Filme que celebra os 20 anos da franquia Pokémon ganha trailer dublado
“Pokémon, o Filme: Eu Escolho Você”, longa animado que celebra 20 anos do popular anime, ganhou trailer dublado. O longa mostrará momentos icônicos da jornada de Ash, como o encontro com Pikachu, a captura de Charmander, a evolução de Metapod para Butterfree, a aparição do lendário Ho-Oh e até a equipe Rocket, mas também terá algumas mudanças, como a inclusão de monstrinhos de jogos e temporadas mais recentes. A produção comemorativa é o 20º longa da franquia criada por Satoshi Tajiri e chegou aos cinemas do Japão em 6 de julho. A exibição brasileira será exclusiva da rede Cinemark, com sessões que acontecem apenas nos dias 5 e 6 de novembro em um único horário. Os ingressos já podem ser adquiridos no site da rede.
Versão com atores de Fullmetal Alchemist ganha trailer completo
A Warner Bros. do Japão divulgou o trailer completo do filme “Fullmetal Alchemist”, adaptação live actrion do famoso mangá/anime criado por Hiromu Arakawa. Apesar da trama original ser bastante trágica, a prévia mostra humor de pastelão, interpretações exageradas e efeitos visuais bastante artificiais, resultando quase numa paródia de desenho com atores. Na história brutal dos quadrinhos, os irmãos Alphonse e Edward Elric tentam trazer a mãe de volta à vida usando uma técnica proibida de alquimia, mas, para isso, eles precisam dar algo em troca. Como consequência, Ed perde sua perna e Al perde seu corpo. Para impedir que a alma de Al vague incorpórea, Ed sacrifica um braço para prendê-la dentro de uma grande armadura. E é assim, visando recuperar seus corpos, que os dois irmãos iniciem uma busca pela lendária pedra filosofal. Os quadrinhos foram publicados entre 2001 e 2010, em mais de 100 capítulos, e seguem uma linha steampunk, com a trama passada durante a revolução industrial, mas num universo alternativo de magia e fantasia. O mangá fez tanto sucesso que ganhou duas séries animadas e dois longas de animação. A versão com atores tem direção de Fumihiko Sori, que trabalhou nos efeitos visuais de “Titanic” (1997), e chegará aos cinemas japoneses em dezembro. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Your Name: J.J. Abrams vai filmar versão com atores do maior sucesso da animação japonesa
A produtora Bad Robot, do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), e a Paramount Pictures anunciaram que vão adaptar a animação japonesa “Your Name” em uma versão com atores. Lançado no ano passado, o filme de Makoto Shinkai se tornou o anime mais bem-sucedido de todos os tempos, ao registrar uma arrecadação recorde de 23,5 bilhões de ienes (US$ 207 milhões), superando no país até o lançamento do blockbuster de Abrams, “Star Wars: O Despertar da Força” (11,6 bilhões de ienes). “Your Name” (Kimi No Na Wa, no título original) conta a história de Mitsuha, uma jovem cansada de viver em um vilarejo rural japonês, e Taki, um adolescente em Tóquio. Os dois acabam acordando aleatoriamente no corpo um do outro. Taki e Mitsuha vivem as vidas um do outro, deixando notas em seus celulares das experiências, mas quando Taki tenta encontrar Mitsuha, seu destino sofre uma reviravolta fantástica, à medida que o tempo se dobra em realidades alternativas. Eric Heisserer, que venceu o Oscar pelo roteiro de “A Chegada” (2016), será o responsável por adaptar o anime numa versão live action americana. “O Sr. Abrams e sua equipe cativaram audiências com suas reinvenções de filmes conhecidos e Mitsuha e Taki encontraram um perfeito narrador, o Sr. Heisserer, para contar sua história de amor, carregada de ficção científica, que deu ao filme um grande impulso. As reuniões até agora foram criativamente estimulantes, com ideias fantásticas as quais, certamente, farão deste um excelente filme. Tenho muita honra de trabalhar com estes incríveis criadores para levar para as audiências a versão live-action hollywoodiana de ‘Your Name’”, disse o produtor da animação original, Genki Kawamura, em comunicado. Mas a produção não tem previsão para começar a ser filmada ou data de estreia nos cinemas, uma vez que Abrams filmará a seguir “Star Wars: Episódio IX”, o final da saga de Luke Skywalker. O anúncio, entretanto, não confirma se, além de produzir, Abrams também dirigirá “Your Name”, embora isto pareça implícito. Por coincidência, a animação, que estreou em agosto do ano passado no Japão, deve chegar aos cinemas brasileiros em outubro, com exibição exclusiva na rede Cinemark.
