Rumor: Replicante do filme original pode aparecer na continuação de Blade Runner
Um rumor espalhado pelo site The Terminator Fans diz que “Blade Runner 2049” terá a aparição de um replicante do filme clássico de 1982. Embora o site não diga qual personagem seria o escolhido, afirma que ele será recriado em computação gráfica, de modo a parecer ter a mesma idade que seu intérprete tinha em 1982 – assim como já foi feito para mostrar versões jovens de Jeff Bridges em “Tron: O Legado” (2010), Arnold Schwarzenegger em “O Exterminador do Futuro: Gênesis” (2015), Robert Downey Jr. em “Capitão América: Guerra Civil” (2016) e Carrie Fisher em “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016), entre outros filmes. Diante do desfecho de “Blade Runner”, a opção mais óbvia seria Rachael (interpretada por Sean Young), mas há quem aposte num flashback com Roy (Rutger Hauer) e Pris (Daryl Hannah), ou até mesmo um jovem Rick Deckard (Harrison Ford). Com direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”), “Blade Runner 2049” tem estreia prevista para 5 de outubro no Brasil
Relembre a famosa sessão de fotos de Carrie Fisher com o biquíni da Princesa Leia
A atriz Carrie Fisher, falecida nesta terça (27/12), foi a primeira heroína moderna da sci-fi, mas além de chutar traseiros e disparar lasers, ela também conquistou fãs como a primeira sex symbol geek, graças ao figurino de “O Retorno de Jedi” (1983), o último filme da trilogia original de “Star Wars”. É verdade que chegou a reclamar do biquíni metálico que usou no começo do filme, mas também reconheceu que ele fez muitos fãs, como o cineasta Kevin Smith, apaixonaram-se por ela. Além de usá-lo no filme, Carrie também vestiu o biquíni durante uma sessão promocional de fotos para a revista Rolling Stone, que a levou para a praia com os figurantes fantasiados da produção. Essas imagens foram entronizadas nas fantasias de milhões de garotos – e garotas – da época, rendendo homenagens até hoje. “Tenho que admitir que eu pareço ótima nas fotos”, ela disse, em entrevista recente ao site Daily Beast. Citado em inúmeros episódios de TV, o biquíni voltou a chamar atenção no ano passado, quando a atriz Amy Schumer explorou seu sex appeal numa sessão fotográfica ainda mais debochada. Veja na galeria abaixo as fotos da sessão original, que incluem até imagens não publicadas na época.
Filme baseado na série CHiPs ganha primeira foto
A revista Entertainment Weekly divulgou a primeira foto da versão de cinema da série policial “CHiPs”, escrita, dirigida e estrelada por Dax Shepard (série “Parenthood”). A imagem mostra o ator no papel do policial rodoviário Jon Baker ao lado de seu parceiro Frank ‘Ponch’ Poncherello, vivido por Michael Peña (“Homem-Formiga”). Para quem lembra, “CHiPS” era a sigla da California Highway Patrol, a Polícia Rodoviária da Califórnia. Na série, que durou 6 temporadas, os personagens eram interpretados respectivamente por Larry Wilcox e Erik Estrada. A dupla caçava bandidos e patrulhava as rodovias da Califórnia de motocicleta. Rick Rosner, criador da série original, é o produtor executivo da adaptação. Além de Shepard e Peña, o elenco da adaptação inclui a australiana Jessica McNamee (série “Sirens”), Adam Brody (série “StartUp”), Ryan Hansen (série “Veronica Mars”), Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”), Justin Chatwin (série “Shameless”), Jane Kaczmarek (série “Malcolm in the Middle”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), Adam Rodriguez (“Magic Mike”), Ben Falcone (“A Chefa”) e Kristen Bell (série “The Good Place”), que é casada com Shepard. O elenco aponta que a adaptação vai seguir o modelo de “Anjos da Lei” (2014) e da vindoura “Baywatch”, como uma comédia de ação. Antes de “CHiPs”, Dax Shepard teve apenas um trabalho como diretor: a comédia indie de ação “Relação Explosiva”. A estreia está marcada para 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA
Série Fuller House é renovada para sua 3ª temporada
A Netflix renovou a série “Full House” para sua 3ª temporada. A confirmação foi feita por meio de um vídeo no Twitter, em que os integrantes da atração recebem a novidade como um presente de Natal. Veja abaixo a notícia natalina. Série de maior audiência do serviço de streaming, segundo medições independentes, “Fuller House” é uma continuação da clássica “Três É Demais” (Full House, no original) e gira em torno das filhas crescidas da atração original. A série dos anos 1980 acompanhava um pai (Bob Saget) que tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente, mãe de três filhos – de 12, 7 anos e poucos meses de idade, ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem volta a ser vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente – e, nos novos episódios, um irmão disponível. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário da sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também traz participações dos adultos originais de “Três É Demais”, agora vivendo a crise da Terceira Idade, especialmente Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Até Lori Loughlin retorna como a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas, por sinal. A 3ª temporada de “Fuller House” deve estrear no final de 2017. Holiday wishes, answered. ? Fuller House Season 3, coming 2017. pic.twitter.com/pJkRASTpBj — Fuller House (@fullerhouse) December 25, 2016
