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  • Série

    Emily in Paris: Netflix anuncia série romântica estrelada por Lily Collins

    13 de julho de 2020 /

    A Netflix anunciou nesta segunda (13/7) a aquisição da série “Emily in Paris”, que será lançada na plataforma ainda em 2020. O anúncio foi acompanhado das primeiras imagens da atração. A série da ViacomCBS foi originalmente produzida para o canal pago americano Paramount, mas acabou negociada com a plataforma e não será mais vista na TV. Seus episódios agora serão exclusivos do serviço de streaming. Desenvolvida por Darren Star, o criador das séries clássicas “Barrados no Baile” e “Sex and the City”, além da mais recente “Younger”, “Emily in Paris” é uma comédia romântica estrelada por Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), a filha do cantor Phil Collins. Ao longo de 10 episódios, a produção vai acompanhar Emily, uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris, depois que a empresa americana em que trabalha compra uma agência francesa. Com a tarefa de comandar as estratégias de redes sociais da empresa, Emily parte para a França, onde pretende viver incríveis aventuras e superar desafios, enquanto lida com seus novos colegas, faz novos amigos e, claro, inicia novos romances. O elenco da atração também inclui os atores Ashley Park (“Crônicas de San Francisco”), Lucas Bravo (“La Crème de la Crème”), Samuel Arnold (“National Theatre Live: Antony & Cleopatra”), Camille Razat (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”), Bruno Gouery (“50 São os Novos 30”), Kate Walsh (“13 Reasons Why”), William Abadie (“Homeland”) e os veteranos Arnaud Viard (“Graças a Deus”) e Philippine Leroy Beaulieu (“Vatel, um Banquete para o Rei”).

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  • Filme

    Diane Lane faz turismo gastronômico enriquecedor em Paris Pode Esperar

    13 de junho de 2017 /

    Curiosa a trajetória de Diane Lane. Embora tenha aparecido e se destacado em filmes importantes quando jovem (seu primeiro filme é de 1979), foi só com “Infidelidade” (2002), de Adrian Lyne, que ela de fato chamou a atenção como protagonista. Em seguida, pôde ser vista em duas comédias leves e agradáveis, “Sob o Sol da Toscana” (2003) e “Procura-se um Amor que Goste de Cachorros” (2005). Tudo isso dentro do curto espaço de três anos. O melodrama “Noites de Tormenta”, de 2008, em que ela reencontra Richard Gere, talvez tenha sido seu último trabalho de destaque antes de se tornar mais conhecida como a mãe de Superman. Na verdade, nem são grandes filmes, mas que se tornaram dignos de atenção por causa da atriz. “Paris pode Esperar” (2016) é o seu retorno ao mundo das viagens na Europa (de “Sob o Sol da Toscana”) e também a uma possível infidelidade, ao menos uma tentação, durante uma viagem de carro de Cannes a Paris. Na trama, ela é Anne, esposa de um produtor de Hollywood (Alec Baldwin, e “Blue Jasmine”) que o acompanha no Festival de Cannes (edição de 2015). Acontece que ela está sofrendo de dores no ouvido e alguém sugere que ela não viaje de avião – o marido está indo a Budapeste antes de ir a Paris. A solução seria encontrar o marido em Paris e um amigo francês do marido, Jacques (Arnaud Viard, e “Grandes Amigos”), oferece-se para levá-la à capital. Há quem vá achar que “Paris pode Esperar” é só mais um filme sobre turismo gastronômico, mas pode ser uma experiência maior e melhor do que se espera. A matriarca Eleanor Coppola, esposa do cineasta Francis Ford Coppola, se aventura na direção de seu primeiro filme de ficção e sabe acentuar bem não apenas as diferenças entre americanos e franceses, mas também suas afeições mútuas. Vem de muito longe o namoro entre Estados Unidos e França e da mesma forma que tantos cineastas franceses homenagearam obras e diretores americanos, os franceses são apreciados em muitos aspectos pelos americanos, por sua maior sofisticação cultural e culinária. Enquanto Jacques é o homem que crê que a vida deve ser muito bem vivida a cada momento e cada sabor, Anne é uma mulher essencialmente visual. Ela está sempre tirando fotos de tudo que encontra pelo caminho, da comida, inclusive. Não que isso seja uma simplificação do que hoje se vê nas redes sociais. Suas fotos são mesmo obras de arte, como bem destaca Jacques, sempre elevando o astral de Anne e fazendo-a perceber o quanto ela é uma mulher especial. Esse francês galanteador tornará a viagem de Anne memorável, embora não se saiba o futuro dos dois. De todo modo, “Paris pode Esperar” não é exatamente sobre a relação desse casal e uma possível infidelidade, mas como esse percurso é importante para ambos, como, aliás, é tarefa de todo “road movie” que se preze. E também como deve ou deveria ser toda viagem que fazemos, enriquecendo nossa alma através do contato com novas pessoas, novos lugares e novos sabores. Com o filme, os espectadores ganham um passeio baratinho pela França, além de um olhar de cumplicidade para aqueles personagens. Que o diga o olhar final de Diane Lane para a câmera-espectador.

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