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  • Etc

    Melissa McCarthy vai estrelar e produzir drama sobre primeiras mulheres policiais de Boston

    12 de agosto de 2017 /

    A atriz Melissa McCarthy, que viveu uma detetive de Boston na comédia “As Bem-Armadas”, vai voltar à força policial da cidade. Ela será a protagonista e produtora de um filme sobre as primeiras mulheres policiais de Boston na década de 1970, período em que a cidade passou por um dos momentos mais tumultuados de sua história. O detalhe é que o filme não será uma comédia. Baseado num livro ainda inédito e sem título de Alexandra Lyon, o longa marcará a estreia de McCarthy como protagonista dramática. A trama vai contar como aconteceu a inclusão das mulheres na força policial local em uma época de acirradas tensões raciais. A participação das policiais foi crucial para realizar o processo de dessegregação das escolas públicas, enfrentando os protestos violentos da população branca de Boston contra as medidas de integração racial. Coproduzido por Ben Falcone, marido de McCarthy e diretor de suas piores comédias (“Tammy” e “A Chefa”), o filme ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Emma Stone adquiriu 7 quilos de massa muscular para seu novo filme

    12 de agosto de 2017 /

    Emma Stone teve pegar no pesado para entrar em forma física para seu papel como a tenista Billie Jean King no filme “Battle of the Sexes” (batalha dos sexos, ainda sem título oficial brasileiro). Uma entrevista do personal trainner Jason Walsh ao site Glamour revelou que a rotina da atriz incluía dois treinos por dia, uma dieta balanceada e exercícios não convencionais. Ao final, a atriz ganhou aproximadamente 7 kg de massa muscular. A preparação para o papel em “Battle of the Sexes” começou três meses após Stone dançar, cantar e atuar como a sonhadora Mia em “La La Land”, o Oscar de Melhor Atriz. O filme fira em torno a partida de tênis intersexual que quebrou o recorde de audiência da TV americana nos anos 1970. Conhecida como “A Batalha dos Sexos”, o jogo lendário aconteceu em 1973, entre a jovem tenista Billie Jean King (papel de Stone), 2ª melhor jogadora do mundo naquele ano, e o tenista aposentado Bobby Riggs, de 55 anos, ex-campeão de Wimbledon. Batalha dos Sexos foi um nome apropriado para o evento, pois o que estava realmente em jogo eram duas visões distintas de mundo. De um lado, o machismo que se recusava a admitir a possibilidade da igualdade feminina, e do outro a luta pioneira do feminismo, que ainda precisava provar a capacidade das mulheres para o mundo. Não bastasse a pressão do evento midiático, Billie Jean King ainda escondia sua homossexualidade recém-descoberta das câmeras, enquanto permanecia casada com um homem. Ela se tornou a primeira atleta profissional feminina de destaque a admitir que era homossexual. Isto ocorreu durante seu processo de separação na década seguinte – e lhe custou todas as suas finanças. Riggs é vivido por Steve Carell (“A Grande Aposta”), que assim retoma a parceria com Stone, após o sucesso da comédia “Amor a Toda Prova” (2011). O roteiro é de Simon Beaufoy (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e a direção é do casal Jonathan Dayton e Valerie Faris (a dupla de “Pequena Miss Sunshine”). A première mundial será no Festival de Toronto e o lançamento no Brasil vai acontecer em 19 de outubro – um mês após a estreia comercial nos Estados Unidos (em 22 de setembro).

