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  • Série

    Série de Stallone, “Tulsa King” é renovada para 3ª temporada

    19 de março de 2025 /

    A série estrelada pelo astro de "Rocky" e "Rambo" continuará sua trama de máfia na Paramount+

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  • Série

    Stallone nocauteia rivais no teaser da 2ª temporada de “Tulsa King”

    26 de junho de 2024 /

    Série protagonizada por Sylvester Stallone retorna ao Paramount+ em setembro com novos episódios

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  • Série

    Tulsa King: Série estrelada por Sylvester Stallone é renovada após audiência recorde

    30 de novembro de 2022 /

    A Paramount+ anunciou a renovação de “Tulsa King”, primeira série estrelada por Sylvester Stallone em suas cinco décadas de carreira. A série se tornou uma das mais vistas da plataforma e dos EUA desde seu lançamento há duas semanas. “’Tulsa King’ marcou como a nova série número um do ano, superando todas as outras, incluindo o prólogo de ‘Game of Thrones’, ‘A Casa do Dragão’”, disse o presidente e CEO da Paramount Media Networks e MTV Entertainment Studios, Chris McCarthy. “Com sua prévia na Paramount Network e exibição na Paramount+ quebrou recordes, levando-nos ao nosso maior novo dia de inscrição [de assinantes] da História – e é por isso que instantaneamente estamos dando sinal verde para a 2ª temporada.” Na trama, o intérprete de Rambo e Rocky vive um poderoso mafioso de Nova York que, após cumprir uma pena de 25 anos na prisão, se vê convencido pelo novo chefão a se mudar para a cidade de Tulsa, no estado americano de Oklahoma. O lado positivo é que ele poderá fazer o que quiser lá, sem interferência das outras famílias, e assim ele estabelece um plano para se tornar o rei do crime local. Só que não era isso que os outros mafiosos imaginavam que aconteceria, prevendo uma aposentadoria do velho gângster no local sossegado. A atração foi criada por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), que conseguiu pela segunda vez convencer um veterano de Hollywood a virar astro de série. Um dos motivos do enorme sucesso de “Yellowstone” é a participação de Kevin Costner. Em “Tulsa King”, Sheridan divide a produção com outro conhecido do universo das séries: Terence Winter, roteirista de “Família Soprano” e criador de “Boardwalk Empire”. O elenco também destaca Annabella Sciorra (“Família Soprano”), Garrett Hedlund (“Operação Fronteira”), Dana Delany (“Body of Proof”) e Martin Starr (“Silicon Valley”), entre outros. Ainda inédita no Brasil, a série só vai chegar ao streaming nacional da Paramount+ em 25 de dezembro. Veja abaixo o trailer legendado da atração.

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  • Série

    Tulsa King: Série estrelada por Sylvester Stallone ganha trailer divertido

    16 de outubro de 2022 /

    A Paramount+ divulgou novos pôster e trailer legendado de “Tulsa King”, primeira série estrelada por Sylvester Stallone em suas cinco décadas de carreira. A prévia equilibra momentos violentos como diálogos divertidos. Numa das cenas, o personagem de Stallone tenta oferecer “proteção” para uma loja de maconha medicinal para evitar que os proprietários sejam presos. “Mas somos legais”, avisa o proprietário incrédulo vivido por Martin Starr (“Silicon Valley”). Aos 75 anos, o intérprete de Rambo e Rocky vive um poderoso mafioso de Nova York que, após cumprir uma pena de 25 anos na prisão, se vê convencido pelo novo chefão a se mudar para a cidade de Tulsa, no estado americano de Oklahoma. O lado positivo é que ele poderá fazer o que quiser lá, sem interferência das outras famílias, e assim ele estabelece um plano para se tornar o rei do crime local. A atração foi criada por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), que conseguiu pela segunda vez convencer um veterano de Hollywood a virar astro de série. Um dos motivos do enorme sucesso de “Yellowstone” é a participação de Kevin Costner. Em “Tulsa King”, Sheridan divide a produção com outro conhecido do universo das séries: Terence Winter, roteirista de “Família Soprano” e criador de “Boardwalk Empire”. O elenco também destaca Annabella Sciorra (“Família Soprano”), Garrett Hedlund (“Operação Fronteira”) e Dana Delany (“Body of Proof”), entre outros. A estreia da nova série está marcada para 13 de novembro em streaming.

