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  • Música

    Denny Laine, que fundou a banda Wings com Paul McCartney, morre aos 79 anos

    5 de dezembro de 2023 /

    O músico Denny Laine, que fundou a banda Wings nos anos 1970 junto de Linda e Paul McCartney, morreu nesta terça-feira (5/12) aos 79 anos. O guitarrista sofria com uma doença de pulmão. Nascido em Birmingham, na Inglaterra, Denny fez sucesso pela primeira vez em 1964 como integrante da banda Moody Blues, ao lado de Ray Thomas e Mike Ponder. Ele cantou o primeiro hit do grupo, “Go Now”, que alcançou o 1º lugar nas paradas do Reino Unido, mas deixou a banda em 1966, antes do lançamento de seus maiores sucessos – como “Nights of White Satin” (1967) e “Tuesday Afternoon” (1968). Mesmo assim, foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll em 2018 como membro do grupo. Ele ficou menos tempo ainda em sua segunda banda, Electric String Band, um supergrupo que também contava com Trevor Burton (do Move) na guitarra, Viv Prince (do Pretty Things) na bateria e Binky McKenzie (da banda de Alexis Korner) no baixo. Mesmo dividindo o palco com Jimi Hendrix, a banda implodiu rapidamente pela falta de sucesso, deixando Denny como freelancer pelo resto dos anos 1960, juntando-se à banda Balls e tocando na Air Force, do baterista Ginger Baker (ex-Cream) e do tecladista Steve Winwood (ex-Spencer Davis Group).   Parceria com Paul McCartney Em 1971, o guitarrista juntou forças com Paul McCartney e sua esposa Linda para formar os Wings, permanecendo no grupo por 10 anos, até que eles se separaram em 1981. Além das guitarras, ele também cantou, tocou teclados e sopros e foi parceiro de McCartney na composição de boa parte do repertório. O álbum mais conhecido dos Wings, “Band on the Run”, teve seu 50º aniversário comemorado na segunda-feira por Paul McCartney, com uma postagem nas redes sociais. O disco não foi um grande sucesso inicial, mas assim que seus singles começaram a tocar no rádio, ele disparou e passou a liderar os rankings dos mais vendidos durante três vezes distintas em seu primeiro ano de lançamento. Ao final, vendeu 6 milhões de cópias em todo o mundo. Celebradíssimo, o disco foi concebido como um trio, assim como “London Town”, outro clássico da banda lançada em 1978 (único álbum a trazer apenas os três integrantes originais na capa). “Eu e Paul tínhamos as mesmas influências musicalmente e nos conhecíamos desde os anos 1960”, disse Denny à revista Billboard no início do ano sobre o cinquentenário de “Band on the Run”. “Foi muito fácil. Foi fácil conseguir um bom ritmo nas músicas um do outro, e acho que foi isso que tornou o álbum popular. Denny gravou sete álbuns com os Wings. E entre estúdios de gravação e turnês mundiais, ele ainda deu início à sua carreira solo, lançando três discos de composições próprias, enquanto trabalhava com Paul McCartney. Ao fim dos Wings em 1981, ele passou a se dedicar mais à sério o trabalho individual. Foram ao todo 12 álbuns solo – o último em 2008. Mas nenhum deles rendeu hits. Em seu Instagram, Paul McCartney comentou a morte do ex-parceiro. “Havíamos nos distanciado, mas nos últimos anos conseguimos restabelecer nossa amizade e compartilhar lembranças de nossos tempos juntos. Denny era um grande talento, com um ótimo senso de humor e estava sempre pronto para ajudar outras pessoas. Ele deixará saudades para todos os seus fãs e será lembrado com muito carinho por seus amigos. Envio minhas condolências e votos de felicidades à sua esposa, Elizabeth e família”, escreveu McCartney, que listou feitos da parceira, destacando o hit “Mull of Kintyre”. “Paz e amor, Denny, foi um prazer te conhecer. Todos vamos sentir sua falta”. O ex-Beatle deve homenagear Denny nos próximos shows no Brasil, uma vez que parte das músicas que formam seu repertório foram criadas com o guitarrista. McCartney se apresenta no Alliaz Parque em São Paulo na quinta (7/12), sábado (9/12) e domingo (10/12). Depois, segue para Curitiba, onde toca na outra quinta (13/12) no Estádio Couto Pereira, e encerra sua passagem pelo Brasil no sábado (16/12) no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Paul McCartney (@paulmccartney)

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  • Música

    Morreu a cantora Jean Knight, estrela do soul dos anos 1970

    3 de dezembro de 2023 /

    A cantora de soul americana Jean Knight morreu em Tampa, na Flórida, aos 80 anos. A morte aconteceu em 22 de novembro e foi anunciada por sua assessora de imprensa, que não especificou a causa. A nativa de Nova Orleans começou a cantar ainda adolescente em um bar de propriedade de seu primo. Aos 20 e poucos anos, ela gravou seus primeiros discos nas gravadoras Tribe e Jetstream, mas o sucesso só veio em 1971 com a música “Mr. Big Stuff”, lançada pela gravadora Stax Records. A canção vendeu milhões de cópias e até rendeu a Knight uma indicação ao Grammy. Hino do empoderamento feminino, a música atrevida trazia a cantora dizendo a um mulherengo rico – com suas “roupas elegantes” e “um carro grande e fino” – que ela nunca o amará. O que deveria ser o primeiro passo de uma carreira de sucesso acabou virando tombo. Desentendimentos com seu produtor e a gravadora encerraram o envolvimento da cantora com a Stax logo após o lançamento de seu primeiro álbum e ela só voltou a ter novos hits nos anos 1980, com os lançamentos de “You Got The Papers (But I Got The Man)” (1981) e “Don’t Mess With My Toot Toot” (1985), mesmo assim sem chegar perto do fenômeno causado por “Mr. Big Stuff”. Ao todo, Jean Knight lançou apenas cinco álbuns de estúdio – e dois deles saíram nos anos 1990, quase sem repercussão. Ela era membro da Comissão de Música do estado de Louisiana e foi introduzida no Louisiana Music Hall of Fame em 2007.

