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    Marilyn Manson sofre nova acusação de estupro na Justiça

    29 de maio de 2021 /

    Marilyn Manson sofreu uma nova acusação de estupro na Justiça de Los Angeles na sexta-feira (28/5). A denunciante não teve o nome revelado, mas é identificada como uma ex-namorada. Ela afirma ter iniciado um relacionamento com o cantor em 2011 e o acusa de tê-la “estuprado e agredido sexualmente de forma reiterada”. O caso mais grave teria acontecido quando ela devolveu a chave da casa, ao encerrar o relacionamento. Manson a teria colocado de bruços no chão, cometido o ato e a ameaçado de morte. A acusação também afirma que ela teria sido obrigada a assistir um vídeo em que o artista abusava sexualmente de uma fã. A suposta filmagem era de 1996 e mostrava o cantor forçando a fã a beber urina de um integrante da banda enquanto estava amarrada em uma cadeira. Gravado após um show da banda no Hollywood Bowl, em Los Angeles, o vídeo incluía atos sexuais, humilhações e uma arma. Uma fonte ligada a Manson, ouvida pelo site TMZ, afirmou que o vídeo era “um curta-metragem de ficção” com uma atriz adulta e que nunca foi exibido. Marilyn Manson vem sendo acusado de assédio, abuso e estupro desde fevereiro, quando a atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”), que é sua ex-namorada, resolveu contar o que sofreu em suas mãos. “Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens”, escreveu Wood em suas redes sociais na ocasião. “Estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. O desabafo estimulou outras mulheres a denunciarem o cantor, como a também atriz Esme Bianco (“Game of Thrones”), que foi a primeira a protocolar ação judicial contra Manson, afirmando ter sido agredida, esfaqueada e perseguida com machado pelo cantor. A ex-assistente de Manson, Ashley Walters, foi a segunda mulher a processá-lo por fatos semelhantes, acusando ainda Manson de tentar prostitui-la, oferecendo-a para seus amigos influentes da indústria. A polícia de Los Angeles encontra-se atualmente investigando estas e outras denúncias contra o roqueiro, que, após a onda de acusações, foi dispensado de sua gravadora, teve suas participações nas séries “American Gods” e “Creepshow” cortadas, e acabou ficando sem empresariamento artístico, encerrado por sua agência de talentos.

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  • Filme

    Kevin Spacey retoma carreira após acusações de assédio sexual

    23 de maio de 2021 /

    Kevin Spacey vai retomar sua carreira de ator, quatro anos após ser acusado de assédio e abuso sexual. Ele fará uma aparição no filme italiano “L’uomo Che Disegno Dio” (O homem que desenhou Deus, em tradução literal), que será dirigido pelo veterano ator Franco Nero (“Django”). “Estou muito feliz que Kevin concordou em participar do meu filme. Eu o considero um grande ator, e mal posso esperar para começar a produção”, disse Nero em entrevista ao canal ABC News. Procurado pela imprensa americana, Spacey afirmou que não vai comentar o assunto. Desde o começo do movimento #MeToo em 2017, ele foi acusado por pelo menos 20 homens de assédio e abuso sexual. Os crimes teriam acontecido entre 1995 e 2013, e algumas vítimas, como o ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”), eram menores de idade na ocasião. O último papel de destaque de Spacey foi em “O Clube dos Meninos Bilionários”, lançado em 2018, após as denúncias. Antes disso, em 2017, o diretor Ridley Scott fez questão de refilmar “Todo o Dinheiro do Mundo” para retirar o ator do longa, que já estava finalizado quando o escândalo estourou. Ele foi substituído por Christopher Plummer, que chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo desempenho. O ator ainda foi demitido da série “House of Cards” e teve um filme pronto como protagonista arquivado pela Netflix. A plataforma preferiu perder o dinheiro a lançar outra obra estrelada por ele. Mas Spacey também teve muita sorte. Dois acusadores, que abriram processo contra o ator, morreram antes do caso ir a justiça. O escritor norueguês Ari Behn, ex-marido da princesa da Noruega, cometeu suicídio no Natal de 2019, três meses após um massagista que acusava o ator falecer subitamente. Para completar, o ator teve outro processo, movido por um rapaz que tinha 18 anos na época do assédio, retirado abruptamente na véspera de ir a julgamento. Investigado por oficiais do Departamento de Abuso Infantil e Ofensas Sexuais de Los Angeles, ele enfrentava um total de seis denúncias criminais, mas as demais prescreveram ou não reuniram provas suficientes para ir a julgamento.

