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    Comédias americanas dominam as estreias da semana

    11 de agosto de 2016 /

    Duas comédias americanas e uma animação mexicana são os lançamentos amplos da semana. As primeiras entregam o que prometem, com bastante previsibilidade, enquanto a última não oferece reembolso. Tanto “Um Espião e Meio” quanto “Perfeita É a Mãe!” seguem fórmulas prontas e evitam grandes surpresas, tendo na desenvoltura de seu elenco o principal atrativo. A primeira coloca os atores Dwayne Johnson (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) e Kevin Hart (“Policial em Apuros”) numa trama de espionagem atrapalhada, de humor besteirol para crianças, enquanto a segunda reúne Mila Kunis (“O Destino de Júpiter”), Kristen Bell (“A Chefa”) e Kathryn Hahn (“A Vida Secreta de Walter Mitty”) como mães estressadas, que se cansam de tentar fazer tudo perfeito e passam a relaxar e se divertir, contrariando um grupo de mães exemplares (Christina Applegate, de “Férias Frustradas”, e Jada Pinkett Smith, da série “Gotham”, entre elas). A maior diferença entre o apelo das duas comédias é que o humor feminino, além de adulto e mais engraçado, contém uma mensagem subversiva e permite uma bem-vinda reflexão sobre a maternidade no mundo atual. Todas as atrizes do elenco são mães, mas curiosamente o filme foi escrito e dirigido por dois homens: Jon Lucas e Scott Moore, a dupla que criou a franquia “Se Beber, Não Case!”. Mas “Um Espião e Meio” estará no dobro de salas (360) que “Perfeita É a Mãe! (186). Entre uma e outra fica “Cantando de Galo”, animação de galinheiro mexicano, que chega sem explicação a 243 salas. Afinal, trata-se de sequência de dois outros longas que nem sequer entraram em cartaz no país, e seu uso de computação gráfica dá vergonha de tão “televisivo”, 16 anos depois de “Fuga das Galinhas” (2000) ter encantado com a simplicidade do stop-motion. Se há comédias no shopping centers, o circuito limitado ri melhor. Afinal, a melhor comédia da semana chega em apenas 32 telas. Trata-se de “Amor & Amizade”, adaptação de um romance menos conhecido de Jane Austen, intitulado originalmente “Lady Susan”. A comédia de época tem direção de Whit Stillman (“Os Últimos Embalos da Disco”), que faz poucos filmes e todos cults, e traz Kate Beckinsale (“Anjos da Noite”) como a Lady Susan, uma viúva que precisa lidar com as fofocas da aristocracia rural britânica, enquanto tenta casar a filha e encontrar um novo marido para si mesma. O site Rotten Tomatoes registra simplesmente 99% de aprovação da crítica. Mas não é para todo público, basta ver o IMDb, o que se reflete também na restrição de telas em seu lançamento. Os lançamentos franceses da semana também se mostram acima da média e, no caso do thriller criminal “A Conexão Francesa”, até capazes de entreter quem busca apenas um passatempo. O título nacional evidencia a reverência ao clássico “Conexão Francesa” (1971). Além da encenação nos anos 1970, o tema se repete, com Jean Dujardin (“O Artista”) no papel de um magistrado que tenta desarticular uma quadrilha de traficantes em Marselha. Bastante estilizada, a produção chega com uma boa distribuição em 61 salas. Melhor roteiro do Festival de Veneza do ano passado, o drama “A Corte” é igualmente sobre a aplicação da lei, acompanhando um rígido e temido juiz do tribunal criminal que vive o impasse de reencontrar uma antiga paixão em um caso que deve julgar. O roteiro e a direção são de Christian Vincent (“Os Sabores do Palácio”) e o destaque do elenco pertence à dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (“Negócio das Arábias”), que venceu o Cesar (o Oscar francês) de Melhor Atriz Coadjuvante. O terceiro filme francês é a comédia dramática “A Viagem de Meu Pai”, que vale a pena pela performance do veterano Jean Rochefort (“Uma Passagem para a Vida”). Aos 85 anos, ele vive um velhinho que se encaminha para a senilidade, mas insiste em achar que não há nada errado, convencendo sua filha a levá-lo para uma viagem à Flórida, nos EUA, para visitar sua outra filha – que já morreu há muitos anos. A programação de inéditos se encerra com o inventivo longa “Brasil S/A”, de Marcelo Pedroso, vencedor de três Candangos no Festival de Brasília de 2014, incluindo Melhor Direção. O filme não tem diálogos, apenas coreografias protagonizadas por tratores, navios, caminhões e pessoas sujeitas às forças da “natureza econômica”, como um pescador engolido por empreendimentos portuários e um cortador de cana que se vê transformado em astronauta. O diretor pode ter mirado o capitalismo e o culto ao mercado, numa crítica de esquerda, mas acabou acertando o modelo econômico equivocado que quebrou o país – de um dito governo de esquerda. Feito sob o impacto da propaganda progressista dos governos Lula-Dilma, apresenta uma imagem do Brasil que, nos dois anos em que levou para estrear, deteriorou-se completamente. Ou seja, seu viés distópico provou-se premonitório. O atraso do lançamento acabou por tornar o filme mais relevante. Por fim, 15 salas vão receber a versão restaurada de “Rebecca, A Mulher Inesquecível”, suspense clássico do mestre Alfred Hitchcock, que venceu o Oscar de Melhor Filme de 1941.

