Trailer e fotos de suspense premiado em Cannes trazem Nicole Kidman, Colin Farrell e muita aflição
A A24 divulgou 20 fotos e um novo trailer perturbador de “The Killing of a Sacred Deer”, que volta a juntar Nicole Kidman e Colin Farrell após “O Estranho que Nós Amamos”. A prévia é aflitiva, pela facilidade com que um jovem psicopata se aproxima da família do médico vivido por Farrell, e pela “trilha” desafinada da voz de sua filha, tentando acertar a escala musical. Na trama, o personagem de Farrell é um cirurgião carismático que faz amizade com um adolescente (Barry Keoghan, de “Dunkirk”), filho de um paciente que morreu sob os seus cuidados. O rapaz parece idolatrá-lo. Mas o que começa como uma relação amistosa vai, aos poucos, revelando-se uma ameaça. Quando os filhos do médico começam a adoecer e demonstrar problemas físicos, o rapaz avisa que todos irão morrer. Segundo longa falado em inglês do diretor grego Yorgos Lanthimos, após “O Lagosta” (2015), também estrelado por Farrell, “The Killing of a Sacred Deer” foi premiado como Melhor Roteiro do Festival de Cannes deste ano. O elenco inclui ainda Alicia Silverstone (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”) e Sunny Suljic (“1915”). A estreia está marcada para 3 de novembro nos Estados Unidos e não há previsão para o lançamento no Brasil.
Nicole Kidman e Colin Farrell vivem aflição em trailer de suspense premiado no Festival de Cannes
A A24 divulgou o pôster e o trailer perturbador de “The Killing of a Sacred Deer”, que volta a juntar Nicole Kidman e Colin Farrell após “O Estranho que Nós Amamos”. A prévia mostra os adolescentes doentios da trama e a aflição do médico vivido por Farrell. A produção também marca um reencontro entre o ator irlandês e o diretor grego Yorgos Lanthimos, após “O Lagosta” (2015), e foi premiada com o troféu de Melhor Roteiro do Festival de Cannes deste ano. Na trama, o personagem de Farrell é um cirurgião carismático que é procurado por um adolescente (Barry Keoghan, de “Dunkirk”), filho de um paciente que morreu sob os seus cuidados. O rapaz parece idolatrá-lo. Mas o que começa como uma relação amistosa vai, aos poucos, revelando-se uma obsessão. O adolescente passa a exigir cada vez mais atenção do seu novo “amigo”, enquanto os filhos do médico começam a demonstrar problemas físicos para desespero de sua mãe (papel de Kidman). O elenco inclui ainda Alicia Silverstone (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”) e Sunny Suljic (“1915”). A estreia está marcada para 3 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Sandra Oh e Anne Heche brigam até entrar em coma no trailer da comédia indie Catfight
A MPI divulgou o pôster e o trailer da comédia indie “Catfight”, que traz Sandra Oh (série “Grey’s Anatomy”) e Anne Heche (série “Aftermath”) trocando socos. Muito socos. A ponto de Sandra parar num hospital e ficar em coma por dois anos. Elas interpretam antigas rivais de faculdade que se reencontram após muitos anos. Artista plástica que não venceu na vida, Heche acaba fazendo bico num buffet de uma festa de Oh, que se tornou rica. As antigas desavenças vem à tona numa troca brutal de socos. E quando Oh acorda do coma, descobre que ficou pobre e que Heche virou uma artista bem-sucedida. Disposta a se vingar, ela busca a inimiga para mais uma round de boxe sem luvas, durante a abertura de uma exposição, causando nova reviravolta na trama. Será necessário um terceiro assalto para desempatar. Além da pancadaria, a trama oferece a oportunidade de rever Heche num contexto lésbico. Ex-namorada de Ellen DeGeneres nos anos 1990, ela mudou a orientação sexual após o rompimento e já está no segundo casamento heterossexual. Na trama, ela namora Alicia Silverstone (a eterna “Patricinha de Beverly Hills” e única Batgirl do cinema) O filme tem roteiro e direção do cultuado cineasta indie Onur Tukel (“Applesauce”, “Summer of Blood”) e estreia em 3 de março nos EUA. Não há previsão de lançamento no Brasil.