Ryan Gosling encontra Harrison Ford em oito fotos da continuação de Blade Runner
A revista Entertainment Weekly divulgou oito fotos da aguardada continuação de “Blade Runner” (1982), que destacam o encontro de Ryan Gosling (“La La Land”), o novo caçador de androides, com Harrison Ford, o Blade Runner original. A cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”) também aparece numa foto, ao lado de Gosling. Intitulado “Blade Runner 2049”, em alusão ao ano em que se passa a trama, o filme tem direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do filme original. Ambos podem ser vistos nas imagens, em meio aos bastidores da produção. O elenco ainda inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”) e a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”). Até o momento, pouco (ou quase nada) se sabe sobre o enredo da história, que foi escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Lanterna Verde”) e se passa décadas após o enredo do longa de 1982 – a primeira adaptação de um conto do celebrado escritor Philip K. Dick. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.Aproveite e veja aqui o primeiro teaser da produção.
Diretor de A Chegada e do novo Blade Runner negocia dirigir remake de Duna
Denis Villeneuve está mesmo decidido a enveredar pela ficção científica. Após o reconhecimento de público e crítica conquistado por “A Chegada” e à divulgação do primeiro teaser de “Blade Runner 2049”, o cineasta canadense está negociando comandar o reboot do clássico de ficção científica “Duna”. Segundo o site da revista Variety, as negociações já estão avançadas junto ao estúdio Legendary Pictures. A Lionsgate adquiriu os direitos da obra em novembro, logo após Villeneuve revelar que gostaria de filmar a obra clássica do escritor Frank Herbert (1920-1986). A trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, mas conhecido como Duna, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, por isso a família real que supervisiona o local sofre um atentado, mas seu filho escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em especial, os vermes gigantes que habitam as areias de Duna – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Ao longo dos anos, muitos tentaram adaptar “Duna” no cinema. Um documentário sobre a primeira tentativa, a versão nunca realizada do diretor Alejandro Jodorowsky nos anos 1970, foi lançado em 2013 com detalhes espetaculares. O único filme produzido chegou aos cinemas na década de 1980, mas sofreu cortes que prejudicaram muito seu resultado, ainda assim com visuais fantásticos. Dirigido por ninguém menos que David Lynch, “Duna” foi lançado em 1984 com um elenco que tinha Kyle MacLachlan, Patrick Stewart, Linda Hunt, Max von Sydow e até o cantor Sting. Depois disso, ainda foram produzidas duas minisséries sobre o universo de “Duna”, em 2000 e 2003, pelo canal atualmente conhecido como SyFy. A Legendary, entretanto, ainda não tem data para o início das filmagens nem para o lançamento da nova produção.
Continuação de Blade Runner será proibida para menores nos EUA
A continuação do clássico “Blade Runner” (1982) será mais forte que o imaginado. O filme recebeu classificação “R” nos EUA, que impede que menores de 17 anos vejam o filme desacompanhados. É a mesma classificação que recebeu “Deadpool”, por exemplo, exibido no Brasil para maiores de 16 anos. Acima de “R”, só NC17, reservada para filmes de erotismo forte, e X, restrita a vídeos pornográficos. “Os produtores acham engraçado me lembrar que esse será um dos mais caros filmes independentes proibido para menores já feitos”, disse o diretor Denis Villeneuve em entrevista ao site Screen Daily. Mas a classificação “R” não é novidade na filmografia do diretor: “Sicario” (2015) e “Os Suspeitos” (2013) também receberam a mesma restrição etária – ambos entraram em cartaz com indicação para maiores de 16 anos no Brasil. Já “Blade Runner” foi recomendado para maiores de 14 anos no Brasil em 1982. Intitulado “Blade Runner 2049”, a sequência trará de volta Harrison Ford ao papel de Rick Deckard e Ryan Gosling (“La La Land”) como um novo caçador de androides. O elenco ainda inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), a cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”) e a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”). Até o momento, pouco (ou quase nada) se sabe sobre o enredo da história, que foi escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Lanterna Verde”) e se passa décadas após o enredo do longa dirigido por Ridley Scott em 1982 – a primeira adaptação de um conto do celebrado escritor Philip K. Dick. Diretor do longa original, Ridley Scott continua a bordo como produtor. A estreia está marcada para 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Aproveite e confira o primeiro teaser divulgado.