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  • TV

    Fragmentos | Globoplay vai disponibilizar capítulos de novelas clássicas incompletas

    1 de dezembro de 2023 /

    A Globoplay anunciou nesta sexta (1/12), durante a CCXP 2023, o projeto Fragmentos, que vai passar a disponibilizar capítulos de novelas incompletas dos anos 1970 e 1980 em streaming. O anúncio foi feito pelo diretor de Produtos Digitais e Canais Pagos, Erick Brêtas, ao lado do gerente de programação do Globoplay, Flavio Furtado, e da coordenadora de programação do Globoplay Carolina Arca, além das atrizes Mariana Ximenes e Christiane Torloni. O lançamento de episódios sortidos é reflexo da falta de preservação do catálogo clássico da Globo. Pesquisa feitas com o objetivo de lançar novelas histórias em streaming acabaram revelando que muitas obras estão incompletas, com poucos capítulos preservados. A ideia de Fragmentos é oferecer o que existe para não privar o público de ficar sem os títulos. São, ao todo, 28 novelas com até 20 episódios preservados, que serão disponibilizados para os assinantes. “Muitos de vocês pediram. Nós temos 28 títulos que estão incompletos. Em alguns casos, temos apenas um capítulo, sete, dez. Não é possível ter um arco completo da história, mas tem uma parte importante da história da telenovela que ainda pode ser contada com valor cultural, valor de acervo, valor da curiosidade e que faz parte da nossa vontade de ver como era uma novela daquela época. Então, vamos resgatar, em etapas, esses 28 fragmentos da nossa cultura, da dramaturgia brasileira”, disse Erick Brêtas na CCXP. Na primeira leva serão exibidas as novelas “O Rebu” (1974), “Estúpido Cupido” (1976), “Coração Alado” (1980) e “Chega Mais” (1980). A previsão da plataforma é disponibilizar as quatro em janeiro e, na sequência, um título novo por mês até o fim de 2025. Christiane Torloni, que integrou o elenco de “Chega Mais”, opinou sobre a iniciativa, que resgatará um de seus primeiros trabalhos. “Esse é um projeto magnífico de memória. É muito bonito esse processo de passar do analógico para o digital, pois também é uma maneira de salvaguardar o material não só para agora, mas para as próximas gerações também. A CCXP é um evento que fala de ‘high technology’ e isso aqui fala da tecnologia da época.” Além dos Fragmentos, a Globoplay também vai disponibilizar em 2024 a versão completa de “O Espigão”. Lançada em 1974, é a novela completa mais antiga que a Globo preservou em seus arquivos. O lançamento vai comemorar os 50 anos da obra de Dias Gomes (1922-1999).

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  • Filme

    Jesuíta Barbosa será Ney Matogrosso no cinema

    29 de novembro de 2023 /

    A Paris Filmes oficializou nesta quarta (29/11) a participação de Jesuíta Barbosa (“Pantanal”) na cinebiografia “Homem com H”, onde o ator interpretará Ney Matogrosso, um dos maiores artistas da música brasileira. “Jesuíta foi o grande destaque e nos pareceu a escolha certa, não só pelo ator maravilhoso que é, mas também por ser um artista performático como Ney”, disse o diretor Esmir Filho (“Os Famosos e Os Duentes da Morte”) em comunicado. Para criar expectativa, Jesuíta participará de um painel na CCXP23 na quinta-feira (30/11), às 16h, para falar sobre a produção. Em nota, ele já adiantou sua avaliação do papel. “Ney é o ícone maior da cena transgressora artística brasileira, uma grande voz na música mundial. Minha felicidade não tem tamanho, é uma alegria quase sacra quando penso que vou olhar e poder experienciar as vivências deste homem incrivelmente delicado, tão importante para este país”, diz o ator. “Homem com H” transitará entre diferentes fases da carreira do cantor passando por sua infância, adolescência, vida adulta e maturidade, incluindo sua participação à frente do pioneiro grupo glam brasileiro “Secos e Molhados” nos anos 1970, além de detalhar seus amores e sua longa carreira solo. Com início de filmagens marcado para fevereiro de 2024, o projeto tem apoio de Ney Matogrosso, que participou do desenvolvimento e das decisões referentes ao roteiro.

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  • Filme

    Elliot Silverstein, diretor de “Um Homem Chamado Cavalo”, morre aos 96 anos

    27 de novembro de 2023 /

    O cineasta americano Elliot Silverstein, conhecido por dirigir dois westerns clássicos, “Dívida de Sangue” e “Um Homem Chamado Cavalo”, morreu na sexta passada (24/11) em Los Angeles, aos 96 anos. Depois de trabalhar em episódios de séries icônicas como “Além da Imaginação”, “Cidade Nua” e “Rota 66”, Silverstein estreou no cinema em 1965 com a comédia western “Dívida de Sangue” (Cat Ballou). O filme trazia Jane Fonda como uma professora do Velho Oeste, que se tornava uma fora-da-lei para vingar o assassinato do pai. Lee Marvin venceu o Oscar de Melhor Ator por seu papel como pistoleiro contratado. Em seguida, Silverstein dirigiu a comédia de sequestro “Acontece Cada Coisa” (The Happening, 1967), estrelada por Anthony Quinn, e o violento “Um Homem Chamado Cavalo” (A Man Called Horse, 1970), em que Richard Harris era torturado por uma tribo indígena para provar seu valor. O western brutal foi um sucesso imenso e ganhou duas continuações, sem a participação do diretor. Em vez de seguir na franquia, ele enveredou pelo terror, assinando o doentio “Lua de Mel Pesadelo” (Nightmare Honeymoon, 1974) e o cultuado “O Carro, a Máquina do Diabo” (The Car, 1977), com James Brolin contra um carro possuído. Após os dois filmes de baixo orçamento, a carreira de Silverstein continuou na TV, onde dirigiu telefilmes e alguns episódios de séries, incluindo “Contos da Cripta” e “Picket Fences”.   Marco histórico da luta sindical Além de seu trabalho atrás das câmeras, o cineasta também foi fundamental para a luta pelos direitos dos diretores de Hollywood. Enquanto trabalhava no episódio “The Obsolete Man” de “Além da Imaginação”, Silverstein teve uma briga com o editor que se recusou a fazer a montagem do jeito que ele queria. Essa experiência o levou à descoberta de que os diretores tinham pouco poder sobre a apresentação das obras que dirigiam. Por isso, decidiu pressionar o presidente do sindicado da categoria (DGA) a autorizar um comitê em novembro de 1963, que ele presidiu com a participação de Robert Altman e Sydney Pollack. O comitê foi responsável por elaborar a Declaração de Direitos Criativos, que foi divulgada em abril de 1964. Entre outras coisas, o documento exigia que os diretores tivessem direito à edição final de suas obras. A proposta foi incorporada nas listas de exigências da DGA durante a próxima negociação de contratos com os grandes produtores e acabou se tornando a base para o surgimento da Nova Hollywood, em que jovens cineastas como Steven Spielberg, Martin Scorsese e Francis Ford Coppola puderam filmar de forma mais autoral que as gerações que os precederam. O DGA concedeu a Silverstein o prêmio Robert B. Aldrich pelas realizações da carreira em 1985, e cinco anos depois o tornou membro honorário vitalício do sindicato. Após sua aposentadoria, Silverstein ainda lecionou cinema na USC (University of Southern California).

