Recuperado do coronavírus, Di Ferrero lança clipe para confortar fãs na pandemia
Uma das primeiras celebridades brasileiras a pegar o novo coronavírus, o cantor Di Ferrero transformou a experiência em uma música: “Vai Passar”. Gravada de forma caseira, a canção ganhou até clipe neste fim de semana, feito durante a quarentena, com participação de amigos famosos e anônimos, que se juntaram à distância, via vídeo. O pop acústico, que traz Di Ferrero ao violão, inclui em seu coro sutil, registrado em volume baixo, as vozes de vários amigos de Instagram, gente tão diferente quanto o guitarrista do Sepultura Andreas Kisser, o rapper Rael, o ex-Titãs Paulo Miklos, os cantores Paulo Ricardo, Simoninha e Vitor Klay, o humorista Maurício Meirelles, os apresentadores Marcos Mion e Serginho Groisman, as atrizes Camila Queiroz e Fernanda Souza, além de sua esposa, a modelo Isabeli Fontana, entre muitos outros. “Eu fiz essa música logo que eu consegui voltar a cantar. Eu fiquei um pouco rouco por causa do vírus e no momento que eu voltei a cantar eu comecei a tocar e comecei a escrever sobre tudo o que está acontecendo, não só comigo, mas com as pessoas em volta de mim, com o mundo”, contou o cantor, que permanece isolado em sua casa no sul do país. A ideia de gravar a música surgiu depois de tocá-la numa live com os fãs. Para a produção, Di Ferrero aproveitou recursos caseiros para garantir uma boa acústica. “Acabei gravando com meu celular dentro do armário cheio de roupas, para fazer uma acústica legal”, revelou. “Me senti bem pra caramba quando acabei a música, fiquei feliz. E decidi lançar pra ser uma música para confortar as pessoas, como ela me confortou naquele momento”. Depois de mostrar a gravação para os amigos e receber os vídeos de suas interpretações, tudo foi editado num clipe e lançado nas redes sociais do cantor – inclusive no YouTube, como pode ser conferido abaixo.
Documentário do Sepultura ganha trailer repleto de estrelas do rock pesado
A O2 divulgou o pôster e um novo trailer do documentário da banda Sepultura, que acompanha os músicos no palco, nos bastidores, em viagens, em estúdio e em suas casas. E além do “som pauleira” da banda, também traz depoimentos de lendas vivas do heavy metal, que expressam sua admiração pelos brasileiros. A prévia dá uma palhinha das participações de Lars Ulrich (Metallica), Scott Ian (Anthrax), Dave Ellefson (Megadeath), Phil Anselmo (Pantera) e Corey Taylor (Slipknot). Dirigido por Otávio Juliano (“A Árvore da Vida”), “Sepultura Endurance” foi filmado ao longo de sete anos e rendeu mais de mil horas de imagens captadas. Mesmo assim, não conta com participação ou apoio dos irmãos Cavalera, que inclusive vetaram a utilização de suas músicas, demonstrando como o racha entre os membros foi grave e duradouro. Algumas das faixas proibidas estão entre as mais conhecidas do grupo, como “Roots” e “Attitude”. Na premiére realizada em Los Angeles, trechos em que as duas músicas apareciam, tocadas pela atual formação, foram exibidos sem som. No Brasil, o documentário estreia no dia 14 de junho.
Documentário do Sepultura ganha trailer pauleira
A O2 divulgou o trailer do documentário da banda Sepultura, que acompanha os músicos no palco, nos bastidores, em viagens, em estúdio e em suas casas. E além do “som pauleira” da banda, também traz depoimentos de lendas vivas do heavy metal, que expressam sua admiração pelos brasileiros. A prévia dá uma palhinha de Phil Anselmo (Pantera), Scott Ian (Anthrax), Phil Campbell (Motorhead), Corey Taylor (Slipknot), Dave Ellefson (Megadeath) e João Gordo (Ratos de Porão). Dirigido por Otávio Juliano (“A Árvore da Vida”), o documentário foi filmado ao longo de sete anos e rendeu mais de mil horas de imagens captadas. Intitulado “Sepultura Endurance”, tem previsão de estreia para junho de 2017.
Documentário do Sepultura vai mostrar “lado da história” dos que ficaram na banda
Não dá pra negar que gostar de heavy metal hoje em dia é ser um pouco geek. Por isso, os integrantes da banda Sepultua escolheram a Comic-Con Experience (CCXP) para adiantar um trailer e comentar o lançamento do documentário que vai contar a história dos 32 anos de carreira do grupo, símbolo do metal brasileiro. “Vocês me viram dizendo no trailer que a gente não perdeu só o vocalista com a saída do Max Cavalera, mas a estrutura da banda toda. A gente quer mostrar o nosso lado da historia, mas a intenção não é lavar roupa suja”, comentou o guitarrista Andreas Kisser, sobre o conteúdo do filme. Dirigido por Juliana Ferraz e Otávio Juliano (“A Árvore da Vida”), o documentário foi filmado ao longo de sete anos, planejado originalmente para comemorar os 25 anos da banda. “Mas agora já são 32”, disse Juliano, que chegou a ficar 30 dias na estrada com o Sepultura durante uma turnê na América do Norte. “Ficou um registro completo porque tem show, backstage, o dia a dia da família deles e os fãs”, resumiu Juliana, sobre as mais de mil horas de imagens captadas Há 20 anos como vocalista do grupo, Derrick ouviu Kisser relembrar a sua chegada à banda, dizendo que o entrosamento só aconteceu depois que eles resolveram ir acampar na praia. “O cara está há 20 anos arrebentando e ainda chamam de o novo vocalista do Sepultura.” Com depoimentos de diferentes personalidades como Serginho Groisman e João Gordo, o documentário vai se chamar simplesmente “Sepultura” e tem previsão de estreia para maio de 2017.