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  • Série

    Super-heroína Isis não será chamada por seu nome tradicional na série Legends of Tomorrow

    4 de agosto de 2017 /

    Conforme antecipado anteriormente, a série “Legends of Tomorrow” vai introduzir a primeira super-heroína muçulmana da TV norte-americana, que será vivida pela atriz iraniana Tala Ashe (série “American Odissey”). Trata-se da conhecida personagem Isis, que até já teve série própria nos anos 1970, agora em nova versão. O detalhe é que a “poderosa Isis” não será chamada pelo nome que todos conhecem. E a culpa é de outra ISIS, abreviação dada aos Estados Islâmicos do Iraque e da Síria nos Estados Unidos. “Nós simplesmente não queríamos esta comparação, com toda a franqueza, especialmente porque a nossa super-heroína é muçulmana. Seria como abrir uma lata de vermes. Não vale a pena”, explicou o produtor Marc Guggenheim. Portanto, a personagem será tratada apenas pelo nome de sua identidade civil, Zari Adrianna Tomaz. A personagem foi criada em 1975 por Marc Richards (que também fez o desenho dos “Ghostbusters”) na série “Isis”, como complemento para as aventuras do Capitão Marvel em “Shazam!”. Na época, Isis era branquinha, anglo-saxã e protestante: uma arqueóloga chamada Andrea Thomas (vivida por Joanna Cameron), que ganhava poderes e minissaia ao encontrar uma relíquia egípcia. O espírito da deusa Isis também apareceu na série “Smallville”, encarnando em Lois Lane (Erica Durance). E foi reintroduzida nos quadrinhos da DC durante a minissérie “52”, em 2006, com o nome Adrianna Tomaz. A versão de “Legends of Tomorrow” promete ser bem diferente. Afinal, a série já teve uma heroína vinda do passado, que ganha poderes com um amuleto (Vixen, na 2ª temporada) e outra com origem no antigo Egito (Mulher Gavião, na 1ª temporada). Por isso, os produtores resolveram situar a origem de Zari Adrianna Tomaz no futuro. A nova Isis, ou melhor, Zari Adrianna Tomaz, vive em 2030, quando os avanços tecnológicos são incríveis, mas a raça humana continua a experimentar os mesmos preconceitos de sempre, aliados à falta de preocupação com o meio ambiente. Esta situação distópica a transformou numa ativista hacker. O problema é que, enquanto mantém suas atividades secretas, a jovem muçulmana também guarda um segredo que desconhece: poderes latentes, derivados de uma fonte antiga e mística. Ashe vai se juntar ao elenco fixo de “Legends of Tomorrow”, que ainda conta com Caity Lotz (Sarah Lance/Canário Branco), Brandon Routh (Ray Palmer/Elektron), Victor Garber (Dr. Martin Stein), Franz Drameh (Jefferson Jackson/Nuclear), Dominic Purcell (Mick Rory/Onda Térmica), Nick Zano (Nate Heywood/Cidadão Gládio), Maisie Richardson-Sellers (Amaya Jiwe/Vixen), Arthur Darvill (Rip Hunter) e Amy Pemberton (voz de Gideon). A 3ª temporada de “Legends of Tomorrow” estreia em 3 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Bruce Willis vira justiceiro no trailer do remake de Desejo de Matar

    3 de agosto de 2017 /

    A MGM divulgou o trailer, o pôster e quatro fotos do remake de “Desejo de Matar” (1974). A prévia traz Bruce Willis (“Duro de Matar”) reprisando o papel mais famoso da carreira de Charles Bronson. Mas o que se vê na tela mais parece um série de justiceiro da Marvel (e da Netflix), em que o anti-herói esconde sua identidade secreta com um capuz, enquanto combate o crime armado. Apesar da direção ser de Eli Roth, responsável pelo terror “O Albergue” (2005), a falta de cenas sangrentas também chama atenção. A refilmagem de “Desejo de Matar” levou vários anos para sair do papel, e esteve perto de ser rodada pelos diretores Joe Carnahan (“A Perseguição”) e Gerardo Naranjo (“Miss Bala”). Por sinal, o roteiro filmado é de Carnahan. A trama traz Bruce Willis como Paul Kersey, um homem que busca justiça pela morte de sua esposa e ferimentos da filha. Frustrado pelos responsáveis não serem punidos, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos. Dirigido por Michael Winner, o “Desejo de Matar” original teve grande impacto na cultura pop, transformando-se no maior representante dos filmes de justiceiros que se popularizaram a partir dos anos 1970. O personagem de Bronson reapareceu em mais quatro longas, até “Desejo de Matar V”, em 1994, mas sua influência persiste até hoje, em filmes como “Valente” (2007) e “Sentença de Morte” (2007) e, sim, nos quadrinhos de “O Justiceiro”, entre outras criações. O elenco também inclui Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”), Dean Norris (série “Breaking Bad”), Elisabeth Shue (série “CSI”), Jack Kesy (“Baywatch”), Mike Epps (“Se Beber, Não Case”), Beau Knapp (série “Shots Fired”), Kirby Bliss Blanton (“Canibais”) e Kimberly Elise (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A estreia está marcada para 30 de novembro no Brasil, uma semana após a estreia nos Estados Unidos.

