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    Os marcianos quase invadem a Terra em trailer de comédia com Tony Hale

    24 de junho de 2017 /

    A Gravitas divulgou o pôster e o trailer da comédia “Brave New Jersey”, estrelada por Tony Hale (série “Veep”). A prévia explica o contexto, lembrando a inovadora adaptação radiofônica de “Guerra dos Mundos”, dirigida por Orson Welles, que causou pânico nos Estados Unidos em 1938 por seu realismo, dando a entender que a Terra tinha sido invadida por marcianos. Uma cidade em particular levou a história mais a sério que as demais. E Tony Hale é seu prefeito. Em meio ao desespero causado pelas “notícias” do rádio, a população de uma cidadezinha de Nova Jersey se prepara para a invasão alienígena, tomando atitudes extremas na certeza de que as próximas horas serão as últimas de suas existências. Além de Hale, o elenco também inclui Anna Camp (“A Escolha Perfeita”), Heather Burns (“Manchester à Beira-Mar”), Mel Rodriguez (série “The Last Man on Earth”), Raymond J. Barry (série “Justified”), Dan Bakkedahl (também da série “Veep”), Erika Alexander (série “Bosch”) e Sam Jaeger (“Parenthood”). “Brave New Jersey” marca a estreia na direção de Jody Lambert (co-roteirista de “Bem Vindo à Vida”) e estreia em 4 de agosto nos Estados Unidos. Não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Todos são suspeitos no primeiro trailer legendado de Assassinato no Expresso do Oriente

    2 de junho de 2017 /

    A Fox divulgou o pôster, 13 fotos em alta definição e o primeiro trailer legendado de “Assassinato no Expresso do Oriente”. E a nova versão já chama atenção pelo título, diferente do filme de 1974, com uma preposição a mais, refletindo a tradução nacional do livro de Agatha Christie, publicado em 1934. A prévia apresenta os personagens como estereótipos de um romance de mistério – “o professor”, “o mordomo”, “a governanta”, etc. Todos são suspeitos de uma assassinato cometido a bordo do trem que dá título à produção. E quem leu o livro ou viu o filme anterior sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como outro estereótipo, “o maior detetive do mundo”, que se propõe a responder à pergunta inevitável dos enredos do gênero: “quem é o assassino”. A longa de lista de suspeitos inclui Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). O estúdio sempre pretendeu reunir um grande elenco para fazer justiça à obra, cuja primeira adaptação rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ingrid Bergman. Além da lendária atriz sueca, o impressionante elenco original incluía Albert Finney no papel do detetive e os suspeitos Lauren Bacall, Jacqueline Bisset, Sean Connery, John Gielgud, Anthony Perkins, Vanessa Redgrave e Michael York. Desta vez, quem vive o detetive belga Hercule Poirot é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do filme. A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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    Diretor de Esquadrão Suicida negocia filmar remake de Scarface

    22 de maio de 2017 /

    A Universal está negociando com o diretor David Ayer (“Esquadrão Suicida”) para assumir o novo remake de “Scarface”, apuraram os sites The Hollywood Reporter e Variety. A produção será a terceira versão da história da ascensão de um chefão do crime organizado, e conta com roteiro escrito por ninguém menos que os irmãos Coen (“Fargo”). O projeto já possui mais de uma década de desenvolvimento e, por muito tempo, contou com o cineasta Antoine Fuqua (“Sete Homens e um Destino”) à sua frente. Mas quando chegou a hora de iniciar a produção, houve conflito de agenda com “O Protetor 2”. Como o estúdio já marcou a data de estreia, a corrida é para definir logo um substituto e iniciar as filmagens. Ironicamente, Ayer foi o autor da primeira versão do roteiro do remake, que desde então foi revisado por Paul Attanasio (“Donnie Brasco”), reescrito por Jonathan Herman (“Straight Outta Compton: A História do NWA”) e refeito novamente por Terence Winter (“O Lobo de Wall Street”), antes parar nas mãos dos Coen. Inspirada na ascensão de Al Capone, a história de “Scarface” já rendeu dois filmes cultuados: o original de 1931, dirigido por Howard Hawks e, segundo a lenda, aprovado pelo próprio Capone, e o remake de 1982, uma versão latina do gângster levada à extremos pelo diretor Brian De Palma. O enredo de todas as versões centra-se num imigrante, que procura ascender na sociedade por meio do submundo do crime. No primeiro filme, o personagem principal era um italiano (interpretado por Paul Muni), enquanto na versão dos anos 1980 era um cubano (Al Pacino). Ambos buscavam concretizar seu “sonho americano” através da violência. A nova versão também trará um protagonista latino. O ator mexicano Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”) terá o papel principal. A estreia está marcada para agosto de 2018.