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  • Filme

    Annabella Sciorra será irmã de Stallone em série da Paramount+

    16 de agosto de 2022 /

    A atriz Annabella Sciorra (“Família Soprano”, “Rainhas do Crime”) se juntou ao elenco da série “Tulsa King”, da Paramount+. Ela interpretará Joanne, a irmã mais nova do personagem central, Dwight (Sylvester Stallone). A participação marcará um reencontro entre Sciorra e Stallone, que anteriormente co-estrelaram o ótimo filme “Cop Land”, de James Mangold, lançado em 1997. “Tulsa King” será a primeira série estrelada por Sylvester Stallone em suas cinco décadas de carreira. Aos 75 anos, o intérprete de Rambo e Rocky vai viver um poderoso mafioso de Nova York que, após cumprir uma pena na prisão, se vê obrigado a mudar para a cidade de Tulsa, no estado americano de Oklahoma. A atração foi criada por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), que consegue pela segunda vez convencer um veterano de Hollywood a virar astro de série. Um dos motivos do enorme sucesso de “Yellowstone” é a participação de Kevin Costner. Em “Tulsa King”, Sheridan vai trabalhar ao lado de outro produtor conhecido do universo das séries: Terence Winter, roteirista de “Família Soprano” e criador de “Boardwalk Empire”. Sheridan, Winter e Stallone assinam em conjunto a produção. A estreia está marcada para 13 de novembro em streaming.

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  • Etc

    Harvey Weinstein é considerado culpado por agressão sexual e estupro

    24 de fevereiro de 2020 /

    O produtor Harvey Weinstein foi considerado culpado nesta segunda (24/2) por agressão sexual e estupro, em seu julgamento em Nova York. Entretanto, o júri o absolveu de duas acusações de agressão sexual predatória, que poderiam levá-lo à prisão perpétua. Ele será sentenciado em 11 de março e pode enfrentar penas que variam de 5 a 25 anos de prisão pela condenação por agressão sexual e 18 meses a 4 anos pela condenação por estupro. As penas são somadas. O julgamento midiático durou seis semanas e os jurados levaram quatro dias para tomar uma decisão depois de ouvir seis mulheres que forneceram relatos de como Weinstein, um dos produtores mais poderosas de Hollywood durante décadas, usou seu poder e influência para coagi-las a ter encontros sexuais não consensuais com ele. O caso foi considerado por muitos como um momento crucial no movimento #MeToo. O júri condenou Weinstein por ato sexual criminoso em primeiro grau por praticar sexo oral à força em Miriam Haley, uma ex-assistente de produção, e por estupro de terceiro grau no caso da atriz Jessica Mann. Mann, cujas acusações eram centrais no caso, deu um testemunho forte sobre como Weinstein forçou sexo oral, a estuprou e a manipulou para manter um relacionamento degradante, que incluía querer filmá-la fazendo sexo e urinar nela. A promotora Joan Illuzzi-Orbon disse que Weinstein era o “mestre de seu universo”, que tratava as mulheres em sua esfera de poder como “descartáveis” que não reclamavam quando eram “pisadas, cuspidas, desmoralizadas e estuprada e abusadas” pelo outrora poderoso magnata de Hollywood. A acusação também trouxe como testemunha a atriz Annabella Sciorra (“Rainhas do Crime”), que disse sob juramento ter sido estuprada pelo ex-produtor de Hollywood no começo dos anos 1990. Como foi há mais de duas décadas, o caso prescreveu e não poderia ser julgado, mas ela se dispôs a narrar para o júri o que sofreu para demonstrar que o caso das vítimas atuais não era isolado. Seu depoimento foi corroborado pela colega Rosie Perez (“Aves de Rapina”), que confirmou aos jurados que Sciorra lhe contou na época os mesmos detalhes sobre a violência, incluindo que Weinstein havia prendido as mãos dela acima de sua cabeça enquanto a estuprava. Os advogados de Weinstein tentaram convencer os jurados de que foram as mulheres que manipularam ele para ascender profissionalmente e que seus encontros sexuais com ele eram consensuais. A equipe de defesa também tentou desmoralizar os depoimentos das vítimas, questionando as mulheres sobre suas memórias, suas escolhas de vida, suas aparências e suas escolhas de não denunciar a agressão sexual à polícia na época em que aconteceram.