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  • Série

    Morreu Marty Krofft, criador dos Banana Splits, “A Flauta Mágica” e “O Elo Perdido”

    26 de novembro de 2023 /

    Marty Krofft, um dos nomes mais influentes na programação televisiva infantil, morreu no sábado (25/11) aos 86 anos, vítima de insuficiência renal. Em parceria com seu irmão Sid, Marty criou um império no entretenimento, marcando época com programas inesquecíveis como “Banana Splits” e “O Elo Perdido”. Nascido em Montreal em 9 de abril de 1937, Marty encontrou no teatro de marionetes, juntamente com Sid, um caminho para a criatividade e inovação.   Banana Splits Os irmãos Krofft iniciaram sua carreira como fantocheiros e logo foram recrutados pela rede NBC em 1968 para criar as fantasias da parte live-action de “Banana Splits”. Psicodélica e inovadora, a série apresentava segmentos animados e um seriado de aventura live-action (“A Ilha do Perigo”) ancorados pela apresentação de quatro personagens carismáticos – o cachorro Fleegle, o gorila Bingo, o leão Drooper e o elefante Snorky. A genialidade dos Krofft se manifestou na criação desses personagens únicos e no design de suas fantasias. Cada personagem tinha uma personalidade distinta e, juntos, formavam uma banda de rock que encantava crianças – e enfrentava o clube das Uvas Azedas – todas as manhãs de sábado de 1968 a 1970. A série fez História ao introduzir um novo formato de entretenimento, com apresentadores de desenhos e contexto musical, estabelecendo um padrão para futuros programas infantis. Reprisada por várias décadas, é lembrada até hoje.   A Flauta Mágica e os Monstros Marinhos O sucesso de “Banana Splits” abriu portas para que em 1969 os irmãos criassem “A Flauta Mágica” (H.R. Pufnstuf), uma série sobre um garoto náufrago em uma ilha mágica, que representou outro avanço significativo na televisão infantil da época. Combinando atores com personagens em fantasias extravagantes e um cenário muito colorido, a produção foi outra explosão psicodélica na telinha. A história girava em torno de Jimmy, um jovem que chega a uma ilha mágica após ser atraído por Witchiepoo, uma bruxa malvada, que deseja roubar sua flauta mágica falante. Logo ao chegar, Jimmy encontra Pufnstuf, um amigável dragão e prefeito da ilha, que o ajuda a tentar retornar para casa enquanto protege sua flauta mágica. Apesar disso, Jimmy nunca saiu da ilha, porque a série foi cancelada após 17 episódios. Em seguida, eles criaram “Buggaloos” (1970), sobre uma banda de rock formada por insetos, e “Lidsville” (1971), em que um adolescente vai parar num mundo de chapéus falantes. Ambas foram inovadoras e muitas vezes surreais, mas o melhor ainda estava por vir. Em 1973, os Krofft voltaram à fantasia sobrenatural com um projeto de dinâmica e visual semelhante à “A Flauta Mágica”: “Sigmund e os Monstros Marinhos”. A série acompanhava Sigmund, um amigável monstro marinho que foi expulso de sua casa por sua família por não querer assustar humanos. Ele logo encontra amizade em dois irmãos surfistas, Johnny e Scott, que o escondem em seu clube secreto. A série explorava temas como aceitação, amizade e a importância de ser verdadeiro consigo mesmo, tudo dentro de um cenário lúdico e colorido. Durou duas temporadas, até 1975, quando os Marty e Sid já estavam priorizando sua atração mais lembrada.   O Elo Perdido Lançado em 1974, “O Elo Perdido” (The Land of the Lost) foi o projeto mais ambicioso dos Krofft e representou outro marco na programação infantil. Ambientada em um mundo pré-histórico, a série de aventura narrava as aventuras da família Marshall, que, após um acidente durante um passeio de bote, ia parar em uma terra desconhecida habitada por dinossauros, os misteriosos Pakuni (hominídeos com sua própria língua e cultura) e os temíveis Sleestak (reptilianos humanoides inteligentes que os caçavam). A mistura de ação ao vivo e efeitos especiais inovadores para a época tornaram a atração um fenômeno de audiência. A produção se destacou por seu uso pioneiro de efeitos especiais e animatrônicos, especialmente na criação dos dinossauros e dos Sleestak. Essa abordagem atraiu o público para acompanhar a jornada da família Marshall em busca do caminho de casa. Junto da aventura, a trama apresentava temas como cooperação, resiliência e a importância do conhecimento e da inovação. Além disso, cada personagem da família Marshall – Rick, Will e Holly – tinha suas próprias forças e vulnerabilidades, criando uma dinâmica familiar como poucas séries da época. Com três temporadas, “O Elo Perdido” não foi apenas um sucesso de audiência. Ele se tornou um elemento cultural significativo, evidenciado por sua popularidade duradoura, reprises, adaptações e a presença contínua na cultura pop.   Outros projetos Além dessas produções emblemáticas, os Kroffts produziram uma variedade de outros programas nos anos 1970 – incluindo as sci-fi “The Lost Saucer” e “Far Out Space Nuts” em 1975, e vários projetos derivados da sitcom “A Família Brady” (The Brady Bunch). Destacam-se na lista “Mulher Elétrica e Garota Dínamo” (Electra Woman and Dyna Girl), uma série de super-heroínas da era das discotecas, que combatiam o crime com trajes estilosos, e “Dr. Shrinker”, sobre um cientista louco que inventa um raio redutor e encolhe um grupo de jovens. Ambas foram exibidas em 1976 e, embora não tenham repetido o sucesso das anteriores, também influenciaram produções que se seguiram. Nos anos 1980, eles buscaram variar suas produções com “Pryor’s Place”. Lançada em 1984, a atração era ambientada em um ambiente urbano e estrelada pelo renomado comediante Richard Pryor. Misturando humor, música e fantoches para tratar de questões importantes como bullying e inclusão, a produção foi outra iniciativa pioneira dos Krofft, reconhecida com uma indicação ao Emmy. Mas a presença de um astro conhecido por fazer humor adulto num programa infantil foi considerada ousada demais para o público conservador, fazendo com que só durasse uma temporada. Em compensação, os irmãos tiveram um de seus maiores e mais inovadores sucessos logo depois, juntando fantoches e sátira política. Diferentemente de suas produções infantis, “D.C. Follies” foi primeiro programa dos Krofft direcionado a um público adulto. Os episódios se passavam em uma taverna fictícia em Washington, D.C., onde marionetes de figuras políticas conhecidas interagiam com o barman humano, interpretado por Fred Willard. Os personagens representavam figuras políticas reais, como presidentes e jornalistas, e a série comentava, de forma humorística, os eventos e a política da época. Durou duas temporadas, de 1987 a 1989, e recebeu duas indicações ao Emmy. Exibida no começo da década de 1990, “Toby Terrier and His Video Pals” foi uma tentativa dos Krofft de se adiantarem às mudanças tecnológicas. A série girava em torno de Toby Terrier, um cão animado, e seus amigos, e foi uma das primeiras a incorporar interatividade, utilizando uma tecnologia especial que permitia às crianças interagir com o programa por meio de um brinquedo específico. Novamente, demonstraram estar à frente de seu tempo.   Últimas produções Eles passaram vários anos fazendo especiais temáticos e programas musicais antes de emplacar outra série original, “Mutt & Stuff”, lançada em 2015 na Nickelodeon. Este programa infantil focava em Cesar Millan, conhecido como um “Encantador de Cães”, e seu filho Calvin, em um ambiente povoado tanto por cães reais quanto por fantoches caninos. Com viés educativo, o programa ensinava às crianças lições valiosas sobre o cuidado com os animais, amizade e respeito pela diversidade. Suas duas temporadas foram indicadas a quatro prêmios Emmy. Nos últimos anos, o catálogo clássico dos Kroffs também tem sido revisitado em vários projetos de remakes, desde o filme “O Elo Perdido” (2009), com Will Ferrell e Danny McBride, até a série “Sigmund e os Monstros Marinhos” (2016) na Amazon, sem esquecer um terror trash estrelado pelos personagens de “Banana Splits” em 2019. O legado de Marty Krofft vai muito além dos programas que ele criou. Produtor e roteirista, ele inspirou gerações de criadores de conteúdo e foi homenageado, junto do irmão Sid, com um Prêmio Especial em 2018 pelas realizações da carreira no Daytime Emmy, o principal prêmio da programação diurna da TV americana. Ainda vivo, seu irmão mais velho se despediu nas redes sociais com um texto emocionado. “Estou desolado com a perda do meu irmão mais novo. Sei o que todos vocês significavam muito para ele. Foram vocês que fizeram tudo isso acontecer. Obrigado por estarem conosco todos esses anos. Com amor, Sid.” Lembre abaixo a abertura de algumas séries clássicas concebidas com a criatividade dos Kroffts.