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    Moana: Comercial destaca jornada da nova princesa da Disney

    9 de agosto de 2016 /

    A Disney divulgou um comercial (sem legendas) de “Moana: Um Mar de Aventuras”, que destaca a jornada da personagem-título, a primeira princesa polinésia do estúdio, na companhia do semideus Maui, cruzando o Oceano Pacífico numa jangada para enfrentar perigos e realizar feitos heroicos. Maui e Moana são dublados, respectivamente, pelo astro Dwayne Johnson (da franquia “Velozes & Furiuosos”), que pela primeira vez tem a chance de homenagear sua descendência polinésia no cinema, e a estreante Auli’i Cravalho, de 15 anos de idade, selecionada após diversos testes com jovens havaianas. Além deles, as vozes originais do filme incluem Alan Tudyk (“Maze Runner: Prova de Fogo”) como o galo Heihei, Rachel House (“Encantadora de Baleias”) como a Vovó Tala, Jemaine Clement (“Muppets 2: Procurados e Amados”) como o caranguejo Tamatoa, Temuera Morrison (“Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones”) como o Chefe Tui e Nicole Scherzinger (“Homens de Preto 3”) como Sina. O filme tem direção de John Musker e Ron Clements (responsáveis por “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, “Hércules” e “A Princesa e o Sapo”). E entre os roteiristas creditados está Taika Waititi, diretor do vindouro “Thor 3: Ragnarok”. Para completar, Lin-Manuel Miranda, responsável pelo fenômeno da Broadway “Hamilton” (vencedor de 11 Tonys neste domingo), escreveu algumas das canções da trilha sonora. “Moana” tem previsão de estreia para 5 de janeiro no Brasil, mais de 40 dias após o lançamento nos EUA em 23 de novembro.

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  • Música

    Sing: Animais cantores de nova animação estrelam vídeo ao estilo de Carpool Karaoke

    9 de agosto de 2016 /

    O estúdio Illumination divulgou um novo vídeo da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, que evoca o quadro “Carpool Karaoke”, literalmente o carro-chefe do programa “The Late Late Show”, apresentado por James Corden. O esquete com celebridades cantantes faz tanto sucesso que inspirou imitadores por toda a internet (inclusive a equipe olímpica de natação dos EUA) e ainda vai virar um programa independente, com distribuição digital da Apple. Nada melhor, portanto, para divulgar uma animação sobre cantores amadores do reino animal. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme tem o estilo antropomórfico de “Zootopia”. A trama gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Cinco candidatos se destacam competição: Um rato (Seth MacFarlane, a voz de “Ted”), que canta tão bem quanto rói; uma tímida elefante adolescente (a cantora Tori Kelly) com um grande pavor do palco; uma mãe sobrecarregada (Reese Witherspoon, de “Vício Inerente”) de 25 leitões; um jovem gorila gângster (Taron Egerton, de “Kingsman – Serviço Secreto”); e uma porca-espinha punk-rock (Scarlett Johansson, de “Os Vingadores”). Cada animal chega ao teatro de Buster acreditando que a competição será a chance de mudar o curso de suas vidas. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil.

