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  • Série

    Teaser mostra Bill Skarsgård como criminoso que originou a “síndrome de Estocolmo”

    4 de fevereiro de 2022 /

    A Netflix divulgou o teaser da minissérie “Clark”, sobre o criminoso sueco que originou o termo “síndrome de Estocolmo”, adotado pela psiquiatria. A produção de tom cômico é ambientada nos anos 1970 e estrelada pelo ator Bill Skarsgård (o palhaço Pennywise de “It: A Coisa”). Ele vive o gângster sueco Clark Olofsson, que se tornou famoso por conquistar a boa vontade de suas vítimas com seu charme e boa aparência. Para quem não conhece, a “síndrome de Estocolmo” define a simpatia das vítimas por aqueles que lhes causam mal. O termo é geralmente utilizado para explicar porque porque alguns reféns se tornam amigos e até passam a defender os criminosos que os submetem à violência. O estado mental é resultado de um bloqueio e estratégia de sobrevivência ao abuso. O termo passou a ser utilizado após Clark Olofsson e Jan-Erik Olsson manterem vários pessoas como reféns após um assalto que deu errado num banco de Estocolmo, em 1973. Ao fim do cerco policial, nenhum dos reféns quis testemunhar contra os ladrões e ainda levantaram fundos para ajudá-los em suas defesas. A minissérie tem roteiro e direção de Jonas Åkerlund, responsável por “Lords of Caos”, cinebiografia da banda de death metal Mayhem, e por vários clipes famosos – de Madonna a Lady Gaga. A estreia vai acontecer no primeiro semestre de 2022, em data ainda não revelada.

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  • Série

    Vida de Ronald Biggs no Brasil vai virar série documental

    3 de fevereiro de 2022 /

    O Canal Brasil prepara uma série documental sobre o Ronald Biggs (1929-2013), que fugiu para o Brasil depois de ter participado do famoso assalto ao trem pagador na Inglaterra, crime que ficou conhecido como “O assalto do século”. Biggs chegou ao Rio com passaporte falso pouco antes da Copa de 1970. E virou celebridade quando participou do filme “A Grande Farsa do Rock” (1980), com integrantes da banda inglesa Sex Pistols. Ele também cantou no disco da trilha sonora. “No One is Innocent” foi lançado como single no Reino Unido, alcançando o 6° lugar nas paradas britânicas. Só que sua impunidade inspirou uma aventura ousada de ex-militares ingleses. Um grupo clandestino o sequestrou e o levou até Barbados, esperando receber alguma recompensa. Não deu certo e, aproveitando-se de brechas na lei, Biggs conseguiu voltar ao Brasil. Nos anos 1980, inspirado pelo pós-punk britânico, abriu uma famosa casa noturna carioca com sócios ingleses, Crepúsculo de Cubatão, que fomentou a cena alternativa do Rio. Além disso, sua história virou filme, “Prisioneiro do Rio” (1988), com direção do polonês Lech Majewski (“O Moinho e a Cruz”) e participação de José Wilker e Zezé Motta. Ele ainda voltou ao rock em 1991, como cantor convidado na faixa “Carnival In Rio (Punk Was)”, da banda punk alemã Die Toten Hosen. E seu filho brasileiro, Mike Biggs, foi um dos membros do popular grupo musical infantil Balão Mágico. Sua lendária boa vida carioca chegou ao fim em 2001, quando Biggs aceitou uma oferta em dinheiro do tabloide The Sun para retornar à Inglaterra, mesmo sabendo que seria imediatamente preso. Acabou adoecendo na prisão, sendo libertado oito anos depois por conta de seu estado de saúde. Ele faleceu em 2013 num abrigo de idosos na Inglaterra, e foi enterrado junto com bandeiras de seu país natal e do Brasil. A série “Biggs in Rio – No One Is Innocent” tem direção de Roberto Berliner (“Nise: O Coração da Loucura”) e Cris Pickard (escritor e jornalista inglês que já escreveu três livros sobre Biggs). A produção é dividida pela TvZero e a Critical Divide, da Inglaterra, além do Canal Brasil. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Joseph Gordon-Levitt viverá famoso líder de seita suicida

