Joseph Gordon-Levitt viverá famoso líder de seita suicida
O ator Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) vai estrelar o drama de época “White Night”, sobre a história controversa de Jim Jones. Jones entrou para a História como fundador e líder do Templo dos Povos, seita que se tornou mundialmente conhecida pelos assassinatos de um congressista e repórteres americanos, seguidos por um ato de suicídio coletivo por ingestão de veneno de mais de 900 de seus integrantes na Guiana em 1978, tragédia batizada pela mídia como o Massacre de Jonestown. O elenco também destaca Chloë Grace Moretz como Deborah Layton, uma das sobreviventes do massacre. Ela era uma das principais integrantes do Templo dos Povos antes de descobrir a verdade sobre Jones e tentar denunciá-lo. O filme é baseado justamente no livro de memórias de Layton, “Seduction Poison”. A adaptação foi escrita por William Wheeler (“A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”) e será dirigida pela norueguesa Anne Sewitsky (“A Very British Scandal”). A produção é da FilmNation e ainda não há previsão de estreia. “Entrar na órbita magnética de Jim Jones através dos olhos de uma jovem idealista e apaixonada nos lembrou que qualquer um pode ser vítima do extremismo, dadas as circunstâncias certas”, disse Ashley Fox, presidente de produção da FilmNation, em comunicado. “White Night” não é o único projeto sobre o massacre de Jonestown em curso em Hollywood. Em novembro passado, Leonardo DiCaprio assinou contrato para interpretar Jim Jones em um filme escrito por Scott Rosenberg (das franquias “Venom” e “Jumanji”) e produzido pela MGM. Mas desde então o projeto não apresentou nenhum novo desenvolvimento.
Gaslit: Minissérie com Julia Roberts e Sean Penn revisita Watergate
A plataforma Starzplay divulgou o primeiro trailer de “Gaslit”, atração estrelada pelos astros Julia Roberts (“Álbum de Família”) e Sean Penn (“O Gênio e o Louco”) sob muita maquiagem. Criada por Robbie Pickering (roteirista de “Mr. Robot”), “Gaslit” é uma das duas minisséries sobre Watergate atualmente em produção (a outra é “The White House Plumbers”, da HBO), que serão lançadas em meio ao cinquentenário do maior escândalo político da história dos EUA. Watergate era o nome de um edifício onde funcionava um importante escritório do Partido Democrata em 1972, que foi invadido na calada da noite por “espiões” do Partido Republicano com o objetivo de plantar escutas. Só que a “missão secreta” se provou uma sucessão de trapalhadas. Denunciada pela imprensa, a invasão e sua tentativa de acobertamento levaram à renúncia do presidente Richard Nixon em 1974. A trama de “Gaslit” é centrada em uma das personagens centrais do escândalo, Martha Mitchell (Roberts), socialite casada com Procurador-Geral da República John Mitchell (Penn). Apesar de sua filiação partidária, ela é a primeira pessoa a falar publicamente sobre o envolvimento de Nixon em Watergate, fazendo com que tanto a Presidência quanto sua vida pessoal se desfaçam. Como Procurador-Geral, John Mitchell era o conselheiro mais confiável e o melhor amigo de Nixon. Temperamental, desbocado e implacável, ele se viu forçado a escolher entre Martha e o presidente, numa situação que rapidamente evoluiu do drama de família para o suspense político. Além dos dois atores, a minissérie também traz em seu elenco Dan Stevens (“Legion”), Erinn Hayes (“Bill & Ted: Encare a Música”), Shea Whigham (“Perry Mason”), Brian Geraghty (“Big Sky”), Darby Camp (“Clifford, O Gigante Cão Vermelho”), Nat Faxon (“The Conners”) e Patton Oswalt (“A.P. Bio”). “Gaslit” tem estreia marcada para 24 de abril.
