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    Rose McGowan acusa atrizes do Globo de Ouro de “falsidade” por pegar carona nas denúncias de assédio

    8 de janeiro de 2018 /

    Uma das atrizes mais estridentes a ganhar proeminência nas denúncias de assédio e abuso sexual em Hollywood desdenhou das manifestações do Globo de Ouro 2018. Rose McGowan acusou as estrelas que vestiram preto na premiação de “falsidade”, numa conversa pública com Asia Argento no Twitter. As duas sofreram tentativas de estupro de Harvey Weinstein. Asia Argento tuitou: “Ninguém pode esquecer que você foi a primeira a romper o silêncio. Qualquer um que tente diminuir o seu papel nisso é um troll ou um inimigo do movimento. Você me deu coragem de falar. Estou com você até a morte”. E, em sua resposta, McGowan criticou as outras atrizes. “E nenhuma daquelas pessoas chiques usando preto para honrar nossos estupros teria levantado um dedo se não fosse por isso. Não tenho tempo para a falsidade de Hollywood, mas você eu amo”. No one should forget that you were the first one who broke the silence. Anyone who tries to diminish your work is a troll and an enemy of the movement. You gave me the courage to speak out. I am on your side until I die. — Asia Argento (@AsiaArgento) January 7, 2018 And not one of those fancy people wearing black to honor our rapes would have lifted a finger had it not been so. I have no time for Hollywood fakery, but you I love, .@AsiaArgento #RoseArmy https://t.co/9e0938y5sI — rose mcgowan (@rosemcgowan) January 8, 2018

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    Rose McGowan ataca atrizes que querem se vestir de preto no Globo de Ouro

    17 de dezembro de 2017 /

    A atriz Rose McGowan disparou tuítes raivosos contra a iniciativa de algumas atrizes, que estariam planejando vestir preto no Globo de Ouro 2018, num “protesto silencioso” contra o assédio sexual. “As atrizes, como Meryl Streep, que trabalharam felizes para O Porco Monstruoso, estão usando preto no Globo de Ouro em um protesto silencioso. O SEU SILÊNCIO é o problema. Vocês aceitarão um prêmio falso sem perder o fôlego e não farão nenhuma mudança real. Eu desprezo a hipocrisia de vocês. Talvez todas devessem usar Marchesa”, ela escreveu, citando a grife da ex-mulher de Harvey Weinstein, também conhecido como O Porco Monstruoso nos tuítes de McGowan. A revista US Weekly apurou que ao menos 30 atrizes já haviam se comprometido a vestir preto na premiação como forma de protesto. Há poucos dias, McGowan já tinha criticado Meryl Streep por seus comentários sobre Harvey Weinstein. Na época, a atriz indicada ao Globo de Ouro por “The Post” disse que o escândalo sexual envolvendo o produtor “foi um gigantesco caso de desrespeito”. Em resposta, a estrela de “Planeta Terror” escreveu no Twitter: “Não, Meryl! Foi uma po**a de um crime! Você é uma mentira”. McGowan foi uma das vítimas de Harvey Weinstein que aceitou dinheiro e assinou um contrato para ficar em silêncio. E se manteve em silêncio por duas décadas, tendo se recusado a participar da reportagem que iniciou tudo, na qual Ashley Judd deu a cara a bater, ao se tornar a primeira atriz a denunciar o produtor. Procurada pelo New York Times quando ainda era arriscado falar, ela se recusou a se pronunciar. Tampouco se apresentou para uma segunda reportagem, publicada pelo New York Post, que denunciou Weinstein por estupro. Nesta ocasião, as corajosas também foram outras: Mira Sorvino, Rosanna Arquette e Asia Argento. Dez dias após a explosão do escândalo, ela foi ao Twitter revelar que tinha sido estuprada por Weinstein. Desde então, mantém o volume no máximo. Actresses, like Meryl Streep, who happily worked for The Pig Monster, are wearing black @GoldenGlobes in a silent protest. YOUR SILENCE is THE problem. You’ll accept a fake award breathlessly & affect no real change. I despise your hypocrisy. Maybe you should all wear Marchesa. — rose mcgowan (@rosemcgowan) December 16, 2017

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    Após acusarem Harvey Weinstein, atrizes Rose McGowan, Asia Argento e Annabella Sciorra se encontram