    2 de fevereiro de 2022 /

    O ator Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) vai estrelar o drama de época “White Night”, sobre a história controversa de Jim Jones. Jones entrou para a História como fundador e líder do Templo dos Povos, seita que se tornou mundialmente conhecida pelos assassinatos de um congressista e repórteres americanos, seguidos por um ato de suicídio coletivo por ingestão de veneno de mais de 900 de seus integrantes na Guiana em 1978, tragédia batizada pela mídia como o Massacre de Jonestown. O elenco também destaca Chloë Grace Moretz como Deborah Layton, uma das sobreviventes do massacre. Ela era uma das principais integrantes do Templo dos Povos antes de descobrir a verdade sobre Jones e tentar denunciá-lo. O filme é baseado justamente no livro de memórias de Layton, “Seduction Poison”. A adaptação foi escrita por William Wheeler (“A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”) e será dirigida pela norueguesa Anne Sewitsky (“A Very British Scandal”). A produção é da FilmNation e ainda não há previsão de estreia. “Entrar na órbita magnética de Jim Jones através dos olhos de uma jovem idealista e apaixonada nos lembrou que qualquer um pode ser vítima do extremismo, dadas as circunstâncias certas”, disse Ashley Fox, presidente de produção da FilmNation, em comunicado. “White Night” não é o único projeto sobre o massacre de Jonestown em curso em Hollywood. Em novembro passado, Leonardo DiCaprio assinou contrato para interpretar Jim Jones em um filme escrito por Scott Rosenberg (das franquias “Venom” e “Jumanji”) e produzido pela MGM. Mas desde então o projeto não apresentou nenhum novo desenvolvimento.

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  • Série

    Gaslit: Minissérie com Julia Roberts e Sean Penn revisita Watergate

    2 de fevereiro de 2022 /

    A plataforma Starzplay divulgou o primeiro trailer de “Gaslit”, atração estrelada pelos astros Julia Roberts (“Álbum de Família”) e Sean Penn (“O Gênio e o Louco”) sob muita maquiagem. Criada por Robbie Pickering (roteirista de “Mr. Robot”), “Gaslit” é uma das duas minisséries sobre Watergate atualmente em produção (a outra é “The White House Plumbers”, da HBO), que serão lançadas em meio ao cinquentenário do maior escândalo político da história dos EUA. Watergate era o nome de um edifício onde funcionava um importante escritório do Partido Democrata em 1972, que foi invadido na calada da noite por “espiões” do Partido Republicano com o objetivo de plantar escutas. Só que a “missão secreta” se provou uma sucessão de trapalhadas. Denunciada pela imprensa, a invasão e sua tentativa de acobertamento levaram à renúncia do presidente Richard Nixon em 1974. A trama de “Gaslit” é centrada em uma das personagens centrais do escândalo, Martha Mitchell (Roberts), socialite casada com Procurador-Geral da República John Mitchell (Penn). Apesar de sua filiação partidária, ela é a primeira pessoa a falar publicamente sobre o envolvimento de Nixon em Watergate, fazendo com que tanto a Presidência quanto sua vida pessoal se desfaçam. Como Procurador-Geral, John Mitchell era o conselheiro mais confiável e o melhor amigo de Nixon. Temperamental, desbocado e implacável, ele se viu forçado a escolher entre Martha e o presidente, numa situação que rapidamente evoluiu do drama de família para o suspense político. Além dos dois atores, a minissérie também traz em seu elenco Dan Stevens (“Legion”), Erinn Hayes (“Bill & Ted: Encare a Música”), Shea Whigham (“Perry Mason”), Brian Geraghty (“Big Sky”), Darby Camp (“Clifford, O Gigante Cão Vermelho”), Nat Faxon (“The Conners”) e Patton Oswalt (“A.P. Bio”). “Gaslit” tem estreia marcada para 24 de abril.