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  • Série

    Showrunner de “Bull” é demitido por abusos morais

    22 de maio de 2021 /

    A rede CBS demitiu o produtor Glenn Gordon Caron, showrunner da série “Bull”, após denúncia dos roteiristas da produção sobre abusos morais e a transformação do ambiente de trabalho num local tóxico. O ator Freddy Rodriguez, que estava na atração desde estreia, também deixou o elenco, mas sua saída não foi acompanhada por maiores justificativas. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, a CBS iniciou uma investigação privada sobre os bastidores da produção após roteiristas reclamarem que foram demitidos sem razão aparente pelo showrunner após a conclusão da 5ª temporada, no último dia 17 de maio, nos EUA. Escritores envolvidos na produção falaram à reportagem, sob condição de anonimato, que o produtor era desrespeitoso com os funcionários. “Todo mundo ficava tenso o tempo todo. No mínimo, todos ali tinham crises de ansiedade”, denunciou um roteirista. Não é a primeira vez que o produtor é acusado de ser abusivo. Roteiristas de sua série anterior, “Medium” (2005-2011), também denunciaram o mau comportamento. “Era um ambiente tóxico enquanto estive lá. E, agora que tenho mais experiência, posso dizer que há outras maneiras de dizer que os roteiros não funcionam sem precisar atacar os escritores de maneira cruel”, disse Melinda Hsu Taylor ao Hollywood Reporter. Também não é a primeira vez que abusos são denunciados nos bastidores de “Bull”. A atriz Eliza Dushku chegou a receber US$ 9,5 milhões em compensações da CBS depois de acusar a rede de demiti-la por ter denunciado assédio do protagonista da atração, Michael Weatherly. Apesar da acusação da atriz, a rede continuou a renovar a série e manter Weatherly como astro. “Mais de 10 milhões de pessoas veem ‘Bull’ toda semana. Michael é adorado pelo nosso público e, mesmo depois dessas denúncias, todo mundo continua assistindo. Então, é uma atração popular que queremos manter no ar”, disse sem rodeios o presidente da emissora, Kelly Kahl, em 2019. Renovada para sua 6ª temporada, a série agora será comandada por duas mulheres, Kathryn Price e Nichole Millard, que já faziam parte do time de roteiristas da atração. Nem o produtor Glenn Gordon Caron e nem o ator Freddy Rodriguez emitiram pronunciamentos sobre suas saídas. No Brasil, “Bull” é exibida pelo canal pago A&E.

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  • Etc

    Ex-assistente processa Marilyn Manson por abusos sexuais

    19 de maio de 2021 /

    Marilyn Manson está sofrendo um segundo processo por abusos sexuais. Segundo apurou a Page Six – coluna e site de celebridades do jornal New York Post – , desta vez as denúncias partem de uma ex-assistente, Ashley Walters. Os dois se conheceram em 2010 por uma rede social. Manson teria se mostrado interessado em seu trabalho como fotógrafa e fez uma proposta para que ela o retratasse. Ashley conta que foi até a casa do cantor, onde ele insistiu em realizar um ensaio fotográfico tarde da noite e, em um certo ponto, pediu para que ela tirasse a blusa. Em sua acusação, a ex-assistente alega que, depois das fotos, Manson a empurrou para a cama, usou o peso de seu próprio corpo para prendê-la e tentou beijá-la à força. Ele ainda teria mordido a orelha de Ashley e colocado a mão da profissional em sua cueca. Ela disse que, na época, acreditou que Manson “provavelmente” não havia cometido abuso, pois as coisas pararam naquele ponto. Depois disso, ele lhe ofereceu um emprego como sua assistente pessoal, propondo o dobro do salário que recebia. Mas quando começou a trabalhar, a jovem se viu forçada a virar noites para acompanhar a agenda noturna do cantor, regada a festas e drogas. Ela alega que Manson a ameaçava, jogava pratos nela e a empurrava contra a parede por qualquer coisa. Ela denunciou que Manson até teria enviado uma foto de ferimentos que causou na atriz Esmé Bianco com a mensagem “está vendo só o que acontece?”. Integrante do elenco de “Game of Thrones”, Esmé Bianco é responsável pelo primeiro processo aberto contra Manson na Justiça, afirmando ter sido agredida, esfaqueada e perseguida com machado pelo cantor. Em seu próprio processo, Ashley Walters ainda acusa Manson de tentar prostitui-la, oferecendo-a para seus amigos influentes da indústria, incluindo um diretor que teria abusado sexualmente dela. Ela diz que se sentia como propriedade do ex-chefe. Um membro da equipe de Manson “negou veementemente” todas as acusações de abuso para a Page Six. Mas uma fonte próxima ao cantor, que preferiu não se identificar, afirmou que aquele era realmente o comportamento de Manson, que mandava a ex-assistente sentar no colo de outros homens. Outros detalhes da acusação incluem obrigar Ashley e a ex-noiva de Manson, Evan Rachel Wood, a posar junto com a coleção de itens nazistas do cantor, que usava as fotos para chantageá-las. Estrela da série “Westworld”, Evan Rachel Wood foi a primeira a denunciar publicamente o comportamento de Manson, mencionado que estava cansada de se calar por medo de chantagens, enquanto outras garotas continuavam a ser abusadas. “Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens”, escreveu Wood em suas redes sociais em fevereiro passado. “Estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. Walters afirma que o abuso físico e psicológico que Wood e Esmé Bianco denunciaram foram muito similares à sua própria experiência. Marilyn Manson demitiu Walters em 2011. Antes disso, teria invadido o Facebook da ex-assistente. Segundo a denunciante, o cantor a acusou de roubo e continuou ameaçando-a de forma contínua mesmo depois de sua demissão. Em sua primeira e até aqui única manifestação sobre as denúncias, antes das ações na Justiça, Manson alegou que os abusos denunciados eram práticas consensuais entre adultos. “Obviamente, minha arte e minha vida sempre foram ímãs para polêmica, mas essas afirmações recentes sobre mim são horríveis distorções da realidade”, ele escreveu no Instagram em fevereiro. “Meus relacionamentos íntimos sempre foram inteiramente consensuais com parceiros que pensam como eu. Independentemente de como – e por que – os outros agora estão optando por representar mal o passado, essa é a verdade. ” Após a onda de acusações, Manson foi dispensado de sua gravadora, teve suas participações nas séries “American Gods” e “Creepshow” cortadas, e acabou ficando sem empresariamento artístico, com o rompimento de seu contrato pela agência de talentos CAA, uma das maiores de Hollywood.