Continuação de Blade Runner ganha primeiro trailer legendado
A Sony divulgou o primeiro trailer legendado da aguardada continuação de “Blade Runner” (1982). Climática, a prévia mostra o encontro de Ryan Gosling (“La La Land”), o novo caçador de andróides, com Harrison Ford, o Blade Runner original. Nota-se também uma preocupação em recriar a iconografia, figurino, fotografia, trilha e sons do longa de 1982. A frase de abertura também é uma citação clássica de Rick Deckard, personagem de Ford: “Replicantes são como qualquer outra máquina. São um benefício ou um perigo. Se são um benefício, não é problema meu”. Além de servir de prévia, o vídeo também confirma o título oficial da produção, que vai se chamar “Blade Runner 2049”, em alusão ao ano em que se passa a trama. O elenco ainda inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), a cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”) e a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”). Até o momento, pouco (ou quase nada) se sabe sobre o enredo da história, que foi escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Lanterna Verde”) e se passa décadas após o enredo do longa dirigido por Ridley Scott em 1982 – a primeira adaptação de um conto do celebrado escritor Philip K. Dick. Diretor do longa original, Ridley Scott continua a bordo como produtor. A direção está a cargo de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e a estreia foi marcada para 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Didi e Dedé voltam a se juntar no trailer de Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood
A Downtown Filmes divulgou o primeiro trailer de “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, 50º filme de Renato Aragão como Didi e que ainda marca a volta da grife “Os Trapalhões” aos cinemas, 18 anos após último filme em que Aragão filmou com o velho parceiro Dedé Santana, “Simão, o Fantasma Trapalhão” (1998). Trata-se de uma adaptação do recente musical de teatro “Os Saltimbancos Trapalhões” (2014), por sua vez inspirado no filme homônimo de 1981, estrelado pelos quatro trapalhões: Didi, Dedé, Mussum (1941-1994) e Zacarias (1934-1990). O detalhe é que o longa dos anos 1980 já era uma adaptação do musical infantil “Os Saltimbancos” (1977), com canções de Chico Buarque, que, por sua vez, também não era original, mas uma adaptação de um espetáculo italiano. É, portanto, a adaptação da adaptação da adaptação da adaptação. Entendeu, ô da poltrona? O saudosismo deve ser o maior apelo da produção, porque a prévia não parece especialmente engraçada, nem as coreografias vistas sugerem algo mais elaborado. O elenco ainda inclui Roberto Guilherme, outro membro do programa original “Os Trapalhões”, mais lembrado como o Sargento Pincel. A eles se unem Letícia Colin, Alinne Moraes, Emílio Dantas, Maria Clara Gueiros, Livian Aragão, Rafael Vitti, Nelson Freitas, Marcos Frota e Dan Stulbach. O longa conta a história da trupe do Grande Circo Sumatra que, juntos, tentam reverter a crise financeira da companhia. A trupe vai em busca de uma saída para a crise e Didi acredita – por meio de seus sonhos mirabolantes com animais falantes – que encontrarão a solução. Um novo show começa a ser criado, mas a ganância do Barão (Roberto Guilherme), a vigarice do Satã (Marcos Frota) e o poder manipulador do prefeito da cidade (Nelson Freitas) podem colocar tudo a perder. Dirigido por João Daniel Tikhomiroff (“Besouro”), “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood” tem estreia marcada para 19 de janeiro.
