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  • Filme

    Trailer do reboot de “Hellraiser” destaca novo monstro Pinhead

    20 de setembro de 2022 /

    A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e o trailer do reboot da franquia clássica de terror “Hellraiser”. A prévia mostra que se trata de uma história inédita, sobre incautos que ousam tentam decifrar o segredo do cubo maldito e abrem as portas do inferno para a chegada dos cenobitas – entre eles o monstro demoníaco Pinhead, símbolo da franquia, que retorna andrógino. Quem vive Pinhead na nova versão é a atriz Jamie Clayton, que teve destaque em “Sense8” e atualmente está na série “The L Word: Generation Q”. Ela é a primeira atriz transexual no papel do líder dos cenobitas, que até então tinha sido vivido por Doug Bradley em oito filmes, além de Stephan Smith Collins e Paul T. Taylor nas duas produções mais recentes. No livro de Clive Barker, o personagem não tem sexo definido. Concebido como um reboot da franquia iniciada em 1987, a produção também destaca em seu elenco Odessa A’zion (“Grand Army”), Brandon Flynn (“13 Reasons Why”), Goran Visnjic (“Timeless”), Drew Starkey (“Outer Banks”), Adam Faison (“Everything’s Gonna Be Okay”), Aoife Hinds (“Normal People”), Selina Lo (“Boss Level”) e Hiam Abbass (“Blade Runner 2049”). A dupla Ben Collins e Luke Piotrowski assina o roteiro, enquanto a direção ficou a cargo de David Bruckner. O trio é o mesmo responsável pelo terror “A Casa Sombria” (2020), com Rebecca Hall. O novo “Hellraiser” estreia em 7 de outubro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil. Normalmente, as produções da Hulu são disponibilizadas na Star+.

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  • Filme

    Hellraiser: Intérprete do Pinhead original aprova “versão feminina” do remake

    3 de setembro de 2022 /

    O ator Doug Bradley, que interpretou o icônico Pinhead nos filmes originais de “Hellraiser”, elogiou a escalação de Jamie Clayton como uma versão feminina do vilão, no remake que vai estrear em outubro em streaming. “Já me parecia óbvio que uma Pinhead feminina estava a caminho. Foi uma escolha de escalação interessante”, ele comentou durante a convenção de terror Silver Scream Con, em Massachusetts, em declaração registrada pelo site especializado Bloody Disgusting. “Eu não conheço Jamie pessoalmente, mas é claro que eles mudaram um pouco o personagem, porque ela é transgênero. Não assisti aos trabalhos mais recentes dela, mas me lembro daquela série de ficção científica da Netflix, ‘Sense8’, da qual eu era muito fã. Jamie estava nela e eu realmente adorava sua performance”, acrescentou. E seguiu: “Nós dizemos ‘Pinhead feminina’ como se soubéssemos o que isso significa, mas existem um milhão de tons de feminilidade. Não sei para onde eles vão com isso, exatamente”. Bradley chegou a lembrar que sua versão do personagem também tinha uma sexualidade ambígua. “Gostaria de apontar que, quando interpretei Pinhead, o figurino incluía uma saia”. “Tudo sempre foi transgressivo em ‘Hellraiser’, do começo ao fim. [Fazer uma Pinhead feminina ou escalar uma atriz trans] não é uma nova ideia, nesse sentido, mas estou intrigado. Estou na mesma posição que todos vocês, de esperar para ver o que vai acontecer”, completou. Clayton, que atualmente está na série “The L Word: Generation Q”, será na verdade a quarta pessoa a interpretar o personagem, vivido por Doug Bradley em oito filmes, além de Stephan Smith Collins e Paul T. Taylor nas duas produções mais recentes. No livro de Clive Barker em que a trama se baseia, Pinhead não tem sexo definido. A trama é baseada no livro “The Hellbound Heart”, que foi adaptado pelo próprio escritor no filme “Hellraiser – Renascido do Inferno”, em 1987. A história original envolvia um cubo sinistro, que prometia prazeres transcendentes, mas na verdade abria as portas do inferno, condenando almas a uma eternidade de sofrimento nas mãos dos terríveis cenobitas. Uma dessas vítimas era um homem chamado Frank, que em busca de prazeres proibidos encontra o artefato capaz de acessar outra dimensão e tem seu corpo dilacerado pelas criaturas. A partir daí, sua amante Julia faz de tudo para libertá-lo do inferno, praticando rituais sinistros sem que sua família desconfie de seus planos. Até que sua sobrinha Kirsty encontra o artefato maldito e, sem querer, também acaba invocando os cenobitas. O lançamento de “Hellraiser” causou enorme impacto com sua mistura de sadomasoquismo, pactos demoníacos, artefato maldito, ultraviolência gore e criaturas de pesadelos – com destaque para Pinhead, um cenobita que tem a cabeça inteira coberta por alfinetes. Virou um dos marcos do terror da década de 1980. O filme ganhou uma continuação oficial em 1988, baseada num conceito do próprio Barker, mas o sucesso acabou tirando a franquia das mãos de seu criador, resultando em produções cada vez mais fracas e distantes do clima original – assim como Jason, de “Sexta-Feira 13”, Pinhead também foi parar até numa nave espacial! Ao todo, dez filmes foram lançados, mas os seis últimos saíram direto em DVD – entre eles, “Hellraiser: Inferno” (2000), dirigido por Scott Derrickson, que depois ficou mais conhecido como diretor de “Doutor Estranho”. O novo filme é descrito como um reboot da franquia iniciada em 1987 e também destaca em seu elenco Odessa A’zion (“Grand Army”), Brandon Flynn (“13 Reasons Why”), Goran Visnjic (“Timeless”), Drew Starkey (“Outer Banks”), Adam Faison (“Everything’s Gonna Be Okay”), Aoife Hinds (“Normal People”), Selina Lo (“Boss Level”) e Hiam Abbass (“Blade Runner 2049”). A dupla Ben Collins e Luke Piotrowski assina o roteiro, enquanto a direção ficou a cargo de David Bruckner. O trio é o mesmo responsável pelo terror “A Casa Sombria” (2020), com Rebecca Hall. A estreia está marcada para 7 de outubro. Veja abaixo o primeiro teaser da nova produção.