    26 de novembro de 2017 /

    Três das mais engajadas acusadoras dos abusos de Harvey Weinstein, as atrizes Rose McGowan, Asia Argento e Annabella Sciorra se encontraram no fim de semana nos Estados Unidos. McGowan e Argento compartilharam a mesma foto do encontro em suas páginas no Instagram. Rose escreveu: “Momentos mágicos com @asiaargento & @iamannabellasciorra #WomenRise #Survivors #ROSEARMY”. Já Argento publicou um poema ao lado da foto: “Você é minha irmã/ E eu amo você/ Talvez todos seus sonhos se tornem realidade Eu quero isso para você/ Eles vão se tornar realidade @rosemcgowan @ iamannabellasciorra”. O que o grupo estava fazendo durante a reunião não foi abordado nas imagens. No entanto, Anthony Bourdain, célebre chef da TV, que está namorando Argento, também tuitou a foto com a legenda: “Foi uma honra cozinhar para esta reunião das mentes @AsiaArgento @rosemcgowan @AnnabellSciorra”. As três atrizes são as que mais têm dado dor de cabeça para Weinstein, com acusações de estupro. O nome de McGowan foi citado na primeira reportagem do jornal New York Times em outubro, que deu início à avalanche de escândalos sexuais que assola Hollywood, e após a polêmica veio à público falar de seu estupro. Argento foi a primeira atriz a assumir para a imprensa ter sido estuprada por Weinstein. E Sciorra afirmou que o produtor invadiu sua casa para estuprá-la.

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    Academia do Oscar terá código de conduta após escândalo sexual de Harvey Weinstein

    27 de outubro de 2017 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas decidiu tomar algumas providências para impedir novos escândalos sexuais, como os casos de abuso e até estupro denunciados por atrizes contra o produtor Harvey Weinstein. A CEO do Oscar, Dawn Hudson, revelou que serão criados novos códigos de conduta para os membros da organização, em comunicado divulgado nesta sexta-feira (27/10). “Assim como você, o Conselho dos Governadores [os diretores da Academia] está preocupado sobre o assédio sexual e o comportamento predatório no local de trabalho, especialmente na nossa indústria. Acreditamos que a nossa Academia tem a obrigação de trazer uma atmosfera respeitosa e segura para os profissionais que fazem filmes”, Hudson disse na nota divulgada para a imprensa. “Para este fim, estamos avançando para estabelecer um código de conduta aos nossos membros, o que irá incluir política para avaliar as alegadas violações e determinar ações de desfiliação da Academia”, completou. No dia 14 de outubro, os 54 membros do conselho decidiram expulsar Weinstein, após o jornal The New York Times revelar alegações de assédio sexual contra o produtor. A reportagem inspirou dezenas de atrizes a romperem o silêncio para se juntarem às denúncias, alegando até estupro. Mais de 50 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. E nesta semana o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão de Weinstein com o mundo da moda, com denúncias de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e também pelo BAFTA, a Academia britânica, e o Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA). Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal. A repercussão do caso fez com que várias outras estrelas relatassem suas experiências de abuso em Hollywood. E o diretor James Toback foi acusado por quase 40 atrizes em uma reportagem do jornal Los Angeles Times. Em menos de uma semana, o número saltou para mais de 200, entre elas algumas famosas, como Selma Blair e Rachel McAdams. “Estamos consultando especialistas em leis e ética para ter um melhor entendimento do que mais podemos e deveríamos fazer. Apesar de não termos a intenção de funcionar como um corpo investigativo, temos o direito e obrigação como uma associação voluntária de manter padrões limpos de conduta em ambiente de trabalho para aqueles que aceitamos como membros”, acrescentou Dawn Hudson.

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    Escândalo sexual de Harvey Weinstein vai virar documentário