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    Gal Gadot confirma que Joss Whedon ameaçou destruir sua carreira

    8 de maio de 2021 /

    A atriz Gal Gadot confirmou relatos sobre sua relação conturbada com o diretor Joss Whedon, durante as refilmagens de “Liga da Justiça”, afirmando que ele realmente ameaçou destruir sua carreira durante uma discussão. “O que eu tive com Joss, basicamente, foi que ele ameaçou minha carreira e disse que se, eu fizesse alguma coisa, ele tornaria minha carreira miserável, e eu simplesmente resolvi na hora”, afirmou a intérprete da Mulher-Maravilha numa entrevista que foi ao ar neste sábado (8/5) no Canal 12 de Israel, país natal da atriz. O relato confirma uma reportagem publicada pela revista The Hollywood Reporter no começo de abril passado. Na época, ela não quis entrar em detalhes, dizendo apenas, em um comunicado: “Eu tive meus problemas com [Whedon] e a Warner Bros. lidou com isso em tempo hábil.” Em sua apuração, o THR publicou que Gadot teve várias discussões com Whedon durante “Liga da Justiça”, incluindo “questões sobre sua personagem ser mais agressiva do que em ‘Mulher-Maravilha'”. “Ela queria fazer a personagem fluir de um filme para o outro”, disse uma fonte à publicação. O maior conflito teria acontecido quando Whedon pressionou Gadot a gravar falas de que ela não gostava. Foi quando ele teria ameaçado prejudicar sua carreira, pressionando-a a dizer o que ele tinha escrito. Durante as discussões, Whedon também teria diminuído o trabalho da diretora Patty Jenkins em “Mulher-Maravilha”. Uma testemunha da produção alegou que, após um confronto, “Joss ficou se gabando de ter colocado Gal no seu lugar. Ele disse que era o escritor e que ela calasse a boca e dissesse suas falas, pois podia fazê-la parecer incrivelmente estúpida neste filme.” Na verdade, porém, quem acabou colocado no seu lugar foi Whedon. Gadot não se sujeitou ao abuso e, como disse, resolveu na hora. Ela se juntou à Patty Jenkins e levou suas queixas diretamente ao então presidente da Warner, Kevin Tsujihara. E não filmou as cenas com as quais não concordava. Mesmo assim, uma das cenas estúpidas, que Joss ameaçou filmar, acabou entrando no longa. A atriz se recusou a gravar uma sequência em que o Flash cai sobre a Mulher-Maravilha, gerando uma situação de desconforto. Então, Whedon simplesmente colocou uma dublê em seu lugar e incluiu a piada sem graça na versão de cinema de “Liga da Justiça”. Ele já tinha feito a mesma cena com Bruce Banner/Hulk e Viúva Negra em “Vingadores: Era de Ultron”. Em julho do ano passado, o ator Ray Fisher, intérprete do Ciborgue, resolveu tornar pública sua insatisfação com o que aconteceu nos bastidores do filme. Ele usou as redes sociais para denunciar o comportamento do cineasta no set, definindo-o como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam Whedon, que entrou na produção na parte final, para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. A WarnerMedia tentou abafar a polêmica, mas Jason Momoa, o Aquaman, impediu ao apoiar Fisher publicamente e escrever em setembro em seu Instagram que “coisas sérias aconteceram” e que “pessoas precisam ser responsabilizadas” pelo que houve em “Liga da Justiça”. Em dezembro, Gadot se pronunciou pela primeira vez sobre o assunto, em entrevista ao jornal Los Angeles Times, mencionando seu conflito com o diretor. “Eu não estava presente quando Joss Whedon filmou com outros meninos [do elenco]. Mas tive minha própria experiência com ele, que não foi a melhor, e tomei providências quando isso aconteceu. Eu levei minha denúncia aos chefes [da Warner], e eles deram um jeito”, comentou na ocasião. Como estava promovendo “Mulher-Maravilha 1984”, a atriz não quis detalhar qual tinha sido seu problema com Whedon, mas mencionou que tinha ficado “feliz que Ray tenha se apresentado e esteja contando a sua verdade”. Devido às denúncias públicas, a WarnerMedia contratou uma investigação particular independente para descobrir o que realmente tinha havido. Gadot foi uma das testemunhas. “Eu sei que eles fizeram uma investigação muito completa, tendo como parâmetro o tempo que passei com eles”, contou a atriz, também em dezembro, à revista Variety. A WarnerMedia emitiu um comunicado oficial em 11 de dezembro, afirmando que havia concluído sua investigação sobre os bastidores do filme e, sem mencionar nomes, acrescentou que “medidas corretivas foram tomadas”. Poucos dias antes, Joss Whedon anunciou que estava se afastando de outro projeto do estúdio, a série “The Nevers”, que ele criou e foi recentemente lançada na HBO – citando exaustão e “acontecimentos sem precedentes” de 2020 que afetaram sua vida de “maneiras que jamais poderia ter imaginado”.