Monica Vitti (1931–2022)
Monica Vitti, uma das das mais famosas atrizes do cinema italiano, faleceu nesta quarta (2/2) aos 90 anos, informou o ministro da Cultura da Itália, Dario Franceschini. “Adeus Monica Vitti, adeus à rainha do cinema italiano. Hoje é um dia verdadeiramente triste, morre uma grande artista e uma grande italiana”, escreveu ministro em um comunicado. A voz rouca e sedutora, o olhar melancólico e os cabelos meticulosamente despenteados da atriz marcaram uma coleção de clássicos absolutos do cinema, a partir de sua parceria com o diretor Michelangelo Antonioni. Maria Luisa Ceciarelli (seu nome real) foi “descoberta” pelo maestro em papéis coadjuvantes de comédia dos anos 1950. Os dois se aproximaram, se apaixonaram e ele a lançou ao estrelato em “A Aventura” (1960). Sua beleza não convencional, marcada por expressões tristes, distantes e frias, tornaram Vitti a protagonista perfeita para a trilogia da “incomunicabilidade” de Antonioni, iniciada pelo filme de 1960 e continuada nos cultuadíssimos “A Noite” (1961) e “O Eclipse” (1962), obras sobre o nada, o vazio, a alienação e o tédio, que implodiram a narrativa convencional em favor da exploração da imagem, dos closes de Vitti, conduzindo à evolução da própria linguagem cinematográfica. Depois do quarto filme com Antonioni, “O Deserto Vermelho” (1964), estreia do diretor a cores, Vitti foi estrelar a adaptação dos quadrinhos de “Modesty Blaise” (1966), com direção de Joseph Losey no Reino Unido. Espécie de James Bond feminina, a personagem mudou o perfil da atriz. Graças ao visual fetichista do uniforme de couro da heroína, ela foi alçada à condição de símbolo sexual. Na volta à Itália, Vitti terminou seu romance com Antonioni e passou a explorar sua imagem sexy em várias comédias picantes, virando estrela de produções dos maiores diretores do gênero, como Mario Monicelli (“A Garota com a Pistola”, 1968), Alberto Sordi (“Amor, Ajuda-me”, 1969) e Ettore Scola (“Ciúme à Italiana”, 1970). Entre “A Mulher que Inventou o Rebolado” (1970) e “À Meia-Noite, a Ronda do Prazer” (1975), ambos de Marcello Fondato, ainda foi escalada pelo mestre surrealista Luis Buñuel em “O Fantasma da Liberdade” (1974), estendendo seu alcance aos filmes de língua francesa. Retornou logo em seguida à França para trabalhar ainda com André Cayatte em “A Razão de Estado” (1978). Passada mais de uma década da separação, Vitti reencontrou as câmeras de Antonioni em “O Mistério de Oberwald” (1980). A esta altura, porém, ela estava envolvida com outro cineasta, Roberto Russo. Os dois se conheceram em 1975, quando ele integrava a equipe de “Pato com Laranja”, comédia clássica de Luciano Salce, e se aproximaram durante as filmagens de “Um Caso Quase Perfeito” (1979), filme americano dirigido por Michael Ritchie. Quando Russo estreou como diretor, em “Flirt” (1983), escalou Vitti no papel principal. A interpretação acabou consagrada no Festival de Berlim, estendendo o imaginário criado em torno da atriz como provocadora sensual, que ela estimulou até praticamente o fim da carreira, quando começou a dirigir a si mesma. Com a experiência de ter trabalhado com alguns dos maiores cineastas italianos, a estrela resolveu ir para trás das câmeras em 1990 com apoio de Russo. Ele escreveu e produziu “Escândalo Secreto”, o primeiro longa dirigido por Vitti e também a despedida da atriz do cinema. Ela decidiu sair de cena antes que pudesse envelhecer nas telas, decidindo que o cinema só teria imagens de sua beleza e juventude. E também antes que não pudesse mais atuar, um segredo que só seria conhecido bem mais tarde. Após viver com Roberto Russo por 27 anos, ela se casou com ele em 1995. A esta altura, Vitti já demonstrava sintomas do mal de Alzheimer, situação que só veio a público em 2011. Embora sua decisão de sair de cena fosse interpretada equivocadamente como sinal de vaidade, o reconhecimento conquistado ao longo de sua filmografia comprovam que Monica Vitti foi muito mais que sua beleza lendária, que inverteu signos ao transformar a frieza em algo extremamente quente. Monica Vitti venceu cinco troféus David di Donatello (o Oscar italiano) de Melhor Atriz, mais quatro prêmios especiais da Academia Italiana de Cinema. Também foi premiada em vários festivais internacionais, vencendo o Leão de Prata de Melhor Atriz no Festival de Berlim (por “Flirt”) e o Leão de Ouro honorário do Festival de Veneza, numa homenagem por sua carreira em 1995. Sem qualquer controvérsia, seus filmes estão entre os maiores patrimônios da cultura italiana do século 20.
