Dunkirk ganha novo trailer repleto de tensão e desespero
A Warner Bros divulgou seis pôsteres e mais um trailer tenso de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (trilogia “Batman”, “Interestelar”). A prévia se concentram no desespero dos soldados aliados, completamente cercados e impotentes diante do ataque constante de aviões nazistas e torpedos, enquanto tentam fugir da morte na 2ª Guerra Mundial. A escala épica da produção mostra a ação em três planos distintos, entre soldados cercados em terra, bombardeados durante a fuga pelo mar e abatidos no combate aéreo. Tudo foi filmado em câmeras IMAX e o resultado promete imagens grandiosas, com direito a exibição limitada em cinemas equipados com os antigos projetores de 70mm. Curiosamente, o título do filme não foi traduzido, apesar de ser o nome de uma cidade que consta nas enciclopédias de língua portuguesa. A batalha de Dunquerque entrou para a história como uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis, como mostra o vídeo. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”). A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
HBO vai contar como a Pepsi-Cola enfrentou o racismo americano nos anos 1940
A HBO Films está desenvolvendo “Color of Cola”, um filme sobre como a Pepsi-Cola quebrou barreira raciais nos Estados Unidos durante os anos 1940. A trama é baseada no livro de não-ficção de Stephanie Capparell “The Real Pepsi Challenge” e está sendo escrita por Mitchell Kapner, roteirista de “Oz: Mágico e Poderoso” (2013). Em 1947, o CEO da Pepsi, Walter Mack, decidiu fazer algo que nenhuma grande empresa americana havia feito antes: reunir uma equipe nacional de vendas totalmente negra para divulgar seu produto para consumidores negros, uma fatia negligenciada do mercado na época. O resultado foi um aumento das vendas da Pepsi em todo o país, enfrentando o racismo corporativo dos Estados Unidos. Ainda não há cronograma de produção nem previsão de estreia do filme.
Um Instante de Amor destaca grande interpretação de Marion Cotillard
Distúrbios mentais podem trazer comportamentos extremados, contrastantes e mesmo opostos na mesma pessoa, como, de um lado, a exacerbação do desejo, de outro, o isolamento, a depressão, ou o binômio agressividade e apatia. E, ainda, serem recheados de sentimentos persecutórios e a presença de delírios ou alucinações. Personagens assim costumam ser muito explorados pelos roteiros cinematográficos em filmes de mistério, suspense, fantasia ou terror, mas é menos frequente encontrá-los nas histórias de amor. A personagem Gabrielle, magnificamente interpretada por Marion Cotillard (“Aliados”) em “Um Instante de Amor”, de Nicole Garcia (“Place Vendôme”), é uma figura assim, cheia de contrastes e incongruências, com reações que escapam ao seu próprio controle e surpreendem os que com ela convivem. Os pais dela buscam acalmar seu furor por meio de um casamento arranjado, que vai complicar as coisas, envolvendo um contrato, digamos, alternativo, que colocará em jogo a vida sexual, a questão da gravidez e até mesmo a do aborto. O marido, o pedreiro José, em muito bom desempenho de Alex Brendemühl (“O Médico Alemão”), entra no jogo, mas mesmo assim sofre consequências inesperadas e doloridas para sua vida. O destino de Gabrielle acaba sendo um sanatório, que se baseava na cura ou no alívio proporcionado por águas termais. A razão desse rumo seriam dores renais, um mal de pedras do título original do romance de Milena Agus, “Mal de Pierres”, que inspirou “Um Instante de Amor”. Algo como o deslocamento do problema mental para um elemento físico do corpo, este mais possível de admissão e tratamento do que a “loucura”. Mas lá Gabrielle conhece um militar, o tenente André, papel de Louis Garrel (“Saint Laurent”), doente em estado terminal. E dessa relação algo importante surgirá. O que é objetivo ou subjetivo nessa história acabará sendo a grande questão do filme, uma vez que esses limites estão borrados pelas características da personagem de Gabrielle e de suas circunstâncias. Uma história de amor inusitada resulta dessa trama e acaba por surpreender o espectador, oferecendo à grande atriz Marion Cotillard uma oportunidade para explorar uma personagem complexa e intrigante. De Louis Garrel, ao contrário, se exige o minimalismo interpretativo de alguém que já perdeu suas forças, e de Alex Brendemühl, ambiguidade e contenção. Esse trio de protagonistas é um dos pontos altos do filme. A personagem Gabrielle e a atriz que lhe dá vida são a razão de ser e o sustentáculo de “Um Instante de Amor”.
