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  • Série

    Steven Spielberg vai produzir nova versão de Amazing Stories para a Apple

    10 de outubro de 2017 /

    A Apple vai mesmo entrar forte na disputa do público do streaming. A empresa fechou contrato com Steven Spielberg para a produção de um reboot da série clássica “Amazing Stories”, concebida pelo cineasta nos anos 1980 – e lançada no Brasil como “Histórias Maravilhosas”. O anúncio revela que Bryan Fuller (criador das séries “Hannibal”, “Star Trek: Discovery” e “American Gods”) será o showrunner da nova versão, mas não adianta qual será o formato dos episódios. Originalmente, a série era uma antologia de ficção científica ao estilo de “Além da Imaginação” (Twilight Zone), com uma história diferente por episódio. O próprio Spielberg dirigiu o piloto, e a impressionante lista de cineastas que trabalharam no projeto também inclui Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”), Clint Eastwood (“Sniper Americano”), Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”), Irvin Kershner (“O Império Contra-Ataca”), Tobe Hooper (“Poltergeist”), Joe Dante (“Gremlins”), Tom Holland (“A Hora do Espanto”), Brad Bird (“Os Impossíveis”), Bob Clark (“Porky’s”), Donald Petrie (“Miss Simpatia”), Ken Kwapis (“Quatro Amigas e um Jeans Viajante”) e Peter Hyams (“Outland”), entre outros. Apesar desse time, “Amazing Stories” não teve grande audiência e foi cancelada pela rede NBC na 2ª temporada. A série durou 45 episódios, exibidos entre 1985 e 1987. Por curiosidade, a sci-fi “O Milagre Veio do Espaço” (1987) foi escrita como um episódio da série, mas Spielberg gostou demais da história e decidiu que ela deveria virar um filme, dirigido por Matthew Robbins, que também comandou capítulos da série. O título “Amazing Stories”, na verdade, é bem mais antigo que a série dos anos 1980. Spielberg o escolheu para homenagear uma antiga publicação pulp de ficção científica lançada em 1926, que trazia histórias de Julio Verne, H.G. Wells e um novo herói espacial chamado Buck Rogers. Ainda não há previsão para a estreia do reboot.

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  • Etc,  Série

    Apple pretende investir US$ 1 bilhão na produção de séries em 2018

    16 de agosto de 2017 /

    A Apple planeja investir US$ 1 bilhão para comprar e produzir séries em 2018, revelou na quarta-feira (16/8) o jornal The Wall Street Journal. O valor colocaria a gigante tecnológica como uma das grandes produtoras de Hollywood, ainda que, segundo o jornal, o montante seja apenas metade do orçamento anual da HBO. E bem menor que os ambiciosos US$ 6 bilhões destinados pela Netflix para lançar novos conteúdos neste ano. Segundo fontes citadas pelo Wall Street Journal, com esse dinheiro a empresa poderia licenciar e produzir até dez séries, entrando assim na disputa por conteúdos premium com outras grandes empresas, como as citadas HBO e Netflix. Analistas acreditam que a Apple precisa de pelo menos uma série de grande sucesso para conseguir decolar, como aconteceu com a Netflix, com “House of Cards” e “Orange Is the New Black”. A empresa já começou a oferecer alguns programas próprios através do seu serviço de streaming, mas que não tiveram muita repercussão. Nenhum deles segue o formato das produções de ficção. Mas recentemente a empresa contratou os copresidentes da Sony Pictures Television, Jamie Erlicht e Zack Van Amburg, que estiveram por trás dos lançamentos de “Breaking Bad”, “The Blacklist” e “The Crown”. Com reservas de mais de US$ 261 bilhões e um faturamento de US$ 215 bilhões, a Apple poderia fazer facilmente grandes apostas em Hollywood.

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  • Etc

    Propaganda da Siri com Dwayne Johnson vira fenômeno viral

    26 de julho de 2017 /

    A Apple divulgou um comercial da Siri, a assistente de voz de seu sistema operacional, mostrando como o produto ajuda o ator Dwayne Johnson a planejar seu cotidiano. E o vídeo virou um fenômeno viral, visto mais de 7,5 milhões de vezes no YouTube e mais que o triplo disso nas redes sociais do astro – em apenas três dias! O vídeo brinca com a fama de Dwayne como astro mais ocupado de Hollywood, mostrando ele organiza sua agenda. Graças à Siri ele consegue praticar jardinagem, dirigir de forma veloz e furiosa, pilotar um avião, restaurar a pintura do teto da Capela Sistina, lançar uma coleção de moda, criar um prato culinário, viajar ao espaço e, claro, filmar uma cena de blockbuster em apenas 24 horas. Na vida real, o ator também conhecido como The Rock vive fase ocupadíssima, com vários projetos acontecendo simultaneamente. Atualmente no ar na HBO, com a 3ª temporada da série “Ballers”, ele já estrelou dois filmes nos cinemas em 2017 e vem a seguir com “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, previsto para janeiro no Brasil, “Rampage”, em abril, “Skyscraper”, em julho, e tem mais dez filmes anunciados até 2020.