Blade Runner ganha curta animado do criador de Cowboy Bebop
A Warner divulgou o terceiro e último curta passado no universo de “Blade Runner”, que tem direção de Shinichirô Watanabe, criador dos cultuados animes “Cowboy Bebop” e “Samurai Champloo”. Único dos três realizados como animação, “2022: Black Out” também é o mais longo, com 15 minutos de duração, e o que revela mais detalhes sobre o futuro em que se passará o novo filme, “Blade Runner: 2049”. O vídeo narra um ataque de replicantes que causa um black-out tecnológico completo, levando ao fim da fabricação dos modelos Nexus e à falência da Tyrrel Corporation, responsável por suas criações. A história antecede a trama dos outros dois curtas dirigidos por Luke Scott (“Morgan”), filho de Ridley Scott, e ainda inclui um personagem do longa de 1982, Gaff (vivido por Edward James Olmos). A produção é uma iniciativa do diretor Denis Villeneuve (“A Chegada”), responsável por “Blade Runner 2049”, que convidou Watanabe a desenvolver o curta, passado no intervalo entre o longa original, dirigido por Ridley Scott em 1982, e o seu, que chega aos cinemas em 5 de outubro. Veja também os curtas “2036: Nexus Dawn”, com Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), e “2048: Nowhere to Run”, com David Bautista (“Guardiões da Galáxia”) clicando nos seus títulos.
Diretor de Thor: Ragnarok negocia filmar o cultuado mangá Akira
A adaptação americana de “Akira” voltou à tona. Segundo o site Deadline, o neozelandês Taika Waititi, diretor do vindouro “Thor: Ragnarok”, está negociando com a Warner para dirigir o filme. O projeto está em desenvolvimento há 15 anos, e é curioso que o estúdio volte a considerá-lo num momento em que aumenta a pressão para que filmes sobre personagens japoneses sejam estrelados por atores asiáticos – especialmente após o ator inglês Ed Skrein (“Deadpool”) desistir de um papel em “Hellboy” para não tirar a oportunidade de um colega asiático. Um dos roteiros anteriores do filme trocava a ambientação de Neo-Tóquio para Neo-York, como justificativa para abrir negociações com nomes do calibre de Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e Joseph Gordon-Lewitt (“A Travessia”) para os papéis principais. DiCaprio está até hoje envolvido no projeto, como produtor. O roteirista mais recente a trabalhar no projeto foi Marco Ramirez, em seu primeiro trabalho no cinema, após se destacar roteirizando episódios das séries “Sons of Anarchy”, “Orange Is the New Black” e “Da Vinci’s Demons”, além de “Demolidor”, na qual foi promovido a showrunner da 2ª temporada. Sua versão foi encomendada após o estúdio recusar adaptações escritas por Dante Harper (“No Limite do Amanhã”), Steve Kloves (roteirista de quase todos os filmes da franquia “Harry Potter”, exceto “A Ordem da Fénix”), Mark Fergus e Hawk Ostby (dupla de “Homem de Ferro” e “Filhos da Esperança”). Nos primórdios do projeto, em 2002, o filme seria dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”). Também quase virou dois filmes, cada um condensando três dos seis volumes da obra original, que seriam dirigidos pelos irmãos Allen e Albert Hughes (“O Livro de Eli”). Mas o orçamento de US$ 230 milhões assustou a Warner. A produção foi retomada novamente como um único filme ao custo de US$ 90 milhões, sob o comando do irlandês Ruairí Robinson (“O Planeta Vermelho”), que até divulgou artes conceituais com Joseph Gordon-Levitt no papel do vilão Tetsuo. Finalmente, com orçamento ainda mais enxuto, de US$ 65 milhões, quase saiu do papel com direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”). Entre os diversos atores cotados para os papéis principais, também foram sugeridos Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”), Garrett Hedlund (“Tron: O Legado”) e até o ex-casal de “Crepúsculo”, Kristen Stewart e Robert Pattinson, além de Gary Oldman (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Ken Watanabe (“A Origem”) como o Coronel e Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”) para o papel de Lady Miyako. Embora “Akira” seja mais conhecido pelo famoso anime de 1988, que chamou atenção do mundo para a animação japonesa, o projeto foca a adaptação dos mangás de Katsuhiro Otomo, publicados entre 1982 e 1990, que tem final bastante diferente e são muito mais complexos. Por isso a Warner chegou a considerar dividir o filme em duas partes. Todas as versões desenvolvidas até aqui previam um “Akira” totalmente americanizado, ao mesmo tempo em que preservariam a trama central que opõe Kaneda, o líder de uma gangue de motoqueiros, a seu melhor amigo Tetuso, um jovem poderoso que enlouquece com suas habilidades psíquicas. Tudo isso se passaria após a reconstrução de Nova York, destruída na 3ª Guerra Mundial, e enquanto o governo tenta manter o segredo sobre os poderes incontroláveis de uma criança chamada Akira, com capacidade de desencadear o apocalipse. Caso Waititi embarque no projeto, ele só deve filmá-lo após “Jojo Rabbit”, uma comédia dramática ambientada na 2ª Guerra Mundial, que já tem filmagens marcadas para o segundo trimestre de 2018.