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    Esquadrão Suicida estreia em 1º lugar nos EUA, apesar das críticas negativas

    7 de agosto de 2016 /

    A estreia de “Esquadrão Suicida” seguiu o roteiro imaginado pela Warner Bros, com US$ 135,1 milhões arrecadados em seu primeiro fim de semana nos EUA e praticamente a mesma quantia no mercado internacional, para atingir um total de US$ 267,1 milhões. Mas podia ter sido muito melhor. Projeções do começo da semana apontavam um lançamento na casa dos US$ 150 milhões. A diferença pode ser creditada na conta das críticas negativas. Um dos filmes mais aguardados do ano, “Esquadrão Suicida” surpreendeu com críticas inesperadamente negativas. Muito negativas, na verdade, fazendo a média calculada pelo site Rotten Tomatoes cair dia a dia, até a chegada aos cinemas. Com 30% de aprovação no começo da semana, o filme desabou para 26% no domingo (7/8), atingindo queda ainda mais dramática entre os chamados “críticos top”, onde registou apenas 19% de aprovação. Isto é pior até que a péssima recepção de “Batman vs. Superman”, que levou 27% e 23% na avaliação final das duas categorias de críticos do Rotten Tomatoes. Para completar, o filme anterior da Warner teve uma arrecadação inicial bem mais espetacular – US$ 170,1 milhões nos EUA e US$ 424,1 milhões mundiais em seu primeiro fim de semana. Mesmo assim, “Esquadrão Suicida” registrou um recorde, superando “Guardiões da Galáxia” (US$ 94,3 milhões) como maior lançamento já registrado nos EUA no mês de agosto. Agora, terá que mostrar resistência para se manter entre as grandes bilheterias mundiais, porque um orçamento de US$ 175 milhões não é para os fracos. Considerando o investimento em mídia que acompanhou sua estreia, o filme terá que fazer pelo menos tanto quanto “Batman vs. Superman” (US$ 872,6 milhões) para não dar prejuízo. O detalhe que piora esta expectativa: o governo da China não autorizou sua distribuição no país. Nas próximas semanas, a Warner dever reavaliar seus projetos baseados em filmes de super-heróis da DC Comics, diante da dificuldade em conseguir criar produções bem vistas e lucrativas. As consequências vão depender do desempenho do “Esquadrão Suicida” em seus primeiros 10 dias em cartaz, mas pelo menos “Mulher-Maravilha”, já filmado, e “Liga da Justiça”, em produção, têm suas estreias garantidas. O resto do ranking da semana não trouxe muitas novidades. Líder na semana passada, “Jason Bourne” caiu para o 2º lugar com US$ 22,7 milhões, enquanto a comédia “Perfeita é a Mãe” completou o pódio com US$ 14,2 milhões. “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” continua faturando bem nos EUA e ficou no 4º lugar. Vale registrar que o filme superou duas marcas importantes, passando os US$ 300 milhões em arrecadação doméstica e os US$ 500 milhões em bilheteria mundial antes de estrear no Brasil, onde chega apenas em 25 de agosto. “Star Trek – Além das Fronteiras” caiu para o 5º lugar com US$ 10,2 milhões, mas ainda tem muito espaço para cobrir, já que só chega em setembro em inúmeros países, como a China e novamente o Brasil. Assim, a outra estreia da semana, “Virei um Gato”, abriu apenas em 6º lugar, com modestos US$ 6,5 milhões. Nem mesmo a presença de Kevin Spacey (série “House of Cars”) como o executivo atarefado que vira gato atraiu o público. A versão felina de “Lembranças de Outra Vida” (1995) e “Soltando os Cachorros” (2006) não fez tanto sucesso quanto os similares caninos. A aprovação no Rotten Tomatoes foi desmoralizante: apenas 4% da crítica gostou do filme. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Esquadrão Suicida Fim de semana: US$ 135,1 milhões Total EUA: US$ 135,1 milhões Total Mundo: US$ 267,1 milhões 2. Jason Bourne Fim de semana: US$ 22,7 milhões Total EUA: US$ 103,4 milhões Total Mundo: US$ 195,3 milhões 3. Perfeita É a Mãe! Fim de semana: US$ 14,2 milhões Total EUA: US$ 51 milhões Total Mundo: US$ 56,5 milhões 4. Pets – A Vida Secreta dos Bichos Fim de semana: US$ 11,5 milhões Total EUA: US$ 319,5 milhões Total Mundo: US$ 502,1 milhões 5. Star Trek: Sem Fronteiras Fim de semana: US$ 10,2 milhões Total EUA: US$ 127,9 milhões Total Mundo: US$ 194,4 milhões 6. Virei um Gato Fim de semana: US$ 6,5 milhões Total EUA: US$ 6,5 milhões Total Mundo: US$ 6,5 milhões 7. Quando as Luzes se Apagam Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 54,7 milhões Total Mundo: US$ 85,7 milhões 8. Nerve – Um Jogo Sem Regras Fim de semana: US$ 4,9 milhões Total EUA: US$ 26,8 milhões Total Mundo: US$ 27,6 milhões 9. Caça-Fantasmas Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 116,7 milhões Total Mundo: US$ 179,5 milhões 10. A Era do Gelo: O Big Bang Fim de semana: US$ 4,3 milhões Total EUA: US$ 53,5 milhões Total Mundo: US$ 288,1 milhões

