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    Cara Delevingne compartilha sua experiência de abuso com Harvey Weinstein

    11 de outubro de 2017 /

    A atriz Cara Delevingne (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) se juntou ao coro das denúncias contra o assédio sexual praticado pelo produtor Harvey Weinstein. A atividade secreta do produtor de cinema de 65 anos como um predador sexual de jovens estrelas de cinema foi denunciada por uma reportagem do jornal The New York Times na semana passada e amplificada por novas denúncias, em particular o estupro sofrido por Asia Argento, revelado pela revista The New Yorker. Após estrelas famosas como Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Ashley Judd, Rose McGowan, Rosanna Arquette e Mira Sorvino romperem o silêncio após 20 anos de abusos, Cara Delevingne foi ao Instagram revelar que a prática sórdida continuava até recentemente. E mais: Weinstein se orgulhava de seus assédios. Ela publicou um longo texto na rede social nesta quarta (11/10), compartilhando sua história de terror com Weinstein. Tudo começou com uma ligação. Leia a íntegra do post traduzido abaixo: “Quando comecei a trabalhar como atriz, eu recebi uma ligação de Harvey Weinstein perguntando se eu tinha dormido com algumas das mulheres com as quais eu estava aparecendo na mídia. Foi uma ligação muito estranha e disparatada, e eu não respondi nenhuma das perguntas dele, mas, antes que eu desligasse, ele disse que se eu fosse gay ou decidisse ficar com uma mulher especialmente em público, nunca faria o papel de uma mulher heterossexual ou conseguiria me estabelecer como atriz em Hollywood. Um ou dois anos depois, fui com um diretor a uma reunião num hotel, em que falaríamos com ele sobre um filme. O diretor saiu da reunião e Harvey me pediu para ficar e conversar com ele. Assim que ficamos sozinhos, ele começou a se gabar de todas as atrizes com as quais tinha dormido, como ele ajudou suas carreiras e falou sobre outras coisas inapropriadas de natureza sexual”. Ele então me convidou para o seu quarto. Recusei rapidamente e perguntei a sua assistente se meu carro estava fora. Ela disse que não estava e demoraria um pouco e eu deveria ir ao quarto dele. Naquele momento, eu me senti muito impotente e assustada, mas não queria demonstrar, porque esperava que estivesse errada sobre a situação. Quando cheguei, fiquei aliviada por encontrar outra mulher no quarto e achei que estava segura. Ele pediu para que nos beijássemos e ela começou a avançar em minha direção. Eu rapidamente me levantei e perguntei se ele sabia que eu poderia cantei e comecei a cantar… Achei que seria a melhor forma de lidar com a situação… mais profissional… como se fosse um teste… Fiquei tão nervosa. Depois de cantar, eu disse novamente que eu tinha que ir embora. Ele me conduziu até a porta e parou na minha frente, tentando me beijar nos lábios. Eu o impedi e consegui sair do quarto. Acabei ficando com o papel no filme e sempre pensei que ele me deu por causa do que aconteceu. Mas, desde então, fiquei mal por ter feito o filme. Senti que não merecia o papel. Eu fiquei muito hesitante para denunciar… Não queria machucar sua família. Senti-me culpada como se tivesse feito algo de errado. Também estava aterrorizado por isso ter acontecido com tantas mulheres que eu conhecia, mas nenhuma tinha dito nada, por causa do medo”. When I first started to work as an actress, i was working on a film and I received a call from‎ Harvey Weinstein asking if I had slept with any of the women I was seen out with in the media. It was a very odd and uncomfortable call….i answered none of his questions and hurried off the phone but before I hung up, he said to me that If I was gay or decided to be with a woman especially in public that I'd never get the role of a straight woman or make it as an actress in Hollywood. A year or two later, I went to a meeting with him in the lobby of a hotel with a director about an upcoming film. The director left the meeting and Harvey asked me to stay and chat with him. As soon as we were alone he began to brag about all the actresses he had slept with and how he had made their careers and spoke about other inappropriate things of a sexual nature. He then invited me to his room. I quickly declined and asked his assistant if my car was outside. She said it wasn't and wouldn't be for a bit and I should go to his room. At that moment I felt very powerless and scared but didn't want to act that way hoping that I was wrong about the situation. When I arrived I was relieved to find another woman in his room and thought immediately I was safe. He asked us to kiss and she began some sort of advances upon his direction. I swiftly got up and asked him if he knew that I could sing. And I began to sing….i thought it would make the situation better….more professional….like an audition….i was so nervous. After singing I said again that I had to leave. He walked me to the door and stood in front of it and tried to kiss me on the lips. I stopped him and managed to get out of the room. I still got the part for the film and always thought that he gave it to me because of what happened. Since then I felt awful that I did the movie. I felt like I didn't deserve the part. I was so hesitant about speaking out….I didn't want to hurt his family. I felt guilty as if I did something wrong. I was also terrified that this sort of thing had happened to so many women I know but no one had said anything because of fear. Uma publicação compartilhada por Cara Delevingne (@caradelevingne) em Out 11, 2017 às 10:39 PDT