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    25 fotos de Assassinato no Expresso do Oriente apresentam o elenco grandioso da superprodução

    5 de maio de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou as primeiras fotos do grandioso elenco do “Assassinato no Expresso do Oriente”. Todos, à exceção do diretor Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), são suspeitos de um assassinato cometido a bordo do tem que dá nome à superprodução da 20th Century Fox. As imagens trazem cenas do filme e também retratos de cada integrante do elenco. Além de dirigir, Branagh interpreta o icônico detetive Hercule Poirot, que no romance clássico de Agatha Christie, publicado em 1934, tenta descobrir quem é o assassino antes do trem chegar a seu destino. A longa de lista de suspeitos inclui Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). O estúdio sempre pretendeu reunir um grande elenco para fazer justiça à obra, que já teve uma primeira adaptação cinematográfica dirigida por Sidney Lumet em 1974. O filme clássico, inclusive, rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ingrid Bergman. Além da lendária atriz sueca, o impressionante elenco original incluía Albert Finney no papel do detetive Poirot, e os suspeitos Lauren Bacall, Jacqueline Bisset, Sean Connery, John Gielgud, Anthony Perkins, Vanessa Redgrave e Michael York. A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, um dia após o lançamento nos EUA.

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    Z: The Beginning of Everything, série sobre Zelda Fitzgerald, é renovada pela Amazon

    2 de maio de 2017 /

    A Amazon renovou “Z: The Beginning of Everything”, série baseada na vida da escritora Zelda Fitzgerald, para sua 2ª temporada. Estrelada por Christina Ricci (série “Pan Am”), a série acompanha o casal F. Scott Fitzgerald e Zelda Fitzgerald, desde seu primeiro encontro em 1918 na cidade de Montgomery (capital do estado americano do Alabama) até o alto círculo social e literário de Nova York e Paris, onde se tornaram figuras muito famosas. O romance, a fama e as brigas do casal alimentou obras-primas da literatura, como “Os Belos e Malditos” (1922) e “O Grande Gatsby” (1925), de Scott Fitzgerald, “Esta Valsa É Minha” (1932), de Zelda, e “Suave É a Noite” (1934), a resposta do escritor. Entretanto, apesar do potencial, a série teve uma recepção morna por parte da crítica quando foi lançada em janeiro. Desenvolvida por Dawn Prestwich e Nicole Yorkin (roteiristas de “The Killing”), com base na biografia “Z: A Novel of Zelda Fitzgerald”, de Teresa Anne Fowler), a série ainda traz em seu elenco Gavin Stenhouse (série “Allegiance”) como F. Scott Fitzgerald, além de Kristine Nielsen (“Trapaceiros”), David Strathairn (série “Blacklist”) e Jim True-Frost (série “American Odissey”). A 2ª temporada de “Z” ainda não tem previsão de estreia.

