Filme que consumiu duas décadas da vida de Terry Gilliam ganha seu primeiro trailer
“The Man Who Killed Don Quixote” (O Homem que Matou Dom Quixote), o filme que consumiu duas décadas da vida de Terry Gilliam, ganhou seu primeiro pôster e trailer. E a prévia é vibrante, surreal e psicodélica como os melhores trabalhos do cineasta, que volta a lidar com as fronteiras da realidade e da imaginação febril, ao acompanhar um publicitário, que é confundido com Sancho Pança por um maluco que acredita ser Dom Quixote. A pré-produção deste projeto começou em 1998 e as primeiras filmagens aconteceram em 2000, com Johnny Depp (“Piratas do Caribe”) no papel principal, e foram tantos problemas, incluindo inundações, interferências das forças armadas espanholas e uma hérnia sofrida pelo astro, que a produção precisou ser interrompida e o filme abandonado. Todas as dificuldades enfrentadas pelo projeto foram registradas num documentário premiado, “Lost in La Mancha” (2002). Uma década depois, em 2010, Gilliam voltou a ficar perto de realizar seu projeto, chegando a filmar Ewan McGregor (“O Escritor Fantasma”) como protagonista e Robert Duvall (“O Juiz”) no papel de Dom Quixote, mas as filmagens foram novamente interrompidas, desta vez por problemas financeiros. Em 2015, ele chegou a anunciar uma nova tentativa, agora estrelada por Jack O’Connell (“Invencível”) e John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), mas a briga com um produtor português adiou o projeto e Hurt acabou morrendo em janeiro de 2017, precisando ser substituído em nova filmagem, desta vez definitiva. Assim, quem acabou filmando os papéis principais foram Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Jonathan Pryce (série “Game of Thrones”). O elenco final também inclui Olga Kurylenko (“Oblivion”), Stellan Skarsgård (“Ninfomaníaca”), Óscar Jaenada (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”), Jordi Mollà (“Riddick”), Sergi López (“Faces de uma Mulher”), Jason Watkins (série “Taboo”) e Rossy de Palma (“Madame”). Inspirado no clássico de Miguel de Cervantes, o filme gira em torno de um cansado diretor de comerciais que viaja para a Espanha para uma gravação, mas acaba embarcando numa jornada bizarra de volta no tempo, onde encontra Dom Quixote, que imediatamente o confunde com Sancho Pança e o arrasta para uma série de aventuras catastróficas. O filme ainda não tem previsão de estreia, porque o produtor português anteriormente mencionado entrou com um processo contra Gilliam por ter rodado o longa sem sua autorização. O caso será julgado em Paris em 15 de junho.
Maldição de Dom Quixote impede estreia do filme em que Terry Gilliam trabalha há 20 anos
A maldição de Dom Quixote ainda não acabou. Depois de passar duas décadas tentando filmar “The Man Who Killed Don Quixote” (O Homem que Matou Dom Quixote) e finalmente concluir a produção no ano passado, o cineasta Terry Gilliam não pode lançar o filme. Ele foi impedido por um produtor português, que levou o caso à justiça francesa. O Tribunal de Apelação de Paris realizou nesta quarta-feira (4/4) uma audiência sobre o filme, que envolve o cineasta de 77 anos e o produtor Paulo Branco, que comprou os direitos do longa através de sua empresa Alfama Films, baseada na França. A decisão da justiça francesa foi marcada para 15 de junho, data em que se saberá qual será o destino do filme. Por sua parte, Gilliam alega que Branco tinha se comprometido, entre outras coisas, a manter a data da filmagem em outubro de 2016 e a respeitar suas decisões artísticas. Mas, durante a pré-produção, os muitos desacordos entre ambos levaram o produtor a suspender o início das filmagens. Gilliam então considerou a parceria desfeita e procurou a produtora espanhola Tornasol, e com ela filmou o longa-metragem entre março e junho de 2017, na Espanha e Portugal. Neste meio tempo, o produtor tentou impedir as filmagens, mas sua iniciativa foi rejeitada em maio do ano passado por um tribunal de Paris. “Branco emprega toda a sua energia e seu tempo em impedir que este filme seja visto”, lamentou nesta quarta-feira o cineasta numa entrevista coletiva. “Suas petições são ridículas… Tenta arrecadar o máximo com um filme que não produziu”, acrescentou Gilliam, afirmando que Branco é quem lhe pede dinheiro, uma