The Offer: Série sobre “O Poderoso Chefão” ganha primeiro trailer
A plataforma Paramount+ divulgou o trailer de “The Offer”, minissérie sobre os bastidores do clássico do cinema “O Poderoso Chefão” (1972). A prévia mostra como a produção foi agitada e cheia de reviravoltas. A minissérie de 10 episódios foi concebida por Michael Tolkin, roteirista de “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora” (2021), e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série dos anos 1960 “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com bastidores muito conturbados. A história será contada com roteiros de Nikki Toscano (“Hunters”) e direção de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” (2019) e finalizou “Bohemian Rhapsody” (2018). O elenco estelar destaca Miles Teller (“Whiplash”) no papel de Al Ruddy, Colin Hanks (“Fargo”) como o executivo Barry Lapidus, Matthew Goode (“Watchmen”) como o lendário produtor Robert Evans, Justin Chambers (“Grey’s Anatomy”) na pele do astro Marlon Brando e Dan Fogler (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) vivendo o cineasta Francis Ford Coppola, entre muitos outros atores. A estreia está marcada para 28 de abril.
Florence Pugh revela-se fã de Erasmo Carlos
A estrela da Marvel Florence Pugh, que interpreta Yelena Belova, a nova Viúva Negra do MCU (Universo Cinematográfico Marvel), surpreendeu seus seguidores brasileiros ao se revelar fã de Erasmo Carlos. A atriz inglesa, vista mais recentemente na série “Gavião Arqueiro”, publicou nos stories do Instagram uma imagem do álbum “Sonhos e Memórias”, de 1972, revelando que estava escutando a faixa “Vida Antiga” no Spotify. “Enquanto isso, dançando ao som desse álbum para boas vibrações”, escreveu a atriz da Marvel na legenda, antes de aparecer num vídeo cozinhando – “Cooking with Flo” (cozinhando com Flo), como ela costuma chamar os vídeos em que cozinha diante da câmera. Clique abaixo para ouvir a música que ela estava escutando.
Howard Hesseman (1940-2022)
O ator Howard Hesseman, que estrelou as séries clássicas “WKRP in Cincinnati” e “Uma Turma Genial”, morreu no sábado (29/1) no hospital Cedar Sinai em Los Angeles, aos 81 anos, de compilações após uma cirurgia no cólon. Ele era membro fundador da trupe de comédia de São Francisco The Commitee, que chegou a participar do programa de variedades “The Smothers Brothers Comedy Hour” entre 1968 e 1969. Ele também foi um DJ de rádio no começo da carreira, apresentando-se no ar com o pseudônimo de Don Sturdy. Hesseman coadjuvou em vários filmes nos anos 1970, incluindo “Billy Jack” (1971) com Tom Laughlin, “Cisco Pike” (1971) com Kris Kristofferson, “Três Ladrões Desajustados” (1973) com Jane Fonda, “Kid Blue não Nasceu para a Forca” (1973) com Dennis Hopper, “Shampoo” (1975) com Warren Beatty, “Uma Dupla Desajustada” (1975) com Walter Matthau e “A Última Loucura de Mel Brooks” (1976) com obviamente Mel Brooks. Mas foi na televisão que sua carreira deslanchou. Seu primeiro papel recorrente numa série veio em 1974, em “The Bob Newhart Show”. Ele se tornou fixo pela primeira vez em 1976, em “Mary Hartman, Mary Hartman”. E foi estourar com “WKRP in Cincinnati” em 1978. No papel de um DJ de rádio de rock chamado Dr. Johnny Fever, ele conquistou suas únicas indicações ao Emmy. Foram duas, em 1980 e 1981. “WKRP in Cincinnati” durou quatro temporadas, até 1982. E seu sucesso levou Hesseman de volta ao cinema, desta vez como protagonista. Ele namorou Sylvia Kristel (a eterna “Emmanuelle”) em “Uma Professora Muito Especial” (1981), rivalizou com Dan Aykroyd em “Doutor Detroit e suas Mulheres” (1983), participou do clássico absoluto “Isto é Spinal Tap” (1984), apareceu