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  • Etc,  Filme

    Monica Vitti (1931–2022)

    2 de fevereiro de 2022 /

    Monica Vitti, uma das das mais famosas atrizes do cinema italiano, faleceu nesta quarta (2/2) aos 90 anos, informou o ministro da Cultura da Itália, Dario Franceschini. “Adeus Monica Vitti, adeus à rainha do cinema italiano. Hoje é um dia verdadeiramente triste, morre uma grande artista e uma grande italiana”, escreveu ministro em um comunicado. A voz rouca e sedutora, o olhar melancólico e os cabelos meticulosamente despenteados da atriz marcaram uma coleção de clássicos absolutos do cinema, a partir de sua parceria com o diretor Michelangelo Antonioni. Maria Luisa Ceciarelli (seu nome real) foi “descoberta” pelo maestro em papéis coadjuvantes de comédia dos anos 1950. Os dois se aproximaram, se apaixonaram e ele a lançou ao estrelato em “A Aventura” (1960). Sua beleza não convencional, marcada por expressões tristes, distantes e frias, tornaram Vitti a protagonista perfeita para a trilogia da “incomunicabilidade” de Antonioni, iniciada pelo filme de 1960 e continuada nos cultuadíssimos “A Noite” (1961) e “O Eclipse” (1962), obras sobre o nada, o vazio, a alienação e o tédio, que implodiram a narrativa convencional em favor da exploração da imagem, dos closes de Vitti, conduzindo à evolução da própria linguagem cinematográfica. Depois do quarto filme com Antonioni, “O Deserto Vermelho” (1964), estreia do diretor a cores, Vitti foi estrelar a adaptação dos quadrinhos de “Modesty Blaise” (1966), com direção de Joseph Losey no Reino Unido. Espécie de James Bond feminina, a personagem mudou o perfil da atriz. Graças ao visual fetichista do uniforme de couro da heroína, ela foi alçada à condição de símbolo sexual. Na volta à Itália, Vitti terminou seu romance com Antonioni e passou a explorar sua imagem sexy em várias comédias picantes, virando estrela de produções dos maiores diretores do gênero, como Mario Monicelli (“A Garota com a Pistola”, 1968), Alberto Sordi (“Amor, Ajuda-me”, 1969) e Ettore Scola (“Ciúme à Italiana”, 1970). Entre “A Mulher que Inventou o Rebolado” (1970) e “À Meia-Noite, a Ronda do Prazer” (1975), ambos de Marcello Fondato, ainda foi escalada pelo mestre surrealista Luis Buñuel em “O Fantasma da Liberdade” (1974), estendendo seu alcance aos filmes de língua francesa. Retornou logo em seguida à França para trabalhar ainda com André Cayatte em “A Razão de Estado” (1978). Passada mais de uma década da separação, Vitti reencontrou as câmeras de Antonioni em “O Mistério de Oberwald” (1980). A esta altura, porém, ela estava envolvida com outro cineasta, Roberto Russo. Os dois se conheceram em 1975, quando ele integrava a equipe de “Pato com Laranja”, comédia clássica de Luciano Salce, e se aproximaram durante as filmagens de “Um Caso Quase Perfeito” (1979), filme americano dirigido por Michael Ritchie. Quando Russo estreou como diretor, em “Flirt” (1983), escalou Vitti no papel principal. A interpretação acabou consagrada no Festival de Berlim, estendendo o imaginário criado em torno da atriz como provocadora sensual, que ela estimulou até praticamente o fim da carreira, quando começou a dirigir a si mesma. Com a experiência de ter trabalhado com alguns dos maiores cineastas italianos, a estrela resolveu ir para trás das câmeras em 1990 com apoio de Russo. Ele escreveu e produziu “Escândalo Secreto”, o primeiro longa dirigido por Vitti e também a despedida da atriz do cinema. Ela decidiu sair de cena antes que pudesse envelhecer nas telas, decidindo que o cinema só teria imagens de sua beleza e juventude. E também antes que não pudesse mais atuar, um segredo que só seria conhecido bem mais tarde. Após viver com Roberto Russo por 27 anos, ela se casou com ele em 1995. A esta altura, Vitti já demonstrava sintomas do mal de Alzheimer, situação que só veio a público em 2011. Embora sua decisão de sair de cena fosse interpretada equivocadamente como sinal de vaidade, o reconhecimento conquistado ao longo de sua filmografia comprovam que Monica Vitti foi muito mais que sua beleza lendária, que inverteu signos ao transformar a frieza em algo extremamente quente. Monica Vitti venceu cinco troféus David di Donatello (o Oscar italiano) de Melhor Atriz, mais quatro prêmios especiais da Academia Italiana de Cinema. Também foi premiada em vários festivais internacionais, vencendo o Leão de Prata de Melhor Atriz no Festival de Berlim (por “Flirt”) e o Leão de Ouro honorário do Festival de Veneza, numa homenagem por sua carreira em 1995. Sem qualquer controvérsia, seus filmes estão entre os maiores patrimônios da cultura italiana do século 20.