Criador de Cowboy Bebop desenvolve curta animado de Blade Runner
A Warner do Japão divulgou um vídeo com bastidores e prévia do próximo curta passado no universo de “Blade Runner”, que tem direção de Shinichirô Watanabe, criador dos cultuados animes “Cowboy Bebop” e “Samurai Champloo”. A produção é uma iniciativa do diretor Denis Villeneuve (“A Chegada”), responsável por “Blade Runner 2049”, que convidou três cineastas a desenvolverem histórias sobre o universo do filme, passadas no intervalo entre o longa original, dirigido por Ridley Scott em 1982, e o seu, que chega aos cinemas no começo de outubro. O primeiro foi um curta de Luke Scott (“Morgan”), filho de Ridley Scott, intitulado “2036: Nexus Dawn”, que introduziu o novo personagem de Jared Leto na franquia. O curta de Watanabe será animado e se passa cronologicamente antes daquele. Intitulado “2022: Black Out”, vai contar uma história passada durante um grande apagão energético. Ainda não há previsão para sua estreia. Já “Blade Runner 2049” chega ao Brasil em 5 de outubro, centrado na busca do agente K (Ryan Gosling, de “La La Land”) por Rick Deckard (Harrison Ford), o caçador de androides original, desaparecido há 30 anos.
Roteirista de Mulher-Maravilha vai reescrever o filme de Robotech
O roteirista Jason Fuchs, um dos muitos nomes creditados pelo roteiro de “Mulher-Maravilha”, vai escrever a adaptação do anime “Robotech” para a Sony. E não será uma tarefa fácil. A série animada dos anos 1980 é uma ficção científica que se passa no futuro e mostra a resistência da humanidade contra uma sucessão de ataques alienígenas. Pra defender a Terra, os humanos adquiriram tecnologias a partir de uma nave extraterrestre que caiu no planeta com a qual construíram um nave-robô gigante para impedir a invasão. Sim, “Independence Day: O Ressurgimento” (2016) já reciclou esta história. Mas este nem é o principal problema. O nó da questão é que a maior parte da trama conhecida pelos fãs da versão dublada do anime foi inventada pelo roteirista americano Carl Macek, numa tradução maluca do desenho original japonês. Para começar, o anime original tem o título “Robotech”, mas “Super Dimension Fortress Macross” na tradução em inglês, e seu protagonista não se chama Rick Hunter e sim Hikaru Ichijyo. “Robotech” era o nome de uma coleção de mechas (robôs pilotados por humanos) lançada pela marca de brinquedos Revell que incluía miniaturas colecionáveis de vários animes, incluindo “Macross”. Bizarro? Pois piora. A 2ª temporada da história “continua” numa série completamente diferente. E a conclusão, na 3ª temporada, também é de outra série distinta. Até os estilos de animação são desiguais. Mas Macek reescreveu as três séries como se fossem uma só, colocando os dubladores americanos para falar qualquer frase na produção. A mudança de personagens resultante da colagem de três animes diferentes era “explicada” com o aviso de que anos tinham se passado e aquela era outra geração. Apesar desse samba do crioulo doido, “Robotech” acabou fazendo muito sucesso nos Estados Unidos e nos demais países que importaram sua versão remix, entre eles o Brasil. Com isso, acabou por introduzir os animes modernos ao público internacional, apresentando pela primeira vez as animações de mechas gigantes e tramas altamente serializadas, que continuavam no próximo capítulo, com cenas de tensão e até romance como as crianças ocidentais nunca tinham visto antes num desenho animado. O projeto do filme estava sendo desenvolvido desde 2007 na Warner Bros., mas o estúdio percebeu onde estava se metendo e acabou desistindo, o que abriu caminho para a Sony comprar os direitos. Vários roteiristas depois, a história ainda não foi aprovada. O último