compensação de 3,5 milhões de euros. “É absolutamente falso, as decisões que devem ser tomadas sobre as quantias serão definidas evidentemente em uma mesa de negociação”, rebateu o produtor, afirmando que o filme orçado em “17 milhões de euros foi filmado de forma ilegal”. A briga judicial apenas prolonga a via crucis de Gilliam, que começou a pré-produção de “The Man Who Killed Don Quixote” em 1998, há exatos 20 anos. A filmagem original teve início em 2000, com Johnny Depp (“Piratas do Caribe”) no papel principal, e foram tantos problemas, incluindo inundações, interferências das forças armadas espanholas e uma hérnia sofrida pelo astro, que a produção precisou ser interrompida e o filme abandonado. Todas as dificuldades enfrentadas pelo projeto foram registradas num documentário premiado, “Lost in La Mancha” (2002). Uma década depois, em 2010, Gilliam voltou a ficar perto de realizar seu projeto, chegando a filmar Ewan McGregor (“O Escritor Fantasma”) como protagonista e Robert Duvall (“O Juiz”) no papel de Dom Quixote, mas as filmagens foram novamente interrompidas, desta vez por problemas financeiros. Em 2015, ele chegou a anunciar uma nova tentativa, agora estrelada por Jack O’Connell (“Invencível”) e John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), mas a briga com o produtor português adiou o projeto e Hurt acabou morrendo em janeiro de 2017, precisando ser substituído em nova filmagem, desta vez definitiva. Assim, quem acabou filmando os papéis principais foram Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Jonathan Pryce (série “Game of Thrones”). O elenco final também inclui Olga Kurylenko (“Oblivion”), Stellan Skarsgård (“Ninfomaníaca”), Óscar Jaenada (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”), Jordi Mollà (“Riddick”), Sergi López (“Faces de uma Mulher”), Jason Watkins (série “Taboo”) e Rossy de Palma (“Madame”). Inspirado no clássico de Miguel de Cervantes, o filme gira em torno de um cansado diretor de comerciais que viaja para a Espanha para uma gravação, mas acaba embarcando numa jornada bizarra de volta no tempo, onde encontra Dom Quixote, que imediatamente o confunde com Sancho Pança e o arrasta para uma série de aventuras catastróficas. É importante apontar que a produção só foi concluída devido ao envolvimento de uma plataforma de streaming: a Amazon. Enquanto estúdios de cinema deixaram Gilliam com a câmera na mão e a cara no chão, a Amazon foi quem entrou com o financiamento para o cineasta concretizar seu sonho, tomando a frente do projeto nos Estados Unidos, em associação com pequenas companhias europeias. Mas a jornada ainda não terminou. Após as filmagens, “The Man Who Killed Don Quixote” entrou no limbo judicial e ainda não tem previsão de estreia.
Origem de Rey ainda está em aberto, segundo diretor de Os Últimos Jedi
Fenômeno de público, Star Wars: Os Últimos Jedi já ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo – e ainda nem estreou na China. Mas isto não impediu o filme de render muitas polêmicas. Além do comportamento de Luke Skywalker (Mark Hamill), um dos pontos mais questionados pelos fãs é a questão da origem da protagonista Rey (Daisy Ridley). Numa cena de “Os Últimos Jedi”, Kylo Ren (Adam Driver) conta para Rey que seus pais eram catadores de lixo de Jakku, que trocaram a filha por um bilhete de ida ao planeta. Ou seja, ela seria alguém sem nenhuma linhagem nobre nem herança especial, o que frustrou os fãs, mas também alimentou mais um debate, com a possibilidade de Kylo estar mentindo. Indagado pelo site Huffington Post a respeito desta polêmica, o diretor e roteirista Rian Johnson preferiu sair pela tangente. “Qualquer coisa ainda está em aberto, e não sou quem escrevo o próximo filme”, disse, referindo-se ao diretor JJ Abrams e ao roteirista Chris Terrio, que estão desenvolvendo o final da trilogia. Há várias teorias de fãs, que acreditam que Rey é uma Skywalker esquecida, uma neta de Obi-Wan Kenobi ou mesmo descendente do imperador Palpatine. Mas, embora Johnson tenha dito anteriormente que Kylo foi sincero, ele também reconhece que a verdade sempre é algo bastante complexo no universo de “Star Wars”. A resposta deve vir em “Star Wars: Episódio IX”, ainda sem título definido e com estreia marcada apenas para dezembro de 2019.