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  • Filme

    Apple disponibiliza curta emocionante de Michel Gondry, realizado com um iPhone

    2 de julho de 2017 /

    A Apple divulgou um curta-metragem infantil, singelo e emocionante, dirigido pelo cineasta francês Michel Gondry (“Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”). Intitulado “Détour”, o curta acompanha as aventuras de um triciclo, que se perde durante uma viagem de férias e passa o tempo todo correndo atras de sua pequena dona, pela estrada, floresta e até o mar. O tom de fábula encantada e a realização são deslumbrantes, com direito a um final lacrimejante. O objetivo da Apple com o projeto é demonstrar a capacidade do novo iPhone. Todo o filme foi gravado num iPhone, e além do resultado final a empresa também disponibilizou no YouTube uma série de vídeos de bastidores da produção, que detalham seu making of. Confira.

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  • Etc,  Série

    Apple contrata responsáveis pela produção de Breaking Bad e The Blacklist para desenvolver séries

    16 de junho de 2017 /

    A Apple anunciou na sexta-feira (16/6) a contratação dos copresidentes da Sony Pictures Television Jamie Erlicht e Zack Van Amburg para assumir o comando do projeto de desenvolvimento de séries da empresa. A dupla é responsável pelo lançamento de diversos sucessos desde 2005, quando assumiram como copresidentes da divisão de produção televisiva da Sony. Entre as atrações que eles produziram estão “Breaking Bad”, “Better Call Saul”, “The Blacklist”, “Community”, “Hannibal”, “The Goldbergs” e as recentes “Bloodline” e “The Crown”. “Jamie e Zack são dois dos mais talentosos executivos de televisão do mundo e foram fundamentais em fazer desta a era dourada da televisão”, disse Eddy Cue, vice-presidente sênior de Software e Serviços de Internet da Apple. A Apple fez estreia no ramo da produção de séries originais na última semana, com o reality show “Planet of the Apps”, sobre desenvolvedores que tentam chamar a atenção de mentores famosos em uma apresentação de 60 segundos em uma escada rolante. Os planos futuros da companhia incluem uma adaptação do quadro “Carpool Karaoke”, do comediante James Corden, que vai ao ar em agosto, assim como séries documentais sobre produtores musicais, como Dr. Dre, Puffy Daddy e Clive Davis. A chegada de Erlicht e Van Amburg assinala que também pretende desenvolver séries de ficção para fazer frente com outros serviços de streaming, como Netflix, Amazon e Hulu.

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  • Música

    Will Smith canta tema de Um Maluco no Pedaço no trailer da série Carpool Karaoke

    15 de fevereiro de 2017 /

    A série baseada no quadro “Carpool Karaoke” do talk show de James Corden ganhou um trailer que reúne diversas celebridades. Mas quem rouba a cena é Will Smith, cantando, ao lado de Corden, a música tema da série “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air), que lançou sua carreira de ator em 1990. A prévia mostra que a nova versão de “Carpool Karaoke” terá outros “apresentadores”, convidados a dirigir carros na companhia de cantores famosos. Mas a principal diferença em relação ao quadro televisivo é que nem todo episódio será restrito à mobilidade de um carro. Metallica, por exemplo, vai parar num mercadinho e é saudado por um vendedor que canta “Enter Sandman”, enquanto John Legend experimenta um chapelão ao estilo de Pharrell Williams e confessa que “mulheres brancas” o confundem com o outro cantor. Mas é novamente Will Smith quem arranca os sorrisos mais simpáticos ao inaugurar, com Corden, o próximo “nível” do Karaoke, cantando a bordo de um helicóptero “I Believe I Can Fly” sobre Los Angeles. Dentre as celebridades que aparecem destacam-se ainda Alicia Keys, Taraji P. Henson, Chelsea Handler, Blake Shelton, Ariana Grande, Seth Meyers, Michael Strahan e Jeff Gordon. A série “Carpool Karaoke” é uma das primeiras iniciativas da Apple para incluir programas baseados em vídeo no serviço de streaming Apple Music, que pelo nome deixa claro ter como foco o streaming musical. Além da atração de James Corden, a Apple encomendou uma série sobre aplicativos e seu primeiro drama ficcional, “Vital Signs”, baseada na vida do rapper Dr. Dre – que já foi parcialmente contada no filme “Straight Outt Compton – A História do NWA” (2015). Ainda não há previsão de estreia para nenhum desses programas.

