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  • Filme

    Marina Ruy Barbosa corre perigo no suspense gelado de “Antártida”

    6 de agosto de 2026 /

    Trailer revela tecnologia inovadora dos estúdios Globo antes do lançamento nos cinemas em setembro

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  • TV

    Chitãozinho & Xororó armam cilada para João Raul e Agrado em “Coração Acelerado”

    25 de maio de 2026 /

    Dupla aparece na novela das sete da Globo para divulgar festival e força os ex-noivos a cantarem juntos

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  • Filme

    “Antártida”: Leandra Leal enfrenta crime brutal em teaser de filme da Globo

    13 de outubro de 2025 /

    Novo filme dos Estúdios Globo recria o gelo da Antártida no calor do Rio com tecnologia virtual e elenco liderado por Leandra Leal

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  • TV

    Letícia Spiller volta às novelas da Globo após sete anos

    8 de setembro de 2025 /

    Atriz retorna em “Coração Acelerado”, sucessora de “Dona de Mim”, como mãe da protagonista interpretada por Isadora Cruz

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  • TV

    Maiara e Maraisa vão atuar em “Coração Acelerado”, nova novela das sete da Globo

    27 de agosto de 2025 /

    Cantoras sertanejas aparecerão como elas mesmas na trama que estreia em janeiro no lugar de “Dona de Mim”

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  • Filme

    Giovanna Antonelli estrela “Rio de Sangue”, novo filme de ação da Disney

    18 de fevereiro de 2025 /

    Longa dirigido por Gustavo Bonafé traz a atriz como uma delegada que enfrenta garimpeiros na Amazônia

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  • TV

    Antonio Calloni é dispensado pela Globo após 38 anos

    30 de maio de 2024 /

    O artista anunciou a despedida com um bordão clássico do Coronel Belarmino ("Renascer"), personagem que interpretou em seu último trabalho na emissora

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  • Etc

    Campanha “eu quero veteranos na TV” viraliza após dispensa de Glória Menezes e Tarcísio Meira

    14 de setembro de 2020 /

    A hashtag #euqueroveteranosnatv viralizou no fim de semana nas redes sociais, após Glória Menezes e Tarcísio Meira não terem seus contratos renovados pela rede Globo. Diversos astros famosos, artistas de diferentes segmentos, fãs e até empresas alimentaram a corrente no Twitter, Facebook e Instagram, com mensagens pedindo mais respeito e trabalho aos atores veteranos do Brasil. Até mesmo Glória Menezes aderiu à campanha. No domingo, dia de aniversário de Laura Cardoso festejou 93 anos, ela publicou uma foto com a colega e outras atrizes participantes da série “Grandes Damas”, exibida pelo canal Viva em 2013, com a mensagem: “Aniversário da gigante e talentosíssima Laura Cardoso. Uma verdadeira dama da dramaturgia brasileira. Na foto, outras grandes damas brasileiras”. E acrescentou: “#euqueroveteranosnatv”. Em entrevista ao jornal O Globo, por ocasião do aniversário, Laura Cardoso confirmou que muitos veteranos não querem nem saber de aposentadoria. “Você se aposenta e aí para tudo. Aposentadoria é um horror. Estar na ativa mantém a gente viva”, ela afirmou. “Talento não envelhece” foi a frase mais repetida, junto da hashtag, e disseminada, entre outras pessoas, pela jornalista televisiva Sonia Abrão e a escritora Ana Beatriz Barbosa. Muitos também lembraram do aniversário de 70 anos da TV brasileira para valorizar os profissionais que a construíram. Entre os atores que publicaram a hashtag, vários tem contratos com a Globo. A lista inclui Leandra Leal, Gloria Pires, Antonio Calloni, Cassio Gabus Mendes, Claudia Raia, Claudia Abreu, Caio Blat, Caco Ciocler, Beth Goulart, Marcos Pasquim, Alexandra Richter, Claudia Ohana, Fernando Pavão, Kadu Moliterno, Solange Couto, Isabel Fillardis, Emílio Orciollo Netto, Cristina Oliveira, Otávio Martins, Bruno Fagundes, Alessandra Maestrini, Mika Lins e Sergio Marone, entre outros. Carolina Ferraz aproveitou até para fazer uma homenagem. “São profissionais que fizeram a história da nossa televisão, sem eles não haveria história a se contar. Cresci na companhia de todos eles, me formei e aprendi vendo cada um deles atuando e convenhamos, que artistas maravilhosos e inspiradores”, escreveu. A maioria dos atores, no entanto, apenas publicaram a hashtag. Veja abaixo dois exemplos de artes que viralizaram durante a manifestação. Ver essa foto no Instagram #euqueroveteranosnatv Uma publicação compartilhada por Leandra Leal (@leandraleal) em 14 de Set, 2020 às 6:02 PDT Ver essa foto no Instagram #euqueroveteranosnatv Uma publicação compartilhada por ✨🎤✨Alessandra Maestrini (@alessandramaestrini) em 14 de Set, 2020 às 7:06 PDT