    23 de outubro de 2017 /

    A dupla de documentaristas Kirby Dick e Amy Ziering anunciaram nesta segunda-feira (23/10) que pretendem transformar o escândalo sexual de Harvey Weinstein num documentário. Dick e Ziering trabalharam juntos em quatro documentários, respectivamente como diretor e produtora, além de colaborarem como roteiristas. Seus dois filmes mais recentes trataram de abusos sexuais: “The Invisible War” (2012), sobre casos de estupros no serviço militar dos Estados Unidos, foi indicado ao Oscar, e “The Hunting Ground” (2015) sobre estupros em campus universitários, concorreu ao Emmy. Além das denúncias contra o poderoso produtor Harvey Weinstein, a dupla pretende explorar outros casos controversos envolvendo executivos e cineastas de Hollywood. “O que nosso filme vai abordar, especialmente agora que vivemos um marco na história de Hollywood, são os inegáveis casos de abuso e manipulação que partem daqueles que têm o poder na indústria. Nosso filme também vai ressaltar a coragem necessária daquelas que se posicionaram e se tornaram os catalisadores da mudança”, afirmou Dick, em comunicado. Ziering explicou que a ideia do filme é antiga, e resulta das primeiras exibições de “The Invisible War”. “Toda vez que apresentamos esse filme em Hollywood, atores e executivos vinham até nós e diziam que eles tiveram experiências semelhantes aqui”, disse ela. “Então, começamos a trabalhar neste projeto e imediatamente nos encontramos lutando com as mesmas forças que mantiveram essa história silenciada por tanto tempo. Todos ficavam assustados com o que aconteceria com suas carreiras, e preocupados se seriam processados. Os distribuidores não estavam dispostos a financiar ou lançar o filme, e poucas pessoas estavam dispostas a assumir as denúncias”. Tudo mudou nas últimas semanas, após o escândalo de Weinstein. “É como uma barragem invisível tivesse desmoronado”, ela comparou. “As pessoas finalmente falaram em grande número, e sentimos que essa indústria e o país estão finalmente preparados para um filme implacável sobre a realidade do abuso sexual e do assédio em Hollywood”. O filme está sendo financiado pelo Impact Partners, que bancou os últimos filmes da dupla, mas a data de estreia ainda não foi anunciada.

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    Matt Damon confessa que sabia do assédio de Harvey Weinstein a Gwyneth Paltrow

    23 de outubro de 2017 /

    Matt Damon foi com George Clooney ao programa “Good Morning America” para promover o filme “Suburbicon”, mas acabou tendo que responder sobre as acusações de assédio e estupro de Harvey Weinstein, produtor do longa que o projetou, “Gênio Indomável” (1990), pelo qual recebeu o Oscar de Melhor Roteiro, além do programa “Project Greenlight” (2001–2015), que ele concebeu com seu amigo Ben Affleck. Assim que as denúncias começaram a aparecer na mídia, o ator afirmara que não tinha noção do que acontecia e que se sentia muito mal pelas mulheres que passaram por tamanha humilhação. Agora, ele confessou que sabia que Weinstein tinha assediado Gwyneth Paltrow, mas achava que ele era apenas “mulherengo” e “babaca”, não um estuprador em série. Damon sabia do caso de Gwyneth, porque ela namorou seu amigo Ben Affleck nos anos 1990, e o assunto veio à tona na época de “O Talentoso Ripley” (1999), uma produção da Miramax, empresa de Weinstein, que Damon e Paltrow estrelaram. “Eu sabia dessa história, mas eu nunca falei com ela sobre isso. Ben me contou, mas eu sabia que eles tinham chegado a um acordo. Ela lidou com isso. Ela era a primeira-dama da Miramax e Weinstein a tratou com muito respeito. Sempre”, afirmou o ator. “Quando as pessoas dizem que todos sabiam, sim, eu sabia que ele era um babaca. Ele tinha orgulho disso”, Damon acrescentou. “Bastava passar cinco minutos com ele para saber que era um valentão, que era intimidante. Essa era a lenda: conseguir sobreviver a uma reunião com Harvey”. “Eu sabia que ele era um mulherengo. Eu não gostaria de ser casado com esse cara, mas isso não é uma questão minha, na verdade. Mas esse nível de predação sexual criminosa é algo que jamais imaginei”, disse o ator, ressaltando que nunca viu Weinstein agir de maneira inapropriada com nenhuma mulher em público. Mais de 50 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. E nesta semana o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão de Weinstein com o mundo da moda, com denúncias de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e também pelo BAFTA, a Academia britânica, e o Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA). Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal.