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    Cegonhas: Entrega de bebê vira aventura fofa em trailer de animação

    2 de agosto de 2016 /

    A Warner divulgou mais três pôsteres e um novo trailer da animação “Cegonhas: A História que Não Te Contam”, ainda sem legendas. A prévia explica que as cegonhas abandonaram o perigoso negócio de entrega de bebês para entrar no lucrativo serviço de entregas de celular de última geração. Mas um bebê misterioso acaba chegando no ninho, quer dizer, no depósito das mercadorias, e uma jovem órfã ruiva, que nenhuma cegonha entregou, convence o herdeiro do negócio a retomar o hábito perdido e encontrar uma família para o pequeno pacote babão. Um detalhe que deve agradar as crianças e irritar os adultos é que a maioria das piadas exalta como o bebê é fofo. Em todo o vídeo, ele tampouco chora nem suja as fraldas – “cheira à flores”, diz um lobo. Por ironia, esta singela premissa veio da mente de um adulto especialista em piadas sexuais, Nicholas Stoller, roteirista de “Sex Tape: Perdido na Nuvem” e diretor de “Vizinhos” (ambos de 2014), que acumula as duas funções no novo trabalho. Stoller também escreveu os recentes filmes dos “Muppets”, provando sua versatilidade. Em sua primeira animação, ele divide a direção com Doug Sweetland, animador experiente da Pixar – trabalhou em “Toy Story” (1999), “Procurando Nemo” (2003) e “Os Incríveis” (2004). A produção, por sua vez, está a cargo de uma dupla especialista em bom-humor animado, Phil Lord e Christopher Miller, os diretores de “Tá Chovendo Hambúrguer” (2009) e “Uma Aventura Lego” (2014). Ainda que não sejam ouvidas no Brasil, as dublagens originais são de Andy Samberg (série “Brooklyn Nine-Nine”), Kelsey Grammer (“Transformers: A Era da Extinção”), Katie Crown (“Dakota”), Ty Burrel (série “Modern Family”) e Jennifer Aniston (“Família do Bagulho”). A estreia está marcada para 22 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Festa da Salsicha: Vídeo traz Seth Rogen, Michael Cera e Edward Norton conversando sobre animações de comida