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  • Música

    George Brown, baterista da banda funk Kool and the Gang, morre aos 74 anos

    17 de novembro de 2023 /

    Fundador da famosa banda funk Kool and the Gang, o baterista George Brown morreu de câncer no pulmão em sua casa, em Los Angeles, nesta quinta-feira (16/11), aos 74 anos. A informação foi divulgada pela sua gravadora, a Universal Music. Conhecido na banda pelo apelido de “Funky”, Brown foi um dos sete amigos de escola de Jersey City, Nova Jersey, que se uniram em 1964 como um grupo instrumental de jazz e soul, que se autodenomina Jazziacs. Outros membros incluíam Robert “Kool” Bell no baixo, o irmão Ronald Bell nos teclados e Charles Smith na guitarra. A banda passou por várias mudanças de nome, incluindo New Dimensions, Soul Town Band e Kool & the Flames antes de se decidir por Kool & the Gang, que a tornaria mundialmente famosa. Eles assinaram com a De-Lite Records e lançaram um primeiro álbum totalmente instrumental em 1970. O sucesso veio três anos depois, quando começaram a misturar jazz e funk, incluindo seus primeiros vocais na faixa “Jungle Boogie”, que virou hit e um funk bastante influente para as gerações posteriores, da era do acid jazz. Eles repetiram a dose em 1974, com “Hollywood Swinging”, e após uma entressafra em busca de sua identidade musical, voltaram 100% funk em 1979 com “Ladies Night”, um de seus maiores sucessos, só superado pelo hit de 1980 “Celebration”. Outras faixas conhecidas da banda incluem “Funky Stuff”, “Get Down on It”, “Fresh”, “Cherish” e “Too Hot”. A batida característica do baterista nas primeiras gravações de Kool & the Gang foi fortemente sampleada por artistas como Beastie Boys, Jay-Z, Madonna, Janet Jackson, Cypress Hill, P. Diddy e The Killers. Ele se dizia “totalmente honrado” com a frequência com que sua música era reutilizada por artistas das novas gerações. Quando solicitado a descrever seu estilo musical, Brown – que lançou um livro de memórias este ano intitulado “Too Hot: Kool & the Gang and Me” – costumava responder: “É o som da felicidade”. Lembre abaixo alguns dos maiores sucessos de Kool and the Gang