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    Relembre cinco vezes em que o Oscar constrangeu seus vencedores

    27 de fevereiro de 2017 /

    O desfecho do Oscar 2017 vai entrar para a História, graças ao erro no anúncio do vencedor. Mas não foi a primeira vez que a empresa de auditoria responsável pelos envelopes entregou o conteúdo errado para um apresentador. E isto nem foi o pior que já aconteceu. Relembre a seguir cinco momentos em que o Oscar causou constrangimento em seus vencedores. 1. Me deram o envelope errado Cinco décadas atrás, o cantor Sammy Davis Jr. se viu na mesma saia justa de Warren Beatty. Mas sua experiência nos palcos de Las Vegas veio bem a calhar, ajudando-o a lidar com a confusão com muito bom humor. Veja abaixo como ele se livrou do constrangimento de anunciar um vencedor que não estava concorrendo na categoria de Melhor Canção de 1964. A propósito, as risadas nervosas que ele provoca ao dizer “Me deram o envelope errado. Esperem até o NAACP saber disso” reflete as tensões raciais da época. NAACP é uma das mais antigas entidades de defesa dos direitos civis dos negros nos EUA. 2. Venha aqui, Frank Mas muitas gafes famosas não foram preservadas para a posteridade, por terem acontecido antes da invenção da televisão. Mesmo assim, fazem parte do folclore do Oscar. Uma das trapalhadas mais antigas aconteceu na 6ª edição da premiação em 1934, quando o ator, cantor e cowboy Will Rogers anunciou o prêmio de melhor diretor com as seguintes palavras: “Venha aqui pegá-la, Frank!”, inspirando Frank Capra, diretor do clássico “Dama por um Dia”, correr para o palco, apenas para descobrir que o vencedor era Frank Lloyd, por “Cavalgada”. Posteriormente, Capra descreveu a experiência como “a mais longa, triste e arrasadora caminhada de minha vida”. Detalhe: no ano seguinte, ele venceu realmente a premiação com um de seus filmes mais famosos, “Aconteceu Naquela Noite”. 3. Spencer “Dick” Tracy Em 1938, o ator Spencer Tracy ganhou o prêmio de Melhor Ator pelo filme “Marujo Intrépido”, mas teve que receber uma segunda estatueta. A que lhe entregaram no dia da cerimônia veio com o nome Dick Tracy gravado, como o famoso personagem de quadrinhos – por coincidência, vivido por Warren Beatty no cinema. 4. Assalto ao vivo A atriz Alice Brady decidiu não comparecer à premiação em 1938, e a estatueta que deveria receber como Melhor Atriz Coadjuvante por “No Velho Chicago” foi entregue a um homem desconhecido, que subiu ao palco como seu representante. O troféu e o homem jamais foram vistos novamente. A atriz morreu antes que a Academia pudesse encomendar uma nova estatueta para ela, aos 46 anos em 1939. 5. Amadeus! Em 1985, a confusão também aconteceu em meio ao anúncio do Melhor Filme. Jack Lemmon caprichou tanto nos elogios para introduzir Laurence Olivier, que o veterano o ator britânico se empolgou em agradecimentos, esquecendo simplesmente de anunciar os nomes dos indicados na categoria. Em vez disso, ele disse direito o resultado: “Amadeus!” Confira o burburinho que a situação rendeu no vídeo abaixo.

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    Irmãos Coen vão escrever o remake de Scarface