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  • Série

    The Offer: Série sobre “O Poderoso Chefão” ganha primeiro trailer

    1 de fevereiro de 2022 /

    A plataforma Paramount+ divulgou o trailer de “The Offer”, minissérie sobre os bastidores do clássico do cinema “O Poderoso Chefão” (1972). A prévia mostra como a produção foi agitada e cheia de reviravoltas. A minissérie de 10 episódios foi concebida por Michael Tolkin, roteirista de “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora” (2021), e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série dos anos 1960 “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com bastidores muito conturbados. A história será contada com roteiros de Nikki Toscano (“Hunters”) e direção de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” (2019) e finalizou “Bohemian Rhapsody” (2018). O elenco estelar destaca Miles Teller (“Whiplash”) no papel de Al Ruddy, Colin Hanks (“Fargo”) como o executivo Barry Lapidus, Matthew Goode (“Watchmen”) como o lendário produtor Robert Evans, Justin Chambers (“Grey’s Anatomy”) na pele do astro Marlon Brando e Dan Fogler (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) vivendo o cineasta Francis Ford Coppola, entre muitos outros atores. A estreia está marcada para 28 de abril.

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  • Música

    Florence Pugh revela-se fã de Erasmo Carlos

    30 de janeiro de 2022 /

    A estrela da Marvel Florence Pugh, que interpreta Yelena Belova, a nova Viúva Negra do MCU (Universo Cinematográfico Marvel), surpreendeu seus seguidores brasileiros ao se revelar fã de Erasmo Carlos. A atriz inglesa, vista mais recentemente na série “Gavião Arqueiro”, publicou nos stories do Instagram uma imagem do álbum “Sonhos e Memórias”, de 1972, revelando que estava escutando a faixa “Vida Antiga” no Spotify. “Enquanto isso, dançando ao som desse álbum para boas vibrações”, escreveu a atriz da Marvel na legenda, antes de aparecer num vídeo cozinhando – “Cooking with Flo” (cozinhando com Flo), como ela costuma chamar os vídeos em que cozinha diante da câmera. Clique abaixo para ouvir a música que ela estava escutando.