Diálogos de Leia em Star Wars: Os Últimos Jedi foram criados por Carrie Fisher
O diretor Rian Johnson revelou que cenas de “Star Wars: Os Últimos Jedi” foram criadas com a colaboração de Carrie Fisher. Em entrevista ao site The Daily Beast, ele contou que a atriz era fã de piadas de frases curtas. “Ele pensava em piadas com muita facilidade”. Um desses exemplos aconteceu no reencontro entre Leia e Luke (Mark Hamill). “A cena em que ela senta com Luke e diz ‘eu mudei meu penteado’, obviamente, foi ela”. Durante uma discussão em painel em Star Wars Celebration em abril passado, ele chegou a descrever como foi o processo artístico de mexer um roteiro com ela. “Eu ia para a casa dela. Nós nos sentamos em sua cama por horas e revisávamos os roteiros. Tínhamos um fluxo de consciência que era quase um jazz, com sessões de improviso sobre o texto escrito. Ela gostava de rabiscar no meu roteiro tudo o que ela dizia e, no final de seis horas, surgia uma linha de diálogo de apenas quatro palavras que era a síntese de todo esse esforço, mas era brilhante”. Johnson cita a despedida entre Almirante Holdo (Laura Dern) e Leia. “Toda aquela cena com Holdo foi reescrita pos Carrie e Laura. Nós três nos reunimos e trabalhamos nela. E o coração da cena veio de Laura. O que ela diz não é apenas entre sua personagem e Leia, mas também entre Laura, e Carrie, querendo expressar o que Carrie significava para ela. A sua gratidão”. Na cena, Leia desabafa que está cansada com as perdas de pessoas queridas. “Não posso aguentar mais”. E Holdo sorri e a reconforta. “Claro que você pode”, diz ela. “Você me ensinou como”. Ele também lembra a cena final com Rey (Daisy Ridley), com a Resistência dizimada e a pergunta da jovem: “Como podemos construir uma rebelião com isso?” Leia responde com calma e certeza: “Temos tudo o que precisamos”. “Agora, quando vejo a performance de Fisher, eu me sinto… Deus, eu me sinto sortudo, sabe? Sinto-me afortunado por ter esse desempenho dela, sinto-me afortunado de termos tido esses momentos com ela. Sinto-me tão afortunado de que seus últimos momentos no filme, que estão no final do filme, são palavras de esperança ditas a Rey. Sim. Deus. Eu queria que ela estivesse aqui para vê-las.”
Os Últimos Jedi é o Star Wars mais diferente e surpreendente de todos
Quando JJ Abrams e o roteirista Lawrence Kasdan reiniciaram a franquia “Star Wars” em 2015 com “O Despertar da Força”, a aventura era simpática, divertida, mas, convenhamos, o enredo corria poucos riscos. Por trás dos números de mágica de Abrams, havia a sensação de quase um remake de “Star Wars: Uma Nova Esperança”, com os novos análogos da primeira Ordem e da Rebelião enfrentando novamente uma Estrela da Morte. Os fãs abraçaram a abordagem por nostalgia e por veneração. Nada mais. Felizmente, Rian Johnson, o roteirista e diretor de “Star Wars VIII: Os Últimos Jedi” dá de ombros pra veneração. Não que ele desgoste da mitologia. Há algumas cenas em que o diretor demonstra uma ternura, que talvez nunca tenhamos visto nos sete filmes anteriores da saga ou no spin-off “Rogue One”. Acontece que Johnson invade a sala de brinquedos e comporta-se como uma criança selvagem. Ele lança bonecos pro alto, desmonta as naves, destrói as torres de Lego e reconstrói novas edificações mutantes. Esse é o espírito de “Os Ultimos Jedis”. Johnson mergulha no universo com um entusiasmo sacana, e o filme, no fundo, vira um braço de força entre ele e um estúdio poderoso, detentor de uma visão rigorosa de como quer que os filmes sejam feitos, moldando as visões de seus diretores para apoiar uma estética corporativa unificada – um processo que mastigou e cuspiu Colin Trevorrow, Gareth Edwards, Phil Lord e Christopher Miller. Pensou diferente, e você está fora. Agora, olha o curioso: Rian Johnson pensa diferente. E o modo como ele dribla a máquina de fazer salsichas, é muito interessante. Seu filme respira, quase fisicamente, nesse hiato entre a dificuldade de se pôr em cena ou de obedecer as regras impostas. Se não, vejamos: Poe Dameron (Oscar Issac), o primeiro dos novos heróis que aparece em