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  • TV

    Camila Pitanga volta à “Dona de Mim” após suposta morte de sua personagem

    31 de outubro de 2025 /

    Atriz retomou as gravações da novela das sete da Globo e confirmou o retorno de Ellen, dada como morta nos primeiros capítulos

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  • TV

    “Dona de Mim” prepara limpa em seu time de vilões

    12 de setembro de 2025 /

    Novela da Globo prepara saída de personagens e mudança de foco em suas tramas a partir de outubro

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  • TV

    Tony Ramos grava cena de reencontro com Sofia em “Dona de Mim”

    4 de setembro de 2025 /

    Ator gravou nos Estúdios Globo momento emocionante entre Abel e a filha, previsto para ir ao ar em outubro

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  • TV

    Cena da morte de Abel em “Dona de Mim” emociona redes sociais

    5 de agosto de 2025 /

    Acidente provocado por sabotagem de Jaques surpreende telespectadores e gera elogios à atuação de Tony Ramos

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  • TV

    Tony Ramos aparecerá em “Dona de Mim” com cenas inéditas após morte de Abel

    4 de agosto de 2025 /

    Ator deixou sequência de flashbacks gravados antes de encerrar participação na novela das 19h

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  • TV

    Morte de Abel provoca virada em “Dona de Mim” e abre caminho para golpe de Jaques

    2 de agosto de 2025 /

    Vilão vivido por Marcello Novaes assume mansão e empresa após provocar acidente que mata personagem de Tony Ramos

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  • TV

    “Dona de Mim” sofre reviravolta com fim de mistério e destino trágico da família Boaz

    5 de julho de 2025 /

    A carta de Ellen, com revelação sobre a paternidade de Sofia, desencadeia uma série de acontecimentos inesperados e mudanças dramáticas

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  • TV

    Alice Braga expressa revolta com atuação de influenciadores

    23 de agosto de 2024 /

    A atriz não concorda em ter que produzir conteúdo digital para conseguir novos trabalhos

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  • Série

    Não Foi Minha Culpa: Fernanda Nobre sofre violência doméstica em trailer de série

    26 de julho de 2022 /

    A plataforma Star+ divulgou o trailer de “Não Foi Minha Culpa”, série brasileira com formato de antologia que retrata a violência doméstica e o feminicídio. Escrita por Juliana Rosenthal (“O Amor no Divã”) e Michelle Ferreira (“Amor sem Medida”), os episódios contam histórias supostamente inspiradas em acontecimentos reais, girando em torno de príncipes encantados que se revelam ogros do mal. O elenco destaca Fernanda Nobre (“Deus Salve o Rei”), Malu Mader (“Turma da Mônica – Lições”), Dalton Vigh (“A Divisão”), Armando Babaioff (“Bom Sucesso”), Aline Dias (“Salve-se Quem Puder”), Karol Lanes (“Minha Mãe é uma Peça”), Ana Paula Secco (“Tropa de Elite”), Gabrielle Joie (“Toda Forma de Amor”), Virgínia Rosa (“Éramos Seis”), Luana Xavier (“A Vida Invisível”), Sandra Corveloni (“O Outro Lado do Paraíso”), Suzy Lopes (“Fim de Festa”), Simone Iliescu (“Leste Oeste”), Cyria Coentro (“Velho Chico”) e Elisa Lucinda (“Manhãs de Setembro”). A relação de coadjuvantes também é grande, com Vinícius de Oliveira (“Segunda Chamada”), Daniel Blanco (“Totalmente Demais”), Dandara Mariano (“A Força do Querer”), César Mello (“Bom Dia, Verônica”), Enrico Cardoso (“Escola de Gênios”), João Baldasserini (“Haja Coração”), Felipe Kannenberg (“Menos que Nada”), Jennifer Nascimento (“Malhação: Sonhos”), Marat Descartes (“Colônia”), Marcello Airoldi (“A Vida da Gente”), Robson Nunes (“Tim Maia”), Rômulo Braga (“Sangue Azul”) e as irmãs Bianca Comparato (“3%”) e Lorena Comparato (“Impuros”). Isto porque serão 10 episódios com histórias diferentes. A produção faz parte de um projeto latino da Star+, que também produziu séries sobre a mesma temática na Colômbia e no México. Por isso, o nome completo da série nacional é “Não Foi Minha Culpa: Brasil” – diferenciando-se assim de “Não Foi Minha Culpa: Colômbia” e “Não Foi Minha Culpa: México” (já disponível na Star+). A estreia da versão brasileira vai acontecer em 10 de agosto.

