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  • Série

    Rede ABC renova cinco séries de comédia

    11 de maio de 2018 /

    A rede ABC anunciou a renovação de cinco séries de comédia sobre famílias modernas: “Black-ish”, “Fresh Off the Boat”, “Speechless”, “American Housewife” e “Splitting Up Together”. Elas se juntam a “Modern Family”, que chegará à sua 10ª e possivelmente última temporada no canal. O quarteto renovado tem famílias de várias configurações, inclusive de pais separados, caso de “Splitting Up Together”, a caçula da turma. Lançada em março deste ano, a série marca a volta de Jenna Fischer aos sitcoms, após marcar época como a recepcionista Pam, de “The Office”. Na trama, ela e o marido (Oliver Hudson, de “Rules of Engagement”) resolvem se separar, mas sem se separar de verdade, já que também decidem continuar a morar juntos, para acomodar suas finanças e a criação dos filhos. Após seis episódios, a atração desenvolvida por Emily Kapnek (criadora de “Suburgatory”) foi aprovada com uma média de 4,4 milhões de telespectadores e 1,3 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Já “Speechless” e “American Housewife” vão chegar aos seus terceiros anos, após desempenhos similares – respectivamente: 4,3 milhões e 1,1 ponto, e 4,5 milhões e 1,2 ponto. Criada por Scott Silveri (criador de “Joey”, “Perfect Couples” e “Go On”), “Speachless” tem o diferencial de lidar com a família de um adolescente cadeirante. A atração é estrelada por Minnie Driver (“Dou-lhes Um Ano”) como Maya, uma mãe apaixonada por seu marido e os três filhos pré-adolescentes, um deles com necessidades especiais. O elenco também inclui Cedric Yarbrough (“Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor”) como o cuidador do menino, cuja presença na trama evoca imediatamente o filme francês “Intocáveis” (2011). “American Housewife” é uma criação de Sarah Dunn (roteirista da clássica “Spin City”) e gira em torno da mãe vivida por Katy Mixon (série “Mike & Molly”). Sua personagem é Katie, que também é mãe de três crianças complicadas e sofre com seu temperamento forte, enquanto tenta criar sua família normal de classe média em uma cidade rica, repleta de esposas perfeitas e filhos ideais. Única série sobre família asiática na TV americana – e a primeira com protagonistas asiáticos da TV aberta desde 1994 – , “Fresh off the Boat” vai chegar a sua 5ª temporada com a menor audiência da turma – 3,8 milhões de telespectadores e 1 ponto na demo. Criada por Nahnatchka Khan (série “Apartment 23”), a trama é inspirada no livro de memórias do chef Eddie Huang e investe no tom nostálgico, ao estilo de “Todo Mundo Odeia o Cris”, “Os Goldbergs” e “Anos Incríveis”. Passada nos anos 1990, conta como a família taiwanesa do menino Eddie se adapta ao choque cultural de morar em Orlando, na Flórida. O elenco é encabeçado por Randall Park (que estará em “Homem Formiga e a Vespa”) e Constance Wu (que estará em “Podres de Ricos”), e a produção conta com o cineasta Jake Kasdan (do fenômeno “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”). “Black-ish” também chega na 5ª temporada, mas em meio a muitas tensões nos bastidores. Seu criador, Kenya Barris (autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”), estaria ensaiando trocar a TV pelo streaming, após ter se desentendido publicamente com o canal. No mês passado, a ABC vetou a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas” com Barris. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordamos em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Além disso, a rede não tem apostado em novas criações do roteirista, tendo recusado “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que implodiu após o ator desistir do projeto. Assistida por 4,2 milhões de telespectadores ao vivo, com 1,1 ponto na demo, “Black-ish” já foi mais popular, mas, em compensação, rende frutos para o ABC Studios, como o spin-off “Grown-ish”, exibido no canal pago Freeform – do mesmo conglomerado. A série tem seis indicações ao Emmy e Tracee Ellis Ross venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, por sua performance como a mãe sofredora da família Johnson.

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  • Série

    Criador de Black-ish pode romper com a ABC após censura e ir para a Netflix

    4 de abril de 2018 /

    O roteirista-produtor Kenya Barris, criador das séries “Black-ish” e “Grown-ish” e autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”, estaria ensaiando trocar a TV pelo streaming. A revista The Hollywood Reporter cita múltiplas fontes para afirmar que Barris está tentando romper seu contrato com o ABC Studios, seu lar criativo desde 2015. Essas mesmas fontes garantem que Barris estaria em negociações preliminares para se juntar a Shonda Rhimes e Ryan Murphy num grande acordo com a Netflix. “As conversas são muito reais”, diz uma das gargantas profundas. O ABC Studios e a Netflix se recusaram a comentar. Mas o desconforto do produtor com a rede ABC é notório. No mês passado, por exemplo, a ABC vetou a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas” com Barris. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordaram em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Além disso, a rede não tem apostado em novas criações do roteirista. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto.