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  • Série

    Globo vai exibir primeiro episódio da minissérie Assédio sem intervalos na TV

    12 de outubro de 2018 /

    A minissérie “Assédio”, lançada para assinantes do Globoplay, terá o seu primeiro capítulo exibido na TV aberta. A Globo marcou a estreia para segunda (15/10), após sua novela “Segundo Sol”, com transmissão sem intervalos comerciais. A iniciativa é uma reprise da tática utilizada para divulgar outra atração do serviço de streaming da emissora, a série americana “Good Doctor”, que teve seus dois primeiros episódios exibidos como “telefilme” também numa segunda – 27 de agosto. A Globo também pretende transmitir os demais episódios, que já estão disponíveis no Globoplay, mas ainda não divulgou a data para a TV. “Assédio” é inspirada na história real do médico Roger Abdelmassih. Condenado a 181 anos de detenção pelo estupro de 48 pacientes, Abdelmassih ficou conhecido como “médico das estrelas” e chegou a ser considerado um dos principais especialistas em reprodução assistida do país, antes de ser acusado por dezenas de pacientes por abuso sexual. A atração tem roteiro de Maria Camargo (“Nise: O Coração da Loucura”) e direção de Amora Mautner (novela “A Regra do Jogo”). O elenco conta conta com Adriana Esteves, Paolla Oliveira, Mariana Lima, Hermila Guedes, João Miguel e Vera Fischer (no papel de Hebe Camargo), além de Antonio Calloni como o médico estuprador. Como pode ser visto abaixo, pelo trailer da minissérie, “Assédio” também repete um cacoete narrativo da escola do “Fantástico”, já visto em outras produções de ficção da emissora, que trazem declarações de personagens no meio da história, como se o público estivesse acompanhando uma reportagem com eventos reencenados para ilustrar depoimentos. A Globo fez isso até quando transformou o filme “Tim Maia” em minissérie. A diferença para obras anteriores, como “Carcereiros”, é que desta vez os depoimentos também são ficcionais.

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  • Filme

    Juiz Marcelo Bretas dá consultoria para a continuação de Polícia Federal: A Lei É para Todos

    23 de fevereiro de 2018 /

    A continuação do filme “Polícia Federal: A Lei É para Todos” terá consultoria do juiz Marcelo Bretas, responsável pela Operação Lava-Jato no Rio de Janeiro. O juiz se reuniu na quarta (21/2) com o produtor do longa, Tomislav Blazic. “Estamos preparando o roteiro para a continuação do filme e conversei com ele sobre o [ex-governador Sergio] Cabral e o [empresário] Jacob Barata”, disse Blazic, de acordo com a a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo Segundo o produtor, esse foi o primeiro de alguns encontros que terá com o juiz. “Precisamos ver quantos serão necessários para construirmos o roteiro. Também já marcamos com o Ministério Público Federal”, diz. A filmagem está marcada para começar em junho. A trama irá começar no ponto em que o primeiro filme terminou, logo após a condução coercitiva de Lula, abrangendo até um pouco depois da delação dos irmãos Wesley e Joesley Batista, da JBS. Alguns dos atores principais do primeiro filme, como Flávia Alessandra, Marcelo Serrado, Antonio Calloni e Ary Fontoura voltarão a repetir seus papéis na sequência. Além disso, o diretor Marcelo Antunez está fazendo testes para os papéis de Eduardo Cunha, Sérgio Cabral e justamente do juíz Marcelo Bretas. A previsão de estreia nos cinemas é para o final de 2018 ou começo de 2019.

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  • Filme

    Continuação de Polícia Federal: A Lei É para Todos começa a ser filmada em junho

    3 de janeiro de 2018 /

    A continuação do filme “Polícia Federal: A Lei É para Todos”, baseado na Operação Lava-Jato, começa a ser filmada em junho. Segundo a coluna de Monica Bergamo no jornal Folha de S. Paulo, a trama irá começar no ponto em que o primeiro filme terminou, logo após a condução coercitiva de Lula, abrangendo até um pouco depois da delação dos irmãos Wesley e Joesley Batista, da JBS. Alguns dos atores principais do primeiro filme, como Flávia Alessandra, Marcelo Serrado, Antonio Calloni e Ary Fontoura voltarão a repetir seus papéis na sequência. Além disso, o diretor Marcelo Antunez está fazendo testes para os papéis de Eduardo Cunha, Sérgio Cabral, os juízes Marcelo Bretas, do Rio, e Vallisney de Souza Oliveira, do Distrito Federal. A previsão de estreia nos cinemas é para o final de 2018 ou começo de 2019.

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  • Filme

    Vera Fischer é convidada a viver Hebe Camargo em minissérie sobre assédio

    12 de outubro de 2017 /

    A atriz Vera Fischer, que está afastada da TV desde 2012, quando fez a novela “Salve Jorge”, renovou contrato com a Globo até 2020 e, segundo o jornal O Globo, se prepara para voltar numa minissérie, no papel de Hebe Camargo. Vera foi convidada para interpretar a apresentadora na série “Assédio”, sobre o ex-médico Roger Abdelmassih, preso após estuprar 37 pacientes. Hebe foi amiga dele antes do escândalo. Até então um dos maiores especialistas em reprodução assistida do país, Abdelmassih foi condenado a 181 anos de prisão. Antonio Calloni (“Polícia Federal – A Lei É para Todos”) será Abdelmassih na produção, que foi escrita por Maria Camargo (“Nise: O Coração da Loucura”) e será dirigida por Amora Mautner (novela “A Regra do Jogo”). A expectativa é para um lançamento em 2018, mas ainda não há data definida.