    11 de fevereiro de 2017 /

    Os estúdios Universal anunciaram que o remake de “Scarface” será escrito pelos irmãos Joel e Ethan Coen (de “Fargo” e “Onde os Fracos não Tem Vez”). O lançamento do filme nos Estados Unidos também ganhou data: 10 de agosto de 2018. O estabelecimento de uma data foi importante para ressaltar a seriedade da Universal em relação ao projeto. Afinal, a impressão passada, ao confirmar novos roteiristas a esta altura do campeonato, é de fatiga, comprovando que o estúdio ainda não encontrou a história que procura. Vale lembrar que os planos do remake têm uma década. Antes da entrada dos irmãos Coen no projeto, a Universal contratou David Ayer (“Esquadrão Suicida”) para escrever o primeiro roteiro, Paul Attanasio (“Donnie Brasco”) para revisá-lo, Jonathan Herman (“Straight Outta Compton: A História do NWA”) para refazê-lo e, há apenas cinco meses, Terence Winter (criador da série “Boardwalk Empire”) para começar tudo novamente. A produção está a cargo de Martin Bregman, responsável pela versão lançada nos anos 1980, que foi dirigida por Brian de Palma e estrelada por Al Pacino. Mas ainda não há diretor confirmado, após David Yates (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) e Antoine Fuqua (“Sete Homens e um Destino”) desistirem, diante da demora da aprovação do roteiro. O protagonista, porém, já está definido. O filme será estrelado pelo mexicano Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”). Inspirada na ascensão de Al Capone, a história de “Scarface” já rendeu dois filmes cultuados: o original de 1931, dirigido por Howard Hawks e, segundo a lenda, aprovado pelo próprio Capone, e o remake de 1982, uma versão latina do gângster levada à extremos pelo diretor Brian De Palma. O enredo de ambas as versões centra-se num imigrante, que procura ascender na sociedade por meio do submundo do crime. No primeiro filme, o personagem principal era um italiano (interpretado por Paul Muni), enquanto na versão dos anos 1980 era um cubano (Al Pacino). Ambos buscavam concretizar seu “sonho americano” através da violência. Nesse contexto, a escalação de Luna, um ator mexicano, deve ter repercussão direta na trama, ao ecoar a política de Donald Trump em relação às fronteiras dos Estados Unidos.

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    Livro póstumo revela que Judy Garland foi molestada pelos anões de O Mágico de Oz

    8 de fevereiro de 2017 /

    Um livro póstumo trouxe à tona revelações polêmicas sobre a atriz Judy Garland. Escrito pelo ex-marido da atriz, Sid Luft, que faleceu em 2005, o texto afirma que a atriz foi molestada durante as filmagens de “O Mágico de Oz” (1939) pelos anões que interpretavam os munchkins. Na ocasião, ela tinha apenas 16 anos. Luft escreveu que eles “frequentemente colocavam as mãos por baixo de sua saia”. “Eles achavam que poderiam escapar de qualquer coisa porque eram pequeninos. Eles fizeram a vida de Judy um pesadelo no set colocando suas mãos por baixo do seu vestido. Os homens tinham mais de 40 anos”, escreveu Sid. O novo livro também traz revelações sobre a vida privada da atriz, sua luta contra as drogas e as frequentes tentativas de suicídio. Judy se casou cinco vezes e é mãe de Liza Minelli, fruto de seu segundo casamento, com Vincent Minnelli. Sid Luft foi o terceiro marido da atriz, entre os anos 1952 e 1965, com quem teve os filhos Lorna e Joey. Ela morreu em 1969, aos 47 anos, de uma overdose. Sobre as drogas, o ex-marido afirmou que Judy “era casada com elas antes de me conhecer e nunca se separou”. Ao longo dos anos, ele começou a perceber o uso intenso de drogas, com anfetaminas e barbitúricos que a deixavam em severa depressão e com pensamentos suicidas. As revelações estavam em um diário escrito por Judy e descoberto por Sid, que pretendia fazer as revelações em vida, mas morreu antes de publicar o livro. O manuscrito inacabado foi descoberto no ano passado entre seus arquivos e somente agora será publicado com o título “Judy and I: My Life with Judy Garland”. O lançamento vai acontecer em 1 de março nos EUA.

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    Max Irons enfrenta Stalin em novo trailer de romance “épico”

    6 de fevereiro de 2017 /

    A Arrow Films divulgou o pôster e o trailer britânicos de “Bitter Harvest”, romance “épico” canadense que tem como pano de fundo a luta histórica da Ucrânia contra o domínio russo. Os paralelos com os dias atuais podem ser perturbadores, mas, infelizmente, a prévia não consegue disfarçar que a versão canadense do stalinismo é repleta de clichês, frases feitas e realização amadora. Parece um telefilme maniqueísta do canal Lifetime. Passada nos anos 1930, a história se concentra no confisco da produção agrícola da Ucrânia por Stalin, que deixou a população do país morrendo literalmente de fome e inspirou uma rebelião. Tudo isso conduzido, sob a mão pesada de um diretor de telefilmes, como uma história de amor. A direção é de George Mendeluk (“Almôndegas 3”), o que torna inexplicável o elenco razoável, formado por Max Irons (“A Dama Dourada”), Samantha Barks (“Os Miseráveis”), Barry Pepper (“Maze Runner: Prova de Fogo”), Aneurin Barnard (minissérie “Guerra & Paz”), Richard Brake (“A Espiã que Sabia de Menos”), o veterano Terence Stamp (“Grandes Olhos”) e Gary Oliver (“O Filho de Deus”) como um caricato Stalin. A estreia está marcada para 24 de fevereiro nos EUA e Reino Unido, e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Diego Luna será o novo Scarface do cinema