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  • Filme,  TV

    Peter White, da pioneira obra gay “Os Rapazes da Banda”, morre aos 86 anos

    4 de novembro de 2023 /

    Peter White, conhecido por sua atuação na longeva novela americana “All My Children” e por seu papel marcante em “Os Rapazes da Banda” (The Boys in the Band), tanto na versão original da peça quanto na adaptação cinematográfica, faleceu na última quarta-feira (1/11), aos 86 anos, de melanoma em sua residência em Los Angeles. Nascido em 10 de outubro de 1937, em Nova York, Peter White iniciou sua carreira em novelas – ou, como chamam os americanos, soup operas – , com um papel em “The Secret Storm”, em 1965. No entanto, foi sua atuação como Alan McCarthy, o personagem enrustido na peça de Mart Crowley, “Os Rapazes da Banda”, que o catapultou para o estrelato. A peça, que estreou off-Broadway em abril de 1968, girava em torno de um grupo de homens gays que se reuniam para uma festa de aniversário, desafiando os estereótipos e a representação de personagens gays na época.   Os Rapazes da Banda “Os Rapazes da Banda” não apenas marcou um ponto de virada na carreira de White, mas também na representação de personagens gays no teatro americano. Antes disso, personagens gays eram muitas vezes enrustidos ou demonizados. No entanto, o drama trouxe à tona a vida e as lutas de amigos gays de uma maneira nunca antes vista. White estava trabalhando ao lado de Myrna Loy em uma produção itinerante de “Barefoot in the Park” quando foi oferecida a oportunidade de participar de “Os Rapazes da Banda”. Ele hesitou inicialmente devido ao risco associado, conforme recordou numa entrevista de 2008: “As coisas estavam realmente se movendo para mim; eu estava indo muito bem, e eu pensei, ‘Eu não preciso desse tipo de risco'”. Foi um conselho da atriz que o persuadiu a aceitar o papel. “Peter, se você vai ser um ator, você vai ter que correr alguns riscos na sua vida”, disse Mirna Loy, que se tornou sua mentora. “Na noite de estreia, nenhum de nós sabia o que tínhamos”, ele continuou. “Todos nós apenas pensávamos, ‘É uma peça, é algo novo, é diferente e é bom’. Era uma plateia 100% gay — e então, no dia seguinte, foi uma loucura!”. As filas davam volta no quarteirão. E o sucesso persistiu por semanas, meses, anos. “Os Garotas da Banda” teve mais de mil apresentações. A ressonância da peça foi tal que, ainda em 1970, foi adaptada para o cinema sob a direção de William Friedkin (“O Exorcista”), com White reprisando seu papel como Alan McCarthy. O longa também marcou época no cinema, como uma das primeiras produções de Hollywood a retratar personagens gays de maneira aberta e sem julgamentos, e é considerado uma das obras mais importantes da representação LGBTQIAPN+ nas telas. Na época, foi um escândalo, mas fez bem para a carreira de Friedkin, que demonstrou habilidade em lidar com material provocativo e complexo, e estabeleceu-o como um diretor disposto a correr riscos e a desafiar as convenções de Hollywood. Seus filmes seguintes foram indicados ao Oscar.   Outros papéis Após “Os Rapazes da Banda”, White teve uma carreira diversificada, com participações em várias séries de TV como “The Colbys”, “Star Trek: Deep Space Nine” e “The West Wing”, e filmes como “Dave” (1993) e “Armageddon” (1998). Mas seu papel mais conhecido nos EUA foi o de Linc Tyler em “All My Children”, que ele interpretou por mais de quatro décadas. White interpretou Lincoln Tyler, filho da matriarca severa de Pine Valley, Phoebe Tyler (interpretada por Ruth Warrick), de 1974 a 1980, e retornou de forma recorrente para novas temporadas em 1981, 1984, 1986, 1995 e 2005. Foi uma colega de elenco, Kathleen Noone, que interpretou Ellen Shepherd Dalton na novela, que compartilhou a notícia de seu falecimento, destacando que White morreu de melanoma em sua casa em Los Angeles na quarta-feira.

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  • Filme

    Richard Roundtree, astro de “Shaft”, morre aos 81 anos

    24 de outubro de 2023 /

    O ator Richard Roundtree, que fez história com seu papel icônico na franquia de filmes “Shaft”, faleceu na tarde desta terça (24/10), aos 81 anos, após uma breve luta contra o câncer pancreático. Nascido em 1942 em New Rochelle, NY, Roundtree estreou no cinema com seu papel mais famoso, vivendo o detetive John Shaft no longa original de 1971. Marcado pela trilha funk de Isaac Hayes, o filme do diretor Gordon Parks se tornou um dos maiores sucessos da Blaxploitation, nome dado à produções estreladas, dirigidas e voltadas para negros nos EUA.   Impacto de Shaft Filmada por US$ 500 mil, a produção rendeu US$ 12 milhões para a MGM e, muitos dizem, ajudou a salvar o estúdio da falência. O sucesso inspirou duas sequências, “O Grande Golpe de Shaft” (1972) e “Shaft na África” (1973), além de uma série em 1973 – todas estreladas por Roundtree. Com seu impacto, “Shaft” deu a partida entre os grandes estúdios para a era Blaxploitation, ao mesmo tempo em que demonstrou o erro histórico de Hollywood em negligenciar o talento e o público negro. Pela atuação no filme original, Roundtree ainda foi indicado para um Globo de Ouro de Melhor Astro Novo do Ano e aclamado como o primeiro herói negro do cinema de ação. Mas ele tinha dificuldades em aceitar o termo Blaxploitation. Numa entrevista de 2019 ao New York Times, ele reclamou da conotação pejorativa da denominação. “Tive o privilégio de trabalhar com o cavalheiro mais elegante que já conheci na indústria, Gordon Parks. Então, essa palavra, exploração, me ofende com qualquer ligação com Gordon Parks… Sempre vi isso como algo negativo. Exploração. Quem está sendo explorado?”, rebateu. “Mas deu trabalho para muita gente. Isso deu entrada a muitas pessoas no negócio, incluindo muitos dos nossos produtores e diretores atuais. Então, no geral, vejo isso como algo positivo.”   A volta de Shaft Décadas depois, o ator reprisou seu papel no filme “Shaft” de 2000 dirigido por John Singleton, que trazia Samuel L. Jackson como seu sobrinho e protagonista, e na sequência de 2019, dirigida por Tim Story.   Após Shaft Além de “Shaft”, Roundtree também estrelou a aclamada minissérie de 1977 “Raízes”, sobre a escravatura nos EUA, e participou de inúmeras séries populares, de “Um Maluco no Pedaço” a “Grey’s Anatomy”. No cinema, ele se destacou em filmes como o blockbuster “Terremoto” (1974), a aventura “Sexta-Feira” (1975), com Peter O’Toole no papel de Robinson Crusoé, a comédia policial “Cidade Ardente” (1984), com Clint Eastwood, o slasher “Maniac Cop: O Exterminador” (1988), o suspense “Se7en – Os Sete Pecados Capitais” (1995), com Brad Pitt, a adaptação da animação “George, o Rei das Selvas” (1997), com Brendan Frasier, e o estiloso noir “A Ponta de um Crime” (2005), do então estreante diretor Rian Johnson (de “Entre Facas e Segredos”), sem esquecer do sucesso recente “Do que os Homens Gostam” (2019), comédia com Taraji P. Henson. Suas últimas aparições nas telas foram no ano passado, na comédia “Seguindo em Frente” com Jane Fonda e Lily Tomlin, e nas séries “Reunião de Família” e “Cherish the Day”, nas quais tinha papéis recorrentes. A agência Artists & Representatives, que cuidava de sua carreira, lamentou a perda em um comunicado: “Sua carreira inovadora mudou a face do entretenimento ao redor do globo e seu legado duradouro será sentido por gerações vindouras. Nossos corações estão com sua família e entes queridos durante este momento difícil.”