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  • Etc,  Série

    Apple estaria planejando virar rival da Netflix com filmes e séries originais

    15 de janeiro de 2017 /

    A Apple estaria planejando entrar em concorrência com a Netflix e produzir seu conteúdo exclusivo de séries e filmes para seu serviço de streaming, até o momento focado em música. Estes rumores existem nos bastidores de Hollywood há algum tempo, mas ganharam mais força após o jornal The Wall Street Journal ter ouvido de uma fonte que a companhia realmente está de olho nesse mercado, especialmente devido às quedas nas vendas de iPhones e iPads em 2016 e a constatação do lucro crescente dos serviços de streaming. Pela primeira vez em seis anos, o iPhone vendeu abaixo do esperado em seu lançamento, graças ao acirramento da competição do mercado de smart phones. Além disso, a Apple Music, mesmo com crescimento de 22% em vendas de faixas, terminou o ano com 20 milhões de assinantes, o que é apenas metade da base do Spotify. De acordo com os relatos apurados pelo Wall Street Journal, a Apple estaria conversando com produtores e roteiristas veteranos, em busca de histórias originais e estratégias de negócios. A ideia seria produzir atrações autorais, mas também viáveis comercialmente, e que possam gerar burburinho, como “Mr. Robot”, no canal pago USA Network, ou “Stranger Things” na própria Netflix. Essa investida também envolveria filmes, porém tudo isso ainda estaria em estágios preliminares. A expectativa é que a empresa venha a anunciar seu ingresso potencial no concorrido mercado das séries originais apenas no final de 2017. Vale lembrar que Apple recentemente adquiriu os direitos para produzir uma versão do “Carpool Karaoke”, sessões de karaokê com celebridades, do programa “The Late Show with James Corden”, da CBS, e vem desenvolvendo “Vital Signs”, série biográfica do rapper Dr. Dre, com estreia prevista para o segundo semestre.

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  • Filme

    Steve Jobs é um filme complexo e criativo como seu personagem

    16 de janeiro de 2016 /

    Como dar conta de uma vida em duas horas de filme? Normalmente as cinebiografias enfrentam este desafio com histórias que acabam ou sendo cansativas ao detalhar demais algum ponto específico do biografado ou rasas e sem graça na tentativa de dar conta do todo. “Steve Jobs” parte de um artifício inteligente do roteirista Aaron Sorkin para não cair nesta armadilha e, ao mesmo tempo, entregar uma obra divertida, tensa e com personagens bem desenvolvidos. A vida de Steve Jobs é contada a partir de três momentos, em três grandes cenas que ocupam todo o filme: lançamento do Macintosh em 1984, lançamento do NextCube em 1990 e do iMac em 1998. Partindo de sua biografia escrita por Walter Isaacson, o roteirista imagina os bastidores destes grandes eventos para tentar entender quem é o homem que parece ter transformado todo o mundo. Os cenários mudam, mas os personagens permanecem os mesmos se reencontrando com a distância dos anos que separam um lançamento do outro. O diretor Danny Boyle faz sua parte conduzindo o ótimo elenco e utilizando três formatos diferentes de filmagem para acompanhar a evolução tecnológica, ao mesmo tempo em que acompanha as mudanças de Steve e do mundo: 16mm, 35mm e digital. E é então que, partindo desta mistura de estrutura teatral e estética cinematográfica, “Steve Jobs” coloca uma lupa sobre o criador da Apple e seus colegas de trabalho despejando informações a uma velocidade impressionante. Sorkin escreveu “A Rede Social” (2010) e aqui mais uma vez dá mostras de seus diálogos rápidos e cortantes ditos por personagens cerebrais. Combina que é uma beleza com o estilo frenético de Boyle, principalmente nos momentos de embate repletos de tiradas engraçadinhas e frases de efeito. Mas diretor e roteirista derrapam na emoção, e na maioria das vezes – como em alguns encontros de Jobs com a filha – a coisa toda soa um pouco piegas. Além disso, a própria estrutura narrativa da divisão em três episódios acaba se tornando uma prisão para a obra, de modo que os encontros, reencontros e desabafos antes de cada lançamento soam tão forçados que até o personagem principal faz um comentário metalinguístico sobre isso. Mas por outro lado, se Michael Fassbender não possui a semelhança física que Ashton Kutcher tem com o verdadeiro Jobs, seu talento como ator e o ótimo roteiro e direção fazem com que isto deixe logo de ser um problema (a aparência de Fassbender incomoda um pouco mais no início do filme, quando não parece tão jovem quanto Steve era na época do lançamento do Macintosh, o que tira um pouco a aura de “garoto prodígio” do biografado), e rapidamente nos vemos envolvidos em um drama repleto de intrigas palacianas e pessoais. A inspiração shakespeareana torna Jobs um rei, que por vezes é tirano e por vezes bondoso, mas nunca fraco e inseguro. A forma como manipula, estimula, confronta, trai e atropela seus “súditos” ganha força pelos excelentes coadjuvantes que encaram o talento de Fassbender de igual para igual. “Seus produtos são melhores do que você”, um deles diz em momento de desabafo. Pois o difícil homem que conhecemos através da lente de Boyle e do texto de Sorkin nos deu indiretamente mais um excelente produto com “Steve Jobs”. Um filme que, em sua fragmentação, nos entrega trechos para montarmos a sinfonia da vida deste personagem que se via como um maestro.

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