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    Estreia de Asia Argento como diretora tinha cena inspirada em abuso de Harvey Weinstein

    11 de outubro de 2017 /

    A atriz e diretora italiana Asia Argento, que afirmou ter sido estuprada por Harvey Weinstein numa entrevista para a revista The New Yorker, reviveu a experiência em sua estreia como cineasta. A cena de abuso sexual de um produtor de Hollywood, que faz parte do autobiográfico “A Diva Escarlate” (2000), foi inspirada em Weinstein, ela revelou no Twitter. Asia confirmou ter transformado o horror que sofreu em arte. “Eu escrevi e dirigir esta cena em 1999. #Weinstein”, escreveu, incluindo um vídeo da cena no post. A cena registra um produtor de roupão, alegando cansaço e pedindo uma massagem, prometendo depois ler um roteiro da atriz, vivida pela própria Argento. Mas conforme a cena avança, ele aproveita a situação para assaltar sexualmente a jovem. Veja abaixo. A diferença para a vida real é que, na ficção, ela conseguiu fugir. Ela contou que foi levada ao quarto de hotel de Weinstein por um empregado italiano da Miramax, com a desculpa que havia uma festa. Mas, ao chegar lá, Harvey Weinstein estava sozinho de roupão. Ele lhe falou de um projeto e pediu-lhe uma massagem antes de continuar, e de repente avançou sobre ela, levantou sua saia e passou a fazer sexo oral nela, apesar de protestos para que parasse. Foi em 1997, dois anos antes dela escrever “Scarlet Diva”. Asia Argento tinha 21 anos. I wrote and directed this scene in 1999. #Weinstein pic.twitter.com/VFRJQM0O4M — Asia Argento (@AsiaArgento) October 10, 2017 Fabrizio Lombardo brought me to Weinstein's room when I was 21 in '97. He told me it was a Miramax party. Only Harvey was there. — Asia Argento (@AsiaArgento) October 11, 2017

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    Al Pacino aparece caracterizado na primeira foto do telefilme sobre escândalo do futebol americano

    16 de julho de 2017 /

    A HBO divulgou a primeira foto de sua nova produção original estrelada por Al Pacino (“O Poderoso Chefão”) e dirigido por Barry Levinson (“Rain Man”). A imagem retrata Pacino caracterizado com óculos no papel principal. Ainda sem título definido, o filme irá contar a história controvertida de Joe Paterno, ex-treinador de futebol da Universidade Penn State envolvido num escândalo sexual. Depois de se tornar o treinador mais vitorioso da história do futebol universitário, Paterno foi acusado de ter ignorado as acusações de abuso sexual contra seu assistente Jerry Sandusky. Um relatório concluiu que o treinador e outros funcionários do time estavam cientes das ações de Sandusky, mas optaram por ignorar o fato. Pacino viverá Paterno na dramatização, que tem roteiro de Debora Cahn (série “Vinyl”), John C. Richards (“Sahara”) e David McKenna (“A Outra História Americana”). Além de dirigir, Levinson também assina a produção, desenvolvida em parceria com a HBO e a Sony Pictures Television. O filme sobre Paterno será o quarto papel de Al Pacino para a HBO, após “Phil Spector” (2013), “Você Não Conhece o Jack” (You Do Not Know Jack, 2010) e a minissérie “Angels in America” (2003), todas baseadas em histórias reais. Levinson, por sua vez, foi o diretor de “Você Não Conhece o Jack”, com Pacino, e assina o mais recente telefilme do canal, “O Mago das Mentiras” (The Wizard of Lies), estrelado por Robert De Niro.