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  • Música

    Celso Vecchione, fundador da banda Made in Brazil, morre aos 74 anos

    22 de outubro de 2023 /

    Celso Vecchione, que fundou a banda Made in Brazil ao lado do irmão Oswaldo Vecchione, faleceu no sábado (21/10) de mal súbito, aos 74 anos. “O Brasil perdeu um grande músico e eu o melhor irmão que poderia ter”, desabafou Oswaldo nas redes sociais. Criada em 1967 no bairro Pompeia, em São Paulo​, a banda era a mais antiga em atividade no país. Inicialmente influenciado pelo rhythm’n’blues britânico de bandas como Rolling Stones e The Animals​, o grupo se reposicionou nos anos 1970 como precursor do heavy metal nacional​.   Uma carreira pioneira Made in Brazil inovou na cena rock brasileira já em 1969 ao utilizar maquiagem artística em shows, pintando o rosto e partes do corpo. Em 1974, com o lançamento de seu álbum de estreia, também chamado “Made in Brazil”, conhecido como “disco da banana” devido à imagem da capa, o grupo solidificou seu lugar no cenário rock nacional. O primeiro grande hit, “Anjo da Guarda”, é deste álbum. Em 1975, lançaram o álbum “Jack, o Estripador”. Mas enfrentaram dificuldades extras nessa época, quando praticamente apenas Rita Lee fazia sucesso com rock no país, sofrendo censura da ditadura militar ao álbum “Massacre” em 1977, que teve nove músicas vetadas e acabou arquivado, só ressurgindo em 2005. A banda reagiu com a consagração em “Paulicéia Desvairada” (1978), que rendeu alguns de seus maiores sucessos com faixas como “Gasolina” e “Uma Banda Made in Brazil”. Três anos depois, com “Minha Vida é Rock ‘n’ Roll”, o baixista Oswaldo Vecchione assumiu a função de vocalista principal, que exerceu pelos discos seguintes de banda.   Luta contra esclerose múltipla Além da censura, outro baque veio na virada dos anos 1970, quando Celso foi diagnosticado com esclerose múltipla. Descrito pelos colegas de banda como “tímido e cerebral”, ele era o maestro do grupo, e mesmo o diagnóstico não o afastou dos palcos. Segundo Guilherme Ziggy Mendonça, guitarrista da banda há 11 anos, “Celso conviveu com essa condição a vida inteira de uma forma meio que milagrosa, porque é uma doença severa”. Entretanto, a dificuldade para tocar no rádio acabou jogando a banda no underground. Sua continuidade ao longo das décadas se provou um ato de resistência.   Meio século de rock Ao todo, o Made in Brazil lançou nada menos que 14 álbuns oficiais, mas da formação original apenas os irmãos Vecchione se mantiveram. De fato, foram tantas mudanças ao longo dos anos que a banda entrou no livro Guinness dos recordes, por ter passado por 203 formações diferentes, com a participação de 126 músicos. Mas as mudanças e a passagem do tempo não alteraram a essência da banda, que comemorou 50 anos em 2017 com uma exposição e shows no Centro Cultural São Paulo. Antes de morrer, Celso gravou participação num documentário dedicada à carreira do grupo. O filme “Uma Banda – Made in Brazil” será lançado em novembro. Veja abaixo um especial da TV Cultura de 1987, dedicada aos 20 anos da banda.