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  • Etc,  Série

    Howard Hesseman (1940-2022)

    30 de janeiro de 2022 /

    O ator Howard Hesseman, que estrelou as séries clássicas “WKRP in Cincinnati” e “Uma Turma Genial”, morreu no sábado (29/1) no hospital Cedar Sinai em Los Angeles, aos 81 anos, de compilações após uma cirurgia no cólon. Ele era membro fundador da trupe de comédia de São Francisco The Commitee, que chegou a participar do programa de variedades “The Smothers Brothers Comedy Hour” entre 1968 e 1969. Ele também foi um DJ de rádio no começo da carreira, apresentando-se no ar com o pseudônimo de Don Sturdy. Hesseman coadjuvou em vários filmes nos anos 1970, incluindo “Billy Jack” (1971) com Tom Laughlin, “Cisco Pike” (1971) com Kris Kristofferson, “Três Ladrões Desajustados” (1973) com Jane Fonda, “Kid Blue não Nasceu para a Forca” (1973) com Dennis Hopper, “Shampoo” (1975) com Warren Beatty, “Uma Dupla Desajustada” (1975) com Walter Matthau e “A Última Loucura de Mel Brooks” (1976) com obviamente Mel Brooks. Mas foi na televisão que sua carreira deslanchou. Seu primeiro papel recorrente numa série veio em 1974, em “The Bob Newhart Show”. Ele se tornou fixo pela primeira vez em 1976, em “Mary Hartman, Mary Hartman”. E foi estourar com “WKRP in Cincinnati” em 1978. No papel de um DJ de rádio de rock chamado Dr. Johnny Fever, ele conquistou suas únicas indicações ao Emmy. Foram duas, em 1980 e 1981. “WKRP in Cincinnati” durou quatro temporadas, até 1982. E seu sucesso levou Hesseman de volta ao cinema, desta vez como protagonista. Ele namorou Sylvia Kristel (a eterna “Emmanuelle”) em “Uma Professora Muito Especial” (1981), rivalizou com Dan Aykroyd em “Doutor Detroit e suas Mulheres” (1983), participou do clássico absoluto “Isto é Spinal Tap” (1984), apareceu como irmão do Comandante Lassard (George Gaynes) em “Loucademia de Polícia 2: A Primeira Missão” (1985) e foi o vilão da sci-fi juvenil “O Voo do Navegador” (1986). Apesar da longa lista de produções emendadas em curto período, ele retornou rapidamente para a TV, voltando a se destacar na telinha como o professor de “Uma Turma Genial” (Head of the Class). Hesseman desempenhou o papel de Charlie Moore por quatro temporadas, entre 1986 e 1990, mas se cansou de ser coadjuvante de adolescentes, saindo da série antes do último ano da atração para retomar o papel de Dr. Johnny Fever no revival “The New WKRP in Cincinnati”. Só que a segunda versão de seu sucesso original não teve o mesmo impacto, sendo cancelada em 1993, após duas temporadas. Depois disso, o ator nunca mais protagonizou outra atração. Mas continuou aparecendo na TV, em capítulos de produções tão diversas quanto “O Toque de um Anjo”, “That ’70s Show”, “House”, “Justiça Sem Limites”, “Psych”, “CSI”, “Mike & Molly” e “Fresh Off the Boat”, que marcou sua despedida das séries com participação em dois episódios de 2017.

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  • Etc,  Filme

    Carol Speed (1945–2022)