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    Novo Pinhead é destaque das fotos do reboot de “Hellraiser”

    2 de setembro de 2022 /

    A plataforma americana Hulu divulgou as primeiras fotos do reboot da franquia clássica de terror “Hellraiser”. Divulgadas nas redes sociais, apresentam o visual dos cenobitas e principalmente do monstro demoníaco Pinhead, símbolo da franquia, que retorna andrógino. Quem vive Pinhead na nova versão é a atriz Jamie Clayton, que teve destaque em “Sense8” e atualmente está na série “The L Word: Generation Q”. Ela é a primeira atriz transexual no papel do líder dos cenobitas, que até então tinha sido vivido por Doug Bradley em oito filmes, além de Stephan Smith Collins e Paul T. Taylor nas duas produções mais recentes. No livro de Clive Barker, o personagem não tem sexo definido. Concebido como um reboot da franquia iniciada em 1987, a produção também destaca em seu elenco Odessa A’zion (“Grand Army”), Brandon Flynn (“13 Reasons Why”), Goran Visnjic (“Timeless”), Drew Starkey (“Outer Banks”), Adam Faison (“Everything’s Gonna Be Okay”), Aoife Hinds (“Normal People”), Selina Lo (“Boss Level”) e Hiam Abbass (“Blade Runner 2049”). A dupla Ben Collins e Luke Piotrowski assina o roteiro, enquanto a direção ficou a cargo de David Bruckner. O trio é o mesmo responsável pelo terror “A Casa Sombria” (2020), com Rebecca Hall. A trama é baseada no livro “The Hellbound Heart”, de Clive Barker, que foi adaptado pelo próprio escritor no filme “Hellraiser – Renascido do Inferno”, em 1987. A história original envolvia um cubo sinistro, que prometia prazeres transcendentes, mas na verdade abria as portas do inferno, condenando almas a uma eternidade de sofrimento nas mãos dos terríveis cenobitas. Uma dessas vítimas era um homem chamado Frank, que em busca de prazeres proibidos encontra o artefato capaz de acessar outra dimensão e tem seu corpo dilacerado pelas criaturas. A partir daí, sua amante Julia faz de tudo para libertá-lo do inferno, praticando rituais sinistros sem que sua família desconfie de seus planos. Até que sua sobrinha Kirsty encontra o artefato maldito e, sem querer, também acaba invocando os cenobitas. O lançamento de “Hellraiser” causou enorme impacto com sua mistura de sadomasoquismo, pactos demoníacos, artefato maldito, ultraviolência gore e criaturas de pesadelos – com destaque para Pinhead, um cenobita que tem a cabeça inteira coberta por alfinetes. Virou um dos marcos do terror da década de 1980. O filme ganhou uma continuação oficial em 1988, baseada num conceito do próprio Barker, mas o sucesso acabou tirando a franquia das mãos de seu criador, resultando em produções cada vez mais fracas e distantes do clima original – assim como Jason, de “Sexta-Feira 13”, Pinhead também foi parar até numa nave espacial! Ao todo, dez filmes foram lançados, mas os seis últimos saíram direto em DVD – entre eles, “Hellraiser: Inferno” (2000), dirigido por Scott Derrickson, que depois ficou mais conhecido como diretor de “Doutor Estranho”. O último lançamento da franquia aconteceu em 2018, mas um projeto de refilmagem do original chegou a ser concebido ainda pela produtora Dimension dos irmãos Weinstein. Com o escândalo dos abusos sexuais de Harvey Weinstein, a Dimension entrou em colapso, fechou e os direitos de seus filmes foram adquiridos pela Spyglass. No ano passado, o estúdio contratou o roteirista David S. Goyer (de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) para criar uma nova premissa, que o diretor David Bruckner (“O Ritual”) tomou como ponto de partida para realizar o atual longa. A estreia está marcada para 7 de outubro. Pinhead has returned. A reimagined #Hellraiser from director David Bruckner premieres on October 7. pic.twitter.com/5Xnqqwybzu — Hulu (@hulu) September 1, 2022