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  • Filme

    Polícia Federal – A Lei É Para Todos mira a corrupção, mas reflete radicalização

    16 de setembro de 2017 /

    Mais que a corrupção desregrada, o que o filme “Polícia Federal – A Lei É Para Todos” configura é a radicalização que tomou conta do país desde as manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff. Uma separação entre grupos opostos tão irracional quanto torcidas de futebol. E ela se manifesta no filme por meio de discussões e principalmente na cena que registra Lula no Aeroporto de Congonhas, depois de ter sido levado coercitivamente para depor. O filme mostra dois times muito bem delineados: os que achavam aquilo um absurdo e estavam ali para protestar a favor do ex-Presidente, vestidos de vermelho e com o apoio da CUT, e aqueles que tinham escrito “Somos todos Moro” em suas bandeiras e se vestiam de verde e amarelo, comemorando aquele momento, pois, embora não representasse a prisão de Lula, significava um passo importante para isso, após panelarem até derrubar uma Presidente eleita. Logo, foi um dia de festa para muitos brasileiros. “Polícia Federal – A Lei É Para Todos” é desses filmes que merecem ser vistos nem que seja por curiosidade mórbida, seja por quem acompanha o cinema brasileiro e quer pensar o filme dentro do cenário do gênero policial contemporâneo, seja por quem está interessado em ver como foi o recorte e de que maneira o diretor Marcelo Antunez (“Até que a Sorte nos Separe 3″) e seus roteiristas (Gustavo Lipsztein e Thomas Stavros, ambos da série de “1 Contra Todos”) resolveram contar a história da Operação Lava-Jato desde sua origem até o ano passado. E por mais que a primeira metade do filme funcione bem como thriller policial, apesar de diálogos bem ruins, o aspecto político é muito frágil, no sentido de vilanizar pessoas que ainda estão sob investigação. Como é o caso do ex-Presidente Lula, retratado como uma figura enjoada e afetada por Ary Fontoura (da novela “Êta Mundo Bom!”). Se os próprios representantes da direita brasileira dão o braço a torcer diante do carisma de Lula, o que é mostrado passa bem longe de sua figura pública. Na sessão em que assisti, que terminou com uma salva de palmas do público presente, muitos se divertiram com o modo como Lula foi representado, alguns até dizendo “olha a cara de pau dele” etc., como se estivessem vendo o próprio ex-Presidente – ou uma cena de novela. A imagem do verdadeiro Lula nos créditos finais, dizendo que “a jararaca está viva”, em entrevista coletiva após o tal depoimento, ajuda a esquecer um pouco a interpretação infeliz de Fontoura, ao mesmo tempo em que retoma a linha de radicalização exibida no filme. Há outras situações forçadas do roteiro, em particular as vividas por Bruce Gomlevsky (novela “Novo Mundo”), intérprete de um dos quatro principais agentes (fictícios) da Lava-Jato. Seu quadro branco contendo as palestras do Lula por diversos países e o dinheiro supostamente desviado mais parece o famoso powerpoint do procurador Deltan Dallagnol. Quanto ao juiz Sérgio Moro, vivido por Marcelo Serrado (“Crô – O Filme”), o filme o deixa um pouco mais distanciado do caso, como que para torná-lo o mais isento e apartidário possível. Até mesmo cenas do juiz preparando pizza e conversando com o filho em sua casa o filme mostra. Mas os verdadeiros heróis são mesmo os quatro cavaleiros da operação, vividos ficcionalmente por Antonio Calloni (minissérie “Dois Irmãos”), Flávia Alessandra (também da novela “Êta Mundo Bom!”), João Baldasserini (novela “Pega Pega”) e o já citado Gomlevsky, que é o sujeito que canta “Inútil”, do Ultraje a Rigor, em um karokê. Mesmo quando um dos atores das novelas da Globo se questiona sobre quem estaria sendo beneficiando por tantas prisões e acusações naquele momento de tensão política intensa, logo aparece alguém para tranquilizá-lo, dizendo que eles estão sim tornando o Brasil melhor. Neste momento, o filme quase consegue realizar uma autorreflexão lúcida diante do que é mostrado. Falar de um cenário político sem o distanciamento temporal adequado é sempre arriscado. Mas, como vivemos um momento em que a urgência e o pré-julgamento parecem imperar, a busca pela verdade aparecerá sempre borrada. No meio deste caldo fervente, há ainda outros projetos por vir, como a série da Lava-Jato criada por José Padilha (“Tropa de Elite”) para a Netflix e os quatro documentários sobre o impeachment de Dilma Rousseff, sendo que dois optaram por retratar a situação mais próximo do ponto de vista da ex-presidente. Até lá, ficamos na torcida pelo Brasil.

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