    1 de agosto de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou um novo vídeo, ainda sem legendas, da animação adulta “Festa da Salsicha” (Sausage Party). A prévia começa com uma conversa entre Seth Rogen, Michael Cera e Edward Norton, que trabalham na dublagem, questionando se os críticos vão gostar do filme, enquanto lembram outros filmes fofos de animação de comida, antes das imagens do desenho encherem a tela com cenas perturbadoras. O filme revela o destino de salsichas e outros petiscos felizes, após serem comprados num supermercado. Achando que vão para uma festa, eles descobrem a terrível verdade ao chegarem na cozinha e verem uma batata ser “despelada” viva. O trauma aumenta mais, conforme cenouras são devoradas e outros amiguinhos sofrem tortura. É puro terror entre os comestíveis, que entram em completo desespero. A premissa só poderia vir das mentes perturbadas da dupla Seth Rogen e Evan Goldberg, os mesmos degenerados por trás de “É o Fim” (2013) e “A Entrevista” (2014), que assinam roteiro e produção. O elenco de dubladores originais reúne toda a trupe de amigos famosos de Rogen, inclusive o próprio. A maioria deles também participou de “É o Fim”, como James Franco, Jonah Hill, Paul Rudd, Michael Cera, David Krumholtz, Danny McBride e Craig Robinson, além de Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), Bill Hader (“Descompensada”), Salma Hayek (“Gente Grande”) e Edward Norton (“Birdman”). Dirigido por Conrad Vernon (“Shrek”) e Greg Tiernan (série animada “Thomas e seus Amigos”), o filme chega aos cinemas brasileiros em 15 de setembro, um mês depois do lançamento nos EUA, e não é indicado para criancinhas ou adultos de estômago sensível.

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    Moana: Videos revelam novos personagens da animação Moana

    1 de agosto de 2016 /

    A Disney divulgou sete imagens e quatro vídeos de “Moana: Um Mar de Aventuras”, que revelam novos personagens da animação. Os destaques são o atrapalhado galinho Heihei, o simpático porquinho Pua e o terrível monstrinho de coco Kakamora, que interagem com Moana nos vídeos. O filme vai mostrar a personagem-título numa aventura com o semideus Maui pelo Oceano Pacífico. Maui e Moana são dublados, respectivamente, pelo astro Dwayne Johnson (da franquia “Velozes & Furiuosos”), que pela primeira vez tem a chance de homenagear sua descendência polinésia no cinema, e a estreante Auli’i Cravalho, de 15 anos de idade, selecionada após diversos testes com jovens havaianas. Além deles, as vozes originais incluem Alan Tudyk (“Maze Runner: Prova de Fogo”) como Heihei, Rachel House (“Encantadora de Baleias”), Jemaine Clement (“Muppets 2: Procurados e Amados”) como o caranguejo Tamatoa, como a Vovó Tala, Temuera Morrison (“Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones”) como o Chefe Tui e Nicole Scherzinger (“Homens de Preto 3”) como Sina. O filme tem direção de John Musker e Ron Clements (responsáveis por “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, “Hércules” e “A Princesa e o Sapo”). E entre os roteiristas creditados, está Taika Waititi, que se prepara para dirigir “Thor 3: Ragnarok”. Para completar, Lin-Manuel Miranda, responsável pelo fenômeno da Broadway “Hamilton” (vencedor de 11 Tonys neste domingo), escreveu algumas das canções da trilha sonora. “Moana” tem previsão de estreia para 5 de janeiro no Brasil, mais de 40 dias após o lançamento nos EUA em 23 de novembro.

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    Kubo e as Cordas Mágicas: Nova animação em stop-motion ganha pôster e novo título nacional