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  • Filme

    Teaser anuncia data de estreia do reboot de “Hellraiser”

    24 de agosto de 2022 /

    A plataforma americana Hulu divulgou o primeiro teaser do reboot da franquia clássica de terror “Hellraiser”. A prévia curta apresenta rapidamente o visual do monstro demoníaco Pinhead, o logotipo e a data de estreia da produção. Quem vive Pinhead na nova versão é a atriz Jamie Clayton, que teve destaque em “Sense8” e atualmente está na série “The L Word: Generation Q”. Ela é a primeira atriz transexual no papel do líder dos cenobitas, que até então tinha sido vivido por Doug Bradley em oito filmes, além de Stephan Smith Collins e Paul T. Taylor nas duas produções mais recentes. No livro de Clive Barker, o personagem não tem sexo definido. Concebido como um reboot da franquia iniciada em 1987, a produção também destaca em seu elenco Odessa A’zion (“Grand Army”), Brandon Flynn (“13 Reasons Why”), Goran Visnjic (“Timeless”), Drew Starkey (“Outer Banks”), Adam Faison (“Everything’s Gonna Be Okay”), Aoife Hinds (“Normal People”), Selina Lo (“Boss Level”) e Hiam Abbass (“Blade Runner 2049”). A dupla Ben Collins e Luke Piotrowski assina o roteiro, enquanto a direção ficou a cargo de David Bruckner. O trio é o mesmo responsável pelo terror “A Casa Sombria” (2020), com Rebecca Hall. A trama é baseada no livro “The Hellbound Heart”, de Clive Barker, que foi adaptada pelo próprio escritor no primeiro filme da franquia, “Hellraiser – Renascido do Inferno”, em 1987. A história original envolvia um cubo sinistro, que prometia prazeres transcendentes, mas na verdade abria as portas do inferno, condenando almas a uma eternidade de sofrimento nas mãos dos terríveis Cenobitas. Uma dessas vítimas era um homem chamado Frank, que em busca de prazeres proibidos encontra o artefato capaz de acessar outra dimensão e tem seu corpo dilacerado pelos anjos do inferno. A partir daí, sua amante Julia faz de tudo para libertá-lo do inferno, praticando rituais sinistros sem que sua família desconfie de seus planos. Até que sua sobrinha Kirsty encontra o artefato maldito e, sem querer, acaba invocando os cenobitas. O lançamento de “Hellraiser” causou enorme impacto com sua mistura de sadomasoquismo, pactos demoníacos, artefato maldito, ultraviolência gore e criaturas de pesadelos – entre elas, o terrível Pinhead, um cenobita que tem a cabeça inteira coberta por alfinetes. Virou um dos marcos do terror da década de 1980. O filme ganhou uma continuação oficial em 1988, baseada num conceito do próprio Barker, mas o sucesso acabou tirando a franquia das mãos de seu criador, resultando em produções cada vez mais fracas e distantes do clima original – assim como Jason, de “Sexta-Feira 13”, Pinhead também foi parar até numa nave espacial! Ao todo, dez filmes foram lançados, mas os seis últimos saíram direto em DVD – entre eles, “Hellraiser: Inferno” (2000), dirigido por Scott Derrickson, que depois ficou mais conhecido como diretor de “Doutor Estranho”. O último lançamento da franquia aconteceu em 2018, mas um projeto de refilmagem do original chegou a ser concebido pela produtora Dimension dos irmãos Weinstein. Com o escândalo dos abusos sexuais de Harvey Weinstein, a Dimension entrou em colapso e os direitos foram adquiridos pela Spyglass, que no ano passado contratou o roteirista David S. Goyer (de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) para criar uma premissa, que o diretor David Bruckner (“O Ritual”) tomou como ponto de partida para realizar o longa. A estreia está marcada para 7 de outubro.