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    Produtora The Weinstein Company é investigada pela promotoria de Nova York

    23 de outubro de 2017 /

    A produtora The Weinstein Company (TWC) está sob investigação e foi intimada pela promotoria de Nova York a entregar documentos confidenciais, após o escândalo sexual que envolveu seu fundador Harvey Weinstein. O foco são as reclamações de assédio sexual no ambiente de trabalho. A justiça quer averiguar se a empresa acobertou ou mesmo se facilitou o assédio do magnata contra suas funcionárias. O promotor de Nova York, Eric T. Schneiderman, pediu que a companhia entregasse todos os documentos relacionados a queixas oficiais ou não oficiais contra o executivo. Ele também afirmou que está analisando como a produtora lidou com as denúncias, se houve acordos com vítimas e quais eram os critérios de contratação. O objetivo é verificar se houve violação de leis trabalhistas ou de direitos humanos na forma como a TWC lidou com as denúncias de assédio contra Weinstein. “Nenhum nova-iorquino deveria ser forçado a entrar em um local de trabalho dominado por intimidação sexual, assédio ou medo. Se assédio sexual e discriminação estão entranhados em uma empresa, nós queremos saber”, declarou o promotor em comunicado. Mais de 50 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. E nesta semana o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão de Weinstein com o mundo da moda, com denúncias de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e também pelo BAFTA, a Academia britânica, e o Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA). Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal.

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    Asia Argento é chamada de “prostituta” pela imprensa italiana após denunciar estupro de Harvey Weinstein

    18 de outubro de 2017 /

    A atriz italiana Asia Argento, uma das primeiras mulheres a acusar o produtor Harvey Weinstein de estupro, revelou ter precisado deixar seu país após fazer a denúncia. Ela se mudou para Berlim, na Alemanha, após ser atacada por uma avalanche de críticas machistas na imprensa italiana. Basta acompanhar seu Twitter para testemunhar um verdadeiro linchamento moral, em que a atriz é chamada de prostituta, cocainômana e coisas piores. Em entrevista à rede italiana Rai, Argento contou que denunciar o assédio inspirou outro tipo de assédio contra ela. “Não tinha tido coragem de falar até agora porque… viu o que aconteceu, vinte anos depois do ataque?” A atriz revelou o estupro em uma reportagem da revista New Yorker. Em seu relato, ela contou que foi atacada por Weinstein quando tinha apenas 21 anos, após ser convidada para uma festa onde só havia ele em um quarto de hotel. Parte da mídia italiana tem criticado a atriz e outras vítimas de Weinstein pela demora em revelar os abusos cometidos pelo produtor. Um exemplo pode ser visto no título de um artigo publicado no jornal Libero: “Primeiro elas cedem, depois reclamam e fingem lamentar”. O subtítulo completa: “Ceder aos avanços sexuais de seu chefe é prostituição, não estupro”. No Twitter, Argento afirmou que vai processar o jornal por “ofender sua reputação e insultar sua dignidade como mulher”. O jornal respondeu aumentando (ou baixando) o tom, com artigos que tentam “explicar” a diferença entre prostituição e estupro. Asia definiu o posicionamento da imprensa de seu país como medieval, ao falar sobre o caso com a revista Variety. Seria um reflexo da cultura católica do país, que influencia até as leis italianas. “Eu estou sendo criticada pela mídia italiana, o que é medieval”, disse ela, acrescentando que “até os anos 1960 você podia matar sua mulher e isso era chamado de ‘crime de honra’ se ela tivesse traído. Até 1996, o estupro era considerado um crime contra a moral, não contra uma pessoa”. Mais de 40 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e pelo BAFTA, a Academia britânica, além do Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA). Ele também deve enfrentar um processo criminal.

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    Diretor da Amazon é suspenso após acusação de assédio da filha do autor de Blade Runner