Gru enfrenta vilão retrô no primeiro trailer dublado de Meu Malvado Favorito 3
A Universal divulgou dois pôsteres (com Minions e sem Minions) e o primeiro trailer dublado de “Meu Malvado Favorito 3”, que traz Gru enfrentando um novo supervilão. A introdução do divertido inimigo revela sua característica mais marcante: ele é totalmente obcecado pelos anos 1980. Balthazar Bratt era um ex-astro infantil que, ao crescer, não conseguiu superar o personagem que interpretava na infância. Por isso, ainda corta o cabelo no estilo mullet, usa um uniforme com ombreiras, joga bombas no formato de cubos mágicos e, para andar furtivamente, usa passos de moonwalk, a dancinha em ré de Michael Jackson. Por sinal, toda a sua aparição é marcada pela trilha de “Bad”, de Michael Jackson. E claro que o confronto com Gru é um duelo de dança. Nos EUA, o personagem é dublado por Trey Parker, um dos criadores da série animada “South Park”. Gru, por sua vez, continua a ser dublado por Steve Carell. Quem também está de volta é Kristen Wiig, como a agente Lucy Wilde, assim como Miranda Cosgrove como a pequena Margo. O filme foi novamente escrito por Cinco Paul e Ken Daurio e dirigido por Pierre Coffin e Kyle Balda, responsáveis por toda a trilogia. “Meu Malvado Favorito 3” estreia nos cinemas em 29 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Alan Thicke (1947 – 2016)
Morreu o ator, roteirista e músico canadense Alan Thicke, conhecido principalmente pelo papel do patriarca Jason Seaver na série “Tudo em Família” (Growing Pains). Ele teve um ataque cardíaco enquanto jogava hóquei com seu filho Carter nesta quarta-feira (14/12), aos 69 anos, confirmou seu agente. Thicke nasceu em Ontário em 1947, e foi indicado a três prêmios Emmy por seu trabalho como roteirista de especiais de variedade no fim dos anos 1970. E chegou até a comandar um late show, “The Alan Thicke Show”, antes de se destacar como ator. “Tudo em Família” foi ao ar entre 1985 e 1992 na rede americana ABC e deu a Thicke fama mundial. Ao viver o psiquiatra Dr. Jason Seaver, pai de família que trabalha em casa, enquanto a mãe retoma a carreira de jornalista, Thicke marcou época, divertindo, ensinando valores e apontando mudanças na dinâmica familiar tradicional. De alguma forma, a cada episódio, ele sempre encontrava o equilíbrio entre as obrigações profissionais, as tarefas domésticas e o cuidado dos filhos, transformando-se num um dos primeiros e com certeza o mais popular “dono de casa” bem-sucedido da televisão. O elenco da série incluía Joanna Kerns, Kirk Cameron, Tracey Gold, Jeremy Miller e até um jovem chamado Leonardo DiCaprio. “Tenho muito orgulho do papel e de tudo que a série fez por mim e pela minha família. Se for por isso que lembrarem de mim quando morrer, estarei perfeitamente confortável com isso”, chegou a dizer Thicke em entrevista recente. Mas Thicke também ficou conhecido por compor os temas musicais de séries clássicas como “Hello, Larry”, “Arnold” (Diff’rent Strokes) e “Vivendo e Aprendendo” (The Facts of Life). Longe de estar aposentado, ele vivia aparecendo na TV nas mais diferentes séries, chegando a ter participação recorrente em “How I Met Your Mother”, na qual interpretava uma versão fantasiosa de si mesmo. Recentemente, também deu as caras em “Scream Queens”, “Grandfathered” e em dois dos maiores sucessos de 2016, “This Is Us” e “Fuller House”. Thicke foi casado duas vezes e tem três filhos. Um deles também se tornou famoso: Robin, o cantor do sucesso pop “Blurred Lines”.