Lizzy Caplan vai estrelar minissérie baseada no filme O Barco: Inferno no Mar
O canal pago europeu Sky anunciou a produção de uma minissérie baseada no filme clássico “O Barco: Inferno no Mar”. A trama está sendo apresentada como uma continuação do longa de Wolfgang Petersen, por sua vez baseado num livro de Lothar G. Buchheim. “Esta nova produção, apoiada por um roteiro tremendo, um elenco aclamado, equipe internacional, locações deslumbrantes e um orçamento grandioso, mais comumente associado a filmes, será uma sequência digna do trabalho icônico no qual se inspira”, disse a produtora Jenna Santoianni, no comunicado do anúncio da série. Com oito episódios, a atração intitulada “Das Boat” vai acompanhar a tripulação de um submarino alemão e a ação da resistência francesa em 1942, durante a 2ª Guerra Mundial. O elenco destaca Rick Okon (“Romeos”) como o capitão do submarino do título e Lizzy Caplan (série “Masters of Sex”) como uma integrante da resistência. Também fazem parte da produção August Wittgenstein (série “The Crown”), Vicky Krieps (“Hanna”), Jonathan Zaccaϊ (“Robin Hood”), Leonard Scheicher (“Finsterworld”) e Robert Stadlober (“Tempestade de Verão”). Todos os episódios serão dirigidos pelo cineasta alemão Andreas Prochaska (“O Vale Sombrio”), visando uma estreia na temporada de outono europeu. A Sky irá transmitir a série no Reino Unido, Alemanha e Itália.
Ansel Elgort vai viver o jovem John F. Kennedy como herói da 2ª Guerra Mundial
O ator Ansel Elgort vai estrelar um filme sobre a juventude do presidente John F. Kennedy. Intitulado “Mayday 109”, o longa vai contar a história real de heroísmo do futuro presidente americano, como um Capitão da Marinha durante a 2ª Guerra Mundial. Além de estrelar, Elgort será um dos produtores do longa. O roteiro é de Samuel Franco e Evan Kilgore, que acabam de emplacar “The Keeper of the Diary”, sobre a luta de Otto Frank para publicar o diário de sua filho Anne, morta no holocausto. Segundo o site Deadline, os produtores agora buscam um diretor. “Não poderíamos estar mais entusiasmados com a vinda de Ansel a bordo”, disse o produtor Basil Iwanyk em comunicado. Iwanyk e Ansel já trabalharam juntos anteriormente, em “A Culpa É das Estrelas” (2014). “Não só Ansel é um ator tremendo, como encarna o carisma, o porte físico e a aparência do jovem JFK. Nós adoramos que isso não seja cinebiografia convencional nem um filme sobre política. Trata-se simplesmente de um conto fascinante e inacreditável, que poucas pessoas conhecem – sobre um jovem que foi um herói muito antes de se tornar o icônico 35º presidente dos Estados Unidos. Com o Ansel, encontramos o nosso JFK perfeito”, completou o produtor. Ansel Elgort será visto a seguir no thriller de ação “Em Ritmo de Fuga”, de Edgar Wright (“Scott Pilgrim contra o Mundo”), que estreia em 27 de julho no Brasil.