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  • Filme

    My Friend Dahmer: Trailer mostra juventude de um dos mais famosos serial killers americanos

    26 de julho de 2017 /

    A Film Rise divulgou o primeiro trailer de “My Friend Dahmer”, que traz o ídolo adolescente Ross Lynch (do telefilme “Teen Beach Movie” e da série “Austin & Ally”, do Disney Channel) como o famoso serial killer Jeffrey Dahmer. A prévia mostra Dahmer em seus dias de colegial, durante os anos 1970. O filme indie é uma adaptação da graphic novel de mesmo nome, do cartunista Derf Backderf, com roteiro e direção de Marc Meyers (“How He Fell In Love”), e mostra o futuro canibal lutando com as dificuldades da adolescência, sua família problemática e seu desejo de matar. O elenco também inclui Anne Heche (série “Aftermath”) e Dallas Roberts (série “The Walking Dead”) como os pais de Dhamer, além de Vincent Kartheiser (série “Mad Men”), Alex Wolff (“O Dia do Atentado”) e Miles Robbins (“Em Busca de Uma Nova Chance”). Conhecido por estuprar, matar, desmembrar e comer 17 homens e meninos entre o final dos anos 1970 e o começo dos 1990, Dahmer foi diagnosticado como psicopata e acabou assassinado na prisão por outro presidiário em 1994. O serial killer já foi retratado no drama “Dahmer” (2002), obra responsável por impulsionar a carreira do ator Jeremy Renner (“Os Vingadores”), que recebeu o troféu Indie Spirit Award pelo papel.

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  • Filme

    Felicity Jones viverá juíza símbolo da luta pela igualdade de gêneros nos EUA

    19 de julho de 2017 /

    A atriz inglesa Felicity Jones (“Rogue One: Uma História Star Wars”) vai estrelar “On the Basis of Sex”, cinebiografia da juíza da Suprema Corte dos EUA Ruth Bader Ginsburg. Ela assinou contrato, após a produção ficar perto de definir Natalie Portman (“Jackie”) como protagonista. A atriz acabou dando a luz no começo do ano e mudou seus planos. Ruth Bader Ginsburg é considerada um símbolo da luta pelos direitos das mulheres na Justiça americana. Formada na Columbia Law School, ela marcou época ao se tornar uma das primeiras professoras de Direito dos EUA nos anos 1960. Enfrentando forte preconceito ao longo de toda a carreira, integrou-se ao movimento pela igualdade de gêneros e passou a defender casos de discriminação sexual nos anos 1970, que criaram jurisprudência e mudaram as leis americanas. Em reconhecimento à sua atuação, o presidente Jimmy Carter a indicou a uma vaga de juiz na corte de apelações da capital dos EUA em 1980. E em 1993, o presidente Bill Clinton a promoveu ao ponto mais alto da justiça americana, como juíza da Suprema Corte. Ela se tornou a segunda mulher e a primeira judia a chegar na instituição máxima do judiciário do país. Além da alteração de protagonista, o filme também sofreu mudanças em sua direção. Originalmente previsto para ser dirigido por Marielle Heller (“O Diário de uma Adolescente”), “On the Basis of Sex” acabou fechando com a veterana Mimi Leder (“Impacto Profundo”), que ultimamente tinha voltado sua carreira para a TV, comandando as séries “The Leftovers” e “Shameless”. As filmagens estão previstas para setembro na cidade de Montreal, no Canadá.