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  • Filme

    Episódio da série Black-ish é censurado nos Estados Unidos

    13 de março de 2018 /

    Um episódio da série “Black-ish” foi censurado pela rede americana ABC. O episódio devia ter sido exibido em 27 de fevereiro nos Estados Unidos, mas foi vetado pelo canal devido a “divergências criativas”. A decisão controversa do canal do conglomerado Disney foi abordada num comunicado oficial. “Uma das coisas que sempre fez ‘Black-ish’ tão especial é como a série examina habilmente questões sociais delicadas de uma maneira que simultaneamente entretém e educa”, disse a nota da ABC. “No entanto, neste episódio houve diferenças criativas que não conseguimos resolver”. O criador da série, Kenya Barris, também se manifestou no mesmo comunicado. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem a ABC nem eu ficamos felizes com a direção do episódio e concordamos mutuamente em não veiculá-lo”, disse Barris, que também dirigiu o episódio. “‘Black-ish’ é um programa que fala com todos os tipos diferentes de pessoas e os aproxima como comunidade e estou muito orgulhoso da série”, completou. Intitulado “Please, Baby, Please”, o episódio da 4ª temporada da série de comédia foi gravado em novembro. E, segundo a revista Variety, as divergências não foram “criativas”, mas políticas. Nas cenas em que não houve acordo, segundo apurou a Variety, Dre (Anthony Anderson) improvisava uma história de ninar para seu bebê Devante, no qual expressava muitas de suas preocupações sobre o estado atual dos Estados Unidos. Em outra, Dre e seu filho mais velho, Junior (Marcus Scribner), discutiam os direitos dos atletas de se recusarem a se levantar durante a execução do hino nacional nos jogos de futebol americano e se ajoelharem em protesto contra a violência policial. Esta questão virou polêmica após Donald Trump mandar os donos de times demitirem os atletas que tomassem essa atitude. Isto foi em setembro e, desde então, mais e mais atletas tem se ajoelhado.

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  • Série

    Grown-ish: Spin-off de Black-ish é renovado após quatro episódios

    20 de janeiro de 2018 /

    O canal pago Freeform esperou só quatro episódios para comemorar o sucesso de “Grown-ish”, spin off de “Black-ish”, centrada na vida universitária de Zoey (Yara Shahidi), a filha mais velha da família Johnson. Mantendo uma média de 1,5 milhão de telespectadores, “Grown-ish” virou a melhor estreia do canal em cinco anos. De quebra, conquistou a crítica, com 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Por isso, além de ser renovada, a série vai ficar maior. A 2ª temporada terá 20 episódios, em vez dos 13 deste ano. Assim como “Black-ish” na rede ABC, “Grown-ish” é uma criação de Kenya Barris. Apesar de as séries passarem em canais diferentes, suas histórias permanecem interligadas, com os pais de Zoey (vividos por Anthony Anderson e Tracee Ellis Ross) já vistos em participações especiais no spin-off. Isto acontece porque ABC e Freeform pertencem ao mesmo conglomerado – Disney. O elenco do spin-off ainda inclui Francia Raisa (“The Secret Life of the American Teenager”), Abraham D. Juste (“Jessica Jones”), Emily Arlook (série “The Good Place”), Trevor Jackson (“American Crime”), Chris Parnell (“Anjos da Lei”) e as gêmeas Chloe e Halle Bailey (série “Austin & Ally”). A estreia aconteceu em 3 de janeiro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento nacional. No Brasil, “Black-ish” passa no canal pago Sony.

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  • Série

    Grown-ish: Spin-off universitário de Black-ish ganha trailers, fotos e pôster

    4 de dezembro de 2017 /

    O canal pago Freeform divulgou o pôster, as fotos e três comerciais da série “Grown-ish”, spin off de “Black-ish”, centrada na vida universitária de Zoey (Yara Shahidi), a filha mais velha da família Johnson. Kenya Barris, criador de “Black-ish”, assina o spin-off, que curiosamente emplacou num canal diferente. “Black-ish” passa na rede ABC. Mas como ambos pertencem ao mesmo conglomerado – Disney – , os pais de Zoey (vividos por Anthony Anderson e Tracee Ellis Ross) podem ser vistos em participações especiais. O elenco do spin-off ainda inclui Francia Raisa (“The Secret Life of the American Teenager”), Abraham D. Juste (“Jessica Jones”), Emily Arlook (série “The Good Place”), Trevor Jackson (“American Crime”), Chris Parnell (“Anjos da Lei”) e as gêmeas Chloe e Halle Bailey (série “Austin & Ally”). A estreia está marcada para 3 de janeiro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Série Black-ish é renovada para a 4ª temporada e deve ganhar spin-off