    31 de janeiro de 2017 /

    O ator mexicano Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”) vai ser o protagonista da nova versão de “Scarface”, que está sendo desenvolvida pelo estúdio Universal, informou a revista Variety. O projeto da refilmagem considerava um protagonista negro ou mexicano. O estúdio pode ter optado pelo segundo após a eleição de Donald Trump, pois a ideia é atualizar a trama para os dias de hoje. A Universal planeja essa nova versão de “Scarface” há algum tempo, e precisou de quatro revisões de roteiro para finalmente decidir ir em frente. O roteiro original foi escrito por David Ayer (“Esquadrão Suicida”), revisado por Paul Attanasio (“Donnie Brasco”) e ganhou uma terceira versão de Jonathan Herman (indicado ao Oscar 2016 pelo roteiro de “Straight Outta Compton”), antes da chegada de Terence Winter (“O Lobo de Wall Street”) para dar os toques finais na história. Entretanto, a produção ainda está sem diretor definido. De acordo com a revista Variety, o cineasta Antoine Fuqua, originalmente escalado para dirigir o remake, não está mais no projeto. Ele vai se concentrar na continuação de “O Protetor” (2014), que será filmada ao mesmo tempo. Inspirada na ascensão de Al Capone, a história já rendeu dois filmes cultuados: o original de 1931, dirigido por Howard Hawks e, segundo a lenda, aprovado pelo próprio Capone, e o remake de 1982, uma versão latina do gângster levada à extremos pelo diretor Brian De Palma. O enredo de ambas as versões centra-se num imigrante, que procura ascender na sociedade por meio do submundo do crime. No primeiro filme, o personagem principal era um italiano (interpretado por Paul Muni), enquanto na versão dos anos 1980 era um cubano (Al Pacino). Ambos buscavam concretizar seu “sonho americano” através da violência.

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    Willem Dafoe vira o mais novo suspeito do remake de Assassinato no Expresso Oriente

    7 de janeiro de 2017 /

    O ator Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”) é o mais novo passageiro confirmado a bordo do remake de “Assassinato no Expresso Oriente”. Ele vai se juntar a uma longa de lista de suspeitos, que já conta com Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Michael Pena (“Homem-Formiga”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“Pixels”) e a atriz espanhola Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), além de Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”), que vai investigar e dirigir o mistério. O estúdio 20th Century Fox sempre pretendeu reunir um grande elenco na produção, para fazer justiça à obra, que já teve uma primeira adaptação cinematográfica dirigida por Sidney Lumet em 1974. O filme clássico, inclusive, rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ingrid Bergman. Além da lendária atriz sueca, o elenco original incluía Albert Finney no papel do detetive Hercule Poirot, e os suspeitos Lauren Bacall, Jacqueline Bisset, Sean Connery, John Gielgud, Anthony Perkins, Vanessa Redgrave e Michael York. Nada menos que impressionante. Publicado em 1934, o livro original acompanha o trabalho de dedução do detetive Poirot para desvendar um assassinato cometido durante uma viagem do famoso trem Expresso do Oriente, onde não faltam suspeitos. Na nova versão, o papel de Poirot caberá a Kenneth Branagh. A adaptação foi escrita por Michael Green (“Lanterna Verde”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, um dia após o lançamento nos EUA.