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  • Etc

    Rosie Perez confirma violência de Harvey Weinstein contra Annabella Sciorra

    25 de janeiro de 2020 /

    A atriz Rosie Perez (do vindouro “Aves de Rapina”) depôs no julgamento por estupro contra Harvey Weinstein na sexta-feira (24/1) para corroborar o relato da amiga e colega Annabella Sciorra (“Rainhas do Crime”), que alega ter sido estuprada pelo ex-produtor de Hollywood no começo dos anos 1990. Sciorra depôs na quinta-feira que Weinstein a havia agredido sexualmente mais de 25 anos atrás. E Perez confirmou aos jurados que Sciorra lhe contou na época os mesmos detalhes sobre a violência, incluindo que Weinstein havia prendido as mãos dela acima de sua cabeça enquanto a estuprava. O atual julgamento de Weinstein é sobre outros dois casos de violência sexual, praticados contra Mimi Haleyi e Jessica Mann, porque a maioria das cerca de 80 denúncias contra ele prescreveu, inclusive o ataque à Annabella Sciorra. Os depoimentos, porém, foram convocados pela promotoria de Nova York para demonstrar um padrão de comportamento de predador sexual. Weinstein nega qualquer sexo sem consentimento, dizendo que todas as mulheres com quem teve relações fizeram sexo porque quiseram ou pretendiam ganhar algo em troca. Caso fique demonstrado que é um predador sexual, ele pode ser condenado à prisão perpétua.

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  • Etc

    Annabella Sciorra revela detalhes da violência de Harvey Weinstein em julgamento

    24 de janeiro de 2020 /

    A atriz Annabella Sciorra descreveu nesta quinta-feira (23/1), durante seu testemunho no julgamento de Harvey Weinstein, em Nova York, detalhes do estupro violento que sofreu do produtor de cinema. Segundo a atriz, ela foi imobilizada e forçada a ter relações sexuais com Weinstein. “Ele teve relações sexuais comigo enquanto eu tentava lutar, até que eu não pude mais lutar porque ele prendeu minhas mãos”, disse ao júri. Sciorra contou que Weinstein lhe deu carona e forçou sua entrada no apartamento dela em 1993. “Ele continuou vindo para cima de mim e eu me senti muito dominada porque ele era muito grande”, contou. “Ele me levou para o quarto e me empurrou na cama. Eu não posso te dizer exatamente quando suas calças caíram ou exatamente o que aconteceu. Eu não acho que a camisa dele já tenha saído completamente… Enquanto eu tentava tirá-lo de cima de mim – eu estava dando um soco nele, eu estava chutando ele – e ele pegou minhas mãos e as colocou sobre minha cabeça, ele colocou minhas mãos sobre minha cabeça para prendê-las e me imobilizar, e ele subiu em cima de mim e me estuprou”. A promotora-adjunta Meghan Hast explicou que Sciorra ficou em choque e com muito medo de chamar a polícia. “Ele a deixou física e emocionalmente arrasada, desmaiada no chão”, contou a procuradora. Esta história só veio à tona recentemente, quando a atriz aceitou abordar a violência sofrida em outubro de 2017, numa reportagem do jornalista Ronan Farrow para a revista The New Yorker. Poucos dias antes, o jornal The New York Times tinha publicado o primeiro artigo sobre as dezenas de assédios e abusos cometidos impunemente por Weinstein em quase quatro décadas. Desde a publicação dessas denúncias, mais de 80 mulheres acusaram Weinstein por assédio, agressão sexual ou estupro, dando origem ao movimento #MeToo. No entanto, a maioria dos crimes prescreveu e Weinstein está julgado por supostos ataques recentes contra duas mulheres, Mimi Haleyi e Jessica Mann. Embora não possa ser julgado pelo estupro de Sciorra, a atriz foi convidada a dar seu depoimento para ajudar a acusação a estabelecer que Weinstein é um predador em série. O produtor de 67 anos se declarou inocente das acusações. Ele alega que todos os seus encontros sexuais com mulheres foram consensuais. Durante o depoimento de Sciorra, as atrizes Ellen Barkin, Mira Sorvino e Rosanna Arquette enviaram mensagens de apoio para a colega, via Twitter. Barkin chegou a ir ao tribunal.

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  • Série

    Annabella Sciorra viverá a vilã da 2ª temporada de Luke Cage

    15 de março de 2018 /

    A atriz Annabella Sciorra, que foi indicada ao Emmy pela série “Família Soprano” (The Sopranos) e voltou recentemente à mídia ao denunciar estupro de Harvey Weinstein, entrou na 2ª temporada de “Luke Cage”. Ela viverá a mafiosa Rosalie Carbone, a grande vilã dos novos episódios da série estrelada por Mike Colter. Nos quadrinhos, a chefona do crime organizado tem uma rixa com o Justiceiro, o que pode ter desdobramentos no universo compartilhado das séries da Marvel na Netflix. “Luke Cage” retorna à Netflix no dia 22 de junho e será seguida, por coincidência, pela 2ª temporada de “O Justiceiro”, atualmente em produção.