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  • Filme

    Estrela transexual de “Sense8” será Pinhead no reboot de “Hellraiser”

    7 de outubro de 2021 /

    A atriz Jamie Clayton, que teve destaque em “Sense8” e atualmente está na série “The L Word: Generation Q”, será a nova intérprete de Pinhead, vilão clássico da franquia de terror “Hellraiser”. Produzido pela Spyglass Media para a plataforma americana Hulu, o filme já completou sua produção, mas só agora seu elenco foi anunciado. Clayton será a primeira atriz transexual no papel do líder dos cenobitas, que até então tinha sido vivido por Doug Bradley em oito filmes, além de Stephan Smith Collins e Paul T. Taylor nas duas produções mais recentes. No livro de Clive Barker, o personagem não tem sexo definido. Concebido como um reboot da franquia iniciada em 1987, a produção também destaca em seu elenco Odessa A’zion (“Grand Army”), Brandon Flynn (“13 Reasons Why”), Goran Visnjic (“Timeless”), Drew Starkey (“Outer Banks”), Adam Faison (“Everything’s Gonna Be Okay”), Aoife Hinds (“Normal People”), Selina Lo (“Boss Level”) e Hiam Abbass (“Blade Runner 2049”). A dupla Ben Collins e Luke Piotrowski assina o roteiro, enquanto a direção ficou a cargo de David Bruckner. O trio é o mesmo responsável pelo terror “A Casa Sombria”, que está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros. Ainda não há previsão para a estreia do novo “Hellraiser”. Mas além deste filme, a franquia também vai render uma série na HBO, atualmente em desenvolvimento por Clive Barker, que escreveu o livro e dirigiu o primeiro filme dos personagens. A série também contará com roteiros de Mark Verheiden (criador da série do “Monstro do Pântano”) e Michael Dougherty (“Contos do Dia das Bruxas”) e direção de David Gordon Green (do novo “Halloween”).

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  • Série

    Everything’s Gonna Be Okay é renovada para 2ª temporada

    19 de maio de 2020 /

    Além de “Motherland: Fort Salem”, o canal pago americano Freeform também renovou a novata “Everything’s Gonna Be Okay”, comédia criada e estrelada pelo comediante australiano Josh Thomas. A nova série do astro e criador de “Please Like Me” (2013-2016) acompanha Nicholas (Thomas), um gay neurótico de 20 e poucos anos que, após a morte prematura de seu pai, é forçado a criar suas duas meias-irmãs adolescentes – e uma delas está no espectro do autismo. O elenco inclui Kayla Cromer (“South of Hell”) e Maeve Press (“Evil Lives Here”) como as irmãs, e ainda destaca Adam Faison (“Liberty Crossing”) como o namorado de Nicholas. A 1ª temporada se encerrou em 12 de março nos EUA, com uma média de apenas 175 mil espectadores por episódio. Mas é uma produção barata. Ainda não há previsão para o lançamento dos novos episódios.

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  • Série

    Liberty Crossing: Nova série de comédia com atriz de Teen Wolf ganha primeiro trailer

    6 de janeiro de 2018 /

    Há mais serviços de streaming que supõe a vã filosofia. Um deles é o go90, lançado em 2015 nos Estados Unidos pelo conglomerado de telecomunicações Verizon e reiniciado no ano passado após a confirmação de que ninguém o assistia – um exagero, já que conta com 2 milhões de assinantes. O reboot do serviço está a cargo de Richard Tom, criador do Hulu (e do Vessel, comprado e fechado pela Verizon), que encomendou novas séries para tentar chamar atenção do público. Uma delas é a comédia “Liberty Crossing”, que ganhou o primeiro trailer. Criada por Daniel Radosh (roteirista do programa de variedades “The Daily Show”) e coproduzida por Mason Novick (produtor de “Juno” e “(500) Dias com Ela”), a série faz comédia com o terrorismo. A trama acompanha analistas de inteligência numa agência de contra-terrorismo, que inventam teorias malucas para superar o tédio da burocracia de escritório. O elenco destaca Shelley Hennig (série “Teen Wolf”) como a jovem chefe da agência, além de Pete Ploszek (também de “Teen Wolf”), Calum Worthy (“American Vandal”), Adam Faison (“Here and Now”), Ashley Argota (“The Fosters”) e Chris Mulkey (“Whiplash – Em Busca da Pefeição”). Com oito episódios dirigidos pelo cineasta indie Todd Berger (“It’s a Disaster”), “Liberty Crossing” já estreia na segunda (8/1) nos Estados Unidos.

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