    13 de outubro de 2017 /

    A Amazon suspendeu o diretor responsável por sua unidade de filmes e séries após acusações de assédio sexual feitas por uma produtora de televisão. Um porta-voz da empresa afirmou que o diretor do Amazon Studios, Roy Price, recebeu uma “licença efetiva imediatamente”. A medida foi adotada depois que Isa Hackett, produtora da série “The Man in the High Castle”, principal sucesso da Amazon, contou à revista The Hollywood Reporter que o executivo lhe fez várias propostas sexuais, em julho de 2015. Hackett é filha do escritor Philip K. Dick, autor da história adaptada no filme “Blade Ranner” e na série “The Man in the High Castle”, além de inspirador da antologia “Philip K. Dick’s Electric Dreams”, que estreia em 2018 no serviço de streaming. Ela afirmou que Price lhe fez insinuações indecentes em um táxi a caminho da Comic-Con em San Diego, na Califórnia. Ela disse que deixou claro que não estava interessada – pois é lésbica, com mulher e filhos -, mas que Price insistiu, de acordo com a revista, e inclusive se aproximou dela durante o evento e gritou “sexo anal” em seu ouvido. Hackett disse ao Hollywood Reporter que relatou o comportamento de Price aos executivos do estúdio, que teriam iniciado uma investigação. Mas, após dois anos, ela nunca foi informada sobre o que aconteceu após isso, nem observou nenhuma punição. Price, por sinal, não foi demitido. Apenas ganhou uma “licença”. A revelação acontece horas após a atriz Rose McGowan disparar diversos tuítes para o fundador da Amazon Jeff Bezos. No primeiro, ela disse: “Jeff Bezos, eu contei ao chefe do seu estúdio que HW me estuprou. Eu disse diversas vezes. Ele me respondeu que isso não tinha sido provado. Eu disse que eu era a prova”. O chefe do estúdio era Roy Price. A nova polêmica acontece poucos dias após o estouro do escândalo sexual de Harvey Weinstein, um dos produtores mais famosos do cinema americano, que teria assediado e abusado de atrizes e funcionárias ao longo de várias décadas, aproveitando-se de estrelas em começo de carreira, entre elas Angelina Jolie e Gwyneth Paltrow. Ele também foi acusado de estupro por algumas vítimas, conforme a história foi ganhando novas vozes, ao longo da semana passada. Várias mulheres alertaram que o caso de Weinstein não era único, mas um padrão de comportamento nos bastidores da indústria de entretenimento, e que outros escândalos viriam à tona após Ashley Judd ter tomado coragem para tornar-se a primeira atriz a romper o pacto de silêncio, denunciando Weinstein publicamente na reportagem do jornal The New York Times que escancarou a história sórdida. Para complicar a situação da Amazon, a plataforma estava desenvolvendo duas séries caras com a Weinstein Company, que já consumiram milhões de dólares em produção: “The Romanoffs”, de Matthew Weiner (criador de “Mad Men”), e um projeto ainda sem título de David O. Russell (diretor de “O Lado Bom da Vida”, “Trapaça” e “Joy”). “Estamos revendo as opções que temos em relação aos projetos com a Weinstein Company”, disse o porta-voz da companhia, no mesmo contato sobre o executivo licenciado.

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    Polícia quer que atrizes façam denúncia formal contra Harvey Weinstein

    12 de outubro de 2017 /

    As polícias de Nova York, Los Angeles e Londres se manifestaram sobre acusações de assédio contra o produtor Harvey Weinstein, anunciando que pretendem abrir investigações sobre o escândalo. De acordo com a imprensa internacional, as autoridades estão convidando as mulheres citadas nas reportagens e que se manifestaram nas redes sociais a realizarem denúncias formais para o processo criminal ter início. O produtor de Hollywood teve sua carreira enterrada por uma reportagem devastadora do jornal The New York Times, que trouxe à tona 30 anos de abusos sexuais sistemáticos com atrizes, colaboradoras e funcionárias de suas produtoras, Miramax e The Weinstein Company. Desde então, o número de mulheres que decidiram romper o silêncio não para de aumentar, envolvendo atrizes famosas como Angelina Jolie e Gwyneth Paltrow. Mas o que tem despertado mais interesse da polícia são as acusações de estupro contidas numa segunda reportagem bombástica, publicada pela revista New Yorker e escrita por Ronan Farrow (filho da atriz Mia Farrow). Além da atriz italiana Asia Argento, outras duas mulheres acusam o magnata de estupro. Em 2015, a polícia de Nova York chegou a abrir uma investigação, a partir da denúncia da modelo italiana Ambra Battilana Gutierrez, mas na ocasião, mesmo com gravações incriminadoras, a promotoria considerou não ter provas suficientes para abrir um processo. As gravações foram utilizadas na reportagem de Farrow.

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    Léa Seydoux diz que Harvey Weinstein tentou beijá-la à força