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  • Etc

    SAG Awards: Premiação do sindicato presta homenagem a atores que denunciaram assédio

    22 de janeiro de 2018 /

    O SAG Awards 2018, premiação do Sindicato dos Atores, tirou um momento em meio à consagração dos melhores intérpretes do ano, durante a cerimônia realizada na noite de domingo (21/1) em Los Angeles, para homenagear as atrizes e atores que denunciaram o assédio sexual em Hollywood, ajudando a derrubar homens poderosos e mudando o clima na indústria do entretenimento. Rosanna Arquette, uma das primeiras atrizes a denunciar Harvey Weinstein na imprensa, puxou o assunto, antes de apresentar o prêmio de Melhor Atriz em Série Limitada, ao lado de Marisa Tomei. “Temos a honra de fazer parte dessa comunidade criativa e nos sentimos inspiradas pelo fato de que tantas vozes poderosas já não sejam silenciadas pelo medo da retaliação. Podemos controlar nosso próprio destino”, ela disse. Tomei aproveitou para exaltar a coragem da colega: “Você é uma dessas vozes. Você é uma das quebraram o silêncio e todos nós temos uma dívida de gratidão”. Emocionada com os aplausos, Arquette citou, com a ajuda de Tomei, outros que se manifestaram na primeira leva de denúncias. “Estou aqui apoiando muitas mulheres: Ásia Argento, Annabella Sciorra, Ashley Judd, Daryl Hannah, Mira Sorvino. Tantas. Anthony Rapp, Olivia Munn. Todos vocês, obrigado”. Ashley Judd foi uma das primeiras atrizes a acusar Weinstein de assédio, na reportagem que iniciou tudo, publicada no jornal The New York Times e assinada pelas jornalistas Jodi Kantor e Megan Twohey. Cinco dias depois, o New Yorker publicou sua própria investigação, realizada por Ronan Farrow, em que Sorvino, Arquette, Argento e outras compartilharam com mais detalhes suas experiências de assédio – e até estupro – nas mãos de Weinstein. Desde então, muitos outros se apresentaram com acusações semelhantes contra o magnata, abrindo caminho para novas denúncias, como a de Anthony Rapp, um dos poucos homens que se manifestaram, cujo relato desconcertante derrubou Kevin Spacey. Diversos astros, produtores e cineastas caíram em seguida, um atrás do outro, após terem seus segredos revelados em público, empoderando um movimento, que ganhou a hashtag MeToo nas redes sociais. O canal pago TNT exibe a cerimônia completa na noite desta segunda (22/1).

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  • Filme

    BBC prepara documentário sobre o escândalo sexual de Harvey Weinstein

    18 de dezembro de 2017 /

    A BBC anunciou que produzirá um documentário sobre a carreira e os escândalos sexuais de Harvey Weinstein. A direção está a cargo de Ursula MacFarlane, que comandou o documentário “Charlie Hebdo: Three Days That Shook Paris”, sobre o assassinato dos humoristas da revista francesa Charlie Hebdo. O filme retratará a ascensão e a queda de um dos produtores mais poderosos de Hollywood, além de trazer entrevistas com atrizes que foram vítimas de seus ataques, ao longo de quatro décadas. Entre as depoentes confirmadas estão Rose McGowan e Paz de la Huerta, que dizem ter sido estupradas por Weinstein. Em comunicado, os produtores executivos do documentário, Simon Chinn e Jonathan Chinn comentaram: “Ao contar a história extraordinária da ascensão e queda de Weinstein, o filme pretende chegar nas maiores questões que estão no centro do escândalo: como ele manteve o comportamento por tanto tempo, o que sua história revela sobre os homens poderosos que trabalham em Hollywood e outros lugares, e como este é um momento fundamental para discutir o tratamento das mulheres no local de trabalho”. Ainda não há previsão para o lançamento da produção. Mais de 100 mulheres acusam publicamente Harvey Weinstein de assédio, agressão ou estupro. Após Ashley Judd tomar coragem para se tornar a primeira a falar com a imprensa sobre o comportamento do magnata, em reportagem do New York Times publicada em 5 de outubro, diversas estrelas famosas foram encorajadas a compartilhar suas experiências de terror, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive de Mia Sorvino e Asia Argento. E logo em seguida o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão do produtor com o mundo da moda, com relatos de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, do BAFTA (a Academia britânica), do PGA (Sindicato dos Produtores) e da Academia de Televisão, responsável pelo Emmy. Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal. Desde então, outros casos foram denunciados, abrindo as portas para inúmeras acusações de assédios, abusos e estupros na indústria do entretenimento.