Dunkirk: Filme de guerra de Christopher Nolan ganha cinco comerciais intensos
A Warner Bros divulgou três pôsteres e cinco comerciais de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (trilogia “Batman”, “Interestelar”). As prévias se concentram no desespero dos soldados aliados, completamente cercados e impotentes diante do ataque constante de aviões nazistas e torpedos, enquanto tentam fugir da morte na 2ª Guerra Mundial. A escala épica da produção também se revela, mostrando a ação em três planos distintos, entre soldados cercados em terra, bombardeados durante a fuga pelo mar e abatidos no combate aéreo. Curiosamente, o título do filme não foi traduzido, apesar de ser o nome de uma cidade que consta nas enciclopédias de língua portuguesa. A batalha de Dunquerque entrou para a história como uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis, como mostra o único comercial legendado abaixo. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”). A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Jake Gyllenhaal vai estrelar e produzir aventura passada na 2ª Guerra Mundial
Jake Gyllenhaal vai estrelar e produzir o drama de guerra “The Lost Airman”. O longa será baseado no livro de memórias do soldado americano Arthur Meyerowitz, que relata como ele escapou dos nazistas após cair com seu avião na França durante a 2ª Guerra Mundial. Para isto, ele contou com a ajuda da heróis históricos da resistência francesa e da Força Aérea britânica. Os direitos de adaptação foram adquiridos pelo Amazon Studio. Além de Gyllenhaal, o projeto tem como produtor John Lesher, vencedor do Oscar por “Birdman” (2014). Ainda não há diretor definido nem cronograma de filmagens.
Elena Verdugo (1925 – 2017)
Morreu a atriz Elena Verdugo, que teve uma prolífica carreira cinematográfica antes de se concentrar na TV e ser indicada ao Emmy por seu trabalho na série “Marcus Welby”. Ela faleceu na terça-feira (30/5) em Los Angeles, aos 92 anos. Elena Angela Verdugo debutou no cinema antes de debutar na vida real. Nascida e criada na Califórnia, numa família hispânica, ela conquistou seu primeiro papel aos 6 anos de idade, em 1931, e durante a adolescência encarou a rotina de aparecer em vários filmes por ano. Entre suas dezenas de produções da época, destacam-se muitos musicais, inclusive “Serenata Tropical” (1940) com Carmen Miranda, e clássicos de terror da Universal, que fez bom uso de seu sobrenome – Verdugo significa carrasco ou pessoa cruel – em “A Mansão de Frankenstein” (1944) e “The Frozen Ghost” (1945), ambos estrelados por Lon Chaney Jr. Mas ela também participou de aventuras populares, como “Jim das Selvas – A Tribo Perdida” (1949), “Cyrano de Bergerac” (1950) e “A Princesa de Damasco” (1952), antes de ir parar na TV, assumindo o papel principal da série “Meet Millie”, que durou quatro temporadas, entre 1952 e 1955. Verdugo integrou o elenco de várias outras séries de duração efêmera, até entrar em “Marcus Welby” em 1969. A produção era estrelada por Robert Young, ator conhecido do cinema noir, que já tinha em seu currículo uma atração televisiva de enorme sucesso, “Papai Sabe Tudo” (1954-1960). A trama acompanhava o cotidiano de seu personagem, o médico do título, um exemplo de doutor à moda antiga, atencioso e dedicado, que era capaz de tratar de tudo e com quem todo mundo queria se consultar. Verdugo interpretava sua enfermeira, Consuelo Lopez, e o elenco ainda incluía James Brolin como o médico assistente Dr. Steven Kiley. Sucesso retumbante, “Marcus Welby” se tornou a série médica mais popular de sua época, rendendo 170 episódios, exibidos ao longo de sete temporadas, entre 1969 e 1976. Além disso, venceu o Emmy de Melhor Série Dramática de 1970 e rendeu inúmeras indicações ao seu elenco. Verdugo foi lembrada por dois anos seguidos na categoria de Atriz Coadjuvante, em 1971 e 1972. Curiosamente, ela pensou em recusar o papel, quando os produtores lhe falaram que queriam uma empregada latina. “Eu disse: ‘Esquecam! Eu não vou interpretar uma empregada doméstica, que era o tipo de papel que os latinos recebiam na época”, ela contou em entrevista ao canal PBS. Sua personagem acabou sendo uma das primeiras latinas proeminentes da televisão norte-americana. Após o fim da série, a atriz ainda apareceu no telefilme “A Volta de Marcus Welby”, que reuniu o elenco original em 1984. Mas fez pouquíssima coisa mais. Ela se aposentou no ano seguinte.