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  • Filme

    Terror Amityville: O Despertar ganha trailer dublado e legendado

    18 de julho de 2017 /

    A Paris Filmes divulgou o trailer de “Amityville: O Despertar”, em versões legendada e dublada. A prévia mostra que a trama é uma continuação que renega os filmes anteriores. Segundo a premissa, nada aconteceu em Amityville desde os anos 1970, época em que mortes sangrentas inspiraram uma lenda e originaram a franquia de terror original. Por conta disso, uma nova família acha perfeitamente seguro se mudar para a casa mal-assombrada mais famosa do mundo. Lógico que isso é apenas o ponto de partida de um roteiro manjado de terror. Em 1979 e 2005, foram recém-casados que se mudaram para o local. Desta vez, a trama é mais próxima do segundo longa, “Terror em Amityville” (1982), em que a assombração atacava o filho adolescente dos moradores incautos. A família de vítimas da vez inclui Jennifer Jason Leigh (“Os 8 Odiados”) e três filhos: Bella Thorne (série “Famous in Love”), Cameron Monaghan (série “Gotham”) e Mckenna Grace (série “Designed Survivor”). Mas o elenco ainda traz Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”), Jennifer Morrison (série “Once Upon a Time”) e Kurtwood Smith (série “Agent Carter”). “Amityville: O Despertar” foi escrito e dirigido pelo francês Franck Khalfoun, que recentemente revisitou outro terror clássico, ao filmar o remake de “Maníaco” (1980). Vale avisar que a produção foi rodada há três anos e ainda não tem previsão de lançamento nos Estados Unidos, o que nunca é bom sinal. Rumores dão conta que sessões de teste convenceram o estúdio Dimension a desistir de distribuir o filme nos cinemas norte-americanos. A estreia está marcada para 31 de agosto nos cinemas brasileiros.

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  • Etc,  TV

    Maria Estela (1942 – 2017)

    12 de julho de 2017 /

    Morreu no último dia 6 de julho a atriz Maria Estela, aos 75 anos de idade. A causa da morte ainda é desconhecida, e o fato só veio à tona agora, através da publicação de mensagens de amigos e ex-colegas da atriz. Maria Estela foi uma das mais importantes atrizes de novela dos anos 1970, protagonizando várias produções da Excelsior, Record e Tupi, geralmente no papel de mocinha. Ela começou a carreira em 1965, na TV Excelsior, que, à época, fazia novelas de sucesso. A estreia aconteceu em “O Caminho das Estrelas”, em que o ídolo musical Agnaldo Rayol interpretava um cantor boêmio. Na Excelsior, ela também estrelou “A Pequena Karen”, a primeira adaptação de “O Tempo e o Vento” e uma versão do clássico gótico britânico “O Morro dos Ventos Uivantes”. Transferiu-se para a Record em 1968, durante a época de ouro das novelas da emissora, e participou de “As Pupilas do Senhor Reitor”, “Os Deuses Estão Mortos”, “Quarenta Anos Depois”, “Sol Amarelo”, “O Leopardo” e “Os Fidalgos da Casa Mourisca”. A mudança para a Tupi veio em 1973, e logo de cara ela fez a primeira versão de “Mulheres de Areia”. A história das gêmeas Ruth e Raquel (vividas por Eva Wilma) marcou época e chegou a ganhar remake da Globo em 1993. Também participou de “Meu Rico Português”, “Um Dia o Amor” e as das últimas novelas na Tupi: “Aritana” e “Roda de Fogo”. Nos anos 1980, entrou em produções da Band e do SBT, como “Os Imigrantes”, “O Campeão” e “Vida Roubada”. E só foi chegar na Globo na década de 1990, participando da minissérie “Boca do Lixo” e das novelas “Meu Bem Meu Mal” e “Despedida de Solteiro”. Em 1994, voltou para o SBT e atuou em “Éramos Seis”, passando a se destacar em tramas de sucesso do canal, a maioria adaptadas de novelas latinas, como “Chiquititas”, “Pícara Sonhadora”, “Esmeralda” e “Marisol”, mas também “Vende-Se Um Véu de Noiva”, de Íris Abravanel. Seu último papel, porém, foi na Globo, registrado em 2010 na novela “Passione”, em participação especial. Desde então, estava afastada das telas.