a mexer no vespeiro antes de Jason Fuchs tinha sido Michael Gordon (“300” e “G.I. Joe: A Origem de Cobra”), mas “Robotech” também já passou pelas mãos de Alfred Gough e Miles Millar (criadores de “Into the Badlands”) e Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despertar da Força”), entre outros. O filme também já esteve para ser dirigido por Nic Mathieu (de “Spectral”) e James Wan (“Invocação do Mal”), e atualmente está na lista de projetos do diretor Andy Muschietti (“It: A Coisa”). Apesar disso tudo, ninguém ainda apontou para o elefante no meio da sala. Afinal, por mais interferência que tenha sofrido de um americano, a história continuou se passando no Japão e a ter personagens japoneses. Ou seja, isto deverá ser levado em conta na escalação do elenco, especialmente após a repercussão da atitude de Ed Skrein, ao recusar-se a interpretar um papel de personagem asiático em “Hellboy”. Apesar de estar em desenvolvimento há uma década, a produção não tem previsão de lançamento nos cinemas.
Neo Yokio: Anime criado pelo cantor da banda Vampire Weekend ganha trailer
A Netflix divulgou o pôster, sete imagens e o primeiro trailer de “Neo Yokio”, uma experiência curiosa de série animada americana com visual de anime japonês. Mas a curiosidade não fica nisso. O projeto foi criado por Ezra Koenig, cantor da banda Vampire Weekend, e tem como principal dublador Jaden Smith (“Depois da Terra”). O elenco de vozes, por sinal, é cinematográfico, com participações de Steven Buscemi (“Norman: Confie em Mim”), Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Jason Schwartzman (“Moonrise Kingdom”), Tavi Gevinson (“À Procura do Amor”), Susan Sarandon (“A Intrometida”) e a dupla Desus & Mero (que tem um talk show no canal pago Viceland) Neo Yokio é o nome da cidade em que a trama se passa, um evidente trocadilho com Nova York e a Neo Tóquio do mangá de “Akira”. Não faltam os personagens superpoderosos e robôs inevitáveis do gênero, mas o tom é infantil e feminino. O mundo fútil e elitista dos protagonistas chega a lembrar as novelas teen que fazem sucesso no Japão e na Coréia do Sul. O personagem de Jaden Smith é Kaz Kaan, um assassino de demônios que está mais preocupado com compras, relacionamentos e esportes do que manter a tradição da sua família de caçar essas criaturas malignas. A estreia está marcada para 22 de setembro.
Adaptação do mangá A Lâmina do Imortal ganha trailer ultraviolento
A Magnet Releasing divulgou o trailer americano e ultraviolento de “Blade of the Immortal” (Mugen no jûnin), filme de número 100 da prolífica filmografia de Takashi Miike. Apesar de ser a adaptação de um mangá, lançado no Brasil como “A Lâmina do Imortal”, que inclusive rendeu série animada, a produção não é para crianças. Nisso, lembra o cultuado “Azumi” (2003). A versão de Miike exibe cada corte, jorro de sangue, amputação, decapitação e aleijamento resultante das lutas de espada. É quase um filme de terror, que não abre mão do humor negro desconsertante que os fãs do diretor aprenderam a apreciar. Na trama, baseada no mangá de Hiroaki Samura, Takuya Kimura (de “Patrulha Estelar”) vive Manji, um ás da espada amaldiçoado com a vida eterna, que por isso se torna imbatível em combate. Visando cumprir uma cota de mil mortes, ele atende ao apelo de uma jovem (Hanna Sugisaki, de “Bathroom Pieta”) para ajudá-la a se vingar do assassinato de sua família, iniciando com ela uma jornada sanguinária. “Blade of the Immortal” teve première mundial no Festival de Cannes deste ano, onde foi elogiadíssimo pela crítica internacional pela forma estilizada com que Miike orquestrou sua violência. O filme estreia em novembro nos Estados Unidos e não tem previsão para chegar ao Brasil.