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  • Série

    Caso real de “Invocação do Mal” ganha documentário. Veja o trailer

    26 de setembro de 2023 /

    A Apple TV+ divulgou o trailer de “O Poltergeist de Enfield”, série documental que revisita o caso real que inspirou a trama do terror “Invocação do Mal 2” (2016). A produção mergulha nos eventos sobrenaturais que assombraram uma família londrina nos anos 1970, utilizando mais de 250 horas de gravações de áudio do investigador paranormal Maurice Grosse e depoimentos das irmãs Janet e Margaret Hodgson.   O caso de Enfield Em agosto de 1977, Peggy Dosgson, mãe solteira de quatro filhos, chamou a polícia para relatar atividades estranhas em sua casa em Enfield, Londres. As filhas Margaret, de 13 anos, e Janet, de 11, ouviam batidas nas paredes. A polícia, ao investigar, encontrou uma cadeira de balanço em movimento, mas não conseguiu identificar a causa. O caso ganhou notoriedade e foi documentado por jornalistas e pesquisadores durante 18 meses. Maurice Grosse e Guy Lyon Playfair, membros da Sociedade de Pesquisa Psíquica, foram algumas das mais de 30 pessoas que passaram pela casa em busca de pistas. Eles relataram sons estranhos e movimentos de móveis. O caso também atraiu a atenção dos demonologistas Ed e Lorraine Warren, retratados na franquia “Invocação do Mal”, que confirmaram as atividades paranormais.   Cobertura da mídia A assombração também foi comprovada pela mídia. A jornalista da BBC Rosalind Morris e o fotógrafo Graham Morris foram fundamentais para a divulgação do caso, registrando fenômenos e ruídos. Anos mais tarde, Janet Hodgson foi flagrada realizando truques, como dobrar colheres e simular ruídos. Personalidades céticas, como a investigadora Anita Gregory e o mágico Milbourne Christopher, apontaram que tudo era um farsa. Em 2012, Janet admitiu parcialmente os truques, mas insistiu que outros fenômenos eram reais. Além de “Invocação do Mal 2”, o caso inspirou vários documentários britânicos, além de uma minissérie de terror, “The Endfield Hauting”, lançada em 2015. A estreia da série “O Poltergeist de Enfield” está marcada para 27 de outubro.

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  • Música

    The Who vai lançar disco perdido com gravações inéditas de mais de 50 anos

    16 de setembro de 2023 /

    Um dos últimos grandes discos perdidos ainda inéditos da era de ouro do rock, “Life House”, álbum mitológico da banda The Who, vai finalmente vir à tona após mais de 50 anos de sua gravação. A obra está sendo lançada em um pacote de 10 CDs, acompanhado de um livro recheado de fatos e fotografias, que demora pelo menos seis CDs para ser lido. O lançamento ambicioso traz mais que o disco perdido. Ele abrange o período de 1970 a 1972, incluindo faixas de um EP abandonado e um segundo álbum interrompido, “Rock Is Dead”, que mais tarde se transformaria em “Quadrophenia”, a próxima obra-prima da banda.   O conceito de “Life House” Concebido como uma continuação de “Tommy”, “Life House” mergulhou em conceitos de religião oriental e filosofia musical. O projeto previa até o lançamento de um filme, como tinha acontecido com “Tommy” e depois aconteceria com “Quadrophenia”. A trama acompanharia uma banda que se rebelaria contra uma sociedade totalitária do futuro, em que todos se encontram conectados por algo chamado de “The Grid”, que seria a internet antes do conceito existir. Mas em meio às gravações, o projeto foi descartado, levando ao lançamento, em vez disso, do clássico “Who’s Next” de 1971. O guitarrista e compositor Pete Townshend enfrentou vários desafios na realização de “Life House”, incluindo a falta de entendimento por parte de seus colegas de banda sobre a conexão entre música e espiritualidade, e também teve dificuldade em criar o filme complementar.   O destino das músicas Apesar da frustração e do abandono completo do projeto, as “sobras” foram parar em “Who’s Next”, considerado um dos maiores álbuns do rock de todos os tempos. Algumas das faixas mais famosas do disco faziam parte da história sci-fi/mística de “Life House”, incluindo os hits “Baba O’Riley” e “Won’t Get Fooled Again”, que refletem a narrativa abandonada.   O quem no box de “Life House” Para os fãs dispostos a desembolsar US$ 299,99 pelo box, a recompensa é significativa. O conjunto inclui 155 faixas, entre músicas, demos e duas gravações de shows completos de 1971. O box também oferece um olhar íntimo sobre a exploração de Townshend com sintetizadores primitivos e loops de som, que influenciariam a música popular por todas as décadas seguintes. O lançamento de “Life House” serve não apenas como uma relíquia para os fãs obstinados do The Who, mas também como um estudo aprofundado da visão e das ambições artísticas de Townshend. A caixa estará disponível para o público a partir da próxima sexta-feira (22/9). Confira abaixo todas as faixas do projeto, que incluem a versão remasterizada de “Who’s Next”, as fitas demos de “Life House”, as gravações oficiais do disco não lançado, trechos de “Rock Is Dead”, shows da época e muito mais. CD 1: WHO’S NEXT (Remastered) Baba O’Riley Bargain Love Ain’t for Keeping My Wife The Song Is Over Getting In Tune Going Mobile Behind Blue Eyes Won’t Get Fooled Again CD 2: PETE TOWNSHEND’S LIFE HOUSE DEMOS 1970 – 1971 – PART 1 Teenage Wasteland (Demo)* Too Much (Demo) * Going Mobile (Demo)* There’s A Fortune in Those Hills (Demo)* Love Ain’t For Keeping (Demo)* Bargain (Demo)* Greyhound Girl (Demo)* Mary (Alternate Mix) (Demo)** Behind Blue Eyes (Demo)* Time Is Passing (Demo)* Finally, Over (Demo)** Baba O’Riley (Original Demo)** CD 3: PETE TOWNSHEND’S LIFE HOUSE DEMOS 1970 – 1971 – PART 2 Pure And Easy (Home Studio Mix) (Demo)* Getting In Tune (Alternate Mix) (Demo)** Nothing Is Everything (Let’s See Action) (Demo)* Won’t Get Fooled Again (Demo)* Baba O’Riley (Demo)* Song Is Over (2021 Remix) (Demo)** Pure And Easy (Olympic Studios Mix) (Demo)** Mary (Original Mix) (Demo)* Baba O’Riley (First Editing Demo)** Song Is Over (Original Demo)* CD 4: RECORD PLANT, NYC SESSIONS MARCH 1971 Don’t Do It (aka Baby Don’t You Do It) [Take 2, Unedited, March 16, 1971]** Won’t Get Fooled Again [Take 13, March 16, 1971]* Behind Blue Eyes (Version 1) [Take 15, March 16, 1971]** Love Ain’t For Keeping [Take 14, March 17, 1971]* The Note (aka Pure and Easy) [Take 21, March 17, 1971]* I’m In Tune (aka Getting in Tune) [Take 6, March 18, 1971* Behind Blue Eyes (Version 2) [Take 10, March 18, 1971]* CD FIVE: OLYMPIC SOUND STUDIOS, LONDON SESSIONS 1970-72 Pure And Easy* I Don’t Know Myself [B-side with Unreleased Count-in] Time Is Passing [Stereo Mix]** Too Much of Anything [Original 1971 Vocal]** Naked Eye [1971 Remake]** Bargain (Early Mix)** Love Ain’t For Keeping (Unedited Mix)** My Wife (Unedited Mix)** Getting In Tune (Take 1 with Jam)** Going Mobile (Alternate Mix)** Song Is Over (Backing Track) [with Nicky Hopkins]** When I Was a Boy** Let’s See Action (Unedited Mix)** Relay (Unedited Mix) [Alternate Vocal]** Put The Money Down [Remix with Original Vocal]* Join Together [Unedited Remix]** CD 6: SINGLES & SESSIONS 1970-72 The Seeker (Original Single Mix) Here For More [Original Single Mix] Heaven And Hell [New Stereo Mix]** Water [Eel Pie Sound Studio – New Unedited Mix]** I Don’t Know Myself [Eel Pie Sound Studio – New Unedited Mix]** Naked Eye [Eel Pie Sound Studio – New Unedited Mix]** Postcard [Eel Pie Sound Studio – Original 1970 Mix]** Now I’m A Farmer [Eel Pie Sound Studio – New Remix]** The Seeker (Unedited Version)** Water (IBC Version)** I Don’t Know Myself (IBC Version)** Let’s See Action (Original Single Mix) When I Was a Boy (Original Single Mix) Join Together (Original Single Mix) Relay (Original Single Mix) Waspman (Original Single Mix) Long Live Rock (Original Olympic Mix) CD 7: LIVE AT THE YOUNG VIC, LONDON – APRIL 26, 1971 Love Ain’t for Keeping* Pure And Easy* Young Man Blues* Time Is Passing* Behind Blue Eyes* I Don’t Even Know Myself* Too Much of Anything* Getting In Tune* Bargain* CD 8: LIVE AT THE YOUNG VIC, LONDON – APRIL 26, 1971 Pinball Wizard** See Me, Feel Me** Baby Don’t You Do It* Water* My Generation* (I’m A) Road Runner* Naked Eye* Bony Moronie* Won’t Get Fooled Again* CD 9: LIVE AT THE CIVIC AUDITORIUM, SAN FRANCISCO – DECEMBER 12, 1971 Introduction** I Can’t Explain* Substitute* Summertime Blues** My Wife* Baba O’Riley** Behind Blue Eyes* Bargain* Won’t Get Fooled Again** Baby Don’t You Do It* Magic Bus** CD 10: LIVE AT THE CIVIC AUDITORIUM, SAN FRANCISCO – DECEMBER 12, 1971 Introduction To Tommy** Overture** Amazing Journey** Sparks** Pinball Wizard** See Me Feel Me** My Generation** Naked Eye* Going Down* BLU-RAY AUDIO: Steven Wilson Atmos Mix (48kHz 24-bit)** Steven Wilson 5.1 Mix (48kHz 24-bit)** Steven Wilson Stereo Mix (96kHz 24-bit)* Original 1971 Stereo Mix (96kHz 24-bit) Baba O’Riley Bargain Love Ain’t For Keeping My Wife The Song Is Over Getting In Tune Going Mobile Behind Blue Eyes Won’t Get Fooled Again FAIXAS BONUS: STEVEN WILSON ATMOS MIX (48KHZ 24-BIT) STEVEN WILSON 5.1 MIX (48KHZ 24-BIT) The Seeker (Unedited Version)** Here For More* Now I’m A Farmer** I Don’t Know Myself (Eel Pie Sound Version)** Water (IBC Version)** Naked Eye (Olympic Sound Version)** Pure And Easy** Too Much of Anything** Let’s See Action** When I Was a Boy** Join Together (Unedited Version)** Put The Money Down** Relay (Unedited Version)** Long Live Rock** Verify it’s you