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  • Filme

    Vilã de “Homem-Formiga e a Vespa” será Red Sonja no cinema

    5 de maio de 2021 /

    O filme de Red Sonja encontrou sua protagonista. A atriz inglesa Hannah John-Kamen, que estrelou a série “Killjoys” e enfrentou “Homem-Formiga e a Vespa”, será a nova versão da guerreira dos quadrinhos no cinema. Há anos em desenvolvimento na Millennium Films, a produção será dirigida por Joey Soloway, que era conhecida como Jill Soloway quando criou a série sobre transexualidade “Transparent”. Ela substitui o cineasta Bryan Singer no projeto, afastado após ser acusado de assédio sexual e ganhar fama de irresponsável pelo abandono das filmagens de “Bohemian Rhapsody” antes do fim. Além de dirigir, Soloway assina o roteiro em parceria com Tasha Huo, responsável pela vindoura série de animação de “Tomb Raider” para a Netflix. “Hannah é uma atriz muito talentosa que temos seguido há anos e ela é Red Sonja”, disse Soloway em um comunicado. “Seu alcance, sensibilidade e força são qualidades que temos procurado e não poderíamos estar mais animados para embarcar nesta jornada juntos.” A personagem habita o mesmo universo hiboriano de Conan, o Bárbaro, mas a guerreira não é uma criação literária – de Robert E. Howard. Red Sonja é uma personagem de quadrinhos, concebida pelo escritor e editor Roy Thomas, o substituto de Stan Lee na Marvel, como coadjuvante de uma revista de “Conan” desenhada por Barry Windsor-Smith em 1973. Thomas se inspirou em diferentes personagens femininas de Howard – como a pirata Red Sonya de Rogatino – , mas sua criação é original e também teve grande contribuição do espanhol Esteban Maroto, que mais tarde desenhou o famoso biquíni de metal vestido pela heroína. Sua história pode ser resumida com o texto usado por Roy Thomas para introduzi-la nos anos 1970: “Cerca de 12 mil anos atrás, nos mesmos dias em que Conan da Ciméria caminhava sobre a Terra, surgiu Sonja, a guerreira hirkaniana de cabelos cor de fogo. Forçada a abandonar sua nação por ter assassinado um rei, ela fugiu para o leste… Onde tornou sua espada uma lenda e imortalizou seu nome em todos os reinos hiborianos”. Os leitores se apaixonaram e a coadjuvante acabou promovida a protagonista de sua própria revista, que durou de 1975 a 1986. Vale observar que uma personagem com o mesmo nome voltou aos quadrinhos em 2005, editada pela Dynamite Comics. Mas não é a mesma heroína e sim uma parente distante da Red Sonja original. O projeto de filmar Red Sonja começou a tomar corpo em 2008, quando o cineasta Robert Rodriguez (“Sin City”) escalou sua então namorada Rose McGowan (“Planeta Terror”) como a guerreira. Ilustrações da atriz no biquíni de bolinhas metálicas chegaram a ser divulgadas numa Comic-Con, mas o casal brigou e McGowan virou bruxa, literalmente, em “Conan, o Bárbaro” (2011). Rodriguez tentou manter o filme em pé, com Megan Fox (“As Tartarugas Ninja”) no papel principal. Mas a Millennium preferiu recomeçar do zero, contratando Simon West (“Lara Croft: Tomb Raider”) como diretor e Amber Heard (“3 Dias para Matar”) como Sonja. Os planos previam começar as filmagens logo após o lançamento de “Conan”, estrelado por Jason Momoa, mas não levaram em conta a possibilidade de fracasso daquele filme. Isto aconteceu e aquela encarnação de Red Sonja foi fulminada. Uma ironia é que, seis anos depois, Amber Heard e Jason Momoa foram fazer par em “Liga da Justiça” e “Aquaman”. A Millennium chegou a se animar com a possibilidade de Bryan Singer comandar o filme, oferecendo uma fortuna para o diretor dos longas dos “X-Men” ajudar a lançar outra franquia de quadrinhos. Por isso, a contratação de Soloway representa uma reviravolta completa para a produção, já que a personagem, que luta em trajes mínimos, é uma musa de fantasias adolescentes masculinas. Soloway é conhecida por trazer uma forte perspectiva feminina e por temas de gênero e inclusão em seus projetos. A primeira mudança de sua abordagem é a contratação de uma atriz negra para o papel da famosa ruiva de pele pálida e cabelos cor de fogo. Hannah John-Kamen não pode ser mais diferente da dinamarquesa Brigitte Nielsen, a primeira intérprete da heroína nas telas – em “Guerreiros de Fogo”, de 1985. Mas, por outro lado, já provou ter grande capacidade física para cenas de ação. Quem não tem a menor experiência no gênero é a própria Soloway. Além de criar “Transparent” e a já cancelada “I Love Dick”, ambas na plataforma da Amazon, ela possui apenas um longa-metragem em seu currículo de direção: “As Delícias da Tarde” (2013), uma comédia indie em que uma dona de casa estabelece amizade com uma adolescente dançarina de striptease. A nova “Red Sonja” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Etc,  Série