    1 de agosto de 2016 /

    A Universal divulgou um novo pôster de “Kubo e as Cordas Mágicas”, que serve para apresentar o novo título nacional da produção. Anteriormente chamado de “Kubo e a Espada Mágica”, a nova denominação reflete melhor o título original (Kubo and the Two Strings) e a própria trama. A nova animação do estúdio Laika preserva a técnica stop-motion que marcou seus ótimos filmes anteriores, “Coraline e o Mundo Secreto” (2009), “ParaNorman” (2012) e “Os Boxtrolls” (2014), além de compartilhar com eles uma temática mais sombria que a média da animação americana. Desta vez, ainda há influência dos animes, como a própria ambientação japonesa indica. Ambientada no Japão feudal, a animação acompanha o personagem-título Kubo, um menino que vive em um pacato vilarejo com sua mãe, até que um espírito vingativo o encontra, trazendo à tona sua herança sobrenatural. Sua única chance de sobrevivência é encontrar uma armadura que pertenceu a seu pai, um samurai, com a ajuda de um macaco falante e um besouro guerreiro. A direção é de Travis Knight, que estreia na função após trabalhar como animador principal dos três longas anteriores do estúdio. Já a dublagem original, que não deve ser ouvida nos cinemas brasileiras, reúne um superelenco: Charlize Theron (“Mad Max: A Estrada da Fúria”) dubla o macaco, Matthew McConaughey (“Interestellar”) faz a voz do besouro, Rooney Mara (“Peter Pan”) é o espírito vingativo, o jovem Art Parkinson (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) dá vida ao personagem-título, e ainda há papeis para Ralph Fiennes (franquia “Harry Potter”), George Takei (da série original “Jornada nas Estrelas”) e Brenda Vaccaro (“O Espelho Tem Duas Faces”). Além do novo título, “Kubo e as Cordas Mágicas” também ganhou nova data de estreia. Anteriormente esperada para 18 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA, agora a animação só chegará aos cinemas brasileiros dois meses depois, em 13 de outubro.

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    Jason Bourne estreia em 1º lugar nos EUA

    31 de julho de 2016 /

    A volta de Matt Damon aos filmes de ação foi o grande destaque do fim de semana nos cinemas da América do Norte, conduzindo o filme “Jason Bourne” ao topo das bilheterias, com uma arrecadação de US$ 60 milhões. O sucesso superou as projeções da indústria, rendendo a segunda maior estreia da franquia, atrás apenas dos US$ 69,2 milhões de “O Ultimato Bourne” (2007). Por sinal, o rendimento do fim de semana também representa a segunda maior abertura da carreira de Matt Damon. Mundialmente, o filme repetiu o bom resultado, somando US$ 110,1 milhões. Diante disso, a Universal Pictures deve anunciar a produção de uma nova sequência em breve, mesmo sem grande expectativa da crítica (o filme obteve 56% de aprovação no Rotten Tomatoes). “Star Trek: Sem Fronteiras”, que estreou no topo na semana passada, caiu para o 2º lugar, com US$ 24 milhões. Em dez dias, o filme superou a marca dos US$ 100 milhões de faturamento doméstico. Para colocar em perspectiva, “Caça-Fantasmas” levou três fins de semana para atingir esta meta. Infelizmente, as Olimpíadas prejudicaram seu lançamento internacional, que só vai acontecer em setembro em mercados importantes, como a China, o México e o Brasil. A estreia da comédia “Perfeita É a Mãe!” também teve ótimo desempenho, faturando US$ 23,4 milhões em 3º lugar. Estrelada por Mila Kunis e Kristen Bell, como mães estressadas que desistem de ser perfeitas, a produção conseguiu 63% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota A do público, registrada pelo CinemaScore, e não terá dificuldades em cobrir seu orçamento de US$ 20 milhões. O lançamento no Brasil está marcado para 11 de agosto. O Top 5 inclui mais dois sucessos da temporada: a animação “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”, perto de atingir os US$ 300 milhões de faturamento doméstico, e o terror “Quando as Luzes se Apagam”, que passou dos US$ 40 milhões em sua segunda semana. No contexto de seu orçamento baixíssimo de produção, de US$ 4,9 milhões, “Quando as Luzes se Apagam” já é um dos filmes mais lucrativos de 2016. Os dois lançamentos chegam no Brasil, respectivamente, em 25 e 18 de agosto. Outro terror de baixo orçamento, “Nerve – Um Jogo Sem Regras”, completou a lista de estreias amplas do fim de semana, mas sem o mesmo bom desempenho, abrindo em 8º lugar com US$ 9 milhões e 56% de aprovação da crítica (a mesma nota de “Jason Bourne”). A produção também estreia no Brasil em 25 de agosto. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Jason Bourne Fim de semana: US$ 60 milhões Total EUA: US$ 60 milhões Total Mundo: US$ 110,1 milhões 2. Star Trek: Sem Fronteiras Fim de semana: US$ 24 milhões Total EUA: US$ 105,7 milhões Total Mundo: US$ 160,5 milhões 3. Perfeita É a Mãe! Fim de semana: US$ 23,4 milhões Total EUA: US$ 23,4 milhões Total Mundo: US$ 24,8 milhões 4. Pets – A Vida Secreta dos Bichos Fim de semana: US$ 18,2 milhões Total EUA: US$ 296,1 milhões Total Mundo: US$ 395,1 milhões 5. Quando as Luzes se Apagam Fim de semana: US$ 10,8 milhões Total EUA: US$ 42,8 milhões Total Mundo: US$ 63,6 milhões 6. A Era do Gelo: O Big Bang Fim de semana: US$ 10,5 milhões Total EUA: US$ 42,1 milhões Total Mundo: US$ 253,7 milhões 7. Caça-Fantasmas Fim de semana: US$ 9,8 milhões Total EUA: US$ 106,1 milhões Total Mundo: US$ 158,2 milhões 8. Nerve – Um Jogo Sem Regras Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 15 milhões Total Mundo: US$ 15 milhões 9. Procurando Dory Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 469 milhões Total Mundo: US$ 830,5 milhões 10. A Lenda de Tarzan Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 121,8 milhões Total Mundo: US$ 309,5 milhões