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  • Etc

    Após acusarem Harvey Weinstein, atrizes Rose McGowan, Asia Argento e Annabella Sciorra se encontram

    26 de novembro de 2017 /

    Três das mais engajadas acusadoras dos abusos de Harvey Weinstein, as atrizes Rose McGowan, Asia Argento e Annabella Sciorra se encontraram no fim de semana nos Estados Unidos. McGowan e Argento compartilharam a mesma foto do encontro em suas páginas no Instagram. Rose escreveu: “Momentos mágicos com @asiaargento & @iamannabellasciorra #WomenRise #Survivors #ROSEARMY”. Já Argento publicou um poema ao lado da foto: “Você é minha irmã/ E eu amo você/ Talvez todos seus sonhos se tornem realidade Eu quero isso para você/ Eles vão se tornar realidade @rosemcgowan @ iamannabellasciorra”. O que o grupo estava fazendo durante a reunião não foi abordado nas imagens. No entanto, Anthony Bourdain, célebre chef da TV, que está namorando Argento, também tuitou a foto com a legenda: “Foi uma honra cozinhar para esta reunião das mentes @AsiaArgento @rosemcgowan @AnnabellSciorra”. As três atrizes são as que mais têm dado dor de cabeça para Weinstein, com acusações de estupro. O nome de McGowan foi citado na primeira reportagem do jornal New York Times em outubro, que deu início à avalanche de escândalos sexuais que assola Hollywood, e após a polêmica veio à público falar de seu estupro. Argento foi a primeira atriz a assumir para a imprensa ter sido estuprada por Weinstein. E Sciorra afirmou que o produtor invadiu sua casa para estuprá-la.

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    Harvey Weinstein passou lista com quase 100 nomes para equipe que deveria brecar escândalo sexual

    19 de novembro de 2017 /

    O jornal britânico The Guardian apurou que o produtor Harvey Weinstein tinha uma lista com quase 100 nomes, que foram passados para equipes contratadas para evitar o surgimento de acusações de assédio sexual contra ele. A lista teria sido escrita pelo próprio Weinstein no início do ano, meses antes do surgimento de acusações que o implicaram no ruidoso escândalo sexual que virou Hollywood do avesso. Ou seja, antes de a primeira reportagem-denúncia ser publicada pelo jornal New York Times em outubro, o que demonstra que ele tinha conhecimento da movimentação dos jornalistas. Há duas semanas, a revista The New Yorker descobriu que o produtor contratara empresas de investigações privadas, uma delas composta por ex-agentes do serviço secreto de Israel e outra envolvida em manobras contra a operação Lava-Jato no Brasil, para investigar, pressionar e se possível chantagear pessoas que poderiam denunciá-lo. Agora vem a notícia de que produtor teria fornecido para estes profissionais os nomes de 91 pessoas ligadas à indústria cinematográfica, entre atores, assessores de imprensa, investidores e outros, para que fossem monitorados, com o objetivo de averiguar o que eles sabiam sobre a má-conduta de Weinstein e se algum deles pretendia divulgar essas informações. Mais de 50 nomes foram destacados em vermelho, indicando prioridade. Entre eles estavam os das atrizes Rose McGowan, Sophie Dix, Annabella Sciorra e Laura Madden, que vieram a público denunciar alguns dos assédios mais graves, com acusações de estupros contra Weinstein. Anotações indicavam que algumas delas tinham sido contatadas pelas equipes. Curiosamente, o número de pessoas que acusam publicamente Harvey Weinstein de assédio, agressão ou estupro é bastante similar ao tamanho da lista, segundo levantamento da atriz italiana Asia Argento, que somou no Twitter mais de 90 vítimas. Após Ashley Judd tomar coragem para ser a primeira a falar com a imprensa sobre o comportamento do magnata, na reportagem do New York Times publicada em 5 de outubro, diversas estrelas famosas foram encorajadas a compartilhar suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive de Asia Argento. E logo em seguida o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão do produtor com o mundo da moda, com denúncias de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, do BAFTA (a Academia britânica), do PGA (Sindicato dos Produtores) e da Academia de Televisão, responsável pelo Emmy. Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar um processo criminal. Desde então, outros casos foram denunciados, abrindo as portas para inúmeras acusações de assédios, abusos e estupros na indústria do entretenimento.

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