    11 de outubro de 2017 /

    A atriz francesa Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”) escreveu um artigo para o jornal The Guardian em que conta sua experiência traumática com Harvey Weinstein. O relato é bastante similar ao feito por Cara Delevingne em seu Instagram, inclusive na participação de uma funcionária da The Weinstein Company na encenação, antes dos dois ficarem sozinhos e ele tentar abusá-la. “Nós nos encontramos no lobby de seu hotel”, escreveu Seydoux. “Sua assistente, uma jovem mulher, estava lá. Durante toda a noite, ele flertou e olhou para mim como se eu fosse um pedaço de carne. Ele agiu como se estivesse me considerando para um papel. Mas eu sabia que isso era uma besteira. Eu sabia disso, porque eu podia ver isso em seus olhos. Ele tinha um olhar luxurioso. Ele estava usando seu poder para fazer sexo. “Ele me convidou para entrar no quarto do hotel para tomar uma bebida. Subimos juntos. Era difícil dizer não, porque ele é tão poderoso. Todas as meninas têm medo dele. Em pouco tempo, a assistente dele saiu e ficamos só nós dois. Foi nesse momento que ele começou a perder o controle. “Nós estávamos falando no sofá quando ele de repente pulou sobre mim e tentou me beijar. Eu tive que me defender. Ele é grande e gordo, então eu tive que ser forte para resistir a ele. Saí de seu quarto, completamente desapontada. Mas não tinha medo dele. Porque eu sabia que tipo de homem ele era o tempo todo”. Seydoux também acrescentou: “Estive com jantares com ele, onde ele se gabou abertamente sobre as atrizes de Hollywood com que teve relações sexuais. Ele também me disse muitas coisas misóginas ao longo dos anos”. A atividade secreta do produtor de cinema de 65 anos como um predador sexual de jovens estrelas de cinema foi denunciada por uma reportagem do jornal The New York Times na semana passada e amplificada por novas denúncias, em particular o estupro sofrido por Asia Argento, revelado pela revista The New Yorker. Após estrelas famosas como Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Ashley Judd, Rose McGowan, Rosanna Arquette e Mira Sorvino romperem o silêncio após 20 anos de abusos, estrelas mais jovens como Cara Delevingne e agora Léa Seydoux revelam que a situação foi perpetuada até recentemente, inclusive com a utilização de funcionários da produtora The Weinstein Company. Além disso, o produtor se gabava de seus atos inapropriados publicamente.

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    Cara Delevingne compartilha sua experiência de abuso com Harvey Weinstein

    11 de outubro de 2017 /

    A atriz Cara Delevingne (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) se juntou ao coro das denúncias contra o assédio sexual praticado pelo produtor Harvey Weinstein. A atividade secreta do produtor de cinema de 65 anos como um predador sexual de jovens estrelas de cinema foi denunciada por uma reportagem do jornal The New York Times na semana passada e amplificada por novas denúncias, em particular o estupro sofrido por Asia Argento, revelado pela revista The New Yorker. Após estrelas famosas como Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Ashley Judd, Rose McGowan, Rosanna Arquette e Mira Sorvino romperem o silêncio após 20 anos de abusos, Cara Delevingne foi ao Instagram revelar que a prática sórdida continuava até recentemente. E mais: Weinstein se orgulhava de seus assédios. Ela publicou um longo texto na rede social nesta quarta (11/10), compartilhando sua história de terror com Weinstein. Tudo começou com uma ligação. Leia a íntegra do post traduzido abaixo: “Quando comecei a trabalhar como atriz, eu recebi uma ligação de Harvey Weinstein perguntando se eu tinha dormido com algumas das mulheres com as quais eu estava aparecendo na mídia. Foi uma ligação muito estranha e disparatada, e eu não respondi nenhuma das perguntas dele, mas, antes que eu desligasse, ele disse que se eu fosse gay ou decidisse ficar com uma mulher especialmente em público, nunca faria o papel de uma mulher heterossexual ou conseguiria me estabelecer como atriz em Hollywood. Um ou dois anos depois, fui com um diretor a uma reunião num hotel, em que falaríamos com ele sobre um filme. O diretor saiu da reunião e Harvey me pediu para ficar e conversar com ele. Assim que ficamos sozinhos, ele começou a se gabar de todas as atrizes com as quais tinha dormido, como ele ajudou suas carreiras e falou sobre outras coisas inapropriadas de natureza sexual”. Ele então me convidou para o seu quarto. Recusei rapidamente e perguntei a sua assistente se meu carro estava fora. Ela disse que não estava e demoraria um pouco e eu deveria ir ao quarto dele. Naquele momento, eu me senti muito impotente e assustada, mas não queria demonstrar, porque esperava que estivesse errada sobre a situação. Quando cheguei, fiquei aliviada por encontrar outra mulher no quarto e achei que estava segura. Ele pediu para que nos beijássemos e ela começou a avançar em minha direção. Eu rapidamente me levantei e perguntei se ele sabia que eu poderia cantei e comecei a cantar… Achei que seria a melhor forma de lidar com a situação… mais profissional… como se fosse um teste… Fiquei tão nervosa. Depois de cantar, eu disse novamente que eu tinha que ir embora. Ele me conduziu até a porta e parou na minha frente, tentando me beijar nos lábios. Eu o impedi e consegui sair do quarto. Acabei ficando com o papel no filme e sempre pensei que ele me deu por causa do que aconteceu. Mas, desde então, fiquei mal por ter feito o filme. Senti que não merecia o papel. Eu fiquei muito hesitante para denunciar… Não queria machucar sua família. Senti-me culpada como se tivesse feito algo de errado. Também estava aterrorizado por isso ter acontecido com tantas mulheres que eu conhecia, mas nenhuma tinha dito nada, por causa do medo”. When I first started to work as an actress, i was working on a film and I received a call from‎ Harvey Weinstein asking if I had slept with any of the women I was seen out with in the media. It was a very odd and uncomfortable call….i answered none of his questions and hurried off the phone but before I hung up, he said to me that If I was gay or decided to be with a woman especially in public that I'd never get the role of a straight woman or make it as an actress in Hollywood. A year or two later, I went to a meeting with him in the lobby of a hotel with a director about an upcoming film. The director left the meeting and Harvey asked me to stay and chat with him. As soon as we were alone he began to brag about all the actresses he had slept with and how he had made their careers and spoke about other inappropriate things of a sexual nature. He then invited me to his room. I quickly declined and asked his assistant if my car was outside. She said it wasn't and wouldn't be for a bit and I should go to his room. At that moment I felt very powerless and scared but didn't want to act that way hoping that I was wrong about the situation. When I arrived I was relieved to find another woman in his room and thought immediately I was safe. He asked us to kiss and she began some sort of advances upon his direction. I swiftly got up and asked him if he knew that I could sing. And I began to sing….i thought it would make the situation better….more professional….like an audition….i was so nervous. After singing I said again that I had to leave. He walked me to the door and stood in front of it and tried to kiss me on the lips. I stopped him and managed to get out of the room. I still got the part for the film and always thought that he gave it to me because of what happened. Since then I felt awful that I did the movie. I felt like I didn't deserve the part. I was so hesitant about speaking out….I didn't want to hurt his family. I felt guilty as if I did something wrong. I was also terrified that this sort of thing had happened to so many women I know but no one had said anything because of fear. Uma publicação compartilhada por Cara Delevingne (@caradelevingne) em Out 11, 2017 às 10:39 PDT