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    Ativistas de topless interrompem show de jazz de Woody Allen em protesto

    12 de julho de 2017 /

    Duas ativistas do grupo Femen interromperam um show da banda de Woody Allen, a New Orleans Jazz Band, durante uma apresentação em Hamburgo, na Alemanha, na noite de terça (11/7). Elas subiram ao palco de topless, com o corpo coberto por mensagens com críticas ao diretor, num protesto contra o que chamaram de “cultura do silêncio” em torno das alegações de abuso sexual contra o cineasta, e receberam vaias do público. As mulheres foram retiradas do palco por seguranças enquanto tentavam ler uma carta escrita pela filha adotiva de Allen, Dylan Farow, que acusa o cineasta de abuso sexual quando ela tinha sete anos. O texto foi publicado pelo jornal New York Times em fevereiro de 2014 e respondido pelo diretor no mesmo jornal, poucos dias depois. Esta acusação já rendeu processo judicial, movido por Mia Farrow após Woody, seu ex-marido, deixá-la por Soon-Yi Previn, que ela tinha adotado quando era casada com André Previn. O julgamento terminou inocentando Allen, após especialistas desacreditarem a criança, que estaria inventando ou reproduzindo informações alimentadas por sua mãe, devido às incongruências de suas lembranças. Recentemente, outro filho adotivo do diretor, Moses Farrow, veio a público dizer que se alguém era abusivo era sua mãe, que tinha coagido os filhos a mentirem e acusarem Woody Allen. Até hoje Dylan acusa Woody Allen de abuso sexual. O diretor, por sua vez, continua casado com a outra filha de Farrow. Ele e Soon-Yi estão juntos há 25 anos. Após o incidente, as integrantes do Femen divulgaram uma nota para a imprensa: “Apesar do incidente ter ocorrido décadas atrás, Dylan (hoje com 31 anos) ainda sofre as consequências. Woody Allen não é apenas o diretor, ator e músico neurótico e charmoso, mas também uma pai que gosta de colocar o dedo na filha. Nós queremos lembrar o mundo, e os fãs de jazz, desse fato.” O show continuou normalmente após o protesto. Veja o vídeo da manifestação abaixo.

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    Julgamento de Bill Cosby por estupro é anulado

    17 de junho de 2017 /

    O veterano comediante Bill Cosby escapou da prisão. O ruidoso julgamento em que ele era acusado por estupro foi anulado neste sábado (17/6), depois que o júri não alcançou um veredicto por unanimidade, condição exigida pela Justiça americana para uma condenação. Foram mais de 50 horas de deliberações, sem que as cinco mulheres e os sete homens do juri chegassem a um consenso sobre a culpa ou a inocência de Cosby. A anulação foi uma vitória parcial para o ator de 79 anos, que respondia acusação de abuso sexual cometida contra Andrea Constand em 2004. Caso fosse condenado, a estrela do popular sitcom “The Cosby Show” (1984-1992) corria o risco de ser condenado a 30 anos de prisão. Mas Cosby ainda não está totalmente livre. O promotor do condado de Montgomery, Kevin Steele, que havia acusado o ator, indicou que solicitará a abertura de um novo processo, como autoriza a lei. Isto significa que haverá um segundo julgamento com outros jurados. O caso de Constand foi o único que originou processo criminal, após mais de 60 mulheres apresentaram denúncias de abuso sexual contra Cosby. As outras denúncias tinham prescrito e não puderam ser levada a júri, mas ainda rendem ações na Justiça civil. Na ausência de testemunhas diretas ou elementos materiais de prova, todo o processo se concentrou no depoimento de seus dois protagonistas, Bill Cosby e Andrea Constand. O ator reconheceu que teve contato com a jovem na noite de janeiro de 2004, mas assinalou que se tratou de uma relação consensual. Também admitiu que deu a Andrea um sedativo, mas alegou que queria apenas que ela relaxasse, uma vez que havia dito que estava estressada. Já a canadense de 44 anos, que trabalha como massagista terapêutica em Toronto, apresentou incoerências em diversas declarações, destacadas com insistência pela defesa.