Cinemark vai exibir o maior sucesso da animação japonesa em todos os tempos
A rede Cinemark anunciou que exibirá o anime “Your Name” (Kimi no Na Wa) com exclusividade nos cinemas brasileiros. A exibição deve acontecer em outubro, com data a ser confirmada. História de um casal de adolescentes que não se conhece, mas sonha com a vida do outro, o filme de Makoto Shinkai foi a maior bilheteria do Japão em 2016. A produção animada registrou uma arrecadação de 23,5 bilhões de ienes (US$ 207 milhões) e superou inclusive o lançamento do blockbuster “Star Wars: O Despertar da Força” no país (11,6 bilhões de ienes). “Your Name” também ultrapassou o recorde mundial de bilheteria de “A Viagem de Chihiro”, do mestre Hayao Miyazaki, que venceu o Oscar de Melhor Animação em 2003. Enquanto o anime clássico arrecadou US$ 275 milhões no mundo todo, o novo lançamento fez US$ 355 milhões, virando o maior sucesso da animação japonesa em todos os tempos.
Animação japonesa de Godzilla ganha trailer
A Toho Animation divulgou um pôster e o trailer de “Godzilla: Monster Planet”, anime futurista com o “rei dos monstros”. A prévia é dublada em japonês e não tem legendas. A trama se passa após os últimos sobreviventes da humanidade embarcarem numa viagem espacial, em fuga da destruição causada por Godzilla. Porém, após uma jornada de 20 anos no espaço, eles descobrem que o planeta escolhido não tinha condições para a vida, obrigando-os a retornar à Terra. O protagonista da trama é Haruo, que viu seus pais serem mortos por Godzilla quando tinha 4 anos e agora só quer voltar para a Terra e derrotar a criatura. No entanto, os personagens encontram uma Terra muito diferente, pois o tempo transcorrido no planeta foi muito mais lento que o decorrido no espaço, com a passagem de 20 mil anos desde sua partida. E Godzilla não só permanece vivo, como controla o ecossistema. O filme animado tem direção de Kobun Shizuno (de “Knights of Sidonia”), e Hiroyuki Seshita (“Blame!”) e será lançado nos cinemas japoneses no fim do ano, antes de ser disponibilizado pela Netflix no resto do mundo.
Veja o trailer dublado e a abertura nacional de Dragon Ball Super, que traz Goku de volta à TV
O Cartoon Network divulgou a abertura nacional e o primeiro trailer dublado de “Dragon Ball Super”, nova animação do universo de “Dragon Ball” que estreia no próximo fim de semana no Brasil. “Dragon Ball Super” marca a volta à televisão de Goku, Vegeta e companhia após 18 anos – a data é relativa à estreia japonesa, em 2015. O design de personagens e a nova história são creditados a Akira Toriyama, o criador da franquia em 1984. Mas o mais interessante é reparar que o lançamento nacional preserva a dublagem tradicional, com as vozes estabelecidas em “Dragon Ball Z”. A estreia acontecerá no sábado (5/8), com a exibição consecutiva dos quatro primeiros capítulos a partir das 17h. Uma reprise está marcada para as 23h. Já a exibição regular acontecerá todos os dias, de segunda à sábado, às 23h. Também haverá reprises todos os dias, às 15h30. E não faltarão episódios. Apesar de ter sido lançada há apenas dois anos no Japão, a série já tem mais de 100 capítulos.