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  • Filme

    Diretor de Moonlight vai adaptar romance de James Baldwin

    11 de julho de 2017 /

    Barry Jenkins, o diretor de “Moonlight”, filme vencedor do Oscar 2017, definiu o seu próximo projeto. Segundo o site da revista Variety, ele vai adaptar um romance de James Baldwin. O cineasta vai dirigir e escrever a adaptação de “If Beale Street Could Talk”, publicado em 1974, que segue um casal de noives no Harlem, em Nova York. Quando ele é acusado falsamente de estupro por um policial racista, ela, grávida, vai atrás de provas para inocentar o futuro marido. Baldwin foi um dos maiores nomes da literatura afro-americana. Por coincidência, um documentário sobre o autor, “Eu Não Sou Seu Negro”, foi um dos indicados ao Oscar deste ano. Ainda não há cronograma de produção nem previsão para a estreia de “If Beale Street Could Talk” nos cinemas.

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  • Música

    England Is Mine: Cinebiografia do cantor Morrissey ganha seu primeiro trailer e imagens

    30 de junho de 2017 /

    A eOne divulgou o pôster, quatro fotos e o primeiro trailer de “England Is Mine”, a cinebiografia de Steven Patrick Morrissey, ou simplesmente Morrissey para milhões de fãs de rock ao redor do mundo. Para estes, o vídeo se apresenta quase como uma enciclopédia de referências com sons, roupas, cabelos e nomes que reverberam intensamente a história do rock indie britânico. A prévia começa no final da década de 1970, quando Morrissey era um crítico musical de Manchester, que passava o tempo destroçando os roqueiros da época, até alguém lhe sugerir que montasse sua própria banda. Como o vídeo demonstra, a transição não aconteceu da noite para o dia. Antes de seu futuro parceiro dos Smiths, Johnny Marr, surgir na última cena do trailer, Morrissey ainda formou um grupo com Billy Duffy, futuro guitarrista do Cult. O elenco destaca Jack Lowden (“Negação”) como Morrissey, numa profusão de penteados que vão da era glam ao visual indie icônico dos Smiths, e Jessica Brown Findlay (“Downton Abbey”) como a artista plástica Linder Sterling, melhor amiga do cantor e também roqueira da banda pós-punk Ludus. “England Is Mine” marca a estreia em longa-metragens do diretor-roteirista Mark Gill, que já disputou o Oscar de Melhor Curta – por “The Voorman Problem”, em 2014. O lançamento está marcado para 4 de agosto no Reino Unido, mas, como tantos outros filmes sobre o rock britânico, não há previsão para sua distribuição no Brasil.

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  • Filme

    Emma Stone e Steve Carell vivem rivais históricos no trailer de Batalha dos Sexos