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    Vítima de estupro de Polanski nos anos 1970 defende o cineasta na justiça americana

    9 de junho de 2017 /

    A vítima do abuso sexual de Roman Polanski nos anos 1970, Samantha Geimer, resolveu se manifestar pela primeira vez diante de um juiz sobre o caso. E como testemunha de defesa do cineasta, numa audiência para decidir o futuro do processo de 40 anos. Ela pediu ao juiz Scott Gordon, do Tribunal Superior de Los Angeles, que encerrasse o caso para que pudesse retomar sua vida, visando recuperar sua privacidade e evitar ter que explicar para os netos porque era famosa. “Eu imploro que faça isto por mim, tenha piedade de mim”, disse Geimer, hoje com 53 anos, 40 dos quais passados sob a sombra do escândalo. Ela acusa promotores de justiça dos Estados Unidos de tentar se promover em cima de sua história e, devido a isso, prolongar o processo e seu sofrimento de forma desnecessária. “Eu não falo em defesa de Roman, mas da Justiça”, acrescentou, referindo-se ao cineasta pelo primeiro nome. “Eu imploro que reconsidere resolver este caso sem prender um homem de 83 anos”, prosseguiu, alegando que ele também já foi punido o suficiente, ao viver como exilado e impedido de trabalhar em Hollywood quando vivia o auge de sua carreira. Mais que isso, ela defende a mesma linha de raciocínio do advogado de Polanski, afirmando que ele cumpriu a pena estabelecida em seu acordo original. Samantha tinha 13 anos quando Polanski foi acusado de drogá-la, durante uma sessão de fotos na casa do ator Jack Nicholson, em Los Angeles, e posteriormente violentá-la. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com a menor, mas negou o estupro em seu acordo com a promotoria, que o levou a passar 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia. Após ser solto, porém, Polanski fugiu dos Estados Unidos, e o caso foi considerado reaberto. O depoimento do promotor do caso, que foi tornado secreto, é a peça-chave na ação do advogado de Polanski para encerrar o processo judicial. O advogado alega que o diretor só fugiu dos Estados Unidos após receber informação de que o já falecido juiz Laurence Rittenband teria renegado o acordo e dito que iria prender Polanski por 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que o diretor fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por ser cidadão francês. E lá continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suíça a prender o cineasta, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou mais 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, sua prisão ao ser convidado de um festival repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski, desta vez da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde a família do diretor tem uma residência, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz do caso observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o advogado de Polanski está usando para tentar dar um fim no processo agora nos EUA, ecoado por Samantha Geimer. Após seu depoimento, Geimer também falou à imprensa, dizendo que não ficou traumatizada pelo que aconteceu há 40 anos. Contrariando expectativas, ela simplesmente afirmou que “já era sexualmente ativa na época”. Tudo isso ela já tinha contado em seu livro de memórias, intitulado “A Menina” (2013). Mas ainda acrescentou que foi mais abusada pela Justiça, porque não deixam o caso ser encerrado e continuam usando seu nome por décadas sem fim. Geimer acusou a promotoria de Los Angeles de ser “hipócrita” ao recusar seu pedido para encerrar o processo. “Se eu estivesse de pé aqui, querendo colocar Polanski na prisão por toda a vida, minha opinião seria relevante”. De fato, como busca o contrário, a promotoria afirmou que seu desejo não era importante para o caso.