    Séries estreladas por Noel Clarke são interrompidas após denúncias de abusos

    1 de maio de 2021 /

    Os canais britânicos ITV e Sky romperam suas relações profissionais com o ator, diretor e produtor Noel Clarke, após uma reportagem publicada na quinta (29/4) pelo jornal The Guardian trazer denúncias de mais de 20 mulheres contra o comportamento do artista, classificado como sexualmente abusivo. O último capítulo da minissérie “Viewpoint”, que deveria ter ido ao ar na sexta na rede ITV, não foi exibido e a atração deve ficar sem desfecho. Além disso, o canal pago Sky anunciou que não voltará a trabalhar com Clarke, inclusive na encomendada 4ª temporada da série policial “Bulletproof”, que deve ser cancelada porque, além de ser estrelada pelo artista, também era produzida por ele. Nos EUA, a rede The CW, que exibe a atração, afirmou que não pretende continuar a transmiti-la. O artigo do Guardian contém depoimentos nominais e em off de várias mulheres que trabalharam com o astro em uma variedade de projetos de cinema e TV nos últimos anos, trazendo alegações que vão desde toques inadequados até a filmagem secreta de uma atriz nua durante uma audição. As denúncias assumidas foram feitas por Gina Powell, que trabalhou para Clarke como produtora por três anos, e a atriz Jahannah James, que apareceu no filme “Brotherhood” (2016), final da trilogia que Clarke dirigiu e estrelou. A notícia chocou a indústria britânica porque o astro sempre foi considerado uma personalidade complexa, mas nunca deixou de ser aplaudido ao longo de sua carreira por seu firme compromisso em promover a diversidade e a representação no cinema e TV britânicos. Ele se tornou popular graças à sua participação marcante nas primeiras temporadas do revival de “Doctor Who” de 2005 e abriu as portas para a representatividade da juventude negra na indústria britânica com o sucesso de seu filme “Juventude Rebelde” (Kidulthood) em 2006, além das sequências que completaram a trilogia. Por suas realizações, ele até foi homenageado no BAFTA Awards (o Oscar britânico) deste ano, que aconteceu há apenas duas semanas, com um prêmio especial de contribuição para o Cinema britânico. De acordo com a investigação do Guardian, o BAFTA estava ciente das acusações contra Clarke antes de conceder-lhe o prêmio, mas como eram anônimas decidiu ir em frente apesar da perspectiva da história vir à público. Após o jornal The Guardian trazer declarações de mulheres conhecidas, a Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas suspendeu o artista. “À luz das alegações de má conduta grave em relação a Noel Clarke no The Guardian, a BAFTA tomou a decisão de suspender sua filiação e o prêmio especial imediatamente e até novo aviso”, disse a instituição por comunicado. Além disso, ele foi dispensado pela agência de talentos CAA, que cuidava de sua carreira, e sua produtora Unstoppable Entertainment perdeu o apoio da All3Media, que fornecia o financiamento para a realização de seus projetos. “Temos uma abordagem de tolerância zero para abuso, intimidação e assédio”, disse um porta-voz da All3Media. A princípio, Clarke negou firmemente todas as alegações. “Em uma carreira de 20 anos, coloquei a inclusão e a diversidade como foco do meu trabalho e nunca tive uma reclamação contra mim”, afirmou o artista num primeiro comunicado. “Se alguém que trabalhou comigo alguma vez se sentiu incomodado ou desrespeitado, peço desculpas sinceramente. Eu nego veementemente qualquer má conduta sexual ou delito e pretendo me defender contra essas falsas alegações. ” Mas conforme as consequências foram ficando mais claras para o artista, inclusive com o encaminhamento de uma denúncia criminal para a Política Metropolitana de Londres, ele acrescentou que estava “buscando ajuda profissional para me educar e mudar para melhor”.