    23 de junho de 2017 /

    A Fox Searchlight divulgou o pôster e o novo trailer de “Battle of the Sexes”, em que Emma Stone (“La La Land”) e Steve Carell (“A Grande Aposta”) voltam a contracenar após o sucesso da comédia “Amor a Toda Prova” (2011), disputando uma partida de tênis histórica. O filme fira em torno a partida de tênis intersexual que quebrou o recorde de audiência da TV americana nos anos 1970. Conhecida como “A Batalha dos Sexos”, o jogo lendário aconteceu em 1973, entre a jovem tenista Billie Jean King (papel de Stone), 2ª melhor jogadora do mundo naquele ano, e o tenista aposentado Bobby Riggs (papel de Carell), de 55 anos, ex-campeão de Wimbledon. Batalha dos Sexos foi um nome apropriado para o evento, pois o que estava realmente em jogo eram duas visões distintas de mundo. De um lado, o machismo que se recusava a admitir a possibilidade da igualdade feminina, e do outro a luta pioneira do feminismo, que ainda precisava provar a capacidade das mulheres para o mundo. Não bastasse a pressão do evento midiático, Billie Jean King ainda escondia sua homossexualidade recém-descoberta das câmeras, enquanto permanecia casada com um homem. Ela se tornou a primeira atleta profissional feminina de destaque a admitir que era homossexual durante o processo de separação, que aconteceu na década seguinte e lhe custou todas as suas finanças. O roteiro é de Simon Beaufoy (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e a direção do casal Jonathan Dayton e Valerie Faris (a dupla de “Pequena Miss Sunshine”). A estreia vai acontecer em 19 de outubro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos (em 22 de setembro).

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  • Música

    Sobreviventes do Lynyrd Skynyrd querem proibir filme sobre a banda

    20 de junho de 2017 /

    Os herdeiros e os sobreviventes do Lynyrd Skynyrd vão tentar impedir a produção da cinebiografia da banda de rock. Segundo o site The Hollywood Reporter, eles entraram com um processo na Justiça para barrar as filmagens de “Street Survivors: The True Story of the Lynyrd Skynyrd Plane Crash”, que pretende se centrar no acidente de avião que devastou a banda em 1977. O problema é que os sobreviventes fizeram um “juramento de sangue” de nunca mais usar o nome Lynyrd Skynyrd para evitar evocar a tragédia, e esse juramento já foi considerado um contrato verbal por um tribunal, que impediu o lançamento de um álbum ao vivo dos membros remanescentes com o nome de Lynyrd Skynyrd em 1987. Agora, os demais se juntaram contra o baterista Artimus Pyle, que teria escrito o primeiro esboço do roteiro, porque ele estaria indo contra o juramento. A produtora do filme, Cleopatra Pictures, alega que, assim que soube do pacto, afastou Pyle da produção e o diretor reescreveu o roteiro. A empresa também afirma que a história da banda é conhecida e já rendeu livros e especiais televisivos, portanto não deveria haver impedimentos para um filme. “Street Survivors” é, claro, o nome do álbum que a banda tinha lançado três dias antes da tragédia, que trazia os músicos em meio à chamas (imagem acima). Anteriormente, o filme estava sendo divulgado como “Free Bird”, título de um de seus sucessos mais conhecidos. Lynyrd Skynyrd surgiu em 1973 e emplacou diversos clássicos do rock. Em outubro de 1977, no auge da carreira, a banda embarcou num pequeno avião modelo Convair 240, fabricado em 1947, que acabou caindo. O acidente matou o cantor Ronnie Van Zant e o guitarrista Steve Gaines, além da backing vocal Cassie Gaines (irmã de Steve), o road manager Dean Kilpatrick, o piloto Walter MacCreary e o co-piloto William Gray. 20 pessoas sobreviveram ao acidente, incluindo Pyle. O filme será uma produção independente, dirigido por Jared Cohn (“A Vizinhança Assombrada”), especialista em filmes de terror de baixíssimo orçamento para o mercado de DVDs, que também assina o roteiro.