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    Al Pacino vai estrelar telefilme da HBO sobre escândalo sexual que abalou o futebol americano universitário

    6 de junho de 2017 /

    A HBO Films anunciou uma nova produção original estrelada por Al Pacino (“O Poderoso Chefão”) e dirigido por Barry Levinson (“Rain Man”). Ainda sem título definido, o filme irá contar a história controvertida de Joe Paterno, ex-treinador de futebol da Universidade Penn State envolvido num escândalo sexual. Depois de se tornar o treinador mais vitorioso da história do futebol universitário, Paterno foi acusado de ter ignorado as acusações de abuso sexual contra seu assistente Jerry Sandusky. Um relatório concluiu que o treinador e outros funcionários do time estavam cientes das ações de Sandusky, mas optaram por ignorar o fato. Pacino viverá Paterno na dramatização, que tem roteiro de Debora Cahn (série “Vinyl”), John C. Richards (“Sahara”) e David McKenna (“A Outra História Americana”). Além de dirigir, Levinson também assina a produção, desenvolvida em parceria com a HBO e a Sony Pictures Television. O filme sobre Paterno será o quarto papel de Al Pacino para a HBO, após “Phil Spector” (2013), “Você Não Conhece o Jack” (You Do Not Know Jack, 2010) e a minissérie “Angels in America” (2003), todas baseadas em histórias reais. Levinson, por sua vez, foi o diretor de “Você Não Conhece o Jack”, com Pacino, e assina o mais recente telefilme do canal, “O Mago das Mentiras” (The Wizard of Lies), estrelado por Robert De Niro.

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    Começa o julgamento de Bill Cosby por abuso sexual

    5 de junho de 2017 /

    Começou nesta segunda-feira (5/6) o julgamento do ator americano Bill Cosby, acusado de drogar e abusar sexualmente uma mulher em sua mansão na Filadélfia há 13 anos. No maior julgamento de uma celebridade americana em muitos anos, o ator de 79 anos é acusado de drogar e abusar sexualmente uma ex-diretora de um time de basquete universitário. Além disso, cerca de 60 mulheres acusaram Cosby publicamente de abuso sexual ao longo de quatro décadas. Mas o julgamento em Norristown, uma pequena cidade da Pensilvânia, será provavelmente o único, já que a maioria das agressões de que ele é acusado teriam acontecido há muitos anos e os crimes prescreveram. O ator, que está quase cego, chegou no tribunal apoiado por uma das estrelas da série clássica “The Cosby Show” (1984-1992), Keshia Knight Pulliam, que, aos cinco anos, interpretou o papel de sua filha mais nova no programa. Durante décadas, Cosby foi “o papai dos Estados Unidos”, venerado por milhões de pessoas e, sobretudo, pela comunidade negra por seu papel como Cliff Huxtable, um afável ginecologista e pai benevolente, no seriado. O julgamento deverá durar duas semanas. Se for condenado, o ator corre o risco de passar o resto de sua vida atrás das grades, já que a sentença mínima é de 10 anos.

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    Vítima de estupro de Polanski ataca promotores que ainda exploram o caso de 1977