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  • Etc

    Mario Frias perde processo contra ator que o chamou de racista

    20 de março de 2022 /

    O secretário especial de Cultura Mário Frias perdeu uma ação que movia contra Armando Babaioff (“Segundo Sol”) por danos morais. Ele processou o ator por ser chamado de “racista”, “bosta” e “sem talento”, após escrever no Twitter em 2021 que o ativista negro Jones Manoel “precisava de um bom banho”. A decisão publicada na sexta-feira (18/3) pelo 6º Juizado Especial Cível de Brasília, no Distrito Federal, julgou a ação improcedente e ainda sugeriu que Frias foi racista mesmo. Além de considerar que as definições de Babaioff sobre Frias partem da opinião pessoal referente a uma pessoa “política que é ocupadora de cargo público”, sendo assim, sujeita ao “escrutino popular”, a sentença ainda destacou que o racismo ainda é “notório” em nosso país e que “há a incorreta e lamentável associação de afrodescendentes a aspectos negativos, tais como a sujeira”. De fato, Frias teve que se explicar posteriormente porque considerava que um homem negro “precisava de um bom banho”. O secretário disse que suas palavras se tratavam de uma metáfora que indicava que o ativista precisava “tomar um banho de caráter”, apesar não ter usado a palavra “caráter”. Para o juizado, Mário Frias “não desconhece a potencial interpretação de que indicar que pessoa afrodescendente precisaria ‘tomar um banho’ leva à natural percepção de repetição da associação pejorativa em questão”. A decisão ainda cabe recurso.

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  • Série

    Fernanda Nobre será vítima de feminicídio em série da Star+

    7 de dezembro de 2021 /

    A atriz Fernanda Nobre (“Deus Salve o Rei”) vai estrelar uma série sobre feminicídio na plataforma Star+. Intitulada “Não Foi Minha Culpa”, a atração mostrará Fernanda como uma atriz que se casa com um colega de trabalho. Mas conforme ele começa a fazer sucesso, tenta impedi-la de exercer sua profissão. Depois, a afasta da família e dos amigos. Até matá-la. Escrita por Juliana Rosenthal (“O Amor no Divã”) e Michelle Ferreira (“Amor sem Medida”), a trama é supostamente inspirada em acontecimentos reais. Além da série brasileira, dirigida por Susanna Lira (“Rotas do Ódio”), outros casos de feminicídio também inspiraram produções similares da Star+ na Colômbia e no México. Por isso, o nome completo da série nacional é “Não Foi Minha Culpa: Brasil” – diferenciando-se assim de “Não Foi Minha Culpa: Colômbia” e “Não Foi Minha Culpa: México”. A produção nacional já foi totalmente gravada em São Paulo, com produção da Cinefilm, e se passa durante o carnaval, acompanhando dez personagens diferentes. O elenco destaca Malu Mader (“Turma da Mônica – Lições”), Dalton Vigh (“A Divisão”), Armando Babaioff (“Bom Sucesso”), Aline Dias (“Salve-se Quem Puder”), Karol Lanes (“Minha Mãe é uma Peça”), Ana Paula Secco (“Tropa de Elite”), Gabrielle Joie (“Toda Forma de Amor”), Virgínia Rosa (“Éramos Seis”), Luana Xavier (“A Vida Invisível”), Sandra Corveloni (“O Outro Lado do Paraíso”), Suzy Lopes (“Fim de Festa”), Simone Iliescu (“Leste Oeste”), Cyria Coentro (“Velho Chico”) e Elisa Lucinda (“Manhãs de Setembro”). A relação de coadjuvantes também é grande, com Vinícius de Oliveira (“Segunda Chamada”), Daniel Blanco (“Totalmente Demais”), Dandara Mariano (“A Força do Querer”), César Mello (“Bom Dia, Verônica”), Enrico Cardoso (“Escola de Gênios”), João Baldasserini (“Haja Coração”), Felipe Kannenberg (“Menos que Nada”), Jennifer Nascimento (“Malhação: Sonhos”), Marat Descartes (“Colônia”), Marcello Airoldi (“A Vida da Gente”), Robson Nunes (“Tim Maia”), Rômulo Braga (“Sangue Azul”) e as irmãs Bianca Comparato (“3%”) e Lorena Comparato (“Impuros”). A série terá 10 episódios, e as primeiras fotos podem ser vistas abaixo. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Introdução à Música do Sangue é filme autoral brasileiro que merece mais público