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  • Etc,  Música

    Atriz de “Game of Thrones” processa Marilyn Manson por abuso sexual

    30 de abril de 2021 /

    Depois das denúncias na mídia e nas redes sociais, Marilyn Manson também virou alvo de um processo por abuso sexual. A atriz Esme Bianco, conhecida pelo papel de Ros em “Game of Thrones”, entrou na Justiça contra o roqueiro por supostamente drogá-la, torturá-la e estuprá-la em um incidente datado de 2009. Bianco falou inicialmente sobre sua experiência com Manson ao New York Magazine em fevereiro passado, contando até ter sido esfaqueada, mas a ação criminal detalha de forma ainda mais explícita a denúncia da suposta violência do cantor. A queixa, apresentada nesta sexta-feira (30/4) no Tribunal Distrital da Califórnia, também denuncia o empresário do artista, Tony Ciulla, por tráfico humano, ao trazê-la de Londres para Los Angeles sob o pretexto de contratá-la para um videoclipe que nunca foi lançado e um filme que nunca foi feito. De acordo com a atriz, ela foi contatada em 2009 sobre a possibilidade de estrelar um clipe. Mas quando Bianco chegou à casa do artista em Los Angeles (EUA), no entanto, só quem a aguardava era o próprio Manson com uma câmera. Garantindo que tudo seria usado no vídeo, o roqueiro a fez ficar só de lingerie, ameaçou estuprá-la e agredi-la, a amarrou em um oratório antigo que ele tinha em um quarto de sua casa, passando a chicoteá-la e eletrocutá-la. O clipe em questão nunca foi lançado, mas Bianco disse que Manson utilizou “drogas, ameaças e violência” para mantê-la sob o seu controle por anos depois das “gravações”, prometendo papel em seu projeto cinematográfico “Phantasmagoria”, com novas cenas degradantes e que também nunca foi lançado, e alimentando expectativas numa lavagem cerebral que a fez morar com ele em 2011. Nesta época, segundo a atriz, Manson a obrigava a ficar dias sem dormir, a xingava quando ela reclamava do tratamento que recebia e a estuprava frequente e violentamente. Em uma ocasião, o roqueiro teria cortado Bianco com uma faca e postado as imagens das feridas nas redes sociais, sem a permissão dela. Os advogados de Marilyn Manson ainda não comentaram sobre o processo. As acusações contra o cantor vieram à tona após Evan Rachel Wood, que namorou Manson entre 2006 e 2010, romper o silêncio. “Ele começou a me assediar quando eu ainda era uma adolescente e abusou terrivelmente de mim por anos. Eu sofri uma lavagem cerebral e fui manipulada à submissão”, ela escreveu em seu Instagram no dia 1º de fevereiro. A denúncia abriu as portas para várias outras mulheres fazerem acusações semelhantes. Manson, entretanto, nega tudo, dizendo que as relações sádicas foram consensuais. “Essas recentes declarações a meu respeito são distorções horríveis da realidade. Meus relacionamentos íntimos sempre foram completamente consensuais”. Após a onda de acusações, Manson foi dispensado de sua gravadora, teve suas participações nas séries “American Gods” e “Creepshow” cortadas, e acabou ficando sem empresariamento artístico, com o rompimento de seu contrato pela agência de talentos CAA, uma das maiores de Hollywood. O processo de Bianco é o primeiro das alegadas vítimas do cantor que chega na Justiça, mudando a situação de patamar.

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  • Etc

    Noel Clarke é suspenso da Academia britânica após denúncias de mais de 20 mulheres

    29 de abril de 2021 /

    O ator Noel Clarke, que ficou conhecido ao participar das duas primeiras temporadas do revival de “Doctor Who”, foi suspenso pela BAFTA (Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas) após uma reportagem publicada nesta quinta (29/4) pelo jornal The Guardian. O artigo traz denúncias de mais de 20 mulheres contra o comportamento do artista, classificado como sexualmente abusivo. Além de ator, Clarke é um cineasta, roteirista e produtor de cinema e TV importante do Reino Unido, que abriu portas para a representatividade da juventude negra na indústria britânica com o sucesso de seu filme “Juventude Rebelde” (Kidulthood) em 2006 e as sequências que completaram a trilogia. Ele também é o astro e um dos produtores da série policial “Bulletproof”, atualmente renovada para a 4ª temporada. O artigo do Guardian contém depoimentos nominais e em off de várias mulheres que trabalharam com o astro em uma variedade de projetos de cinema e TV nos últimos anos, trazendo alegações que vão desde toques inadequados até a filmagem secreta de uma atriz nua durante uma audição. As denúncias assumidas foram feitas por Gina Powell, que trabalhou para Clarke como produtora por três anos, e a atriz Jahannah James, que apareceu no filme “Brotherhood” (2016), final da trilogia que Clarke dirigiu e estrelou. A notícia chocou a indústria britânica. O astro sempre foi considerado uma personalidade complexa, mas nunca deixou de ser aplaudido ao longo de sua carreira por seu firme compromisso em promover a diversidade e a representação no cinema e TV britânicos. Por suas realizações, ele até foi homenageado no BAFTA Awards deste ano, que aconteceu há apenas duas semanas, com um prêmio especial de contribuição para o Cinema britânico. De acordo com a investigação do Guardian, o BAFTA estava ciente das acusações contra Clarke antes de conceder-lhe o prêmio, mas decidiu ir em frente apesar da perspectiva das denúncias virem à público. O único comentário da BAFTA sobre a polêmica foi a declaração sobre a suspensão do artista. “À luz das alegações de má conduta grave em relação a Noel Clarke no The Guardian, a BAFTA tomou a decisão de suspender sua filiação e o prêmio especial imediatamente e até novo aviso”, diz o comunicado da instituição. Esta não foi a única consequência da denúncia. O ator-cineasta é co-proprietário da empresa de produção Unstoppable Entertainment, financiada pela All3Media, que, após a repercussão negativa, anunciou que fará uma investigação independente sobre seu comportamento na condução de negócios da produtora. “Temos uma abordagem de tolerância zero para abuso, intimidação e assédio. Levamos alegações desse tipo extremamente a sério e estamos examinando isso com urgência”, disse um porta-voz da All3Media. Clarke nega firmemente todas as alegações. “Em uma carreira de 20 anos, coloquei a inclusão e a diversidade como foco do meu trabalho e nunca tive uma reclamação contra mim”, afirmou o artista em comunicado. “Se alguém que trabalhou comigo alguma vez se sentiu incomodado ou desrespeitado, peço desculpas sinceramente. Eu nego veementemente qualquer má conduta sexual ou delito e pretendo me defender contra essas falsas alegações. ” Veja abaixo o discurso eloquente de Clarke ao receber a homenagem da Academia britânica em 11 de abril passado, 12 anos após receber seu primeiro troféu BAFTA como Ator Revelação.