    25 de abril de 2017 /

    A vítima de abuso sexual de Roman Polanski em 1977, Samantha Geimer, voltou a se pronunciar sobre o julgamento do cineasta, que está foragido e vivendo na França desde aquela época. Geimer contatou as autoridades através de seu advogado para reclamar da procrastinação dos promotores americanos, que estariam de posse de evidências que corroboram o acordo firmado por Polanski com o promotor original do caso. Em carta enviada também para os meios de comunicação, ela pede que a transcrição do julgamento de 1977 seja tornada pública. Os promotores tornaram secreto o depoimento do responsável pelo acordo, que teria rendido 48 dias de prisão ao cineasta francês. Caso isso venha à tona, comprovaria a tese do diretor de que ele teria sido sentenciado e cumprido a pena. O documento é um ataque ácido aos responsáveis atuais pelo processo. “Vocês e aqueles que vieram antes de vocês nunca me protegeram, vocês me trataram com desprezo, usando um crime cometido contra mim para promover suas próprias carreiras”, ela escreveu. Ela quer deixar todo esse escândalo para trás. Pessoalmente, considera que o cineasta de 83 anos já foi punido o suficiente por seu crime ao ficar longe de Hollywood por quatro décadas, e que ele deveria voltar aos Estados Unidos no fim da vida, sem temer morrer na prisão. Samantha tinha 13 anos quando Polanski foi acusado de drogá-la, durante uma sessão de fotos na casa de um amigo em Los Angeles, e posteriormente violentá-la. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com a menor, mas negou o estupro em seu acordo com a promotoria, quando passou 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia. Após o escândalo arrefecer, a vítima foi procurada por emissários do diretor, chegando a um acordo financeiro nos anos 1990. Ela teria recebido US$ 500 mil de indenização. Em 2013, publicou um livro contando sua história, intitulado “A Menina”. O depoimento do promotor do caso, que foi tornado secreto, é a peça-chave na ação do advogado de Polanski para encerrar o processo judicial. O advogado alega que o diretor só fugiu dos Estados Unidos após receber informação de que o já falecido juiz Laurence Rittenband teria renegado o acordo e dito aos promotores que tinha decidido prender Polanski por até 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que Polanski fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por ser cidadão francês. E lá continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suíça a prender o cineasta, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou mais 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, o caso repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há quase dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde Polanski tem um apartamento, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o advogado de Polanski está usando para tentar dar um fim no caso nos EUA, incluindo no processo o acordo original do diretor com a promotoria do estado. O caso voltará a ser analisado em junho pela justiça da Califórnia.

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    Três mulheres acusam ator de That ’70s Show de estupro

    4 de março de 2017 /

    O ator Danny Masterson, que ficou conhecido na série “That ’70s Show” e atualmente estrela “The Ranch” na Netflix, está sendo investigado pelo departamento de polícia de Los Angeles por suspeita de agressão sexual, informou a revista People, na sexta-feira (3/3). “Três mulheres se apresentaram e afirmaram que foram estupradas por Masterson no começo dos anos 2000”, informou o departamento em um comunicado. Segundo a polícia, todas as vítimas faziam parte da seita da Cientologia, da qual o ator é adepto, e pode ter havido uma tentativa de acobertamento na época, quando “That ’70s Show” experimentava o auge de sua popularidade. As mulheres teriam tomado coragem para denunciar as agressões após a atriz Leah Remini (série “King of Queens”) expor na TV abusos supostamente cometidos por integrantes da Igreja da Cientologia. Em nota divulgada pelo site The Hollywood Reporter, o empresário de Masterson afirmou que “as alegações são falsas, com o único intuito de promover as revelações contra a Cientologia feitas por Leah Remini”. De acordo com o representante do ator, uma das mulheres é, na verdade, uma ex-namorada do rapaz, que, na época da alegação de assédio, já estava com ele há seis anos e continuou o relacionamento após o suposto estupro. “Quando Danny terminou a relação, ela continuou perseguindo-o. Até fez ameaças de bater em sua atual mulher, Bijou Philips, se ele não a deixasse”. Esta mulher também teria acusado outras três celebridades, em momentos diferentes, de a terem estuprado, segundo a nota. A Igreja da Cientologia não comentou o caso.

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    Livro póstumo revela que Judy Garland foi molestada pelos anões de O Mágico de Oz

    8 de fevereiro de 2017 /

    Um livro póstumo trouxe à tona revelações polêmicas sobre a atriz Judy Garland. Escrito pelo ex-marido da atriz, Sid Luft, que faleceu em 2005, o texto afirma que a atriz foi molestada durante as filmagens de “O Mágico de Oz” (1939) pelos anões que interpretavam os munchkins. Na ocasião, ela tinha apenas 16 anos. Luft escreveu que eles “frequentemente colocavam as mãos por baixo de sua saia”. “Eles achavam que poderiam escapar de qualquer coisa porque eram pequeninos. Eles fizeram a vida de Judy um pesadelo no set colocando suas mãos por baixo do seu vestido. Os homens tinham mais de 40 anos”, escreveu Sid. O novo livro também traz revelações sobre a vida privada da atriz, sua luta contra as drogas e as frequentes tentativas de suicídio. Judy se casou cinco vezes e é mãe de Liza Minelli, fruto de seu segundo casamento, com Vincent Minnelli. Sid Luft foi o terceiro marido da atriz, entre os anos 1952 e 1965, com quem teve os filhos Lorna e Joey. Ela morreu em 1969, aos 47 anos, de uma overdose. Sobre as drogas, o ex-marido afirmou que Judy “era casada com elas antes de me conhecer e nunca se separou”. Ao longo dos anos, ele começou a perceber o uso intenso de drogas, com anfetaminas e barbitúricos que a deixavam em severa depressão e com pensamentos suicidas. As revelações estavam em um diário escrito por Judy e descoberto por Sid, que pretendia fazer as revelações em vida, mas morreu antes de publicar o livro. O manuscrito inacabado foi descoberto no ano passado entre seus arquivos e somente agora será publicado com o título “Judy and I: My Life with Judy Garland”. O lançamento vai acontecer em 1 de março nos EUA.