como irmão do Comandante Lassard (George Gaynes) em “Loucademia de Polícia 2: A Primeira Missão” (1985) e foi o vilão da sci-fi juvenil “O Voo do Navegador” (1986). Apesar da longa lista de produções emendadas em curto período, ele retornou rapidamente para a TV, voltando a se destacar na telinha como o professor de “Uma Turma Genial” (Head of the Class). Hesseman desempenhou o papel de Charlie Moore por quatro temporadas, entre 1986 e 1990, mas se cansou de ser coadjuvante de adolescentes, saindo da série antes do último ano da atração para retomar o papel de Dr. Johnny Fever no revival “The New WKRP in Cincinnati”. Só que a segunda versão de seu sucesso original não teve o mesmo impacto, sendo cancelada em 1993, após duas temporadas. Depois disso, o ator nunca mais protagonizou outra atração. Mas continuou aparecendo na TV, em capítulos de produções tão diversas quanto “O Toque de um Anjo”, “That ’70s Show”, “House”, “Justiça Sem Limites”, “Psych”, “CSI”, “Mike & Molly” e “Fresh Off the Boat”, que marcou sua despedida das séries com participação em dois episódios de 2017.
Carol Speed (1945–2022)
A atriz Carol Speed, que estrelou o cult de blaxploitation “The Mack”, morreu em 14 de janeiro em Muskogee, Oklahoma. Ela tinha 76 anos e sua família anunciou sua morte em um comunicado publicado online sem especificar a causa. Carol Ann Bennett Stewart virou Carol Speed na década de 1970, a partir do filme de presidiárias “The Big Bird Cage” (1972) e do policial “Os Novos Centuriões” (1972) – que chegou a virar série. Mas seu nome só foi tornar realmente conhecido a partir de “The Mack” (1973), ao interpretar a namorada prostituta do personagem-título vivido por Max Julien, que morreu no início deste mês. O culto em torno de “The Mack”, que também destacava em seu elenco o humorista Richard Pryor, transformou Speed em estrela desse tipo de filme. Ela filmou mais cinco produções do gênero até 1979, saindo de cena com “Disco Godfather”. Entre seus filmes de gângsteres negros, Speed ainda protagonizou o terror “Abby” em 1974, interpretando o papel-título, uma mulher possuída pelo antigo demônio nigeriano Exu. “Abby” foi um sucesso de público, mas a produção acabou processada pela Warner Bros. sob a alegação de ser um plágio de “O Exorcista” (1973). O processo fez o longa ser retirado dos cinemas e criou barreiras para sua comercialização, tornando-o quase esquecido. Mas cinéfilos que ouviram falar do filme acabaram resgatando seu status em cineclubes e sessões comemorativas. Mais que cult, “Abby” se tornou lendário. Após se afastar das telas, ela virou escritora. Seu romance semiautobiográfico de 1980, “Inside Black Hollywood”, se provou tão “escandaloso” que virou “o assunto da cidade”, segundo a revista Jet na época. A vida real da atriz também teve sua parcela de drama ao estilo blaxploitation. Enquanto ela estava filmando “The Mack”, seu namorado foi morto a tiros em Berkeley, Califórnia. Naquela época, ela estava lutando para pagar sua casa em Hollywood Hills, tentando sustentar seu filho, Mark Speed, e expulsando outro homem de seu lar. Ele foi embora, mas levou muitos dos pertences dela – até mesmo o colchão da cama em que dormia. Outra história curiosa aconteceu durante as filmagens de “Abby”, quando vários tornados atingiram Louisville, onde o filme estava sendo rodado, e uma mansão onde o elenco havia participado de uma festa luxuosa foi destruída. Então, quando Speed apareceu no set em sua fantasia demoníaca, o gerador começou a funcionar mal e seus colegas ficaram assustados. “A equipe quase começou a acreditar que eu estava possuída pelo poderoso Exu”, ela revelou, em uma entrevista para a Jet.