    29 de janeiro de 2022 /

    A atriz Carol Speed, que estrelou o cult de blaxploitation “The Mack”, morreu em 14 de janeiro em Muskogee, Oklahoma. Ela tinha 76 anos e sua família anunciou sua morte em um comunicado publicado online sem especificar a causa. Carol Ann Bennett Stewart virou Carol Speed na década de 1970, a partir do filme de presidiárias “The Big Bird Cage” (1972) e do policial “Os Novos Centuriões” (1972) – que chegou a virar série. Mas seu nome só foi tornar realmente conhecido a partir de “The Mack” (1973), ao interpretar a namorada prostituta do personagem-título vivido por Max Julien, que morreu no início deste mês. O culto em torno de “The Mack”, que também destacava em seu elenco o humorista Richard Pryor, transformou Speed ​em estrela desse tipo de filme. Ela filmou mais cinco produções do gênero até 1979, saindo de cena com “Disco Godfather”. Entre seus filmes de gângsteres negros, Speed ainda protagonizou o terror “Abby” em 1974, interpretando o papel-título, uma mulher possuída pelo antigo demônio nigeriano Exu. “Abby” foi um sucesso de público, mas a produção acabou processada pela Warner Bros. sob a alegação de ser um plágio de “O Exorcista” (1973). O processo fez o longa ser retirado dos cinemas e criou barreiras para sua comercialização, tornando-o quase esquecido. Mas cinéfilos que ouviram falar do filme acabaram resgatando seu status em cineclubes e sessões comemorativas. Mais que cult, “Abby” se tornou lendário. Após se afastar das telas, ela virou escritora. Seu romance semiautobiográfico de 1980, “Inside Black Hollywood”, se provou tão “escandaloso” que virou “o assunto da cidade”, segundo a revista Jet na época. A vida real da atriz também ​​teve sua parcela de drama ao estilo blaxploitation. Enquanto ela estava filmando “The Mack”, seu namorado foi morto a tiros em Berkeley, Califórnia. Naquela época, ela estava lutando para pagar sua casa em Hollywood Hills, tentando sustentar seu filho, Mark Speed, e expulsando outro homem de seu lar. Ele foi embora, mas levou muitos dos pertences dela – até mesmo o colchão da cama em que dormia. Outra história curiosa aconteceu durante as filmagens de “Abby”, quando vários tornados atingiram Louisville, onde o filme estava sendo rodado, e uma mansão onde o elenco havia participado de uma festa luxuosa foi destruída. Então, quando Speed ​​apareceu no set em sua fantasia demoníaca, o gerador começou a funcionar mal e seus colegas ficaram assustados. “A equipe quase começou a acreditar que eu estava possuída pelo poderoso Exu”, ela revelou, em uma entrevista para a Jet.

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  • Filme

    Jamie Lee Curtis compartilha foto com sobreviventes de “Halloween”

    27 de janeiro de 2022 /

    A atriz Jamie Lee Curtis compartilhou um foto com as colegas Kyle Richards e Andi Matichak nos bastidores de “Halloween Ends”, suposto final da franquia de terror. Ela legendou a imagem das sobreviventes com um “Juntas até o fim”. Jamie Lee Curtis e Kyle Richards estão juntas desde o início. As duas atuaram no primeiro “Halloween”, escrito e dirigido por John Carpenter em 1978. Na trama clássica, Laurie Strode (papel consagrado por Jamie Lee Curtis) trabalhava como babá quando sobreviveu ao massacre original cometido por Michael Myers. O que poucos lembram são as crianças da história. Kyle Richards era uma delas, Lindsay Wallace, que voltou à franquia no ano passado, no filme “Halloween Kills: O Terror Continua”. Já Andi Matichak vive a neta de Laurie, Allyson, introduzida no primeiro filme da atual trilogia, o “Halloween” de 2018. Novamente dirigido por David Gordon Green, que assina a trilogia completa, o final da franquia tem estreia prevista para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jamie Lee Curtis (@curtisleejamie)

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    Jamie Lee Curtis revela seu visual para o final da franquia “Halloween”

    25 de janeiro de 2022 /

    A atriz Jamie Lee Curtis publicou nas redes sociais uma foto com o novo visual que assumirá em “Halloween Ends”, terceiro – e supostamente último – filme do revival de “Halloween”. “Cachorro velho, truques novos”, ela legendou em tom de brincadeira. “Halloween Ends” vai marcar a despedida da atriz de seu papel de Laurie Strode, que ela interpreta desde 1978, quando John Carpenter fez o primeiro “Halloween” e inaugurou a era dos serial killers imortais. Além dela, o ator e diretor Nick Castle, que viveu a primeira versão mascarada do psicopata Michael Myers, também retornou na nova trilogia, como homenagem em alguns closes. Uma vez que ele tem 73 anos, as cenas de ação ficaram a cargo de um dublê (James Jude Courtney). Novamente dirigido por David Gordon Green, o filme tem estreia prevista para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jamie Lee Curtis (@curtisleejamie)