Conheça as 12 novas séries de anime da Netflix
A Netflix anunciou a produção de 12 novas séries de animação em estilo anime, entre elas uma nova adaptação de “Cavaleiros do Zodíaco”. Durante um evento em Tóquio nesta quarta (2/8), a plataforma também revelou trailers, cenas e material impresso das produções. Veja abaixo alguns dos trailers. Além de “Cavaleiros do Zodíaco”, foram anunciadas as produções de “Cannon Busters”, “Devilman Crybaby”, “B: The Beginning”, “Sword Gai: The Animation”, “A.I.C.O. Incarnation”, “Lost Song”, “Baki”, “Kakegurui”, “Fate/Apocrypha”, “Children of the Whales” e “Rilakkuma Series” (título provisório de uma série em stop-motion). Há também um longa animado sobre “Godzilla” em desenvolvimento. Embora os títulos possam parecer pouco conhecidos no Brasil, a maioria traz personagens festejados pelos fãs de mangás. “Baki”, por exemplo, foi publicado entre 1999 e 2005 e já teve uma adaptação animada. Criado por Keisuke Itagaki, o personagem-título é um lutador de artes marciais que se envolve em lutas clandestinas. A trama da série será a mesma do anime anterior, em que ele enfrenta condenados do Corredor da Morte. “Devilman Crybaby” também é, como “Cavaleiros do Zodíaco”, uma nova encarnação de um anime/mangá clássico. “Devilman” (Debiruman, no original) foi criado por Go Nagai em 1972 e exibido quase simultaneamente em quadrinhos e desenhos animados. O anime até já teve um revival, em 1987. Na trama, o protagonista Akira Fudo se funde a um demônio para ganhar poderes sobrenaturais e impedir um ataque de demônios na Terra, mesmo que isso possa custar sua alma. Bem mais recente, “Sword Gai” começou a ser publicado como mangá em 2012, escrito por Toshiki Inoue e desenhado por Keita Amemiya. Por curiosidade, a série animada que será exibida pela Netflix já estava sendo produzida desde 2016. A trama gira em torno de um menino que se funde com uma espada demoníaca. “Children of the Whale” anima o belo mangá de Abi Umeda, que é publicado desde 2013. A trama pós-apocalíptica se passa em um mundo coberto de areia e acompanha os habitantes de um barco gigante que flui sobre o mar da areia. O menino Chakuro e seus amigos nunca viram ninguém do mundo exterior, até que, um dia, ao se aproximarem de um navio em ruínas, encontram uma garota em seu exterior. Ainda mais novo, o mangá “Kakegurui”, que tem o subtítulo “Compulsive Gambler”, surgiu em 2014, com texto de Homura Kawamoto e ilustração de Tōru Naomura. A trama se passa numa escola para as crianças mais ricas do Japão, e cuja hierarquia é determinada por uma série de jogos em que os alunos apostam suas fortunas contra os outros, e aqueles que perdem se tornam escravos dos caprichos dos que ganham seu dinheiro. Até a chegada de uma nova aluna perturbar o status quo. Detalhe: a série já está sendo exibida no Japão e será “apenas” distribuída pela Netflix nos demais países. “Fate/Apocrypha” adapta uma coleção de romances juvenis, que também foi transformada em mangás entre 2012 e 2014, e se passa numa realidade alternativa, em que uma guerra entre dois clãs mágicos é travada em nome do Santo Graal. Assim como “Kakegurui”, a adaptação em anime está atualmente sendo exibida no Japão. “Rilakkuma” não veio dos mangás, mas é um fenômeno popular no Japão. Criada por Aki Kondo como um animal de estimação, tornou-se um dos maiores sucessos da empresa San-X, que cria designs de bichos fofinhos para explorar como marketing. Ao estilo de Hello Kitty, o personagem ilustra inúmeros produtos – de cadernos a livros infantis ilustrados. Já “Cannon Busters”, apesar do visual japonês, é uma criação americana do desenhista nova-iorquino LeSean Thomas. Os primeiros quadrinhos foram publicados nos EUA em 2005 e, em 2014, seu criador lançou uma campanha de crowdfunding para realizar a versão animada. Com ajuda de Tim Yoon (produtor de “Avatar: A Lenda De Korra”), e do desenhista da Marvel Joe Madureira (que não é brasileiro), ele realizou um piloto, que originou a série atual. Entre os animes totalmente originais, vale ressaltar ainda a tradição das produtoras de “A.I.C.O. Incarnation’s”, realizado pelo mesmo estúdio responsável por “My Hero Academia”, e “B: The Beginning”, do estúdio Project IG, responsável por nada menos que “Ghost in the Shell”. “B: The Beginning” gira em torno de um detetive policial que procura uma organização criminosa misteriosa e um assassino em série chamado Killer B. “A.I.C.O. Incarnation” apresenta uma forma de vida artificial monstruosa isolada em uma zona restrita, até uma garota chamada Aiko entrar em contato com ela. A menina acaba descobrindo que tem mais em comum com a criatura do que poderia sonhar – ou melhor, ter pesadelos a respeito. Por fim, “Last Song” é uma fantasia sobre dois cantores que mudam o mundo com músicas mágicas, capazes de curar feridas e criar água. Ainda não há data de estreia para nenhuma destas atrações na Netflix. Para passar vontade, veja abaixo, que apresentam quatro séries em idioma japonês e legendas em inglês.