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    Michèle Morgan (1920 – 2016)

    25 de dezembro de 2016 /

    Morreu Michèle Morgan, uma das maiores atrizes francesas do século 20, que deixava os homens de quatro com “os mais belos olhos” do cinema, conforme descreviam inúmeros elogios. Ela tinha 96 anos e faleceu na terça (20/12). Nascida Simone Renée Roussel na data bissexta de 29 de fevereiro de 1920, ela acreditava que era por causa disso que teve carreira tão longa. “Este privilégio de envelhecer quatro vezes mais devagar do que os outros foi o primeiro da longa série de golpes de sorte que tive ao longo da minha existência”, chegou a dizer numa entrevista. Ela começou a filmar aos 16 anos, fazendo figuração em “Vida Parisiense” (1936), de Robert Siodmak, mas após ficar nas sombras em quatro filmes foi surpreendentemente promovida a protagonista em “Mulher Fatal” (1937), sob direção de Marc Allegret, vivendo logo o papel-título, uma bad girl de 17 anos, levada a julgamento por acidentalmente matar seu amante, após já ter tido – escândalo! – quatro amantes antes dele. Sua carreira decolou rapidamente. Allegret aproveitou o sucesso e voltou a dar-lhe um papel precoce em “Veneno” (1938), como amante de Charles Boyer, intérprete de um engenheiro casado, cuja mulher estava grávida. Mas foi o mestre Marcel Carné que a colocou definitivamente no imaginário popular ao escalá-la ao lado de Jean Gabin em “Cais das Sombras” (1938). Considerado uma obra-prima do cinema francês, “Cais das Sombras” girava em torno de um desertor do exército, que encontrava problemas numa cidadezinha. A censura, porém, proibiu Gabin de ser chamado de desertor, e Carné precisou ser criativo para explicar seu estado de fuga. O importante é que todos a quem encontra são moralmente corruptos, exceto um cachorro, que se torna seu amigo, e Nelly, a personagem de Morgan, namorada maltratada de um gângster e vítima de um padrasto abusivo. Depressivo como as neblinas de seu título francês, o filme passa longe do final feliz e mesmo assim se tornou popular, a ponto de ser citado como principal influência de “Casablanca” (1942). É nesse filme que Jean Gabin lhe murmura: “Você têm os olhos mais lindos…” e ela lhe responde: “Me Beija”. A intensidade do olhar cristalino e os cabelos loiros deixaram o mundo inteiro apaixonados. O sucesso de “Cais das Sombras” gerou novas parcerias entre Gabin e Morgan, como “Recife de Coral” (1939) e “Águas Tempestuosas” (1941), mas logo a atriz foi para Hollywood, que naquela época via prestígio em contratar intérpretes europeias, como Greta Garbo, Marlene Dietrich, Ingrid Bergman e Viveca Lindfors. Em Hollywood, ela participou de “E as Luzes Brilharão Outra Vez” (1942), ao lado de Paul Henreid, “O Encontro em Londres (1943), com Alan Curtis, “A Lua a Seu Alcance” (1943), contracenando com ninguém menos que Frank Sinatra, e o clássico absoluto “Passagem Para Marselha” (1944), em que filmou com o astro e o diretor de “Casablanca”, respectivamente Humphrey Bogart e Michael Curtiz. Alguns desses filmes se passavam na França. De modo que ela não chegou necessariamente a “voltar” em 1946, quando Jean Delannoy a escalou na adaptação de André Gide “A Sinfonia Pastoral”, como uma mulher que encanta pai e filho. Por seu desempenho, Michéle Morgan se tornou a primeira intérprete vencedora do prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes. Ainda mais célebre do que em sua primeira passagem por Hollywood, ela foi entronizada de vez no imaginário como uma femme fatale ao ser escalada em alguns filmes noir, particularmente “O Ídolo Caído” (1948), do mestre do gênero Carol Reed. Na trama, escrita por outro mestre, o escritor Graham Greene, adaptando seu próprio conto original, ela vive a amante que precipita o ciúmes mortal de uma esposa, fazendo-a arriscar a própria vida para conferir a traição do marido, um funcionário da embaixada em Londres, o que conduz a um acidente fatal e desperta a suspeita de assassinato na polícia. Ela retomou a parceria com Delannoy em seus filmes seguintes, todos com grande impacto de público e crítica, como “Encontro com o Destino” (1948), “Amar-te É Meu Destino” (1952), “Falsa Obsessão” (1954) e a antologia “Destino de Mulher” (1954), no qual viveu Joana D’Arc. Além de Joana D’Arc, Michéle Morgan também encarnou Josefina em “Napoleão” (1955) e Maria Antonieta em “O Calvário de uma Rainha” (1956), novamente sob direção de Delannoy, uma trilogia de mulheres que marcaram a História da França. Entre os grandes filmes desta fase ainda incluem a parceria com o diretor Jean Renoir em “As Grandes Manobras” (1955), o astro Yves Montand em “O Homem que Vendeu a Alma” (1955) e o cineasta André Cayatte em “O Espelho de Duas Faces” (1958) – que seria refeito por Barbra Streisand em 1996. Sua filmografia, porém, sofreu grande impacto com a mudança radical de gostos trazida pela nouvelle vague, cujos cineastas desprezavam o cinema comercial francês. Mesmo assim, ela trabalhou com Claude Chabrol em “A Verdadeira História do Barba Azul” (1963). Seu último grande sucesso foi “Benjamin, o Despertar de um Jovem Inocente” (1968), como um condessa que treina um jovem (Pierre Clémenti) nas artes da sedução, e o faz praticar com Catherine Deneuve e com ela própria. Aparecendo cada vez menos, Morgan ainda fez dois filmes de Claude Lelouch, “O Gato e a Rainha” (1975), seu derradeiro papel de protagonista, e “Um Homem, Uma Mulher: 20 Anos Depois” (1986), até se despedir do cinema com “Estamos Todos Bem” (1990), de Giuseppe Tornatore, num desfecho realizado na companhia de Marcello Mastroianni. Michèle Morgan participou de aproximadamente 70 filmes e foi eleita pelo público como a “atriz francesa mais popular” de sua época, em dez ocasiões distintas. Os fãs não podiam se desviar de seu olhar. Mas, de forma irônica pela quantidade de mulheres arrebatadoras que interpretou, sua beleza era considerada fria, melancólica até, o que a tornou pouco vista em comédias e a fez reconhecer, a certa altura: “A tristeza é o meu elemento”. Ao comunicar seu falecimento, a família da atriz resumiu de forma singela: “Os mais belos olhos do cinema fecharam-se definitivamente”.