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  • Etc,  Filme

    Estrela de “Manhattan”, Mariel Hemingway defende Woody Allen

    15 de abril de 2021 /

    A atriz Mariel Hemingway, estrela do clássico “Manhattan”, de Woody Allen, defendeu o diretor durante uma conversa com Anne Heche e Heather Duffy no podcast “Better Together with Anne & Heather”. No filme de 1979, a neta do escritor Ernest Hemingway interpretou uma estudante de Ensino Médio de 17 anos que começa a namorar um escritor de comédias televisivas de 42 anos, com dois divórcios no passado, vivido pelo próprio Allen. Na época de seu lançamento, o filme de comédia romântica em preto e branco não despertou protestos por conta desse relacionamento, tornando-se na verdade, a segunda maior bilheteria (quando ajustada pela inflação) do diretor. Mas em 2021 foi usado como “prova” de que Allen seria um pedófilo. No podcast, Mariel concordou que o filme pode ser considerado polêmico hoje em dia, devido ao romance entre um adulto e uma menor. “Não quero justificar nenhum comportamento”, ela afirmou, “mas esse filme provavelmente não poderia ser lançado hoje”. Hemingway disse que não viu a série documental “Allen v. Farrow”, da HBO, que usa “Manhattan” em sua argumentação contra Allen, buscando comprovar que o diretor teria abusado de sua filha adotiva Dylan Farrow aos 7 anos. A menina acusa Allen de abusar sexualmente dela em 1992, situação que foi investigada duas vezes pela Justiça na época, descartando a denúncia. Para a atriz, é muito difícil discutir essa situação, porque sua experiência ao trabalhar com Allen em “Manhattan” foi maravilhosa. “É um pouco delicado para mim, porque ele nunca me desrespeitou ou foi desagradável”, disse Hemingway. “Não conheço Mia, não conheço Ronan e não conheço Dylan. Eu não conheço essa história. Não é minha história para contar. ” A atriz diz que prefere não se envolver no debate porque a denúncia de Dylan contradiz tudo o que ela viu e acredita ser o cineasta. “Não digo que vou fazer campanha defendendo-o, mas, para mim, a integridade de seu trabalho permanece intacta”, declarou Hemingway. “Talvez seja covardia da minha parte [não defendê-lo com mais veemência]”. Ela ainda reclamou da direção tomada pela chamada “cultura de cancelamento”, que a assusta por querer “encerrar todas as conversas e cancelar pessoas importantes para nossa geração”. “Temos que escolher um lado… quem disse?! Não é assim que se consegue crescer!”, ela apontou. Veja abaixo o trailer de “Manhattan”.

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  • Série

    CBS renova NCIS, Blue Bloods, Bull, SWAT e Magnum PI

    15 de abril de 2021 /

    A rede CBS anunciou nesta quinta-feira (15/4) nas redes sociais a renovação de cinco das suas séries de investigações policiais. As renovações abrangem a 19ª temporada de “NCIS”, 6ª temporada de “Bull”, 5ª temporada de “SWAT”, 12ª temporada de “Blue Bloods” e 4ª temporada de “Magnum PI”. A renovação de “NCIS” sugere que Mark Harmon voltará à atração, depois que relatos indicarem que ele estava considerando abandonar a série de longa duração. A CBS também está trabalhando atualmente em um spin-off de “NCIS” passado no Havaí. As renovações de “Magnum PI” e “SWAT” acontecem após o canal cancelar seus dois outros remakes de séries clássicas, “Hawaii Five-0” e “MacGyver”. Ironicamente, “Blue Bloods” é estrelada pelo astro original de “Magnum”, Tom Selleck. Mas apesar dele ser mais lembrado pela atração dos anos 1980, com a renovação de “Blue Bloods” superou em quatro anos seu trabalho na série clássica. Por fim, “Bull” continua resistindo impunemente ao escândalo de seus bastidores, mesmo após a atriz Eliza Dushku receber uma indenização milionária após sofrer assédio no set de sua produção. Muitos esperavam que “Bull” fosse acabar há dois anos, quando a CBS precisou pagar US$ 9,5 milhões à Dushku como indenização por assédio do ator principal da série, Michael Weatherly, e por ter sido dispensada após denunciar o incômodo à produção. Weatherly disse que fez apenas piadas, não sofreu punição e emitiu um comunicado dizendo que não tinha culpa pela demissão da atriz. A CBS é a mesma rede que teve seu presidente Les Moonves envolvido em várias denúncias de assédio e abuso sexual, trazidas à tona em reportagens da revista New Yorker por diversas mulheres. Moonves foi o executivo mais poderoso da TV tolhido pelo movimento #MeToo, que surgiu no final do ano passado, após a exposição dos casos de abuso praticados pelo produtor Harvey Weinstein ao longo de três décadas. Para evitar ser demitido do comando da empresa, ele pediu demissão em 2018, buscando realizar um acordo milionário para sua saída do cargo. Desde então, atores de “NCIS: New Orleans”, “Hawaii Five-0” e “MacGyver” denunciaram novos abusos nos sets, desta vez cometidos por produtores que foram demitidos – em compensação, as séries foram canceladas logo em seguida. Entretanto, uma denúncia de Pauley Perrette por agressão contra Mark Harmon, nas gravações de “NCIS”, não teria dado em nada, considerando a renovação da produção para sua 19ª temporada.