Alicia Silverstone e Mena Suvari vão estrelar série feminista
O canal pago americano TV Land divulgou a foto do elenco (acima) para anunciar a aprovação do piloto e a encomenda da série de comédia “American Woman”, que é ligeiramente baseada na vida da atriz Kyle Richards. Ela foi uma das primeiras vítimas de Michael Myers em “Halloween” (1978) e participou das séries clássicas “Os Pioneiros” e “E.R.”, mas o público americano a conhece mais hoje em dia como uma das “Real Housewives of Beverly Hills”. A trama vai se passar na década de 1970, em meio à revolução sexual e à ascensão do feminismo. A ex-“Patricinha de Beverly Hills” Alicia Silverstone vai estrelar a atração como Bonnie Nolan, uma mãe com duas filhas (Makenna James e Lia Ryan McHugh) que se encontra diante de um mundo inteiramente novo após deixar seu marido. Enquanto se esforça para sustentar sua família, Bonnie também busca deixar a sua própria marca no mundo, junto com suas duas melhores amigas, Kathleen (a ex-“Beleza Americana” Mena Suvari) e Diana (Jennifer Bartels). O problema é que o mundo não está muito disposto a lhes facilitar nada. “American Woman” é uma criação de John Riggi (roteirista de “30 Rock”) e terá produção de John Wells (diretor de “Àlbum de Família” e produtor das séries “E.R.” e “Shameless”). Fofoca: a irmã de Kyle Richards, Kathy Hilton, teria dado piti ao saber que a série será produzida, receando que algumas histórias da época venham à tona. A 1ª temporada terá 12 episódios, mas a data de estreia ainda não foi divulgada.
King Cobra: Trailer traz astro do Disney Channel como estrela da pornografia gay
A IFC divulgou o trailer de “King Cobra”, filme para maiores, baseado na história real do astro pornô Brent Corrigan. A prévia mostra a rápida ascensão do jovem, corajosamente interpretado por Garrett Clayton, ídolo teen do Disney Channel, que estrelou “Teen Beach Movie” (2013) e sua sequência. Após ser alçado à condição de estrela da pornografia homossexual, ele começa a receber melhores ofertas do pornógrafo rival do produtor que o revelou, dando início a uma guerra de bastidores, envolvendo ciúmes, ganância e violência, com final nas manchetes policiais. O elenco é bastante inusitado para este tipo de produção. Além de Clayton, traz Christian Slater (série “Mr. Robot”) como o produtor suburbano enrustido que descobre Corrigan e James Franco (“A Entrevista”) como seu rival festeiro. E em papéis secundários, ainda se destacam Molly Ringwald (a eterna “Garota de Rosa-Shocking”) e Alicia Silverstone (a eterna “Patricinha de Beverly Hills”), além de Keegan Allen (série teen “Pretty Little Liars”) como outro astro pornô. O filme foi escrito e dirigido por Justin Kelly, que estreou no ano passado, causando sensação com outra história do submundo gay, “I Am Michael”, também estrelado por Franco, no papel de um militante homossexual que se converte em evangélico homofóbico. Uma curiosidade: o verdadeiro “Brent Corrigan”, cujo nome real é Sean Paul Lockhart, já contracenou com James Franco no cinema, no filme “Milk” (2008), igualmente de tema homossexual. “King Cobra” estreia nos EUA em 21 de outubro, em circuito limitado, e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Anne Heche vai namorar Alice Silverstone em comédia
A atriz Anne Heche (série “Hung”) vai voltar a seus dias de lésbica na ficção. Heche, que namorou a apresentadora Elle DeGeneres há 15 anos, viverá uma artista lésbica, namorada de Alicia Silverstone (“As Patricinhas de Beverly Hills”), na comédia “Catfight”, informou o site Variety. Escrito e dirigido por Onur Tukel (“Applesauce”), o filme indie mostrará a rivalidade de duas mulheres, que foram muito amigas na faculdade. Na trama, Heche é uma artista que luta para se sustentar. Numa festa de aniversário, ela reencontra a antiga amiga, vivida por Sandra Oh (série “Grey’s Anatomy”), e descobre que ela se tornou uma dona de casa rica. As duas demonstram opiniões radicalmente opostas sobre tudo, o que leva a uma briga gigantesca, que as transforma em amargas rivais. As filmagens já começaram em Nova York, e segundo o diretor, estão sendo “brilhantes”. “Esperava atuações brilhantes, mas, o que elas fizeram, foi incrível. As cenas de briga são intensas. Fizemos uma divertida comédia, mas, ao mesmo tempo, com tons trágicos”, afirmou Onur Tukel ao Variety.