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  • Série

    Christina Ricci vive Zelda Fitzgerald em trailer de nova série da Amazon

    20 de dezembro de 2016 /

    O serviço de streaming da Amazon divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Z: The Beginning of Everything”, série baseada na vida da escritora Zelda Fitzgerald, mulher do gênio literário F. Scott Fitzgerald e ícone dos anos 1920. A prévia mostra o romance do casal, a fama e as brigas, que alimentaram obras-primas da literatura, como “Os Belos e Malditos” (1922) e “O Grande Gatsby” (1925), de Scott Fitzgerald, “Esta Valsa É Minha” (1932), de Zelda, e “Suave É a Noite” (1934), a resposta do escritor. Cristina Ricci (série “Pan Am”) tem o papel principal na atração, desenvolvida por Dawn Prestwich e Nicole Yorkin (roteiristas de “The Killing”), com base na biografia “Z: A Novel of Zelda Fitzgerald”, de Teresa Anne Fowler. Já o escritor é interpretado por Gavin Stenhouse (série “Allegiance”). O episódio piloto, dirigido por Tim Blake Nelson (“Irmãos de Sangue”), está atualmente disponível para streaming e os demais nove episódios da 1ª temporada chegam à plataforma em 27 de janeiro 27. Com o lançamento, a Amazon sai na frente de dois projetos cinematográficos sobre a vida de Zelda Fitzgerald: “The Beautiful and The Damned”, que teria Scarlett Johansson no papel principal, e “Zelda”, estrelada por Jennifer Lawrence. A estreia de “Z: The Begining of Everything” deve ter consequências para ambas produções.

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