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  • Filme

    Diretor confirma papel de Linda Blair na continuação de “O Exorcista”

    15 de setembro de 2023 /

    A atriz Linda Blair, que ficou famosa aos 14 anos por interpretar Regan, a menina possuída no clássico “O Exorcista” (1973), participou da produção do novo filme “O Exorcista: O Devoto”, mas não diante das câmeras. O diretor David Gordon Green revelou que ela foi consultora do roteiro e ajudou o novo elenco jovem da continuação na ambientação ao set. Em declarações à revista Total Film, Green enfatizou a importância da participação de Blair: “Ela veio ao set porque serviu como consultora. Eu tive sorte de tê-la para ler o roteiro, mas ela não estava interessada em um papel significativo ou em voltar para isso”. O diretor também ressaltou que a atriz contribuiu para criar um ambiente seguro para os jovens atores. “Nós trouxemos ela como consultora porque estamos lidando com pessoas jovens, e queremos levá-las para lugares perigosos com segurança”. O filme, que tem cenas fortes de possessão infantil, traz Ellen Burstyn de volta ao papel de Chris MacNeil, a mãe da personagem de Linda Blair, que se envolve na história para ajudar os pais de duas crianças que desapareceram por três dias na floresta e voltaram completamente transtornadas. O elenco inclui Leslie Odom Jr (“Uma Noite em Miami”), Jennifer Nettles (“The Righteous Gemstones”) e Ann Dowd (“The Handmaid’s Tale”), além das meninas Lidya Jewett (“Good Girls”) e Olivia Marcum (estreante). Nova trilogia “O Exorcista: O Devoto” marca o início de uma nova trilogia sob a direção de David Gordon Green, que também foi responsável pela recente trilogia da franquia “Halloween” – “Halloween (2018)”, “Halloween Kills” (2021) e “Halloween Ends” (2022). A Universal e a Blumhouse já têm planos para uma sequência, “The Exorcist: The Deceiver”, com estreia prevista para 18 de abril de 2025. Embora se espere que Green retorne para dirigir o próximo filme, nada foi confirmado. O diretor mencionou que já existem “roteiros, esboços e coisas do tipo” para os filmes seguintes, mas aguarda a recepção do primeiro longa para tomar decisões futuras. A estreia está marcada para o dia 12 de outubro no Brasil, o Dia das Crianças (!), uma semana depois do lançamento nos EUA. Confira o trailer da continuação.

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