Jamie Lee Curtis compartilha foto com sobreviventes de “Halloween”
A atriz Jamie Lee Curtis compartilhou um foto com as colegas Kyle Richards e Andi Matichak nos bastidores de “Halloween Ends”, suposto final da franquia de terror. Ela legendou a imagem das sobreviventes com um “Juntas até o fim”. Jamie Lee Curtis e Kyle Richards estão juntas desde o início. As duas atuaram no primeiro “Halloween”, escrito e dirigido por John Carpenter em 1978. Na trama clássica, Laurie Strode (papel consagrado por Jamie Lee Curtis) trabalhava como babá quando sobreviveu ao massacre original cometido por Michael Myers. O que poucos lembram são as crianças da história. Kyle Richards era uma delas, Lindsay Wallace, que voltou à franquia no ano passado, no filme “Halloween Kills: O Terror Continua”. Já Andi Matichak vive a neta de Laurie, Allyson, introduzida no primeiro filme da atual trilogia, o “Halloween” de 2018. Novamente dirigido por David Gordon Green, que assina a trilogia completa, o final da franquia tem estreia prevista para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jamie Lee Curtis (@curtisleejamie)
Jamie Lee Curtis revela seu visual para o final da franquia “Halloween”
A atriz Jamie Lee Curtis publicou nas redes sociais uma foto com o novo visual que assumirá em “Halloween Ends”, terceiro – e supostamente último – filme do revival de “Halloween”. “Cachorro velho, truques novos”, ela legendou em tom de brincadeira. “Halloween Ends” vai marcar a despedida da atriz de seu papel de Laurie Strode, que ela interpreta desde 1978, quando John Carpenter fez o primeiro “Halloween” e inaugurou a era dos serial killers imortais. Além dela, o ator e diretor Nick Castle, que viveu a primeira versão mascarada do psicopata Michael Myers, também retornou na nova trilogia, como homenagem em alguns closes. Uma vez que ele tem 73 anos, as cenas de ação ficaram a cargo de um dublê (James Jude Courtney). Novamente dirigido por David Gordon Green, o filme tem estreia prevista para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jamie Lee Curtis (@curtisleejamie)
“O Poderoso Chefão” celebra 50 anos com restauração em 4K. Veja o trailer
A Paramount divulgou o pôster e o trailer da restauração de “O Poderoso Chefão” (The Godfather). O clássico mafioso dirigido por Francis Ford Coppola completa 50 anos em 2022 e está ganhando uma versão em 4K HDR comemorativa, para ser relançado nos cinemas e nas plataformas de streaming. Além do filme original de 1972, estrelado por Al Pacino e Marlon Brando, também foram restauradas as duas continuações sob a supervisão de Coppola. Mas apenas o primeiro voltará a ser exibido nos cinemas, com estreia marcada para o dia 24 de fevereiro nos EUA. Os três longas serão lançados em streaming a partir de 22 de março. “Tenho muito orgulho de O Poderoso Chefão, que certamente definiu o primeiro terço da minha vida criativa”, disse Francis Ford Coppola, em comunicado sobre a restauração. “Com este tributo ao 50º aniversário, estou especialmente feliz de ‘O Poderoso Chefão 3 – Desfecho: A Morte de Michael Corleone’ estar incluído, pois capta a visão original de Mario e minha ao concluir definitivamente nossa trilogia épica. Também é gratificante comemorar esse marco com a Paramount ao lado dos fãs maravilhosos que amam a trilogia há décadas, das gerações mais jovens, que ainda o consideram relevante hoje, e daqueles que o descobrirão pela primeira vez.” As adaptações cinematográfica de Coppola dos romances de Mario Puzo acompanham a ascensão e a queda da família Corleone. Os dois primeiros longas da trilogia venceram o Oscar de Melhor Filme – em 1973 e 1975. A nova versão é a segunda restauração pela qual passam os filmes. A primeira foi em 2007, concluída pelo historiador de cinema e preservacionista Robert Harris. Mas desde então a tecnologia evoluiu enormemente. Será a primeira vez que os filmes poderão ser exibidos em 4K, padrão das novas televisões. “Nós nos sentimos privilegiados por restaurar esses filmes e um pouco admirados a cada dia que trabalhamos neles”, disse Andrea Kalas, vice-presidente sênior da Paramount Archives. “Pudemos testemunhar em primeira mão como a brilhante fotografia, trilha sonora, desenho de produção, figurino, edição, performances e, claro, roteiro e direção tornaram-se notoriamente mais do que a soma de suas partes. Foi nosso compromisso honrar o trabalho excepcional de todos os envolvidos.”