cena, é um piloto que desacata os superiores. Vive às turras com a General Leia Organa (Carrie Fisher). Coloca-se à frente da frota de destróieres da Primeira Ordem sozinho e provoca o general Hux, torcendo as palavras com a mesma habilidade que pilota um caça e dá cavalos de pau nas nuvens. Luke Skywalker (Mark Hamill) segue a mesma trilha. Um dia, foi um guerreiro destemido como Poe, o tempo passou e ele cansou. Virou o velho ermitão cínico. Não se sensibiliza com causa nenhuma. Quando Rey (Daisy Ridley) lhe entrega o sabre de luz, o cavaleiro jedi arremessa a relíquia no mato. Luke não aceita mais ordens, nem quer se aliar a esse ou a aquele outro grupo. Enquanto isso, Fin (John Boyega) acorda na nave dos rebeldes, já pronto para procurar Rey e lutar se for preciso, só não percebe um detalhe: está completamente nu andando pela nave. Temos ainda a adição de dois personagens adoráveis e igualmente excêntricos, o mercenário DJ, vivido por Benício Del Toro, um malandro decodificador de senhas que luta sempre do lado de quem oferece mais vantagens, e a meiga Rose Tico (Kelly Marie Tran), a simplória fã dos feitos extraordinários de Fin e Rey. Rose vive a ilusão de destruir a cidade-cassino onde os ricos vendedores de armas se divertem. Ela acha que eles não passam de uma escória por vender armas para a Primeira ordem, mas DJ dá um choque de realidade na menina, quando lhe mostra que essa mesma escória também vende armas para Resistência. Esse dilema, esse atrito entre buscar a independência ou se vender, tentando dentro do sistema manter uma certa pureza, reverbera em cada fotograma de “Os Últimos Jedis”. Multiplica-se inclusive, na cabeça de Rey, a heroína. Num dos grandes momentos do filme, Rey entra numa caverna e sua imagem se multiplica. Ela grita, tenta alcançar o fim deste encadeamento de Reys, mas elas continuam aumentando. Finalmente, no momento em que ela encontra o fim, uma sombra se aproxima e Rey fica feliz, assim como os espectadores ficam, porque acreditam que algo finalmente vai ser revelado. E o que seria essa revelação? Cada um deve assistir o filme e buscar sua própria leitura do que esse vulto representa. Enfim, todos são meio insolentes, inclusive Kylo Ren (Adam Driver), ao se recusar a tirar a máscara na frente do Lorde Supremo Snooke (Andy Serkys). O lorde dos vilães irritado chama o pupilo de criança mimada de capacete e Kylo sai da sala possesso. A cena é um alívio cômico para um personagem atormentado e, sem dúvida, o mais rico da história. Ele é odioso, recalcado, e até mesmo infantil em sua crueldade, mas sua resignação é dolorida e consegue ser profundamente tocante. Vem daí, aliás, a tortuosidade do filme, que se espalha em torno do triângulo psicológico que se desenvolve entre Kylo, Rey e Luke. A história desses três está vinculada e compartilhada por um mistério. Há uma revelação aqui que vai deixar os fãs de queixo caído. Mas antes disso, o espectador é brindado com uma abundância de duelos com espadas de luz, rivalidades e batalhas aéreas. O ritmo é espantoso, e a tarimba de Johnson advém de nunca deixar que o público se perca em meio as viagens entre as estrelas ou a profusão de personagens. Verdade, não temos mais Carrie Fisher, uma atriz eloqüente, para viver Leia Organa em outros filmes. A atriz, como todo mundo sabe, morreu no final do ano passado. Mas em cada cena que ela aparece, essa lembrança torna sua presença mais intensa. Carrie é a alma da Resistência. A beleza do filme, contudo, reside no controle e orquestração de Johnson. Um sujeito que organiza cada etapa, do roteiro a filmagem, da edição, a finalização, imprimindo sua filosofia própria: em cada detalhe sente-se a personalidade do diretor, nos diálogos, nas tiradas, nos desenvolvimentos dos personagens. Um defeito que foi se ampliando nos filmes de George Lucas, era a questão dos personagens secundários. Lucas sempre foi muito bom em criar novos vilões, mutantes e extraterrestres, mas as novas estrelas nem sempre tinham uma função forte. Não havia um desenho de desenvolvimento. Vide a profundidade que tiveram personagens como