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    Stephen Furst (1955 – 2017)

    18 de junho de 2017 /

    Morreu o ator Stephen Furst, que ficou conhecido como o calouro Flounder na comédia clássica “O Clube dos Cafajestes” (Animal House). Ele faleceu na sexta (16/6) em sua casa em Moorpark, Califórnia, perto de Los Angeles, aos 62 anos, devido a complicações da diabetes. O papel de Kent “Flounder” Dorfman em “O Clube dos Cafajestes” (1978) foi o seu primeiro grande destaque no cinema. O personagem era um dos calouros rejeitados, que acabava entrando na pior fraternidade do campus, conhecida por abrigar arruaceiros, e no processo adquiria autoestima. Ele chegou a repetir o papel na série “Delta House”, adaptação do filme que durou só 13 episódios em 1979. Depois disso, Furst fez alguns aparições em filmes B e diversas séries dos anos 1980, antes de voltar a se destacar como protagonista da série médica “St. Elsewhere”, uma das mais populares de sua época. Ele alternou performances cômicas e dramáticas como o Dr. Elliot Axelrod, médico de uma equipe que tentava ensinar Medicina para jovens residentes. A atração durou seis temporadas, de 1982 a 1988, foi indicada à 63 Emmys, ganhando 13 destes prêmios, e chegou a ser eleita a melhor série dramática dos anos 1980 pela TV Guide. De quebra, a produção ainda revelou um jovem ator chamado Denzel Washington. Paralelamente, Furst desempenhou um papel no telefilme apocalíptico “O Dia Seguinte” (1983) e gravou uma participação no clipe de “I Wanna Rock” (1984), do Twisted Sister. Mas, ao fim de “St. Elsewhere”, enfrentou outro hiato na carreira. Ele coestrelou a comédia “De Médico e Louco Todo Mundo Tem um Pouco” (1989) com Michael Keaton, mas não teve sorte ao tentar voltar a protagonizar uma atração televisiva. Sua experiência como padre na série de comédia “Have Faith” (1989) não passou do sexto episódio, levando-o a retomar a rotina de participações especiais. O pula-pula de “MacGyver – Profissão Perigo” a “Melrose Place” durou cinco anos, até o ator entrar em mais uma produção clássica: a série sci-fi “Babylon 5”. Furst viveu um embaixador alienígena chamado Vir Cotto na trama ambiciosa de J. Michael Straczynski (cocriador de “Sense8”), que durou cinco temporadas, de 1994 a 1998, e ainda rendeu uma série derivada e diversos telefilmes. A partir da segunda metade dos anos 1990, ele desenvolveu uma nova linha de trabalho, como dublador de séries animadas. A experiência foi iniciada com o personagem Fan Boy de “Freakazoid”, em 1995, e logo seguida pelos desenhos “Timão & Pumba”, “Filhotes Da Selva”, “Buzz Lightyear do Comando Estelar” e o vídeo “A Pequena Sereia II: O Retorno Para o Mar” (2000). Graças ao status cult de “O Clube dos Cafajestes”, Furst acabou figurando em muitos filmes de fraternidades ao longo da carreira. Infelizmente, todos fraquíssimos. A lista cobre desde “A Reunião dos Alunos Loucos” (1982) até “Calouros em Apuros” (2001) e “Curvas Perigosas” (2002). Ele também participou do curta de reencontro da turma da faculdade fictícia Faber, intitulado “Where Are They Now?: A Delta Alumni Update” (2003), incluído como bonus do DVD de “O Clube dos Cafajestes”. Furst ainda dirigiu diversas produções televisivas, a partir de “Babylon 5”, e nos últimos anos vinha se dedicando à produção cinematográfica. Um de seus últimos trabalhos, o terror “Cold Moon” (2016), acabou lhe rendendo um dos poucos prêmios de sua carreira, ao vencer o Festival de Laughlin em Nevada, nos Estados Unidos. Seus dois filhos publicaram um texto no Facebook pedindo para os fãs não ficarem tristes com sua morte. “Para realmente honrá-lo, não chore pela perda de Stephen Furst. Em vez disso, aproveite as memórias de todas as vezes que ele fez você rir, gargalhar e soltar sons guturais sem medo do próprio constrangimento. Ele acreditava intensamente que o riso é a melhor terapia, E ele gostaria que nós praticássemos isso agora”.

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