    13 de maio de 2017 /

    A rede ABC encomendou a 4ª temporada da série de comédia “Black-ish”. Atualmente assistida por 5,1 milhões de telespectadores ao vivo, a atração criada por Kenya Barris (“Um Salão do Barulho 3”) tem 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Além disso, é uma grande fonte de rendimentos para o ABC Studios, que já negociou suas reprises com os canais pagos BET, FX e o site de streaming Hulu. A trama gira em torno da família Johnson e das preocupações de seu patriarca, um homem negro bem-sucedido (Anthony Anderson), que receia que seus quatro filhos estejam perdendo as referências da cultura negra por crescerem num bairro de brancos ricos. O sucesso é tanto que Barris fechou um acordo de exclusividade para o desenvolvimento de novas séries no estúdio. Ele teve aprovação para rodar simplesmente três pilotos nesta temporada. E, num caso de expansão de franquia, um deles é um spin-off centrado na filha mais velha dos Johnsons, Zoey (Yara Shahidi), em sua vida universitária. O detalhe é esta atração deve estrear em outra emissora: Freeform, canal pago do grupo Disney/ABC voltado aos jovens adultos. A série tem seis indicações ao Emmy e Tracee Ellis Ross venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, por sua performance como a mãe sofredora da família. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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  • Filme

    Um Salão do Barulho 3: Comédia com Ice Cube e Nicki Minaj ganha novo trailer

    19 de janeiro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou o novo trailer de “Um Salão do Barulho 3”, terceiro filme da franquia “Barbershop”, que foi lançada no Brasil com o título inicial de “Uma Turma do Barulho” em 2002. Estrelada e produzida por Ice Cube (“Anjos da Lei”), a continuação destaca a participação de vários rappers, como Nicki Minaj, que rouba as cenas com uma cabeleireira espevitada, Common (“Selma”) e Tyga (“Um Deslize Perigoso”), além de incluir os comediantes J.B. Smoove (série “Curb Your Enthusiasm”), Regina Hall (“Todo Mundo em Pânico”) e trazer de volta os protagonistas das dois longas anteriores, Cedric the Entertainer, Anthony Anderson, Sean Patrick Thomas e a rapper Eve. Escrita por Kenya Barris (criador da série “Blackish”), a trama volta a se passar em torno de uma barbearia, que em tempos de crise – e igualdade sexual – juntou-se agora a um salão de cabeleireiras, ampliando sua representatividade como microcosmo de uma comunidade de periferia. Mas o bom humor encontra pela frente um problema sério: o aumento da violência. A mensagem de empoderamento transmitida pela prévia é até mais interessante que suas (boas) piadas. Com direção de Malcolm D. Lee (“Todo Mundo em Pânico 5”), “Um Salão do Barulho” estreia em 15 de abril nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Um Salão do Barulho 3: Nicki Minaj rouba a cena em trailer de comédia repleta de rappers

    25 de novembro de 2015 /

    A Warner Bros. divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Um Salão do Barulho 3”, terceiro filme da franquia “Barbershop”, que foi lançada no Brasil com o título inicial de “Uma Turma do Barulho” em 2002. Estrelada e produzida por Ice Cube (“Anjos da Lei”), a continuação destaca a participação de vários rappers, como Nicki Minaj, que rouba as cenas com uma cabeleireira de “traseiro IMAX”, Common (“Selma”) e Tyga (“Um Deslize Perigoso”), além de incluir os comediantes J.B. Smoove (série “Curb Your Enthusiasm”), Regina Hall (“Todo Mundo em Pânico”) e trazer de volta os protagonistas das dois longas anteriores, Cedric the Entertainer, Anthony Anderson, Sean Patrick Thomas e a rapper Eve. Escrita por Kenya Barris (criador da série “Blackish”), a trama volta a se passar em torno de uma barbearia, que em tempos de crise – e igualdade sexual – juntou-se agora a um salão de cabeleireiras, ampliando sua representatividade como microcosmo de uma comunidade de periferia. Mas o bom humor encontra pela frente um problema sério: o aumento da violência. A mensagem de empoderamento transmitida pela prévia é até mais interessante que suas (boas) piadas. Com direção de Malcolm D. Lee (“Todo Mundo em Pânico 5”), “Um Salão do Barulho” estreia em 15 de abril nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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