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    Rooney Mara e Ben Mendelsohn estrelam primeiro trailer do suspense psicológico Una

    31 de dezembro de 2016 /

    O suspense psicológico “Una”, estrelado por Rooney Mara (“Carol”), Ben Mendelsohn e Riz Ahmed (ambos de “Rogue One: Uma História Star Wars”), ganhou seu primeiro trailer, voltado para o mercado asiático. A prévia mostra a personagem de Mara procurando o homem vivido por Mendelsohn para confrontá-lo por ter sido abusada sexualmente na infância. O tema é polêmico, o que talvez explique porque o filme permanece sem distribuição nos EUA. Considerado um dos filmes mais perturbadores exibidos no Festival de Toronto, “Una” é uma adaptação da peça “Blackbird”, de David Harrower, e marca a estreia do diretor teatral australiano Benedict Andrews no cinema. Por enquanto, seu lançamento comercial está marcado apenas para Cingapura no dia 19 de janeiro.

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    Denúncia de O Último Tango em Paris revela o padrão da cultura do estupro

    6 de dezembro de 2016 /

    As explicações de Bernardo Bertolucci não acalmaram os ânimos exaltados pela denúncia de estupro cometido contra Maria Schneider durante as filmagens de “O Último Tango em Paris”. Ao contrário, a discussão continua em plena evolução. Os mais velhos, e principalmente o público masculino, perguntam-se o que teria originado uma reação tão apaixonada, após anos de evidências ignoradas. Em busca de uma explicação, o jornal americano The Washington Post publicou um longo artigo que recapitula o caso, lembrando que ninguém prestava muita atenção neste tipo de denúncia até recentemente. O que pode ter mudado isso foi o escândalo envolvendo o comediante Bill Cosby, acusado de estuprar dezenas de mulheres durante décadas. As denúncias também eram conhecidas há anos, mas só em 2014 se tornaram notícia, lembra a publicação. O jornal espanhol El País partiu dessa análise para destacar uma evolução de fatos que contribuíram para o clima de revolta, lembrando como atrizes vêm trazendo à tona denúncias de abuso sexual, que no passado eram ignoradas. No final de outubro, Tippi Hedren publicou um livro de memórias em que voltou a denunciar o tratamento que recebeu de Alfred Hitchcock durante a filmagem de “Os Pássaros” (1963). Ela sofreu uma situação de abuso, não muito diferente da vivida por Schneider, quando o diretor não a avisou que os ataques das aves seriam mais reais do que imaginava. Embora já fosse conhecida a complicada relação entre ambos, em seu livro Hedren finalmente definiu o caso como assédio sexual. Outras situações muito comentadas no passado foram abusos entre Lars Von Trier e seus elencos femininos, Stanley Kubrick e Shelley Duvall e até, de forma mais recente, Abdellatif Kechiche e Léa Seydoux. Nada, entretanto, foi devidamente apurado em relação às denúncias. O El Pais aponta que há um padrão evidente nestes casos, que condiz com a cultura do estupro, cujos conceitos incluem: a normalização do impulso agressor, a impunidade, a culpabilização da vítima e a necessidade de filmar a agressão. Tudo isso se encaixa na acusação contra Bertolucci.

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