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    Estreia de Asia Argento como diretora tinha cena inspirada em abuso de Harvey Weinstein

    11 de outubro de 2017 /

    A atriz e diretora italiana Asia Argento, que afirmou ter sido estuprada por Harvey Weinstein numa entrevista para a revista The New Yorker, reviveu a experiência em sua estreia como cineasta. A cena de abuso sexual de um produtor de Hollywood, que faz parte do autobiográfico “A Diva Escarlate” (2000), foi inspirada em Weinstein, ela revelou no Twitter. Asia confirmou ter transformado o horror que sofreu em arte. “Eu escrevi e dirigir esta cena em 1999. #Weinstein”, escreveu, incluindo um vídeo da cena no post. A cena registra um produtor de roupão, alegando cansaço e pedindo uma massagem, prometendo depois ler um roteiro da atriz, vivida pela própria Argento. Mas conforme a cena avança, ele aproveita a situação para assaltar sexualmente a jovem. Veja abaixo. A diferença para a vida real é que, na ficção, ela conseguiu fugir. Ela contou que foi levada ao quarto de hotel de Weinstein por um empregado italiano da Miramax, com a desculpa que havia uma festa. Mas, ao chegar lá, Harvey Weinstein estava sozinho de roupão. Ele lhe falou de um projeto e pediu-lhe uma massagem antes de continuar, e de repente avançou sobre ela, levantou sua saia e passou a fazer sexo oral nela, apesar de protestos para que parasse. Foi em 1997, dois anos antes dela escrever “Scarlet Diva”. Asia Argento tinha 21 anos. I wrote and directed this scene in 1999. #Weinstein pic.twitter.com/VFRJQM0O4M — Asia Argento (@AsiaArgento) October 10, 2017 Fabrizio Lombardo brought me to Weinstein's room when I was 21 in '97. He told me it was a Miramax party. Only Harvey was there. — Asia Argento (@AsiaArgento) October 11, 2017

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