The Offer: Série sobre “O Poderoso Chefão” ganha teaser e data
A plataforma Paramount+ divulgou a data de estreia de “The Offer”, minissérie sobre os bastidores do clássico do cinema “O Poderoso Chefão” (1972). A revelação do lançamento em 28 de abril foi feito num teaser e num pôster oficial da produção. A minissérie de 10 episódios foi concebida por Michael Tolkin, de “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora” (2021), e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série dos anos 1960 “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com muitas reviravoltas e bastidores conturbados. A história será contada com roteiros de Nikki Toscano (“Hunters”) e direção de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” (2019) e finalizou “Bohemian Rhapsody” (2018). O elenco estelar destaca Miles Teller (“Whiplash”) no papel de Al Ruddy, Colin Hanks (“Fargo”) como o executivo Barry Lapidus, Matthew Goode (“Watchmen”) como o lendário produtor Robert Evans, Justin Chambers (“Grey’s Anatomy”) na pele do astro Marlon Brando e Dan Fogler (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) vivendo o cineasta Francis Ford Coppola, entre muitos outros atores.
Música famosa de Chico Buarque vai virar filme
A canção “Geni e o Zepelim”, que integra o musical “Ópera do Malandro”, de 1978, vai virar filme. A música de Chico Buarque, que marcou época com o refrão “joga pedra na Geni”, teve os direitos comprados pela Migdal Filmes, mesma produtora de “Minha Mãe é uma Peça”. A direção do longa será de Anna Muylaert (“Que Horas Ela Volta?”), que não lançava um filme de ficção desde “Mãe É Só Uma”, de 2016. Depois disso, ela realizou o documentário “Alvorado” (2021) sobre os bastidores do Impeachment de Dilma Rousseff. O roteiro ainda não começou a ser escrito e a atriz que interpretará Geni tampouco foi escolhida. Em processo muito inicial, o filme só começará a ser produzido em 2023. Lembre a canção abaixo.
Vanessa Giacomo entra em série criminal da Globoplay
A atriz Vanessa Giacomo (“Filhas de Eva”) entrou na vindoura série “O Jogo que Mudou a História”. Ela viverá uma mulher religiosa casada com um dos protagonistas da série da Globoplay, o presidente da associação de moradores de uma comunidade. Criação da equipe de “Arcanjo Renegado”, o roteirista José Júnior e o diretor Heitor Dhalia, a série mostrará a origem da guerra do narcotráfico no Rio de Janeiro e também fará crossover com outra atração da plataforma, “A Divisão”. A produção mostrará o surgimento das grandes facções criminosas, situando sua trama entre os anos de 1977 e 1989. Portanto, antes dos eventos de “A Divisão”. Mas contará com participação de Marcos Palmeira, retomando o papel do delegado Benício, e Natália Lage como a policial Roberta. O elenco ainda inclui Raphael Logam (“Impuros”) no papel de um agente penitenciário, Bukassa Kabengele (“Pacificado”) como um dos fundadores da Falange Vermelha, Alli Willow (atriz franco-americana de “Bacurau”) como uma freira americana que trabalha no presídio da Ilha Grande, Jonathan Azevedo (“Verdades Secretas 2”) como um traficante, Marcelo Serrado (“Galeria Futuro”) como um oficial, Dandara Mariana (“A Força do Querer”) como a mulher de um dos fundadores da Falange Vermelha e até o ex-jogador de futebol Edmundo, fazendo sua estreia como ator numa trama que também retratará um campeonato entre times de favelas do Rio. As gravações começaram em janeiro.