Jessica Chastain vai viver Ingrid Bergman em cinebiografia romântica
Jessica Chastain (“A Colina Escartale”) vai dar vida a uma das maiores atrizes da história do cinema, a sueca Ingrid Bergman, em “Seducing Ingrid Bergman”. Segundo o site Deadline, além de estrelar, ela também vai produzir a cinebiografia. O projeto está circulando Hollywood desde 2014, quando o roteiro de Arash Amel apareceu na Black List, a lista dos melhores roteiros não filmados daquele ano. A trama é uma adaptação do livro homônimo de Chris Greenhalgh, e se foca no tórrido romance entre Bergman e o celebrado fotógrafo de guerra Robert Capa. O relacionamento só se tornou público quando a atriz publicou sua autobiografia, em 1981, mas foi intenso. O casal se conheceu em Paris no final da 2ª Guerra Mundial. Na época, Bergman estava casada com seu primeiro marido, o neurocirurgião sueco Petter Lindström, e Capa foi seu amante. Mesmo enfrentando problemas com apostas e alcoolismo, o fotógrafo ajudou a atriz a se libertar de um casamento sem amor e dos estúdios controladores de Hollywood. O romance não durou muito, mas poucos anos depois a atriz teve sua imagem de estrela hollywoodiana abalada por outro relacionamento escandaloso, ao se envolver com o cineasta Roberto Rossellini (“Roma, Cidade Aberta”), que na época também era casado. Ela finalmente se divorciou de Lindström para casar com Rossellini em 1949. Capa morreu logo depois, cobrindo a guerra da Indochina em 1954. De acordo com Uday Chopra, chefe executivo da produtora parceira do projeto, a YRF Entertainment, Chastain “é a atriz perfeita para estrelar o filme. Jessica não é estranha a retratos de mulheres fortes e independentes, e esse papel merece uma atriz de imensurável talento. Também sentimos que ela dará uma perspectiva única como produtora”. Mas por mais que o projeto pareça excitante, vale lembrar o resultado de outra cinebiografia de estrela de Hollywood que teve roteiro de Arash Amel. “Grace: A Princesa de Mônaco” foi considerado tão ruim que acabou nem chegando aos cinemas americanos. Ainda não há previsão de estreia nem diretor definido para “Seducing Ingrid Bergman”, mas o filme chegou a encabeçar uma lista de interesses de James Mangold (“Logan”).
Novo trailer legendado revela escala épica de Dunkirk, filme de guerra de Christopher Nolan
A Warner Bros divulgou o segundo trailer legendado de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (trilogia “Batman”, “Interestelar”). A prévia se concentra no desespero dos soldados aliados, completamente cercados e impotentes diante do ataque constante de aviões nazistas e torpedos, enquanto tentam fugir da morte na 2ª Guerra Mundial. A escala épica da produção também se revela, mostrando a ação em três planos distintos, entre os soldados sob bombardeio na praia, a difícil fuga pelo mar e o combate aéreo entre aviões. Curiosamente, o título do filme não foi traduzido, apesar de ser o nome de uma cidade que consta nas enciclopédias de língua portuguesa. A batalha de Dunquerque entrou para a história como uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis, como mostra o trailer. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”). A estreia está marcada para julho no Brasil.
Olivia Cooke viverá tenista campeã que foi espiã americana na 2ª Guerra Mundial
A atriz Olivia Cooke (série “Bates Motel”) vai viver a tenista campeã Alice Marble, que quando não estava acumulando vitórias de Grand Slam enfrentou os nazistas como espiã americana durante 2ª Guerra Mundial. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela vai estrelar “Courting Danger”, thriller baseado na vida atribulada de Marble, que após perder o marido na guerra decidiu lutar contra o nazismo. Tenista número 1 dos EUA entre 1936 e 1940, e considerada a melhor do mundo em 1939, ela espionou um banqueiro suiço para coletar informações importantes sobre os principais oficiais de Adolf Hitler, e acabou baleada por conta de sua ousadia. Derek Weissbein (criador da série “Apex”) será o roteirista do filme, que ainda não tem diretor nem previsão de lançamento.