O Filho Eterno evita a pieguice ao tratar de deficiência com uma narrativa dura e humanizadora
Tarefa complicada adaptar uma obra sobre um pai que não aceita a condição do filho, que tem Síndrome de Down, e não resvalar na pieguice, no dramalhão. O mérito está em toda a equipe envolvida, passando pelo roteiro adaptado de Leonardo Levis (“Canção da Volta”), pela produção sempre competente de Rodrigo Teixeira, que só este ano se mostrou atuante em quatro produções importantes, pela direção contida – mas sem perder o interesse na emoção – de Paulo Machline (“Trinta”), nos dois protagonistas, vividos por Marcos Veras (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”) e Débora Falabella (minissérie “Nada Será Como Antes”), e também no trabalho comovente do garoto Pedro Vinícius, que empresta seu coração gigante para o último ato do filme, sem parecer se esforçar muito para isso. “O Filho Eterno” também tem recria fielmente as décadas de 1980 e 1990, já que a história se passa no intervalo entre duas Copas, a de 1982, quando a seleção brasileira de Zico e cia. perdeu naquele histórico 3×2 para a Itália e deixou um gosto amargo no país inteiro, e termina em 1994, com a conquista do título de tetracampeão, com a seleção de Romário e a memorável disputa por pênaltis. Percebemos não apenas o bom trabalho de direção de arte na reconstrução de época, mas também o próprio espírito desse período, exemplificado no próprio modo mais duro e até desumano como as coisas eram ditas. Naquela época, era natural chamar um garoto com Síndrome de Down de mongol, ou dizer coisas que não deveriam ser ditas para os próprios amigos, como se pode ver em um diálogo entre o personagem de Veras e um amigo, em uma festa regada a vinho em sua casa. Esse jeito duro de mostrar as coisas também se traduz na condução narrativa do filme, que evita, na maior parte do tempo, o caminho fácil da emoção. Afinal, trata-se de uma história de negação do próprio filho, que para o pai é um grande problema, um grande desgosto. Marcos Veras, em seu primeiro trabalho dramático para o cinema, confere verdade a seu personagem, embora sua performance seja apenas correta. Como ele é o condutor da narrativa, também não é fácil para o espectador acompanhar, ainda que com certo distanciamento, o modo como ele encara a situação, seja fugindo para a bebida ou para outras mulheres, seja tratando o filho de forma agressiva e impaciente, seja até mesmo ficando feliz ao saber que crianças com Down podem morrer cedo. O mais interessante é que o filme não transforma esse personagem em um monstro ou um sujeito odiável, mas apenas num ser humano. Apenas num homem que demora a enxergar o presente que lhe foi dado de maneira amorosa. Até ele chegar nesta conclusão, o amor aparece na figura da mãe, vivida por Débora Falabella. E é dela o grande momento do filme. Desses de fazer muito espectador chorar. Trata-se de um monólogo em que ela conta sobre um dia na vida dela com o filho. Percebemos que a emoção está ali de verdade, não apenas uma técnica de interpretação. É o tipo de cena que já eleva o filme a um outro patamar. Baseado na história real de Cristóvão Tezza, que desabafou em forma de romance sobre esse difícil processo de aceitação da condição do próprio filho, “O Filho Eterno” também já teve uma adaptação para os palcos na forma de monólogo. E, nas versões anteriores, a personagem da mãe aparecia ainda menos. Na adaptação cinematográfica, ela não só está mais presente, como também representa o amor incondicional, ajudando a tornar mais palatável as cenas duras de negação do diferente. Foi uma escolha muito feliz dos realizadores (roteirista e diretor), e por causa disso o filme ganhou uma força maior. Outro acerto foi a escalação do ótimo garoto que interpreta o Fabrício pré-adolescente, um amor de menino, que empresta sensibilidade e espontaneidade à obra.
Trailer de Bingo: O Rei das Manhãs, inspirado no palhaço Bozo, supera expectativas
A Warner divulgou o primeiro trailer de “Bingo: O Rei das Manhãs”. E a primeira coisa que chama atenção é o título. Durante a pré-produção, o projeto era conhecido como cinebiografia do palhaço Bozo. Mas a mudança não é para ser lamentada. Pela prévia, fica claro que o filme não faz concessões, o que é facilitado pela licença criativa, permitida pelo uso de nomes fictícios. De fato, o trailer supera expectativas, com cenografia e figurino que reconstituem fielmente a época, ao mesmo tempo em que ensaia um mix escandaloso de sexo, drogas e programa infantil. O filme marca a estreia na direção de Daniel Rezende, o premiado montador indicado ao Oscar por “Cidade de Deus” (2002), e traz Vladimir Britcha (“Muitos Homens num Só”) no papel de Augusto, personagem inspirado na vida de Arlindo Barreto, o Bozo. Na trama, Augusto é um artista que sonha com seu lugar sob os holofotes. A grande chance surge ao se tornar “Bingo”, um palhaço apresentador de um programa infantil na televisão que é sucesso absoluto. Porém, uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem por trás da máscara, o que faz de Augusto, o “Rei das Manhãs”, o anônimo mais famoso do Brasil. Com muita ironia e humor ácido, ambientado numa roupagem pop e exagerada dos bastidores da televisão nos anos 1980, o filme conta essa incrível e surreal trajetória de um homem em busca do reconhecimento da sua arte. O roteiro é de Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças” e “Uma História de Amor e Fúria”), a fotografia de Lula Carvalho (“As Tartarugas Ninja”, “Robocop”) e o elenco ainda inclui Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”), Emanuelle Araújo (novela “Gabriela”) e até o apresentador do “Big Brother Brasil” Pedro Bial. “Bingo – O Rei das Manhãs” tem estreia prevista para agosto de 2017.