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  • Música

    Netflix prepara série animada com músicas da Motown

    30 de julho de 2016 /

    Após “Beat Bugs”, a Netflix vai produzir uma nova série animada musical, desta vez inspirada no extenso catálogo de músicas da gravadora Motown. O projeto é do mesmo produtor de “Beat Bugs”, Josh Wakely, e contará com curadoria de Smokey Robinson, um dos maiores artistas da soul music, que assina também a produção musical executiva. Ele foi responsável por escolher os interpretes e as músicas de cada episódio. Assim como “Beat Bugs” fez com as músicas dos Beatles, os episódios da nova atração, ainda sem título, incluirão novas versões de clássicos da Motown, incluindo canções do próprio Robinson, Marvin Gaye, The Jackson 5, Lionel Richie, The Supremes, The Temptations e Stevie Wonder, entre outros. A trama propriamente dita vai girar em torno das aventuras de um amável e tímido menino de oito anos, chamado Ben, que possui uma habilidade artística extraordinária de trazer a arte de rua para a vida. Ben e sua família vivem na cidade imaginária de Motown, inspirada em Detroit e sua rica herança musical. Embalados pelas clássicas canções, ele e seus amigos Angie e Mickey descobrem a magia da criatividade enquanto trazem o brilho de volta à sua cidade e aprendem lições de vida. Vale lembrar que os Jackson 5 já tiveram uma série animada nos anos 1970, “The Jackson 5ive”, que também contou com participação de Diana Ross. E “Ben” foi o título original de um filme de terror com trilha sonora de Michael Jackson – lançado como “Ben, O Rato Assassino” (1972) no Brasil. A nova produção ainda não previsão de estreia. Já “Beat Bugs” chega ao Netflix em 3 de agosto, trazendo devenas de covers dos Beatles.

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  • Filme

    Festa da Salsicha: Novo trailer da animação de Seth Rogen é um terror

    29 de julho de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou um novo trailer, ainda sem legendas, da animação adulta “Festa da Salsicha” (Sausage Party). A prévia contém cenas de extrema “violência”, com direito a carnificina carnívora – há personagens devorados vivos! – , além de uma profusão de piadas de duplo sentido. O filme revela o destino de salsichas e outros petiscos felizes, após serem comprados num supermercado. Achando que vão para uma festa, eles descobrem a terrível verdade ao chegarem na cozinha e verem uma batata ser “despelada” viva. O trauma aumenta mais, conforme cenouras são devoradas e outros amiguinhos sofrem tortura. É puro terror entre os comestíveis, que entram em completo desespero. A situação só poderia vir das mentes perturbadas da dupla Seth Rogen e Evan Goldberg, os mesmos degenerados por trás de “É o Fim” (2013) e “A Entrevista”, que assinam roteiro e produção. O elenco de dubladores originais reúne toda a trupe de amigos famosos de Rogen, inclusive o próprio. A maioria deles também participou de “É o Fim”, como James Franco, Jonah Hill, Paul Rudd, Michael Cera, David Krumholtz, Danny McBride e Craig Robinson, além de Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), Bill Hader (“Descompensada”), Salma Hayek (“Gente Grande”) e Edward Norton (“Birdman”). Dirigido por Conrad Vernon (“Shrek”) e Greg Tiernan (série animada “Thomas e seus Amigos”), o filme chega aos cinemas brasileiros em 11 de agosto, um dia antes do lançamento nos EUA, e não é indicado para criancinhas ou adultos de estômago sensível.