Boba Feet, Darth Maul ou o General Grievous. Lucas aumentava seu universo de bonecos, pensando em vender os brinquedos. Johnson criou um novo grupo, que obviamente também serão vendidos como brinquedos. Mas há uma sensível diferença aqui. Cada um dos novos tipos apresentados tem uma razão, uma motivação orgânica para estar em cena. Sejam os Porgs, as Raposas de Cristal ou os Fathiers, cavalos espaciais de orelhas cumpridas. O diretor nunca perde o fio da meada: o corpo físico briga com o psicológico, e no final, a questão de quem triunfa, é relativa. Quem bom que temos um filme onde o conforto é mandado pro espaço e onde as fronteiras são claras apenas para os que preferem se iludir. A arte de Johnson, como ele já tinha nos mostrado em “Looper – Assassinos do Futuro”, é empolgante por que não se fecha em raciocínio simples. É a arte da aventura da inquietude e da tormenta humana.
Pôsteres chineses de Star Wars: Os Últimos Jedi destacam personagens centrais
A Lucasfilm divulgou a coleção de pôsteres de personagens de “Star Wars: Os Últimos Jedi” produzidas para o mercado chinês. As imagens destacam os personagens centrais da trama: Rey (Daisy Ridley), Kylo Ren (Adam Driver), Luke Skywalker (Mark Hamill), General Leia (Carrie Fisher), Finn (John Boyega), Poe Dameron (Oscar Isaac) e até o robô R2-D2. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Personagem de Benício Del Toro será o primeiro hacker dos filmes de Star Wars
Conforme se aproxima a estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, começam a surgir mais detalhes sobre o filme, que ainda mantém grande parte de sua produção em sigilo. A novidade mais recente foi divulgada pela revista Empire, que revelou a primeira informação sobre DJ, o misterioso personagem interpretado por Benicio Del Toro (“Sicario”). De acordo com a publicação, DJ é um “slicer clandestino”. Embora “slicer” sugira alguém que corta coisas com um sabre de luz, o termo tem sido usado no universo estendido da saga espacial para definir hackers. Eles já aparecerem em livros, quadrinhos e videogames da franquia, mas nunca tinham sido incorporados numa trama cinematográfica. Com a confirmação, DJ acabará com uma longa tradição dos filmes de “Star Wars”, que até aqui mostraram que apenas droides sabem como usar computadores – além do ato simples de pressionar botões e esperar que algo aconteça. A extensão do papel e a importância de DJ deve permanecer desconhecida até a estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Mas o suspense não durará muito tempo. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), o filme estreia em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Novos pôsteres de Star Wars: Os Últimos Jedi destacam os heróis da trama
A Lucasfilm divulgou seis pôsteres de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, que destacam os heróis da trama: Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega), Poe Dameron (Oscar Isaac), Luke Skywalker (Mark Hamill), a General Leia (Carrie Fisher) e até o robô BB-8. Curiosamente, eles aparecem com trajes vermelhos que evocam sangue, mas também a cor das espadas-laser dos sith, os vilões marcados pelo lado negro da Força. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Scarlett Johansson e Adam Driver vão estrelar novo filme do diretor de Frances Ha
O diretor Noah Baumbach, responsável por comédias indies cultuadas como “Frances Ha” (2012), “Mistress America” (2015) e a recente “Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”, lançado pela Netflix, está juntando um grande elenco para seu próximo filme. Segundo a revista Variety, os atores Adam Driver (“Logan Lucky – Roubo em Família”), Scarlett Johansson (“Ghost in the Shell”), Laura Dern (da série “Big Little Lies”) e Merrit Wever (série “Nurse Jackie”) estarão no elenco da produção. Assim como “Os Meyerowitz”, o filme será financiado e distribuído pela Netflix. Mas por enquanto não há detalhes sobre a trama ou dos personagens que serão vividos pelos atores. O projeto não tem um título oficial até o momento, além de não possuir previsão de lançamento.
