior sobre a ética do fotojornalismo, do “uruguaio carioca” Guillermo Planel. Com imagens muito potentes (de fato, sensacionais) e tom crítico, o filme mergulha nos protestos que se seguiram à grande manifestação de junho de 2013, questionando a cobertura da mídia tradicional, ao mesmo tempo em que abre espaço para a autoproclamada “mídia ninja”, buscando refletir o jornalismo na era das mídias sociais – que, entretanto, é tão ou até mais tendencioso. Desde que o filme foi editado, por sinal, aconteceram as maiores manifestações de rua do Brasil, que, além de historicamente mais importantes, politizaram o país com um debate que escapou da reflexão filmada – e que a tal “mídia ninja” faz de tudo para menosprezar. Será exibido em apenas uma sala, no Cine Odeon no Rio.   Entre os filmes de arte que pingam nos cinemas, o que chega mais longe é “Cemitério do Esplendor”, nova obra climática do tailandês Apichatpong Weerasethakul, que venceu a Palma de Ouro em 2010 com “Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas”. Ocupa oito salas – quatro no Rio e as demais em Niterói, Maceió, Porto Alegre e São Paulo. A trama se desenvolve em torno de um hospital na Tailândia que recebe 27 soldados vítimas de uma estranha doença do sono. O drama francês “A Linguagem do Coração”, de Jean-Pierre Améris (“O Homem que Ri”) faz o público chorar em apenas seis salas (quatro em São Paulo, mais Porto Alegre e Campinas). Passada em 1885, mostra a dedicação de uma freira para ajudar uma menina nascida surda e cega a ter convívio social. A história é baseada em fatos reais. Por fim, a comédia dramática argentina “Papéis ao Vento” ocupa uma única sala, o Cine Belas Artes em Belo Horizonte. Trata-se da mais recente adaptação do escritor Eduardo Sacheri (“O Segredo dos Seus Olhos”), que a direção de Juan Taratuto (“Um Namorado para Minha Esposa”) transforma em filme sensível e envolvente, comprovando a qualidade atual do cinema argentino. A história gira em torno de três amigos que decidem recuperar o investimento do quarto integrante da turma, recém-falecido, que apostou tudo o que tinha num jogador de futebol decadente. Divertido e humanista, pena o lançamento ser invisível pra a maioria dos brasileiros, pois é questão vital aprender como o cinema de nuestros hermanos consegue ser popular e artístico simultaneamente. Estreias de cinema nos shoppings Estreias em circuito limitado

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    Mundo Cão: Suspense com Lázaro Ramos ganha trailer impactante

    26 de janeiro de 2016 /

    A dobradinha Paris Filmes e Downton Filmes suspendeu seu cardápio de comédias ruins para oferecer um trailer dramático impactante. A prévia de “Mundo Cão” oferece um embate tenso e eletrizante entre os personagens de Lázaro Ramos (“O Vendedor de Passados”), inconformado com a morte de seu cachorro, e Babu Santana (“Tim Maia”), funcionário público do departamento de Zoonoses. O primeiro é um tipo perigoso, que cria cachorros violentos e resolve levar sua vingança ao extremo. Como um predador, ele espreita os filhos de Santana, obcecado em fazê-lo passar pelo mesmo desespero que ele sentiu ao ver seu cachorro morto. O elenco também inclui Adriana Esteves (“Real Beleza”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Thainá Duarte (novela “I Love Paraisópolis”). Dirigido por Marcos Jorge (“Estômago”), o filme teve première no Festival do Rio e a estreia comercial está marcada para abril, em data a ser confirmada.

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