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  • Série

    Jonny Quest: Filme baseado na animação clássica pode iniciar universo cinematográfico Hanna Barbera

    29 de julho de 2016 /

    O filme de “Jonny Quest” pode ser o começo do universo cinematográfico Hanna Barbera, segundo uma reportagem da revista Forbes. O repórter Mark Hughes teve acesso ao roteiro escrito por Robert Rodriguez (“Sin City”) e Terry Rossio (“Piratas do Caribe”), e, entre muitos elogios, escreveu que ele deixa aberta a possibilidade de sequências e spin-offs diversos, com potencial para incluir outros personagens das animações clássicas da Hanna Barbera. Além disso, o autor do texto disse ter acesso a uma lista de diretores interessados no filme. A lista não inclui o próprio Rodriguez, que prefere não dirigir o projeto, mas traz Joe Cornish (“Ataque ao Prédio”), Justin Lin (“Star Trek: Sem Fronteiras”) e Scott Derrickson (do vindouro “Doutor Estranho”). “Jonny Quest” foi criado em 1964 pelos estúdios Hanna-Barbera e revolucionou o gênero das séries animadas, até então dominado por comédias de animais falantes, ao focar seus episódios em situações de perigo, com clima de aventura e ficção científica, além de se diferenciar pelos traços elegantes do desenhista Doug Wildey, um dos maiores mestres dos quadrinhos americanos de western. O personagem-título era um menino que acompanhava seu pai cientista em aventuras ao redor do mundo, enfrentando dinossauros, múmias e robôs de cientistas loucos. Além de Jonny e do Dr. Benton Quest, os personagens incluíam o piloto e agente federal Roger Bannon, o órfão indiano adotado Hadji, o cachorrinho Bandit e eventualmente a misteriosa “Jezebel” Jade, interesse romântico de Bannon. O programa durou apenas uma temporada, mas se tornou cultuado e ganhou inúmeras reprises, até ser resgatado nas décadas de 1980 e 1990 em novas aventuras animadas e histórias em quadrinhos. A Warner tenta materializar o filme, que será estrelada por atores reais, desde 2007, quando teve um roteiro escrito por Dan Mazeau (“Fúria de Titãs 2”). E mesmo com um novo roteiro pronto, a produção ainda não tem cronograma de filmagem e nem previsão de estreia definida.

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    Liga da Justiça Sombria: Vídeo da animação revela volta de Matt Ryan ao papel de Constantine

    29 de julho de 2016 /

    A DC Entertainment divulgou um vídeo de 8 minutos sobre os bastidores da primeira animação da Liga Justiça Sombria, grupo que reúne os heróis sobrenaturais dos quadrinhos. Entre comentários da equipe de produção e as primeiras cenas do filme, a prévia revela que Batman conduzirá a ação, além de destacar o retorno do ator Matt Ryan, que estrelou a série “Constantine”, como dublador do personagem John Constantine. O elenco de vozes ainda inclui Jason O’Mara (série “Terra Nova”) como Batman, Camilla Luddington (série “Grey’s Anatomy”) como Zatanna, Nicholas Turturro (série “Blue Bloods”) como o Desafiador (Deadman) e Ray Chase (“The Daughter”) como Etrigan, o Demônio. “Justice League Dark” tem direção de Jay Oliva, que tem assinado diversas animações da DC para o mercado de home video, como “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2012) e “Batman vs. Robin” (2015). Atualmente em pós-produção, o vídeo ainda não tem previsão de lançamento em Blu-ray.

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