    9 de julho de 2017 /

    “Introdução à Música do Sangue” é um exemplo de filme autoral brasileiro que, apesar de sua sensibilidade e beleza, provavelmente alcançará um número reduzido de espectadores. No foco da narrativa, um casal de idosos vive no interior de Minas Gerais ainda sem energia elétrica, uma existência muito simples e pobre, bem discrepante em relação às possibilidades tecnológicas que se estabeleceram ao longo do século 20 e deslancharam no 21. Ney Latorraca e Bete Mendes, dois intérpretes brilhantes, compõem os personagens do casal de idosos. Ela, à espera ansiosa da chegada da luz elétrica, para poder costurar numa máquina que lhe poupe o esforço físico do pedalar mecânico. Já ele, rejeita a chegada da energia elétrica, não quer mudar seu mundo, nem ter de pagar uma conta mensal de algo que ele julga desnecessário. Por outro lado, há o despertar da sexualidade de menina (Greta Antoine) agregada à vida do casal, quando por lá aparece um jovem peão (Armando Babaioff), que vai acabar produzindo conflitos naquela vida pacata e parada no tempo. Angústias vêm à tona, a repressão, o desejo, o descontrole se inserem na trama, instalando o drama e a tragédia onde nada parecia estar acontecendo. O que estava por vir, aflora subitamente. O que estava represado, emerge. O que estava contido, transborda. O filme parte do argumento inacabado do escritor Lúcio Cardoso, com direção e roteiro do veterano Luiz Carlos Lacerda (“For All”, “Leila Diniz”) e uma magnífica fotografia de Alisson Prodlik. “Introdução à Música do Sangue” é todo filmado com a luz natural do dia e dos lampiões e velas acesos, à noite, o que contribui para criar uma ambiência poética para o mundo rural primitivo que retrata. A direção de arte de Oswaldo Lioi, na zona rural de Cataguazes, onde ocorreram as filmagens, insere o espectador naquele ambiente. A música de David Tygel é bonita e envolvente. E ainda se destaca a belíssima melodia de Tom Jobim, “Derradeira Primavera”, em tratamento instrumental. Será uma pena se esse trabalho artístico de qualidade passar despercebido, enquanto tantas mediocridades comerciais alcançam cifras expressivas de público.

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  • Filme

    Prova de Coragem queria ser grande num mercado que não cresce

    15 de maio de 2016 /

    “Prova de Coragem” é uma produção pequena, lançada em poucos cinemas e sem campanha de marketing. Mas não se trata de um filme indie, de proposta artística ousada, feito por um cineasta iniciante e com atores desconhecidos. É um filme que queria ser mainstream, estrelado por Mariana Ximenes (“Zoom”), dirigido pelo veterano Roberto Gervitz (“Feliz Ano Velho”) e fotografado pelo premiado Lauro Escorel (“Brincando nos Campos do Senhor”), que tem sua pretensão tolhida pelo mercado exaurido. Fosse americano, ganharia muitas salas para exibir seu romance, que vira melodrama, com direito até às cenas de flashback e de hospital que preenchem os similares adaptados dos livros de Nicholas Sparks. Seu único diferencial é se passar em uma região fronteiriça e adotar o sotaque gaúcho – em alguns momentos, inclusive, de difícil compreensão. A obra, na verdade, é baseada no romance “Mãos de Cavalo”, de Daniel Galera – também autor de “Até o Dia em que o Cão Morreu”, que deu origem a “Cão Sem Dono” (2007). O centro narrativo compreende o conflito gerado por uma gravidez inesperada, fruto do relacionamento entre o médico Hermano (Armando Babaioff, de “Sangue Azul”) e a artista plástica Adri (Mariana Ximenes). A vida estável do casal dá uma sacudida com a notícia da gravidez. Como o filho não foi planejado, as reações de ambos são inesperadas. Ela, por não respeitar uma gravidez de risco; ele, por manifestar um desejo de interromper a gestação. Como Hermano é o principal protagonista, o filme é narrado por seu ponto de vista, voltando no tempo para explorar sua adolescência e uma tragédia que o abalou. As cenas de flashback são as mais frágeis, talvez pela falta de melhor preparação dos atores, e isso compromete o impacto emocional que o filme poderia ter. A ambientação nos anos 1980, com canções dos Engenheiros do Hawaii, também se sai mal na comparação com outra obra mais bem-acabada sobre o período, “Califórnia” (2015), de Marina Person. Ainda que tenha a intenção – frustrada – de explorar e aprofundar não apenas os traumas de Hermano e sua vontade de vencer o medo, mas também a crise no relacionamento do casal, o filme de Roberto Gervitz não consegue ir além da superfície. As cenas em que o protagonista se prepara para escalar uma montanha com um amigo – a tal “prova de coragem” – são puro tédio. Foi exibido no Festival de Brasília, de onde saiu sem nenhum prêmio. Mas, pelo menos, o diretor procura uma solução relativamente satisfatória para sua conclusão. https://www.youtube.com/watch?v=mPw82sPnMTI

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