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  • Etc

    Atriz de “House” acusa James Franco de ser um “predador sexual”

    9 de abril de 2021 /

    A atriz Charlyne Yi, que interpretou a Dra. Chi Park em “House”, usou seu Instagram para acusar James Franco de ser um “predador sexual” com uma “longa história de predação de crianças”. A atriz também apontou Seth Rogen como um de seus facilitadores. Em sua acusação, ela não revela nenhuma situação polêmica, apontando apenas para sua própria decisão de abandonar o “Artista do Desastre” (2017) porque “James Franco é um predador sexual”. “Quando eu tentei quebrar o contrato legal e sair de ‘Artista do Desastre’ porque James Franco é um predador sexual, eles tentaram me subornar com um papel maior. Eu chorei e disse a eles que isso era exatamente o oposto do que eu queria, que não me sentia segura trabalhando com um predador sexual de merd*”, escreveu. “Eles minimizaram e disseram que Franco era um predador no passado e que ele mudou, quando eu literalmente ouvi falar dele abusando de novas mulheres naquela semana”, continuou. A atriz acrescentou que “Seth Rogen foi um dos produtores deste filme, então ele definitivamente sabe sobre o suborno e porque eu quis sair. Seth também fez um esquete no ‘Saturday Night Live’ com Franco, permitindo que Franco atacasse crianças. Logo depois que Franco foi pego”. “Franco tem uma longa história de predação de crianças”, apontou, sem maiores explicações, arrematando com uma frase militante contra “todas as leis corruptas que protegem predadores feitos por homens brancos violentos”. Além de “House” (entre 2011 e 2012) e “Artista do Desastre” (2017), Charlyne Yi também atuou em “Ligeiramente Grávidos” (2007), estrelado por Rogen, e será ouvida a seguir na dublagem original da animação “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas”, que estreia em 30 de abril na Netflix. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Charlyne Yi (@charlyne_yi)

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  • Etc,  Filme

    Liga da Justiça: Joss Whedon quis deixar Mulher-Maravilha “estúpida” após briga com Gal Gadot

    6 de abril de 2021 /

    Ray Fisher não foi a única estrela da “Liga da Justiça” que ficou infeliz com a substituição de Zack Snyder por Joss Whedon nas refilmagens do longa. Uma reportagem sobre os bastidores tumultuados da produção, publicada pela revista The Hollywood Reporter, revelou que Whedon entrou em confronto com todas as estrelas do filme, incluindo Jeremy Irons. Não só isso. Gal Gadot foi à luta e levou suas reclamações não apenas ao chefe do estúdio de cinema, mas também ao presidente da Warner Bros. Uma fonte ouvida pela publicação afirma que Gadot teve várias preocupações com a versão de Whedon, incluindo “questões sobre sua personagem ser mais agressiva do que em ‘Mulher-Maravilha’. Ela queria fazer a personagem fluir de um filme para o outro.” O maior conflito, dizem as fontes, veio quando Whedon pressionou Gadot a gravar falas de que ela não gostava. Para que a atriz cedesse, ele teria ameaçado prejudicar sua carreira. Whedon também teria diminuído o trabalho da diretora Patty Jenkins em “Mulher-Maravilha”. Uma testemunha da produção, que teria conversado com os investigadores contratados pela Warner para apurar o que aconteceu nos bastidores do filme, disse que, após um confronto, “Joss ficou se gabando de ter colocado Gal no seu lugar. Ele disse que era o escritor e que ela calasse a boca e dissesse suas falas, pois podia fazê-la parecer incrivelmente estúpida neste filme.” Outra fonte informou que Gal Gadot e Patty Jenkins se juntaram e foram à luta, levando a situação até o então presidente da Warner, Kevin Tsujihara. Questionada sobre o fato, Gadot respondeu em um comunicado: “Eu tive meus problemas com [Whedon] e a Warner Bros. lidou com isso em tempo hábil.” A atriz já tinha mencionado a polêmica em dezembro, em entrevista ao jornal Los Angeles Times. “Eu não estava presente quando Joss Whedon filmou com outros meninos [do elenco]. Mas tive minha própria experiência com ele, que não foi a melhor, e tomei providências quando isso aconteceu. Eu levei minha denúncia aos chefes [da Warner], e eles deram um jeito”, disse a atriz na ocasião. Uma das cenas estúpidas, que Joss ameaçou filmar, acabou entrando no longa. Gadot se recusou a gravar uma sequência em que o Flash cai sobre a Mulher-Maravilha, gerando uma situação de desconforto. Whedon simplesmente colocou uma dublê em seu lugar e incluiu a piada sem graça na versão de cinema de “Liga da Justiça”. Ele já tinha feito a mesma cena com Bruce Banner/Hulk e Viúva Negra em “Vingadores: Era de Ultron”. Três meses após “Liga da Justiça” fracassar nas bilheterias, Whedon anunciou que tinha desistido de filmar “Batgirl” na Warner. “’Batgirl’ é um projeto tão empolgante e a Warner/DC parceiros tão colaborativos que demorei meses para perceber que eu realmente não tinha uma história”, disse ele para justificar o afastamento na época.

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