Sam Claflin e Gemma Arterton usam cinema contra bombas nazistas em trailer de drama de época
“Dunkirk”, o vindouro filme de Christopher Nolan, não é a única produção prestes a estrear sobre o resgate heroico de 300 mil soldados aliados em Dunquerque, na França, durante a 2ª Guerra Mundial. O trailer e as imagens de “Their Finest” introduzem outra faceta desta história, acompanhando a produção de um filme sobre a façanha, rodado em pleno conflito, como esforço para levantar a moral das tropas britânicas derrotadas, enquanto os nazistas despejam suas bombas sobre Londres. O filme marca a segunda colaboração entre a diretora Lone Scherfig e o ator Sam Claflin, após “The Riot Club” (2014). Na trama, ele é o roteirista contratado para dar mais glamour ao drama real, e precisa colaborar com uma jovem (Gemma Arterton, de “João e Maria: Caçadores de Bruxas”) capaz de dar um toque feminino na história. Entretanto, ele a trata como simples secretária. São os anos 1940 e as mulheres só entraram na força de trabalho porque a maioria dos homens está na guerra. A trama ainda inclui um astro veterano (Bill Nighy, de “Questão de Tempo”), capaz de dar credibilidade ao projeto, e diversas sequências que revelam os bastidores das produções de cinema da época, mas sem perder de vista a ameaça constante da guerra, com abrigos anti-bomba e explosões por toda a Londres. O elenco ainda inclui Jeremy Irons (“Batman vs. Superman”), Eddie Marsan (série “Ray Donovan”), Richard E. Grant (série “Game of Thrones”), Jake Lacy (série “Girls”), Helen McCrory (série “Penny Dreadful”) e Jack Huston (“Ben-Hur”). A estreia está marcada para 27 de abril no Brasil, 20 dias após o lançamento nos EUA.
Filme de guerra de Christopher Nolan quase não terá diálogos
O cineasta Christopher Nolan (“Interestelar”) revelou alguns detalhes sobre o que o público pode esperar de seu novo filme, “Dunkirk”, que se foca numa operação militar conhecida como Dínamo, responsável por evacuar 340 mil soldados aliados da cidade francesa de Dunquerque durante a 2ª Guerra Mundial, sob intenso bombardeio. Em entrevista à revista francesa Premiere, Nolan contou que, por conta da tensão e da quantidade de cenas de ação, o filme terá poucos diálogos. “A empatia pelos personagens não tem nada a ver com a sua história. Eu não queria contar a história através dos diálogos. O problema não é quem eles são, quem eles fingem ser ou onde estão. A única questão que me interessava mostrar era luta pela sobrevivência. Será que eles vão sair dali? Serão mortos pela próxima bomba ou serão esmagados por um barco enquanto caem no mar?”, ele declarou. Outra novidade revelada pelo diretor é que o filme será dividido em três partes, marcadas por diferentes pontos de vista. Assim haverá a perspetiva dos eventos daqueles que estão em terra (Fionn Whitehead, Harry Styles), no mar (Cillian Murphy, Mark Rylance) e no ar (Tom Hardy). “Para os soldados embarcados no conflito, os eventos ocorreram em diferentes temporalidades. Em terra, alguns ficaram uma semana presos na praia. Na água, os eventos duraram no máximo um dia. E se você estivesse a voar para Dunquerque, os Spitfire britânicos [caças] só carregavam uma hora de combustível. Para misturar essas diferentes versões da história, era preciso misturar os estratos temporais. Daí, a estrutura complicada. Mesmo que a história seja muito simples”. “Dunkirk” tem estreia prevista para 27 de julho no Brasil.