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  • Filme

    “O Poderoso Chefão” celebra 50 anos com restauração em 4K. Veja o trailer

    14 de janeiro de 2022 /

    A Paramount divulgou o pôster e o trailer da restauração de “O Poderoso Chefão” (The Godfather). O clássico mafioso dirigido por Francis Ford Coppola completa 50 anos em 2022 e está ganhando uma versão em 4K HDR comemorativa, para ser relançado nos cinemas e nas plataformas de streaming. Além do filme original de 1972, estrelado por Al Pacino e Marlon Brando, também foram restauradas as duas continuações sob a supervisão de Coppola. Mas apenas o primeiro voltará a ser exibido nos cinemas, com estreia marcada para o dia 24 de fevereiro nos EUA. Os três longas serão lançados em streaming a partir de 22 de março. “Tenho muito orgulho de O Poderoso Chefão, que certamente definiu o primeiro terço da minha vida criativa”, disse Francis Ford Coppola, em comunicado sobre a restauração. “Com este tributo ao 50º aniversário, estou especialmente feliz de ‘O Poderoso Chefão 3 – Desfecho: A Morte de Michael Corleone’ estar incluído, pois capta a visão original de Mario e minha ao concluir definitivamente nossa trilogia épica. Também é gratificante comemorar esse marco com a Paramount ao lado dos fãs maravilhosos que amam a trilogia há décadas, das gerações mais jovens, que ainda o consideram relevante hoje, e daqueles que o descobrirão pela primeira vez.” As adaptações cinematográfica de Coppola dos romances de Mario Puzo acompanham a ascensão e a queda da família Corleone. Os dois primeiros longas da trilogia venceram o Oscar de Melhor Filme – em 1973 e 1975. A nova versão é a segunda restauração pela qual passam os filmes. A primeira foi em 2007, concluída pelo historiador de cinema e preservacionista Robert Harris. Mas desde então a tecnologia evoluiu enormemente. Será a primeira vez que os filmes poderão ser exibidos em 4K, padrão das novas televisões. “Nós nos sentimos privilegiados por restaurar esses filmes e um pouco admirados a cada dia que trabalhamos neles”, disse Andrea Kalas, vice-presidente sênior da Paramount Archives. “Pudemos testemunhar em primeira mão como a brilhante fotografia, trilha sonora, desenho de produção, figurino, edição, performances e, claro, roteiro e direção tornaram-se notoriamente mais do que a soma de suas partes. Foi nosso compromisso honrar o trabalho excepcional de todos os envolvidos.”

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    The Offer: Série sobre “O Poderoso Chefão” ganha teaser e data

    11 de janeiro de 2022 /

    A plataforma Paramount+ divulgou a data de estreia de “The Offer”, minissérie sobre os bastidores do clássico do cinema “O Poderoso Chefão” (1972). A revelação do lançamento em 28 de abril foi feito num teaser e num pôster oficial da produção. A minissérie de 10 episódios foi concebida por Michael Tolkin, de “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora” (2021), e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série dos anos 1960 “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com muitas reviravoltas e bastidores conturbados. A história será contada com roteiros de Nikki Toscano (“Hunters”) e direção de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” (2019) e finalizou “Bohemian Rhapsody” (2018). O elenco estelar destaca Miles Teller (“Whiplash”) no papel de Al Ruddy, Colin Hanks (“Fargo”) como o executivo Barry Lapidus, Matthew Goode (“Watchmen”) como o lendário produtor Robert Evans, Justin Chambers (“Grey’s Anatomy”) na pele do astro Marlon Brando e Dan Fogler (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) vivendo o cineasta Francis Ford Coppola, entre muitos outros atores.

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