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    Cacá Diegues assume vaga na Academia Brasileira de Letras

    13 de abril de 2019 /

    O cineasta Cacá Diegues, um dos fundadores do Cinema Novo, assumiu na sexta-feira (12/4) sua vaga como novo imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ele foi eleito no dia 30 de agosto do ano passado para a cadeira número 7, sucedendo ao cineasta Nelson Pereira dos Santos, que morreu no dia 21 de abril de 2018. Cacá Diegues venceu dez concorrentes: Conceição Evaristo, Pedro Corrêa do Lago, Raul de Taunay, Remilson Soares Candeia, Francisco Regis Frota Araújo, Placidino Guerrieri Brigagão, Raquel Naveira, José Itamar Abreu Costa, José Carlos Gentili e Evangelina de Oliveira. Dos atuais 39 membros da ABL, apenas cinco são mulheres. Havia uma grande expectativa de que a cadeira fosse assumida por Conceição Evaristo, o que faria dela a primeira mulher negra a entrar para a ABL. Embora tenha existido uma mobilização nas redes sociais e uma campanha na internet com 25 mil assinaturas, a autora de “Ponciá Vivêncio” recebeu apenas um voto dos acadêmicos. Cacá Diegues é um dos grandes nomes do cinema brasileiro desde os anos 1960. Seus filmes já concorreram em três ocasiões à Palma de Ouro, no Festival de Cannes, e incluem clássicos como “Cinco vezes Favela” (1962), “Ganga Zumba” (1963), “Joana Francesa” (1973), “Xica da Silva” (1976), “Chuvas de Verão” (1978) e “Bye Bye Brasil” (1979). O filme mais recente do diretor, “O Grande Circo Místico”, também teve première em Cannes e foi o candidato brasileiro a uma vaga no Oscar passado. “A escolha da Academia pelo meu nome é também uma homenagem a Nelson, ao cinema brasileiro, a tudo que nós fizemos juntos e separados. É uma grande noite para o cinema brasileiro”, disse Diegues, após a cerimônia, em entrevista à TV Globo.

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    Academia Brasileira de Letras elege Cacá Diegues como novo imortal

    30 de agosto de 2018 /

    A Academia Brasileira de Letras anunciou nesta quinta-feira (30/1) que o cineasta Cacá Diegues, de 78 anos, foi eleito novo imortal. Ele assumirá a cadeira número 7, no lugar de outro diretor originário do Cinema Novo, Nelson Pereira dos Santos, morto em abril, aos 89 anos, após lutar contra um tumor no fígado. “Crítico refinado, diretor reconhecido além fronteiras. Sua entrada é uma homenagem ao saudoso Nelson Pereira dos Santos, de quem foi amigo, através das novas lentes que ambos construíram para ver mais longe a nossa realidade”, afirmou o Presidente da ABL, escritor Marco Lucchesi. Segundo o comunicado, Cacá Diegues recebeu 22 votos dos 24 acadêmicos presentes e mais 11 que votaram por cartas – três se ausentaram por motivo de saúde. A cadeira 7 teve como ocupantes anteriores Valentim Magalhães (fundador), Euclides da Cunha, Afrânio Peixoto, Afonso Pena Júnior, Hermes Lima e Pontes de Miranda. Cacá Diegues é um dos grandes nomes do cinema brasileiro desde os anos 1960. Seus filmes já concorreram em três ocasiões à Palma de Ouro, no Festival de Cannes, e incluem clássicos como “Cinco vezes Favela” (1962), “Ganga Zumba” (1963), “Joana Francesa” (1973), “Xica da Silva” (1976), “Chuvas de Verão” (1978) e “Bye Bye Brasil” (1979). Recentemente, ele voltou à Cannes para fazer a première mundial de seu novo filme, “O Grande Circo Místico” (2018), que estreia em 15 de novembro nos cinemas brasileiros. Havia uma grande expectativa de que a cadeira fosse assumida por Conceição Evaristo, o que faria dela a primeira mulher negra a entrar para a ABL. Embora tenha existido uma mobilização nas redes sociais e uma campanha na internet com 25 mil assinaturas, a autora de “Ponciá Vivêncio” recebeu apenas um voto dos acadêmicos. No Twitter, o nome da autora e da Academia Brasileira de Letras ficaram entre as primeiras posições do trending topics, ranking dos assuntos mais comentados na plataforma. Muitos criticaram o fato de Conceição ter recebido apenas um voto, “sem desmerecer o trabalho de Cacá Diegues”, como chegou a escrever um usuário da rede social.

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