Novos vídeos de Star Wars: Os Últimos Jedi incluem cenas inéditas
“Star Wars: Os Últimos Jedi” ganhou dois novos vídeos. Um deles é legendado e não tem muitas novidades, além de letreiros que destacam os jovens antagonistas da trama, Rey (Daisy Ridley) e Kylo Ren (Adam Driver). Já o vídeo sem legendas traz algumas cenas inéditas e uma declaração importante de Rey para Luke Skywalker (Mark Hamill): “Kylo falhou com você. Eu não falharei!”. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” será o filme mais longo de toda a franquia espacial, com 150 minutos (2h30) de duração. A estreia acontece em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Star Wars: Os Últimos Jedi será o filme mais longo da franquia espacial
O diretor Rian Johnson confirmou o rumor de que “Star Wars: Os Últimos Jedi” será o filme mais longo de toda a franquia. Durante uma entrevista coletiva para promover o lançamento na França, Johnson revelou que o filme tem 150 minutos de duração. Ou seja, duas horas e meia. Até então, o filme mais longo da saga era “Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones” (2002), com 142 minutos. “A Disney nos deu ampla liberdade para escrever a história”, disse ele. “Foi algo muito orgânico. Para mim, foi como se eu trabalhasse em meus filmes antigos”. Além de anunciar a duração do filme, Johnson contou que Gareth Edwards, diretor de “Rogue One: Uma História Star Wars”, tem uma pequena figuração no longa, sem, entretanto, confirmar se ele estaria escondido sob os capacetes dos stormtroppers. Escrito e dirigido por Johnson, “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
O lado negro da Força avança em cinco comerciais e pôsteres de Star Wars: Os Últimos Jedi
A Lucasfilm divulgou cinco comerciais (sem legendas) e mais quatro pôsteres internacionais de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, que destacam o avanço do lado negro da Força. A reviravolta começa com o temor de Luke Skywalker (Mark Hamill) diante do poder de Rey (Daisy Ridley), que lhe lembra Kylo Ren (Adam Driver), seu antigo pupilo que renegou a Força. Mas também há lutas entre Finn (John Boyega) e Phasma (Gwendoline Christie) e uma missão perigosa do piloto Poe (Oscar Isaac), ordenada pela General Leia (Carrie Fisher). Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Adam Driver diz que Rey é uma princesa na saga Star Wars
O ator Adam Driver, intérprete de Kylo Ren na franquia “Star Wars”, soltou um spoiler bombástico durante uma entrevista para promover o próximo filme da saga, “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Ele revelou que Rey é na verdade uma princesa. A entrevista foi publicada pela revista GQ, durante uma conversa sobre as motivações de seu personagem, filho da Princesa/General Leia (Carrie Fisher) e Han Solo (Harrison Ford), que virou o novo vilão da trama. “Eu lembro de nossas conversas iniciais em que abrimos todas as camadas, retirando cada uma delas, e a personalidade que Kylo está fingindo ter não é quem ele realmente é. Ele é um jovem vulnerável que não sabe onde focar sua energia, mas quando ele põe a máscara, ele começa a interpretar um papel. J.J. [Abrams, diretor e roteirista de ‘O Despertar da Força’] teve essa ideia inicialmente, e acho que Rian [Johnson, diretor de ‘Os Últimos Jedi’] levou isso para outro nível’. É neste instante que Driver deixa escapar o spoiler sobre a personagem Rey, vivida por Daisy Ridley, envolta em muitos mistérios desde sua introdução em “Star Wars: O Despertar da Força”. “Você tem, também, a identidade secreta dessa princesa que está escondendo quem ela é de verdade para que possa sobreviver, e Kylo Ren e ela estão se escondendo atrás desses artifícios”, disse o ator. Pois aí está: Rey seria uma princesa, que esconde sua identidade real. As especulações podem começar. Seria Rey, filha de Leia ou seu irmão, Luke Skywalker (Mark Hamill)? Daisy Ridley já tinha dito, em uma entrevista anterior: “Eu acredito que a origem de Rey é mais importante do que ela mesmo acredita”. “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia no Brasil em 14 de dezembro.












